FESTA DO BONFIM NO PEDAL.
Valci Barreto.Editor do bikebook.blogspot.com
colaborador do muraldebugarin.com
Marcado o encontro para às 08 horas, às 7.55 cheguei em frente ao Elevador Lacerda. Lá já estavam Luzinete, sua irmã, artista plástica Kátia, fotógrafo Augusto, e as paulistas, estudiosas de música e dança Mara e Daniela. De todos, conhecia apenas Luzinete e Daniela. Esta última apenas do último passeio da ASBEB.-Enquanto planejávamos a saída, outros foram chegando. Primeiro o Tony, do amigos do Tony, como sempre com sua generosidade e simpatia, levando presentes, brindes, bonés do seu grupo para os companheiros de pedal e nos convidando para o pedal da sogra, já agendado para 17.02.2008.-Mudamos da frente do Elevador para o lado do monumento de Mario Cravo, quando aparece uma pessoa toda paramentada, estilizada, paramentada de branco, lindamente vestida, dos pés à cabeça, empunhando máquinas e equipamentos fotográficos, não deixando dúvida de que ali estava uma artista da fotografia, ou mesmo uma repórter fotográfica. Dirigindo-se ela para Augusto, perguntei-lhe se era alguém do Salvadorfotoclube, sempre presentes nestes eventos. Responde a senhora que não. Augusto informa que era sua mãe. Comemorando a surpresa, pergunto ao Augusto o nome dela obtendo a resposta: Marisa Viana. Aí não tive mais o que perguntar: tratava-se exatamente de uma das grandes fotógrafas do Brasil, com livros publicados, nomes em todas as revistas especializadas da Arte Fotográfica. Conheço Marisa de muitos dos seus trabalhos, livros, exposições , lojas de fotografias; mas naquele momento, realmente ,não a reconheci de imediato. Nem por isto foi menor a festa que fiz para a “mãe do Augusto”! Aproveitei estar ao lado do seu filho, que acabara de conhecer, e não vacilei: vamos ser fotografados pela papisa da fotografia da Bahia, o que de fato aconteceu, para nossa honra.-Assim começou nosso dia de cortejo: recebendo brindes de Tony e a Arte de Marisa. Neste momento, mais bicicleteiros foram aparecendo: Luzia; Jaime Almeida, meu colega de Faculdade, funcionário aposentado da Justiça do Trabalho; e seu amigo, aposentado da Ferbasa, o paraibano Carlos, iniciante nos pedais.-A pedido de Luzia, aguardamos pelo Lázaro que, não aparecendo, resolvemos seguir. Mas o encontramos logo após o Mercado Modelo, atendendo a mil telefonemas dos atrasados de sempre:” tô aqui na paralela,"" Tô aqui em Simões Filho, mas tô chegando” . Já sei os conteúdos destas ligações, confirmados por ele. Para os que não chegam no horário combinado, transforma o organizador do passeio, que espera, um verdadeiro administrador de almoxarifado ou de transporte de uma grande empresa:”Ta onde? Tô chegando” “ Não saia daí não” Frases que todos conhecem , por demais, na Bahia. Como os atrasados não iriam chegar tão cedo(muitos perdidos pelos caminhos, nem ao centro da cidade conseguiram, óbvio), Eu e mais alguns deixamos o Lázaro, sob protestos educados de Luzia, que queria todo mundo junto, e iniciamos nosso pedal em direção à Colina: Jaime, Augusto, Kátia, Luzinete, Mara, Daniela , Carlos e mais alguns. A bondade do Lázaro não lhe permitiu a mesma iniciativa. Líder é assim mesmo: tem que dar um pouco, pelo menos, do seu sacrifício para os seus liderados. Solidário aos atrasados preferiu aguardar. Dividiu-se o grupo , mas fomos nos reencontrando pelos caminhos. Na Colina, nos juntamos novamente, bem antes da chegada dos cortejos, para a foto “oficial”. Lá estava o nosso amigo , motoboy na Ilha de Itaparica, com sua bicicleta de vários andares, que também pousou ao nosso lado.-Pelo caminhos , turistas nos acenavam, abordavam, pediam informações, demonstravam desejos de fazer o cortejo também no pedal. Estimulamos a todos, e distribuímos nossos panfletos cicloeducativos. Após a colina, contornamos a Igreja e paramos no bar/restaurante onde mora uma afilhada de Augusto, que nos serviu um caldo de mocotó e uma dobradinha especial. Marisa Viana apareceu e de novo nos premiou com mais um click da turma e nos ofereceu um livro com postais de fotos da sua autoria. Como é conhecida no seu meio, a Marisa não gosta, não quer ser fotografada. Por isto, não tivemos a sorte de pousar ao seu lado.-Fomos visitados por Kleber, sobrinho do Kleber Alves, que garantiu agregar-se aos nossos futuros pedais. Trinta e três anos, hipertenso, gordinho, não tem dúvida: o pedal será o remédio, como já foi para tantos. (Mas com acompanhamento médico Kleber!)-Após a dobradinha, refrigerantes, caldinho, seguimos para a Ribeira, para mostrar às paulistas o cenário deslumbrante da região. Tínhamos como destino a Sorveteria da Ribeira. Morando Luzinete e sua irmã em Plataforma e não pretendendo ir no pedal, fizeram uma sugestão pela qual todos ficaram encantados: faríamos , de barco , com nossas bicicletas, a travessia Ribeira/Plataforma. Não poderia haver melhor surpresa para todos! As paulistas vibraram. Nós também.-Logo na entrada, a simpatia de Tiane, da bilheteria; do segurança Djalma e dos condudores do barco O CONQUISTADOR, que, literalmente nos conquistou, com a presteza, cuidados e respeito com que colocavam as nossas bicicletas em cima da Barca e nos conduziram.Fizemos a travessia contemplando aquele belo cenário, apesar da pobreza das casas que contornam aquele mar.Nenhum de nós, baianos e paulista, nem mesmo Luzinete e Kátia, da região, conheciam este trajeto de barco. Todos comemoramos a descoberta, que não aconteceria se não estívessemos de bicicleta. O cansaço de Kátia deu-nos este presente. Feita a travessia e cumprida a missão de deixar Luzia , Kátia e Luzinete, em Plataforma, retornamos no mesmo barco e paramos na sorveteria da \Ribeira. Lá estavam Jaime e Carlos que haviam-se perdido de nós no alto da colina. Após o sorvete, saíamos quando ali adentrava o ex prefeito e candidato ao mesmo cargo, Imbassay . Com o seu jeito de simpatia natural, aliou o de candidato, nos cumprimentando como quem estivesse nos alertando: "quero voltar, me ajudem". Diferente , se no cargo estivesse, era a sua companha naquele momento: apenas alguns prováveis amigos ou familiares. Retornamos até a praça da Inglaterra, com as ruas todas livres para nós; Na região do Porto, atravessamos a rua, sem nenhum obstáculo, subimos o Taboão, seguimos empurrando as bicies pela Baixa do Sapateiro e Ladeira da Igreja de Santana. Ficaram Jaime, Augusto e Carlos na Moraria , enquanto, ainda empurrando as bicis, atravessamos toda a Joana Angélica , até o Jardim da Piedade . A partir daí ,pedalamos juntos até o Garcia, onde ficaram as paulistas. Garantiu-nos terem ficado felizes com a forma de ter festejado o Senhor do Bonfim; e nos prometeu escrever sobre esta experiência, até mesmo para que outros, inclusive seus conterrâneos, possam viver a mesma e gostosa experiência.-Assim foi o nosso cortejo ciclístico. E sempre relatamos para dizer às pessoas:-No cortejo da pedal, cheando antes.-Mesmo nublado, deve-se ir de manga comprida, protetor solar, calça comprida, para se proteger do sol. As paulistas não sofreram mais porque demos alguns paliativos: blusa e protetor solar. Mas as perninhas eram quase churrrasco," tadinhas." Prometeram tomar os cuidados nas próximas.-Descobrimos o encanto de uma pequena travessia que não conhecíamos.Faremos um Jabuti para Plataforma, fazendo a mesma travessia (cinqüenta centavos por pessoa e bici não paga)-Ficou mais fácil ir, de pedal, almoçar no Boca de Galinha.Mais pedais virão, agora com novos adeptos, novos cenários, novas emoções e visões de uma Bahia que nem mesmo pessoas aqui nascidas conhecem. E se não pedalar, não descobrirão, talvez, jamais! Fico sentido por elas.-Agora é ilha, Muritiba, Aracuju. O mundo sobre duas rodas de bicicleta.-As fotos serão publicadas no muraldebugarin.com emGaleria de fotos...Eu, que creio em nosso Senhor do Bonfim, agradeci por este dia, pela saude do meu ex sogro, recuperando-se de uma cirurgia, pela minha saúde , dos amigos e familiares. Também pelo prêmio recebido um dia antes: Covite da minha enidade de classe para compor a mesa , e, pessoalmente, pessoalmente, fazer a entrega da carteira da OAB para a minha filha, nova advogada, jornalista Luciana Barreto.(Lu, agora só falta voce pedalar!)publicado no muraldebugarin.com e no bikebook.blogspot.com.......
Leia bikebook.blogspot.com.
saiba o que está acontecendo em S
salvador:
salvadoracontece.blogspot.com
========
participe dos nossos passeios e ações em favor das bicicletas nas ruas de Salvador, acessando nosos blogs e sites:
muraldebugarin.com . Na página principal, sites e blogs de pedal.
................................
Editores: VALCI BARRETO, Advogado, estudante de jornalismo. Fones: 9999-9221 (Tim), 3384-3419 e 8760-7969 (Oi). Email: valcibarretoadv@yahoo.com.br. Colaboradores: Itana Mangieri, Alberto Bugarin e Sérgio Bezerra. Todos blogueiros, cicloativistas e amantes de livros, fotos e videos - Interesses do Blog: reportagens, artigos, com destaque especial para passeios de bicicletas, livros, cultura em geral, cicloativismo, cicloturismo e educação para o trânsito. Colaborações serão sempre bem vindas.
sexta-feira, 18 de janeiro de 2008
quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
terça-feira, 15 de janeiro de 2008
TENDA DA CENTRAL DO CARNAVAL INAUGURADA.
SALVADORACONTECE.BLOGSPOT.COM.
JAI, UM SORRISO DA BAHIA, NA LOJA DA CENTRAL, NO TERREIRO DE JESUS.
Valci Barreto (as fotos do evento serão publicadas no muraldebugarin.com, em galeria de fotos)
Editor do bikebook.blogspot.com
meu zine
colaborador do muradebugarin.com
Lançada ontem, festivamente, a TENDA DA CENTRAL DO CARNAVAL, no Aeroclube. Como sempre, muita gente bonita, imprensa, autoridades e as colaboradoras, como sempre bem produzidas , sorrisoS estampados nos belos rostos a dizer: este será mais mais um grande carnaval da Central.
Na tenda estão sendo vendidos : camisetas, brindes, chaveiros, bolsas, bonés, canetas, e lindos marcadores para leitura de livros.
Quem quiser dar uma lembrança a alguém, não terá dificuldade de encontrar na Tenda da Central , nas lojas do Iguatemi, Barra e ao lado da Igreja de São Francisco, no Terreiro de Jesus.
Os ciclistas que passarem pelo Terreiro, mesmo que nada comprem, façam uma visita à baiana Jai, cuja história contaremos depois para os amantes do pedal e fãs do Camaleão/NANA/ Chciletes com Banana. Ela distribui sua beleza, simpatia, colorido e muita humanidade na Loja da Central, no Terreiro de Jesus.
Não se inibam em tirar uma foto ao lado da da Jai. Dica : Ela adora livro, revista, até mesmo uma página, que contenha receitas de doces, salgados, quitutes. Turistas , visitantes que quiserem uma foto ao lado de Jai, não se inibam: ela gosta e nada é cobrado.
Mais um motivo para visitar a Loja da Central do Pelourinho.
Quem quiser saber o que acontece em Salvador, acessem o site SALVADORACONTECE.BLOGSPOT.COM ,do jornalista PORTUGES/BAIANO , Amaro, que se fez presente na inauguração da Tenda da Central.
Hoje, 15.01.2008, às 21 horas, Vernissage na Galeria Panorama de Arte, sob o tema BICICLETA.
Você é nosso convidado.===========================
INAUGURADO, NA SABINO SILVA, AO LADO DA CREPERIA MARIPOSA, UM EXCELENTE RESTAURANTE COM COMIDA PORTUGUESA. E DE PORTUGES, COM ESPERIENCIA INTERNACIONAL EM GASTRONOMIA.
Fui, vi, gostei, fui bem atendido e voltarei. RESTAURANTE LISBOA, sabino Silva, na Pracinha, ao lado da Creperia Mariposa. Não tem como errar.
PUBLICADO NO MURALDEBUGARIN.COM====================================================================
Ajude o planenta, andando de bike, plantando uma árvore, economizando água , não poluindo sua casa, rua ou cidade.===================================================================
FESTA DO BONFIM-VAMOS DE BIKE, SAIDA PONTUAL, 08 HORAS, FRENT ELEVADOR LACERDA. CHEGO ANTES. APÓS AS 08 FICAMOS CIRCULANDO POR ALI. 8 horas é apenas um encontro, não há grupo, oraganização de grupo, quer ser agrega, quem quer vai só. o encontro é só para um bate papo. Eu sigo com meu amigo lazaro e sua turma do Naturabikeação.
Valci Barreto.
=================================================================
ENCADERNAÇÃO ARTESANALENCADERNAÇÃO ARTESANAL E IMPRESSÃO GRÁFICA
Valci Barreto,
Editor do MEU ZINE,link do site muraldebugarin.come do amigosdebike.com.br
Uma arte quase em extinção é de encadernador artesanal de livros.Para o senhor Gabriel, no entanto, enquanto vivo for, diz ele, tiver forças a arte da encadernação artesanal não vai morrer. Podem vir as indústrias que ele estará encadernando, recuperando livros(não é restaurador), coleções , cartas , tudo, enfim, que possa ser encadernado.Sua clientela é formada, bàsicamente, por comerciantes que levam notas fiscais e documentos para serem encadernados.
Há aqueles, porém, apaixonados colecionadores de livros, revistas, fotos antigas que , vendo-as soltas ou rasgadas, levam-nas até o "seu Gabriel" para tê-las com novas roupagens, feitas com o carinho e os cuidados de que ama o que faz.
Costurados, coladas, cortados, aparados os papéis, novos livros e coleções vão se formando , conservando o seu conteúdo, as lembranças e histórias nele contidas, para que mais e mais gerações bebam as sabedorias impressas em papel.
O senhor Gabriel atende no seguinte endereço: Rua da Ajuda, 09, Edfo. Barreiro, quarto andar, telefax 32660903 - 34918602 – 34943491, atrás da Câmara Municipal de Salvador. Faz também serviços de digitação, publicações, impressos, panfletos; lugar simples, mas dotada de muita humanidade, é a gráfica e encadernadora do senhor Gabriel, atrás da Câmara de Vereadores e mail:saogabrielgrafica@hotmail.com
-publicado no muraldebugarin.com
E no bikebook.blogspot.com
SALVADORACONTECE.BLOGSPOT.COM.
JAI, UM SORRISO DA BAHIA, NA LOJA DA CENTRAL, NO TERREIRO DE JESUS.
Valci Barreto (as fotos do evento serão publicadas no muraldebugarin.com, em galeria de fotos)
Editor do bikebook.blogspot.com
meu zine
colaborador do muradebugarin.com
Lançada ontem, festivamente, a TENDA DA CENTRAL DO CARNAVAL, no Aeroclube. Como sempre, muita gente bonita, imprensa, autoridades e as colaboradoras, como sempre bem produzidas , sorrisoS estampados nos belos rostos a dizer: este será mais mais um grande carnaval da Central.
Na tenda estão sendo vendidos : camisetas, brindes, chaveiros, bolsas, bonés, canetas, e lindos marcadores para leitura de livros.
Quem quiser dar uma lembrança a alguém, não terá dificuldade de encontrar na Tenda da Central , nas lojas do Iguatemi, Barra e ao lado da Igreja de São Francisco, no Terreiro de Jesus.
Os ciclistas que passarem pelo Terreiro, mesmo que nada comprem, façam uma visita à baiana Jai, cuja história contaremos depois para os amantes do pedal e fãs do Camaleão/NANA/ Chciletes com Banana. Ela distribui sua beleza, simpatia, colorido e muita humanidade na Loja da Central, no Terreiro de Jesus.
Não se inibam em tirar uma foto ao lado da da Jai. Dica : Ela adora livro, revista, até mesmo uma página, que contenha receitas de doces, salgados, quitutes. Turistas , visitantes que quiserem uma foto ao lado de Jai, não se inibam: ela gosta e nada é cobrado.
Mais um motivo para visitar a Loja da Central do Pelourinho.
Quem quiser saber o que acontece em Salvador, acessem o site SALVADORACONTECE.BLOGSPOT.COM ,do jornalista PORTUGES/BAIANO , Amaro, que se fez presente na inauguração da Tenda da Central.
Hoje, 15.01.2008, às 21 horas, Vernissage na Galeria Panorama de Arte, sob o tema BICICLETA.
Você é nosso convidado.===========================
INAUGURADO, NA SABINO SILVA, AO LADO DA CREPERIA MARIPOSA, UM EXCELENTE RESTAURANTE COM COMIDA PORTUGUESA. E DE PORTUGES, COM ESPERIENCIA INTERNACIONAL EM GASTRONOMIA.
Fui, vi, gostei, fui bem atendido e voltarei. RESTAURANTE LISBOA, sabino Silva, na Pracinha, ao lado da Creperia Mariposa. Não tem como errar.
PUBLICADO NO MURALDEBUGARIN.COM====================================================================
Ajude o planenta, andando de bike, plantando uma árvore, economizando água , não poluindo sua casa, rua ou cidade.===================================================================
FESTA DO BONFIM-VAMOS DE BIKE, SAIDA PONTUAL, 08 HORAS, FRENT ELEVADOR LACERDA. CHEGO ANTES. APÓS AS 08 FICAMOS CIRCULANDO POR ALI. 8 horas é apenas um encontro, não há grupo, oraganização de grupo, quer ser agrega, quem quer vai só. o encontro é só para um bate papo. Eu sigo com meu amigo lazaro e sua turma do Naturabikeação.
Valci Barreto.
=================================================================
ENCADERNAÇÃO ARTESANALENCADERNAÇÃO ARTESANAL E IMPRESSÃO GRÁFICA
Valci Barreto,
Editor do MEU ZINE,link do site muraldebugarin.come do amigosdebike.com.br
Uma arte quase em extinção é de encadernador artesanal de livros.Para o senhor Gabriel, no entanto, enquanto vivo for, diz ele, tiver forças a arte da encadernação artesanal não vai morrer. Podem vir as indústrias que ele estará encadernando, recuperando livros(não é restaurador), coleções , cartas , tudo, enfim, que possa ser encadernado.Sua clientela é formada, bàsicamente, por comerciantes que levam notas fiscais e documentos para serem encadernados.
Há aqueles, porém, apaixonados colecionadores de livros, revistas, fotos antigas que , vendo-as soltas ou rasgadas, levam-nas até o "seu Gabriel" para tê-las com novas roupagens, feitas com o carinho e os cuidados de que ama o que faz.
Costurados, coladas, cortados, aparados os papéis, novos livros e coleções vão se formando , conservando o seu conteúdo, as lembranças e histórias nele contidas, para que mais e mais gerações bebam as sabedorias impressas em papel.
O senhor Gabriel atende no seguinte endereço: Rua da Ajuda, 09, Edfo. Barreiro, quarto andar, telefax 32660903 - 34918602 – 34943491, atrás da Câmara Municipal de Salvador. Faz também serviços de digitação, publicações, impressos, panfletos; lugar simples, mas dotada de muita humanidade, é a gráfica e encadernadora do senhor Gabriel, atrás da Câmara de Vereadores e mail:saogabrielgrafica@hotmail.com
-publicado no muraldebugarin.com
E no bikebook.blogspot.com
segunda-feira, 14 de janeiro de 2008
Magui, Luzia, Sergio Bezerra e Valci, encontro no Farol da Barra.-Vá de bike ao Museu da Caixa Econômica(CAIXA CULTURAL) RUA CARLOS GOMES, AO LADO DO CLUBE DE ENGENHARIA . Exposição de fotograficas e de fotográfos que fazem parte da História da Fotografia, publicadas na Revista Magnun. Imperdível. Levem seus filhos. Eles vão agradecer.
BUZINADAS, VAMOS EVITAR.
Valci Barretoeditor do bikebook.blogspot.com
colaborador do muraldebugarin.com
Lamentavelmente, somos um povo barulhento, apaixonado por buzinas, sons elevados. Independentemente de classe social, os soteropolitanos(falo do que conheço, por isto falo dos conterrâneos. Do interior, tenho apenas informaçoes o a situação é caso é de polícia e de saúde pública), abusam da utilização de som alto : carros com verdadeiros trios elétricos , circulam pelas ruas ou param em qualquer lugar sem o mínimo de respeito a quem não quer ouvir; rádios a toda altura, em qualquer lugar e horário, até em frente de hospitais e escolas. Nestas, a buzina é usada para chamar o filhinho, quando deveria ser ele educado para aguardar na porta a chegada da mamãe/papai. A mamãe/papai ; se o menino não se disciplina , ou ela , em relação ao horário para apanhar, deveria estacionar o carro e , a pé, buscá-lo. Como todos só andam apressados, estressados, muitas vezes mais por impulso, hábito, do que por necessidade ,ou não quer ter trabalho, " tome-lhe buzina"; Os outros que tapem os ouvidos.Em casa, "sorta o som", muitas vezes até altas madrugadas, normalmente com as piores músicas. Se alguém for reclamar, muitos saem até de revolver em punho:" a casa é minha, o som é meu".Nos postos de gasolina, mesmo com todas os avisos da Sucom, a rapaziada ainda abusa. O proprietário ou funcionário, com medo das multas, ou até de agressões, pedem para baixar ou desligar o som. Muitas veze não resolve. Aí tem que a polícia ser acionada.Esta prática não é civilizada, não é aceita por muitos. Estes, com medo de violências, sustos, retaliações, normalmente ficam caladas. Suportam sofrendo, como é próprio dos pacíficos e tímidos.Não agüentando e ainda tendo coragem, chamam a Polícia. Quando esta aparece, o barulhento, o violento, o "dono de tudo", fica quietinho, bonitinho, baixa o som. Muitos, “humilhados” vão atrás de quem denunciou.Ou seja, coisas que poderiam ser resolvidas com educação, respeito, tem que ser com a Polícia. Lamentável. Mas ainda bem que ela, apesar de todas as críticas, está aí também para isto.Esta prática, que decorre da falta de respeito que o cidadão tem para com o seu semelhante, chega também aos passeios ciclísticos, óbvio.Todos nós, ciclistas, pelo menos em nossos grupos, devemos fazer um esforço para evitar as buzinadas que costumam alguns praticar. Muitos buzinam a cada segundo, com som elevado, poluidor, desrespeitador aos do grupo que não gostam e não têm coragem de reclamar e aos pedestres que se assustam, que têm seus ouvidos agredidos por este tipo de buzina.O som tem a ver com alegria, com defesa, com aviso. Mas não deve ele ser usado como arma para alguém aparecer , fazer barulho, incomodar. Não deve ser usado como instrumento de agressão, desrespeito a quem não gosta ou não suporta o barulho.Só para exemplificar, um domingo ,de manhã cedo, passou um ciclista pela região do Rio vermelho; não havia na rua sequer uma pessoa, um carro ou qualquer obstáculo. Mesmo assim , acionava uma buzina, daquelas de tipo de som para caminhão em estrada, com intervalos de segundos. Sinceramente, não dá para entender um comportamento deste. As pessoas dormindo , descansando ,naquele horário, sendo obrigado a conviver com este tipo de coisa . Acho que uma conversa com estas pessoas pode ajudar muito. Quando estou em grupos de pedais, e percebo que a pssoa não vai ser agressiva, costumo pedir para não buzinar .Seria bom que todos assim procedessem.Vamos fazer algo para que estas buzinadas não acontecem em nossos passeios, que elas sejam usadas apenas como proteção do ciclista ou do pedestre, em estradas ou em grandes velocidades, jamais no centro de qualquer cidade. As agressões sonoras, praticadas pelos carros, aparelhos de som em prédios, festas em casas que tenham vizinhos por perto, são as mesmas cometidas pelos ciclistas com as suas buzinadas.Não sou líder, comandante, coordenador de nenhum grupo de bicicletas. Participo de todos que eu posso. Os grupos organizados, de um modo geral, conseguem aliviar estas buzinadas. Vamos fazer um esforço para que os que pedalam sozinhos assim também se comportem. É bom para todos e passamos a ser mais respeitados pela comunidade que nos vê. Nós, cicloativistas, ciclistas, estamos sempre pedindo que nos respeitem. Mas , quando algum ciclista utiliza aquelas buzinas ,estão desrespeitando os outros, inclusive a ciclistas que também não gostam, não desejam o barulho.Uma aliviada, pelo menos, será muito bom para que tenhamos o respeito que tanto pedimos para nós.publicado no muraldebugarin.com
eno bikebook.blogspot.com
Valci Barretoeditor do bikebook.blogspot.com
colaborador do muraldebugarin.com
Lamentavelmente, somos um povo barulhento, apaixonado por buzinas, sons elevados. Independentemente de classe social, os soteropolitanos(falo do que conheço, por isto falo dos conterrâneos. Do interior, tenho apenas informaçoes o a situação é caso é de polícia e de saúde pública), abusam da utilização de som alto : carros com verdadeiros trios elétricos , circulam pelas ruas ou param em qualquer lugar sem o mínimo de respeito a quem não quer ouvir; rádios a toda altura, em qualquer lugar e horário, até em frente de hospitais e escolas. Nestas, a buzina é usada para chamar o filhinho, quando deveria ser ele educado para aguardar na porta a chegada da mamãe/papai. A mamãe/papai ; se o menino não se disciplina , ou ela , em relação ao horário para apanhar, deveria estacionar o carro e , a pé, buscá-lo. Como todos só andam apressados, estressados, muitas vezes mais por impulso, hábito, do que por necessidade ,ou não quer ter trabalho, " tome-lhe buzina"; Os outros que tapem os ouvidos.Em casa, "sorta o som", muitas vezes até altas madrugadas, normalmente com as piores músicas. Se alguém for reclamar, muitos saem até de revolver em punho:" a casa é minha, o som é meu".Nos postos de gasolina, mesmo com todas os avisos da Sucom, a rapaziada ainda abusa. O proprietário ou funcionário, com medo das multas, ou até de agressões, pedem para baixar ou desligar o som. Muitas veze não resolve. Aí tem que a polícia ser acionada.Esta prática não é civilizada, não é aceita por muitos. Estes, com medo de violências, sustos, retaliações, normalmente ficam caladas. Suportam sofrendo, como é próprio dos pacíficos e tímidos.Não agüentando e ainda tendo coragem, chamam a Polícia. Quando esta aparece, o barulhento, o violento, o "dono de tudo", fica quietinho, bonitinho, baixa o som. Muitos, “humilhados” vão atrás de quem denunciou.Ou seja, coisas que poderiam ser resolvidas com educação, respeito, tem que ser com a Polícia. Lamentável. Mas ainda bem que ela, apesar de todas as críticas, está aí também para isto.Esta prática, que decorre da falta de respeito que o cidadão tem para com o seu semelhante, chega também aos passeios ciclísticos, óbvio.Todos nós, ciclistas, pelo menos em nossos grupos, devemos fazer um esforço para evitar as buzinadas que costumam alguns praticar. Muitos buzinam a cada segundo, com som elevado, poluidor, desrespeitador aos do grupo que não gostam e não têm coragem de reclamar e aos pedestres que se assustam, que têm seus ouvidos agredidos por este tipo de buzina.O som tem a ver com alegria, com defesa, com aviso. Mas não deve ele ser usado como arma para alguém aparecer , fazer barulho, incomodar. Não deve ser usado como instrumento de agressão, desrespeito a quem não gosta ou não suporta o barulho.Só para exemplificar, um domingo ,de manhã cedo, passou um ciclista pela região do Rio vermelho; não havia na rua sequer uma pessoa, um carro ou qualquer obstáculo. Mesmo assim , acionava uma buzina, daquelas de tipo de som para caminhão em estrada, com intervalos de segundos. Sinceramente, não dá para entender um comportamento deste. As pessoas dormindo , descansando ,naquele horário, sendo obrigado a conviver com este tipo de coisa . Acho que uma conversa com estas pessoas pode ajudar muito. Quando estou em grupos de pedais, e percebo que a pssoa não vai ser agressiva, costumo pedir para não buzinar .Seria bom que todos assim procedessem.Vamos fazer algo para que estas buzinadas não acontecem em nossos passeios, que elas sejam usadas apenas como proteção do ciclista ou do pedestre, em estradas ou em grandes velocidades, jamais no centro de qualquer cidade. As agressões sonoras, praticadas pelos carros, aparelhos de som em prédios, festas em casas que tenham vizinhos por perto, são as mesmas cometidas pelos ciclistas com as suas buzinadas.Não sou líder, comandante, coordenador de nenhum grupo de bicicletas. Participo de todos que eu posso. Os grupos organizados, de um modo geral, conseguem aliviar estas buzinadas. Vamos fazer um esforço para que os que pedalam sozinhos assim também se comportem. É bom para todos e passamos a ser mais respeitados pela comunidade que nos vê. Nós, cicloativistas, ciclistas, estamos sempre pedindo que nos respeitem. Mas , quando algum ciclista utiliza aquelas buzinas ,estão desrespeitando os outros, inclusive a ciclistas que também não gostam, não desejam o barulho.Uma aliviada, pelo menos, será muito bom para que tenhamos o respeito que tanto pedimos para nós.publicado no muraldebugarin.com
eno bikebook.blogspot.com
domingo, 13 de janeiro de 2008
NO PEDAL PARA A COLINA SAGRADA.
Valci Barreto
Bikebook.blogspot.com
Muraldebugarin.com
-Até 1976, quando trabalhava em um banco, no bairro do Comércio, via passar o cortejo da festa do Bonfim com as suas carroças enfeitadas, muita gente bonita queimada pelo sol da Bahia, charangas que todos conhecem. Quem podia participar, de verdade, da festa eram: estudantes, turistas, funcionários públicos, professores, desempregados ou autônomos, figuras carimbadas das praias do Porto da Barra , Pituba e de todas as festas de largo da nossa Capital. Isto porque, mesmo naquela região, o comércio abria normalmente.-As pessoas que trabalhavam em banco, casas comerciais, só poderiam seguir o cortejo se estivessem na condição de proprietários, gerentes, se o patrão fosse muito bonzinho e os liberasse “um pouquinho”. Superiores, bem superiores hierárquicos, como muitos dos que eu conhecia, seguiam meio escondidos, como a dizer ou dizendo: “vou resolver coisas na rua”. No caso dos bancos, os gerentes tinham desculpas mais convincentes para uma ligeira fuga: “visitar clientes potenciais”. Os mais arrojados, que tinham a coragem de assumir que estavam indo “apenas dar uma olhadinha”,normalmente voltavam logo “para dar exemplo” aos seus subordinados.Para os sem "sem cortejo", aquilo era mais tortura do que prazer; porque tinham que se contentar apenas em ver,em olhar os “abençoados.” Acostumados, ninguém se queixava tanto.-Muita gente perdia emprego em carnaval e festa do Bonfim naqueles tempos. Para quem não tinha a mesma coragem, a vingança só poderia acontecer após o expediente e nos sábados e domingos seguintes. Até que eu não sofria tanto em ver tudo aquilo. Sendo do interior, não conhecendo nem tendo participado daquelas caminhadas, não conhecia o fascínio que exercia sobre as pessoas. Comigo isto veio acontecer mais tarde: foi só participar da primeira.
-Depois do banco, entrei para a Faculdade. Havendo aula naqueles dias , preferia deixar a festa para a noite ou para o final de semana.-A composição oficial da festa envolvia um grupo de ciclistas com suas bicicletas enfeitadas de papéis, tecidos, bandeiras, plásticos nos aros e raios, panos brancos , miçangas, fitinhas do Bonfim, com as cores da Bahia. Era o grupo que abria o cortejo, que seguia na frente. E era onde eu desejava estar um dia. Aquele desejo, mesmo moderado, jamais saiu de mim.-As bicicletas deixaram de compor a parte oficial do cortejo. Porém ,teimosas, jamais deixaram de seguirem até a colina. Em todas, individual ou em grupos, os ciclistas sempre apareceram para fazer a sua festa. É assim que também tenho feito.É bom participarmos com outras pessoas de emoções, prazeres que a vida oferece, muitas vezes a custo econômico baixo. A bicicleta me proporciona isto. E não estou só neste viver/pedal. Por isto, há muitos anos, anuncio, marco com amigos, um encontro às 8 horas, em frente ao Elevador Lacerda para seguirmos pedalando até a Colina Sagrada. Oito horas é um compromisso comigo mesmo. E é também para amigos que queiram fazer um encontro, ainda que breve, para seguirmos. Aparecendo ou não pessoas, sigo em frente. Mas ainda não aconteceu de ir sozinho. Sempre aparece alguém; e grupos vão se formando espontaneamente, com pedal educado e muito divertido.Comumente, durante o pedal, alguém do grupo toma a iniciativa de arrecadar, entre os ciclistas agregados, centavos, reais, destinados a compras de alimentos que são entregues no Hospital Irmã Dulce.-Tive como parceiro, por vários anos, o Professor de Direito, Deraldo Brandão. Ultimamente não nos tem acompanhado.Depois tive, e ainda tenho, a companhia do Lázaro , do NATURABIKEAÇÃO . Muitos outros ali também aparecem. --No ano passado, apareceu a nossa querida , professora/cicloativista Luzia Teles. Estava sem poder pedalar, mas estava em condições de seguir a pé. Pedi licença ao pessoal da bike, deixei a minha na Lanchonete do Edson e, solidário Luzia, seguimos a pé, com mais uma amiga. Gosto de participar de qualquer jeito desta festa. Mas não achei ainda outro melhor do que ir afagando a magrelinha. Se ninguém aparecer, vou só. Mas nunca isto aconteceu. Há sempre alguém para fazer o mesmo.
É como irei, todas as vezes que estiver em Salvador, não estar doente ou não ter quem me substitua no trabalho. Tenho sido abençoado pelo senhor do Bonfim: Há muitos anos que a sorte me tem beijado nestes dias. Espero que assim seja todos os anos, enquanto viver e poder pedalar.Quem achar que precisa de convite, sinta-se convidado: estarei, às 8 horas, em frente ao Elevador Lacerda, Monumento de Mário Cravo, no dia da Festa do Bonfim . Posso até chegar antes. Mas 8 horas da manhâ é o meu compromisso. Se eu não aparecer, algo aconteceu. Mas não será motivo para você não manifestar a sua fé, da melhor forma que sempre achei de ir à colina sagrada: no pedal. Tanto para ir, como para voltar!“QUEM TEM FÉ, VAI E VEM NO PEDAL!É como irei e voltarei, mais uma vez neste janeiro de 2008.
....
publicado no muraldebugarin.com e no bikebook.blogspot.com
Valci Barreto
Bikebook.blogspot.com
Muraldebugarin.com
-Até 1976, quando trabalhava em um banco, no bairro do Comércio, via passar o cortejo da festa do Bonfim com as suas carroças enfeitadas, muita gente bonita queimada pelo sol da Bahia, charangas que todos conhecem. Quem podia participar, de verdade, da festa eram: estudantes, turistas, funcionários públicos, professores, desempregados ou autônomos, figuras carimbadas das praias do Porto da Barra , Pituba e de todas as festas de largo da nossa Capital. Isto porque, mesmo naquela região, o comércio abria normalmente.-As pessoas que trabalhavam em banco, casas comerciais, só poderiam seguir o cortejo se estivessem na condição de proprietários, gerentes, se o patrão fosse muito bonzinho e os liberasse “um pouquinho”. Superiores, bem superiores hierárquicos, como muitos dos que eu conhecia, seguiam meio escondidos, como a dizer ou dizendo: “vou resolver coisas na rua”. No caso dos bancos, os gerentes tinham desculpas mais convincentes para uma ligeira fuga: “visitar clientes potenciais”. Os mais arrojados, que tinham a coragem de assumir que estavam indo “apenas dar uma olhadinha”,normalmente voltavam logo “para dar exemplo” aos seus subordinados.Para os sem "sem cortejo", aquilo era mais tortura do que prazer; porque tinham que se contentar apenas em ver,em olhar os “abençoados.” Acostumados, ninguém se queixava tanto.-Muita gente perdia emprego em carnaval e festa do Bonfim naqueles tempos. Para quem não tinha a mesma coragem, a vingança só poderia acontecer após o expediente e nos sábados e domingos seguintes. Até que eu não sofria tanto em ver tudo aquilo. Sendo do interior, não conhecendo nem tendo participado daquelas caminhadas, não conhecia o fascínio que exercia sobre as pessoas. Comigo isto veio acontecer mais tarde: foi só participar da primeira.
-Depois do banco, entrei para a Faculdade. Havendo aula naqueles dias , preferia deixar a festa para a noite ou para o final de semana.-A composição oficial da festa envolvia um grupo de ciclistas com suas bicicletas enfeitadas de papéis, tecidos, bandeiras, plásticos nos aros e raios, panos brancos , miçangas, fitinhas do Bonfim, com as cores da Bahia. Era o grupo que abria o cortejo, que seguia na frente. E era onde eu desejava estar um dia. Aquele desejo, mesmo moderado, jamais saiu de mim.-As bicicletas deixaram de compor a parte oficial do cortejo. Porém ,teimosas, jamais deixaram de seguirem até a colina. Em todas, individual ou em grupos, os ciclistas sempre apareceram para fazer a sua festa. É assim que também tenho feito.É bom participarmos com outras pessoas de emoções, prazeres que a vida oferece, muitas vezes a custo econômico baixo. A bicicleta me proporciona isto. E não estou só neste viver/pedal. Por isto, há muitos anos, anuncio, marco com amigos, um encontro às 8 horas, em frente ao Elevador Lacerda para seguirmos pedalando até a Colina Sagrada. Oito horas é um compromisso comigo mesmo. E é também para amigos que queiram fazer um encontro, ainda que breve, para seguirmos. Aparecendo ou não pessoas, sigo em frente. Mas ainda não aconteceu de ir sozinho. Sempre aparece alguém; e grupos vão se formando espontaneamente, com pedal educado e muito divertido.Comumente, durante o pedal, alguém do grupo toma a iniciativa de arrecadar, entre os ciclistas agregados, centavos, reais, destinados a compras de alimentos que são entregues no Hospital Irmã Dulce.-Tive como parceiro, por vários anos, o Professor de Direito, Deraldo Brandão. Ultimamente não nos tem acompanhado.Depois tive, e ainda tenho, a companhia do Lázaro , do NATURABIKEAÇÃO . Muitos outros ali também aparecem. --No ano passado, apareceu a nossa querida , professora/cicloativista Luzia Teles. Estava sem poder pedalar, mas estava em condições de seguir a pé. Pedi licença ao pessoal da bike, deixei a minha na Lanchonete do Edson e, solidário Luzia, seguimos a pé, com mais uma amiga. Gosto de participar de qualquer jeito desta festa. Mas não achei ainda outro melhor do que ir afagando a magrelinha. Se ninguém aparecer, vou só. Mas nunca isto aconteceu. Há sempre alguém para fazer o mesmo.
É como irei, todas as vezes que estiver em Salvador, não estar doente ou não ter quem me substitua no trabalho. Tenho sido abençoado pelo senhor do Bonfim: Há muitos anos que a sorte me tem beijado nestes dias. Espero que assim seja todos os anos, enquanto viver e poder pedalar.Quem achar que precisa de convite, sinta-se convidado: estarei, às 8 horas, em frente ao Elevador Lacerda, Monumento de Mário Cravo, no dia da Festa do Bonfim . Posso até chegar antes. Mas 8 horas da manhâ é o meu compromisso. Se eu não aparecer, algo aconteceu. Mas não será motivo para você não manifestar a sua fé, da melhor forma que sempre achei de ir à colina sagrada: no pedal. Tanto para ir, como para voltar!“QUEM TEM FÉ, VAI E VEM NO PEDAL!É como irei e voltarei, mais uma vez neste janeiro de 2008.
....
publicado no muraldebugarin.com e no bikebook.blogspot.com
quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Professor Robson Guedes , no passeio ciclístico da ASBEB , abraça senhor Alfredo, que vende livros usados na parte baixa da Ladeira do Fuinil, Sete Portas, Salvador-Ba.
Quem puder e quiser, faça doações de livros para o senhor Alfredo. É uma forma de ajudar o senhor Alfredo a driblar o desemprego e distribuir cultura com os mais carentes. Ele trabalha também aos domingos pela manhã momentos em que há facilidades para estacionamentos de veículo. Sempre o visito de bicicleta.
segunda-feira, 7 de janeiro de 2008
"ARTES"
Valci Barreto
Editor do bikebook.blogspot.com
colaborador do muraldebugarin.com
Como anunciado em nossos sites, organizamos e patrocinamos, em parceria com a PANORAMA GALERIA DE ARTE , uma exposição de pintura sobre o tema “BICICLETA”.
Esta é a segunda exposição sobre o tema , que integrará o calendário cultural de Salvador. Ano passado, o evento contou com a presença da imprensa, tv, jornais, rádios, autoridades, muitos artistas, amadores e profissionais, ciclistas e autoridades , inclusive o Consul de Portugal.
“ A BICICLETA “
VERNISSAGE :
15 de Janeiro ( terça-feira ) às 21:00 horas
> ARTISTAS PARTICIPANTES: ANDRÉ GUIMARÃES, DJALMA ARAUJO LIMA, FADA FADUL, GLÁUCIA BASTOS DE ARAUJO, ITO MEIRELES FILHO, LOURIVAL, MARIA NAZARÉ SANTOS, MOACYR MUNIZ, NELSON DE PHILIPPE, NEUZA COLARES, OLGA LOPES, SILVIO ALMEIDA, SUELI ALCÂNTARA, T. A. LIMA.
> Período : 15 até 29 de janeiro de 2008
Horário : Segunda a sexta-feira : 9:30 às 12:00 e das 14:00 às 18:00 horas = Sábado : 9:30 às 12:00 horasTelefax : 55 ( 71 ) 3240 – 6375 Fones : 55 ( 71 ) 3248 – 0237 = 9982 – 2254 = 8106 – 9558RUA ESCRITOR NELSON GALLO,19 – rio vermelho = 41.940–010 = SALVADOR-BAHIA-BRASIL
Para a exposição, contamos com o apoio e colaboração do
Muraldebugarin.com;
Bikebook.blogspot.com;
Locadora Munhoz
George Argolo
VIDROS MURANO, RUA CARLOS GOMES, AO LADO DO CLUBE DE ENGENHARIA.
Curador da Exposição: VALCI BARRETO (valcibarretoadv@yahoo.com.br) >
Este evento é importante para as artes, artistas e para o cicloativismo que desenvolvemos em nossa Capital.
Valci Barreto
Editor do bikebook.blogspot.com
colaborador do muraldebugarin.com
Como anunciado em nossos sites, organizamos e patrocinamos, em parceria com a PANORAMA GALERIA DE ARTE , uma exposição de pintura sobre o tema “BICICLETA”.
Esta é a segunda exposição sobre o tema , que integrará o calendário cultural de Salvador. Ano passado, o evento contou com a presença da imprensa, tv, jornais, rádios, autoridades, muitos artistas, amadores e profissionais, ciclistas e autoridades , inclusive o Consul de Portugal.
“ A BICICLETA “
VERNISSAGE :
15 de Janeiro ( terça-feira ) às 21:00 horas
> ARTISTAS PARTICIPANTES: ANDRÉ GUIMARÃES, DJALMA ARAUJO LIMA, FADA FADUL, GLÁUCIA BASTOS DE ARAUJO, ITO MEIRELES FILHO, LOURIVAL, MARIA NAZARÉ SANTOS, MOACYR MUNIZ, NELSON DE PHILIPPE, NEUZA COLARES, OLGA LOPES, SILVIO ALMEIDA, SUELI ALCÂNTARA, T. A. LIMA.
> Período : 15 até 29 de janeiro de 2008
Horário : Segunda a sexta-feira : 9:30 às 12:00 e das 14:00 às 18:00 horas = Sábado : 9:30 às 12:00 horasTelefax : 55 ( 71 ) 3240 – 6375 Fones : 55 ( 71 ) 3248 – 0237 = 9982 – 2254 = 8106 – 9558RUA ESCRITOR NELSON GALLO,19 – rio vermelho = 41.940–010 = SALVADOR-BAHIA-BRASIL
Para a exposição, contamos com o apoio e colaboração do
Muraldebugarin.com;
Bikebook.blogspot.com;
Locadora Munhoz
George Argolo
VIDROS MURANO, RUA CARLOS GOMES, AO LADO DO CLUBE DE ENGENHARIA.
Curador da Exposição: VALCI BARRETO (valcibarretoadv@yahoo.com.br) >
Este evento é importante para as artes, artistas e para o cicloativismo que desenvolvemos em nossa Capital.
quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
NÃO DEIXEM DE VISITAR EM SALVADOR
DOIS LUGARES EM SALVADOR
Valci Barreto
Editor do bikebook.blogspot.com
meu zine
colaborador do muraldebugarin.com
Em todos os cantos do mundo há locais fora da mídia, fora dos roteiros carimbados pelas agênicas de turismo , públicas ou privadas, que muita gente desconhece. Por isto deixa de estar no lugar que muitas vezes há anos procurava .
Dois destes locais podem ser , em Salvador: BAR DO MARIO ou Verso e Prosa, no final de linha do Condominio Parque Julio Cezar. O ponto de referência para chegar até lá é o SHOPING PONTO 7, na Pituba.Não tem erro: todos sabem onde fica.
Caracterpistica do bar: comidas e tira gostos simples. Musicos amadores e profissionais se renunem para tocar e cantar, em som baixo, mpb e bossa nova. O dono do bar, Mário, tocava com grandes nomes da música baiana ( não estou falahdo de axé, arrocha nem de boquinha na garrafa ou em outro qualquer lugar), mpb nacional; deixou a música como profissão, mas não parou de cantar e tocar com os amigos. Criou, assim o seu bar, que contempla a "mesa da diretoria", onde amigos se sentam e exibem seus talentos (ou não), artistícos. É comum alguns músicos conhecidos nacionalmente por lá aparecer e dar uma canja. E quem souber tocar e cantar, será sempre convidado para participar da festa.
Tiragostos, petiscos, bode, sarapatel, churrasquinhos, tudo muito simples, apenas para temperar a boa música. Você paga baratinho a comida. E a música é servida gratuitamente.-------
...
BISTRÔ PORTO DO SOL, NA BARRA.
Escondidinho, em um dos becos do Porto da Barra, o Porto do Sol é decorado com fotografias de antigos cartazes de Filmes, fotos de artistas que fazem parte da história do cinema. Ver as paredes já vale uma visita ao Porto do Sol. São servidos pratos típicos austro/húngaro, com o mesmo tempero e forma dos servidos nas decadas de 40/50. O fundo músical é de filmes da mesma época.
Os pratos são elaborados e servidos pelos próprios proprietários, com apenas um ou dois auxiliares.Voce pode pedir pratos especais, de acordo com as possibilidadas da casa e com o seu regime alimentar.
Leve seu amigo, amiga, visitante da Bahia para o Bistro Porto do Sol. Ele não vai se arrepender de ter visitado nosssa Capital. Esta dica é dada gratuitamente a quem gosta do que é bom e barato, pelo muraldebugarin.com,meu zine e
bikebook.blogspot.com
O Bistro Porto do Sol fica na Praça do Tamarineiro, quases coladinho ao Mar, próximo também da Associação Atlética da Bahia. Porem , quse coladinho ao mar do Porto da Barra, a mais gostosa práia do mundo, segundo Caetano Veloso, Gilberto Gil, EU e Jolivaldo Freitas.
Quem conhecer ou tiver estes pontos curiosos em Salvador ou qualquer outro local do planeta, mande para nós , com endereços, pontos de referência, de preferencia com fotos, que publicaremos em nossos blogs a custo 0800.
DOIS LUGARES EM SALVADOR
Valci Barreto
Editor do bikebook.blogspot.com
meu zine
colaborador do muraldebugarin.com
Em todos os cantos do mundo há locais fora da mídia, fora dos roteiros carimbados pelas agênicas de turismo , públicas ou privadas, que muita gente desconhece. Por isto deixa de estar no lugar que muitas vezes há anos procurava .
Dois destes locais podem ser , em Salvador: BAR DO MARIO ou Verso e Prosa, no final de linha do Condominio Parque Julio Cezar. O ponto de referência para chegar até lá é o SHOPING PONTO 7, na Pituba.Não tem erro: todos sabem onde fica.
Caracterpistica do bar: comidas e tira gostos simples. Musicos amadores e profissionais se renunem para tocar e cantar, em som baixo, mpb e bossa nova. O dono do bar, Mário, tocava com grandes nomes da música baiana ( não estou falahdo de axé, arrocha nem de boquinha na garrafa ou em outro qualquer lugar), mpb nacional; deixou a música como profissão, mas não parou de cantar e tocar com os amigos. Criou, assim o seu bar, que contempla a "mesa da diretoria", onde amigos se sentam e exibem seus talentos (ou não), artistícos. É comum alguns músicos conhecidos nacionalmente por lá aparecer e dar uma canja. E quem souber tocar e cantar, será sempre convidado para participar da festa.
Tiragostos, petiscos, bode, sarapatel, churrasquinhos, tudo muito simples, apenas para temperar a boa música. Você paga baratinho a comida. E a música é servida gratuitamente.-------
...
BISTRÔ PORTO DO SOL, NA BARRA.
Escondidinho, em um dos becos do Porto da Barra, o Porto do Sol é decorado com fotografias de antigos cartazes de Filmes, fotos de artistas que fazem parte da história do cinema. Ver as paredes já vale uma visita ao Porto do Sol. São servidos pratos típicos austro/húngaro, com o mesmo tempero e forma dos servidos nas decadas de 40/50. O fundo músical é de filmes da mesma época.
Os pratos são elaborados e servidos pelos próprios proprietários, com apenas um ou dois auxiliares.Voce pode pedir pratos especais, de acordo com as possibilidadas da casa e com o seu regime alimentar.
Leve seu amigo, amiga, visitante da Bahia para o Bistro Porto do Sol. Ele não vai se arrepender de ter visitado nosssa Capital. Esta dica é dada gratuitamente a quem gosta do que é bom e barato, pelo muraldebugarin.com,meu zine e
bikebook.blogspot.com
O Bistro Porto do Sol fica na Praça do Tamarineiro, quases coladinho ao Mar, próximo também da Associação Atlética da Bahia. Porem , quse coladinho ao mar do Porto da Barra, a mais gostosa práia do mundo, segundo Caetano Veloso, Gilberto Gil, EU e Jolivaldo Freitas.
Quem conhecer ou tiver estes pontos curiosos em Salvador ou qualquer outro local do planeta, mande para nós , com endereços, pontos de referência, de preferencia com fotos, que publicaremos em nossos blogs a custo 0800.
quarta-feira, 2 de janeiro de 2008
Professora Luzia Teles, cicloativista em pedal exemplar!
==================================================
============================================================
ASBEB E SOBREMESA DE JABUTIS VAGAROSOS.
Valci Barreto
Editor do bikebook.blogspot.com
Colaborador do muraldebugarin.com
O último passeio da ASBEB (07.01.2008), demonstrou, mais uma vez , a sua importância como "pedal educador",ao verificarmos que as lições de como se deve comportar em um passeio ciclistico, estão sendo absorvidas por todos. Respeito, civilidade, boa conduta. O som em nível bem melhor do que os ensurdecedores de antes. Tudo bom, tudo ótimo. Comportamentos exemplares, nenhuma gritaria nem aquelas buzinadas por demais rejeitadas pelos organizadores. Não vi ninguém fazendo “acobracias” ou pedalando pelos passeis.
Foi o que vi até o Terreiro de Jesus. É que, do Terreiro, juntamente com Magui e Luzia nos despedimos da turma para seguimos fazendo um Jabuti básico.
O número de pedalantes não foi dos maiores, o que é normal quando o sol está muito forte, levando os bicicleteiros para locais mais distantes como linha verde e orla de Salvador.
O novo grupo de pedal, SUBA AI, da Ferreira Santos, Federação, inaugurou sua camiseta, que homenageia o Vitória e Flamengo. Vamos colocar um azuzinho e branco aí , pelo menos, viu turma? Mas como no pedal não há rivalidade de torcida nem de pedalantes, vocês estão salvos! Apesar das corres, ficaram bonitas as camisetas. Parabéns! Os outros grupos saudaram o SUBA AI, que já começa com tudo, prometendo grandes pedais. Anderson e Cadu são os comandantes, pessoas nossas conhecidas, da Ferreira Santos.
O AmigosdoTony, apesar da ausência de “Lindo Olhar” e da “nossa sogra”, fez-se presente, com , (não tenham ciúmes!) a mais bela camisa do passeio, que , entre outros detalhes, tem uma atenção especial do Pelotão Águia, que atesta a idoneidade do grupo.
Eu e mais alguns amigos, recebemos presente especial do amigosdotony: pochete gravado com nome do Meu Zine, que muito nos honrou.
Uma senhora levou filhos do rankin de bicicross, campeão e vice , em campeonato em feira de Santana. Prometeu-nos informações que postaremos aqui.
Na Praça da Sé, uma simpática carioca, Glicia, nos abordou para tomar informações dos nossos passeios. Encantada com nossas mensagens, com a imagem do que viu, prometeu recomendar nossos grupos para suas amigas cariocas, que retornará em breve para salvador e irá pedalar conosco. Seja bem vinda Glicia!
Alisson, campeão baiano de Bicicros, que começou a pedalar na ASBEB, ainda garotinho, com seu papai coruja, professor Robson, presenteou a ASBEB com sua presença, merecendo o aplauso dos pedalantes no Terreiro de Jesus.
Eu, Luzia e Magui, nos despedimos da turma, no Terreiro de Jesus, pois tínhamos que levar a Magui em sua casa mostrando como se faz um Jabuti pelas ruas de Salvador. Iniciando com uma parada no museu da Caixa , na Carlos Gomes, que abriga exposição de fotos de fotógrafos da Magnum. (Agencia que produziu os grandes fotógrafos e as imagens que formam a historia da fotografia). No museu ainda a figura simpática de um segurança, que trabalha no museu, o qual participou comigo , Vtinho, Mariana minha filha, lazaro, tio lu e outros em memorável passeio que fizemos por Periperi, Lamarão, antiga Fábrica da Concisa, afirmando ele que guarda com carinho a lembrança daquele passeio.
Seguimos pela ladeira da Barra. No faro, encontramos o nosso amigo, futuro pedalante, jornalista Sergio Bezerra, que está fazendo a cobertura do que acontece na Barra, para o Band Folia. Sem compromisso nosso ou de Sergio, algum grupo organizado que por lá passar, vamos fazer uma visita ao Sergio, que, se as circunstancias permitirem, alguma imagem poderá ser feita para o melhor programa de cobertura carnavelesca da Bahia, o BAND FOLIA, que há muito já caiu nas graças do baiano.
Dados os abraços, feitas as saudações, promessas e fotos, seguimos para o Mercado do Peixe, sugestão de Luzia para o almoço. Não poderia ser melhor: De cara, fomos recebidos por NEGONA, como para nós se apresentou, figuraça, simpatia contagiante que foi logo abordando, de forma elegante e simpática , conquistando-nos pelos cuidados destinados à guarda das nossas bicicletas. Comemos o delicioso arrumadinho, com um atendimento primoroso da Negona, cheia de alegria, energia, pernas de atleta , segundo ela, de jogar futebol. Disse gostar de pedalar, vai comprar a bike e se agregar ao NATURABIKEAÇÃO e Pedais na Estrada, que é da “sua periferia” e que já conhece de passagens pela sua região onde mora.
No almoço a conversa não poderia ser outra: bicicleta, passeios de bicicletas , projetos de irmos no pedal para Santa Terezinha até o Município e povoado da mesa região, onde nasceu Magui e seus familiares. Afirmou Magui, que um irmão seu, sem costume de pedalar, saiu de Salvdor, com um amigo, no pedal, e fez em um dia , de bicicleta, uma viagem de Salvador até lá. Luzia arregalou os olhos e disse não ter dúvida: vamos faze o mesmo. Luzia ta danada depois de Imabassay......
Passamos para tomar uma coca no Bar do Mario, quase colado à casa de Magui. Vamos fazer um encontro lá, para ouvirmos as canções naquele espaço de música e comida simples e gostosas.
Deixamos Magui e seguimos: Itaigara, Hiper Bom Preço, Iguatemi, Pedacinho do Bonoco, Hiperbox, Barros Reis, Sete Portas, Aquidabã, de onde nos despedimos: ela seguiu para o Barbalho, para a casa de “mainha” e eu para minha casa, certos de mais um dever cumprido.
Participou do passeio o vereador Reginaldo Oliveira, que garantiu: a sua namorada vai também pedalar! E prometeu, mais uma vez, colocar o seu mandando de vereador em favor das bicicletas nas ruas de Salvador.
Sempre presente, também, os nossos queridos JAFÉ E MARCAO, DO ANJOS DE BIKE. Tio Lu está em Muritiba e justificou a sua ausência.
Sentimos a ausência do Naturabikeação, que tinha compromissos, George Argolo, Alex Machado e Lu Saraiva, entre outros que sempre se fazem presentes nos nossos pedais da ASBEB.
Mas o Guerreirão estava conosco. Olha o peso!
As fotos vão estar postadas, dentro de poucos dias, no muraldebugarin.com ,em Galeria de Fotos.
Salvador, 07 de janeiro de 2008-01-07
Publicado no muraldebugarin.com
E no
Bikebook.blogspot.com
-vejam progrmaçao de passeios ciclísticos no muraldebugarin.com-amigosdebike.com.br-bikebook.blogspot.com-pedaisnaestrada-sincronia-mundodabike.
PESQUISE NESTE BLOG:
NÃO JOGEM LIVROS NO LIXO
JABUTIS VAGAROSOS
MURALDEBUGARIN.COM
PERFIS DE PASSEIOS CICLISTÍCOS EM SALVADOR
LIVROS USADOS
VOLTA CICLISTICA ITAPAGIPANA
no quadro acima, à esquerda, escreva o tema e clik
========================================================
VIVA LUZIA!!!
Valci Barreto
Editor do bikebook.blogspot.com
MEU ZINE
colabordor do muraldebugarin.com
De muita significação a pedalada de nossa querida professora, cicloativista, Luzia Teles ,que saiu de Salvador , no dia 30.12.2007 ,com o grupo NATURABIKEAÇÃO, do cicloativista Lazaro, e pedalou até Praia do Forte. Lázaro voltou com a turma, conforme previsto, no mesmo dia. Luzia, como anunciado, prosseguiu a viagem, solitária, até Imbassay onde descobriu um camping , que aluga barraca, guarda a bicicleta e ainda troca roupa de dormir. Depois de ter curtido práia, conhecido pessoas novas, pregado o "evangelhobike" aos acampados, retornou no dia 02.01.2008 pedalando sozinha. Saiu de Ymbassay às 5.45 e chegou em sua casa, no Barbalho, 11.30. Lázaro, com sua inestimável gentileza, foi receber Luzia em Itapuã, acompanhando-a no pedal até o Barbalho.
O importante para Luzia, e para nós, não foi apenas ter pedalado nestas circunstancias: foi o aprendizado colhido nestes dias de cicloturismo. Entre outras descobertas: camping em Imbassay e Diogo, que aluga barraca com as roupa de domir, por valores módicos, fato muito importante para o nosso cicloturismo ; ter conhecido, no mesmo camping, um cicloturista baiano(não fique com ciumes George!>>) que pedalou de nossa capital até a Nicarágua. Este, em um gesto de generosidade, ofertou-lhe o clássico livro de rubens pinheiro, que conta a viagem deste baiano que pedalou de Salvador até Nova York de 1927 a 1929. Consegui , com muito esforço autorização da Luzia para contar esta sua façanha e que ela escrevesse para nossos blogs maiores detalhes desta viagem. Autorizou-nos este resumo e nos garantiu um texto com mais detalhes, experiencias, aprendizado, emoções e dicas para que outras pessoas tenham a mesma determinção, coragem e fiquem sabendo que , pertinho de nós, há camping que aluga barraca, com roupa e tudo. E ainda guarda a bike!
Luzia, uma façanha desta não pode ficar só para você! Tem mais gente querendo fazer o mesmo e precisa da sua ajuda.
Colhi ainda de Luzia a certeza de que este é apenas o começo de grandes passseios que fará de bike, sozinha ou acompanhada!
Aguardem o relato da propria luzia, telefones e endereços do camping.---------------------------
=====
Ao Dimitri Ganzelovith:
Parabens pelos seus artigos, publicados no muraldebugarin.com. Além de bem escritos, um grito em favor de melhores dias para a Bahia.
Amei o texto sobre o seu encontro com o Juscelino. Um primor, uma obra de literatura.
E mande mais.
valci barreto,editor do bikebook.blogspot.come do muraldebugarin.com
======================================
estou fazendo contatos com o Salvador para que esta turma maravilhosa vá fotografar o passeio da asbeb. O pedido já está sendo analisado pela diretoria do Clube, com possibilidade de ser incluido na pauta.
É uma grande conquista para nós, vez que esta turma divulga suas fotos em exposições que são muito visitadas e são espalhadas para o planeta pela internet.
visitem o site do salvadorfotoclube
e agendem: 15.01.2008, exposição na panorama galeria de arte, sobre o tema BICICLETA.
APOIO: apoio e colaboração:MURALDEBUGARIN.COMLOCADORA MUNHOZVIDROS MURANO, RUA CARLOS GOMES, AO LADO DO CLUBE DE ENGENHARIA.BIKEBOOKBLOGSPOT.COMJPNORCICLOBAHIA
NÃO JOGEM LIVROS NO LIXO
JABUTIS VAGAROSOS
MURALDEBUGARIN.COM
PERFIS DE PASSEIOS CICLISTÍCOS EM SALVADOR
LIVROS USADOS
VOLTA CICLISTICA ITAPAGIPANA
no quadro acima, à esquerda, escreva o tema e clik
========================================================
VIVA LUZIA!!!
Valci Barreto
Editor do bikebook.blogspot.com
MEU ZINE
colabordor do muraldebugarin.com
De muita significação a pedalada de nossa querida professora, cicloativista, Luzia Teles ,que saiu de Salvador , no dia 30.12.2007 ,com o grupo NATURABIKEAÇÃO, do cicloativista Lazaro, e pedalou até Praia do Forte. Lázaro voltou com a turma, conforme previsto, no mesmo dia. Luzia, como anunciado, prosseguiu a viagem, solitária, até Imbassay onde descobriu um camping , que aluga barraca, guarda a bicicleta e ainda troca roupa de dormir. Depois de ter curtido práia, conhecido pessoas novas, pregado o "evangelhobike" aos acampados, retornou no dia 02.01.2008 pedalando sozinha. Saiu de Ymbassay às 5.45 e chegou em sua casa, no Barbalho, 11.30. Lázaro, com sua inestimável gentileza, foi receber Luzia em Itapuã, acompanhando-a no pedal até o Barbalho.
O importante para Luzia, e para nós, não foi apenas ter pedalado nestas circunstancias: foi o aprendizado colhido nestes dias de cicloturismo. Entre outras descobertas: camping em Imbassay e Diogo, que aluga barraca com as roupa de domir, por valores módicos, fato muito importante para o nosso cicloturismo ; ter conhecido, no mesmo camping, um cicloturista baiano(não fique com ciumes George!>>) que pedalou de nossa capital até a Nicarágua. Este, em um gesto de generosidade, ofertou-lhe o clássico livro de rubens pinheiro, que conta a viagem deste baiano que pedalou de Salvador até Nova York de 1927 a 1929. Consegui , com muito esforço autorização da Luzia para contar esta sua façanha e que ela escrevesse para nossos blogs maiores detalhes desta viagem. Autorizou-nos este resumo e nos garantiu um texto com mais detalhes, experiencias, aprendizado, emoções e dicas para que outras pessoas tenham a mesma determinção, coragem e fiquem sabendo que , pertinho de nós, há camping que aluga barraca, com roupa e tudo. E ainda guarda a bike!
Luzia, uma façanha desta não pode ficar só para você! Tem mais gente querendo fazer o mesmo e precisa da sua ajuda.
Colhi ainda de Luzia a certeza de que este é apenas o começo de grandes passseios que fará de bike, sozinha ou acompanhada!
Aguardem o relato da propria luzia, telefones e endereços do camping.---------------------------
=====
Ao Dimitri Ganzelovith:
Parabens pelos seus artigos, publicados no muraldebugarin.com. Além de bem escritos, um grito em favor de melhores dias para a Bahia.
Amei o texto sobre o seu encontro com o Juscelino. Um primor, uma obra de literatura.
E mande mais.
valci barreto,editor do bikebook.blogspot.come do muraldebugarin.com
======================================
estou fazendo contatos com o Salvador para que esta turma maravilhosa vá fotografar o passeio da asbeb. O pedido já está sendo analisado pela diretoria do Clube, com possibilidade de ser incluido na pauta.
É uma grande conquista para nós, vez que esta turma divulga suas fotos em exposições que são muito visitadas e são espalhadas para o planeta pela internet.
visitem o site do salvadorfotoclube
e agendem: 15.01.2008, exposição na panorama galeria de arte, sobre o tema BICICLETA.
APOIO: apoio e colaboração:MURALDEBUGARIN.COMLOCADORA MUNHOZVIDROS MURANO, RUA CARLOS GOMES, AO LADO DO CLUBE DE ENGENHARIA.BIKEBOOKBLOGSPOT.COMJPNORCICLOBAHIA
sábado, 29 de dezembro de 2007
MECÂNICO BICICLETA, PLATÃO AOS DOMINGOS E FERIADOS.
Valci Barreto
Editor do bikebook.blogspot.com
Meu Zine
colaborador do muraldebugarin.com
Há mutos anos que conserto minhas bicicletas, compro usadas, recebo orientações de um mecanico da Vasco da Gama, Reginaldo.
Reginaldo tem uma ofina simples, vende peças simples, quebra o galho de muita gente que, estando no centro, não encontra nenhuma loja o casa de peças para suas bicicletas.
Durante todo o verão, mesmo aos domingos e feriados o reginaldo está abrindo sua loja de peças e oficina de Bicicleta:
Av. Vasco da Gama, lado direito, sentindo Rio Vermelho-Dique do Tororó, Início do Viaduto, do Jardim da Praça Garibaldi, em frente ao "O Baratão", peças de carros.Todo mundo da Vasco da gama sabe onde fica a oficina do Regis, ou Reginaldo.
Dica do bikebook.blogspot.com e do muraldebugarin.com
==============================================
Valci Barreto
Editor do bikebook.blogspot.com
Meu Zine
colaborador do muraldebugarin.com
Há mutos anos que conserto minhas bicicletas, compro usadas, recebo orientações de um mecanico da Vasco da Gama, Reginaldo.
Reginaldo tem uma ofina simples, vende peças simples, quebra o galho de muita gente que, estando no centro, não encontra nenhuma loja o casa de peças para suas bicicletas.
Durante todo o verão, mesmo aos domingos e feriados o reginaldo está abrindo sua loja de peças e oficina de Bicicleta:
Av. Vasco da Gama, lado direito, sentindo Rio Vermelho-Dique do Tororó, Início do Viaduto, do Jardim da Praça Garibaldi, em frente ao "O Baratão", peças de carros.Todo mundo da Vasco da gama sabe onde fica a oficina do Regis, ou Reginaldo.
Dica do bikebook.blogspot.com e do muraldebugarin.com
==============================================
sexta-feira, 28 de dezembro de 2007
BAIANO PEDALOU DE SALVADOR A NOVA YORK
Valci Barreto
Editor do bikebook.blogspot.com
meu zine
colaborador do muraldebugarin.com
Um baiano, em 1927, pedalou, em uma bicicleta comum, Opel, sem marchas, de Salvador a Nova York, chegando à Capital Americana em 1929. O autor da façanha, Rubens Pinheiro, ciquenta anos depois, fez o relato da viagem que se transformou em um livro, importante documento daquela vigem. O pequeno livro me foi ofertado por Rubens Pinheiro, filho do ciclista, que vende selos , moedas , cartões de telefones e postais antigos em frente à séde dos Correios, na Pituba.
Temos conversado com Rubens para tentarmos reeditar este documento histórico, o que certamente acontecerá.
Últimamente, os baianos amantes do pedal têm se interessado pela história. Um deles é o juiz de futebol, CEZAR BRASILEIRO, Juiz de Futebol, que sugeriu a mudança do nome da Av. Magalhalhães Neto, para Av. Rubens Pinhiro. A justificativa do Cezar é o fato de aquela avenida ser o local preferido para treino e provas de ciclismo.
A sugestão movimentou os sites e blogs relacionados a passeios ciclisticos de Salvador.
O cicloativista Gilson Cunha, presidente da ASBB, -Associação dos Bicicleteiros da Bahia, justificando as dificuldades para mudança de nome já existente, sugeriu que , em vez da mudança, fosse o ciclista homenageado com o seu para a nova pista que está sendo construída na Paralela, tendo havido muita manifetação favorável.
Estão aí a sugestões, já acolhidas . Os amantes dos pedais de Bahia, já estão se mobilizando para que não deixe o Rubens de receber as justas homenagens, protificando-se Cezar Brasileiro usar do seu prestigio, empenho e boa vontade para que tudo elas aconteçam. Os cicloativistas já respondem que estão juntos ao Cezar na busca desta conquista, muito importante para todos nós.
Entr outroas reportagens a respeito do tema, foi publicada a que se segue, no jornal À TARDE, já divulgada anteriormente no muraldebugarin.com.
"Quem considera uma façanha heróica a viagem motorizada de Che Guevara pela América do Sul certamente não conhece a história de Rubens Pinheiro. Pois há 80 anos, o jovem baiano, então com 17 anos de idade, saiu de Salvador rumo a Nova York, nos Estados Unidos, pedalando uma bicicleta. Foram 18 mil quilômetros de um raid (jornada) que só terminaria dois anos depois. Um feito até então inédito. Se em 1952 o Che foi da Argentina à Venezuela junto com o amigo Alberto Granado – que escreveu um livro que deu origem ao famoso filme “Diários de Motocicleta”, de Walter Salles – Rubens Pinheiro teve como companhia apenas a sua bicicleta da marca alemã Opel durante toda a viagem. Tudo começou quando Pinheiro conheceu o ciclista pernambucano Maurício Monteiro, que estava de passagem por Salvador rumo a Buenos Aires. Os dois conversaram e Rubens disse que sonhava em fazer uma viagem daquelas. Ouvindo isto, o pernambucano lhe convidou para acompanhá-lo no resto da viagem. Rubens refutou, já que pouco entendia de ciclismo. O pernambucano ironizou-o, dizendo que nenhum baiano teria coragem de fazer uma jornada como aquela. Mas Rubens desafiou-o: “talvez haja um baiano que faça uma viagem maior que a sua”. E faria mesmo. No dia 15 de março de 1927, o jornal soteropolitano Diário de Notícias destacava: “Eram 8 horas e 40 minutos hoje. Um rapaz, roupa de escoteiro, ao lado de uma bycicleta devidamente equipada, recebia os últimos adeuses dos seus camaradas na hora da partida para uma aventura realmente prodigiosa: cobrir, pedalando, as distâncias immensas que separam esta cidade de New York”. Com foguetes, acenos de populares e companhia dos amigos nos primeiros três quilômetros, Rubens partia para uma viagem digna de desbravar a América. Logo viria o primeiro contratempo. Quando estava em Miguel Calmon, foi obrigado a retornar a Salvador, pois o filho do prefeito resolveu dar uma volta na sua bicicleta e acabou destruindo-a. Caminho de volta feito, bicicleta consertada e Rubens seguiu estrada. Pedalando rumo ao norte da Bahia, o ciclista atravessou a divisa do estado do Piauí. De lá passou por Maranhão, Pará e Amazonas. Neste trajeto, apenas no caminho a Manaus ele foi obrigado a pegar um navio. Mesmo assim, passou todo o tempo pedalando no interior da embarcação para, da maneira dele, também percorrer a distância. Depois de sair do Brasil cruzando a fronteira com a Venezuela, passaria por Colômbia, Panamá, Nicarágua, Honduras, El Salvador, Guatemala e México, até entrar nos Estados Unidos, já em 1929. Mais algumas semanas pedalando em solo norte-americano e ele chegaria à Nova York no dia 1º de abril, onde foi recebido pelo cônsul geral do Brasil, Sebastião Sampaio, e ganharia um banquete oferecido pelos brasileiros residentes no bairro do Brooklin. Rubens ainda permaneceu mais dois meses nos Estados Unidos, trabalhando como pôde, até retornar ao Brasil. Diários de bicicleta - Em sua bagagem, Rubens Pinheiro levou um caderno que preencheu com assinaturas de autoridades e das mais diversas pessoas que testemunhavam sua jornada e ofereciam suas boas recomendações para terceiros. Além disso, ele distribuía um cartão com sua identificação, numa forma elegante de pedir contribuições. Uma parte do que ganhava era enviado direto para a mãe, em Salvador. Na Venezuela, chegou a receber dinheiro do próprio presidente do país, o General José Vicente Gómez. No México, foi recebido em pessoa pelo presidente Emilio Portes Gil. Precisando levantar dinheiro para prosseguir viagem, Rubens se virava como podia. Além das doações que recebia, ele fazia exibições ciclísticas e participava de corridas. Apelava também para a criatividade. Numa de suas estadas, fez amizade com um garoto que o conheceu com sua bicicleta na porta do colégio. Rubens deu dinheiro a ele, a um outro amigo e combinaram um plano: foram ao restaurante do hotel e deixaram cartões em todas as mesas, antes que os clientes chegassem. Quando a sala estava repleta, os garotos se levantaram, fazendo questão de serem notados, e deram o dinheiro a Rubens. Em ato contínuo, todos os presentes resolveram seguir o exemplo fazendo doações ao brasileiro. As situações inusitadas do trajeto foram muitas. No alto do Rio Negro, em plena selva amazônica, o baiano se perdeu e acabou passando dois dias em cima de uma árvore, com medo de uma onça que esperava pacientemente para “almoçá-lo”. Quando o bicho se cansou ele deu no pé, saiu correndo e esqueceu a bicicleta, que só foi recuperada dias depois. Foi por manter contato com as pessoas mais diversas que Rubens acabou sendo companheiro de estrada de um homem que carregava dois revólveres. Era simplesmente o revolucionário nicaraguense Augusto César Sandino. Em outro lance da história, ele passou pelo Canal do Panamá e conheceu de perto os revezes da influência dos Estados Unidos na América Central. Em busca do ciclista perdido - Apesar da façanha, o nome de Rubens Pinheiro é completamente desconhecido dos órgãos esportivos. Federação baiana e confederação brasileira de ciclismo, comitê olímpico brasileiro ou mesmo historiadores, ninguém tem sequer uma pista sua. Tudo o que se sabe de sua história foi relatado no livro “Herói esquecido – Raid em bicicleta”, escrito e lançado por ele mesmo, em 1978, meio século depois da façanha. Mas o amargo do esquecimento que ele se queixa no livro começou a ser sentido pelo baiano logo após o raid ciclístico. Quando chegou de navio no Rio de Janeiro, regressando dos EUA, Rubens não teve o apoio nem o reconhecimento desejado dentro do próprio país. Esperou duas semanas até conseguir uma audiência pública com o presidente Washington Luís. Quando se aproximou do mandatário, lhe contou da viagem pedindo também um emprego e uma passagem de volta para a Bahia. “O Brasil mandou você fazer alguma coisa?”, respondeu secamente o presidente, que seria deposto pela revolução de 30. No mesmo dia da decepção na audiência, ele foi acolhido por Luis Lasaigne, diretor da Mesbla na então capital federal, que ficou sensibilizado com a história e lhe deu passagens de volta à Bahia. Em troca, Rubens deixou sua bicicleta para ser exposta na vitrine da loja. Na volta a Salvador, Rubens iria continuar dando mostras de que era um aventureiro por natureza. Se na infância ele aproveitava, escondido, as matinês do Cinema Olympia – além de ter fugido de casa para trabalhar –, agora, depois do raid, continuaria fazendo das suas. Organizou uma missa no Bonfim em que, ao final, desceu as escadarias montado de costas na bicicleta. Uma vez na cidade natal, Rubens logo precisaria se organizar para trabalhar e ganhar a vida. Ele fazia o que aparecia pela frente. Primeiro tirou carteira de habilitação e trabalhou como motorista. Depois, chegou a ser guarda de trânsito. Mas certa feita um grande circo chegou à cidade. E chegou oferecendo um prêmio de um conto de réis para quem se habilitasse a andar de moto no globo da morte. Provavelmente não imaginavam que haveria um Rubens Pinheiro no caminho para topar a parada e ganhar o prêmio. Depois deste dia, seguiu viagem com um grupo mambembe. Largou a corporação e optou pelo circo.Fonte: http://www.atarde.com.br."
Valci Barreto
Editor do bikebook.blogspot.com
meu zine
colaborador do muraldebugarin.com
Um baiano, em 1927, pedalou, em uma bicicleta comum, Opel, sem marchas, de Salvador a Nova York, chegando à Capital Americana em 1929. O autor da façanha, Rubens Pinheiro, ciquenta anos depois, fez o relato da viagem que se transformou em um livro, importante documento daquela vigem. O pequeno livro me foi ofertado por Rubens Pinheiro, filho do ciclista, que vende selos , moedas , cartões de telefones e postais antigos em frente à séde dos Correios, na Pituba.
Temos conversado com Rubens para tentarmos reeditar este documento histórico, o que certamente acontecerá.
Últimamente, os baianos amantes do pedal têm se interessado pela história. Um deles é o juiz de futebol, CEZAR BRASILEIRO, Juiz de Futebol, que sugeriu a mudança do nome da Av. Magalhalhães Neto, para Av. Rubens Pinhiro. A justificativa do Cezar é o fato de aquela avenida ser o local preferido para treino e provas de ciclismo.
A sugestão movimentou os sites e blogs relacionados a passeios ciclisticos de Salvador.
O cicloativista Gilson Cunha, presidente da ASBB, -Associação dos Bicicleteiros da Bahia, justificando as dificuldades para mudança de nome já existente, sugeriu que , em vez da mudança, fosse o ciclista homenageado com o seu para a nova pista que está sendo construída na Paralela, tendo havido muita manifetação favorável.
Estão aí a sugestões, já acolhidas . Os amantes dos pedais de Bahia, já estão se mobilizando para que não deixe o Rubens de receber as justas homenagens, protificando-se Cezar Brasileiro usar do seu prestigio, empenho e boa vontade para que tudo elas aconteçam. Os cicloativistas já respondem que estão juntos ao Cezar na busca desta conquista, muito importante para todos nós.
Entr outroas reportagens a respeito do tema, foi publicada a que se segue, no jornal À TARDE, já divulgada anteriormente no muraldebugarin.com.
"Quem considera uma façanha heróica a viagem motorizada de Che Guevara pela América do Sul certamente não conhece a história de Rubens Pinheiro. Pois há 80 anos, o jovem baiano, então com 17 anos de idade, saiu de Salvador rumo a Nova York, nos Estados Unidos, pedalando uma bicicleta. Foram 18 mil quilômetros de um raid (jornada) que só terminaria dois anos depois. Um feito até então inédito. Se em 1952 o Che foi da Argentina à Venezuela junto com o amigo Alberto Granado – que escreveu um livro que deu origem ao famoso filme “Diários de Motocicleta”, de Walter Salles – Rubens Pinheiro teve como companhia apenas a sua bicicleta da marca alemã Opel durante toda a viagem. Tudo começou quando Pinheiro conheceu o ciclista pernambucano Maurício Monteiro, que estava de passagem por Salvador rumo a Buenos Aires. Os dois conversaram e Rubens disse que sonhava em fazer uma viagem daquelas. Ouvindo isto, o pernambucano lhe convidou para acompanhá-lo no resto da viagem. Rubens refutou, já que pouco entendia de ciclismo. O pernambucano ironizou-o, dizendo que nenhum baiano teria coragem de fazer uma jornada como aquela. Mas Rubens desafiou-o: “talvez haja um baiano que faça uma viagem maior que a sua”. E faria mesmo. No dia 15 de março de 1927, o jornal soteropolitano Diário de Notícias destacava: “Eram 8 horas e 40 minutos hoje. Um rapaz, roupa de escoteiro, ao lado de uma bycicleta devidamente equipada, recebia os últimos adeuses dos seus camaradas na hora da partida para uma aventura realmente prodigiosa: cobrir, pedalando, as distâncias immensas que separam esta cidade de New York”. Com foguetes, acenos de populares e companhia dos amigos nos primeiros três quilômetros, Rubens partia para uma viagem digna de desbravar a América. Logo viria o primeiro contratempo. Quando estava em Miguel Calmon, foi obrigado a retornar a Salvador, pois o filho do prefeito resolveu dar uma volta na sua bicicleta e acabou destruindo-a. Caminho de volta feito, bicicleta consertada e Rubens seguiu estrada. Pedalando rumo ao norte da Bahia, o ciclista atravessou a divisa do estado do Piauí. De lá passou por Maranhão, Pará e Amazonas. Neste trajeto, apenas no caminho a Manaus ele foi obrigado a pegar um navio. Mesmo assim, passou todo o tempo pedalando no interior da embarcação para, da maneira dele, também percorrer a distância. Depois de sair do Brasil cruzando a fronteira com a Venezuela, passaria por Colômbia, Panamá, Nicarágua, Honduras, El Salvador, Guatemala e México, até entrar nos Estados Unidos, já em 1929. Mais algumas semanas pedalando em solo norte-americano e ele chegaria à Nova York no dia 1º de abril, onde foi recebido pelo cônsul geral do Brasil, Sebastião Sampaio, e ganharia um banquete oferecido pelos brasileiros residentes no bairro do Brooklin. Rubens ainda permaneceu mais dois meses nos Estados Unidos, trabalhando como pôde, até retornar ao Brasil. Diários de bicicleta - Em sua bagagem, Rubens Pinheiro levou um caderno que preencheu com assinaturas de autoridades e das mais diversas pessoas que testemunhavam sua jornada e ofereciam suas boas recomendações para terceiros. Além disso, ele distribuía um cartão com sua identificação, numa forma elegante de pedir contribuições. Uma parte do que ganhava era enviado direto para a mãe, em Salvador. Na Venezuela, chegou a receber dinheiro do próprio presidente do país, o General José Vicente Gómez. No México, foi recebido em pessoa pelo presidente Emilio Portes Gil. Precisando levantar dinheiro para prosseguir viagem, Rubens se virava como podia. Além das doações que recebia, ele fazia exibições ciclísticas e participava de corridas. Apelava também para a criatividade. Numa de suas estadas, fez amizade com um garoto que o conheceu com sua bicicleta na porta do colégio. Rubens deu dinheiro a ele, a um outro amigo e combinaram um plano: foram ao restaurante do hotel e deixaram cartões em todas as mesas, antes que os clientes chegassem. Quando a sala estava repleta, os garotos se levantaram, fazendo questão de serem notados, e deram o dinheiro a Rubens. Em ato contínuo, todos os presentes resolveram seguir o exemplo fazendo doações ao brasileiro. As situações inusitadas do trajeto foram muitas. No alto do Rio Negro, em plena selva amazônica, o baiano se perdeu e acabou passando dois dias em cima de uma árvore, com medo de uma onça que esperava pacientemente para “almoçá-lo”. Quando o bicho se cansou ele deu no pé, saiu correndo e esqueceu a bicicleta, que só foi recuperada dias depois. Foi por manter contato com as pessoas mais diversas que Rubens acabou sendo companheiro de estrada de um homem que carregava dois revólveres. Era simplesmente o revolucionário nicaraguense Augusto César Sandino. Em outro lance da história, ele passou pelo Canal do Panamá e conheceu de perto os revezes da influência dos Estados Unidos na América Central. Em busca do ciclista perdido - Apesar da façanha, o nome de Rubens Pinheiro é completamente desconhecido dos órgãos esportivos. Federação baiana e confederação brasileira de ciclismo, comitê olímpico brasileiro ou mesmo historiadores, ninguém tem sequer uma pista sua. Tudo o que se sabe de sua história foi relatado no livro “Herói esquecido – Raid em bicicleta”, escrito e lançado por ele mesmo, em 1978, meio século depois da façanha. Mas o amargo do esquecimento que ele se queixa no livro começou a ser sentido pelo baiano logo após o raid ciclístico. Quando chegou de navio no Rio de Janeiro, regressando dos EUA, Rubens não teve o apoio nem o reconhecimento desejado dentro do próprio país. Esperou duas semanas até conseguir uma audiência pública com o presidente Washington Luís. Quando se aproximou do mandatário, lhe contou da viagem pedindo também um emprego e uma passagem de volta para a Bahia. “O Brasil mandou você fazer alguma coisa?”, respondeu secamente o presidente, que seria deposto pela revolução de 30. No mesmo dia da decepção na audiência, ele foi acolhido por Luis Lasaigne, diretor da Mesbla na então capital federal, que ficou sensibilizado com a história e lhe deu passagens de volta à Bahia. Em troca, Rubens deixou sua bicicleta para ser exposta na vitrine da loja. Na volta a Salvador, Rubens iria continuar dando mostras de que era um aventureiro por natureza. Se na infância ele aproveitava, escondido, as matinês do Cinema Olympia – além de ter fugido de casa para trabalhar –, agora, depois do raid, continuaria fazendo das suas. Organizou uma missa no Bonfim em que, ao final, desceu as escadarias montado de costas na bicicleta. Uma vez na cidade natal, Rubens logo precisaria se organizar para trabalhar e ganhar a vida. Ele fazia o que aparecia pela frente. Primeiro tirou carteira de habilitação e trabalhou como motorista. Depois, chegou a ser guarda de trânsito. Mas certa feita um grande circo chegou à cidade. E chegou oferecendo um prêmio de um conto de réis para quem se habilitasse a andar de moto no globo da morte. Provavelmente não imaginavam que haveria um Rubens Pinheiro no caminho para topar a parada e ganhar o prêmio. Depois deste dia, seguiu viagem com um grupo mambembe. Largou a corporação e optou pelo circo.Fonte: http://www.atarde.com.br."
terça-feira, 25 de dezembro de 2007
FALTA DE RESPEITO AOS CONVIDADOS OU INTERESSADOS.
Valci Barreto,
Editor do bikebook.blogspot.com,
do MEU ZINE e
colaborador do muraldebugarin.com
Em texto publicado no muraldebugarin.com, o ativista cultural ,Dimitri Ganzelevitch, protesta contra a falta de cumprimento de horário por parte de evento anunciado pela Conder.
Evidente que, para sermos justos, deveriamos ouvir a Conder, se quisessémos fazer algum julgamento. Acredito, no entanto, nas palavras do Dimitri porque o relatado pelo ativista está mais de acordo com a nossa "cultura".
Sou de Jaguaquara , interior baiano. Houvesse nascido em qualquer outro local, creio que seria cumpridor de horário, e faria de tudo para cumprir regras de bom viver e de respeito mútuo, mesmo quando relacionados a lazar, esportes, relações sociais.
Vindo morar em Salvador, gostando de estar em movimentos culturais, exposições, esportes, babas de práia etc. e bem jovem , de tudo queria participar, especialmente daqueles que não dependessem de por a mão no bolso.
Com o tamanho da minha Jaguaquara, então com com apenas cinco mil habitantes, chegava aos eventos esportivos, festas, em poucos minutos.
Tudo era mais fácil do que aqui, mesmo porque, até mesmo pelo " boca a boca," ficávamos sabendo se um evento iria ou não acontecer e em que horário. De todo jeito, não sentia tanto atraso como vim a conhecer em Salvador. Fiquei, um pouco disciplinado para cumprimento de horário.
Já com amizades em noosa Capital, e mantendo as dos meus conterrâneos que aqui estudavam ou trabalhavam, com uma certa frequência era convidado para lançamento de livros, exposições, teatros, ou mesmo festinhas, que não eram poucas, em casas de amigos.
Para as festinhas não havia horário rígido, como parece inexistir mesmo nos dias de hoje. Normamente se anunciava: Pode chegar a partir de......acrescido sempre do "mais ou menos", que atende ao hábito de qualquer retardatário contumaz.
Porém, para outros tipos de eventos, como casamento, babas, jogo de frescobol, lançamento de livros, exposições, palestras , aí o "bicho pegava". E ainda " pega" .... O pessoal avisava que seria tal hora e nada mais. Entendia que naquela hora realmente começaria, com as tolerâncias de eventuais pequenos atrasos.
Gostando de ler e tendo aqui chegado para estudar, fazer vestibular e trabalhar, tinha duas sensações muito ruins quando ia a um daqueles eventos e eles atrasavam:perda de tempo e falta de respeito a quem, atendendo ao chamado, chegava no horário.
Depois de umas experiências mal sucedidas, não querendo perder tempo com espera, deixei de ir , sem me arrepender: aos babas, lançamento de livros, exposições, palestras, shows de amigos em barzinho. Ontem, como hoje, se me interessar, vou ao bar, restaurante ou assemelhado para comer, bater papo, esperar ou não, sem compromissos, pelo evento.
Decidido pelo encerramento da minha "carreira" no futebol, festinhas, troquei-os pelo tênis , caminhadas, bicicletas. Nestes estou até hoje, especialmente por serem mais disciplinados com relação aos horários e por poderem ser praticados mesmo quando não havendo companhia. Se não comparecer algum companheiro, podemos "seguir em frente". O tênis pode ser praticado sem parceria, com bate -bola em paredões, comuns nos clubes destinados a este esporte. Bicicleta e caminhada, não tendo companhia ou a companhia atrasando, podemos, da mesma forma, dispensá-la. Pois bem, minha vida de frequentador de shows em restaurantes, bares, lançamento de livros, palestras foi encerrada, há muitos anos atrás, pelo menos como compromisso . Não deixei de ir. Nem deixarei, especialmente se for convidado por algum amigo . Amigo sempre merece algum sacrificio. E sendo amigo ficamos no direito de dar-lhe algumas "reprimendas". Convidado por algum deles, mesmo assim vou com duas armas poderosas: uma caneta , um cartão ou pedaço de papel para que , na hipótese de atraso insuportável para mim, deixar a minha marca: "Estive aqui. Não pude esperá-lo, desejo votos de sucesso." E assino.
Recentemente, aconteceu um fato que chegou a ser engraçado, já que eu não tinha compromisso, nem o artista comigo: Vi anúncio de show de um artista estrangeiro que aconteceria em um restaurante muito agradável no centro de Salvador, nas proximidades do Palácio da Aclamação. Covidei uma amiga para comermos , bebermos algo e resolvermos algumas questões profissionais. Aproveitariamos o momento para ouvirmos uma música, sempre presente naquele ambiente.
Li no realese do jornal que o show , happy hour , teria início, com o referido artista, às 18 horas. Sendo para nós impossível assistí-lo naquele horário, vez que nos reuniríamos às 22 , desistimos do show, mas não de estarmos no restaurante.
Chegamos lá às 22 horas. Ficamos até às 23.50. Às 23 adentro o artista que estava anunciado para as 18 horas, transportando seus equipamentos de som, instrumentos, etc. Curioso, pergunto ao garçom: É este o artista.....?(havia visto sua foto em jornais), obtendo resposta afirmativa. Prossegui perguntando se ele se o referido artista se apresentava naquele local mais de uma vez em cada noite, explicando-lhe que vira o anuncio do seu show para às 18 horas .
Respondeu, então, o atencioso garçom: "Não ; ele se apresenta em um só horário, que é as 18 horas. Mas é que ele às vezes atrasa um pouco."(?)
Eu e a amiga, em respeito ao garçom, prendemos o nosso riso. Se fossemos com intenção de ver o show às 18, certamente teríamos que prender a raiva!
Comentamos, então, como ficariam as pessas que leram a nota, sairam de longe para assistir o shou das 18 , que às 23.50 ainda não começara?
Claro que estes artistas, escritores ou editores de livros, discos, montadores de exposições, palestrantes, contumazes retardatários, não estão nem um pouco preocupados com os prejuizos causados aos outros ,com a falta de respeito ao seu público, muito menos quando se tratar de funcionários públicos.
Mais recentemente, recebi um convite de uma pessoa para uma exposição de pintura que teria lugar em uma bela casa no Morro do Gato. O evento teria início às 21 horas. Cheguei lá, como sempre procuro fazer, no horário. Igualmente ao caso do Dimitri, ninguém ali estava, exceto o caseiro. Não havia, sequer, sinal de que ali iria acontecer um evento daquele para o qual fora convidado. Perguntei então ao caseiro se eu estava no lugar errado ou se fora cancelada a exposição, respondendo ele que: " elas terminaram de arrumar os quadros agora ; foram para casa "se arrumar", "mas já estão chegando"!.....
Deixei meu bilhetinho com o caseiro. Não pude falar bem nem mal dos trabalhos dos artistas que expuseram suas artes. Até hoje não sei, nem tenho curiosidade de saber , se eram bons ou maus . Se elas não estavam se importando comigo, não poderia eu estar preocupado com êles. Não iria comprar nenhum quadro. Se fossem bons eu falaria bem. Se fossem ruins eu ficaria calado, o que seria um saldo positivo para os expostores, se me permitisse ver seus trabalhos.
Brinquei muito carnaval. Ainda brinco, embora de outra forma, e gosto muito. Muitos anos brinquei no Camaleão e nunca deixei de elogiá-lo pela disciplina do horário marcado para a saída. Não tenho lembrança de ter chegado ao local e não ter encontrado tudo organizado, pronto para sair , inclusive com seu astro maior, Bel Marques, com seu trio, e já pronto para o início da maior festa do planeta. O crescimento do carnaval da Bahia , pode determinar atrasos no horário da saída de qualquer bloco de carnaval. Mesmo assim , segundo me dizem, pois há vários anos não desfilo, no horario marcado toda a equipe do Camaleão está de prontidão para o início da folia. Eventos outros, fora do carnaval, organizado pela mesma equipe, que ainda tenho o privilégio de participar, não são diferentes. Primam pela organização, horário e respeito aos seus convidados.
No lançamento de um dos livros do jornalista e escritor Jolivaldo Freitas, vivi uma experiência muito positiva e animadora, demonstrando que nem tudo está perdido, que algo está melhorando. Marcado o lançamento para as vinte horas, lá estava eu , certo de que, sendo ele um rapaz "meio largadão", o que dá até um certo charme aos artistas de um modo geral, fui com as minhas municões preciosas, certo de que deixaria lá o meu bilhete. Para minha surpresa, lá já estava o escritor, de caneta na mão e já autografando para leitores mais pontuais do que eu: tres chegaram antes. Parabenizei os presentes e o escritor; e garanti: pode me chamar para todos os lançamentos dos seus livros que lá estarei. Desta vez, atrasados estavam alguns admiradores do Joli: foram chegando aos poucos, com bastante atraso, formaram uma grande fila . Para o escritor até que não foi ruim: levaram todos os exemplares.
Parece que os escritores baianos estão formando esta safra de cumpridores de horário no seus lançamentos. O mesmo tenho experimentado nos lançamentos de livros do nosso querido homem de TV , e escritor, Ruy Botelho. Por isto, avisado ou não, em lançamentos destes dois , estarei lá para receber a homenagem do autografo em suas obras .
Ninguém é perfeito. Atrasos podem ocorrer. Porém, fazer disto uma regra, desrespeitar horários marcados , sacrificar quem atendeu ao chamado, muitas vezes sem a mínima de satisfação, são atitudes com as quas não podemos conviver.
Por isto meu caro Dimitri, não farei como você, deixando de ir. Faço um "estudo" se vou ou não. Decididio pela ida, vou. Mas de papel e caneta, estas armas poderesos, e, se quem convidou não aparece, ou atrasa muito, deixo meu recado. Se ele não se importou comigo, não serei eu que irei me preocupar com ele. E nem vou ter a curiosidade de saber se meu bilhete vai ou não ser entregue. Ajo assim para manifestar o meu respeito a educação que eles não tiveram por mim nem pelos demais convidados.
Sem ser atleta, sou do mundo dos passeios ciclísticos. Todos sabem deste meu princípio. Convivo muito bem com ele. Não me importo se me acharem um chato. Prefiro ser chato e utilizar meu tempo em outra coisa do que ser bozinho e gastar na espera do retardatário. Também não peço que me esperem. Sem stress, sem dores, sem arrependimentos, sem perder o sono, marcado o horário, não chegando o parceiro, prefiro sair pedalando sòzinho por aí. Dos palestrantes, notadamente das "vedetes" que costumam atrasar, as quais normalmente conheçemos muito bem, meus olhos e ouvidos já estão protegidos contra elas há muitos anos. Dos pedalantes que não gostam de cumprir horário, já estou deles divorciado, dispensadas pensões e partilha de bens; e estamos muito bem assim : eles lá e eu cá.
Esperar, a não ser por amor, dinheiro, vantagens econômicas ou sentimentais, só abro exceções para um artista que merce, em qualquer circusntância , ser esperado: João Gilberto. Quando compro bilhete para um show anunciado deste artista, e ele atrasa , ou não comparece, sempre o perdôo; não me aborreço e nem deixo bilhete. A final, quem ama a arte do João já sabe que ele pode atrasar, ou simplesmente não comparecer. Nós, amantes da sua musicalidade, sempre observamos aos que não o compreende: Quem disse que eu comprei para ouvi-lo? Quero ir, comprei o ingresso, irei; mas ele não é obrigado a fazê-lo. Muito menos chegar no horárío. Estrela verdadeira, brilha sempre. A rotação da terra apenas esconde o brilho do sol, mas não o torna menos quente. João não é menor por ser esperado ou por não comparecer. Até o seu silêncio é uma sinfonia. Os ouvidos dos seus admiradores , como os meus, sabem disso. É a única estrela que merece uma espera . Por sote, a todos que fui, lá no palco ele esteve .Acho até que sabia da minha presença porque sequer atrasou. E nunca foi tão João nem tão Gilberto. Meus ouvidos tiveram a sorte de ouvi-lo , ao vivo, junto com uma das minhas filhas; e até hoje comentamos e comemoramos aquele dia...
Abriria exceções para outras entidades: Pelé, Garrincha e The Beatles . Como o primeiro deixou a bola , Garrincha e os Beatlles não mais existem, esperareei apenas por João Gilberto para seus shows, aos quais ele pode atrasar, comparecer...ou não...
No mais, prefiro deixar meu bilhetinho:
" Estive aqui para lhe ver, mas não dei sorte. Esperar não podia. Desejo a você e ao seus todo o sucesso do mundo. Valci."
Valci Barreto,
Editor do bikebook.blogspot.com,
do MEU ZINE e
colaborador do muraldebugarin.com
Em texto publicado no muraldebugarin.com, o ativista cultural ,Dimitri Ganzelevitch, protesta contra a falta de cumprimento de horário por parte de evento anunciado pela Conder.
Evidente que, para sermos justos, deveriamos ouvir a Conder, se quisessémos fazer algum julgamento. Acredito, no entanto, nas palavras do Dimitri porque o relatado pelo ativista está mais de acordo com a nossa "cultura".
Sou de Jaguaquara , interior baiano. Houvesse nascido em qualquer outro local, creio que seria cumpridor de horário, e faria de tudo para cumprir regras de bom viver e de respeito mútuo, mesmo quando relacionados a lazar, esportes, relações sociais.
Vindo morar em Salvador, gostando de estar em movimentos culturais, exposições, esportes, babas de práia etc. e bem jovem , de tudo queria participar, especialmente daqueles que não dependessem de por a mão no bolso.
Com o tamanho da minha Jaguaquara, então com com apenas cinco mil habitantes, chegava aos eventos esportivos, festas, em poucos minutos.
Tudo era mais fácil do que aqui, mesmo porque, até mesmo pelo " boca a boca," ficávamos sabendo se um evento iria ou não acontecer e em que horário. De todo jeito, não sentia tanto atraso como vim a conhecer em Salvador. Fiquei, um pouco disciplinado para cumprimento de horário.
Já com amizades em noosa Capital, e mantendo as dos meus conterrâneos que aqui estudavam ou trabalhavam, com uma certa frequência era convidado para lançamento de livros, exposições, teatros, ou mesmo festinhas, que não eram poucas, em casas de amigos.
Para as festinhas não havia horário rígido, como parece inexistir mesmo nos dias de hoje. Normamente se anunciava: Pode chegar a partir de......acrescido sempre do "mais ou menos", que atende ao hábito de qualquer retardatário contumaz.
Porém, para outros tipos de eventos, como casamento, babas, jogo de frescobol, lançamento de livros, exposições, palestras , aí o "bicho pegava". E ainda " pega" .... O pessoal avisava que seria tal hora e nada mais. Entendia que naquela hora realmente começaria, com as tolerâncias de eventuais pequenos atrasos.
Gostando de ler e tendo aqui chegado para estudar, fazer vestibular e trabalhar, tinha duas sensações muito ruins quando ia a um daqueles eventos e eles atrasavam:perda de tempo e falta de respeito a quem, atendendo ao chamado, chegava no horário.
Depois de umas experiências mal sucedidas, não querendo perder tempo com espera, deixei de ir , sem me arrepender: aos babas, lançamento de livros, exposições, palestras, shows de amigos em barzinho. Ontem, como hoje, se me interessar, vou ao bar, restaurante ou assemelhado para comer, bater papo, esperar ou não, sem compromissos, pelo evento.
Decidido pelo encerramento da minha "carreira" no futebol, festinhas, troquei-os pelo tênis , caminhadas, bicicletas. Nestes estou até hoje, especialmente por serem mais disciplinados com relação aos horários e por poderem ser praticados mesmo quando não havendo companhia. Se não comparecer algum companheiro, podemos "seguir em frente". O tênis pode ser praticado sem parceria, com bate -bola em paredões, comuns nos clubes destinados a este esporte. Bicicleta e caminhada, não tendo companhia ou a companhia atrasando, podemos, da mesma forma, dispensá-la. Pois bem, minha vida de frequentador de shows em restaurantes, bares, lançamento de livros, palestras foi encerrada, há muitos anos atrás, pelo menos como compromisso . Não deixei de ir. Nem deixarei, especialmente se for convidado por algum amigo . Amigo sempre merece algum sacrificio. E sendo amigo ficamos no direito de dar-lhe algumas "reprimendas". Convidado por algum deles, mesmo assim vou com duas armas poderosas: uma caneta , um cartão ou pedaço de papel para que , na hipótese de atraso insuportável para mim, deixar a minha marca: "Estive aqui. Não pude esperá-lo, desejo votos de sucesso." E assino.
Recentemente, aconteceu um fato que chegou a ser engraçado, já que eu não tinha compromisso, nem o artista comigo: Vi anúncio de show de um artista estrangeiro que aconteceria em um restaurante muito agradável no centro de Salvador, nas proximidades do Palácio da Aclamação. Covidei uma amiga para comermos , bebermos algo e resolvermos algumas questões profissionais. Aproveitariamos o momento para ouvirmos uma música, sempre presente naquele ambiente.
Li no realese do jornal que o show , happy hour , teria início, com o referido artista, às 18 horas. Sendo para nós impossível assistí-lo naquele horário, vez que nos reuniríamos às 22 , desistimos do show, mas não de estarmos no restaurante.
Chegamos lá às 22 horas. Ficamos até às 23.50. Às 23 adentro o artista que estava anunciado para as 18 horas, transportando seus equipamentos de som, instrumentos, etc. Curioso, pergunto ao garçom: É este o artista.....?(havia visto sua foto em jornais), obtendo resposta afirmativa. Prossegui perguntando se ele se o referido artista se apresentava naquele local mais de uma vez em cada noite, explicando-lhe que vira o anuncio do seu show para às 18 horas .
Respondeu, então, o atencioso garçom: "Não ; ele se apresenta em um só horário, que é as 18 horas. Mas é que ele às vezes atrasa um pouco."(?)
Eu e a amiga, em respeito ao garçom, prendemos o nosso riso. Se fossemos com intenção de ver o show às 18, certamente teríamos que prender a raiva!
Comentamos, então, como ficariam as pessas que leram a nota, sairam de longe para assistir o shou das 18 , que às 23.50 ainda não começara?
Claro que estes artistas, escritores ou editores de livros, discos, montadores de exposições, palestrantes, contumazes retardatários, não estão nem um pouco preocupados com os prejuizos causados aos outros ,com a falta de respeito ao seu público, muito menos quando se tratar de funcionários públicos.
Mais recentemente, recebi um convite de uma pessoa para uma exposição de pintura que teria lugar em uma bela casa no Morro do Gato. O evento teria início às 21 horas. Cheguei lá, como sempre procuro fazer, no horário. Igualmente ao caso do Dimitri, ninguém ali estava, exceto o caseiro. Não havia, sequer, sinal de que ali iria acontecer um evento daquele para o qual fora convidado. Perguntei então ao caseiro se eu estava no lugar errado ou se fora cancelada a exposição, respondendo ele que: " elas terminaram de arrumar os quadros agora ; foram para casa "se arrumar", "mas já estão chegando"!.....
Deixei meu bilhetinho com o caseiro. Não pude falar bem nem mal dos trabalhos dos artistas que expuseram suas artes. Até hoje não sei, nem tenho curiosidade de saber , se eram bons ou maus . Se elas não estavam se importando comigo, não poderia eu estar preocupado com êles. Não iria comprar nenhum quadro. Se fossem bons eu falaria bem. Se fossem ruins eu ficaria calado, o que seria um saldo positivo para os expostores, se me permitisse ver seus trabalhos.
Brinquei muito carnaval. Ainda brinco, embora de outra forma, e gosto muito. Muitos anos brinquei no Camaleão e nunca deixei de elogiá-lo pela disciplina do horário marcado para a saída. Não tenho lembrança de ter chegado ao local e não ter encontrado tudo organizado, pronto para sair , inclusive com seu astro maior, Bel Marques, com seu trio, e já pronto para o início da maior festa do planeta. O crescimento do carnaval da Bahia , pode determinar atrasos no horário da saída de qualquer bloco de carnaval. Mesmo assim , segundo me dizem, pois há vários anos não desfilo, no horario marcado toda a equipe do Camaleão está de prontidão para o início da folia. Eventos outros, fora do carnaval, organizado pela mesma equipe, que ainda tenho o privilégio de participar, não são diferentes. Primam pela organização, horário e respeito aos seus convidados.
No lançamento de um dos livros do jornalista e escritor Jolivaldo Freitas, vivi uma experiência muito positiva e animadora, demonstrando que nem tudo está perdido, que algo está melhorando. Marcado o lançamento para as vinte horas, lá estava eu , certo de que, sendo ele um rapaz "meio largadão", o que dá até um certo charme aos artistas de um modo geral, fui com as minhas municões preciosas, certo de que deixaria lá o meu bilhete. Para minha surpresa, lá já estava o escritor, de caneta na mão e já autografando para leitores mais pontuais do que eu: tres chegaram antes. Parabenizei os presentes e o escritor; e garanti: pode me chamar para todos os lançamentos dos seus livros que lá estarei. Desta vez, atrasados estavam alguns admiradores do Joli: foram chegando aos poucos, com bastante atraso, formaram uma grande fila . Para o escritor até que não foi ruim: levaram todos os exemplares.
Parece que os escritores baianos estão formando esta safra de cumpridores de horário no seus lançamentos. O mesmo tenho experimentado nos lançamentos de livros do nosso querido homem de TV , e escritor, Ruy Botelho. Por isto, avisado ou não, em lançamentos destes dois , estarei lá para receber a homenagem do autografo em suas obras .
Ninguém é perfeito. Atrasos podem ocorrer. Porém, fazer disto uma regra, desrespeitar horários marcados , sacrificar quem atendeu ao chamado, muitas vezes sem a mínima de satisfação, são atitudes com as quas não podemos conviver.
Por isto meu caro Dimitri, não farei como você, deixando de ir. Faço um "estudo" se vou ou não. Decididio pela ida, vou. Mas de papel e caneta, estas armas poderesos, e, se quem convidou não aparece, ou atrasa muito, deixo meu recado. Se ele não se importou comigo, não serei eu que irei me preocupar com ele. E nem vou ter a curiosidade de saber se meu bilhete vai ou não ser entregue. Ajo assim para manifestar o meu respeito a educação que eles não tiveram por mim nem pelos demais convidados.
Sem ser atleta, sou do mundo dos passeios ciclísticos. Todos sabem deste meu princípio. Convivo muito bem com ele. Não me importo se me acharem um chato. Prefiro ser chato e utilizar meu tempo em outra coisa do que ser bozinho e gastar na espera do retardatário. Também não peço que me esperem. Sem stress, sem dores, sem arrependimentos, sem perder o sono, marcado o horário, não chegando o parceiro, prefiro sair pedalando sòzinho por aí. Dos palestrantes, notadamente das "vedetes" que costumam atrasar, as quais normalmente conheçemos muito bem, meus olhos e ouvidos já estão protegidos contra elas há muitos anos. Dos pedalantes que não gostam de cumprir horário, já estou deles divorciado, dispensadas pensões e partilha de bens; e estamos muito bem assim : eles lá e eu cá.
Esperar, a não ser por amor, dinheiro, vantagens econômicas ou sentimentais, só abro exceções para um artista que merce, em qualquer circusntância , ser esperado: João Gilberto. Quando compro bilhete para um show anunciado deste artista, e ele atrasa , ou não comparece, sempre o perdôo; não me aborreço e nem deixo bilhete. A final, quem ama a arte do João já sabe que ele pode atrasar, ou simplesmente não comparecer. Nós, amantes da sua musicalidade, sempre observamos aos que não o compreende: Quem disse que eu comprei para ouvi-lo? Quero ir, comprei o ingresso, irei; mas ele não é obrigado a fazê-lo. Muito menos chegar no horárío. Estrela verdadeira, brilha sempre. A rotação da terra apenas esconde o brilho do sol, mas não o torna menos quente. João não é menor por ser esperado ou por não comparecer. Até o seu silêncio é uma sinfonia. Os ouvidos dos seus admiradores , como os meus, sabem disso. É a única estrela que merece uma espera . Por sote, a todos que fui, lá no palco ele esteve .Acho até que sabia da minha presença porque sequer atrasou. E nunca foi tão João nem tão Gilberto. Meus ouvidos tiveram a sorte de ouvi-lo , ao vivo, junto com uma das minhas filhas; e até hoje comentamos e comemoramos aquele dia...
Abriria exceções para outras entidades: Pelé, Garrincha e The Beatles . Como o primeiro deixou a bola , Garrincha e os Beatlles não mais existem, esperareei apenas por João Gilberto para seus shows, aos quais ele pode atrasar, comparecer...ou não...
No mais, prefiro deixar meu bilhetinho:
" Estive aqui para lhe ver, mas não dei sorte. Esperar não podia. Desejo a você e ao seus todo o sucesso do mundo. Valci."
segunda-feira, 24 de dezembro de 2007
PARTICIPE DOS PASSEIOS CICLISTES EM SALVADOR.
veja qual o que melhor se adapta ao seu jeito, velocidade.Se não achar nenhum e quiser pedalar, faça o seu que nós apiaremos e faremos o pedal que voce quiser e gostar. Todos os passeios são gratuitos. Veja em PERIFIS DE PASSEIOS CICLISTICOS EM SALVADOR.
PONTOS DE LIVROS USADOS EM SALVADOR, DICA DE LEITURA, TUDO ISTO AQUI NO BIKEBOOK.BLOGSPOT.COM
veja o muraldebugarin.com, centenas de fotos de passeios ciclísticos.
no muraldebugarin.com, relação de vários blogs e sites de passeios ciclisticos de Salvador.
Conheça os JABUTIS VAGAROSOS e seu perfil.
veja qual o que melhor se adapta ao seu jeito, velocidade.Se não achar nenhum e quiser pedalar, faça o seu que nós apiaremos e faremos o pedal que voce quiser e gostar. Todos os passeios são gratuitos. Veja em PERIFIS DE PASSEIOS CICLISTICOS EM SALVADOR.
PONTOS DE LIVROS USADOS EM SALVADOR, DICA DE LEITURA, TUDO ISTO AQUI NO BIKEBOOK.BLOGSPOT.COM
veja o muraldebugarin.com, centenas de fotos de passeios ciclísticos.
no muraldebugarin.com, relação de vários blogs e sites de passeios ciclisticos de Salvador.
Conheça os JABUTIS VAGAROSOS e seu perfil.
domingo, 23 de dezembro de 2007
LÁZARO , DO NATURABIKEAÇÃO, EM GUARAJUBA E ARACAJU.
Valci Barreto,
Editor do bikebook.blogspot.com
Meu zine, link do site amigosdebike.com.br
Colaborador do muraldebugarin.com
valcibarretoadv@yahoo.com.br
Com onze componentes, o Naturabikeação, criado e mantido pelo cicloativista Lázaro, realizou hoje um passeio ciclístico para Guarajuba. Saiu da nossa Capital, às 6.30, chegou ao destino às 11 horas e às 18.30 todos já estavam em Salvador , alguns já em casa para o merecido Descanso.
Lázaro é uma pessoa simples, apaixonado por passeios ciclístico, querido e respeitado por todos. No seu dia a dia, anda toda a nossa capital de bicicleta, realiza passeios para cidades vizinhas e, freqüentemente, é convidado por prefeituras, empresários, fazendeiros, para participar de eventos filantrópicos , esportivos, festivos. Ensina pessoas de qualquer idade a pedalar, mediante uma diária e um almoço simples, em local que o próprio ciclista pode escolher. A foto de Lázaro está no bikebook.blogspot.com, ao nosso lado e do vereador Everaldo Augusto.
Realiza, entre outros, três passeios ciclísticos que já fazem parte do calendário de passeios ciclísticos baianos:
Bicicloteca, em outubro, quando agrega dezenas de ciclistas para levar livros e revistas usadas para bibliotecas comunitárias.
Pedal dos Três Faróis, de Itapuã ao Bonfim.
Bicicloinfantil, dois ou três por ano, que envolve muitas crianças , pais, parentes, comerciantes e rádio comunitária do bairro de Marechal Rondom. Tem apoio de oficinas, lojas de bicicleta, rádio comunitária e a panificador Mary Pão que distribui lanches para as crianças neste passeio. É uma festa!
Além destes, que organiza, Lazáro participa de eventos de outros grupos , atividades filantrópicas e muitas ações cicloativistas, reivindicando ações do poder público em favor das bicicletas nas ruas como ciclofaixas, ciclovias, implantação de bicicletários e reuniões junto aos políticos e órgãos públicos, mantendo ao seu lado um bom número de colaboradores fiéis, inclusive crianças que pedalam no grupo, estimuladas pelos seus pais.
Realiza ainda o Bike Folia e um passeio, no dia da Lavagem do Bonfim, do Mercado Modelo até a colina sagrada.
O de hoje, para Guarajuba, contou com a participação de Luzia Teles, “Malhado, Rui (Disco de Vinil), Ana (Limãozinho), Simone, esposa de Genivaldo, do Pedais na Estrada, ‘Jaca com Farinha” ou “Muritiba”, e outros que formaram , ao todo, onze componentes.
Informou Lázaro, para o muraldebugarin.com, que o passeio foi maravilhoso, visitou Arembepe, comeram frutas , tomaram um gostoso banho de mar em Guarajuba; recebeu apoio e até aplausos de muitos motoristas que trafegaram no horário pela Linha Verde. Teve ainda, durante um bom pedaço do caminho, a companhia, apoio, de policiais e fiscais da Linha Verde, aproveitando Lazaro, este espaço, para os agradecimentos.
O passeio de hoje, foi significativo: comemoração de um ano do Naturabikeação; é uma espécie de treino para a próxima viagem para Aracaju, já marcado para o final de janeiro de 2008, e marca o início de mais um pedal do Lázaro que será repetido todos os penúltimos sábados do ano.
Afirmou Lázaro , que o de hoje é mais um passeio que veio para ficar; que os bicicleteiros baianos podem agendar os próximos: todo penúltimo sábado do ano, um passeio ciclístico de Salvador para Guarajuba, do NATURABIKEAÇÃO.
No final de janeiro de 2008, o NATURABIKEAÇÃO irá para ARACAJU.
De tudo farei para fazer-me presente neste que será memorável.
O passeio tem o apoio do muraldebugarin.com e do bikebook.blogspot.com.
Aproveito este espaço para pedir a todos os grupos e pedalantes, que puderem e quiserem, colaborar com este pedal com doações de alimentos, empréstimos de saco de dormir ou barraca de camping, barra de chocolate, barra de cereal, hospedagem, podendo esta ser apenas um espaço para saco de dormir, banho ou para montar barraca que alguns levarão. Algum dinheiro será bem aceito para despesas que nem todos podem assumir, mas que merecem estar presentes. Doações de câmara e pneu para bicicleta serão bem aceitas.
Aos interessados, fornecemos o celular do Lázaro.88225639.
===============================================
JÁ NAS BANCAS de SALVADOR A REVISTA EXAME/PME, destinada a pequenas e medias empresas.
A deste mês traz uma série de matérias da jornalista baiana LUCIANA BARRETO, contando histórias de empresas e empresários que são exemplos de sucesso em suas áreas , além de conselhos úteis para empreendedores.
A EXAME PME pode ser encontrada na Banca Cultural, que fica aberta vinte e quatro horas, situada ao lado da quadra de esportes da práia de Ondina e ao lado do SPEED LANCHES.
============================================
Valci Barreto,
Editor do bikebook.blogspot.com
Meu zine, link do site amigosdebike.com.br
Colaborador do muraldebugarin.com
valcibarretoadv@yahoo.com.br
Com onze componentes, o Naturabikeação, criado e mantido pelo cicloativista Lázaro, realizou hoje um passeio ciclístico para Guarajuba. Saiu da nossa Capital, às 6.30, chegou ao destino às 11 horas e às 18.30 todos já estavam em Salvador , alguns já em casa para o merecido Descanso.
Lázaro é uma pessoa simples, apaixonado por passeios ciclístico, querido e respeitado por todos. No seu dia a dia, anda toda a nossa capital de bicicleta, realiza passeios para cidades vizinhas e, freqüentemente, é convidado por prefeituras, empresários, fazendeiros, para participar de eventos filantrópicos , esportivos, festivos. Ensina pessoas de qualquer idade a pedalar, mediante uma diária e um almoço simples, em local que o próprio ciclista pode escolher. A foto de Lázaro está no bikebook.blogspot.com, ao nosso lado e do vereador Everaldo Augusto.
Realiza, entre outros, três passeios ciclísticos que já fazem parte do calendário de passeios ciclísticos baianos:
Bicicloteca, em outubro, quando agrega dezenas de ciclistas para levar livros e revistas usadas para bibliotecas comunitárias.
Pedal dos Três Faróis, de Itapuã ao Bonfim.
Bicicloinfantil, dois ou três por ano, que envolve muitas crianças , pais, parentes, comerciantes e rádio comunitária do bairro de Marechal Rondom. Tem apoio de oficinas, lojas de bicicleta, rádio comunitária e a panificador Mary Pão que distribui lanches para as crianças neste passeio. É uma festa!
Além destes, que organiza, Lazáro participa de eventos de outros grupos , atividades filantrópicas e muitas ações cicloativistas, reivindicando ações do poder público em favor das bicicletas nas ruas como ciclofaixas, ciclovias, implantação de bicicletários e reuniões junto aos políticos e órgãos públicos, mantendo ao seu lado um bom número de colaboradores fiéis, inclusive crianças que pedalam no grupo, estimuladas pelos seus pais.
Realiza ainda o Bike Folia e um passeio, no dia da Lavagem do Bonfim, do Mercado Modelo até a colina sagrada.
O de hoje, para Guarajuba, contou com a participação de Luzia Teles, “Malhado, Rui (Disco de Vinil), Ana (Limãozinho), Simone, esposa de Genivaldo, do Pedais na Estrada, ‘Jaca com Farinha” ou “Muritiba”, e outros que formaram , ao todo, onze componentes.
Informou Lázaro, para o muraldebugarin.com, que o passeio foi maravilhoso, visitou Arembepe, comeram frutas , tomaram um gostoso banho de mar em Guarajuba; recebeu apoio e até aplausos de muitos motoristas que trafegaram no horário pela Linha Verde. Teve ainda, durante um bom pedaço do caminho, a companhia, apoio, de policiais e fiscais da Linha Verde, aproveitando Lazaro, este espaço, para os agradecimentos.
O passeio de hoje, foi significativo: comemoração de um ano do Naturabikeação; é uma espécie de treino para a próxima viagem para Aracaju, já marcado para o final de janeiro de 2008, e marca o início de mais um pedal do Lázaro que será repetido todos os penúltimos sábados do ano.
Afirmou Lázaro , que o de hoje é mais um passeio que veio para ficar; que os bicicleteiros baianos podem agendar os próximos: todo penúltimo sábado do ano, um passeio ciclístico de Salvador para Guarajuba, do NATURABIKEAÇÃO.
No final de janeiro de 2008, o NATURABIKEAÇÃO irá para ARACAJU.
De tudo farei para fazer-me presente neste que será memorável.
O passeio tem o apoio do muraldebugarin.com e do bikebook.blogspot.com.
Aproveito este espaço para pedir a todos os grupos e pedalantes, que puderem e quiserem, colaborar com este pedal com doações de alimentos, empréstimos de saco de dormir ou barraca de camping, barra de chocolate, barra de cereal, hospedagem, podendo esta ser apenas um espaço para saco de dormir, banho ou para montar barraca que alguns levarão. Algum dinheiro será bem aceito para despesas que nem todos podem assumir, mas que merecem estar presentes. Doações de câmara e pneu para bicicleta serão bem aceitas.
Aos interessados, fornecemos o celular do Lázaro.88225639.
===============================================
JÁ NAS BANCAS de SALVADOR A REVISTA EXAME/PME, destinada a pequenas e medias empresas.
A deste mês traz uma série de matérias da jornalista baiana LUCIANA BARRETO, contando histórias de empresas e empresários que são exemplos de sucesso em suas áreas , além de conselhos úteis para empreendedores.
A EXAME PME pode ser encontrada na Banca Cultural, que fica aberta vinte e quatro horas, situada ao lado da quadra de esportes da práia de Ondina e ao lado do SPEED LANCHES.
============================================
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

Lázaro do Naturabikeação, Valci Barreto, do Jabutis Vagarosos e o vereador Everaldo Augusto na I VOLTA CICLÍSTICA ITAPAGIPANA, em Salvador_Ba.
Conheça vários grupos de passeios ciclisticos, blogs e sites, no texto contido neste blog: PERFIS DOS PASSEIOS CICLÍSTICOS DE SALVADOR.
leia : muraldebugarin.com e veja em "galeria de fotos", centenas de fotos de passeios ocorridos em Salvador-Bahia.
===================================
AGENDEM: DIA 15.01.2008, EXPOSIÇÃO DE PINTURA sobre o tema BICICLETA, na PANORAMA GALERIA DE ARTE; coquetel às 21 horas, Rua Nelson Gallo, 19, Rio Vermelho, subida em frente MC DONALD do Rio Vermelho, sentido Pituba / Centro, lado direito.
===================================
===================================
BAIANO, EM 1927, PEDALOU DE SALVADOR A NOVA YORK.
Valci Barreto ,
-De 1927 a 1929, um baiano, Rubens Pinheiro, fez uma viagem de bicicleta de Salvador a Nova York.
Muitas pessoas, notadamente amantes de pedal, encantam-se com a história , contada em livro da nossa coleção, que nos foi ofertado pelo filho do autor da saga, também Rubens Pinheiro.
Ùltimamente, um dos fascinados pelo relato é o Juiz de Futebol, Cezar Brasileiro, que está sugerindo a mudança do nome da Av. Magalhães Neto para Av. Rubens Pinheiro, em homegem ao ciclista baiano.
Entre os ciclistas e blogueiros da mesma tribo, de Salvador, a idéia tem repercutido com intensa manifestação favorável.
Feitos alguns comentários pelo Cezar, em nossos sites, resolvemos dirigir-lhe nossas manifestações, aproveitando o espaço do muraldebugarin.com e do bikebook.blogspot.com.
Caro Cezar, como escrito no jornal À tarde, a viagem de Che Guevara foi , em relação à saga do baiano, uma coisa bem menor. O mundo conhece a viagam do Che, especialmente após o filme de Walter Moreira Salles. Mas não conhece a de Rubens . Váarios motivos justificam o destaque dado a um e não ao outro. Che além de letrado, ter deixado um diário muito importante, participou de uma das mais conhecidas e divulgadas revoluções políticas dos tempos modernos. A foto do Che é uma das mais, talvez a mais conhecida imagem do planeta, segundo várias pesquisas divulgadas amplamente na internet. Após o filme de Walter Moreira Sales, Diário de Motocicleta, a viagem do guerrilheiro cubano também ficou conhecida no mundo inteiro. Tudo merecidamente. O baiano, além de semi analfabeto, veio a relatar para edição de um texto, para alguem que reconheceu o valor da viagem, cinquenta anos depois da sua ocorrencia. Muitas razões há para o reconhecimento público de um e o anonimato do outro. Mas nada torna menos importante o exemplo do baiano. Quando recebi o livro, que me foi ofertado pelo Rubnes, filho do ciclista ,notei que este próprio não demonstrou , pelo menos para mim, conhecer a dimensão da histórica viagem do seu pai.Para ele, senti, posso até estar enganado, não havia a importancia que damos ao relato da viagem e ao feito do herói anônimo. Depois que li o livro, passei a falar para as pessoas, até mesmo para os não ciclistas e sinto uma reação impactante de todos, sentimento que vi em Dimitri, George Argolo, Alexandre, Itana, Luzia e outros.O Dimitri, então, chegou a dizer: vamos fazer um documentário. E vamos fazer ,dimitri!
Você , Cezar, é mais um empolgado com a saga do “herói esquecido” , como está na capa do livro. E você , para o bem de todos, está indo bem mais longe, sugerindo a mudança do nome da Avenida Magalhes Neto para Av. Rubens Pinheiro.
Concordo com você: o que o nosso baiano Rubens fez, como fez, a época em que realizou a façanha, merece a mudança ampla divulgação, mesmo porque levará para muita gente o modelo, exemplo de determinação, coragem , força de vontade.
Um riquinho(nada contra os ricos!), vai ao Himalaia, sobe quatrocentos metros com guia, equipamentos e até equipes de apoio, escreve um livrinho qualquer, as editoras investem, todo mundo compra o livro e propaga o “grande feito”, como uma lição de que "quem quer pode tudo".
Outros põem umas mochilas confortáveis nas costas, tênis de última geração , muitos dólares no bolso e vão fazer o Caminho de Santiago, que tem apenas oitocentos quilômetros . Percorrem apenas uns cem ou duzentos, comem e dormem muito bem pelos caminhos. No retorno, fazem uma festa, publica em um livrinho qualquer , a “sua saga” e relata a “revolução espiritual” que esperimentou. O mundo todo, alimentado pela indústria do turismo, exclama: “que maravailha”! “Vou também fazer este caminho!”Da minha parte, nada contra nada. Nada contra quem leu o relato de Paulo Coelho e por conta disso fez ou fará o mesmo caminho, até como uma ação meio “redentora”. Tudo isto é “lindo e maravilhoso”.
Porém dos relatados, o feito de Rubens é bem maior. Mas não precisamos de comparações, senão como instrumento de aprendizado. Com todos vamos aprendendo, buscando repostas para algumas coisas da vida, ou simplesmente conhecer alguns prazeres à nossa disposição. “Ou não”, como diria Caetano Veloso.
Então, meu caro, a pouca ajuda que eu puder dar para que sua idéia seja executada e divulgada, conte com seu amigo. Sei que não é preciso. Sua profissão abrem facilmente estas portas. Mas aqui estarei para aplaudir, apoiar e “carregar o andor”, com muito prazer.
Tenho um relato de um casal francês: 14 anos pedalando pelo mundo. Genial o relato. Mesmo assim, o de Rubens me fascinou muito mais, especialmente porque, no próprio caminho , tinha que arrajar a comida, vez que nada levava . E tinha ainda a limitação do semi analfabetismo. Mesmo assim foi recebido por Preidentes, autoridades da America Latina.
Feitos como o de Rubens, sempre trarão força para muita gente , inclusive para muitos de nós que não fomos , sequer, a Aracaju. (Mas agora vamos!).
Muitos dizem: Não teria coragem de ir hoje por causa de assaltos e trânsito de veículo. Acontece que o medo sempre acompanhou o homem. Na época de Rubens, não havia carro nem assalto. Mas muitos lhe advertiram: " É uma viagem muito perigosa: cuidado com as onças e índios que podem lhe pegar pelo caminho.”.E uma quase o pegou! Está no livro.
Com todas as dificuldades de hoje, acho que as enfrentadas por Rubens foram bem maiores.
Hoje, como ontem, o que vale é o sonho, a vontade , a determinação de fazê-lo acontecer. Isto é que move o homem na busca da sua felicidade.
Todos nós, para nós próprios, já realizamos coisas mais difíceis do que mudar o nome de uma rua. “Amanha, mesmo que uns não queiram, será de outros que esperam” .
Todos nós, para nós próprios, já realizamos coisas mais difíceis do que mudar o nome de uma rua. “Amanha, mesmo que uns não queiram, será de outros que esperam” .
Então, meu caro Cezar, a sua determinação já está me dizendo: Se não mudarmos o nome, o que não é nem tão importante assim, criaremos uma nova com o nome do herói baiano. Muito mais difícil foi a viagem do nosso admirável ciclista. Conte comigo. E sei que, idéia como a sua, em nosso meio, não contará apenas com o meu apoio; muitos e muitos dos nossos abnegados amantes do pedal estarão juntos para executar a melhor e mais merecida possível homenagem ao autor da grande aventura.
Valci Barreto, advogado, cicloativista,editor do BIKEBOOK.BLOGSPOT.COM,MEU ZINE e colaborador do muraldebugarin.com
Publicado no muraldebugarin.com , e no bikebook.blogspot.com
Um beberete perto do Ritz
Portugal foi, por longas décadas, refúgio político de muitas eminências, excelências, altezas e majestades. Gravitando à volta destes astros, um enxame de figuras de menor importância, salpicado por alguns fantasistas, penetras e vigaristas de alta roda. Na curta rota Lisboa-Estoril-Cascais-Sintra, viveu por gerações gente que fora e, às vezes voltaria a ser, História. Porque e como fui introduzido nalguns círculos fechados ao “vulgus pecum” é para mim ainda hoje pergunta sem resposta.
Nem, aliás, muito relevante.
Falo algumas línguas com marcado sotaque. Talvez seja este sotaque mesmo que diverte quem se lembra de me mandar cartão para coquetéis e jantares. E Deus sabe quanto me envaideço, confesso, em recebê-los. Desloco-me por trem e ônibus, táxi só em dia de festa, mas meus ternos, poucos, são bem cortados, no melhor alfaiate da capital, minhas gravatas de seda italiana, como italianos meus sapatos, e um discreto cheiro de “Vetiver” de Caron me precede. Quem me viu e quem me vê, heim!
Será em mesas à luz de vela, talheres de prata e porcelana de Vista Alegre que encontrarei o único outro Dimitri do país.
Estamos falando das vésperas do 25 de Abril de 1974, a Revolução dos Cravos, da qual não vou perder um pingo. Já estava na hora. Outro dia conto.
Dimitri Wolkonsky é russo, amável e charmoso, educado e divertido e, também de carteira magra, pega trem e ônibus. Além do mais, é príncipe e das melhores estirpes.
Conversamos longamente a cada encontro mundano. Sobre o quê? Sobre nada, evidente. Você já viu alguém refazer o mundo em roda social? Seria cortado sem retorno e para sempre de qualquer lista. Mas quando se tem vinte e tantos anos, o que importa é se sentir considerado, pertencer a uma tribo, mesmo se esta for escolha passageira.
Assim foi minha vida durante década e meia e não me arrependo. Quem sabe observar, ouvir e lembrar, forja armadura para o que der e vier.
A diferença entre os dois Dimitri é que um começa a andar na vida e é movido a incertezas e determinação, outro já fez um longo caminho, mas ainda não encontrou rumo ou porto seguro. As relações sociais - não vamos falar de amigos, que é outro departamento - mencionam meu homônimo com certa condescendência, apesar do respeito à bela e invisível coroa. Eu faço figura de combatente e uma ponta de inconformismo, já mostrando o nariz, ajuda a criar diferenciada imagem.
Por enquanto batalho duro para pagar aluguel e Marcelina, maravilhosa empregada. O atavismo está provado. Se de alguém herdei a pose, foi de minha avó paterna.
Numa bela tarde de Outono, chegou a Lisboa uma frágil e sofisticada argentina. Compra um imenso apartamento – comprar sempre sai mais em conta que alugar, para quem pode, é claro – nos altos do Parque Eduardo VII, a dois passos do Hotel Ritz, o que você há de convir, não deixa de ser prático. Como a conta bancária não é em pesos, mas em francos suíços, la cordobeza, que declara “Mi família era peronista, lo que era muy mal visto por la sociedad”, não terá grande dificuldade em freqüentar os endereços certos da conservadora capital.
E o que pode acontecer, me diga, quando um cinqüentão príncipe russo encontra em três jantares seguidos uma balzaquiana solitária vestida nos bons costureiros franceses, ostentando colar de safiras condizente com seus olhos?
Foi assim que, semanas depois, recebi um cartão em papel verger, convite gravado para o coquetel, beberete se diz em português acadêmico, de noivado dos pombinhos de asas cansadas. Vale a pena o esclarecimento sobre o convite gravado. Basta passar discretamente o dedo sobre o texto para sentir a saliência das letras, o que nunca acontecerá com a impressão tipográfica. Elegância suprema, código mudo de uma sociedade em vias de extinção.
O apartamento oferece vista privilegiada sobre o parque e, à esquerda, o castelo São Jorge e a embocadura do Tejo. Ternos escuros, gravatas de listras e vestidinhos pretos com o obrigatório colar de pérolas. Geralmente finas.
O champagne é francês, o caviar iraniano e o salmão veio especialmente da Noruega.
Como sempre nestas ocasiões, encontrar o Tout-Lisbonne é encarado com a maior naturalidade. Estranha-se que a marquesa de Cadaval ou o visconde de Soveral ainda não tenham chegado. Ah! Chegam juntos. “Nos encontramos no elevador, não é divertido?!”. Só para evitar comentários nesta sociedade onde divorciar é ilegal, mas onde todo o mundo... Bem isto são outros quinhentos.
De repente, a porta abre, sente-se um breve e sutil silêncio, logo a seguir o tom das conversas fica como fervendo. Acaba de entrar um homem alto, magro, os olhos curiosamente rasgados, elegante, desta elegância de quem tem a noção de ser sempre o centro de todas as atenções. Ninguém sabe mais como se comportar. Continuar as conversas naturalmente? Correr e entrar na fila para ser apresentado? Fingir que é íntimo? Declarar de voz alta que já recebeu o convite para o casamento da filha dele?
Verdade é que não sei como, talvez a dona da casa me tenha empurrado na direção do ilustre visitante, mas de repente estou na sua frente. Me dá uma mão grande e forte. Olha para mim como se quisesse saber tudo a meu respeito – eu que tenho tão pouco para contar - e trocamos umas banalidades cuja memória a História não gravará.
Foi assim que conheci Juscelino Kubitschek.
Dimitri Ganzelevitch Salvador, 20 de dezembro de 2007.
Nota do bikebook e
Muraldebugarin.com:
Dimitri é agitador cultural,Presidente da Associação Cultural Viva salvador, escritor, colecionador de artes populares , em secular casarão /museu no Centro Histórico de Salvador.
-publicado no bikebook.blogspot.com e
no muraldebugarin.com
Portugal foi, por longas décadas, refúgio político de muitas eminências, excelências, altezas e majestades. Gravitando à volta destes astros, um enxame de figuras de menor importância, salpicado por alguns fantasistas, penetras e vigaristas de alta roda. Na curta rota Lisboa-Estoril-Cascais-Sintra, viveu por gerações gente que fora e, às vezes voltaria a ser, História. Porque e como fui introduzido nalguns círculos fechados ao “vulgus pecum” é para mim ainda hoje pergunta sem resposta.
Nem, aliás, muito relevante.
Falo algumas línguas com marcado sotaque. Talvez seja este sotaque mesmo que diverte quem se lembra de me mandar cartão para coquetéis e jantares. E Deus sabe quanto me envaideço, confesso, em recebê-los. Desloco-me por trem e ônibus, táxi só em dia de festa, mas meus ternos, poucos, são bem cortados, no melhor alfaiate da capital, minhas gravatas de seda italiana, como italianos meus sapatos, e um discreto cheiro de “Vetiver” de Caron me precede. Quem me viu e quem me vê, heim!
Será em mesas à luz de vela, talheres de prata e porcelana de Vista Alegre que encontrarei o único outro Dimitri do país.
Estamos falando das vésperas do 25 de Abril de 1974, a Revolução dos Cravos, da qual não vou perder um pingo. Já estava na hora. Outro dia conto.
Dimitri Wolkonsky é russo, amável e charmoso, educado e divertido e, também de carteira magra, pega trem e ônibus. Além do mais, é príncipe e das melhores estirpes.
Conversamos longamente a cada encontro mundano. Sobre o quê? Sobre nada, evidente. Você já viu alguém refazer o mundo em roda social? Seria cortado sem retorno e para sempre de qualquer lista. Mas quando se tem vinte e tantos anos, o que importa é se sentir considerado, pertencer a uma tribo, mesmo se esta for escolha passageira.
Assim foi minha vida durante década e meia e não me arrependo. Quem sabe observar, ouvir e lembrar, forja armadura para o que der e vier.
A diferença entre os dois Dimitri é que um começa a andar na vida e é movido a incertezas e determinação, outro já fez um longo caminho, mas ainda não encontrou rumo ou porto seguro. As relações sociais - não vamos falar de amigos, que é outro departamento - mencionam meu homônimo com certa condescendência, apesar do respeito à bela e invisível coroa. Eu faço figura de combatente e uma ponta de inconformismo, já mostrando o nariz, ajuda a criar diferenciada imagem.
Por enquanto batalho duro para pagar aluguel e Marcelina, maravilhosa empregada. O atavismo está provado. Se de alguém herdei a pose, foi de minha avó paterna.
Numa bela tarde de Outono, chegou a Lisboa uma frágil e sofisticada argentina. Compra um imenso apartamento – comprar sempre sai mais em conta que alugar, para quem pode, é claro – nos altos do Parque Eduardo VII, a dois passos do Hotel Ritz, o que você há de convir, não deixa de ser prático. Como a conta bancária não é em pesos, mas em francos suíços, la cordobeza, que declara “Mi família era peronista, lo que era muy mal visto por la sociedad”, não terá grande dificuldade em freqüentar os endereços certos da conservadora capital.
E o que pode acontecer, me diga, quando um cinqüentão príncipe russo encontra em três jantares seguidos uma balzaquiana solitária vestida nos bons costureiros franceses, ostentando colar de safiras condizente com seus olhos?
Foi assim que, semanas depois, recebi um cartão em papel verger, convite gravado para o coquetel, beberete se diz em português acadêmico, de noivado dos pombinhos de asas cansadas. Vale a pena o esclarecimento sobre o convite gravado. Basta passar discretamente o dedo sobre o texto para sentir a saliência das letras, o que nunca acontecerá com a impressão tipográfica. Elegância suprema, código mudo de uma sociedade em vias de extinção.
O apartamento oferece vista privilegiada sobre o parque e, à esquerda, o castelo São Jorge e a embocadura do Tejo. Ternos escuros, gravatas de listras e vestidinhos pretos com o obrigatório colar de pérolas. Geralmente finas.
O champagne é francês, o caviar iraniano e o salmão veio especialmente da Noruega.
Como sempre nestas ocasiões, encontrar o Tout-Lisbonne é encarado com a maior naturalidade. Estranha-se que a marquesa de Cadaval ou o visconde de Soveral ainda não tenham chegado. Ah! Chegam juntos. “Nos encontramos no elevador, não é divertido?!”. Só para evitar comentários nesta sociedade onde divorciar é ilegal, mas onde todo o mundo... Bem isto são outros quinhentos.
De repente, a porta abre, sente-se um breve e sutil silêncio, logo a seguir o tom das conversas fica como fervendo. Acaba de entrar um homem alto, magro, os olhos curiosamente rasgados, elegante, desta elegância de quem tem a noção de ser sempre o centro de todas as atenções. Ninguém sabe mais como se comportar. Continuar as conversas naturalmente? Correr e entrar na fila para ser apresentado? Fingir que é íntimo? Declarar de voz alta que já recebeu o convite para o casamento da filha dele?
Verdade é que não sei como, talvez a dona da casa me tenha empurrado na direção do ilustre visitante, mas de repente estou na sua frente. Me dá uma mão grande e forte. Olha para mim como se quisesse saber tudo a meu respeito – eu que tenho tão pouco para contar - e trocamos umas banalidades cuja memória a História não gravará.
Foi assim que conheci Juscelino Kubitschek.
Dimitri Ganzelevitch Salvador, 20 de dezembro de 2007.
Nota do bikebook e
Muraldebugarin.com:
Dimitri é agitador cultural,Presidente da Associação Cultural Viva salvador, escritor, colecionador de artes populares , em secular casarão /museu no Centro Histórico de Salvador.
-publicado no bikebook.blogspot.com e
no muraldebugarin.com
quarta-feira, 19 de dezembro de 2007
NÃO JOGUEM LIVROS NO LIXO
Valci Barreto
Editor do BIKEBOOK.BLOGSPOT.COM
MEU ZINE, link do muraldebugarin.com
colaborador do muraldebugarin.com
Final de ano, início de verão, festas e férias, muita gente faz uma "faxina geral" nas suas casas. Os primeitos ítens que são lançados ao lixo, sem piedade, são livros e revistas usadas. Muitas pessoas driblam o desemprego vendendo livros e revistas usadas, em pequenos sebos ou mesmo nas ruas. Clínicas pisiquiátricas também se utilizam de livros e revistas usadas para atividades lúdicas de seus pacientes. Como se vê, são várias as destinações sociais que podem ser dadas aos livros e revistas usadas;
Assim em vez de jogar tais materiais no lixo, façam doações para pequenos sebos, pontos de vendas , igrejas, associações de bairros, clínicas psiquiátricas.
Locais e pessoas que recebem e agradecem as doações:
biblioteca comunitária do Calabar, entrada ao lado da Borracharia jeovanessi, na Av. Centenário; Covento da Lapa, na Av. Joana Angélica;Rádio Excelsior, no Garcia; senhor Alfredo, na Sete Portas, em frente à empresa Resul, na Ladeira do Funil; Professora Nilza, na Lapinha.
publicado no bikebook.blogspot.com
Valci Barreto
Editor do BIKEBOOK.BLOGSPOT.COM
MEU ZINE, link do muraldebugarin.com
colaborador do muraldebugarin.com
Final de ano, início de verão, festas e férias, muita gente faz uma "faxina geral" nas suas casas. Os primeitos ítens que são lançados ao lixo, sem piedade, são livros e revistas usadas. Muitas pessoas driblam o desemprego vendendo livros e revistas usadas, em pequenos sebos ou mesmo nas ruas. Clínicas pisiquiátricas também se utilizam de livros e revistas usadas para atividades lúdicas de seus pacientes. Como se vê, são várias as destinações sociais que podem ser dadas aos livros e revistas usadas;
Assim em vez de jogar tais materiais no lixo, façam doações para pequenos sebos, pontos de vendas , igrejas, associações de bairros, clínicas psiquiátricas.
Locais e pessoas que recebem e agradecem as doações:
biblioteca comunitária do Calabar, entrada ao lado da Borracharia jeovanessi, na Av. Centenário; Covento da Lapa, na Av. Joana Angélica;Rádio Excelsior, no Garcia; senhor Alfredo, na Sete Portas, em frente à empresa Resul, na Ladeira do Funil; Professora Nilza, na Lapinha.
publicado no bikebook.blogspot.com
segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
II VOLTA CICLISTICA ITAPAGIPANA-SUCESSO!
Valci Barreto
Editor do bikebook.blogspot.com
Meu Zine, link do muraldebugarin.com
Colaborador do muraldebugarin.com
Como anunciado, às 7.30, pontualmente, estávamos eu e Luzia em frente ao Restaurante A PORTEIRA, no Dique do Tororó , para seguirmos em direção ao Largo da Penha, na Ribeira, e participarmos da SEGUNDA VOLTA CICLÍSTICA ITAPAGIPANA, organizada pelo Vereador Everaldo Augusto. Manhã fresca, pouco transito, um vento muito gostoso, bastava apenas a nossa ida para festejarmos este dia. No caminho, encontramos Simone, esposa do Genivaldo, do Pedais na Estrada, com algumas amigas, e seguimos juntos na direção da Penha.
Chegamos bem cedo e já encontramos a equipe do Vereador recebendo as doações de alimentos e distribuindo as camisetas.
Participaram os grupos de Narandiba, representados pelo grande, em todos os sentidos, Guerreiro, que “fez a festa” animando, conclamando as pessoas a pedalar, a participar destes pedais, muito úteis para todos nós. Como sempre, além de muita intimidade com o microfone, demonstrou o Guerreirão, mais uma vez, o seu grande espírito de colaboração , de incentivo, desprendimento, dedicação à causa ciclistica.Um mestre o Guerreiro, que ainda levou seu irmão PC , e quase toda a família...e, como sempre, acompanhado do “fiel escudereiro” Nestor.
Os amigos do Tony, como sempre, com um grande número de pedalantes, demonstrando unidade, respeito, alegria, humildade e muita competência na organização do grupo.
Fui premiado, pelo AMIGOSDOTONY com duas pochetes, com a marca MEU ZINE, que muito me emocionou . Aproveito este nosso espaço para agradecer ao grupo este significativo presente.
Dona Francisca inaugurou sua bicicleta , a ROSINHA, presente do grande amigo do grupo, Gilson Cunha.
Carlos, segurança do Hospital Português, saiu direto do trabalho para participar deste maravilhoso pedal. Encontei-o antes do meu encontro com Luzia, dizendo ele que todos os dias vai e volta para o trabalho de bicicleta, morando no retiro, nas vizinhaças do AMIGOSDETONY, de cujo grupo também participa.
O grupo SUBA AI, a novidade dos pedais da Bahia, da Ferreira Santos, Federação, demonstrou entusiasmo e que busca seu espaço nos nossos pedais, cujas portas já estão abertas. Humildemente, pede apoio , conselhos, informações dos grupos existentes para realizar o primeiro pedal oficial, com camisetas e equpamentos de segurança. “Trocou figurinhas”, com o Amigos do Tony, que garantiu apoiar, orientar e participar dos pedais do SUBA AÍ, especialmente o do batismo oficial . Vem o SUBA AI, sob o comando de Cadu e Anderso, já participando dos pedais da ASBEB.
O PEDAL UNIÃO participou e anunciou que está programado um passeio para Cachoeira, em Janeiro.
Como sempre, um grande e animado pedal, com a participação de grande número de crianças e de adolescente da região .
A cobertura fotográfica foi realizada por um dos grandes fotógrafos da Bahia, Leo Ornelas e pelos amadores de plantão, cujas fotos serão publicadas no muraldebugarin.com.
Muitos animadas as pessoas que, das janelas, os quais também foram vistos com simpatia por milhares de pessoas que iriam se submeter a um concurso público, aglomerados em vários prédios da região, para realização das provas.
Marcante, importante para todos nós , a presença do radialista JOSE DIAS, da Rádio FM do Cabula, que fez uso da palavra para dizer da sua alegria em participar do pedal e colocar o seu programa à disposição dos ciclistas baianos. Também ao Alencar, da Federação Baiana de Ciclismo, marcando sempre a sua importante presença em quase todos os nossos pedais e ações cicloativistas.
De parabéns a equipe do Gabinete do Vereador Everaldo Augusto, pela organização e atenção dada aos ciclistas que tiveram a garantia de que outras voltas itapagipanas virão .
Sentimos a falta de companheiros de quase todos os pedais, especialmente do nosso querido Lázaro que justificou sua ausência por ter realizado hoje o biciclo infantil de Marechal Rondom e ainda programou, para a tarde, uma ida para um evento no Engenho Velho de Brotas.
Agora , é aguardamos as fotos que serão publicadas no muraldebugarin.com
Estamos , também , aguardamos notícias do George Argolo que, após sua ida para a Argentina, nos abandonou. Vai ver que não sabe mais pedalar, nem falar porturtuges....Mas sei que já está na Bahia, provavelmente embrenhando em alguma trilha por aí . Quem souber dele souber, avise-nos.
Publicado no muraldebugarin.com
E no
Bikebook.blogspot.com
Valci Barreto
Editor do bikebook.blogspot.com
Meu Zine, link do muraldebugarin.com
Colaborador do muraldebugarin.com
Como anunciado, às 7.30, pontualmente, estávamos eu e Luzia em frente ao Restaurante A PORTEIRA, no Dique do Tororó , para seguirmos em direção ao Largo da Penha, na Ribeira, e participarmos da SEGUNDA VOLTA CICLÍSTICA ITAPAGIPANA, organizada pelo Vereador Everaldo Augusto. Manhã fresca, pouco transito, um vento muito gostoso, bastava apenas a nossa ida para festejarmos este dia. No caminho, encontramos Simone, esposa do Genivaldo, do Pedais na Estrada, com algumas amigas, e seguimos juntos na direção da Penha.
Chegamos bem cedo e já encontramos a equipe do Vereador recebendo as doações de alimentos e distribuindo as camisetas.
Participaram os grupos de Narandiba, representados pelo grande, em todos os sentidos, Guerreiro, que “fez a festa” animando, conclamando as pessoas a pedalar, a participar destes pedais, muito úteis para todos nós. Como sempre, além de muita intimidade com o microfone, demonstrou o Guerreirão, mais uma vez, o seu grande espírito de colaboração , de incentivo, desprendimento, dedicação à causa ciclistica.Um mestre o Guerreiro, que ainda levou seu irmão PC , e quase toda a família...e, como sempre, acompanhado do “fiel escudereiro” Nestor.
Os amigos do Tony, como sempre, com um grande número de pedalantes, demonstrando unidade, respeito, alegria, humildade e muita competência na organização do grupo.
Fui premiado, pelo AMIGOSDOTONY com duas pochetes, com a marca MEU ZINE, que muito me emocionou . Aproveito este nosso espaço para agradecer ao grupo este significativo presente.
Dona Francisca inaugurou sua bicicleta , a ROSINHA, presente do grande amigo do grupo, Gilson Cunha.
Carlos, segurança do Hospital Português, saiu direto do trabalho para participar deste maravilhoso pedal. Encontei-o antes do meu encontro com Luzia, dizendo ele que todos os dias vai e volta para o trabalho de bicicleta, morando no retiro, nas vizinhaças do AMIGOSDETONY, de cujo grupo também participa.
O grupo SUBA AI, a novidade dos pedais da Bahia, da Ferreira Santos, Federação, demonstrou entusiasmo e que busca seu espaço nos nossos pedais, cujas portas já estão abertas. Humildemente, pede apoio , conselhos, informações dos grupos existentes para realizar o primeiro pedal oficial, com camisetas e equpamentos de segurança. “Trocou figurinhas”, com o Amigos do Tony, que garantiu apoiar, orientar e participar dos pedais do SUBA AÍ, especialmente o do batismo oficial . Vem o SUBA AI, sob o comando de Cadu e Anderso, já participando dos pedais da ASBEB.
O PEDAL UNIÃO participou e anunciou que está programado um passeio para Cachoeira, em Janeiro.
Como sempre, um grande e animado pedal, com a participação de grande número de crianças e de adolescente da região .
A cobertura fotográfica foi realizada por um dos grandes fotógrafos da Bahia, Leo Ornelas e pelos amadores de plantão, cujas fotos serão publicadas no muraldebugarin.com.
Muitos animadas as pessoas que, das janelas, os quais também foram vistos com simpatia por milhares de pessoas que iriam se submeter a um concurso público, aglomerados em vários prédios da região, para realização das provas.
Marcante, importante para todos nós , a presença do radialista JOSE DIAS, da Rádio FM do Cabula, que fez uso da palavra para dizer da sua alegria em participar do pedal e colocar o seu programa à disposição dos ciclistas baianos. Também ao Alencar, da Federação Baiana de Ciclismo, marcando sempre a sua importante presença em quase todos os nossos pedais e ações cicloativistas.
De parabéns a equipe do Gabinete do Vereador Everaldo Augusto, pela organização e atenção dada aos ciclistas que tiveram a garantia de que outras voltas itapagipanas virão .
Sentimos a falta de companheiros de quase todos os pedais, especialmente do nosso querido Lázaro que justificou sua ausência por ter realizado hoje o biciclo infantil de Marechal Rondom e ainda programou, para a tarde, uma ida para um evento no Engenho Velho de Brotas.
Agora , é aguardamos as fotos que serão publicadas no muraldebugarin.com
Estamos , também , aguardamos notícias do George Argolo que, após sua ida para a Argentina, nos abandonou. Vai ver que não sabe mais pedalar, nem falar porturtuges....Mas sei que já está na Bahia, provavelmente embrenhando em alguma trilha por aí . Quem souber dele souber, avise-nos.
Publicado no muraldebugarin.com
E no
Bikebook.blogspot.com
domingo, 16 de dezembro de 2007
PERFIS DE PASSEIOS CICLISTICOS EM SALVADOR============================================Valci Barretoeditor do bikebook.blogspot.com,do meu zinee colaborador do muraldebugarin.comTodos os primeiros domingos de cada mes a ASSOCIAÇÃO DOS BICICLETEIROS DO ESTADO DA BAHIA promove um grande passeio ciclístico pelas ruas de Salvador, que tem início às 09 horas da manhã, no Estacionamento da Fonte Nova, Dique do Tororó. É um passeio lento, podendo participar pessoas de todas as idades, com qualquer tipo de bicicleta, desde que rode. Quem quiser, e puder, leva um kg de alimentos não perecível que é entregue, no próprio trajeto, a entidades carentes. Há sorteios de bicicletas e de brindes.É lento, festivo e tem apoio da Polícia Militar, SET , Pelotão Aguia, munido ainda de carro de apoio e enfermeira. Vem pessoas de todos os bairros e até de cidades vizinhas. É uma festa este passeio, com participaçao de muitas crianças. Em feriados podem ser modificados para o domingo anterior ou seguinte. A mudança é sempre anunciada com antecedencia .Todos ficam sabendo do roteiro através dos sites e blogs. Fotos destes e de outros passeios estão no muraldebugarin.com, em "galeria de fotos.", amigosdebike.com.br, mundodabike, pedaladadanoite e pedais na estrada, sincronia, cujos links estão nos mesmos sites.======================================PASSEIOS DA ASBB-------- -- -----Criados e mantidos pela ASSOCIAÇAO DOS BICICLETEIROS DA BAHIA, coordenados por Gilson Cunha, acontecem pelo menos tres vezes por ano a saber:O do dia 03.06, DIA MUNCIPAL DO CICLISTA, é o que envolve o maior número de pedalantes . Chega a mais de tres mil pessoas, já tendo sido objeto de gravação do programa DECOLAR, com participação da Liliane Reis.Atualmente a ASBB se agregou a um grupo de pedalantes da comunidade de Portão para juntos realizarem o passeio Portão / Bonfim, com mais de dois mil participantes, e o AREMBEPE/GUARAJUBA, envolvendo mais de trezentas pessoas, ambos realizados em outubro.Fotos dos passeios podem ser vitas no muraldebugarin.com, em "galeria de fotos"====================·.... Segunda-Feira: Pedalada da Noite - rítmo médio, indicado para quem já está acostumado a pedalar... Tem rádio comunicador de segurança e média de velocidade de 20 km/h. Estimativa de distância percorrida em torno de 25 a 50 Km. Concentração: Toda segunda-feira útil. Saída às 20:30 horas da Praça Nossa Senhora Aparecida, em frente ao Silver Shopping, no Imbuí. Coordenação: Fernando Carvalho - Tel (71) 9965-0249... Terça-Feira: Amigos de Bike - ritmo moderado, tem rádio comunicador de segurança e média de velocidade de 17 km/h. Estimativa de distância percorrida em torno de 25 a 35 Km. Concentração: Toda terça-feira útil. Saída às 21 horas do estacionamento do Aeroclube. Coordenação: Lúcia / Alexandre / Edson - Tel (71) 9115-0363 / 8819-3229 / 9966-2118· Terça-Feira: Grupo Ervaciclo - Ervaciclo" é de ritmo acelerado, indicado para quem já está acostumado a pedalar. Tem média de velocidade de 25 km/h. Estimativa de distância percorrida em torno de 25 a 50 Km. Concentração: Toda terça-feira útil. Saída às 21 horas do Farol da Barra. Coordenação: Eraldo - Tel (71) 3329-5160 / 8104-7115... Quarta-Feira: Grupo Sincronia - rítmo médio, indicado para quem já está acostumado a pedalar. Tem rádio comunicador de segurança e média de velocidade de 20 km/h. Estimativa de distância percorrida em torno de 25 a 50 Km. Concentração: Toda quarta-feira útil. Saída às 21 horas do estacionamento do Hipermercado Bom Preço - Vasco da Gama. Todos os sábados, este grupo realiza passeios imperdíveis para locais e cidades vizinhas da Capital Baiana. Coordenação: Edvaldo / Humberto / Cláudio Carvalho - Tel (71) 8876-4745 / 8848-7692 / 8866-2630· Quarta-Feira: Grupo Pedal Mania: de ritmo acelerado, indicado para quem já está acostumado a pedalar. Tem média de velocidade de 25 km/h. Estimativa de distância percorrida em torno de 25 a 50 Km. Concentração: Toda quarta-feira útil. Saída às 19:30 horas do Largo do Luso - Plataforma. Coordenação: Paulo Roberto - Tel (71) 9989-3843 / 3401-1727 - email: provinculo@uol.com.br· Quinta-Feira: Farol Light Bikers - ritmo médio, indicado para quem já está acostumado a pedalar. Tem rádio comunicador de segurança e média de velocidade de 20 km/h. Estimativa de distância percorrida em torno de 25 a 50 Km. Concentração: Toda quinta-feira útil. Saída às 21 horas do Farol da Barra. Coordenação: Edson - Tel (71) 9966-2118· Quinta-Feira: Pedais na Estrada - de ritmo moderado, indicado para quem está iniciando, a média de velocidade de 17 km/h. Estimativa de distância percorrida em torno de 25 a 50 Km. Concentração: Toda quinta-feira. Saída às 18:30 horas da Praça da Revolução em Periperi. Coordenação: Genivaldo / Digo Brunelli - Tel.: (71) 3307-2436 / 9148-6589 - Reliza muitos pedais para fora de salvador em domingos e feriados.· Sexta-Feira: Pedal Night - O passeio noturno do grupo "Pedal Night" é de ritmo acelerado, indicado para quem já está acostumado a pedalar. Tem rádio comunicador de segurança e média de velocidade de 25 km/h. Estimativa de distância percorrida em torno de 25 a 50 Km. Concentração: Toda sexta-feira útil. Saída às 20:00 horas do Largo dos Paranhos em Brotas. Coordenação: Ado Nery: - Tel.: (71) 9961-1497==========================Naturabikeação-Coordenado por Lazaro, de Marechal Rondom, ritimo leve, ou acelerado de acordo com o local e tipo de passeio. Participa dos mais variados events ciclisticos, inclusive para fora de Salvador. Realiza o passeio dos tres faróis, bicicloteca , farol folia, lavagem do bonfim e outros festejos baianos. Pedala por Simões Filho , Lauro de Freitas, Camaçari. Em dezembr, realiza o BICICLO INFANTIL , em Marechal Rodon, com a participação de crianças , seeus pais e envolve toda a comunidade , do bairro. Tem ainda o inestimável apoio da rádio comunitária de Marechal Rondom, que o divulga e dele participa . Passeio de grande significado para a comunicade daquele bairro.Um dos mais expressivos é o bicicleteca, realizando em outubro, em que centenas de pedalantes levam livros para formação de bibliotecas comunitárias.O Naturabikeação é muito convidado por prefeituras vizinhas a Salvador para compor eventos esportivos , de lazer e filantrópicos , dando o brilho especial a estas festas.Lázaro, seu coordenador, ensina a pedalar, na maior paciencia, para adultos e crianças, mediante o pagamento de uma diária e alomoço, a combinar.É uma pessoa muito querida e respeitada no meio dos passeios ciclísticos., marcando sua presença nas reinvidicações e em todas as ações públicas e privadas em favor das bicicletas nas ruas de Salvador.As ações e fotos de lazáro estão divulgadas no muraldebugarin.com e no bikebook.blogspot.com=================GRUPO DE NARANDIBA - Realizado 15 dias após o da ASBEB,no domingo, envolven mais de cem pessoas, em pedal firme, com os mais variados roteiros. Seus passeios são alegres, gostam de beber e comer moderadamente, realizam ações filantropicas e de cicloativismo, tendo entre os seus mais animados componetes o Guerreiro, que também participa de varios grupos de ciclismo.======================================================ANJOS DE BIKE.Não tem dia certo para sair. Junta-se a outros grupos, realiza ações em favor de segurança e proteção ao ciclista. Vem desenvolvendo um grande trabalho no municipio de Muritipa, em favor das bicicletas, com passeios memoráveis pela região. Em Salvador, participa do passeio da asbeb, asbb, amigosdebike e realiza passeios previamente organizados, no Parque de Pituaçu.Tem como coordenador uma das figuras mais queridas do pedal TIO LU, que em Muritipa conta com o apoio da companheira SUED. Juntos já realizaram grandes pedaladas pelo reconcavo baiano.======================================================================================================================NOTA: NO SITE muraldebugarin.com , há links indicando os varios sites de grupos ciclisticos de Salvador. E este mural possui links de quase todos os sites baianos. Diariamente o mural traz atualizações, dos passeios que vão sendo anunciados, avisados, criados. Além de publicar noticias de outros eventos.O meu zine, e o bikebook.blogspot.com podem ser visitando no mesmo mural.======================================================================================================================================================Além dos passeios diários, noturnos, no finais de semana são organizados passeios por grupos, os mais variados, ou mesmo individualmente. Improvisados, ou avisados previamente, sempre acontecem.São milhares de pessoas hoje em salvador indo para o trabalho de bicicleta. Vários grupos participam de atividades cicloativistas, e, mesmo individualmente há muita gente fazendo trabalhado em favor das bicicletas nas ruas de Salvador, estimulando, propagando, participando das mais variadas formas de movimento em favor das bicicletas nas ruas de Salvador. Vereadores como o Presidente da Camara Muncipial, Valdenor Cardoso, Reginaldo Oliveira, Everaldo Augusto , diretores de orgãos de transito têm se agregado ao movimento.Veja fotos no muraldebugarin.com em "galeria de fotos" .Lazaro, do natura bike ação, ensina pessoas a pedalar. É uma pessoa muito paciente, respeitada nos meios ciclisticos. Com uma diária e um almoço simples ele vai até o local combinado, ou consegue o local para dar as suas aulas.A foto de ´Lázaro está no bikebiook.blogscpot.com, na volta ciclististica itapagipana e no MEU ZINE.Em janeiro o JABUTIS VAGAROSOS, muraldebugarin.com , bikebook.blogspot.com e outros colaboradores, realizam uma grande exposição de pintura na GALERIA PANORAMA DE ARTE . Para esta exposição os artistas são convocados para pintar o tema BICICLETA. É um grande evento cultural da Capital baiana, tendo ampla cobertura da imprensa , comparecendo pessoas do mundo das artes, os ciclistas e muitas autoridades.Todos são convidados para o coquetel de abertura, ficando expostos os quadros pelo tempo divulgado em nossos blogs e sites. PANORAMA GALERIA DE ARTE , cinquentenária escola de arte e galeria de Salvador.A deste ano, de 2007, já está agendada.Publicado no bikebook.blogspt.com==============================================================================
sábado, 15 de dezembro de 2007
sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
EXPOSIÇAO PINTURA "BICICLETA"
EXPOSIÇÃO DE ARTES – Tema: BICICLETA.
Agendem, com bem atenção:
Ano passado, aconteceu a PRIMEIRA EXPOSIÇÃO DE PINTURA NA BAHIA, sobre o tema BICICLETA.
Houve intensa participação dos ciclistas, artistas, visitantes e ampla cobertura da imprensa.
JÁ ESTÁ MARCADA A DATA PARA A PRÓXIMA:
DIA 15.01, às 21 horas, será a abertura da segunda exposição, sobre o mesmo tema. No dia da abertura haverá um coquetel para o qual todos os ciclistas, amigos, parentes , estão convidados.
Os artistas estão convidados a expor seus trabalhos, podendo ser de qualquer tamanho e técnica.
Os interessados em expor, terão até o dia 28.12 para a inscrição.
A exposição acontecerá na PANORAMA GALERIA DE ARTE, Rua Nelson Galo, 19, Rio Vermelho e tem apoio de:
muraldebugarin.com
Bikebook.blogspot.com
Da Ciclobahia e
da Locadora Munhoz.
Informações adicionais podem ser colhidas na PANORAMA GALERIA DE ARTE, com ANA GEORGINA.
Pedimos a todos, a gentileza de repassar este informa/convite.
PANORAMA GALERIA DE ARTE, Rua Nelson Galo, 19, Rio Vermelho, subida,primeira à direita, logo após o Mc'Donald, sentido Pituba/Centro 3240-6375
=================================
participe de passeios de bicicletas, veja como em nossos sites e blogs
muraldebugarin.com - amigosdebike.com.br-bikebook.blogspot.com-sincronia
vejam fotos de passeios em galeria de fotos, do muraldebugarin.com
Agendem, com bem atenção:
Ano passado, aconteceu a PRIMEIRA EXPOSIÇÃO DE PINTURA NA BAHIA, sobre o tema BICICLETA.
Houve intensa participação dos ciclistas, artistas, visitantes e ampla cobertura da imprensa.
JÁ ESTÁ MARCADA A DATA PARA A PRÓXIMA:
DIA 15.01, às 21 horas, será a abertura da segunda exposição, sobre o mesmo tema. No dia da abertura haverá um coquetel para o qual todos os ciclistas, amigos, parentes , estão convidados.
Os artistas estão convidados a expor seus trabalhos, podendo ser de qualquer tamanho e técnica.
Os interessados em expor, terão até o dia 28.12 para a inscrição.
A exposição acontecerá na PANORAMA GALERIA DE ARTE, Rua Nelson Galo, 19, Rio Vermelho e tem apoio de:
muraldebugarin.com
Bikebook.blogspot.com
Da Ciclobahia e
da Locadora Munhoz.
Informações adicionais podem ser colhidas na PANORAMA GALERIA DE ARTE, com ANA GEORGINA.
Pedimos a todos, a gentileza de repassar este informa/convite.
PANORAMA GALERIA DE ARTE, Rua Nelson Galo, 19, Rio Vermelho, subida,primeira à direita, logo após o Mc'Donald, sentido Pituba/Centro 3240-6375
=================================
participe de passeios de bicicletas, veja como em nossos sites e blogs
muraldebugarin.com - amigosdebike.com.br-bikebook.blogspot.com-sincronia
vejam fotos de passeios em galeria de fotos, do muraldebugarin.com
segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
Assinar:
Postagens (Atom)




