sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

CICLISTA ATROPELADA E MORTA EM SAO PAULO

Ciclistas plantam árvore na Paulista para homenagear colega atropelada
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da Folha Online

Ciclistas realizam na noite desta sexta-feira um novo ato na avenida Paulista (região central de São Paulo) para homenagear a colega Márcia Regina de Andrade Prado, que morreu atropelada na última quarta (14) na avenida Paulista. O grupo plantou uma pitangueira na praça do Ciclista, nas proximidades da rua da Consolação.

A árvore foi doada para a homenagem pelo secretário municipal do Verde e Meio Ambiente, Eduardo Jorge.
Ainda na noite desta sexta, o grupo seguirá até o local onde Márcia foi atingida por um ônibus, perto da alameda Campinas. Cerca de dez policiais acompanharão o trajeto.

Fernando Donasci - 15.jan.2009/Folha Imagem

Ciclistas fazem homenagem a mulher que morreu atropelada quarta-feira por um ônibus; família doou corpo para faculdade de SP
Em um canteiro na altura do local onde ocorreu o acidente, eles prometem fixar uma bicicleta em uma espécie de memorial. Os ciclistas afirmam ter pedido ao secretário autorização para deixar a bicicleta no local, mas ainda não teriam recebido resposta da subprefeitura.

Os participantes da manifestação recebem rosas brancas. Até por volta das 19h45, o grupo permanecia na praça do Ciclista.

Márcia era ativista no uso de bicicletas como forma de melhorar o trânsito e a qualidade do ar da cidade. Outros atos em memória da ciclista foram realizados ontem e na noite de quarta-feira, dia do acidente.

Protesto

Na noite de quinta (15), cerca de 150 pessoas participaram do ato. Na ocasião, ciclistas protestaram contra o que chamam de "falta de respeito diário" a que as pessoas que andam de bicicleta são submetidas na cidade.

"Todos sofremos com violência no trânsito. Falta conscientização, falta respeito. Os motoristas nem sequer sabem que devem manter distância de 1,5 metro dos ciclistas nas ruas", disse Sílvio (que preferiu não revelar seu sobrenome), 30, matemático.

Para André Pasqualini, que organiza as "bicicletadas" na cidade, além da falta de conhecimento sobre as leis que protegem os ciclistas, a impunidade pelas mortes no trânsito piora o quadro da violência nas ruas.

De acordo com o último levantamento disponível da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), em 2006, 85 ciclistas morreram no trânsito em São Paulo.

Doação

Também na quinta, a família da ciclista doou o corpo para a Escola Paulista de Medicina de São Paulo.

"Esse era o desejo da Márcia, ou doar os órgãos para alguém ou para uma faculdade. Como demoraram 'à beça' para retirar o corpo [da avenida], tivemos de doar para a faculdade", disse a aposentada Maria Regina de Andrade, 65, mãe da vítima.

O corpo de Márcia levou quatro horas para ser retirado da avenida Paulista por um carro do IML (Instituto Médico Legal). A mãe da ciclista também enfrentou a demora para liberar o corpo da filha no IML para a doação.

Para a assessoria da SSP (Secretaria de Segurança Pública), a remoção do corpo está dentro dos padrões. A média é de três horas a partir do atendimento das polícias Militar, Civil e Científica até a chegada do IML --cuja unidade central fica a 2 km.


-PUBLICADO NO UOL DE HOJE,16.01.2008

Tiroteio ao por-do-sol

JOLIVALDO FREITAS, PUBLICADO NA TRIBUNA DA BAHIA.

Tem uma frase que não suporto dizer, mas tenho a mania de dizer e não tem como me fazer não dizer. Trata-se de: “eu não disse!”. O porquê de minha chateação quando tenho de proferir a sentença: é que estou demonstrando que aquilo que eu disse que iria acontecer aconteceu. Ou seja: eu avisei, chamei a atenção, pontuei, alertei e ninguém ligou. Como não deram bola, o previsto aconteceu. E então eu reajo: “CACETE. EU NÃO DISSE?”.
Hoje estou aborrecido. Primeiro pela morte de Marcos Pinheiro, meu grande amigo e tão amigo que a gente não se via fazia anos, mas ele sempre me escrevia elogiando as coisas que escrevo aqui na Tribuna da Bahia, vai fazer 25 anos este ano. Elogiava por gostar de mim, para dar uma força, para me colocar para cima, como somente os bons amigos o fazem. Marcos se foi neste verão insano. Mas, vamos lembrar dele em todas as estações.
Este verão é insano e sem lei como todos os últimos verões na Bahia. A Barra, queiram ou não percebam, é o lugar escolhido pela absoluta maioria dos turistas que chegam. O turismo baiano é feito da seguinte forma. Primeiro o cara chega seja lá de onde for – Sergipe, Pequim, Piauí, Paris, Roraima, Itália, Manauis ou Buenos Aires. Segundo, corre logo para o Pelourinho que é famoso no mundo inteiro e não precisa de apresentação. Então percorre as igrejas, tenta ir em algum museu e geralmente bate a cara na porta por que museu em Salvador fecha para almoço e só abre muito mesmo depois da siesta e tem dias que nem abre as portas. O cara então vai conhecer Itapuã que não tem nada. Só meia dúzia de coqueiros e um farol horrível, pessimamente localizado.
É quando alguém garante que ele tem de se mandar para o Litoral Norte, preferencialmente para Sauípe ( o complexo, claro) e dar um tempo na Praia do Forte. Mas, lá, ele descobre que só tem gringo e quer um lugar mais legal para ficar uns dias. Claro que o point certo é a Barra. O cara então vem para o Porto da Barra e nunca mais quer ir embora. Tanto que tenho mais de vinte amigos gringos, até do Azeibarjão, que vieram viram, gostaram e ficaram para sempre.
Foi então que em janeiro do ano passado eu chamava a atenção para a bela e gostosíssima (com todo respeito) delegada da Décima Quarta Delegacia, que fica na rua Marquês de Caravelas, para o comamndante da Décima Primeira Companhia de Polícia Militar, que fica na Ladeira da Barra e para om prefeito João Henrique, que estava formando a Guarda Municipal, que estava faltando segurança entre o Porto e o Clube Espanhol.
Em outubro recente eu alertei para a necessidade de se colocar mais efetivo policial no trecho, pois teve final de semana de se verificar que havia uma dupla no Farol e outra já quase em Ondina e que alguns turistas tinham sido assaltados. Cheguei a brincar, mais recentemente neste espaço volátil, que era preciso colocar policiais de bermuda na areia, na praia mesmo e até disse que PM tem nojo de areia e de sal. Não gosta de se melar. Lembrei que em tempos passados, até mesmo uma moto de quatro rodas ficava no Porto da Barra e no Farol da Barra. Mas, que fim levaram as motos dos policiais de camiseta?
Eu achava, na verdade, que o problema na Barra seria mais em relação ao frescobol, ao baba, à capoeira jogada à beira mar, no meio dos banhistas e à ação dos pivetes e da prostituição infantil. Só não sabia que este ano a venda de drogas aumentou consideravelmente e que as quadrilhas estariam disputando os pontos. Em outra ocasião eu mostrei aqui que maconha, crack e cocaína estavam sendo vendidas escancaradamente onde ficam os pescadores, perto do Forte de Santa Maria, na antiga rua da Lama (no Porto) e na área abaixo e ao lado do Farol da Barra.
Portanto, o tiroteio que aconteceu perto do Cristo (junto de um trailer da PM) ferindo quatro pessoas e o assalto ao Shopping Barra é consequência da falta de visão, de preparo, de preparação, de logística ( e nem quero falar envolvimento dos policiais civis e militares que atuam na área com o tráfico), ação e vontade da polícia. Pode se preparar. Vai piorar. Tomara, pelo menos, que os policiais estejam passando filtro solar enquanto ficam olhando a paisagem. Olha o que estou dizendo nesta data.



Jolivaldo Freitas é escritor e jornalista. e-mail: jolivaldo.freitas@yahoo.com.br

"CASAIS" mostra contos de Nelson Rodrigues

ESTREOU DIA 08 DE JANEIRO, A PEÇA TEATRAL "CASAIS CONTOS ADAPTADOS DA OBRA DE NELSON RODRIGUES "A VIDA COMO ELA É", NO TEATRO MARTIM GONÇALVES NA ESCOLA DE TEATRO DA UFBA - CANELA.
SEMPRE ÀS QUINTAS, SEXTAS, SÁBADOS E DOMINGOS, ÀS 20 H. ESPERO VOCÊS. FRANCLIN ROCHA

Entrada franca.
Duração: 48 min.
Elenco:
Édlo Mendes
Franclin Rocha
Ismael Marques
Than Galdino
Nayara Homem
Raiara Almeida
Gizela Mascarenhas
Salete Souza
Sem Censura
Direção: Davi Maia
De quinta a domingo sempre às 20 h (última semana).

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

CONJUVE E FAÇA DIREITINHO: IMPERDÍVEIS!

Valci: Muito obrigado pela sua atenção e pela ajuda que vc. pode me dar. O evento CONJUVE ocorrerá de 16 a 18 de fevereiro e será sempre pela manhã, no Centro de Convenções, sendo que à tarde haverá a festa (Juris Beach) na praia, mais precisamente, na Barraca Maraguerita - Praia de Aleluia. Todas as informações e palestras estão informadas no site www.selejur.com.br Quanto ao bloco, as informações estão no site www.facodireitinho.com.br Os dias do bloco serão na quinta (Banda Voa a Dois), sexta (Maristela Muller), ambos na Barra (somos o 1º bloco a desfilar) e no sábado na avenida (Maristela Muller). De antemão, agradeço e muito a gentileza do colega, que sei, faz de coração pela nossa amizade. Conto com a sua presença. Um forte abraço no seu coração. Cacau

QUE É ISTO CACAU: SUA IMENSURAVEL CORTESIA É QUEM FALA!.

aqui é uma brincadeira. De bom gosto mas brincadeira. Conte com nosso humilde boca a a blog!

fORTE ABRAÇO E VOTOS DE SUCESSO!

JABUTIS VAGAROSOS NO CORTEJO DO BONFIM

Valci Barreto

Editor do bikebook.com.br
Colabordor do muraldebugarin.com

Conforme anunciado no muraldebugarin.com, às 8.30 estava eu em frente ao Elevador Lacerda com minha cecisinha, com cestinha no bagageiro. Ali estava apenas um rapaz com a camiseta da ASBEB, afirmando que não viu ninguém dos grupos de bike.

-Não se importe , meu amigo, quem não tem irmão brinca só. Vamos pedalar, disse-lhe eu. Seguimos em direção à Colina Sagrada, dando uma paradinha em frente à Casa do Comercio, onde costumam os ciclistas também se reunir. Disseram-nos que ali etariam alguns mais tarde e uns poucos já passara pelo mesmo local.

Após a Casa do Comércio, o rapaz, que não perguntei o nome, retornou à procura dos seus amigos. Segui sozinho em direção à Colina.

Mais à frente, encontrei o nosso querido Jabuti, Jaime Almedia, funcionario do TRT baiano, sozinho, com aquela paz e tranquilidade jabutiana que a sua caracteristica .

Ficamos rodando um pouco, indo e voltando pelas imediações. À medida que as aglomerações do cortejo iam aumentando em nosso direção íamos nos afastando, sempre em direção à Igreja do Bonfim. Nas imediações da Petrobrás, encontramos o Lazaro com sua bicicleta toda enfeitada de contas azuis, chamando à atenção dos transeuntes.

Preferiu Lázaro, com mais um do seu grupo, retornar para procurar seus companheiros de pedal, inclusive alguns do interior que se comprometeram a participar da festa .

Foi a última vez que vimos Lazaro. Prosseguimos nossa pedalada, apenas eu Jaime. Mas à frente , encontramos , em sentido contrário, uma turma de Itapagipe que , da mesma forma, buscavam outros pedalantes.

Na mesma região fui surpreendido pela presença dos meus queridos conterrâneos, Amigos da Toca: Carlito, ex Conder, Cassiano (Car), Sergio Beleza (albany), Alex e Marcos Amaral (Planeta Othon), Neto (Hotel Porto Seguro)que já haviam cumprido sua caminhada ao Bonfim e retornavam para outras atividades e festividades. Como sempre, comemoramos o encontro, avisando-nos que encontraram com os Nery(Central do Carnaval) nos festejos.Abraços e despedidas, lá vamos nós, eu e Jaime , no meio de milhares de pessoas , apesar das ruas livres para o pedal. Chamou-nos a atenção a quantidade de pessoas que , com sua sua indumentária e suor no rosto, demonstravam terem participado de corrida rústica antes da nossa passagem. Muitos com marcas de grupos de caminhadas também.

Encontramos ainda o nosso querido colega de advocacia LUIZ CLAUDIO AMADO, que nos convidou para o " façadireitinho.com , seu bloco de carnaval ,e para o congresso jurídico que também ajuda a organizar.

Alcançamos o alto do Bonfim, com muita gente aguardando os devotos, baianas, charangas, políticos. Descansamos um pouco , contornando a igreja e seguimos para a Ribeira. O sol forte e o mar com sua intensa beleza, guarnecendo dezenas de pequenas embarcações.

Os restaurantes com suas mesas enfeitadas, arrumadas, esperando os fregueses que certamente ali apareceriam a partir das 14 , 15 horas.

Paramos em um pequeno restaurante, que não anotamos o nome, de uma senhora muito simples e simpatica e tomamos um delicioso caldo de sururu.

Após o caldo, era nossa intenção tomarmos o sorvete da Ribeira, sugestão do Jaime. Fomos pedalando, contemplando aquela beleza, as pessas passando com pratos de peixe fritos.
Percebendo que já haviamos pedalando muito, Jaime me chama a atenção:
-Valci, não já passamos da Soreveteria?

-Respondeu que não. E fomos seguindo. Bem lá na frente já retornando para Salvador, mais de um km além da Sorveteria, já quase no Shopping que não me lembro o nome, concordo com Jaime: com certeza já passamos da sorveteria!

Preferimos seguir do que retornar para o sorvete. Na maior calma , tranquilidade do mundo, contemplando toda aquela gente, movimentação da festa, em ruas paralelas ao cortejo, todas elas quase vazias, alcançamos o Largo de Roma. Atravessamos com traquilidade, após a passagem de uma “charanga” e seguimos até o Comercio. Subimos o Taboão, Pelourinho e resolvemos tomar o delicioso sorvete da SORVETARIA LAPORTE, no Terreiro de Jesus. Sem terem combinado, aparece o filho da Jaime com as filhas do seu amigo Paraiba, que pedalou conosco no ano passado e que, contudido, este ano não participou deste pedal.
Após o sorvete, visitamos a Loja da Central do Carnaval, encontrando a Gerente Claudinha, filha do senhor Paulo Coutro, cujo orto Maria Flor, vistiamos em nosso passeio pelo vale do Jiquriça. Radiante, disse que tinha visto as fotos da nossa visita ao Maria Flor que é o nome da sua filha.

Após o sorvete e visita, Jaime retornou de carro com os filhos. Eu preferi voltar no pedal. Sozinho, venci Rua Chile, Carlos Gomes, Campo Grande, Corredor da Vitória, Graça, Manuel Barreto , Shopping Barra , Sabino Silva e , finalmente, minha casa.

A tarde toda , até as dezenove horas foi bate papo e projetos de trabalhos e pedais com meu amigo e vizinho Diogenes que tem andadao afastado dos pedais, apesar de todos os dias prometer voltar.

Peguei um “Tempo de Viver “ de Ernest Hemingway, que releio pela menos uma vez por ano, extraindo cada vez mais lições, especialmente bons conselhos para treinar leitura e escrita, que não aprendo nunca.

Após isto , o jornal, telefonemas para minhas filhotas, vim escrever estas coisinhas, somente para dizer para todos: vale a pena pedalar na festa do Bonfim. Saindo antes do Cortejo, a sensação que temos é de que feixaram a rua somente para nós e para os que andam a pé.

Fica tudo livre , do mercado modelo até a Ribeira. Muita gente não vai com medo da multidão, achando que a “muvuga “ não permite o pedal. Ao contrário, ele se torna mais atraente, mais belo, mais gostoso , bem Jabutis Vagarosos, mesmo que apenas com duas pessoas, como foi o de hoje.

Lamentamos a ausencia dos outros companheiros, que todos os anos nos encontramos neste pedal. Mas tenho certeza de que fizeram também um grande passeio ciclistico nesta quinta, dia de Senhor do Bonfim.

Lamentamos também não estarmos com nossa máquina fotografica, que nos fez sentir ainda mais a falta de Itana e Buga que nunca se separam daquela companhia.(Buga, vi sua ligação para meu celular. Tentei ligar para voce várias vezes mas dava na caixa).

Garantiu-nos Buga-gás que estaria na festa, mas não pedalando. Como certamente cumpriu a promessa , não faltarão belas fotos da sua passagem pelo Cortejo.
Missão cumprida, agora vamos esperar o proximo domingo, para o PEDAL DOS TRES FAROIS, do naturabikeação, que já está publicado no muraldebugarin.com. Esarei nele também.

Cumprida esta tarefa, vou agora assistir ao seriado sobre a cantora Maysa.

Obrigado grande Jaime, pela companhia. Sem voce, seria um pedal solitário, também bom, mas não tanto quando temos pessoa como voce em qualquer pedal.

Um grande AXEJABUTIBIKE para todos!

-Publicado no muraldebugarin.com e
no bikebook.com.br.

-SE TEM PEDAL, TÁ NO MURAL!”

PRINCIPAIS MUDANÇAS ORTOGRÁFICAS



(Fonte: Jornal A TARDE)

ALFABETO
Passa a ter 26 letras, com a inclusão do "k", "w" e "y". Essas letras continuam a ser usadas na escrita de palavras estrangeiras, como nos nomes próprios de pessoas (antropônimos) e seus derivados: Byron, byroniano; nos nomes próprios de lugar (topônimos) e seus derivados: Malawi, malawiano; e nas siglas, símbolos e palavras adotadas como unidades de medida de uso internacional: kW – quilowatt, kg – quilograma, km – quilômetro.

ACENTUAÇÃO GRÁFICA Para relembrar... Posição da sílaba tônica:
PROPAROXITONA
Sílaba tônica na antepenúltima: mágico, lâmpada, paralelepípedo. Observação: O Acordo não alterou a acentuação dessas palavras.
PAROXITONA
Sílaba tônica na penúltima: cadeira,tênis, secretária, prêmios. As alterações concentram-se neste tipo de vocábulo. Muitas paroxítonas continuam acentuadas, pois não foram alteradas pelo Acordo e continuam seguindo às normas anteriores a ele.
OXITONA
Sílaba tônica na última: café, paletó,anéis, sofá, parabéns. Com o Acordo Ortográfico, perderam acento: * Os ditongos abertos "éu", "éi" e "ói" das palavras paroxítonas. Como era: jibóia, heróico, idéia, assembléia, platéia, bóia, colméia, jóia, estréia, apóia (verbo apoiar). Como fica: Jiboia, heroico, ideia, assembleia, plateia, boia, colmeia, joia, estreia, apoia. Observação: essa regra não é válida para as palavras oxítonas terminadas em "éis", "éu", "éus", "ói", "óis" que continuam acentuadas: papéis, herói, heróis, constrói, troféu, troféus, fiéis, réu, dói, pastéis, anéis. * O i e u tônicos precedidos por ditongo, apenas nas palavras paroxítonas. Como era: Baiúca, bocaiúva, cauíla, feiúra, maoísmo, taoísmo, feiúdo. Como fica: Baiuca, bocaiuva, cauila, feiura, maoismo, taoismo, feiudo. Observação: se a palavra for oxítona e o i ou o u estiverem em posição final (ou seguidos de s), o acento permanece como acontece em tuiuiú, tuiuiús, Piauí. *

As palavras terminadas em "ôo(s)" e as formas verbais terminadas em "-êem". Como era: Enjôo, enjôos, vôo, vôos, zôo; crêem, dêem, vêem, lêem, prevêem, relêem. Como fica: Enjoo, enjoos, voo, voos, zoo; creem, deem, veem, leem, preveem, releem. Observação: o acento permanece no plural de ter e vir, assim como de seus derivados (manter, deter, reter, conter, convir, advir, etc.). Exemplos: Eles têm alternativa. Eles vêm de outra empresa. Eles mantêm a palavra.

* Desaparece o acento agudo no u forte dos grupos que/qui/gue/gui de verbos como averiguar, apaziguar, arguir, redarguir, bliquar. Como era: Apazigúe, averigúe, argúem. Como fica: apazigue, averigue, arguem * Deixa de ser usado o acento que diferenciava os pares pára/para, péla(s)/pela(s), pêlo(s)/pelo(s), pólo(s)/polo(s) e pêra/pêra. Como era: Ele não pára de olhar. Nós fomos ao pólo Norte. Eles jogam pólo. Aquele gato tem pêlos macios. As crianças gostam de comer pêra. Como fica: Ele não para de olhar. Nós fomos ao polo Norte. Eles jogam polo. Aquele gato tem pelos macios. As crianças gostam de comer pera.

Atenção: Permanece o acento diferencial em pôde/pode. Pôde é a forma do passado do verbo poder (pretérito perfeito do indicativo), na 3ª pessoa do singular. Pode é a forma do presente do indicativo, na 3ª pessoa do singular. Exemplo: Ele pôde, por duas vezes consecutivas, interferir nas decisões do conselho, mas agora ele não pode mais. Continua também o acento diferencial em pôr (verbo)/por (preposição). Exemplo: Não vou pôr o material no armário feito por você.
Uso facultativo - O acento circunflexo para diferenciar as palavras forma/fôrma pode ser usado opcionalmente. Indica-se o uso do acento para conferir maior clareza à frase. Exemplos: De qualquer forma, não encontramos a fôrma adequada para o bolo de aniversário. A forma daquela fôrma é bastante irregular.

EMPREGO DO TREMA
Deixa de ser usado em todas as palavras portuguesas ou aportuguesadas. Como era: Agüentar, lingüiça, seqüestro, freqüente, cinqüenta, seqüência, tranqüilo, delinqüente, eloqüente, bilíngüe, eqüestre, sagüi, ensangüentado. Como fica: Aguentar, linguiça, sequestro, frequente, cinquenta, sequência, tranquilo, delinquente, eloquente, bilíngue, equestre, sagui, ensanguentado.
Caso de exceção: O trema continuará sendo usado nos nomes próprios estrangeiros e seus derivados. Exemplos: Hübner, hübneriano; Muller, mülleriano; Bündchen, etc.
Importante: Apesar de o trema ter sido abolido, a pronúncia nas palavras em que ele era utilizado continua a mesma. Portanto, as palavras continuarão a ser pronunciadas como antes. O mesmo ocorre com as paroxítonas que perderam o acento gráfico, seja agudo ou circunflexo.

EMPREGA-SE O HÍFEN:
1 Nas formações com prefixos (ANTE, ANTI, CIRCUM, CO, CONTRA, ENTRE, EXTRA, HIPER, INFRA, INTRA, PÓS, PRÉ, PRÓ, SOBRE, SUB,SUPER, SUPRA, ULTRA, etc) e nas formações com falsos prefixos, de origem grega e latina (AERO, AGRO, ARQUI, AUTO, BIO, ELETRO, GEO, HIDRO, INTER, MACRO, MAXI, MICRO, MINI, MULTI, NEO, PAN, PLURI, PROTO, PSEUDO, RETRO, SEMI, TELE, etc) quando o segundo elemento começa por "H": anti-higiênico, super-homem, mini-hotel, neo-helênico, co-herdeiro, sobre-humano, circum-hospitalar, contra-harmônico, extra-humano, pré-história, sub-hepático, ultra-hiperbólico, arqui-hipérbole, geo-história, auto-hipnose, neo-hamburguês, neo-helênico, pan-helenismo, semi-hospitalar, proto-história, anti-herói, anti-horário;


NÃO SE EMPREGA O HÍFEN:
1 Quando o prefixo termina em vogal diferente daquela com que se inicia o segundo elemento: aeroespacial, agroindustrial, anteontem, antiaéreo, antieducativo, autoaprendizagem, infraestrutura, coautor, coedição, autoescola, extraescolar, plurianual, contraindicação, autoajuda, contraofensiva, retroalimentação, semiárido, pseudoepígrafe, autoestrada, intrauterino, supraocular, ultraelevado, contraescritura, neoafricano, neoimperialista;
2 Quando o prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por "r" ou "s". Nesse caso, duplicam-se essas letras: antirrábico, antirracismo, antirreligioso, antissocial, autorregulamentação, biorritmo, biossatélite, contrarregra, cosseno, eletrossiderurgia, extrarregular, ultrassonografia, neorromano, multissegmentado, antirrugas, microssistema, minissaia, multissecular, semirreta, suprarrenal, ultrassom;
3 Quando o prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por consoante diferente de "r" ou "s": anteprojeto, antipedagógico, autopeça, autoproteção, coprodução, geopolítica, microcomputador, pseudoprofessor, semicírculo, semideus, seminovo, ultramoderno;
4 Nas formações com prefixos terminados por consoante e segundo elemento iniciado por vogal: hiperacidez, hiperativo, interescolar, interestadual, interestelar, interestudantil, superamigo, superaquecimento, supereconômico, superexigente, superinteressante, superotimismo;
5 Nos vocábulos que perderam noção de composição e passaram a se escrever aglutinadamente: girassol, madressilva, mandachuva, pontapé, paraquedas, paraquedistas (e afins, paraquedismo, paraquedístico).
Atenção: Outros compostos com a forma verbal para- seguirão sendo separados por hífen, conforme a tradição lexicográfica: para-brisa(s), para-choque, para-lama(s) etc.

OBSERVAÇÕES IMPORTANTES:
1 Com o prefixo "CO-" o hífen era utilizado obrigatoriamente. Com o Acordo Ortográfico, o emprego do hífen é indicado apenas quando o segundo elemento for iniciado por h, como é o caso de co-herdeiro;
2 Nas formações com o prefixo –co, este aglutina-se em geral com o segundo elemento mesmo quando iniciado por o: coobrigação, coocupante, coordenar, cooperação, cooperar;
3 O hífen será usado nas palavras compostas que designam espécies botânicas e zoológicas, estejam ou não ligadas por preposição ou qualquer outro elemento: batata-doce, bem-te-vi, erva-do-chá, abóbora-menina, vassoura-de-bruxa, couve-flor, bem-me-quer, feijão-verde, joão-de-barro, cobra-d'água, erva-doce, fava-de-santo-inácio, bem-te-vi;
4 Emprega-se o hífen nos nomes geográficos compostos pelas formas grã, grão, ou por forma verbal ou, ainda, naqueles ligados por artigo: Grã-Bretanha, Grão-Pará, Abre-Campo, Passa-Quatro, Baía de Todos-os-Santos, Entre-os-Rios, Trás-os-Montes;
Atenção!Os outros nomes geográficos compostos escrevem-se com os elementos separados, sem o hífen: América do Sul, Belo Horizonte, Cabo Verde, Castelo Branco. Exceções: Guiné-Bissau e Timor-Leste.
5 Emprega-se o hífen quando o primeiro elemento da palavra composta for bem ou mal e o segundo elemento começar por vogal ou h: bem-apanhado, bem-humorado, mal-habituado, mal-estar;Em muitos compostos, o advérbio bem aparece aglutinado com o segundo elemento: benfazejo, benfeito, benfeitor, benquerença.
6 Emprega-se o hífen para ligar duas ou mais palavras que ocasionalmente se combinam, formando, não propriamente vocábulos, mas encadeamentos vocabulares. Exemplos: a divisa Liberdade-Igualdade-Fraternidade, a ponte Rio-Niterói, o percurso Lisboa-Coimbra-Porto, a ligação Angola-Moçambique, etc;
8 Continua o emprego do hífen nos compostos sem elemento de ligação quando o 1º termo, por extenso ou reduzido, está representado por forma substantiva, adjetiva, numeral ou verbal. Exemplos: arco-íris, mesa-redonda, mato-grossense, primeiro-ministro, segunda-feira, guarda-chuva, sul-africano, tenente-coronel, médico-cirurgião, azul-escuro, etc;
Na translineação (ato de passar de uma linha para a outra, na escrita ou na impressão) de palavras com hífen, se a partição coincide com o fim de um dos elementos, deve-se repetir o hífen na linha seguinte.
Exemplos:- Todos os encantos de um lugar inspirador, divino e belo estão presentes na Baía de Todos-os-Santos. (Acordo Ortográfico) - Todos os encantos de um lugar inspirador, divino e belo estão presentes na Baía de Todos os Santos. (antes do Acordo Ortográfico).

Andréia Franco

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Casa da Música debate proposta do Projeto Toque Cidadão



O próximo Bate-papo musicado, dia 16 de janeiro, às 14h, terá como tema o Projeto Toque Cidadão. Estarão presentes, dialogando com o público os percussionistas Raul Pitanga, Ângelo Medrado, Átila Coutinho e Thiago Trad, cursam a graduação na UFBA e estão interessados em desenvolver um projeto de formação para percussionistas dentro da comunidade de Itapuã. Eles também vão falar um pouco como é o curso de Bacharelado em Percussão da Ufba, como faz pra cursar, o instrumental e as disciplinas que tem que estudar.
O tema será discutido de forma aberta, fazendo conexões com assuntos diversos, buscando atender a expectativa de um público diversificado.O Bate-papo musicado acontece todas as sextas-feiras, com uma temáticadefinida previamente ou escolhida de forma espontânea pelos participantes,segundo seus interesses e perfis.

Quanto: Grátis Realização: Casa da Música - Fundação Cultural do Estado da Bahia

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

BICICLOTECA CONTRA A DENGUE.

Uma gerencia do Rotery club estará fazendo um pedal DE COMBATE Á DENGUE, NA SUBURBANA. SERÁ UMA AÇÃO CONJUNTA:

PEDALADA, DOAÇÃO DE LIVROS E REVISTAS USADAS PARA UMA BIBLIOTECA COMUNITARIA JÁ COM ESPAÇO DEFINIDO.

Conclamaos os grupos interessados em participar deste pedal, que se comuniquem conosco, a fim de postarmos os nomes de quem quer participar.

Nada se pede aos ciclistas, a não ser a presença. Se possível, cada um leva um livro, uma revista usada, na mochila ou pendurada no guidom ou na cestinha. VALCI VAI DE CESTINHA!

Daremos aqui , endereços de locais onde podem ser doados livros. Tudo será divulgado no muraldebugarin.com , autorizando a reprodução pelos interessados.

Quem não quiser ou não puder levar livros, pode ir so pedalar. Importante é a realização de um passeio ciclistico, em campanha por doação de livros e esclarecimento de ações de combate à dengue.

Quem puder e quiser, vá juntando livros e revistas usadas que uma camionete de alguem, ligado ao Rotary , apanhará em locail de facil acesso ou o grupo que arrecadar levará para o inicio do passeio.

Os interessados em fazer estas doações, que morarem no centro de salvador, poderão fazer entrega na CASA DE EVENTOS ESTAÇÃO CRIANÇA, NA SABINO SILVA, EM FRENTE Á CREPERIA MARIPOSA.

Para este evento, já contamos com o apoio de amigosdetony, naturabiekeação e jabutis vagarosos.

estaremos contactando outros grupos interessados.

Os apoiadores terão seus nomes gravados em toda a panfletagem e material de divulgação da campanha.

Todos estão convidados. Pode ir com qualquer biclceta, desde que rode.

Serão distribuidas, gratuitamente, camisetas, cuja quantidade será divulgada com antecedencia no muraldebugarin.com.

Como é na suburbana, já estamos pedindo o apoio de jarraw, amigosdotony, pedaisnaestrada , itapagipe.

Este é o primeiro aviso. O bicicloteca será no mes de fevereiro. A data ainda não está marcada.

Estamos sugerindo, e pode acontecer, uma feijoada ou algo semelhante. Mas ainda não podemos garantir.

certo é a camiseta. Muitos livros já foram arrecadados juntos a advogados na Justiça do Trabalho para este fim.

Quem dispuser de espaços para receber as doações de livros, que serão levados para o evento, favor nos informar para catalogarmos.

Todos os grupos estão convidados, indistamente.

SERÁ O PEDAL BICICLOTECA CONTRA A DENGUE. o PEDAL DA DENGUE JÁ É MARCA DO AMIGOSDOTONY! QUE JÁ ESTÁ NA HORA DE FAZER OUTRO TAMBÉM.

E AGUARDEM, DO AMIGOS DO TONY: CAFE DA MANHA DO PREFEITO DE SALVADOR.

E FIQUEM LIGADOS NO MURALDEBUGARIN.COM

"SE TEM PEDAL, TÁ NO MURAL"


qualquer informação passar e mail para valcibarretoadv@yahoo.com.br ou deixar recado no 33229705. daremos outros números para os interessads.

estamos pedindo o apoio de todos, especialmente dos grupos da cidade baixa e suburbana, como amigosdotony, jarraw, pedais na estrada , itapabipe é do pedal, roberto bau, piratas de bike e tantos outros que fazem dos nossos pedais uma festa.

Gerundismo"-comentario

Anônimo deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Defesa de TCC na UFBA sobre o "Gerundismo" dia 11 ...":

] Chega a ser ridícula essa idéia que plantaram na cabeça dos brasileiros, de que o uso do progressivo é feio e está errado. Para isso tiraram do sarcófago a palavra GERÚNDIO que ninguém mais ouvia falar e inventaram mais uma, GERUNDISMO. Culpam o inglês, falando que os brasileiros traduziram de forma literal a frase «I'm going to study», «eu vou estar estudando». Essa frase nem significa isso. Ela significa, sim: «Eu estou indo estudar.» Imagine como ficaria feio, sim, essa frase no português arcaico: «eu estou a ir estudar», só para não usar o presente progressivo (indo). «Eu estou indo estudar» — como falamos normalmente.

Outro dia, vi na TV cultura o professor Pascuale afirmar que deveríamos parar de usar o "gerúndio", «essa praga horrorosa» concluía ele. Eu sou fã do prof. Pascuale. Mas isso me tirou o sono.

Aqui no Brasil usamos, sim, graças a Deus!, os tempos do progressivo, também chamado contínuo, em todos os tempos: progressivo presente, passado e futuro, com o auxílio das locuções verbais. Isso não sou eu quem está inventando. Isso tem o respaldo da nossa honrosa ABL (Academia Brasileira de Letras). Sendo assim, posso afirmar que o "GERÚNDIO PODE!".

Eu não vejo como não usar naturalmente como no exemplo seguinte:

Presente progressivo: «Agora as pessoas já estão almoçando.»

Passado progressivo: «Quando chegámos, as pessoas já estavam almoçando.»

Futuro progressivo: «Quando chegarmos lá, as pessoas já vão estar almoçando.»

"Esquisito" vai ficar se eu trocar «almoçando» por: «a almoçar».

Eu quero contestar a afirmação feita de que o uso da expressão «Vou estar, mais o progressivo, está errado». Aqui no Brasil, NÃO ESTÁ ERRADO, NÃO.

Vou estar: Locução verbal em substituição de estarei.

fazendo: progressivo em substituição de «a fazer».

Aqui no Brasil usamos locuções verbais. Por ex.: «Quando o goleiro pulou, a bola já "tinha entrado".»

Em Portugal a mesma frase ficaria: «Quando o goleiro pulou, a bola já "entrara".»

Não usar o progressivo é aleijar a nossa língua. A língua portuguesa do Brasil.

Outro dia ouvi o prefeito [de São Paulo] falando naturalmente, e de forma certa para o nosso português do Brasil: «Temos feito muito por São Paulo, estamos fazendo, mas temos muito a fazer.»

Notamos que o progressivo (gerúndio) é enfático. É naquele momento, mostrando que a prefeitura está trabalhando o tempo todo e não "a trabalhar". O infinitivo aqui no Brasil soa, na maioria das vezes, como para o futuro.

Vejamos a frase: «Temos muito a fazer» («a fazer» é futuro).

Em Brasília, nos órgãos públicos, está proibido o uso da expressão «vou estar» + progressivo. Pura demagogia! O erro é a pessoa falar: «amanhã, no horário comercial, vou estar enviando a sua mercadoria», e a mercadoria não chegar.

O erro, o feio é a mercadoria não chegar; e não a língua falada. Imagine se eu recebesse uma ligação de um supermercado, onde havia um lindo carro zero sendo sorteado, e a operadora do telemarketing falasse: «Você ganhou o carro do sorteio. Hoje à tarde "vou estar enviando" o carro até sua residência.» Estou certo de que essas seriam as palavras mais doces e lindas, e que jamais as esqueceria.

É comum, no Brasil, o uso da expressão «vou estar...».

Exemplo: «O que você vai estar fazendo amanhã à tarde?» E a outra pessoa responde: «Vou estar em um avião, voando para Fortaleza.» A moça não aguenta mais o cara que pega no pé dela e fala: «Não aguento mais esse cara. Ele fica me ligando o tempo todo.» O tempo contínuo usado pela moça é enfático, expressa sua insatisfação. Não significa que ela receba ligações segundo após segundo. Mas a mensagem que ela quer passar é como se fosse. E é essa a mensagem que o gerúndio muitas vezes quer passar. Quando as pessoas dizem «nós vamos ficar orando por você», não significa necessariamente que alguém vá dobrar os joelhos no chão e ficar ali grudado para sempre. Um exemplo é o que o próprio Jesus disse: «Orai sem cessar.» É óbvio que Ele quis dizer que Deus está sempre atento, e que as pessoas podem orar sempre que quiserem. Se for levado ao pé da letra, o cristão teria de se ajoelhar e ficar grudado até à morte, porque aí, sim, teria orado sem cessar. Professores que estão na mídia afirmam que o gerúndio só pode ser usado para um ato contínuo no sentido literal. Por exemplo: «Eu estou estudando» só poderia ser usado para o momento em que a pessoa estivesse parada, estudando.

Então posso afirmar que eles teriam de assassinar o substantivo estudante, pois «estudante é aquele que estuda». Então a frase «Estou "estudando" medicina na USP» estaria errada. Porque ninguém fica parado só estudando. O estudante estuda nos horários de aula e quando tem trabalhos acadêmicos a fazer. E isso não é o tempo todo. Nos finais de semana ele sai para se divertir. Mas pelos cinco ou seis anos ele está ESTUDANDO medicina. O filho se despede para fazer uma prova de um vestibular muito importante, e a família fala: «vamos ficar torcendo e orando por você». Há uma pessoa doente, e os que vão visitá-lo na despedida dizem: «Força! Vamos ficar orando por você!» TUDO GRAMATICALMENTE CORRETO (e bonito).

Portugal é um país de apenas dez milhões de habitantes e um PIB dez vezes menor que o do Brasil, onde o povo está interessado é em aprender o inglês, "língua franca", que os ajuda na comunicação com os turistas. Hoje, o ensino público em Portugal oferece de graça e com qualidade a língua inglesa nas escolas com o intuito de fomentar o turismo. A maioria do povo já fala o inglês como segunda língua. Nisso eles estão bem à nossa frente.

É preciso que o Brasil corte as amarras do complexo de inferioridade em relação a Portugal.

Parece que o Brasil cresceu, mas não consegue se livrar das amarras da submissão a Portugal. Parece que está condicionado como um elefantinho que tem uma correntinha amarrada à perna e se acostuma próximo ao tronco e mesmo quando fica um gigante pensa não ser capaz de quebrar uma correntinha podre e fraquinha em seu pé.

Os portugueses se sentem até incomodados com essa insistência do Brasil em supervalorizar e unificar a língua portuguesa. Outro dia o embaixador português falou que a diversidade era a maior riqueza da língua. Disse ele: «cá em Portugal usamos assim, lá no Brasil eles usam diferente. Isso, sim, é interessante!» Concordo com ele, pois nada forçado é saudável.

Concluo afirmando que, para defender a nossa língua, «Não me importo de arrostar com as críticas mais vis. Desde que continue convicto de que estou no caminho certo.»

Parabéns pelo trabalho.


Eliot Cordeiro :: Professor :: São Paulo, Brasil
[Resposta

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

JABUTIS VAGAROSOS NO CORTEJO DO BONFIM

Nesta quinta feira o JABUTIS VAGAROSOS estará pedalando no Cortejo do Bonfim. Todos os anos estamos lá. Para quem nao sabe, chegando cedo, entre oito e oito e trinta da manhá, é possivel pedalar pelo comercio , com toda a tranquilidade. Variso grupos ficam circulando, entre eles o Jabutis e o NATURA BIKE AÇÃO.

Quem quiser participar, pode ir com qualquer bicicleta, desde que rode. Estaremos às 8.30 em frente ao Elevador Lacerda para este pedal.

Todos, sem exceção, convidados. Porem, se quiser acompanhar o jabutis não pode ser apressado, estressado, buzinador, mal humorado , reclamador. Sugerimos ler a CARTILHA DO JABUTIS VAGAROSOS, que está publicada no muraldebugarin.com e no bikebook.com.br

valci barreto
editor do bikebook.com.br

LEVEM LIVROS USADOS DE DIREITO PARA KARINA !

==================
LEVEM OU MANDEM PELO CORREIO:

Bom dia.
Um maravilhoso inicio de ano e que em 2009 seja repleto de muita paz e sucesso.

Só um item:
QUEM FOR PARA ITAJAI, Espírito Santo, LEVE LIVROS DE DIREITO PARA A ESTUDANTE KARINA ALTOFF, CUJO ENDEREÇO ESTÁ NO BIKEBOOK.COM.BR. Ela agradece as doações.

Itajaí - é em Santa Catarina
Xv de Novembro 76
Itajaí Santa Catarina
Cep 88301-420.

Muito obrigada pela sua ajuda e que Deus lhe ilumine a cada dia que passe.

Abraços.
Karina Coelho Althoff.

Ola Eduardo

Os Jabutis saem sempre aos sabados, domingos e feriados. Mas nao em todos estes dias. Só ha um jeito para sabar que dia sai o Jabutis: acessando, pelo menos uma vez por semana, o muraldebugarin.com.

Neste domingo, ex: foram
para o passeio da ASBEB ( Associação de Bicicleteiros do Estado da
Bahia ) que sai uma vez por mês sempre no primeiro domingo, esse
escepicionalmente no segundo domingo, da porta da Fonte Nova
(estádio).

Os Jabutis é um grupo que pedala muito devagar e para em tudo que é
lugas ou para comer frutas ou fotografar, é um grupo que tem a saida
rigorosa no horário marcado, mas não tem horário para a volta, andamos
ao sabor do vento, e ao Deus dará rssss.

Com saida programada pelo Jabuti mor Valci sempre as quintas ele posta
no muraldebugarin.com onde terá a saida.

Abração
Bugarin

2009/1/11 Eduardo Luedy :
> Olá,
>
> Vi no mural de bugarin o grupo jabutis vagarosos e gostaria de saber
> como entrar em contato para saber os dias e horários dos passeios
> deste grupo.
> abs
> eduardo luedy
>

sábado, 10 de janeiro de 2009

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

JABUTIS VAGAROSOS NO JIQUIRIÇA

As fotos que se seguem são de um pesseio ciclísticos realizado por por cinco cicloativistas de Salvador: Valci Barreto, Alberto Bugarin, George Argolo, Rosilene Cunha, Itana Mangieri, pelo Vale do Jiquiriça. O fogão a lenha é da casa da Professora Selma, Alto da Lagoinha, interior do Municipio de Ubaira, que nos recebeu para dormida, café manhã e almoço. As de Rose, foram tiradas no Horto Maria Flor,de propriedade do senhor Paulo Couto, situada na margem da estrada asfáltica que liga o município de Jiquiriça a Ubaira.

Veja mais de quinhentas fotos deste mesmo passeio ,e texto de Itana Mangieri, no muraldebugarin.com. As fotos estão em "galeria de fotos".

valcibarretoadv@yahoo.com.br
editor do bikebook.com.br
 
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quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Espetáculo 'Terreiro d'Yesu' ocupa o Largo do Terreiro de Jesus


O Largo do Terreiro de Jesus será palco do espetáculo Terreiro d'Yesu - Som e Luz que discutirá a presença da população negra na ocupação do Pelourinho e onde monumentos do Centro Histórico de Salvador ganharão vida sob a direção de Fernando Guerreiro.

Com duração de 25 minutos, ficará em cartaz de 09 de janeiro a 12 de fevereiro e terá apresentações diárias em duas sessões abertas ao público, às 19h e às 21h.
A iniciativa antecipa a nova iluminação do Centro Histórico, prevista para estar totalmente implantada em julho de 2009.

Definido como uma fábula inspirada na cultura negra, Terreiro d'Yesu reúne temas relevantes como o poder, o Pelourinho e seus moradores, preconceito social e racial e urbanidade.
A trama gira em torno do Nêgo da Carrinha, um herói interpretado por Lázaro Ramos que representa todos os negros que construíram e vivem no Pelourinho. 'Queremos questionar onde está o negro no Pelourinho? Colocar em pauta aquela velha discussão dos moradores do Centro Histórico. Afinal de contas, quem habita aquele local?', explica Fernando Guerreiro, diretor.

PERSONAGENS
Diferentemente da maioria das apresentações, o espetáculo não terá atores presentes no cenário. Eles, na verdade, emprestaram suas vozes a personagens como a Catedral Basílica de Salvador, a antiga Faculdade de Medicina, a Fonte de Oxum e outros. 'A intenção de tomar esse caminho é retirar dramaticidade da própria arquitetura do local e perguntar a quem pertence aqueles monumentos com tanta substância cultural', afirma Guerreiro.
Além de Lázaro Ramos, que faz o único personagem que não é um monumento, outras figuras representativas do cenário cultural baiano participam do projeto. Jackson Costa dá vida à Igreja de São Domingos; Gideon Rosa faz a Catedral Basílica de Salvador; Evelin Buchegger interpreta a antiga Faculdade de Medicina; Carlos Betão, a Igreja de São Pedro dos Clérigos; Margareth Menezes empresta seu vozeirão para a Fonte de Oxum, entre outros.
'Este será o primeiro som e luz do mundo que terá dramaturgia. Normalmente só acontece a narração. Quem for assistir, pode esperar uma noite que trará sensações diversas e muita emoção. Também queremos que o espetáculo estimule a discussão sobre o tema. Estamos tratando de uma região com uma energia bastante específica e o projeto só tem pontos positivos a trazer para o local', diz Fernando Guerreiro.
A história é contada através de imagens e experiências sensoriais, relacionadas como espírito da cultura local. Para envolver os espectadores, a trama utiliza efeitos visuais (luminotécnicos e pirotécnicos), sincronizados sobre trilha sonora original, contendo narrações, músicas e efeitos sonoplásticos. A direção musical é de Jarbas Bittencurt, o roteiro e texto são de Sérgio Rivero e o projeto de iluminação é de Peter Gasper.
FICHA
Espetáculo: Terreiro d'Yesu - Som e luz Elenco: Lázaro Ramos, Margareth Menezes, Jackson Costa, Gideon Rosa, entre outros. Direção: Fernando Guerreiro

Onde: Largo do Terreiro de Jesus

Quando: todas as noites a partir de 09/01 até 12/02

Ingresso: gratuito
(Notícia publicada na edição de 07/01/2009 do CORREIO)

BISTRO PORTO DO SOL

Passou o Natal e o Ano Novo,
quem comeu bacalhau, comeu,
quem se deliciou num peru...

...agora, voltando tudo ao normal, é hora
de salsichão com chucrute e mostarda forte,
de carne suína com batata e puré de maçã,
de fritada tirolesa, para quem vem de turma,
de um papo agradável, num ambiente acolhedor,
ouvindo canções antigas e jazz... no

Bistrô PortoSol
www.reg.combr.net/bistro.htm

abraços gastronômicos

"JABUTIS NO VALE DO JIQUIRIÇA / PROJETO SEMENTE":

Aléssia e Alexandre deixou um novo comentário sobre a sua postagem "JABUTIS NO VALE DO JIQUIRIÇA / PROJETO SEMENTE":

QUE MARAVILHA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Ficamos babando só de ver as fotos e ler o relato.

A todos aventureiros, nossos Parabéns.

Beijos no coração de todos e a certeza que 2009 já começou com a roda direita, rsrsrs. Muitas viagens cicloturísticas para todos nós.

Beijocas
Aléssia e Alexandre

Postado por Aléssia e Alexandre no blog WWW.BIKEBOOK.COM.BR em Qua Jan 07, 09:38:00 AM

-obrigado meus amigos. Já sei que fez um belo passo pelo velho continente.

no proximo jabuti queremos voces.

Forte abraço

valci.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

APRENDI COM MEU PAI

APRENDI COM MEU PAI e JABUTIS VAGAROSOS NO VALE DO JIQUIRIÇA..

DICA DE LEITURA: "APRENDI COM MEU PAI" EDITORA Versar: 54 pessoas bem sucessidas prestam depoimentos de lições que receberam dos seus pais. Entre os depoentes estão Nelson Motta, Dualibi, Zeze di Camargo, Ivete Sangalo, José Mindlin, Marisa Orth , Walcir Carrasco.

Para os preguiçosos em leitura, um consolo: os depoimentos são pequenos.Lendo dois por dia, em menos de um mes ele é "engolido". Mas dá para ler em um final de semana, sem precisar deixar de pedalar. Foi como eu fiz.

Disponibiliza a Editora Versar, em seu site, espaço para os leitores contarem a sua própria história sobre o tema, imprimir, inserir no livro a impressão e dar de presente ao papai. Dispenso minhas filhas, pois já comprei o meu; e meu papis já é falecido. O que comprei vou dar para uma das minhas filhas e um genro que adoram um papelzinho escrito...principalmente em forma de livro.

Estamos sugerindo ao Editor, Luiz Colombini, novos titulos como:

APRENDI COM MINHA AVO
APRENDI COM MINHA SOGRA
APRENDI COM MEU SOGRO
APRENDI COM MINHA NAMORADA
APRENDI COM MINHA MULHER
APRENDI COM MINHA EX MULHER
APRENDI COM MEU MARIDO
APRENDI COM MEU EX MARIDO
APRENDI COM MEU TIO
APRENDI COM MEU IRMAO
APRENDI COM MEUS AMIGOS.
APRENDI COM MINHA MAE, JÁ FOI PUBICADO PELA MESMA EDITORA.

Façam seus depoimentos e mandem para nós que publicaremos em nosso site, bikebook.com.br. Aconselhamos, no entanto, postarem no www.versar.com.br, uma nova e competente Editora, do jornalista Luiz Colobini, que já andou em Salvador.

A capa é uma foto do escritor Ernest Hemingway, com o seu filho caçula, Gregory, no colo.

Valci Barreto
editor do bikebook.com.br

valcibarretoadv@yahoo.com.br

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Vejam abaixo, texto e fotos do passeio do Jabutis Vagarosos pelo Vale do Jiquiriçá.

No muraldebugarin.com estão 516 fotos que fizemos do passeio JABUTIS VAGAROSOS no Vale do Jiquiriça, distribuídas em tres albuns.

para ver as fotos:

abrir muraldebugarin.com

em seguida, clicar em galeria de fotos.

em seguida em cada foto e na palavra nex para outras aparecerem. clicando mais de uma vez na mesma foto ela é amplicada.
bom passeio fotografico no belo vale do jiquiriça.

valcibaretoadv@yahoo.com.br
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Só recomendo o que já li. Li este, gostei e recomendo.

LIVROS USADOS EM SALVADOR



_FOTO EXTRAÍDA DO CDN VIRTUAL, diálogo digital-

Livro é caro nas livrarias. Mas nos sebos e pequenos pontos de livros usados, exitentes em todas as grandes cidades, voce os compra por preços de até um real. Há classicos que voce adquire por menos da metade de um novo. E o conteúdo é o mesmo.

Quem quiser adquirir livros usados, fazer doações , colecionar ou ler, recomendamos o ponto de livros usados do senhor Alfredo, na Sete Portas, em frente à empresa RESUL, parte baixa da Ladeira do Funil.

Lá voce não vai encontrar o livro que procura. Mas poderá encontrar preciosiades de até cinco, dez reais, e revistas em bom estado por até um real. Funciona de domingo a domingo, exceto quando chove muito ou o senhor Alfredo viaja ou adoece, o que é raro.

Aos domingos pela manha é melhor pela facilidade de estacionamento e é quanto o senhor Alfredo exibe a maior quantidade de livros do seu estoque.

..
Não jogue livros usados no lixo. Faça doações para quem gosta de ler , para bibliotecas comunitárias ou mesmo para pequenos sebos como o do senhor Alfredo, Alemão e Daniel.

Veja outros endereços no bikebook.com.br.

Santo Amaro e São Felix, no Reconcavo baiano já possui sebos, lojas de livros usados.

==

Dica de leitura de livro de sebo que li e gostei:

Carlos Lacerda-Depoimento.

Revista Realidade,

Minha Razão de Viver, Samuel Wainer

Quase Tudo-Danusa Leao.

Maravilhas do Conto Universal.

A Paixão Pelos Livros" , de vários autores.

Armando Nogueira-Bola na Rede.

Tempo de Viver, Ernest Hemingway

Dica: "Leiam os clássicos. Eles já foram testados por gerações"-Hemingway-

domingo, 4 de janeiro de 2009

ESCOLTA POLICIAL PARQUE PITUAÇU.

Minha cara Itaninha. Mesmo em se tratando de musica axe, namorada de cantor famoso, etc, citado na sua cronica, muitos não tem direito a escolta. Se tivesse, a policia baiana não teria equipamento humano nem mecaninco para atender a tantos compositores.

Mesmo no meio destes, há os eleitos para merecer escolta privada. Não fique triste, não se aborreça, continue escrevendo , não precisa compor axé. O mundo sempre vai girar assim: tudo para uns poucos eleitos, algumas coisinhas para outros, nada para tantos.

E não pedale naquele parque. Não quero ver minha amiga compondo "sumindo na Lagoa", ou SUMINDO NO PARQUE, axé ou não.

Muito importante voce ter escrito. A população precisa saber quem tem direito a Policia Pública à sua disposição para, entre outras coisas, pedalar no Parque. Nós não temos.

Valci Barreto.

JABUTIS VAGAROSOS, VAMOS FAZER MAIS.

Caro Sergio Bezerra,

não escolhemos data em que voce estava dodoi rsss. voce que que ficou doente na data.

Mas há um consolo: na hora que voce ficar boem, é so marcar um qua faremos. NA HORA!. Descobrimos o caminho. Agora não há mais limite!

Forte abraço e volte logo.

valci

sábado, 3 de janeiro de 2009

Praia suja é sinônimo de 'banhista' ou de 'porquinho'?


Indigno-me ao ver nossas praias e mares, lindamente criados pela Mãe Natureza, pontilhados de sacos plásticos, garrafas, pneus velhos, isopor, tecidos, metais e outros destroços que meus semelhantes atiram indiscriminadamente e sem a menor vergonha, após o uso daqueles materiais.

Como pescador iniciante e como pessoa que "abriu os olhos" para a preservação ambiental, imagino-me sendo um peixe ou tartaruga marinha engasgado com isopor. Detritos, vistos de baixo para cima, são facilmente confundidos com alimento. Já pensou se no nosso acarajé ou no hambúrguer viesse um pedaço de isopor ou plástico, grande o suficiente para nos entalar?? Seria uma tremenda confusão e, certamente, voariam pimenta, tabuleiro e a barraquinha pelos ares, se a baiana ou o vendedor fizesse ouvidos de mercador e dissesse que o isopor era "do feijão" ou "do pão"!!!

Cada vez que embarco ou vou "pegar um bronze", tomo o cuidado de levar um saco para evitar que outras coisas sejam atiradas ao mar, por minhas mãos, pelas dos amigos a bordo ou até arrancadas pelo vento e derrubadas à revelia da minha vontade. Procuro ir à praia e colocar meu canudinho do côco (e o palitinho do queijinho assado também) preso num copo ou no tal saquinho.

Sabem quanto tempo leva para o plástico ser desintegrado pela natureza??? Aquela ingênua garrafinha de guaraná diet que tua namorada "deixou" cair no mar, se não for parar em alguma praia, vai vagar nas marés uns 100 (CEM) anos!!
As propriedades que fazem do plástico um dos produtos com maiores aplicações e utilidades ao consumidor final - VOCÊ -, também o tornam um dos maiores vilões ambientais. São produzidos anualmente cerca de 100 milhões de toneladas de plástico e cerca de 10% deste total acabam nos oceanos, sendo que 80% desta fração vem de terra firme.

No oceano pacífico há uma enorme camada flutuante de plástico, que já é considerada a maior concentração de lixo do mundo, com cerca de 1000 km de extensão, vai da costa da Califórnia, atravessa o Havaí e chega a meio caminho do Japão e atinge uma profundidade de mais ou menos 10 metros.

Um simples chiclete leva 05 (cinco) anos para ser decomposto ao ar livre!!!

Já bastam as empresas que exploram petróleo manchando imensidões todo dia, mês e ano! Não adianta "limpar", pois cada vazamento mata desde os microorganismos que alimentas os peixes e crustáceos pequeninos até os grandões, que imaginávamos na nossa mesa! E, se existe peixe de menos no mar, o preço sobe. Quem aqui não curte um camarão ao alho e óleo??? Vermelho frito ou cavala?? Moqueca de badejo, dourado, corvina, budião, albacora?? Sushi de atum, salmão??? Pois é. E todo mundo sabe que está caro até nos lugares mais em conta...
Vamos pensar ANTES de sujar a praia e o mar.
Um abraço e bom verão a todos!!
Sem lixo no mar e na praia!!
Seja um banhista, não um PORQUINHO!!
E vá de bike, claro!!!

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

ESCOLTA POLICIAL !

FELIZ ANO NOVO À TODOS !



Estou cuidando da cachorrinha de uma amiga que viajou e agora todos os dias tenho um motivo para caminhar na orla ou naquele parque ecológico que ninguém tem mais coragem de pedalar (pois se entrar de bike, corre-se o risco de sair à pé ... se sair ... rsrsr). Estava eu lá, hoje no finalzinho da tarde, passeando com a cachorrinha quando, me chamou a atenção, um senhor pedalando todo equipado com máquina e acessórios fotográficos. Pensei comigo: "É um turista desvisado. Nem faz idéia do risco que está correndo".
Em seguida, notei as pessoas que o acompanhavam: a Sra.Paula Lavigne, Margareth Menezes, amigos e assessores .... escoltados por 3 policiais de bicicleta e mais 3 policiais de motocicleta. Todos impecavelmente fardados e armados.
Aí entendi ...
Entendi que escrever crônicas não dá direito à segurança no parque (e em lugar nenhum ... hehe). Ou ... se eu compor ou cantar músicas axé ? Ou namorar um cantor famoso ou ser amiga de tais celebridades ? ... talvez !
Bom ... continuei minha caminhada pensando com meus botões: "Será que, se em 2009, eu compor músicas axé e ficar famosa, vou ter escolta exclusiva quando eu parar na sinaleira em frente o shopping e a rodoviária ?" e lembrei da propaganda de um banco: 2000 inove !

Itana Mangieri

Música Clássica gratuitamente aos domingos


clique na imagem para ampliar.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

JABUTIS NO VALE DO JIQUIRIÇA / PROJETO SEMENTE

- Clique nas fotos para ampliá-las
- No Blog http://www.muraldebugarin.com/ já estão postadas + de 300 fotos desta aventura


Texto: Itana Mangieri

Quando recebi o convite para participar desta cicloviagem pelo Caminho da Paz fiquei um pouco na dúvida, pois estou um pouco enferrujada, mas depois pensei: “no ritmo dos Jabutis eu agüento”. Então decidi ir.
Valci, eu e George fizemos uma reunião improvisada para organizarmos alguns detalhes, pegar algumas dicas com George que já tinha realizado a Estrada Real em MG de bike e dividir algumas tarefas. Rabisquei um jabuti numa bike e mandei imprimir em 5 camisetas para nos padronizarmos (rsrs) para esta aventura. Iniciamos o corre-corre de revisões nas bikes, alforjes, bagageiros, o que levar, ferramentas, acessórios, kit de primeiros socorros, passagens, etc... E às 5:00hs do dia 26 de dezembro estávamos na rodoviária de Salvador prontos para o embarque: Eu, Valci, George, Buga e Rose.
A viagem foi divertida saboreando tapioquinha molhada e passando por Sto.Antônio de Jesus, Cachoeira, São Feliz, Muritiba e finalmente Amargosa (ponto inicial do pedal).
Nossa preocupação inicial era com Buga que, além de ter esquecido de tomar seus remédios diários ainda os esqueceu em casa. Decisão unânime: só partiríamos com ele se ele comprasse seus remédios numa farmácia local e assim foi feito. Passamos na pousada do Bosque para pegar nossas credenciais com o roteiro do Caminho da Paz, arrumamos nossos bagageiros, enchemos os hidrates e caramanholas, comemos frutas, tomamos uma vitamina de banana e iniciamos nossa aventura pelo Caminho da Paz ! Foram 4 km de tranqüilidade entre paisagens bucólicas sob um sol castigante das 14 hs.
Paramos para tirar foto em cima de uma ponte e iniciar nossa primeira ladeira, digo, paredão ! Um susto ... interminável, de cascalho e inclinação de 45 graus ! ... coisa para “Dinos”. George (Dino) seguiu em frente e nos aguardou próximo do final. Fui a segunda a chegar e esperar. Quando avistamos o restante do grupo, Valci estava empurrando sua bike e a de Buga. Descemos para ajudá-los. Buga estava vermelho e minando de suor e, para nossa surpresa e tranquilidade disse: “Não vou forçar”. Descansamos um pouco e ligamos para nosso próximo ponto de apoio, no Alto da Lagoinha, e solicitamos um carro para buscar Buga. Ele ficou aguardando seu resgate e nós seguimos pedalando. Na quarta ladeira eu e Rose começamos a sentir enjôos e tonturas. Deitei no chão e aguardamos Buga passar para pegar carona no resgate. Em minutos ele chega com nosso anjo-da-guarda: Reny. Colocamos as bikes na caçamba do carro e seguimos para o Bar do Roque onde paramos para tomar um refrigerante e aguardar Valci e George para uma merenda (sanduíche de sardinha).
Seguimos para o Alto da Lagoinha. Um vilarejo pequeno e acolhedor. Tão acolhedor que fomos recepcionados com uma jaca docinha. Edson, que coordena os peregrinos da Paz, nos dividiu em grupos para acomodação em casas de moradores, pois lá não há pousadas. Fomos acolhidos pelas famílias de dona Nilda, Profª.Selma e dona Fátima. Eu e Rose estávamos jantando quando, Vagner (filho da Profª.Selma) entrou na cozinha e nos informou que George, Valci e Buga estavam nos convidando para jantar com eles, pois preparavam uma macarronada. Eu pedi à Vagner para não comentar que estávamos jantando (não queríamos magoá-los). Comemos pouco e seguimos para a casa da Profª.Selma para jantarmos (de novo rsrs) todos juntos.
Foi um jantar deliciosamente divertido entre o tempero Argolo, as poesias dos alunos da Profª.Selma, fotos e novos amigos. Em seguida seguimos para uma caminhada pela rua principal do Alto da Lagoinha, acompanhados de Vagner, sob um céu estrelado, ao lado das luzes de Natal que ainda piscavam e brilhavam na decoração das casas, noite serena e cantando Noel Rosa e Chico Buarque !
No dia seguinte, subimos até o Morrinho de São José (680 mts altitude). Eu, Rose e Buga de carro com Reny, Vagner e Netinho. Valci e George subiram pedalando. Os dois chegaram ! E nesse momento decretamos que Valci não é mais um Jabuti. Passou para a categoria “Dino” rsrs !
O visual lá de cima é magnífico ! Paisagens verdes à perder de vista e um silêncio ecológico relaxante !
George desceu “avionado” as ladeiras do Morrinho observado pelas plantações de cacau e nós ainda paramos numa nascente para beber água cristalina e potável.
Já eram 11 hs e o sol estava alto e quente. Adiantamos o pedal eu, Buga e Rose e combinamos de nos encontrar na cidade de Jiquiriçá. Valci e George ainda ficaram e almoçaram com a família da Profª.Selma. O calor e as ladeiras nos obrigavam a empurrar as bikes. Cada parada era acompanhada de um bom papo com algum morador da região ou algum motoqueiro de passagem. Numa destas paradas para um pequeno descanso, parou um rapaz para papear conosco que vinha do sentido oposto. Era o Júnior, diretor da escolinha do Alto da Lagoinha. Conseguiu-nos alguns telefones de pousadas em Jiquiriça e até se ofereceu para levar nossas mochilas caso estivéssemos no mesmo sentido que ele. As estradinhas de terra eram recheadas de ladeiras, curvas e coloridas abundantemente por jacas, cacaus, cajus e mangas. Nosso próximo destino era em Mutuípe e quando chegamos na estrada de asfalto o pneu de Buga furou. Enchemos com a bomba um pouco e conseguimos chegar até Mutuípe. Lá fomos á uma borracharia para o conserto e locamos a van do motorista Leandro para nos levar até Jiquiriçá, pois eu estava preocupada com o sol forte e o esforço de Buga. Ao chegar, procuramos algumas pousadas para nos hospedar e, por causa de um casamento estavam todas lotadas. Nosso anjo-da-guarda, desta vez, foi o Seu Pedro que nos indicou a pousada da Dona Zeninha e Seu Tavinho que nos acolheu com muito prazer. No final da tarde, chegaram George e Valci contando as peripécias do percurso deles, como a descida numa ladeira cheias de bois onde George desceu correndo e Valci, com receio de escorregar no cascalho e com medo dos bois, retornou ladeira acima empurrando sua bike à passos ligeiros (rsrs).
Depois de todos reunidos e banho tomado fomos para o centro de Jiquiriça procurar um restaurante para almoçar (ops ! jantar) ciceroneados pelo menino Nicholas, neto do Seu Tavinho. O garçon Ailton nos serviu carne ensopada com feijão tropeiro, arroz e a indispensável salada de tomate para Valci. Depois saímos à procura de uma lan-house para descarregar nossas fotos dos cartões de memória. George me emprestou seu minúsculo pen-drive para gravar as fotos lá, mas a lan já estava fechada. Fomos então, eu e Valci, tomar um picolé na locadora de vídeo de Rodrigo e batermos um bom papo sobre filmes. Ao chegarmos na pousada do seu Tavinho, pedi a Valci que devolvesse à George seu minúsculo pen-drive que estava num bendito saquinho hermético.
No dia seguinte, acordamos cedo, arrumamos nossos alforjes (os alforjes de Valci foram apelidados de caçuá, pois era mais prático perguntar à ele o que ele não havia levado lá dentro além do básico Kit Jabuti: caneta, carimbo, blocos de papel, capa para livros, chapéu de mexicano, chinelo havaiana, ... até um pacote com 4 rolos de papel higiênico lá tinha (por precaução na estrada) rsrsrs) e fomos tomar café no mesmo restaurante onde jantamos na noite anterior. De repente ouvimos um grito: “Valci ? É você ?”. Era um colega de Valci, Dr.Nery, também advogado e filho de Jiquiriça que por lá estava para as festas de final de ano. Acompanhou-nos no café da manhã entre um bom papo matinal. Fomos atendidos novamente pelo garçon Ailton que cedeu à Valci tomates para ele preparar sua indispensável salada de tomate (mesmo no café da manhã rsrs). Decidimos seguir de bike pelo asfalto até Ubaíra. Lá, Buga pegaria um transporte até o Projeto Semente e nós seguiríamos de bike pela estrada de terra. Ligamos para Antônio Presídio para comunicar nossa chegada na pousada e seguimos, acompanhados pelas crianças de Jiquiriça, até a saída da cidade. Paramos para muitas fotos na estrada e para conhecer o Horto Maria Flor.

Chegando em Ubaíra, mais fotos no casarão colonial, na praça da Igreja Matriz com seu coreto e paramos na Pousada da Dona Lúcia. Ao entrarmos fomos recebidos com um sorrisão largo e o convite para fotografarmos seu jardim e presépios. Fomos convidados para entrar e conhecer a pousada estabelecida num casarão antigo com pé direito alto e móveis coloniais.
Ela ligou para Neto, que tem um caminhãozinho, para ele vir buscar Buga, mas Neto, com seu poder de persuasão, convenceu à todos que o trajeto de bike na estrada de terra seria muito difícil devido às ladeiras e que deveríamos ir todos juntos no caminhão. Topamos !
Ao chegarmos ao Projeto Semente, Zé Filho veio nos recepcionar pedindo desculpas pois imaginava que chegaríamos no final da tarde e os quartos ainda não estavam preparados e que o restaurante não tinha como preparar o almoço para nós. Devido à tanta gentileza e preocupação, culpamos (rsrs) Neto por nos convencer a ter vindo de carona com ele e que o percurso até o Projeto Semente foi ameno e com somente com duas ladeiras. Entre as brincadeiras, insinuações de processo por propaganda enganosa da estrada e malabarismos que os meninos da cidade, que nos acompanharam no caminhão, faziam em nossas bikes para demonstrar suas habilidades e descansando sob a sombra de um enorme fícus na entrada da fazenda, descobrimos que Neto também possui um restaurante e encomendamos nosso almoço que foi-nos entregue por um motoqueiro no meio da tarde.


Projeto Semente


Zé Filho foi correndo chamar dona Maria para arrumar os quartos para nos acomodar e ela chegou com lençóis nos braços perguntando em quais quartos nós gostaríamos de ficar. Enquanto isso, fomos tomar uma ducha e ficamos brincando na piscina até o almoço chegar.


O último a pular na piscina foi Valci e, segundos depois, Buga acha um saquinho boiando na água e pergunta o que é isso ? Eu gelei ! Era o minúsculo pen-drive de George que estava no bolso da bermuda de Valci e que ele não lembrou de devolvê-lo à George na noite anterior.
Resultado: George me olhou atravessado, deu-me uma bronca, disse que a culpa e responsabilidade eram minhas, nhén-nhén-nhén-nhén ... Mas, para minha sorte (rsrsrs) fui salva e perdoada pelo bendito saquinho hermético que estava bem fechado !!! (ufa ! rsrs).


Almoçamos todos juntos ao lado da piscina e depois fomos dar um cochilo pelas diversas redes espalhadas pelo jardim – lugar e ambiente perfeitos para uma “desligada” física e emocional. Após um cochilo e fotos, fomos para a piscina curtir o finalzinho da tarde.


Eu, Buga e Valci estávamos curtindo o solzinho fraco, o silêncio, a leitura e os pássaros.
De repente .... “práprápráprá...”
Olhei para os lados. Ninguém se moveu e continuei a curtir aquele momento relaxante.
Minutos após, de novo: “práprápráprá...”
Olhei para Buga e perplexa comentei: “Pô Buga ! que intimidade é essa ? Fazem só 3 dias que estamos pedalando juntos e você não reprime mais seus gases ao meu lado ?”
Kkkkkkkkkkkkkk...
Neste exato momento chega George, deita-se numa chaiselong ao meu lado e, sem cerimônia, repete o gesto de Buga: “Práprápráprá...”
- “Pô ! Desse jeito estou me sentindo o recheio de um sanduíche gasoso”
Kkkkkkkkkkkkkk...
Então, entre as gargalhadas, Zé Filho avisou-nos que já havia ligado a sauna para nós. Corremos para lá e relaxamos por cerca de 1 hora conversando sem parar, contando causos e filosofando entre nuvens e aroma de eucalipto. Saímos da sauna direto para um pulo refrescante na piscina.
Já de noite, enquanto aguardávamos o horário do café, fomos eu, George e Buga para o templo, orar, refletir, relaxar e meditar acompanhados de música new age e incensos. Foi um momento mágico de silêncio interior, equilíbrio emocional e espiritual sob o brilho das estrelas que nos observávamos através do vidro das janelas.
Esse momento de comunhão silenciosa terminou após uma hora quando o relaxamento total de Bugarin, físico e muscular nos alertou com seus sonoros “práprápráprá...” (rsrsrs).
Seguimos para o restaurante onde saboreamos um café gostoso com aipim, banana cozida, leite, pão caseiro, bolo etc ... Entre fotos e conversas, George comunicou que iríamos embora no dia seguinte e Buga quase pirou: “O quê ? ... deixar um local abençoado desse para voltar pra Salvador ? Eu me programei pra ficar aqui até dia 30 e amanhã são 29. Eu não quero ir“. Rsrs
Pra dizer a verdade, ninguém queria mais ir embora, mas os compromissos profissionais e plantões nos aguardavam.
O Projeto Semente é tão acolhedor que, quem conhece, sente-se adormecido como um bebê no colo. E quem é que não necessita de um relaxamento tão puro assim ?
Após o café, subimos para a piscina novamente e ficamos lá, ao lado de uma fogueira, batendo papo até que, Zé Filho nos emprestou um violão (uauaua) e, finalizamos nosso dia às 23 hs numa noite serena, aquecidos pelo calor de da fogueira, saboreando licorzinho de passas, cantando e tocando violão numa solidária serenata.
Buga acordou cedo e saiu pela fazenda para fotografar. Em seguida levantei e fui com ele comer acerola no pé. Encontramos Valci, já lendo seu inseparável livro emprestado, a auto-biografia do ciclista Lance Armstrong e, em seguida acordou George.


Resolvemos subir no morro vizinho para conhecer e fotografar um casarão antigo em ruínas. Na cancela da fazendo encontramos com Zé Filho que nos acompanhou até lá em cima, no casarão em ruínas, junto com uma chuva fina e refrescante, e foi nos explicando sobre as propriedades locais, fábrica de queijos, atividades sociais do Projeto Semente, escolinha de atletas, coral infantil, catando mangas e cajus e rindo das nossas trapalhadas pelo caminho.


Ao descer nos reunimos no restaurante para um delicioso café da manhã e decidimos ir pedalando pela estrada de terra até o asfalto para lá, aguardarmos um ônibus para Bom Despacho. Ali, Buga ainda reclamou por não querer ir embora (todos sentiram o mesmo) e ameaçou “abrir o gás” rsrsrs ... Entre tantas gargalhadas, definiu-se a nova empresa concorrente da Liquigás e Brasilgás ... a BioBuga ! rsrs. Ainda tivemos tempo de fotografar o Roseiral, à convite de Zé Filho, onde tinham alguns pezinhos de morangos (fui ao roseiral e comi todos os morangos que fotografei ... rsrs), arrumamos nossas bikes e alforjes, carimbamos nossas credenciais e ganhamos um Certificado de Peregrinos do Caminho da Paz, assinamos o livro de visitas com mensagens de que voltaremos, nos despedimos da família Projeto Semente com um aperto no coração, passamos na lojinha para comprar camisetas e seguimos nossa ultima pedalada, tendo crises de risos ao lembrar nossas alegrias nesse lugar mágico !
Ao chegarmos ao asfalto, aguardamos uns 15 minutos para embarcarmos num ônibus até Bom Despacho. Pegamos o Ferry-Boat e retornamos para nossos lares em paz, íntegros e espiritualmente mais leves (principalmente o Buga )!

Nossos agradecimentos especiais à Antônio Presídio, Maria e Djalma Leandro pelas informações técnicas, suporte e atenção durante nosso percurso, à Zé Filho e Maria pelo acolhimento e sensibilidade como nos receberam, à todos que compõem a família Projeto Semente e à todos os amigos que fizemos pelo Caminho da Paz: Day, Edson, Reny, Roque, Edson, Nilda, Dona Fátima, ProfªSelma, seu filho Vagner e sua família, Leandro (da van), Seu Pedro, Seu Tavinho e seu neto Nicholas, Dona Lúcia e Neto (do caminhão).

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

FOTOS JABUTI VALE DO JIQUIRIÇÁ

As fotos do passeio ciclistico do JABUTIS VAGAROSOS, pelo Caminho da Paz, no Vale do Jiquiriçá já estão postadas do muraldebugarin.com

são centenas de fotos, distruibidas em vários alguns. Cada album contem dezenas de fotos.

para ver as fotos:

abra o muraldebugarin.com, em seguida, abra galeria de fotos, em seguida, clique nas fotos e na palavra "next" para ver as demais de cada album.

clicando duas vezes na mesma fotos elas são amplicadas.

Aguardem texto de itana mangieri no mesmo muraldebuarin.com

valci barreto

editor do bikebook.com.br

valcibarretoadv@yahoo.com.br

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

AGRADECIMENTOS!

Antônio Presídio e Maria,Gostaria de agredecer-lhes pelo apoio dado ao nosso pequeno grupo ciclístico(Jabutis Vagarosos)pelo trajeto ao Caminho da Paz, pelas amizades que fizemos durante o percurso,pelos locais mágicos que conhecemos, pela paz de espírito e equilíbrio que alcançamos,pelo acolhimento recebido pela "Família Projeto Semente", a integração com a naturezae pelas emoções e lembranças que teremos conosco em nossos corações.OBRIGADA !!!Estamos preparando as fotos para publicação em nosos blogs e um texto, que consigaexplanar a filosofia, objetivo e vida do Projeto Semente.Publicaremos nos seguintes endereços:www.muraldebugarin.com;bikebook.com.br;http://mundodabike.blog.terra.com.brChegamos todos bem em Salvador ... com o sentimento de "Quero Mais" rsrs. Voltaremos !
Grande Abraço !

--
Itana Mangieri
(71) 9178-8941
E-mail: itanamangieri@gmail.com
MSN: itanamangieri@hotmail.com
Skype: itana_mangieri
.... __o
.._.\<._

AOS AMIGOS DO JABUTI VALE DO JIQUIRIÇÁ:

Aos companheiros de pedal George Argolo, Buga, Itana, Rose: muito obrigado pelo PASSEIO/FESTA/POESIA vivido estes dias pedalando pelo Vale do Jiquiriçá.

E tratem logo de organizarem outros, de preferência, sem dia para voltar!!

Estou rindo à toa, até agora!

Agora, é aguardarmos as fotos da equipe e o sempre genial texto de Itana, nossa escribiker maior!

Feliz passagem de ano para todos!

Agora, aguardar fotos da equipe e o sempre genial texto da nossa escribiker maior, Itana Mangieri, que serão publicadas no muraldebugarin.com.

Valci Barreto
editor do bikebook.com.br
colaborador do muraldebugarin.com
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muraldebugarin.com

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

PARABENS AOS SERVIÇOS DISK PASSAGEM , DA EMPRESA JAUÁ.

Valci Barreto
Editor do bikebook.com.br
Colaborador do muraldebugarin.
valcibarretoadv@yahoo.com.br



Valci, George Argolo, Itana , Bugarin e Rosilene Cunha, estamos indo pedalar pelo Vale do Jequiriçá. .Sairemos de Salvador para Amargosa, a partir de onde iniciaremos uma pedalada de 165 km, em ritmo do JABUTIS VAGAROSOS.

Entre outros itens do nosso passeio, está a visita ao PROJETO SEMENTE, que, entre outros eventos, realiza a Caminhada da Paz. Está tudo pronto para a nossa partida.

Pedimos nossas passagens de ônibus pelo DISK PASSAGEM da empresa Jauá que, por telefonema através da sua atendente CINTIA, informou-nos que as passagens estariam em nossa casa entre 14 e 16 horas. Elas chegaram às 15.45.

Fazemos questão de registrar a competência, bom atendimento, educação e paciência da senhora Cintia em nos dar todas as explicações que solicitamos, bem assim a igual presteza e educação revelada pelo motoboy Israel. Ficamos satisfeitíssimos com os serviços que permitiram o rigoroso cumprimento do horário, o que não é muito comum em relação às prestações de serviços de um modo geral.

Fizemos questão de registrar o fato, por questão de justiça e para estimular outras empresas a seguirem o bom exemplo.

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

FELIZ NATAL PARA TODOS.

Estamos desejando a todos um feliz natal. Que tudo de bom aconteça para toda a humanidade.

Em relação a nós, cicloativistas, pedimos ao papai noel:
pedir aos motoristas ,especialmente de onibus e de taxis, desistirem, abandonarem a agressividade com que dirigem.

que as pessoas se respeitem, se disciplinem, tenham mais paciencia com o seu semelhante.

Que os que dirigem tomem consciencia de que a falta de cuidado e respeito ao volante pode siginifcar morte, agressões, mutilações.

que os jovens recusem a inicação nas drogas.

E que os iniciados as abandonem. Vicios são formas de escravidão que violentam a dignidade de qualquer pessoa. Vamos buscar formas de viver melhor : esporte, cultura, lazer, trabalho Um não BEM GRANDE CONTRA A VIOLENCIA , CORRUPÇÃO , DESPERDICIO. UM SIM AO BEM, Á CONSCIENCIA ECOLOGICA.

Estas coisas boas acontecendo, papai noel, não precisará andar com um saco tão pesado em suas costas!

UM FELIZ NATAL PARA TODOS.

Os amigos, que gostarem de mim, que me quiserem dar um presente, será facil: peça a cada motorisa, a cada pessoa que dirija carro, especialmente as da sua familia, para respeitar o ciclista, o pedestre. E a quem pedalar, para não andar correndo nas ruas nem agredindo as pessoas que estejam de carro ou a pé. Vou ficar feliz em receber este presente dos amigos. Comapartilharei com bem mais pessoas.

valci Barreto







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VALDO EM PEDAL PELA PAZ


Tenho acompanhdo, pelos clubes de cicloturismo, a aventura do VALDO(PADRE QUE ESTÁ DANDO UMA VOLTA PELO MUNDO DE BICICLETA)

VEJAM OS LIVROS E O SITE.

Desculpe se você já recebeu esta mensagem em outra lista ou se
já foi avisado através da lista Diário de Bordo.
Se esta for a primeira vez que a recebe, então, por leia a mensagem
até o fim antes de apagar.

Caros amigos e amigas do Projeto Volta ao Mundo Pedalando pela Paz

Depois de uma longa e penosa espera, finalmente recebi os meus livros:

Pedalando Solitário do Oiapoque ao Chui
Pedalando e Desvendando a Carretera Austral – 30 dias com 500
dólares
Pedal nas Nuvens – Uma aventura na Bolívia, no Deserto de Siloli

A espera foi cansativa, mas valeu a pena esperar, pois a edição ficou
muito bonita. As fotos coloridas deram vida ao livro. Além de fazer a
viagem através da leitura você também pode viajar pelas fotos
que estão distribuídas ao longo do texto.

Para realizar o meu sonho de dar a volta ao mundo eu dependo da venda
destes livros. A única verba de apoio que recebi foi todas investida
na impressão dos três livros.

Adquirindo os livros, além de enriquecer sua biblioteca, você
ainda vai colaborar para a realização deste grande sonho.

Para ler um resumo dos livros e entrar na página de pedido acesse o
link:

http://www.salesian os.pt/v/f/ meuslivros. htm


Ou se preferir, entre diretamente na página do formulário de
compra.

http://www.salesian os.pt/v/f/ pedidomeuslivros .htm


O valor de cada livro é de R$ 22,00 + 4,90 de taxa do correio = 26,90
Na compra de dois livros o valor do depósito é de: R$ 50,00
Na compra dos três livros o valor do depósito é de: R$ 73,00

Estou lançando também um DVD com 1.520 fotos das várias viagens
em forma de Clip com música de fundo e mais três Vídeos que
passaram na TV Globo News, RBS e RIC.

O valor do DVD é de R$ 10,00

Se além dos livros você também quiser adquirir o DVD não
esqueça de acrescentar mais R$ 10,00 ao valor do seu pedido.

Aproveito da oportunidade para desejar a todos vocês um Santo e FELIZ
NATAL com as bênçãos do Menino Deus.

Abraços

Vado

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]


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