Um beberete perto do Ritz
Portugal foi, por longas décadas, refúgio político de muitas eminências, excelências, altezas e majestades. Gravitando à volta destes astros, um enxame de figuras de menor importância, salpicado por alguns fantasistas, penetras e vigaristas de alta roda. Na curta rota Lisboa-Estoril-Cascais-Sintra, viveu por gerações gente que fora e, às vezes voltaria a ser, História. Porque e como fui introduzido nalguns círculos fechados ao “vulgus pecum” é para mim ainda hoje pergunta sem resposta.
Nem, aliás, muito relevante.
Falo algumas línguas com marcado sotaque. Talvez seja este sotaque mesmo que diverte quem se lembra de me mandar cartão para coquetéis e jantares. E Deus sabe quanto me envaideço, confesso, em recebê-los. Desloco-me por trem e ônibus, táxi só em dia de festa, mas meus ternos, poucos, são bem cortados, no melhor alfaiate da capital, minhas gravatas de seda italiana, como italianos meus sapatos, e um discreto cheiro de “Vetiver” de Caron me precede. Quem me viu e quem me vê, heim!
Será em mesas à luz de vela, talheres de prata e porcelana de Vista Alegre que encontrarei o único outro Dimitri do país.
Estamos falando das vésperas do 25 de Abril de 1974, a Revolução dos Cravos, da qual não vou perder um pingo. Já estava na hora. Outro dia conto.
Dimitri Wolkonsky é russo, amável e charmoso, educado e divertido e, também de carteira magra, pega trem e ônibus. Além do mais, é príncipe e das melhores estirpes.
Conversamos longamente a cada encontro mundano. Sobre o quê? Sobre nada, evidente. Você já viu alguém refazer o mundo em roda social? Seria cortado sem retorno e para sempre de qualquer lista. Mas quando se tem vinte e tantos anos, o que importa é se sentir considerado, pertencer a uma tribo, mesmo se esta for escolha passageira.
Assim foi minha vida durante década e meia e não me arrependo. Quem sabe observar, ouvir e lembrar, forja armadura para o que der e vier.
A diferença entre os dois Dimitri é que um começa a andar na vida e é movido a incertezas e determinação, outro já fez um longo caminho, mas ainda não encontrou rumo ou porto seguro. As relações sociais - não vamos falar de amigos, que é outro departamento - mencionam meu homônimo com certa condescendência, apesar do respeito à bela e invisível coroa. Eu faço figura de combatente e uma ponta de inconformismo, já mostrando o nariz, ajuda a criar diferenciada imagem.
Por enquanto batalho duro para pagar aluguel e Marcelina, maravilhosa empregada. O atavismo está provado. Se de alguém herdei a pose, foi de minha avó paterna.
Numa bela tarde de Outono, chegou a Lisboa uma frágil e sofisticada argentina. Compra um imenso apartamento – comprar sempre sai mais em conta que alugar, para quem pode, é claro – nos altos do Parque Eduardo VII, a dois passos do Hotel Ritz, o que você há de convir, não deixa de ser prático. Como a conta bancária não é em pesos, mas em francos suíços, la cordobeza, que declara “Mi família era peronista, lo que era muy mal visto por la sociedad”, não terá grande dificuldade em freqüentar os endereços certos da conservadora capital.
E o que pode acontecer, me diga, quando um cinqüentão príncipe russo encontra em três jantares seguidos uma balzaquiana solitária vestida nos bons costureiros franceses, ostentando colar de safiras condizente com seus olhos?
Foi assim que, semanas depois, recebi um cartão em papel verger, convite gravado para o coquetel, beberete se diz em português acadêmico, de noivado dos pombinhos de asas cansadas. Vale a pena o esclarecimento sobre o convite gravado. Basta passar discretamente o dedo sobre o texto para sentir a saliência das letras, o que nunca acontecerá com a impressão tipográfica. Elegância suprema, código mudo de uma sociedade em vias de extinção.
O apartamento oferece vista privilegiada sobre o parque e, à esquerda, o castelo São Jorge e a embocadura do Tejo. Ternos escuros, gravatas de listras e vestidinhos pretos com o obrigatório colar de pérolas. Geralmente finas.
O champagne é francês, o caviar iraniano e o salmão veio especialmente da Noruega.
Como sempre nestas ocasiões, encontrar o Tout-Lisbonne é encarado com a maior naturalidade. Estranha-se que a marquesa de Cadaval ou o visconde de Soveral ainda não tenham chegado. Ah! Chegam juntos. “Nos encontramos no elevador, não é divertido?!”. Só para evitar comentários nesta sociedade onde divorciar é ilegal, mas onde todo o mundo... Bem isto são outros quinhentos.
De repente, a porta abre, sente-se um breve e sutil silêncio, logo a seguir o tom das conversas fica como fervendo. Acaba de entrar um homem alto, magro, os olhos curiosamente rasgados, elegante, desta elegância de quem tem a noção de ser sempre o centro de todas as atenções. Ninguém sabe mais como se comportar. Continuar as conversas naturalmente? Correr e entrar na fila para ser apresentado? Fingir que é íntimo? Declarar de voz alta que já recebeu o convite para o casamento da filha dele?
Verdade é que não sei como, talvez a dona da casa me tenha empurrado na direção do ilustre visitante, mas de repente estou na sua frente. Me dá uma mão grande e forte. Olha para mim como se quisesse saber tudo a meu respeito – eu que tenho tão pouco para contar - e trocamos umas banalidades cuja memória a História não gravará.
Foi assim que conheci Juscelino Kubitschek.
Dimitri Ganzelevitch Salvador, 20 de dezembro de 2007.
Nota do bikebook e
Muraldebugarin.com:
Dimitri é agitador cultural,Presidente da Associação Cultural Viva salvador, escritor, colecionador de artes populares , em secular casarão /museu no Centro Histórico de Salvador.
-publicado no bikebook.blogspot.com e
no muraldebugarin.com
Editores: VALCI BARRETO, Advogado, estudante de jornalismo. Fones: 9999-9221 (Tim), 3384-3419 e 8760-7969 (Oi). Email: valcibarretoadv@yahoo.com.br. Colaboradores: Itana Mangieri, Alberto Bugarin e Sérgio Bezerra. Todos blogueiros, cicloativistas e amantes de livros, fotos e videos - Interesses do Blog: reportagens, artigos, com destaque especial para passeios de bicicletas, livros, cultura em geral, cicloativismo, cicloturismo e educação para o trânsito. Colaborações serão sempre bem vindas.
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
quarta-feira, 19 de dezembro de 2007
NÃO JOGUEM LIVROS NO LIXO
Valci Barreto
Editor do BIKEBOOK.BLOGSPOT.COM
MEU ZINE, link do muraldebugarin.com
colaborador do muraldebugarin.com
Final de ano, início de verão, festas e férias, muita gente faz uma "faxina geral" nas suas casas. Os primeitos ítens que são lançados ao lixo, sem piedade, são livros e revistas usadas. Muitas pessoas driblam o desemprego vendendo livros e revistas usadas, em pequenos sebos ou mesmo nas ruas. Clínicas pisiquiátricas também se utilizam de livros e revistas usadas para atividades lúdicas de seus pacientes. Como se vê, são várias as destinações sociais que podem ser dadas aos livros e revistas usadas;
Assim em vez de jogar tais materiais no lixo, façam doações para pequenos sebos, pontos de vendas , igrejas, associações de bairros, clínicas psiquiátricas.
Locais e pessoas que recebem e agradecem as doações:
biblioteca comunitária do Calabar, entrada ao lado da Borracharia jeovanessi, na Av. Centenário; Covento da Lapa, na Av. Joana Angélica;Rádio Excelsior, no Garcia; senhor Alfredo, na Sete Portas, em frente à empresa Resul, na Ladeira do Funil; Professora Nilza, na Lapinha.
publicado no bikebook.blogspot.com
Valci Barreto
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Final de ano, início de verão, festas e férias, muita gente faz uma "faxina geral" nas suas casas. Os primeitos ítens que são lançados ao lixo, sem piedade, são livros e revistas usadas. Muitas pessoas driblam o desemprego vendendo livros e revistas usadas, em pequenos sebos ou mesmo nas ruas. Clínicas pisiquiátricas também se utilizam de livros e revistas usadas para atividades lúdicas de seus pacientes. Como se vê, são várias as destinações sociais que podem ser dadas aos livros e revistas usadas;
Assim em vez de jogar tais materiais no lixo, façam doações para pequenos sebos, pontos de vendas , igrejas, associações de bairros, clínicas psiquiátricas.
Locais e pessoas que recebem e agradecem as doações:
biblioteca comunitária do Calabar, entrada ao lado da Borracharia jeovanessi, na Av. Centenário; Covento da Lapa, na Av. Joana Angélica;Rádio Excelsior, no Garcia; senhor Alfredo, na Sete Portas, em frente à empresa Resul, na Ladeira do Funil; Professora Nilza, na Lapinha.
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segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
II VOLTA CICLISTICA ITAPAGIPANA-SUCESSO!
Valci Barreto
Editor do bikebook.blogspot.com
Meu Zine, link do muraldebugarin.com
Colaborador do muraldebugarin.com
Como anunciado, às 7.30, pontualmente, estávamos eu e Luzia em frente ao Restaurante A PORTEIRA, no Dique do Tororó , para seguirmos em direção ao Largo da Penha, na Ribeira, e participarmos da SEGUNDA VOLTA CICLÍSTICA ITAPAGIPANA, organizada pelo Vereador Everaldo Augusto. Manhã fresca, pouco transito, um vento muito gostoso, bastava apenas a nossa ida para festejarmos este dia. No caminho, encontramos Simone, esposa do Genivaldo, do Pedais na Estrada, com algumas amigas, e seguimos juntos na direção da Penha.
Chegamos bem cedo e já encontramos a equipe do Vereador recebendo as doações de alimentos e distribuindo as camisetas.
Participaram os grupos de Narandiba, representados pelo grande, em todos os sentidos, Guerreiro, que “fez a festa” animando, conclamando as pessoas a pedalar, a participar destes pedais, muito úteis para todos nós. Como sempre, além de muita intimidade com o microfone, demonstrou o Guerreirão, mais uma vez, o seu grande espírito de colaboração , de incentivo, desprendimento, dedicação à causa ciclistica.Um mestre o Guerreiro, que ainda levou seu irmão PC , e quase toda a família...e, como sempre, acompanhado do “fiel escudereiro” Nestor.
Os amigos do Tony, como sempre, com um grande número de pedalantes, demonstrando unidade, respeito, alegria, humildade e muita competência na organização do grupo.
Fui premiado, pelo AMIGOSDOTONY com duas pochetes, com a marca MEU ZINE, que muito me emocionou . Aproveito este nosso espaço para agradecer ao grupo este significativo presente.
Dona Francisca inaugurou sua bicicleta , a ROSINHA, presente do grande amigo do grupo, Gilson Cunha.
Carlos, segurança do Hospital Português, saiu direto do trabalho para participar deste maravilhoso pedal. Encontei-o antes do meu encontro com Luzia, dizendo ele que todos os dias vai e volta para o trabalho de bicicleta, morando no retiro, nas vizinhaças do AMIGOSDETONY, de cujo grupo também participa.
O grupo SUBA AI, a novidade dos pedais da Bahia, da Ferreira Santos, Federação, demonstrou entusiasmo e que busca seu espaço nos nossos pedais, cujas portas já estão abertas. Humildemente, pede apoio , conselhos, informações dos grupos existentes para realizar o primeiro pedal oficial, com camisetas e equpamentos de segurança. “Trocou figurinhas”, com o Amigos do Tony, que garantiu apoiar, orientar e participar dos pedais do SUBA AÍ, especialmente o do batismo oficial . Vem o SUBA AI, sob o comando de Cadu e Anderso, já participando dos pedais da ASBEB.
O PEDAL UNIÃO participou e anunciou que está programado um passeio para Cachoeira, em Janeiro.
Como sempre, um grande e animado pedal, com a participação de grande número de crianças e de adolescente da região .
A cobertura fotográfica foi realizada por um dos grandes fotógrafos da Bahia, Leo Ornelas e pelos amadores de plantão, cujas fotos serão publicadas no muraldebugarin.com.
Muitos animadas as pessoas que, das janelas, os quais também foram vistos com simpatia por milhares de pessoas que iriam se submeter a um concurso público, aglomerados em vários prédios da região, para realização das provas.
Marcante, importante para todos nós , a presença do radialista JOSE DIAS, da Rádio FM do Cabula, que fez uso da palavra para dizer da sua alegria em participar do pedal e colocar o seu programa à disposição dos ciclistas baianos. Também ao Alencar, da Federação Baiana de Ciclismo, marcando sempre a sua importante presença em quase todos os nossos pedais e ações cicloativistas.
De parabéns a equipe do Gabinete do Vereador Everaldo Augusto, pela organização e atenção dada aos ciclistas que tiveram a garantia de que outras voltas itapagipanas virão .
Sentimos a falta de companheiros de quase todos os pedais, especialmente do nosso querido Lázaro que justificou sua ausência por ter realizado hoje o biciclo infantil de Marechal Rondom e ainda programou, para a tarde, uma ida para um evento no Engenho Velho de Brotas.
Agora , é aguardamos as fotos que serão publicadas no muraldebugarin.com
Estamos , também , aguardamos notícias do George Argolo que, após sua ida para a Argentina, nos abandonou. Vai ver que não sabe mais pedalar, nem falar porturtuges....Mas sei que já está na Bahia, provavelmente embrenhando em alguma trilha por aí . Quem souber dele souber, avise-nos.
Publicado no muraldebugarin.com
E no
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Valci Barreto
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Como anunciado, às 7.30, pontualmente, estávamos eu e Luzia em frente ao Restaurante A PORTEIRA, no Dique do Tororó , para seguirmos em direção ao Largo da Penha, na Ribeira, e participarmos da SEGUNDA VOLTA CICLÍSTICA ITAPAGIPANA, organizada pelo Vereador Everaldo Augusto. Manhã fresca, pouco transito, um vento muito gostoso, bastava apenas a nossa ida para festejarmos este dia. No caminho, encontramos Simone, esposa do Genivaldo, do Pedais na Estrada, com algumas amigas, e seguimos juntos na direção da Penha.
Chegamos bem cedo e já encontramos a equipe do Vereador recebendo as doações de alimentos e distribuindo as camisetas.
Participaram os grupos de Narandiba, representados pelo grande, em todos os sentidos, Guerreiro, que “fez a festa” animando, conclamando as pessoas a pedalar, a participar destes pedais, muito úteis para todos nós. Como sempre, além de muita intimidade com o microfone, demonstrou o Guerreirão, mais uma vez, o seu grande espírito de colaboração , de incentivo, desprendimento, dedicação à causa ciclistica.Um mestre o Guerreiro, que ainda levou seu irmão PC , e quase toda a família...e, como sempre, acompanhado do “fiel escudereiro” Nestor.
Os amigos do Tony, como sempre, com um grande número de pedalantes, demonstrando unidade, respeito, alegria, humildade e muita competência na organização do grupo.
Fui premiado, pelo AMIGOSDOTONY com duas pochetes, com a marca MEU ZINE, que muito me emocionou . Aproveito este nosso espaço para agradecer ao grupo este significativo presente.
Dona Francisca inaugurou sua bicicleta , a ROSINHA, presente do grande amigo do grupo, Gilson Cunha.
Carlos, segurança do Hospital Português, saiu direto do trabalho para participar deste maravilhoso pedal. Encontei-o antes do meu encontro com Luzia, dizendo ele que todos os dias vai e volta para o trabalho de bicicleta, morando no retiro, nas vizinhaças do AMIGOSDETONY, de cujo grupo também participa.
O grupo SUBA AI, a novidade dos pedais da Bahia, da Ferreira Santos, Federação, demonstrou entusiasmo e que busca seu espaço nos nossos pedais, cujas portas já estão abertas. Humildemente, pede apoio , conselhos, informações dos grupos existentes para realizar o primeiro pedal oficial, com camisetas e equpamentos de segurança. “Trocou figurinhas”, com o Amigos do Tony, que garantiu apoiar, orientar e participar dos pedais do SUBA AÍ, especialmente o do batismo oficial . Vem o SUBA AI, sob o comando de Cadu e Anderso, já participando dos pedais da ASBEB.
O PEDAL UNIÃO participou e anunciou que está programado um passeio para Cachoeira, em Janeiro.
Como sempre, um grande e animado pedal, com a participação de grande número de crianças e de adolescente da região .
A cobertura fotográfica foi realizada por um dos grandes fotógrafos da Bahia, Leo Ornelas e pelos amadores de plantão, cujas fotos serão publicadas no muraldebugarin.com.
Muitos animadas as pessoas que, das janelas, os quais também foram vistos com simpatia por milhares de pessoas que iriam se submeter a um concurso público, aglomerados em vários prédios da região, para realização das provas.
Marcante, importante para todos nós , a presença do radialista JOSE DIAS, da Rádio FM do Cabula, que fez uso da palavra para dizer da sua alegria em participar do pedal e colocar o seu programa à disposição dos ciclistas baianos. Também ao Alencar, da Federação Baiana de Ciclismo, marcando sempre a sua importante presença em quase todos os nossos pedais e ações cicloativistas.
De parabéns a equipe do Gabinete do Vereador Everaldo Augusto, pela organização e atenção dada aos ciclistas que tiveram a garantia de que outras voltas itapagipanas virão .
Sentimos a falta de companheiros de quase todos os pedais, especialmente do nosso querido Lázaro que justificou sua ausência por ter realizado hoje o biciclo infantil de Marechal Rondom e ainda programou, para a tarde, uma ida para um evento no Engenho Velho de Brotas.
Agora , é aguardamos as fotos que serão publicadas no muraldebugarin.com
Estamos , também , aguardamos notícias do George Argolo que, após sua ida para a Argentina, nos abandonou. Vai ver que não sabe mais pedalar, nem falar porturtuges....Mas sei que já está na Bahia, provavelmente embrenhando em alguma trilha por aí . Quem souber dele souber, avise-nos.
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domingo, 16 de dezembro de 2007
PERFIS DE PASSEIOS CICLISTICOS EM SALVADOR============================================Valci Barretoeditor do bikebook.blogspot.com,do meu zinee colaborador do muraldebugarin.comTodos os primeiros domingos de cada mes a ASSOCIAÇÃO DOS BICICLETEIROS DO ESTADO DA BAHIA promove um grande passeio ciclístico pelas ruas de Salvador, que tem início às 09 horas da manhã, no Estacionamento da Fonte Nova, Dique do Tororó. É um passeio lento, podendo participar pessoas de todas as idades, com qualquer tipo de bicicleta, desde que rode. Quem quiser, e puder, leva um kg de alimentos não perecível que é entregue, no próprio trajeto, a entidades carentes. Há sorteios de bicicletas e de brindes.É lento, festivo e tem apoio da Polícia Militar, SET , Pelotão Aguia, munido ainda de carro de apoio e enfermeira. Vem pessoas de todos os bairros e até de cidades vizinhas. É uma festa este passeio, com participaçao de muitas crianças. Em feriados podem ser modificados para o domingo anterior ou seguinte. A mudança é sempre anunciada com antecedencia .Todos ficam sabendo do roteiro através dos sites e blogs. Fotos destes e de outros passeios estão no muraldebugarin.com, em "galeria de fotos.", amigosdebike.com.br, mundodabike, pedaladadanoite e pedais na estrada, sincronia, cujos links estão nos mesmos sites.======================================PASSEIOS DA ASBB-------- -- -----Criados e mantidos pela ASSOCIAÇAO DOS BICICLETEIROS DA BAHIA, coordenados por Gilson Cunha, acontecem pelo menos tres vezes por ano a saber:O do dia 03.06, DIA MUNCIPAL DO CICLISTA, é o que envolve o maior número de pedalantes . Chega a mais de tres mil pessoas, já tendo sido objeto de gravação do programa DECOLAR, com participação da Liliane Reis.Atualmente a ASBB se agregou a um grupo de pedalantes da comunidade de Portão para juntos realizarem o passeio Portão / Bonfim, com mais de dois mil participantes, e o AREMBEPE/GUARAJUBA, envolvendo mais de trezentas pessoas, ambos realizados em outubro.Fotos dos passeios podem ser vitas no muraldebugarin.com, em "galeria de fotos"====================·.... Segunda-Feira: Pedalada da Noite - rítmo médio, indicado para quem já está acostumado a pedalar... Tem rádio comunicador de segurança e média de velocidade de 20 km/h. Estimativa de distância percorrida em torno de 25 a 50 Km. Concentração: Toda segunda-feira útil. Saída às 20:30 horas da Praça Nossa Senhora Aparecida, em frente ao Silver Shopping, no Imbuí. Coordenação: Fernando Carvalho - Tel (71) 9965-0249... Terça-Feira: Amigos de Bike - ritmo moderado, tem rádio comunicador de segurança e média de velocidade de 17 km/h. Estimativa de distância percorrida em torno de 25 a 35 Km. Concentração: Toda terça-feira útil. Saída às 21 horas do estacionamento do Aeroclube. Coordenação: Lúcia / Alexandre / Edson - Tel (71) 9115-0363 / 8819-3229 / 9966-2118· Terça-Feira: Grupo Ervaciclo - Ervaciclo" é de ritmo acelerado, indicado para quem já está acostumado a pedalar. Tem média de velocidade de 25 km/h. Estimativa de distância percorrida em torno de 25 a 50 Km. Concentração: Toda terça-feira útil. Saída às 21 horas do Farol da Barra. Coordenação: Eraldo - Tel (71) 3329-5160 / 8104-7115... Quarta-Feira: Grupo Sincronia - rítmo médio, indicado para quem já está acostumado a pedalar. Tem rádio comunicador de segurança e média de velocidade de 20 km/h. Estimativa de distância percorrida em torno de 25 a 50 Km. Concentração: Toda quarta-feira útil. Saída às 21 horas do estacionamento do Hipermercado Bom Preço - Vasco da Gama. Todos os sábados, este grupo realiza passeios imperdíveis para locais e cidades vizinhas da Capital Baiana. Coordenação: Edvaldo / Humberto / Cláudio Carvalho - Tel (71) 8876-4745 / 8848-7692 / 8866-2630· Quarta-Feira: Grupo Pedal Mania: de ritmo acelerado, indicado para quem já está acostumado a pedalar. Tem média de velocidade de 25 km/h. Estimativa de distância percorrida em torno de 25 a 50 Km. Concentração: Toda quarta-feira útil. Saída às 19:30 horas do Largo do Luso - Plataforma. Coordenação: Paulo Roberto - Tel (71) 9989-3843 / 3401-1727 - email: provinculo@uol.com.br· Quinta-Feira: Farol Light Bikers - ritmo médio, indicado para quem já está acostumado a pedalar. Tem rádio comunicador de segurança e média de velocidade de 20 km/h. Estimativa de distância percorrida em torno de 25 a 50 Km. Concentração: Toda quinta-feira útil. Saída às 21 horas do Farol da Barra. Coordenação: Edson - Tel (71) 9966-2118· Quinta-Feira: Pedais na Estrada - de ritmo moderado, indicado para quem está iniciando, a média de velocidade de 17 km/h. Estimativa de distância percorrida em torno de 25 a 50 Km. Concentração: Toda quinta-feira. Saída às 18:30 horas da Praça da Revolução em Periperi. Coordenação: Genivaldo / Digo Brunelli - Tel.: (71) 3307-2436 / 9148-6589 - Reliza muitos pedais para fora de salvador em domingos e feriados.· Sexta-Feira: Pedal Night - O passeio noturno do grupo "Pedal Night" é de ritmo acelerado, indicado para quem já está acostumado a pedalar. Tem rádio comunicador de segurança e média de velocidade de 25 km/h. Estimativa de distância percorrida em torno de 25 a 50 Km. Concentração: Toda sexta-feira útil. Saída às 20:00 horas do Largo dos Paranhos em Brotas. Coordenação: Ado Nery: - Tel.: (71) 9961-1497==========================Naturabikeação-Coordenado por Lazaro, de Marechal Rondom, ritimo leve, ou acelerado de acordo com o local e tipo de passeio. Participa dos mais variados events ciclisticos, inclusive para fora de Salvador. Realiza o passeio dos tres faróis, bicicloteca , farol folia, lavagem do bonfim e outros festejos baianos. Pedala por Simões Filho , Lauro de Freitas, Camaçari. Em dezembr, realiza o BICICLO INFANTIL , em Marechal Rodon, com a participação de crianças , seeus pais e envolve toda a comunidade , do bairro. Tem ainda o inestimável apoio da rádio comunitária de Marechal Rondom, que o divulga e dele participa . Passeio de grande significado para a comunicade daquele bairro.Um dos mais expressivos é o bicicleteca, realizando em outubro, em que centenas de pedalantes levam livros para formação de bibliotecas comunitárias.O Naturabikeação é muito convidado por prefeituras vizinhas a Salvador para compor eventos esportivos , de lazer e filantrópicos , dando o brilho especial a estas festas.Lázaro, seu coordenador, ensina a pedalar, na maior paciencia, para adultos e crianças, mediante o pagamento de uma diária e alomoço, a combinar.É uma pessoa muito querida e respeitada no meio dos passeios ciclísticos., marcando sua presença nas reinvidicações e em todas as ações públicas e privadas em favor das bicicletas nas ruas de Salvador.As ações e fotos de lazáro estão divulgadas no muraldebugarin.com e no bikebook.blogspot.com=================GRUPO DE NARANDIBA - Realizado 15 dias após o da ASBEB,no domingo, envolven mais de cem pessoas, em pedal firme, com os mais variados roteiros. Seus passeios são alegres, gostam de beber e comer moderadamente, realizam ações filantropicas e de cicloativismo, tendo entre os seus mais animados componetes o Guerreiro, que também participa de varios grupos de ciclismo.======================================================ANJOS DE BIKE.Não tem dia certo para sair. Junta-se a outros grupos, realiza ações em favor de segurança e proteção ao ciclista. Vem desenvolvendo um grande trabalho no municipio de Muritipa, em favor das bicicletas, com passeios memoráveis pela região. Em Salvador, participa do passeio da asbeb, asbb, amigosdebike e realiza passeios previamente organizados, no Parque de Pituaçu.Tem como coordenador uma das figuras mais queridas do pedal TIO LU, que em Muritipa conta com o apoio da companheira SUED. Juntos já realizaram grandes pedaladas pelo reconcavo baiano.======================================================================================================================NOTA: NO SITE muraldebugarin.com , há links indicando os varios sites de grupos ciclisticos de Salvador. E este mural possui links de quase todos os sites baianos. Diariamente o mural traz atualizações, dos passeios que vão sendo anunciados, avisados, criados. Além de publicar noticias de outros eventos.O meu zine, e o bikebook.blogspot.com podem ser visitando no mesmo mural.======================================================================================================================================================Além dos passeios diários, noturnos, no finais de semana são organizados passeios por grupos, os mais variados, ou mesmo individualmente. Improvisados, ou avisados previamente, sempre acontecem.São milhares de pessoas hoje em salvador indo para o trabalho de bicicleta. Vários grupos participam de atividades cicloativistas, e, mesmo individualmente há muita gente fazendo trabalhado em favor das bicicletas nas ruas de Salvador, estimulando, propagando, participando das mais variadas formas de movimento em favor das bicicletas nas ruas de Salvador. Vereadores como o Presidente da Camara Muncipial, Valdenor Cardoso, Reginaldo Oliveira, Everaldo Augusto , diretores de orgãos de transito têm se agregado ao movimento.Veja fotos no muraldebugarin.com em "galeria de fotos" .Lazaro, do natura bike ação, ensina pessoas a pedalar. É uma pessoa muito paciente, respeitada nos meios ciclisticos. Com uma diária e um almoço simples ele vai até o local combinado, ou consegue o local para dar as suas aulas.A foto de ´Lázaro está no bikebiook.blogscpot.com, na volta ciclististica itapagipana e no MEU ZINE.Em janeiro o JABUTIS VAGAROSOS, muraldebugarin.com , bikebook.blogspot.com e outros colaboradores, realizam uma grande exposição de pintura na GALERIA PANORAMA DE ARTE . Para esta exposição os artistas são convocados para pintar o tema BICICLETA. É um grande evento cultural da Capital baiana, tendo ampla cobertura da imprensa , comparecendo pessoas do mundo das artes, os ciclistas e muitas autoridades.Todos são convidados para o coquetel de abertura, ficando expostos os quadros pelo tempo divulgado em nossos blogs e sites. PANORAMA GALERIA DE ARTE , cinquentenária escola de arte e galeria de Salvador.A deste ano, de 2007, já está agendada.Publicado no bikebook.blogspt.com==============================================================================
sábado, 15 de dezembro de 2007
sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
EXPOSIÇAO PINTURA "BICICLETA"
EXPOSIÇÃO DE ARTES – Tema: BICICLETA.
Agendem, com bem atenção:
Ano passado, aconteceu a PRIMEIRA EXPOSIÇÃO DE PINTURA NA BAHIA, sobre o tema BICICLETA.
Houve intensa participação dos ciclistas, artistas, visitantes e ampla cobertura da imprensa.
JÁ ESTÁ MARCADA A DATA PARA A PRÓXIMA:
DIA 15.01, às 21 horas, será a abertura da segunda exposição, sobre o mesmo tema. No dia da abertura haverá um coquetel para o qual todos os ciclistas, amigos, parentes , estão convidados.
Os artistas estão convidados a expor seus trabalhos, podendo ser de qualquer tamanho e técnica.
Os interessados em expor, terão até o dia 28.12 para a inscrição.
A exposição acontecerá na PANORAMA GALERIA DE ARTE, Rua Nelson Galo, 19, Rio Vermelho e tem apoio de:
muraldebugarin.com
Bikebook.blogspot.com
Da Ciclobahia e
da Locadora Munhoz.
Informações adicionais podem ser colhidas na PANORAMA GALERIA DE ARTE, com ANA GEORGINA.
Pedimos a todos, a gentileza de repassar este informa/convite.
PANORAMA GALERIA DE ARTE, Rua Nelson Galo, 19, Rio Vermelho, subida,primeira à direita, logo após o Mc'Donald, sentido Pituba/Centro 3240-6375
=================================
participe de passeios de bicicletas, veja como em nossos sites e blogs
muraldebugarin.com - amigosdebike.com.br-bikebook.blogspot.com-sincronia
vejam fotos de passeios em galeria de fotos, do muraldebugarin.com
Agendem, com bem atenção:
Ano passado, aconteceu a PRIMEIRA EXPOSIÇÃO DE PINTURA NA BAHIA, sobre o tema BICICLETA.
Houve intensa participação dos ciclistas, artistas, visitantes e ampla cobertura da imprensa.
JÁ ESTÁ MARCADA A DATA PARA A PRÓXIMA:
DIA 15.01, às 21 horas, será a abertura da segunda exposição, sobre o mesmo tema. No dia da abertura haverá um coquetel para o qual todos os ciclistas, amigos, parentes , estão convidados.
Os artistas estão convidados a expor seus trabalhos, podendo ser de qualquer tamanho e técnica.
Os interessados em expor, terão até o dia 28.12 para a inscrição.
A exposição acontecerá na PANORAMA GALERIA DE ARTE, Rua Nelson Galo, 19, Rio Vermelho e tem apoio de:
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Da Ciclobahia e
da Locadora Munhoz.
Informações adicionais podem ser colhidas na PANORAMA GALERIA DE ARTE, com ANA GEORGINA.
Pedimos a todos, a gentileza de repassar este informa/convite.
PANORAMA GALERIA DE ARTE, Rua Nelson Galo, 19, Rio Vermelho, subida,primeira à direita, logo após o Mc'Donald, sentido Pituba/Centro 3240-6375
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segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
sábado, 1 de dezembro de 2007

PERFIS DE PASSEIOS CICLISTICOS EM SALVADOR
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Valci Barreto
editor do bikebook.blogspot.com,
do meu zine
e colaborador do muraldebugarin.com
Todos os primeiros domingos de cada mes a ASSOCIAÇÃO DOS BICICLETEIROS DO ESTADO DA BAHIA promove um grande passeio ciclístico pelas ruas de Salvador, que tem início às 09 horas da manhã, no Estacionamento da Fonte Nova, Dique do Tororó. É um passeio lento, podendo participar pessoas de todas as idades, com qualquer tipo de bicicleta, desde que rode. Quem quiser, e puder, leva um kg de alimentos não perecível que é entregue, no próprio trajeto, a entidades carentes. Há sorteios de bicicletas e de brindes.
É lento, festivo e tem apoio da Polícia Militar, SET , Pelotão Aguia, munido ainda de carro de apoio e enfermeira. Vem pessoas de todos os bairros e até de cidades vizinhas. É uma festa este passeio, com participaçao de muitas crianças. Em feriados podem ser modificados para o domingo anterior ou seguinte. A mudança é sempre anunciada com antecedencia .
Todos ficam sabendo do roteiro através dos sites e blogs. Fotos destes e de outros passeios estão no muraldebugarin.com, em "galeria de fotos.", amigosdebike.com.br, mundodabike, pedaladadanoite e pedais na estrada, sincronia, cujos links estão nos mesmos sites.
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PASSEIOS DA ASBB
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Criados e mantidos pela ASSOCIAÇAO DOS BICICLETEIROS DA BAHIA, coordenados por Gilson Cunha, acontecem pelo menos tres vezes por ano a saber:
O do dia 03.06, DIA MUNCIPAL DO CICLISTA, é o que envolve o maior número de pedalantes . Chega a mais de tres mil pessoas, já tendo sido objeto de gravação do programa DECOLAR, com participação da Liliane Reis.
Atualmente a ASBB se agregou a um grupo de pedalantes da comunidade de Portão para juntos realizarem o passeio Portão / Bonfim, com mais de dois mil participantes, e o AREMBEPE/GUARAJUBA, envolvendo mais de trezentas pessoas, ambos realizados em outubro.
Fotos dos passeios podem ser vitas no muraldebugarin.com, em "galeria de fotos"
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·.... Segunda-Feira: Pedalada da Noite - rítmo médio, indicado para quem já está acostumado a pedalar... Tem rádio comunicador de segurança e média de velocidade de 20 km/h. Estimativa de distância percorrida em torno de 25 a 50 Km. Concentração: Toda segunda-feira útil. Saída às 20:30 horas da Praça Nossa Senhora Aparecida, em frente ao Silver Shopping, no Imbuí. Coordenação: Fernando Carvalho - Tel (71) 9965-0249
... Terça-Feira: Amigos de Bike - ritmo moderado, tem rádio comunicador de segurança e média de velocidade de 17 km/h. Estimativa de distância percorrida em torno de 25 a 35 Km. Concentração: Toda terça-feira útil. Saída às 21 horas do estacionamento do Aeroclube. Coordenação: Lúcia / Alexandre / Edson - Tel (71) 9115-0363 / 8819-3229 / 9966-2118
· Terça-Feira: Grupo Ervaciclo - Ervaciclo" é de ritmo acelerado, indicado para quem já está acostumado a pedalar. Tem média de velocidade de 25 km/h. Estimativa de distância percorrida em torno de 25 a 50 Km. Concentração: Toda terça-feira útil. Saída às 21 horas do Farol da Barra. Coordenação: Eraldo - Tel (71) 3329-5160 / 8104-7115
... Quarta-Feira: Grupo Sincronia - rítmo médio, indicado para quem já está acostumado a pedalar. Tem rádio comunicador de segurança e média de velocidade de 20 km/h. Estimativa de distância percorrida em torno de 25 a 50 Km. Concentração: Toda quarta-feira útil. Saída às 21 horas do estacionamento do Hipermercado Bom Preço - Vasco da Gama. Todos os sábados, este grupo realiza passeios imperdíveis para locais e cidades vizinhas da Capital Baiana. Coordenação: Edvaldo / Humberto / Cláudio Carvalho - Tel (71) 8876-4745 / 8848-7692 / 8866-2630
· Quarta-Feira: Grupo Pedal Mania: de ritmo acelerado, indicado para quem já está acostumado a pedalar. Tem média de velocidade de 25 km/h. Estimativa de distância percorrida em torno de 25 a 50 Km. Concentração: Toda quarta-feira útil. Saída às 19:30 horas do Largo do Luso - Plataforma. Coordenação: Paulo Roberto - Tel (71) 9989-3843 / 3401-1727 - email: provinculo@uol.com.br
· Quinta-Feira: Farol Light Bikers - ritmo médio, indicado para quem já está acostumado a pedalar. Tem rádio comunicador de segurança e média de velocidade de 20 km/h. Estimativa de distância percorrida em torno de 25 a 50 Km. Concentração: Toda quinta-feira útil. Saída às 21 horas do Farol da Barra. Coordenação: Edson - Tel (71) 9966-2118
· Quinta-Feira: Pedais na Estrada - de ritmo moderado, indicado para quem está iniciando, a média de velocidade de 17 km/h. Estimativa de distância percorrida em torno de 25 a 50 Km. Concentração: Toda quinta-feira. Saída às 18:30 horas da Praça da Revolução em Periperi. Coordenação: Genivaldo / Digo Brunelli - Tel.: (71) 3307-2436 / 9148-6589 - Reliza muitos pedais para fora de salvador em domingos e feriados.
· Sexta-Feira: Pedal Night - O passeio noturno do grupo "Pedal Night" é de ritmo acelerado, indicado para quem já está acostumado a pedalar. Tem rádio comunicador de segurança e média de velocidade de 25 km/h. Estimativa de distância percorrida em torno de 25 a 50 Km. Concentração: Toda sexta-feira útil. Saída às 20:00 horas do Largo dos Paranhos em Brotas. Coordenação: Ado Nery: - Tel.: (71) 9961-1497
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Naturabikeação-Coordenado por Lazaro, de Marechal Rondom, ritimo leve, ou acelerado de acordo com o local e tipo de passeio. Participa dos mais variados events ciclisticos, inclusive para fora de Salvador. Realiza o passeio dos tres faróis, bicicloteca , farol folia, lavagem do bonfim e outros festejos baianos. Pedala por Simões Filho , Lauro de Freitas, Camaçari. Em dezembr, realiza o BICICLO INFANTIL , em Marechal Rodon, com a participação de crianças , seeus pais e envolve toda a comunidade , do bairro. Tem ainda o inestimável apoio da rádio comunitária de Marechal Rondom, que o divulga e dele participa . Passeio de grande significado para a comunicade daquele bairro.
Um dos mais expressivos é o bicicleteca, realizando em outubro, em que centenas de pedalantes levam livros para formação de bibliotecas comunitárias.
O Naturabikeação é muito convidado por prefeituras vizinhas a Salvador para compor eventos esportivos , de lazer e filantrópicos , dando o brilho especial a estas festas.
Lázaro, seu coordenador, ensina a pedalar, na maior paciencia, para adultos e crianças, mediante o pagamento de uma diária e alomoço, a combinar.
É uma pessoa muito querida e respeitada no meio dos passeios ciclísticos., marcando sua presença nas reinvidicações e em todas as ações públicas e privadas em favor das bicicletas nas ruas de Salvador.
As ações e fotos de lazáro estão divulgadas no muraldebugarin.com e no bikebook.blogspot.com
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GRUPO DE NARANDIBA - Realizado 15 dias após o da ASBEB,no domingo, envolven mais de cem pessoas, em pedal firme, com os mais variados roteiros. Seus passeios são alegres, gostam de beber e comer moderadamente, realizam ações filantropicas e de cicloativismo, tendo entre os seus mais animados componetes o Guerreiro, que também participa de varios grupos de ciclismo.
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ANJOS DE BIKE.
Não tem dia certo para sair. Junta-se a outros grupos, realiza ações em favor de segurança e proteção ao ciclista. Vem desenvolvendo um grande trabalho no municipio de Muritipa, em favor das bicicletas, com passeios memoráveis pela região. Em Salvador, participa do passeio da asbeb, asbb, amigosdebike e realiza passeios previamente organizados, no Parque de Pituaçu.
Tem como coordenador uma das figuras mais queridas do pedal TIO LU, que em Muritipa conta com o apoio da companheira SUED. Juntos já realizaram grandes pedaladas pelo reconcavo baiano.
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=====================================================================================NOTA: NO SITE muraldebugarin.com , há links indicando os varios sites de grupos ciclisticos de Salvador. E este mural possui links de quase todos os sites baianos. Diariamente o mural traz atualizações, dos passeios que vão sendo anunciados, avisados, criados. Além de publicar noticias de outros eventos.
O meu zine, e o bikebook.blogspot.com podem ser visitando no mesmo mural.
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Além dos passeios diários, noturnos, no finais de semana são organizados passeios por grupos, os mais variados, ou mesmo individualmente. Improvisados, ou avisados previamente, sempre acontecem.
São milhares de pessoas hoje em salvador indo para o trabalho de bicicleta. Vários grupos participam de atividades cicloativistas, e, mesmo individualmente há muita gente fazendo trabalhado em favor das bicicletas nas ruas de Salvador, estimulando, propagando, participando das mais variadas formas de movimento em favor das bicicletas nas ruas de Salvador. Vereadores como o Presidente da Camara Muncipial, Valdenor Cardoso, Reginaldo Oliveira, Everaldo Augusto , diretores de orgãos de transito têm se agregado ao movimento.
Veja fotos no muraldebugarin.com em "galeria de fotos" .
Lazaro, do natura bike ação, ensina pessoas a pedalar. É uma pessoa muito paciente, respeitada nos meios ciclisticos. Com uma diária e um almoço simples ele vai até o local combinado, ou consegue o local para dar as suas aulas.
A foto de ´Lázaro está no bikebiook.blogscpot.com, na volta ciclististica itapagipana e no MEU ZINE.
Em janeiro o JABUTIS VAGAROSOS, muraldebugarin.com , bikebook.blogspot.com e outros colaboradores, realizam uma grande exposição de pintura na GALERIA PANORAMA DE ARTE . Para esta exposição os artistas são convocados para pintar o tema BICICLETA. É um grande evento cultural da Capital baiana, tendo ampla cobertura da imprensa , comparecendo pessoas do mundo das artes, os ciclistas e muitas autoridades.
Todos são convidados para o coquetel de abertura, ficando expostos os quadros pelo tempo divulgado em nossos blogs e sites. PANORAMA GALERIA DE ARTE , cinquentenária escola de arte e galeria de Salvador.
A deste ano, de 2007, já está agendada.
Publicado no bikebook.blogspt.com
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Flávio Costa
Numa época dominada pelos MP3 e Ipods da vida, que conseguem armazenar uma quantidade enorme de músicas num aparelho de bolso, os aficionados pelos bolachões podem ser considerados uma espécie avessa aos ditames da tecnologia. Mas a questão não é exatamente esta. Mais do que simplesmente nostálgicos, os colecionadores de disco de vinil fazem parte de uma cultura que valoriza uma experiência estética única. E, no próxima dia 22, eles têm um encontro marcado na Festa do Vinil, no espaço Zauber Multicultura, localizado na Ladeira da Misericórdia.
A festa é promovida pela banda baiana Radiola. Todos os integrantes são, em graus variados, colecionadores de disco de vinil, e o próprio nome do grupo já dá uma idéia disso. Em 2002, numa jogada de marketing, eles resolveram criar uma festa em que fosse premiados os álbuns mais raros e os mais estranhos levados pelo público.
“Tem muita gente que compra um vinil por outros motivos que não só o sentimento de nostalgia. Por conta das fotos dos álbuns que têm uma dimensão muito maior do que num CD, por exemplo, ou ainda pelo seu valor histórico”, afirma o vocalista do Radiola, Fabinho, 29 anos de idade.
Os prêmios para os vencedores, que são escolhidos durante o desenrolar da festa, variam desde a já tradicional garrafa de tequila ao jantar em um restaurante mexicano e outros brindes. Raridade e a importância musical do disco-candidato são levados em conta pelo júri na hora da escolha. Álbuns setentões de Jorge Ben Jor (quando ele ainda se chamava Jorge Bem) e dos Novos Baianos estão entre os vencedores dos anos anteriores.
Entre os amantes do vinil há quem defenda que eles possuem uma qualidade sonora superior aos CDs. “Dá para ouvir o som grave melhor”, resume o ex-serigrafista Jorge Nour, 54 anos. Ele montou seu sebo musical há 13 anos na Rua da Forca, no Largo Dois de Julho, a partir de um acervo de 80 discos. Atualmente comercializa cerca de quatro mil. “Tenho uma clientela que posso classificar de eclética. Hoje em dia muitos jovens procuram estes álbuns mais antigos, principalmente os de rock”.
O aposentado Cristóvão Góes, 60 anos, faz cara feia quando ouve falar em aparelhinhos como MP3 e seus congêneres. Mas engane-se que ele é um apreciador do discos de vinil por puro apego às coisas antigas. Para o possuidor de mais 600 discos, a vanguarda está nos discos pretos de 80 rpm (rotação por minuto). “Quem pensa que estou na contramão está enganado. Estou é na plena modernidade”. Ele enumera as qualidades do bolachão frente à praticidade do CD e dos Ipods da vida. “Dá para distinguir melhor os instrumentos. Além disso, a durabilidade do vinil pode chegar a 150 anos”.
Cristóvão é freqüentador assíduo de uma mais visitadas lojas de disco de vinil da cidade, localizada na rua do Paraíso, no centro da cidade. Seu dono é Haniel Souza Almeida, que estima, por baixo, possuir um acervo de mais de 40 mil discos. Ele passou por 18 empregos na vida, dentre eles o de gerente de loja de música, antes de abrir o Bazar Som Três. De música clássica a rock, encontra-se na loja de Haniel de tudo um pouco. O preço varia entre R$5 e R$150, valor do Mundo Racional de Tim Maia, considerado raríssimo, e lançado originalmente em 1975.
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VÁ DE BIKE!!!!
FESTA DO VINIL
DIA - 22 de dezembro (sábado), a partir das 23h
LOCAL - Zauber Multicultura, na Ladeira da Misericórdia, 11.
ATRAÇÕES - Banda Radiola e Wado. Participação do DJ Invisivi.
PREÇO - R$15
ONDE COMPRAR - Loja de Vinil de Jorge Nour – Rua da Forca, 121, Centro.
Bazar Som Três – Rua do Paraíso, 34, Bloco- A – Loja 04
Conjunto São Bento, Centro. (71) 3266-3519 .
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
JABUTI VAGAROSO DE 24.11.2007

-valci Barreto
Jabuti Solitário de 24.11.2007.
Valci Barreto
Editor do bikebook.blogspot.com
Do meu zine, link do mesmo site
Colaborador do muraldebugarin.com
Com o social de ontem, não poderia marcar hora de saída para o Jabuti de hoje. Acordei às 07. Pedindo o corpo um pouquinho mais de cama, com controle de tv na mão, assisto ao Panorama Rural, Irmãos Caminhoneiro , Globo Rural; este apresentando uma excelente reportagem sobre a pisada do cavalo colombiano .Levantei e cumpri as tarefas" burocráticas" de todos os dias: banho, dentes, café, meia, tênis, camiseta, arrumação dos apetrechos para a saída de bike.
Todo pronto para a descida, olho o relógio e estabeleço: 40 minutos de leitura de A MONTANHA MAGICA, de Thomas Mann, da Coleção Grandes Romances, 4a Edição, Tradução e Herbert Caro, Editora nova Fronteira , de 1980.
Cumpridos os 40 minutos de leitura, desço o elevador para o início da pedalada. Apanho uma das minhas bikes para empurrá-la até o posto de gasolina da frente do Vitória Center a fim encher os seus pneus. Após, sigo em direção ao Dique do Tororó onde grupos de capoeira e de caminhadas do movimento negro se acomodavam embaixo de árvores e do viaduto para se proteger de um chuvisco que se iniciava. Vou seguindo, encontrando em todos os cantos que passava muita gente vestindo as cores do Bahia para o grande jogo de hoje. Na frente do estádio, muitos ônibus de turismo parados que certamente conduziram torcedores de toda a Bahia para a grande festa.
Estava a Djalma Dutra com o comércio parcialmente aberto e a feira do Mercado da Sete Portas bem movimentada. Alguns ônibus e tax passavam buzinando com seus gritos de guerra: “sai da frente que aqui não é pista de bicicleta.” “sai da frente que esta rua é só minha”.
Acreditando que, mesmo morrendo de vontade de me atropelar, eles preferem apenas assustar, vou seguindo pela Baixa do Sapateiro. Na esquina de acesso ao Pelourinho encontro meu colega Mozart Moreira que vinha da missa do Pelourinho com Adé , sua esposa e paramos para o abraço e os “festejos” típicos destas agradáveis encontros inesperados de amigos.
Subo empurrando a minha magrelae observando a Igreja do Pelô cheia de fiéis, baianas enfeitadas na porta e um grupo do SALVADOR FOTO CLUBE fotografando, como sempre fazem, tudo que se apresentavam ao seus olhares, inclusive o “out bike door”, de madeira da minha bicicleta, cuja imagem certamente fará parte da exposição que realizam após os seus passeios fotográficos.
Não entrei na igreja porque estava muito suado. Mas ouvia o sermão quer dizia respeito às ações afirmativas e história dos negros. Do lado de fora as conversas e brincadeiras tratavam do jogo do Bahia que aconteceria mais tarde na Fonte Nova.
Os pinguinhos , ensaios refrescante de chuva “ajudavam”-me a subir a “ladeira do pelô” sem maiores sacrifícios, empurrando minha bici, sob o olhar dos turistas que já começaram a chegar para o verão baiano , assediados pelos vendedores de fitinhas, rosários e bugigangas do artesanato baiano.
Em uma loja de CD, na Sé, ouço, bem sintonizada, a voz macia, inconfundível, de João Gilberto perseguida naquele momento por um “sonzão”, da loja vizinha.
Vou seguindo, parando em frente à Câmara Municipal para conhecer o nosso primeiro bicicletário, implantado pelo seu Presidente Valdenor Cardoso, cuja inauguração acontecerá na próxima sexta feira, dia 30.11.2007.
Gostei do bicicletário. Era como eu pensava que deveria ser:simples, sem maiores custos e em local muito apropriado. Fiz a “inauguração particular, amarrando nele a minha magrela , dirigindo-me em seguida para um sorvete na Cubana. Tive a sorte de procurar a carteira antes de pedir o sorvete. Só assim descobri que saíra de casa sem um centavo!
Dei uma parada para olhar os barcos acomodados na Marina, os telhados que ainda restam do nosso casario do comércio, o movimento das barracas da frente do Mercado Modelo, para, em seguida, dar uma volta nas barracas instaladas no “Cemitério de Sucupira”.
Com a sensação de ter inaugurado o bicicletário, apanho minha magrela e vou ao próximo destino: Museu da Caixa Econômica, que no momento abriga duas exposições “PORTINARI NA COLEÇÃO CASTRO MAYA” e A GRANDE ARCA: Arte da Fé, do fotógrafo Edgar Oliva, com fotografias de presépios feitos por pessoas simples de várias cidades da Chapada Diamatina, “que falam per si;imprimem, através de seus autores, a força e a fé da natureza humana no âmbito da crença religiosa e da sociedade em que vivem," nas palavras do catálogo distribuido aos visitantes. Abriga ainda a exposição um presépio, instalado no mesmo modelo dos fotografados.
Na exposição fotográfica duas artes se misturam: a dos presépios e a da Fotografia em belas e coloridas imagens. Logo na entrada, uma moça me atende com um sorriso radiante propondo-se a me prestar informações e indicando os católogos das exposições. Subo as escadas e me apresento a um novo facilitador que portava um livro de Esra Pond. Não tendo dúvida de que se tratava de alguém que gosta de ler, provoco -o com a “original” pergunta: "Gosta de ler, não é?" " Estuda o que? "
-Sou Rafael, estudante de Letras , com Inglês, da UNEB; e sou apaixonado por livros. Meio sorridente, continua: “sou um mini bibliófilo." Após “ocupar “ Rafael, conversando sobre livros, apresento-me , relatando nossas atividades cicloativistas. Afirmou Rafel que soube de um programa de Tv que apresentou uma reportagem de um ciclista apaixonado por livro e que fazia passeios para doações a bibliotecas comunitárias. Afirmando para Rafeal que ele estáva diante do próprio, rimos juntos e deixamos no ar certeza de que teremos futuras conversas e ações sobre livro. Na certeza de que isto vai acontecer vai acontecer, afirmo para o Rafael que se continuássemos naquela conversa, eu não iria ver a exposição e ele não iria podere mais atender aos visitantes do Museu...
Percebi que a bicicleta ainda não o tocou. Mas acho que é uma questão de tempo. “Vamos fazer a sociedade dos DOIS MINI BIBLIÓFILOS DA BAHIA”, brinquei, relacionando a minha afirmação com “Sociedade dos Cem Bibliofilos” parte do tema da exposição Castro Maya.
Começa a minha visita limitada por não estar ali meu amigo George, Itaninha, Luzia, Lazaro , que curtem o Juabuti Cultural;
Meu olhar vai passeando por edições raras de Machado de Assis, José Lins do Rego, fotos, gravuras ,desenhos; ilustrações de Candido Portinari, para várias edições de obras como Don Quixote, O Alienista, Dom Casmurro; fotos de Juscelino e Getulio Vargas com o colecionador , bibliófilo e industrial Maya, e Portinari.
Sigo o caminho traçado pelo da escrita, da foto, da imagem e da literatura que deixam as suas marcas de eternidade para nossas contemplações , vivencias e emoções.
Retorno para o térreo, para a outra missão, no mesmo museu: Visita a exposição fotográfica reveladora da magia singela da arte dos presépios.Nesta , duas artes se uniram : a da fotografia e as manifestações do povo humilde da Chapada Diamantina.
Despeço-me da equipe do museu, premiado pelo que vi , e retorno para casa.
No trajeto, entro na Casa da Itália para uma saudação à turma do Bocce que naquele momento jogava uma animada partida. Saudações feitas, e promessas para jogar em um próximo domingo, sigo em frente. No Forte de São Pedro, no cruzamento de acesso à Contorno, na Sinaleira, soldados, equipes de socorro, vidros quebrados, carros parados e uma senhora sendo resgatada para o hospital, resultado de uma batida entre dois veículos e de um atropelamento.
Pois é, carros batidos , uma senhora atropelada e na mesma pista veiculos passando em velocidade incompatível com o local, com enormes bandeiras de pau ou de plásticos, esticadas para fora, igorando o perigo, mesmo tendo aos seus olhos a cena do atropelo.
As investigações vão dizer o que aconteceu. Mas , com a visão superficial a mim permitida, ali, naquele local, um dia de domingo, de pouco movimento jamais se poderia pensar na ocorrência de um acidente senão como conseqüência da falta de respeito, educação e cuidado de algum ou de todos os envolvidos.
Resgatada a senhora, vou seguido. No Campo Grande, muitos trios elétricos se preparando para o DIA DO SAMBA, alguns testando o som “batendo firme” nos ouvidos de quem passava ou descansava.
Desço a ladeira da Barra. Um motorista da empresa Ondina me espreme na pista, buzinando com o seu jeito mal educado de dirigir. Acreditando que queria apenas me assustar, vou seguindo expremendo-me nos cantos da pista para ele passar. Logo atrás vem outro ônibus da mesma empresa e sou compensado pela atitude deste que dirigia com o maior cuidado e respeito ao meu pedal. No momento próprio guinei para a direita, em local seguro e manifestei, em acenos, meus agradecimentos pela gentileza , educação e respeito manifestado.
O primeiro motorista ainda não aprendeu a lição que o segundo já lhe pode ministrar.
Alcanço o Porto da Barra com seus barcos, gente correndo, caminhando, os bares cheios, tempo meio tristinho, ruas lavadas pela chuva e todo o seu universo de pessoas, cores e muito frescor em seu vento. Entro no Caranguejo do Farol para cumprimentar meu amigo Helio Macedo, ao som do Aguinaldo Santana, artista que ali vem se apresentando aos domingos. E não poderia ser outra a música naquele momento, para um JABUTI:
“Ando devagar por que já tive pressa e levo este sorriso porque já chorei demais”. Obrigado , Agnaldo!
Despeço - me e continuo o pedal com a imensa vontade de ir "tocando em frente. Mas faço a curva em direção à minha casa, encontrando-me ainda com ANNA GEORGINA, da PANORAMA GALERIA DE ARTE, que pára seu carro para perguntar:
-Valci, já marcou a data?
Referia-se à Exposição sobre o tema BICICLETA, segunda edição, que está sendo cobrada pelos artistas , ciclistas e até por órgãos de turismo da Bahia.
Respondo-lhe: O papel dos artistas é fazer as artes, o seu é marcar a data. O nosso é só avisar e participar! E arremato:
Pode marcar a data . Seja ela qual for estaremos lá!
E avisem aos artistas: A de 2009 terá seu tema amplicado para LIVRO E BICICLETA, igualzinho ao pedal de hoje.
Chego em casa com a alma lavada. Nem me lembrava que fiz todo o passeio sem um centavo no bolso!
(Lamentável, apenas, o que aconteceu depois:a trajédia ocorrida na Fonte Nova, quando 7 pessoas morreram e outras ficaram feridas."
Publicado no muraldebugarin.com
E
No bikebook.blogspot.com
quarta-feira, 28 de novembro de 2007
DICA DE LEITURA
"Saí da Microsoft para Mudar o Mundo -
John Wood"

valci barreto
editor do bikebook.blogspot.com
colaborador do muraldebugarin.com
Li este fascinate relato de John Wood, ex alto executivo da Microsoft. Realizando uma escalada no Himalária, em contato com crianças analfabetas,sentiu o autor a necessidade de fazer algo por elas. E está fazendo. Deixou a Microsft para ajudar aquelas crianças a ler e escrever. Criou uma entidade filantrópica, com os mesmos principios que aprendeu na grande empresa do Bill Gates e hoje espalha livros, bibliotecas e escolas pelo mundo.
Não é criação literária, não é um romance. É o relato das vivencias do próprio autor.
o que disseram sobre o livro:
"A história de John é uma fascinante narrativa da transformação de um executivo predador em um empreendedor responsável por oferecer o incrível dom de ler e escrever a milhões de crianças de todo o mundo."
Marc Andreessen, co-fundador da Netscape
Insatisfeito com o trabalho de alto executivo na Microsoft, o americano John Wood decidiu fazer um trekking pelo Nepal na esperança de que, ao subir bem alto no Himalaia, deixaria de ouvir o chefe gritando em seu ouvido.
Deu certo. A viagem não apenas funcionou como um antídoto contra a exaustiva rotina de trabalho, como o fez descobrir a paixão e o objetivo maior de sua vida: ajudar crianças carentes a aprender a ler e escrever.
Saí da Microsoft para mudar o mundo é ao mesmo tempo uma história de transformação pessoal e o relato de um empreendedor social que colocou sua experiência corporativa a serviço de uma causa nobre – mudar o mundo pela força da educação –, criando a Room to Read, uma ONG com a "eficiência da GE e a compaixão de Madre Teresa".
Wood não esconde que sua inspiração veio de Bill Gates e de Steve Ballmer, a dupla que comanda a Microsoft. Princípios como foco nos resultados, profundo conhecimento dos números, respeito às idéias dos outros, relação de lealdade com a equipe e, acima de tudo, paixão pelo negócio foram tirados do dia-a-dia competitivo da grande corporação e aplicados no combate ao analfabetismo e na promoção da inclusão social.
Com base nesses princípios, em apenas sete anos a Room to Read construiu 287 escolas, 3.600 bibliotecas e 110 oficinas de informática, distribuindo mais de 2,8 milhões de livros e oferecendo 2.336 bolsas de estudo para meninas carentes. No total, mais de 1,2 milhão de crianças de sete países (Nepal, Vietnã, Camboja, Índia, Sri Lanka, Laos e África do Sul) foram beneficiadas. Esses números demonstram a capacidade de Wood de transformar sonhos em realidade.
***
"Não há nada que assuste tanto um homem quanto ser capaz de descobrir a enormidade do que ele pode fazer e se tornar."
Soren Kierkegaard
Saí da Microsoft para mudar o mundo é uma crônica de viagem com pitadas de saga de negócios e de drama humano. Nela o autor conta sua trajetória, seus desafios pessoais e profissionais – primeiro como executivo de tecnologia e, depois, como empreendedor que aposta na educação para melhorar o mundo.
John Wood estava em ascensão na Microsoft quando um trekking pelo Himalaia o levou a descobrir que o objetivo de sua vida era "devolver" ao mundo o tanto que havia recebido.
Dividido entre o sucesso profissional e financeiro e o desejo de ajudar os outros, o autor ficou sensibilizado com a visita que fez a uma escola no Nepal cuja biblioteca tinha apenas alguns exemplares deixados para trás por mochileiros como ele.
Ao se oferecer para fazer algumas doações, sua idéia foi recebida com ceticismo pelos professores locais. Afinal de contas, por que um alto executivo da maior empresa de tecnologia do mundo perderia tempo juntando livros usados para equipar uma escola em um país do Terceiro Mundo? Mas John cumpriu sua promessa e voltou com uma tropa de iaques carregados de livros.
Foi naquele momento, ao perceber a importância daquele pequeno gesto de solidariedade, que ele tomou a decisão de abandonar a Microsoft e criar a Room to Read, uma ONG que tem por objetivo construir escolas, bibliotecas e centros de informática e fornecer bolsas de estudo de longo prazo a meninas carentes."
...
Esta é a dica de leitura do bikebook.blogspot.com
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MINHA HISTORIA NA JUSTIÇA DO TRABALHO
publicado no bikebok.blogspot.com
"Caro José Carlos, li seus textos várias vezes, frutos, presumo, da sua experiencia judicial. Voce denunica, de forma bem humorada, a ignorância, a soberba, a pompa balofa e obsoleta de pessoas que se julgam acima do bem e do mal, mas que, provavelmente, irão se sentir infinitamente inexpressivas após lerem seu livro MINHA HISTORIA NA JUSTIÇA DO TRABALHO....
parábens ELVIRA CAMARINHA. Licenciada no Ensino de Lingua Portugues e de Frances. Presidente do Agrupamento de Escolas de Braga. Braga, Portugal"
depoimento extraido de folder di divulgação do livro.
www.minhahistória.net
correspondencia para minha-historia@acserv.com.br - celular 88019014
........O livro MINHA HISTÓRIA NA JUSTIÇA DO TRABALHO contém revelações surpreendentes, corajosas e imperdíveis, sobre os bastidores da Justiça do Trabalho. É uma obra que critica de forma construtiva, pois sugere soluções para os problemas apontados. Por ser coerente e justa, também elogia, com igual isenção e intensidade, as pessoas e as entidades dignas de tal homenagem.
Depoimentos sobre o livroAo ler seu fantástico livro, MINHA HISTÓRIA NA JUSTIÇA DO TRABALHO, percebi nele uma visão muito aguda e particular do quotidiano funcional da justiça trabalhista, que ultrapassa as meras aparências. Mesmo sendo advogado há mais de vinte anos, extraí preciosos ensinamentos de sua obra.
PEDRO MAURÍCIO PITA MACHADO.
Advogado.
Porto Alegre, RS.
Seu livro, José Carlos, foi escrito em linguagem clara, simples e transparente. Engrandece o ordenamento jurídico vigente e mostra, de forma singular, a vivência heróica e destemida de um brilhante funcionário da Justiça do Trabalho. A isenção e a lealdade do autor, na abordagem de um tema bastante espinhoso, demonstram seu crescimento profissional e suas vitórias conquistadas ao longo dos anos. MINHA HISTÓRIA NA JUSTIÇA DO TRABALHO é uma obra emocionante e real sobre a experiência humana nos bastidores do poder judiciário trabalhista.
PATRÍCIA FONTES MARÇAL.
Professora de Direito Constitucional e Coordenadora de Pesquisa da Universidade Católica de Brasília-UCB.
Brasília, DF.
MINHA HISTÓRIA NA JUSTIÇA DO TRABALHO é uma pérola da literatura forense. Muito bem escrito e eximiamente articulado. Mistura dados biográficos e científicos com preciosos conselhos de gramática, além de excelentes dicas de bons procedimentos judiciais. Em certas passagens, sério; em outras, cômico; jamais triste. A obra contém uma série de historietas, divertidíssimas, mesmo quando assumem tom de denúncia; de qualquer forma, muito bem narradas. O leitor, sem dúvida, se deliciará com as páginas saborosas deste magnífico livro.
CÉSAR AUGUSTO DE CASTRO FIUZA.
Doutor em Direito pela UFMG.
Professor de Direito Civil na PUCMG, UFMG, FUMEC e no IESPMG.
Diretor e Coordenador do Programa de Pós-graduação da Faculdade de Direito da PUCMG.
Belo Horizonte, MG.
copiado do www.minhahistoria.net
publicado no bikebook.blogspot.com
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John Wood"

valci barreto
editor do bikebook.blogspot.com
colaborador do muraldebugarin.com
Li este fascinate relato de John Wood, ex alto executivo da Microsoft. Realizando uma escalada no Himalária, em contato com crianças analfabetas,sentiu o autor a necessidade de fazer algo por elas. E está fazendo. Deixou a Microsft para ajudar aquelas crianças a ler e escrever. Criou uma entidade filantrópica, com os mesmos principios que aprendeu na grande empresa do Bill Gates e hoje espalha livros, bibliotecas e escolas pelo mundo.
Não é criação literária, não é um romance. É o relato das vivencias do próprio autor.
o que disseram sobre o livro:
"A história de John é uma fascinante narrativa da transformação de um executivo predador em um empreendedor responsável por oferecer o incrível dom de ler e escrever a milhões de crianças de todo o mundo."
Marc Andreessen, co-fundador da Netscape
Insatisfeito com o trabalho de alto executivo na Microsoft, o americano John Wood decidiu fazer um trekking pelo Nepal na esperança de que, ao subir bem alto no Himalaia, deixaria de ouvir o chefe gritando em seu ouvido.
Deu certo. A viagem não apenas funcionou como um antídoto contra a exaustiva rotina de trabalho, como o fez descobrir a paixão e o objetivo maior de sua vida: ajudar crianças carentes a aprender a ler e escrever.
Saí da Microsoft para mudar o mundo é ao mesmo tempo uma história de transformação pessoal e o relato de um empreendedor social que colocou sua experiência corporativa a serviço de uma causa nobre – mudar o mundo pela força da educação –, criando a Room to Read, uma ONG com a "eficiência da GE e a compaixão de Madre Teresa".
Wood não esconde que sua inspiração veio de Bill Gates e de Steve Ballmer, a dupla que comanda a Microsoft. Princípios como foco nos resultados, profundo conhecimento dos números, respeito às idéias dos outros, relação de lealdade com a equipe e, acima de tudo, paixão pelo negócio foram tirados do dia-a-dia competitivo da grande corporação e aplicados no combate ao analfabetismo e na promoção da inclusão social.
Com base nesses princípios, em apenas sete anos a Room to Read construiu 287 escolas, 3.600 bibliotecas e 110 oficinas de informática, distribuindo mais de 2,8 milhões de livros e oferecendo 2.336 bolsas de estudo para meninas carentes. No total, mais de 1,2 milhão de crianças de sete países (Nepal, Vietnã, Camboja, Índia, Sri Lanka, Laos e África do Sul) foram beneficiadas. Esses números demonstram a capacidade de Wood de transformar sonhos em realidade.
***
"Não há nada que assuste tanto um homem quanto ser capaz de descobrir a enormidade do que ele pode fazer e se tornar."
Soren Kierkegaard
Saí da Microsoft para mudar o mundo é uma crônica de viagem com pitadas de saga de negócios e de drama humano. Nela o autor conta sua trajetória, seus desafios pessoais e profissionais – primeiro como executivo de tecnologia e, depois, como empreendedor que aposta na educação para melhorar o mundo.
John Wood estava em ascensão na Microsoft quando um trekking pelo Himalaia o levou a descobrir que o objetivo de sua vida era "devolver" ao mundo o tanto que havia recebido.
Dividido entre o sucesso profissional e financeiro e o desejo de ajudar os outros, o autor ficou sensibilizado com a visita que fez a uma escola no Nepal cuja biblioteca tinha apenas alguns exemplares deixados para trás por mochileiros como ele.
Ao se oferecer para fazer algumas doações, sua idéia foi recebida com ceticismo pelos professores locais. Afinal de contas, por que um alto executivo da maior empresa de tecnologia do mundo perderia tempo juntando livros usados para equipar uma escola em um país do Terceiro Mundo? Mas John cumpriu sua promessa e voltou com uma tropa de iaques carregados de livros.
Foi naquele momento, ao perceber a importância daquele pequeno gesto de solidariedade, que ele tomou a decisão de abandonar a Microsoft e criar a Room to Read, uma ONG que tem por objetivo construir escolas, bibliotecas e centros de informática e fornecer bolsas de estudo de longo prazo a meninas carentes."
...
Esta é a dica de leitura do bikebook.blogspot.com
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MINHA HISTORIA NA JUSTIÇA DO TRABALHO
publicado no bikebok.blogspot.com
"Caro José Carlos, li seus textos várias vezes, frutos, presumo, da sua experiencia judicial. Voce denunica, de forma bem humorada, a ignorância, a soberba, a pompa balofa e obsoleta de pessoas que se julgam acima do bem e do mal, mas que, provavelmente, irão se sentir infinitamente inexpressivas após lerem seu livro MINHA HISTORIA NA JUSTIÇA DO TRABALHO....
parábens ELVIRA CAMARINHA. Licenciada no Ensino de Lingua Portugues e de Frances. Presidente do Agrupamento de Escolas de Braga. Braga, Portugal"
depoimento extraido de folder di divulgação do livro.
www.minhahistória.net
correspondencia para minha-historia@acserv.com.br - celular 88019014
........O livro MINHA HISTÓRIA NA JUSTIÇA DO TRABALHO contém revelações surpreendentes, corajosas e imperdíveis, sobre os bastidores da Justiça do Trabalho. É uma obra que critica de forma construtiva, pois sugere soluções para os problemas apontados. Por ser coerente e justa, também elogia, com igual isenção e intensidade, as pessoas e as entidades dignas de tal homenagem.
Depoimentos sobre o livroAo ler seu fantástico livro, MINHA HISTÓRIA NA JUSTIÇA DO TRABALHO, percebi nele uma visão muito aguda e particular do quotidiano funcional da justiça trabalhista, que ultrapassa as meras aparências. Mesmo sendo advogado há mais de vinte anos, extraí preciosos ensinamentos de sua obra.
PEDRO MAURÍCIO PITA MACHADO.
Advogado.
Porto Alegre, RS.
Seu livro, José Carlos, foi escrito em linguagem clara, simples e transparente. Engrandece o ordenamento jurídico vigente e mostra, de forma singular, a vivência heróica e destemida de um brilhante funcionário da Justiça do Trabalho. A isenção e a lealdade do autor, na abordagem de um tema bastante espinhoso, demonstram seu crescimento profissional e suas vitórias conquistadas ao longo dos anos. MINHA HISTÓRIA NA JUSTIÇA DO TRABALHO é uma obra emocionante e real sobre a experiência humana nos bastidores do poder judiciário trabalhista.
PATRÍCIA FONTES MARÇAL.
Professora de Direito Constitucional e Coordenadora de Pesquisa da Universidade Católica de Brasília-UCB.
Brasília, DF.
MINHA HISTÓRIA NA JUSTIÇA DO TRABALHO é uma pérola da literatura forense. Muito bem escrito e eximiamente articulado. Mistura dados biográficos e científicos com preciosos conselhos de gramática, além de excelentes dicas de bons procedimentos judiciais. Em certas passagens, sério; em outras, cômico; jamais triste. A obra contém uma série de historietas, divertidíssimas, mesmo quando assumem tom de denúncia; de qualquer forma, muito bem narradas. O leitor, sem dúvida, se deliciará com as páginas saborosas deste magnífico livro.
CÉSAR AUGUSTO DE CASTRO FIUZA.
Doutor em Direito pela UFMG.
Professor de Direito Civil na PUCMG, UFMG, FUMEC e no IESPMG.
Diretor e Coordenador do Programa de Pós-graduação da Faculdade de Direito da PUCMG.
Belo Horizonte, MG.
copiado do www.minhahistoria.net
publicado no bikebook.blogspot.com
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terça-feira, 27 de novembro de 2007
DICA DE LEITURA

DICA DE LEITURA
valci barreto
editor do bikebook.blogspot.com
colaborador do muraldebuarin.com
"Saí da Microsoft para Mudar o Mundo
John Wood"
"Li este fascinate relato de John , ex alto executivo da Microsoft. Realizando uma escalada no Himalária, em contato com crianças analfabetas,sentiu o autor a necessidade de fazer algo por elas. E está fazendo. Deixou a Microsft para ajudar aquelas crianças a ler e escrever. Criou uma entidade filantrópica, com os mesmos principios que aprendeu na grande empresa do Bill Gates e hoje espalha livros, bibliotecas e escolas pelo mundo.
Não é criação literária, não é um romance. É o relato do própiro autor que deixou a Microsoft, onde era um alto executivo, para distribuir livros no NEPAL, através de uma organização filatrópica que fundou.
Esta é a dica do bikebook.blogspot.com
Fascinantge, uma grande lição de vida .Um livro para ser lido.(valci Barreto)"
"A história de John é uma fascinante narrativa da transformação de um executivo predador em um empreendedor responsável por oferecer o incrível dom de ler e escrever a milhões de crianças de todo o mundo."
Marc Andreessen, co-fundador da Netscape
Insatisfeito com o trabalho de alto executivo na Microsoft, o americano John Wood decidiu fazer um trekking pelo Nepal na esperança de que, ao subir bem alto no Himalaia, deixaria de ouvir o chefe gritando em seu ouvido.
Deu certo. A viagem não apenas funcionou como um antídoto contra a exaustiva rotina de trabalho, como o fez descobrir a paixão e o objetivo maior de sua vida: ajudar crianças carentes a aprender a ler e escrever.
Saí da Microsoft para mudar o mundo é ao mesmo tempo uma história de transformação pessoal e o relato de um empreendedor social que colocou sua experiência corporativa a serviço de uma causa nobre – mudar o mundo pela força da educação –, criando a Room to Read, uma ONG com a "eficiência da GE e a compaixão de Madre Teresa".
Wood não esconde que sua inspiração veio de Bill Gates e de Steve Ballmer, a dupla que comanda a Microsoft. Princípios como foco nos resultados, profundo conhecimento dos números, respeito às idéias dos outros, relação de lealdade com a equipe e, acima de tudo, paixão pelo negócio foram tirados do dia-a-dia competitivo da grande corporação e aplicados no combate ao analfabetismo e na promoção da inclusão social.
Com base nesses princípios, em apenas sete anos a Room to Read construiu 287 escolas, 3.600 bibliotecas e 110 oficinas de informática, distribuindo mais de 2,8 milhões de livros e oferecendo 2.336 bolsas de estudo para meninas carentes. No total, mais de 1,2 milhão de crianças de sete países (Nepal, Vietnã, Camboja, Índia, Sri Lanka, Laos e África do Sul) foram beneficiadas. Esses números demonstram a capacidade de Wood de transformar sonhos em realidade.
***
"Não há nada que assuste tanto um homem quanto ser capaz de descobrir a enormidade do que ele pode fazer e se tornar."
Soren Kierkegaard
Saí da Microsoft para mudar o mundo é uma crônica de viagem com pitadas de saga de negócios e de drama humano. Nela o autor conta sua trajetória, seus desafios pessoais e profissionais – primeiro como executivo de tecnologia e, depois, como empreendedor que aposta na educação para melhorar o mundo.
John Wood estava em ascensão na Microsoft quando um trekking pelo Himalaia o levou a descobrir que o objetivo de sua vida era "devolver" ao mundo o tanto que havia recebido.
Dividido entre o sucesso profissional e financeiro e o desejo de ajudar os outros, o autor ficou sensibilizado com a visita que fez a uma escola no Nepal cuja biblioteca tinha apenas alguns exemplares deixados para trás por mochileiros como ele.
Ao se oferecer para fazer algumas doações, sua idéia foi recebida com ceticismo pelos professores locais. Afinal de contas, por que um alto executivo da maior empresa de tecnologia do mundo perderia tempo juntando livros usados para equipar uma escola em um país do Terceiro Mundo? Mas John cumpriu sua promessa e voltou com uma tropa de iaques carregados de livros.
Foi naquele momento, ao perceber a importância daquele pequeno gesto de solidariedade, que ele tomou a decisão de abandonar a Microsoft e criar a Room to Read, uma ONG que tem por objetivo construir escolas, bibliotecas e centros de informática e fornecer bolsas de estudo de longo prazo a meninas carentes.
domingo, 25 de novembro de 2007
Bar ruim é lindo, bicho
O texto abaixo nos foi encaminhado , por e mail, pela n
ossa qurerida CECILIA CASEMIRO, paulista, estudando em Salvador, pelo que agradecemos.
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Bar ruim é lindo, bicho
Antonio Prata
Eu sou meio intelectual, meio de esquerda, por isso
freqüento bares meio ruins. Não sei se você sabe, mas
nós, meio intelectuais, meio de esquerda, nos julgamos
a vanguarda do proletariado, há mais de cento e
cinqüenta anos. (Deve ter alguma coisa de errado com
uma vanguarda de mais de cento e cinqüenta anos, mas
tudo bem).
No bar ruim que ando freqüentando ultimamente o
proletariado atende por Betão – é o garçom, que
cumprimento com um tapinha nas costas, acreditando
resolver aí quinhentos anos de história.
Nós, meio intelectuais, meio de esquerda, adoramos
ficar "amigos" do garçom, com quem falamos sobre
futebol enquanto nossos amigos não chegam para
falarmos de literatura.
– Ô Betão, traz mais uma pra a gente – eu digo, com os
cotovelos apoiados na mesa bamba de lata, e me sinto
parte dessa coisa linda que é o Brasil.
Nós, meio intelectuais, meio de esquerda, adoramos
fazer parte dessa coisa linda que é o Brasil, por isso
vamos a bares ruins, que têm mais a cara do Brasil que
os bares bons, onde se serve petit gâteau e não tem
frango à passarinho ou carne-de-sol com macaxeira, que
são os pratos tradicionais da nossa cozinha. Se bem
que nós, meio intelectuais, meio de esquerda, quando
convidamos uma moça para sair pela primeira vez,
atacamos mais de petit gâteau do que de frango à
passarinho, porque a gente gosta do Brasil e tal, mas
na hora do vamos ver uma europazinha bem que ajuda.
Nós, meio intelectuais, meio de esquerda, gostamos do
Brasil, mas muito bem diagramado. Não é qualquer
Brasil. Assim como não é qualquer bar ruim. Tem que
ser um bar ruim autêntico, um boteco, com mesa de
lata, copo americano e, se tiver porção de
carne-de-sol, uma lágrima imediatamente desponta em
nossos olhos, meio de canto, meio escondida. Quando um
de nós, meio intelectual, meio de esquerda, descobre
um novo bar ruim que nenhum outro meio intelectuais,
meio de esquerda, freqüenta, não nos contemos: ligamos
pra turma inteira de meio intelectuais, meio de
esquerda e decretamos que aquele lá é o nosso novo bar
ruim.
O problema é que aos poucos o bar ruim vai se tornando
cult, vai sendo freqüentado por vários meio
intelectuais, meio de esquerda e universitárias mais
ou menos gostosas. Até que uma hora sai na Vejinha
como ponto freqüentado por artistas, cineastas e
universitários e, um belo dia, a gente chega no bar
ruim e tá cheio de gente que não é nem meio
intelectual nem meio de esquerda e foi lá para ver se
tem mesmo artistas, cineastas e, principalmente,
universitárias mais ou menos gostosas. Aí a gente diz:
eu gostava disso aqui antes, quando só vinha a minha
turma de meio intelectuais, meio de esquerda, as
universitárias mais ou menos gostosas e uns velhos
bêbados que jogavam dominó. Porque nós, meio
intelectuais, meio de esquerda, adoramos dizer que
freqüentávamos o bar antes de ele ficar famoso, íamos
a tal praia antes de ela encher de gente, ouvíamos a
banda antes de tocar na MTV. Nós gostamos dos pobres
que estavam na praia antes, uns pobres que sabem subir
em coqueiro e usam sandália de couro, isso a gente
acha lindo, mas a gente detesta os pobres que chegam
depois, de Chevette e chinelo Rider. Esse pobre não, a
gente gosta do pobre autêntico, do Brasil autêntico. E
a gente abomina a Vejinha, abomina mesmo, acima de
tudo.
Os donos dos bares ruins que a gente freqüenta se
dividem em dois tipos: os que entendem a gente e os
que não entendem. Os que entendem percebem qual é a
nossa, mantêm o bar autenticamente ruim, chamam uns
primos do cunhado para tocar samba de roda toda
sexta-feira, introduzem bolinho de bacalhau no
cardápio e aumentam cinqüenta por cento o preço de
tudo. (Eles sacam que nós, meio intelectuais, meio de
esquerda, somos meio bem de vida e nos dispomos a
pagar caro por aquilo que tem cara de barato). Os
donos que não entendem qual é a nossa, diante da
invasão, trocam as mesas de lata por umas de fórmica
imitando mármore, azulejam a parede e põem um som
estéreo tocando reggae. Aí eles se dão mal, porque a
gente odeia isso, a gente gosta, como já disse algumas
vezes, é daquela coisa autêntica, tão Brasil, tão
raiz.
Não pense que é fácil ser meio intelectual, meio de
esquerda em nosso país. A cada dia está mais difícil
encontrar bares ruins do jeito que a gente gosta, os
pobres estão todos de chinelos Rider e a Vejinha
sempre alerta, pronta para encher nossos bares ruins
de gente jovem e bonita e a difundir o petit gâteau
pelos quatro cantos do globo. Para desespero dos meio
intelectuais, meio de esquerda que, como eu, por
questões ideológicas, preferem frango à passarinho e
carne-de-sol com macaxeira (que é a mesma coisa que
mandioca, mas é como se diz lá no Nordeste, e nós,
meio intelectuais, meio de esquerda, achamos que o
Nordeste é muito mais autêntico que o Sudeste e
preferimos esse termo, macaxeira, que é bem mais assim
Câmara Cascudo, saca?).
– Ô Betão, vê uma cachaça aqui pra mim. De Salinas
quais que tem?
Nota do Editor
Texto gentilmente cedido pelo autor. Também parte
integrante do volume As Cem Melhores Crônicas
Brasileiras, organizado por Joaquim Ferreira dos
Santos.
Antonio Prata
São Paulo, 17/9/2007
ossa qurerida CECILIA CASEMIRO, paulista, estudando em Salvador, pelo que agradecemos.
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Bar ruim é lindo, bicho
Antonio Prata
Eu sou meio intelectual, meio de esquerda, por isso
freqüento bares meio ruins. Não sei se você sabe, mas
nós, meio intelectuais, meio de esquerda, nos julgamos
a vanguarda do proletariado, há mais de cento e
cinqüenta anos. (Deve ter alguma coisa de errado com
uma vanguarda de mais de cento e cinqüenta anos, mas
tudo bem).
No bar ruim que ando freqüentando ultimamente o
proletariado atende por Betão – é o garçom, que
cumprimento com um tapinha nas costas, acreditando
resolver aí quinhentos anos de história.
Nós, meio intelectuais, meio de esquerda, adoramos
ficar "amigos" do garçom, com quem falamos sobre
futebol enquanto nossos amigos não chegam para
falarmos de literatura.
– Ô Betão, traz mais uma pra a gente – eu digo, com os
cotovelos apoiados na mesa bamba de lata, e me sinto
parte dessa coisa linda que é o Brasil.
Nós, meio intelectuais, meio de esquerda, adoramos
fazer parte dessa coisa linda que é o Brasil, por isso
vamos a bares ruins, que têm mais a cara do Brasil que
os bares bons, onde se serve petit gâteau e não tem
frango à passarinho ou carne-de-sol com macaxeira, que
são os pratos tradicionais da nossa cozinha. Se bem
que nós, meio intelectuais, meio de esquerda, quando
convidamos uma moça para sair pela primeira vez,
atacamos mais de petit gâteau do que de frango à
passarinho, porque a gente gosta do Brasil e tal, mas
na hora do vamos ver uma europazinha bem que ajuda.
Nós, meio intelectuais, meio de esquerda, gostamos do
Brasil, mas muito bem diagramado. Não é qualquer
Brasil. Assim como não é qualquer bar ruim. Tem que
ser um bar ruim autêntico, um boteco, com mesa de
lata, copo americano e, se tiver porção de
carne-de-sol, uma lágrima imediatamente desponta em
nossos olhos, meio de canto, meio escondida. Quando um
de nós, meio intelectual, meio de esquerda, descobre
um novo bar ruim que nenhum outro meio intelectuais,
meio de esquerda, freqüenta, não nos contemos: ligamos
pra turma inteira de meio intelectuais, meio de
esquerda e decretamos que aquele lá é o nosso novo bar
ruim.
O problema é que aos poucos o bar ruim vai se tornando
cult, vai sendo freqüentado por vários meio
intelectuais, meio de esquerda e universitárias mais
ou menos gostosas. Até que uma hora sai na Vejinha
como ponto freqüentado por artistas, cineastas e
universitários e, um belo dia, a gente chega no bar
ruim e tá cheio de gente que não é nem meio
intelectual nem meio de esquerda e foi lá para ver se
tem mesmo artistas, cineastas e, principalmente,
universitárias mais ou menos gostosas. Aí a gente diz:
eu gostava disso aqui antes, quando só vinha a minha
turma de meio intelectuais, meio de esquerda, as
universitárias mais ou menos gostosas e uns velhos
bêbados que jogavam dominó. Porque nós, meio
intelectuais, meio de esquerda, adoramos dizer que
freqüentávamos o bar antes de ele ficar famoso, íamos
a tal praia antes de ela encher de gente, ouvíamos a
banda antes de tocar na MTV. Nós gostamos dos pobres
que estavam na praia antes, uns pobres que sabem subir
em coqueiro e usam sandália de couro, isso a gente
acha lindo, mas a gente detesta os pobres que chegam
depois, de Chevette e chinelo Rider. Esse pobre não, a
gente gosta do pobre autêntico, do Brasil autêntico. E
a gente abomina a Vejinha, abomina mesmo, acima de
tudo.
Os donos dos bares ruins que a gente freqüenta se
dividem em dois tipos: os que entendem a gente e os
que não entendem. Os que entendem percebem qual é a
nossa, mantêm o bar autenticamente ruim, chamam uns
primos do cunhado para tocar samba de roda toda
sexta-feira, introduzem bolinho de bacalhau no
cardápio e aumentam cinqüenta por cento o preço de
tudo. (Eles sacam que nós, meio intelectuais, meio de
esquerda, somos meio bem de vida e nos dispomos a
pagar caro por aquilo que tem cara de barato). Os
donos que não entendem qual é a nossa, diante da
invasão, trocam as mesas de lata por umas de fórmica
imitando mármore, azulejam a parede e põem um som
estéreo tocando reggae. Aí eles se dão mal, porque a
gente odeia isso, a gente gosta, como já disse algumas
vezes, é daquela coisa autêntica, tão Brasil, tão
raiz.
Não pense que é fácil ser meio intelectual, meio de
esquerda em nosso país. A cada dia está mais difícil
encontrar bares ruins do jeito que a gente gosta, os
pobres estão todos de chinelos Rider e a Vejinha
sempre alerta, pronta para encher nossos bares ruins
de gente jovem e bonita e a difundir o petit gâteau
pelos quatro cantos do globo. Para desespero dos meio
intelectuais, meio de esquerda que, como eu, por
questões ideológicas, preferem frango à passarinho e
carne-de-sol com macaxeira (que é a mesma coisa que
mandioca, mas é como se diz lá no Nordeste, e nós,
meio intelectuais, meio de esquerda, achamos que o
Nordeste é muito mais autêntico que o Sudeste e
preferimos esse termo, macaxeira, que é bem mais assim
Câmara Cascudo, saca?).
– Ô Betão, vê uma cachaça aqui pra mim. De Salinas
quais que tem?
Nota do Editor
Texto gentilmente cedido pelo autor. Também parte
integrante do volume As Cem Melhores Crônicas
Brasileiras, organizado por Joaquim Ferreira dos
Santos.
Antonio Prata
São Paulo, 17/9/2007
terça-feira, 20 de novembro de 2007
VOLTA CICLISTICA ITAPAGIPANA

Lazaro, no naturabikebação; Valci Barreto, cicloativista, editor do Meu Zine; e o verador Everaldo Augusto na Volta Ciclistica Itapagipana , em Salvador-Ba.
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JABUTIS VAGOROSOS DISTRIBUINDO O FIFO 21
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Valci Barreto, advogado, cicloativista, editor do
BIKEBOOK.BLOGSPOT.COM
MEU ZINE, link do site amigosdebike.com.br
colaborador do muraldebugarin.com
Gostando de passeios lentos de bicicletas, de utilizar estes passeios para pequenas compras, visitar amigos, inclusive em hospitais, bares, restaurantes, livrarias, museus, lojas de livros usados, antiquários, distribuição de panfletos sócios educativos e, sobretudo ,usar a bicicleta para melhor contemplar o pedaço, por menor que seja, do nosso mundo, o advogado e cicloativista VALCI BARRETO, residente em Salvador-Ba, criou o PASSEIO CICLISTICO JABUTIS VAGAROSOS . Este não é apenas um passeio : é uma forma de ver , sentir, estimular a vida, o olhar, os sentidos, realizar as contemplações de pequenas coisas e espaços que a o trânsito, o stress , e até mesmo a pressa e correrias não nos permitem.Visitamos bibliotecas comunitários, levamos livros para doações, compramos também livros e revistas usadas nos sebos da cidade e temos a maior paciencia com qualquer pessoa que queira pedalar, que queira iniciar-se no mundo dos passeios ciclísticos.
A opção pelo passeio lento, não decorre de indisposição para a corrida, ou por não acolher atletas do pedal. Nele aparecem eventuais atletas que percorrem longas distâncias ou curtem velocidades elevadas. Há destes também no nosso grupo. George Argolo, por exemplo, já percorreu 600 km de Ouro Preto a Paraty, em bicicleta. E é um dos mais entusiastas membros dos JABUTIS. Dimitri, competidor em várias modalidades esportivas, deu-nos-nos a honra de uma pedalada e garantiu retornar para outras. Kleber, participa de corridas cicisticas em Salvador, e é parceiro permanente. Diógenes Evangelista, advogado apaixonado por leitura, bicicleta e cavalgada, é um dos mais presentes. Itana Mangiere, de grandes trilhas em Salvador e Pará, eskribiker, é 'JABUTI INTEGRAL", Lu Saraiva, amantes de longas distâncias e velocidades, do site amigosdebike.com.br e do passeio do mesmo nome, tem participado , com frquência, dos nossos Jabutis, especialmente quando o tema é ciloativismo, conforme se vê no site www.amigosdebike.com.br . Mas no jabutis todos deixam de ser os grandes atletas do pedal e se incorporam ao espírito do JABUTIS VAGAROSOS. Com outras indumentárias, acolhem o nosso rítimo, sem stress, sem pressa, sem velocidade, porque também gostam do jeito JABUTI de pedalar.
O Jabutis, muitas vezes, é simplesmente uma pessoa que, solitàriamente, sai pelas ruas de Salvador "fazendo um Jabuti por aí".
Prima pelo horário combinado para o início do pedal: não espera por ninguém, por mais importante que seja para o grupo. Não adianta ficar, comum entre nós baianos, ligando :"Espere", "Tô saindo". "Tô chegando", " Me aguarde". O jabutis, simplesmente , não aguarda. Abrem-se exceções raras, óbvio: acidente antes de chegar ao encontro, um pneu do companheiro que fura, uma bicicleta que quebra no trajeto até o local do encontro.
Outra característica do JABUTIS é o bom humor, a tranquilidade, o jeito jabuti de ser: os estrassados, a turma do "vamo vamo", "tá na hora", " tenho que ir ver minha mulher,gato, filho, ......" São, mesmo antes do início do passeio, desconvidados.
O horário da saída é pontual. O do retorno , jamais. Pode-se, antes ,ou durante o passeio, combinar tudo, até a volta de cada um. Mas este não poderá atrapalhar o trajeto dos demais. Ele pode voltar só. Se for iniciante, e afirmar: devo voltar tal hora, ou afirmar: tenho que retornar tal hora, será do mesmo jeito acolhido . E o Jabutis até leva o ciclista em casa, que pode até ser criança. Mas este privilégio é apenas para os iniciantes, de verdade, que, se também não aguentarem o pedal, terão o devido respeito: Pára-se, espera-se a recuperação. Os inquietos podem seguir o seu caminho. Não pode é dar pressa , inquitação, incômodo ao que não aguentou. ou ao que, simplesmente, não quer andar apressado. Quem não tiver paciência de esperar , é não é JABUIT. Há outros passeios para estes. Se agonia, a pressa, o stressa o "tenho que ir embora," chegar para alguem no curso do passeio, sem problema: Pode seguir sem caminho. Mas deixe o Jabuti ser sempre Jabuti, durante todo o passseio.
O grupo é aberto a qualquer pessoa, mesmo que pedale apenas dez metros. E pode ir com qualquer bicicleta, desde que rode: velha, enferrujada, com bagageiro, pintanda, com penduricalhos, enfeites, tudo é recebido com festa. Não vale é o mal humor, a falta de respeito, a pressa, o grito, a buzinada . Nem pensar nestas, a não ser as baixinhas, tipo de sorveteiro de rua, ou pipoqueiro. Nem incista. Andar correndo, ultrapassar batedor, são "crimes" imperdoáveis, "inafiancáveis".
Não tem dia certo para acontecer. Mas normalmente acontece aos sábados , dominogos e feriados pela manhã. Os avisos são dados nas quintas feiras pelos comentários dos sites: muraldebugarin.com,amigosdebike.com, ou qualquer outro, inclusive o site do sincronia.
Quando não está anunciado é porque pode haver um Jabuti não aconselhado para iniciantes. Ou um com fim e pessoas especificadas.É que jabuti, mesmo com toda a sua vagarosidade, muitas vezes vai para mais longe , como Guarajuba, Praia do Forte, Ilha de Itaparica, Nazaré das Farinhas . E, qualquer dia , irá a Jaguaqura. Neste caso, não pode acolher pessoas que não estejam em condições fisicas de, mesmo devagar, percorrer tais distâncias.
Quem quiser saber se vai ou não haver jabuti e queira participar, só há um meio de comunicação: nossos sites: muraldebugarin.com, amigosdebike.com.br ou sincronia.
Depois que você se incorpora ao grupo, fica sabendo por outros meios;
Se voce é JABUTI, será sempre nosso convidado. Participam pessoas de qualquer idade, credo, cor, condição social, basta ter educação, respeito ao seu semelhante, cultuar , a paz, o bom humor e ter uma bicicleta que rode, ainda que apenas dez metros. Outra coisa fundamental: Não adianta chegar atrasado ao local e horárío marcado: Jabutis não vai esperar. Nem vai ficar ligando para você e companheiros perguntando se vem ou se não vem. Jabutis pode até ter roteiro. Mas, neste caso é anunciado antes. Porém, normalmente não há qualquer roteiro pré fixado: é nosso olhar e desejo, no meio do caminho, que vai mandando.A única coisa certa é o horário e local da saída.
No BIKEBOOK.BLOGSTOP.COM, e no MEIU ZINE, há uma foto do Jabutis Vagarosos distribuindo um informativo: FIFÓ 21, parando para conversar com um artista da rua, na Vasco da Gama. A arte, como a do rapaz da foto ,sempre será apreciada por nós. O mesmo respeito que toda a humanidade devota a um Picasso, Matisse, Michelangelo, ao nosso querido Bel Borba, Jabutis Vagarosos,atribui a qualquer artista da rua, como o da foto,porque, produz, também, ARTE!
Se vocÊ tem interesse em distriubuir panfletos de festas, serviços, shows, comércio, fazemos , gratuitamene, a distribuição. Não cobramos absolutuamente nada. Pedimos, apenas , que nos autorizem usar , neles, as mensagens de nossas ações cicloativistas e filantrópicas no espaço que for possível, do seu próprio panfleto. Não distribuimos propaganda de bebidas alcóolicas, cigarros, drogras, legalizadas ou não.
Entre as ações do JABUTIS: distribuição de panfletos socioedutivos, participação em todos os pedais beneficentes, cicloativismo permanente, cicloturimso, estimulo à leitura, proteção ambiental, exercício da cidadania, distribuição de livros para bibliotecas comumunitárias.
Realizamos, anualmente, o "BICICLOTECA," destinado a levar livros para alguma biblioteca comunitária, escolhida prèviamente.
Participamos de campanhas permanentes em favor das bicicletas nas ruas de Salvador, como meio de transporte, reivindicações de ciclovias, acesso de bicicletas pelos planos inclinados de Salvador, ciclofaixas , bicicletários, pregando a cultura em favor das bicicletas.
valci barreto, advogado, cicloativista, editor do BIKEBOOK.BLOGSPOT.COM; do MEU ZINE,
colaborador do muraldebugarin.com
segunda-feira, 19 de novembro de 2007
TASSO FRANCO LANÇA LIVRO NO PORTO DO MOREIRA
TASSO FRANCO LANÇA LIVRO NO PORTO DO MOREIRA
"Editora Ojuobá promove lançamento do livro de Tasso Franco
Uma boa dica de leitura é conferir na próxima quarta-feira, 28, a partir das 18h, o lançamento do novo livro do jornalista e escritor Tasso Franco, Os Gêmeos da Catalunha, o Reino dos Voduns da Bahia, Encantados de São Jorge e de São Bartolomeu pela Editora Ojuobá. O evento acontece no Restaurante Porto Moreira.
recortado do site
www.allessanascimento.myblog.com.br
"Editora Ojuobá promove lançamento do livro de Tasso Franco
Uma boa dica de leitura é conferir na próxima quarta-feira, 28, a partir das 18h, o lançamento do novo livro do jornalista e escritor Tasso Franco, Os Gêmeos da Catalunha, o Reino dos Voduns da Bahia, Encantados de São Jorge e de São Bartolomeu pela Editora Ojuobá. O evento acontece no Restaurante Porto Moreira.
recortado do site
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domingo, 18 de novembro de 2007
JABUTIS VAGAROSOS NA MELHOR E MAIS BELA PRÁIA DO MUNDO

JABUTI SOLITARIO, NA MAIS BELA E GOSTOSA PRÁIA DO MUNDO.
Valci Barreto.
editor do bikebook.blogspot.com
muraldebugarin.com
e do meu zine
Acordei cedo, o que sempre acontece quando não durmo muito tarde. De sorte que, às seis da manhã já estava saindo para meu " Jabuti Solitário Feliz," pela região da Barra. Pedalando aqui, olhando ali, dei uma entradinha na Banca Cultural, que fica aberta 24 horas, ao lado da Quadra de Esportes e do Ondina Apart Hotel; Abri a Revista Piaui e consegui ler um texto sobre visita que fez um "escriba " ao escritor Jorge Luiz Borges. Não vou contar a matéria . Apenas recomendo a leitura.
Despeço-me e sigo em direção ao Porto da Barra. Tendo saido sem nada por no estomago, parei na Dona Trindade e tomei "aquele mingau", de tapioca, servido junto ao muro da Cabana da Barra.
Estomago quietinho, sigo . No Porto da Barra, "um monte" de triatletas se organizava para um treino com suas bicicletas, alá George e Dimitri. Passo com minha monaretinha e recebo a atenção de um garoto simpático que ajudava o pessoal a tirar as "máquinas" dos carros e brinca comigo olhando para minha "brasileirinha": " vai acompanhar a gente?"
-"Não, meu amiguinho, voces andam muito devagar...As suas bicicletas são muito lentas...",devolvo com a mesma festa. Prossigo,um pouco chateado por não estar com a minha máquina fotográfica para registrar a turma.
O grupo é de de aventuras, corridas, mergulho, triatlon , atletas ,enfim, que se preparavam para "uma brincadeira", segundo alguns me disseram.
Retorno pelo mesmo caminho, sendo saudado por alguns amigos e conhecidos , colhendo mais frutos do "meu dia global": "Vi você no Rede Bahia Revista"!
Sempre achei o Porto da Barra a melhor práia do mundo. Apenas sentia isto, pois não conheço além de umas poucas brasileiras. Por isto, não tinha autoridade sobre minha convicção.
Um dia, em campanha para limpeza daquela Práia, vi e ouvi Caetano Veloso ,na tv ,afirmando contudentemente: "é a melhor e mais bela práia do mundo". Aí, ganhei toda a autoridade de que precisava para assim também afirmar.
Vez em quando, alguem, para me testar,concorrrer, provocar ou mesmo brincar, questiona: "voce conhece todas as práias do mundo, para dizer isto?"
Respondo fácil: " Eu não , mas Caetano Veloso conhece".
Como sempre , há insatisfeito, espirito de porco, contumazes questionadores , às vezes vão mais longe e perguntam: "
"Voce tem certeza que Caetano Veloso conhece todas as práias do mundo? Caetano já lhe disse isto?
Aí não tem jeito : o provocador perde todas: " Caetano nunca falou comigo". Mas , Gilda Matoso , através de "Assessoria de Encreca", da Ediouro, me deixou certo de que Caetano conhece o mundo inteiro. E o mundo inteiro conhece Caetano Veloso. E Matoso não contou tudo. O livro tem poucas páginas para isto.
Claro que não vou mais perder meu tempo com estes eternos implicantes. Há alguns meses atrás, o escritor e jornalista Jolivado Freitas, também apaixonado pelo Porto da Barra, em uma das suas crônicas, afirmou que o The Guardian , jornal londrino, elegeu o Porto da Barra como uma das mais, melhores, belas práias do mundo. Não sei a classificação, mesmo porque para os teimosos e duvidosos nem mesmo a morte lhe deixam certos de que um dia dela receberá a implacável visita...
Antes de Caetano, Joli, The Guradian eu já achava a melhor práia do mundo. Bastou eu chegar nela, pela primeira vez, o que conteceu no início dos anos 70, para assim considerá-la. Hoje, mais ainda. Não por causa das tres autoridades , em Porto da Barra, citadas. Bastava, tão sòmente, o meu Jabuti desta manhã.
Acho uma coisa meio criminosa passar de carro por ali. O Porto é lugar para ir-se de bicicleta ou a pé.
Vez emquando os jornais noticiam descobertas de planetas que podem ter água. Se isto acontecer, e também houver práia, nem assim perderá o Porto o seu trono.
E olhem que hoje nem pus os pés na suas águas...
publicado no muraldebugarin.com
e no
bikebook.blogspot.com
sexta-feira, 16 de novembro de 2007
BIKEBOOK: NÃO JOGUE LIVROS USADOS NO LIXO
bikebook.blogspot.com - NÃO JOGUE LIVROS USADOS NO LIXO
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MEU ZINE
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PEDAL DA MADRUGADA
Valci Barreto
Advogado, cicloativista
Editor do Meu Zine
do bikebook.blogspot.com
colaborador do muraldebugarin.com

Criado pelo empresário e cicloativista Fernando Carvalho, este pedal é um dos mais emocionantes dos que já participei. Bem verdade que só pedalei no primeiro, Como o primeiro a gente nunca esquece, tenho na cabeça como se deste último houvesse participado.
Quando Fernando nos convocou para esta última versão, já havia-me comprometido com meu amigo Francisco Moscato , para um evento , jogo de bocce, na Casa da Italia.
Não podia ficar em cima do muro, faltar ao bocce nem a este chegar atrasado ou cansado. Optei , então, ficar só na vontade e esperar o próximo.
Liguei para o Buga que me informou a beleza desta última pedalada.
Vendo agora as fotos, lembrei-me do primeiro em que rodamos toda esta cidade com muito afeto pela magrela, sentindo o frescor do vento em nossos corpos, vendo coisas e pessas se mexendo, se movimentando pelas madrugadas da Bahia até o descortinar da beleza das nossas práias, culminando com o café da manhã na barraca do Batô, em Stella Maris. Finalmente, tudo descrito em um belo, sempre belo, texto de Itaninha que, se aqui estivesse, certamente a este não faltaria.
Estou sentido muita saudade de tudo que aconteceu, das nossas queridas pedalantes Itaninha, no Pará e Rosely, em Brasília . Ainda bem que temos as fotos para manter sempre a lembrança de nossos passeios ,das amizades, experiências, emoções e aprendizados que eles nos proporcionam.
Não poderia faltar ao compromisso, como tento fazer com todos que assumo, da Casa da Italia. Não posso dizer que me arrependi, porque a decisão já havia sido tomada. Porém, queria participar deste pedal. Além de tudo, era a forma que gostaria de comemorar o aniversário de Luciana, minha filha, que está em São Paulo: escreveria seu seu nome nas areias de Itapua , levando até ela as minhas saudades, os meus parabéns, registrados nas fotos do Buga, que vocês ajudaram a fazê-las mais belas.
Parabéns a todos que particparam, especialmante(não tenham ciumes!) para a risada do querido Carlão que elejo para representar a alegria de todos!!
Valcibarretoadv@yahoo.com.br
Advogado, cicloativista
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Criado pelo empresário e cicloativista Fernando Carvalho, este pedal é um dos mais emocionantes dos que já participei. Bem verdade que só pedalei no primeiro, Como o primeiro a gente nunca esquece, tenho na cabeça como se deste último houvesse participado.
Quando Fernando nos convocou para esta última versão, já havia-me comprometido com meu amigo Francisco Moscato , para um evento , jogo de bocce, na Casa da Italia.
Não podia ficar em cima do muro, faltar ao bocce nem a este chegar atrasado ou cansado. Optei , então, ficar só na vontade e esperar o próximo.
Liguei para o Buga que me informou a beleza desta última pedalada.
Vendo agora as fotos, lembrei-me do primeiro em que rodamos toda esta cidade com muito afeto pela magrela, sentindo o frescor do vento em nossos corpos, vendo coisas e pessas se mexendo, se movimentando pelas madrugadas da Bahia até o descortinar da beleza das nossas práias, culminando com o café da manhã na barraca do Batô, em Stella Maris. Finalmente, tudo descrito em um belo, sempre belo, texto de Itaninha que, se aqui estivesse, certamente a este não faltaria.
Estou sentido muita saudade de tudo que aconteceu, das nossas queridas pedalantes Itaninha, no Pará e Rosely, em Brasília . Ainda bem que temos as fotos para manter sempre a lembrança de nossos passeios ,das amizades, experiências, emoções e aprendizados que eles nos proporcionam.
Não poderia faltar ao compromisso, como tento fazer com todos que assumo, da Casa da Italia. Não posso dizer que me arrependi, porque a decisão já havia sido tomada. Porém, queria participar deste pedal. Além de tudo, era a forma que gostaria de comemorar o aniversário de Luciana, minha filha, que está em São Paulo: escreveria seu seu nome nas areias de Itapua , levando até ela as minhas saudades, os meus parabéns, registrados nas fotos do Buga, que vocês ajudaram a fazê-las mais belas.
Parabéns a todos que particparam, especialmante(não tenham ciumes!) para a risada do querido Carlão que elejo para representar a alegria de todos!!
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terça-feira, 13 de novembro de 2007
PARA QUEM GOSTA DE POESIA
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Para quem gosta de poesia, clicar no blog:
http://abissalletras.blogspot.com
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segunda-feira, 12 de novembro de 2007
Freando com as havaianas
Freando com as havaianas
JOLIVALDO FREITAS, jornalista, escritor-texto recortado da Tribuna da Bahia , de 12.11.2007.
O que tem de bicicletista nesta Bahia, talvez só perca para Barcelona, que instituiu o veículo como grande alternativa ao trânsito de automóveis, e basta chegar na frente de uma parada de ônibus, pagar 1 euro por meia hora, sair pedalando e deixar a bicicleta no local de destino. A mesma coisa fez agora a cidade de Paris, e foi o que salvou a população que teve de enfrentar uma greve de motoristas e metroviários.
Pois, fui contar, semana passada algumas histórias dos bicicleteiros baianos e choveu um monte. Valcir Barreto mandou email dizendo que acertei quando chamei de bicicleteiro, pois no meio dos pedaleiros é o termo que mais gostam de usar, por ciclista parecer mais com corrida. “Fazemos muito mais do que pedalar. Fazemos quase tudo, inclusive dar uma volta com a irmã do Carrapeta”. Vocês lembram que Marcos Carrapeta vendeu a bicicleta e a irmã foi de brinde, né?
Então Gilson Cunha, lá de Santo Amaro lembrou de Claudete (não digo o sobrenome) que por uma volta de bicicleta dos meninos, retribuia com generosas horas de amor. Um monte de meninos acompanhava a moça generosa em suas bicicletadas pelos matos.
A história mais interessante vem de Jerry Conceição. Ele lembrou que eu estava aprendendo a andar de bicicleta, no Alto do Bonfim, quando tirou a mão do selim, onde garantiu que não iria cair, perdi a direção e desci a ladeira - aquela mesma ladeira que os devotos de oxalá sobem de joelhos - enquanto ele gritava aperte o freio. De boa memória, revê, eu sem saber onde ficava o freio, e numa última tentativa de não amassar com a testa os ônibus da Viazul, que passavam no cruzamento, metendo minhas havaianas no asfalto. Uma sandália veio parar na canela. A outra quase derrete com a fricção. Não parei, entrei de peito na Farmácia Nossa Senhora da Guia e ainda ouvi piada dele: “Pelo menos já caiu no mertiolate”. E outra piada de mais um amigo: “estas havaianas são boas mesmo, Não é propaganda, não”. E eu lá com os olhos arregalados, todo arranhado e o coração aos pulos. Nunca mais montei bicicleta.
Pior fez Angelo Aleluia, que se chamava Angelo - sem acento - porque a mãe olhou para os seus olhinhos azuis e cabelos encaracolados, loirinhos, pois o miserável já nasceu cabeludo e dizem que até pentelhudo e vaticinou que seria um anjo de pessoa. O sobrenome, na verdade era apelido, pois o cara era um diabo, mas na frente de mãe parecia um querubim, falando baixo sim senhora, bênça mãe, beijo vó. E com os vizinhos que o odiavam e nada adiantava contar suas estrepulias para a mãe que ela não acreditava “meu Angelozinho? Nunca que ele faria isso, né meu amorzinho” e ele balançava humildemente a cabeça, sem tirar os olhos do chão “é mesmo mãe!”. Pois, com a vizinhança, na presença da velha era um tal de bom dia, como vai a família, boa noite. Na Igreja Batista respondia tudo com um aleluia.
O disgramado roubou a bicicleta de Sansão enquanto este parava na banca de revista para comprar figurinhas da Copa do Mundo, e se mandou. Foi para a Feira do Rolo, lá no Curtume, e trocou a bicicleta por dois canários belgas, bons de briga. Voltando para casa encontrou o dono da bicicleta, um cara forte como o nome deixou deduzir, que disse ou a bicicleta ou a morte. Angelo Aleluia voltou para a Feira do Rolo e não conseguiu desfazer o negócio, mas quando o outro vacilou pegou a bicicleta e saiu pedalando feito louco. Na fuga não viu que estava indo em direção à linha do trem, justamente quando este passava. Só ouviu o apito. Apertou o freio e nada. No desespero meteu o pé nos raios da roda e freou com a cabeça do dedão. Perdeu o dedo, mas escapou das rodas do trem. Só não escapou das porradas que levou de Sansão e do cara que tinha feito negócio. Foi cacete para mais de um hora. Um: por favor é sua vez... O outro: obrigado amigo... sua vez agora.. E o pau comendo no lombo de Angelo Aleluia.
Jolivaldo Freitas é escritor e jornalista. e-mail: jfk6@uol.com.br
recortado da tribuna da bahia e publicado no bikebook.blogspot.com
JOLIVALDO FREITAS, jornalista, escritor-texto recortado da Tribuna da Bahia , de 12.11.2007.
O que tem de bicicletista nesta Bahia, talvez só perca para Barcelona, que instituiu o veículo como grande alternativa ao trânsito de automóveis, e basta chegar na frente de uma parada de ônibus, pagar 1 euro por meia hora, sair pedalando e deixar a bicicleta no local de destino. A mesma coisa fez agora a cidade de Paris, e foi o que salvou a população que teve de enfrentar uma greve de motoristas e metroviários.
Pois, fui contar, semana passada algumas histórias dos bicicleteiros baianos e choveu um monte. Valcir Barreto mandou email dizendo que acertei quando chamei de bicicleteiro, pois no meio dos pedaleiros é o termo que mais gostam de usar, por ciclista parecer mais com corrida. “Fazemos muito mais do que pedalar. Fazemos quase tudo, inclusive dar uma volta com a irmã do Carrapeta”. Vocês lembram que Marcos Carrapeta vendeu a bicicleta e a irmã foi de brinde, né?
Então Gilson Cunha, lá de Santo Amaro lembrou de Claudete (não digo o sobrenome) que por uma volta de bicicleta dos meninos, retribuia com generosas horas de amor. Um monte de meninos acompanhava a moça generosa em suas bicicletadas pelos matos.
A história mais interessante vem de Jerry Conceição. Ele lembrou que eu estava aprendendo a andar de bicicleta, no Alto do Bonfim, quando tirou a mão do selim, onde garantiu que não iria cair, perdi a direção e desci a ladeira - aquela mesma ladeira que os devotos de oxalá sobem de joelhos - enquanto ele gritava aperte o freio. De boa memória, revê, eu sem saber onde ficava o freio, e numa última tentativa de não amassar com a testa os ônibus da Viazul, que passavam no cruzamento, metendo minhas havaianas no asfalto. Uma sandália veio parar na canela. A outra quase derrete com a fricção. Não parei, entrei de peito na Farmácia Nossa Senhora da Guia e ainda ouvi piada dele: “Pelo menos já caiu no mertiolate”. E outra piada de mais um amigo: “estas havaianas são boas mesmo, Não é propaganda, não”. E eu lá com os olhos arregalados, todo arranhado e o coração aos pulos. Nunca mais montei bicicleta.
Pior fez Angelo Aleluia, que se chamava Angelo - sem acento - porque a mãe olhou para os seus olhinhos azuis e cabelos encaracolados, loirinhos, pois o miserável já nasceu cabeludo e dizem que até pentelhudo e vaticinou que seria um anjo de pessoa. O sobrenome, na verdade era apelido, pois o cara era um diabo, mas na frente de mãe parecia um querubim, falando baixo sim senhora, bênça mãe, beijo vó. E com os vizinhos que o odiavam e nada adiantava contar suas estrepulias para a mãe que ela não acreditava “meu Angelozinho? Nunca que ele faria isso, né meu amorzinho” e ele balançava humildemente a cabeça, sem tirar os olhos do chão “é mesmo mãe!”. Pois, com a vizinhança, na presença da velha era um tal de bom dia, como vai a família, boa noite. Na Igreja Batista respondia tudo com um aleluia.
O disgramado roubou a bicicleta de Sansão enquanto este parava na banca de revista para comprar figurinhas da Copa do Mundo, e se mandou. Foi para a Feira do Rolo, lá no Curtume, e trocou a bicicleta por dois canários belgas, bons de briga. Voltando para casa encontrou o dono da bicicleta, um cara forte como o nome deixou deduzir, que disse ou a bicicleta ou a morte. Angelo Aleluia voltou para a Feira do Rolo e não conseguiu desfazer o negócio, mas quando o outro vacilou pegou a bicicleta e saiu pedalando feito louco. Na fuga não viu que estava indo em direção à linha do trem, justamente quando este passava. Só ouviu o apito. Apertou o freio e nada. No desespero meteu o pé nos raios da roda e freou com a cabeça do dedão. Perdeu o dedo, mas escapou das rodas do trem. Só não escapou das porradas que levou de Sansão e do cara que tinha feito negócio. Foi cacete para mais de um hora. Um: por favor é sua vez... O outro: obrigado amigo... sua vez agora.. E o pau comendo no lombo de Angelo Aleluia.
Jolivaldo Freitas é escritor e jornalista. e-mail: jfk6@uol.com.br
recortado da tribuna da bahia e publicado no bikebook.blogspot.com
quarta-feira, 7 de novembro de 2007
GRAVAÇÃO REDEBAHIA REVISTA
Quem se interessar em ter gravação de programas transmitidos pelo REDE BAHIA REVISTA, pode entrar em contato com as empresas abaixo.
Seguem:
CM Mídia - 3245-0305
Mídia Clip - 3240-3363
SOS Telespectadores - 3495-2066 / 3356-6660
Varjão & Associados - 8846-6146 / 3344-6800
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terça-feira, 6 de novembro de 2007
TRONO DO JURA
Banquinho ou “Trono do Jura”,na Justiça do Trabalho.
Valci Barreto
publicado no muraldebugarin.com e no
bikebook.blogspot.com
Quem entrava no antigo prédio da Justiça do Trabalho, no bairro de Nazaré, em Salvador-Bahia, tinha à sua disposição um banco para sentar enquanto aguardava a fila de protocolo . Nele também se sentava, invariavelmente todos os dias, uma das figuras mais queridas daquela Justiça; o advogado, especializado em cáculos trabalhistas, Juracy Dourado , para aguardar seus clientes, amigos, contatos e ocasionais devedores.
Cumprimentado por todos e a todos cumprimentando, o local preferido pelo Jura tinha uma linha divisória imaginária, respeitada por todos. Era o “Banquinho do Jura”.
Quando a Justiça do Trabalho mudou-se para o Comércio, uma das maiores preocupações da adminstração do forum trabalhista, servidores, comissões, advogados e até da mais alta cúpula do Tribunal, era a mudança daquele “Banquinho”.
Travadas as mais acalouradas discussões a respeito da transferencia daquela justiça especializada, um item não poderia ser questionado: o” Banquinho do Jura “ teria que ser instalado na nova séde, garantia dada pelo eminente Presidente do Tribunal , Desembargador Roberto Pessoa e pela administração do novo Forum. Demorou um pouco, mas finalmente foi instalado com “pompas e circunstancias”, como se dizia antigamente. Não faltaram as lágrimas, as emoções, os festejos, os discursos, os salgadinhos, os refrigerantes.
Pessoas que não conhecem a história, muitas vezes questionam porque o nome banquinho e não cadeira , já que esta é a sua forma. Mas que importa mudar o nome da rosa se ela não será menos perfumada?
Daí porque, banco, cadeira, local de sentar, seja qual for o nome, será sempre do Jura; agora com reais linhas divisórias, até mesmo para não haver dúvidas dos seus limites.
Assemelhando-se a uma cadeira e considerando o local instalado, muitos incautos ali se sentam pensando tratar-se apenas de "uma cadeira fora de lugar." Porém, por razões que só as espiritualidades explicam, os que assim procedem portam-se como verdadeiros reis; ilusões de quem um dia conseguiu sentar, ainda que por alguns minutos, em algum cadeira destinada às magestades. Tal sensação determiminou , naturalmente, a alteração do seu nome para “Trono do Jura”.
Não pudemos estar presentes na festa da instalação. Mas fizemos questão de ir depois para fotografar e testemunhar a sua imponência , exatamente no momento em que,com permissão do Jura, sentavam-se figuras proeminentes da Justiça do Trabalho, funcionários, advogados, diretores de vara , prepostos e o Magistrado Paulo Temporal. Postei-me no meu devido lugar, orgulhosamente, de “papagaio de rei”. Do rei Jura.
Bem merecida a mudança do banquinho, e do nome, operada pelo Tribunal Trabalhista, na gestão do eminente Desembargador Roberto Pessoa que não iria deixar para ser realizada pelo novo Presidente, eminente Desembargador Paulino Couto; obra de tamanha importância ninguem vai deixar para sucessor inaugurar!
Publicado no muraldebugarin.com e no
bikebook.blogspot.com
Fotos em “galeria de fotos”, do muraldebugarin.com
Valci Barreto
publicado no muraldebugarin.com e no
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Quem entrava no antigo prédio da Justiça do Trabalho, no bairro de Nazaré, em Salvador-Bahia, tinha à sua disposição um banco para sentar enquanto aguardava a fila de protocolo . Nele também se sentava, invariavelmente todos os dias, uma das figuras mais queridas daquela Justiça; o advogado, especializado em cáculos trabalhistas, Juracy Dourado , para aguardar seus clientes, amigos, contatos e ocasionais devedores.
Cumprimentado por todos e a todos cumprimentando, o local preferido pelo Jura tinha uma linha divisória imaginária, respeitada por todos. Era o “Banquinho do Jura”.
Quando a Justiça do Trabalho mudou-se para o Comércio, uma das maiores preocupações da adminstração do forum trabalhista, servidores, comissões, advogados e até da mais alta cúpula do Tribunal, era a mudança daquele “Banquinho”.
Travadas as mais acalouradas discussões a respeito da transferencia daquela justiça especializada, um item não poderia ser questionado: o” Banquinho do Jura “ teria que ser instalado na nova séde, garantia dada pelo eminente Presidente do Tribunal , Desembargador Roberto Pessoa e pela administração do novo Forum. Demorou um pouco, mas finalmente foi instalado com “pompas e circunstancias”, como se dizia antigamente. Não faltaram as lágrimas, as emoções, os festejos, os discursos, os salgadinhos, os refrigerantes.
Pessoas que não conhecem a história, muitas vezes questionam porque o nome banquinho e não cadeira , já que esta é a sua forma. Mas que importa mudar o nome da rosa se ela não será menos perfumada?
Daí porque, banco, cadeira, local de sentar, seja qual for o nome, será sempre do Jura; agora com reais linhas divisórias, até mesmo para não haver dúvidas dos seus limites.
Assemelhando-se a uma cadeira e considerando o local instalado, muitos incautos ali se sentam pensando tratar-se apenas de "uma cadeira fora de lugar." Porém, por razões que só as espiritualidades explicam, os que assim procedem portam-se como verdadeiros reis; ilusões de quem um dia conseguiu sentar, ainda que por alguns minutos, em algum cadeira destinada às magestades. Tal sensação determiminou , naturalmente, a alteração do seu nome para “Trono do Jura”.
Não pudemos estar presentes na festa da instalação. Mas fizemos questão de ir depois para fotografar e testemunhar a sua imponência , exatamente no momento em que,com permissão do Jura, sentavam-se figuras proeminentes da Justiça do Trabalho, funcionários, advogados, diretores de vara , prepostos e o Magistrado Paulo Temporal. Postei-me no meu devido lugar, orgulhosamente, de “papagaio de rei”. Do rei Jura.
Bem merecida a mudança do banquinho, e do nome, operada pelo Tribunal Trabalhista, na gestão do eminente Desembargador Roberto Pessoa que não iria deixar para ser realizada pelo novo Presidente, eminente Desembargador Paulino Couto; obra de tamanha importância ninguem vai deixar para sucessor inaugurar!
Publicado no muraldebugarin.com e no
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segunda-feira, 29 de outubro de 2007
Dica Gastronômica na orla de Belém/PA

Icoaraci quer dizer “de frente para o sol” num dialeto indígena. É um distrito à 20 Km de Belém/PA e que surgiu há 126 anos quando a antiga Fazenda Pinheiro foi elevada a povoação de Santa Isabel. Hoje Icoaraci é famosa pelas olarias de artesanato em cerâmica marajoara, pela deliciosa água de côco, pelo encantador pôr-do-sol e pelos vários restaurantes de peixes e mariscos em sua orla do Rio Guajará.
O restaurante Na Telha surgiu inspirado no extinto restaurante Rainha do Mar, pequenino e artesanal e que foi o precursor das demais casas em Icoaraci.
Os pratos típicos do restaurante “Na Telha” são os servidos na telha como peixe, camarão e mariscos com molho cremoso no tucupi e leite de côco.
Possui dois ambientes: um interno com decoração de peças marítimas e outro externo com mesinhas na calçada de frente para a bela orla e a brisa do Rio Guajará.

Restaurante Na Telha
Rua Siqueira Mendes 263
Icoaraci – Belém/PA
Fone: (91) 3227-0853
domingo, 28 de outubro de 2007
Amir Klink na 8a. Bienal em Salvador
Texto de Valci Barreto
Uma das estrelas da 8ª Bienal do Livro de Salvador foi o navegador/escritor Amyr Klink que lançou o livro, de sua autoria, “LINHA D ÁGUA – Entre Estaleiros e Homens do Mar” da Editora Companhia das Letras.
Aproveite para participar da sua palestra , ocorrida no Café Literário, instalado na Bienal, adquirir o seu livro autografado.
Muitas pessoas estavam ali certas de que iriam ouvir as aventuras do navegador pelos mares do mundo.
Não foi assim. Das suas viagens, de navegação, de construção de barcos falou pouco.
Foi contundente, no início e no final da palestra, que as suas viagens começaram, na verdade, nas páginas dos livros que falavam das aventuras dos navegadores que o inspirou. Assegurou que sem eles nem as teria começado. Através das suas leituras, não teve dúvida do caminho que trilharia.
Dissertou sobre o potencial da Bahia para criação de escolas de navegação, recomendando a hotéis, órgãos públicos, empresas de turismo de nosso estado que criassem escolas de navegação. Citou navegantes, especialmente franceses, que, em pequenos barcos, escolas simples, de baixo custo, realizam façanhas incríveis pelos mares do mundo.
Deu lições de que as coisas podem ser simples, destituídas das ostentações e arrogâncias de comportamento que caracterizam a nossa cultura de um modo geral.
Saí dali certo de ter assistido a uma das mais importantes e proveitosas palestras a que assiti.
Quando abro a orelha do livro do Amyr, leio a nota de Stephen Kanitz:
“Amyr Klink é um dos melhores palestrantes a que já assisti, e eu já assisti a muitos. Ele sobe no palco , meio tímido, fica praticamente imóvel no centro o tempo todo e conta suas histórias de forma apaixonada. Você não percebe o tempo passar e fica triste quando a exposição termina e anunciam o próximo palestrante....”
Foi assim que também me senti.
Quatro amigos nossos fizeram uma viagem de cicloturismo de Ouro Preto a Paraty. Fazíamos brincadeiras no sentido de que o Amyr os esperariam em Paraty. No lançamento do Linha D'Água, falamos com o autor sobre a brincadeira. Demonstrando interesse pela história, com muita simpatia e generosidade, afirmou que seu estaleiro estava à disposição para a guarda das bicicletas dos aventureiros baianos em uma próxima viagem ; e pôs, ao lado do autógrafo, a mensagem para o George Argolo, um dos participantes daquela aventura: “após ....... faço um convite para seguirmos a viagem por mar....”. Oferecemos o livro com a mensagem ao George como presente de aniversário, certos de que as lágrimas rolariam. E foi o que aconteceu.
Fiz questão de anotar as mais entusiásticas lições do autor de LINHA D'ÁGUA, colhidas em sua palestra para transmitir aos leitores de MEU ZINE, MUNDO DA BIKE ,MURALDEBUGARIN.COM e do bikebook.blogspot.com:
“Comprem livros, gastem os olhos nos livros; através deles vocês descobrirão, não somente o mundo do mar, mas outros e outros mundos. E escrevam, escrevam, leiam, contem histórias para seus filhos, criem disciplina para fazerem um diário das suas vidas. Foi através dos livros e das minhas simples anotações que tudo começou para mim”. (Amyr Klink)
publicado no bikbook.blogspot.com
As fostos estão no muraldebugarin.com em "galeria de fotos".
Texto de Valci Barreto
Uma das estrelas da 8ª Bienal do Livro de Salvador foi o navegador/escritor Amyr Klink que lançou o livro, de sua autoria, “LINHA D ÁGUA – Entre Estaleiros e Homens do Mar” da Editora Companhia das Letras.
Aproveite para participar da sua palestra , ocorrida no Café Literário, instalado na Bienal, adquirir o seu livro autografado.
Muitas pessoas estavam ali certas de que iriam ouvir as aventuras do navegador pelos mares do mundo.
Não foi assim. Das suas viagens, de navegação, de construção de barcos falou pouco.
Foi contundente, no início e no final da palestra, que as suas viagens começaram, na verdade, nas páginas dos livros que falavam das aventuras dos navegadores que o inspirou. Assegurou que sem eles nem as teria começado. Através das suas leituras, não teve dúvida do caminho que trilharia.
Dissertou sobre o potencial da Bahia para criação de escolas de navegação, recomendando a hotéis, órgãos públicos, empresas de turismo de nosso estado que criassem escolas de navegação. Citou navegantes, especialmente franceses, que, em pequenos barcos, escolas simples, de baixo custo, realizam façanhas incríveis pelos mares do mundo.
Deu lições de que as coisas podem ser simples, destituídas das ostentações e arrogâncias de comportamento que caracterizam a nossa cultura de um modo geral.
Saí dali certo de ter assistido a uma das mais importantes e proveitosas palestras a que assiti.
Quando abro a orelha do livro do Amyr, leio a nota de Stephen Kanitz:
“Amyr Klink é um dos melhores palestrantes a que já assisti, e eu já assisti a muitos. Ele sobe no palco , meio tímido, fica praticamente imóvel no centro o tempo todo e conta suas histórias de forma apaixonada. Você não percebe o tempo passar e fica triste quando a exposição termina e anunciam o próximo palestrante....”
Foi assim que também me senti.
Quatro amigos nossos fizeram uma viagem de cicloturismo de Ouro Preto a Paraty. Fazíamos brincadeiras no sentido de que o Amyr os esperariam em Paraty. No lançamento do Linha D'Água, falamos com o autor sobre a brincadeira. Demonstrando interesse pela história, com muita simpatia e generosidade, afirmou que seu estaleiro estava à disposição para a guarda das bicicletas dos aventureiros baianos em uma próxima viagem ; e pôs, ao lado do autógrafo, a mensagem para o George Argolo, um dos participantes daquela aventura: “após ....... faço um convite para seguirmos a viagem por mar....”. Oferecemos o livro com a mensagem ao George como presente de aniversário, certos de que as lágrimas rolariam. E foi o que aconteceu.
Fiz questão de anotar as mais entusiásticas lições do autor de LINHA D'ÁGUA, colhidas em sua palestra para transmitir aos leitores de MEU ZINE, MUNDO DA BIKE ,MURALDEBUGARIN.COM e do bikebook.blogspot.com:
“Comprem livros, gastem os olhos nos livros; através deles vocês descobrirão, não somente o mundo do mar, mas outros e outros mundos. E escrevam, escrevam, leiam, contem histórias para seus filhos, criem disciplina para fazerem um diário das suas vidas. Foi através dos livros e das minhas simples anotações que tudo começou para mim”. (Amyr Klink)
publicado no bikbook.blogspot.com
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