domingo, 20 de janeiro de 2008

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sábado, 19 de janeiro de 2008

MURITIÇONIBUSJACABIKEJUBA -







Nesta data, outorgamos aos ônibuscicloturistas baianos, GEORGE ARGOLO e FABIO LOPES , o certificado de participantes do passeio ONIBUSCICLOTURISTA , "MURITIÇONIBUSJACABIKEJUBA" ,(Salvador/Santo Amaro/Cachoeira/São Felix/Muritiba/Salvador/Guarajuba, de ônubus e bicicleta, para comer jaca e maniçoba em Muritiba, ocorrido em dezenove de janeiro de 2008, organizado por Tio Lu e Sued)

Salvador/Muritiba, 19.01.2008.


Muraldebugarin.com
Bikebook.blogspot.com
Meu Zine

VALCI BARRETO
Representante Legal
Registrado no Instituto dos Apaixonados por Pedal.

Salvador/Muritiba, 19.01.2008.

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Participe de passeios ciclísticos e açõs em favor das bicicletas nas ruas de Salvador. Veja como, acessando os blogs e sites:

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DE GRAÇA E PODE IR DE BICICLETA

Valci Barreto

Editor do bikebook.blogspot.com
Meu Zine
colaborador do muraldebugarin.com


Se você estiver ciculando de bike pela cidade de Salvador, há lugares que voce pode entrar de berbuna e não é cobrado ingresso. Veja alguns destes locais:


CAPOEIRA – O MUNDO DE CABEÇA PARA BAIXO – Conta a história do esporte através de imagens e textos. Diretoria de Museus – Dimus (Pelourinho). Até 29 de fevereiro. Contato: 3117-6443. ARTE E CANDOMBLÉ – Inés Perlo resgata a cultura afro-brasileira com mostra de peças desenvolvidas a partir de técnicas próprias, usando fibras naturais. Casa de Angola (Baixa dos Sapateiros). Até dia 25. Contato: 3321-4495.
A BICICLETA – Segunda edição da coletiva sobre o veículo, com a participação de 14 artistas. Panorama Galeria de Arte (Rio Vermelho). Até dia 29. Contato: 3248-0237 REVOLTA DOS MALÊS – Exposição bibliográfica sobre a insurreição dos negros hauçás nos anos de 1835, em Salvador. Biblioteca Pública do Estado da Bahia (Barris). Até dia 31. Contato: 3117-6084.
ABALOS SENSUAIS – Olímpio Pinheiro faz mostra de pinturas, desenhos e gravuras de nus femininos. Foyer da Biblioteca Pública do Estado da Bahia (Barris). Até dia 31. Contato: 3328-4555.
CULTURA DO TABACO NO RECÔNCAVO BAIANO – Através de 17 imagens, o fotógrafo Gladstone Campos registra a produção do fumo negro na região. Espaço Cultural da Câmara Municipal de Salvador (Praça Tomé de Souza). Até dia 30. Contato: 3320-0100.
THE BIG BEM – UMA HISTÓRIA DO TEMPO - O artista plástico Sandro Pimentel homenageia grandes nomes da cultura do início do século XX, como Frida Kahlo, Matisse e Picasso. Galeria do Conselho – Palácio da Aclamação (Campo Grande). Até 11 de fevereiro. Contato: 3328-6030.
AGDÁS URBANOS – Retrata elementos do candomblé através do grafite nos alguidares, pratos de barro para oferenda aos orixás. Galeria Jayme Fygura – Teatro Gamboa (Aflitos). Até 6 de fevereiro. Contato: 3329-2418.
D. JOÃO E O BRASIL – Com acervo bibliográfico e iconográfico mostram as razões que fizeram a corte portuguesa vir para a colônia. Biblioteca Pública do Estado da Bahia – Sala de Exposição (Barris). Até 10 de março. Contato: 3328-4555.
INQUIETAÇÕES – Produzir arte a partir das ansiedades geradas pelas incertezas da profissão é o tema da mostra dos formandos de graduação de artes visuais da Escola de Belas Artes da Ufba. Galeria do Teatro Iceia (Barbalho). Até 10 de fevereiro. Contato: 3117-1520.
BONFIM, FESTA DE FÉ – Através de fotografias, retrata a magia que envolve a tradicional Lavagem do Bonfim. Biblioteca Pública do Estado da Bahia (Barris). Até 4 de fevereiro. Contato: 3117-6084.
MOSAICOS NA BAHIA – O artista plástico Lui Gomes apresenta seus quadros inspirados pela cultura e religião afro-baiana. Espaço Cultural Brasil Açu (Praça da Sé). Até dia 31. Contato: 3266-3099.
POSTAIS – Agrupa fotografias e postais de Salvador, cidades do interior e arquitetura religiosa da capital e recôncavo. Museu Tempostal (Pelourinho). Contato: 3117-6383.
FOTOJORNALISMO – A associação dos repórteres fotográficos e cinematográficos da Bahia realiza mostra com 20 fotografias publicadas em veículos locais. Galeria Pierre Verger (Barris). Até dia 21. Contato: 3103-4065.
MAGNUM 60 ANOS - Reúne 35 imagens de alguns dos nomes mais conhecidos da agência Magnum, como Henri Cartier-Bresson, Robert Capa, David “Chim” Seymour, George Rodger, dentre outros. Caixa Cultural (Centro). Até dia 27. Contato: 3322-0228.
CORES DOS ORIXÁS – Trabalhos do artista plástico baiano João Martins, chamado também de “poeta da cor”. Galeria Moacir Moreno - Theatro XVIII (Pelourinho). Até dia 27. Contato: 3322-0018.
40 EM 40 – 40 ANOS EM 40 MINUTOS – Mostra de curtas que contam, através de imagens, a história do Teatro Castro Alves. Foyer Teatro Castro Alves (Campo Grande). Até 2 de março. Contato: 3339-8011.
XILO CORDEL VIVO – O cordel brasileiro é representado a partir de xilogravuras e desenhos de capas de folhetos produzidas pelo cordelista Franklin Maxado. Caixa Cultural (Centro). Até dia 27. Contato: 3322-0228.
SE DO BARRO VIEMOS – O artista plástico cearense Bosco Lisboa faz mostra de esculturas que retratam objetos comuns do cotidiano. Caixa Cultural (Centro). Até dia 27. Contato: 3322-0228.
OBRAS PREMIADAS – Os vencedores dos Salões Regionais de Artes Visuais da Bahia terão seus trabalhos expostos na 14ª edição do evento. Há visitação guiada. Museu de Arte Moderna (Av. Contorno). Até 17 de fevereiro. Contato: 3117-6065.
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sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

FESTA DO BONFIM NO PEDAL.

Valci Barreto.Editor do bikebook.blogspot.com
colaborador do muraldebugarin.com

Marcado o encontro para às 08 horas, às 7.55 cheguei em frente ao Elevador Lacerda. Lá já estavam Luzinete, sua irmã, artista plástica Kátia, fotógrafo Augusto, e as paulistas, estudiosas de música e dança Mara e Daniela. De todos, conhecia apenas Luzinete e Daniela. Esta última apenas do último passeio da ASBEB.-Enquanto planejávamos a saída, outros foram chegando. Primeiro o Tony, do amigos do Tony, como sempre com sua generosidade e simpatia, levando presentes, brindes, bonés do seu grupo para os companheiros de pedal e nos convidando para o pedal da sogra, já agendado para 17.02.2008.-Mudamos da frente do Elevador para o lado do monumento de Mario Cravo, quando aparece uma pessoa toda paramentada, estilizada, paramentada de branco, lindamente vestida, dos pés à cabeça, empunhando máquinas e equipamentos fotográficos, não deixando dúvida de que ali estava uma artista da fotografia, ou mesmo uma repórter fotográfica. Dirigindo-se ela para Augusto, perguntei-lhe se era alguém do Salvadorfotoclube, sempre presentes nestes eventos. Responde a senhora que não. Augusto informa que era sua mãe. Comemorando a surpresa, pergunto ao Augusto o nome dela obtendo a resposta: Marisa Viana. Aí não tive mais o que perguntar: tratava-se exatamente de uma das grandes fotógrafas do Brasil, com livros publicados, nomes em todas as revistas especializadas da Arte Fotográfica. Conheço Marisa de muitos dos seus trabalhos, livros, exposições , lojas de fotografias; mas naquele momento, realmente ,não a reconheci de imediato. Nem por isto foi menor a festa que fiz para a “mãe do Augusto”! Aproveitei estar ao lado do seu filho, que acabara de conhecer, e não vacilei: vamos ser fotografados pela papisa da fotografia da Bahia, o que de fato aconteceu, para nossa honra.-Assim começou nosso dia de cortejo: recebendo brindes de Tony e a Arte de Marisa. Neste momento, mais bicicleteiros foram aparecendo: Luzia; Jaime Almeida, meu colega de Faculdade, funcionário aposentado da Justiça do Trabalho; e seu amigo, aposentado da Ferbasa, o paraibano Carlos, iniciante nos pedais.-A pedido de Luzia, aguardamos pelo Lázaro que, não aparecendo, resolvemos seguir. Mas o encontramos logo após o Mercado Modelo, atendendo a mil telefonemas dos atrasados de sempre:” tô aqui na paralela,"" Tô aqui em Simões Filho, mas tô chegando” . Já sei os conteúdos destas ligações, confirmados por ele. Para os que não chegam no horário combinado, transforma o organizador do passeio, que espera, um verdadeiro administrador de almoxarifado ou de transporte de uma grande empresa:”Ta onde? Tô chegando” “ Não saia daí não” Frases que todos conhecem , por demais, na Bahia. Como os atrasados não iriam chegar tão cedo(muitos perdidos pelos caminhos, nem ao centro da cidade conseguiram, óbvio), Eu e mais alguns deixamos o Lázaro, sob protestos educados de Luzia, que queria todo mundo junto, e iniciamos nosso pedal em direção à Colina: Jaime, Augusto, Kátia, Luzinete, Mara, Daniela , Carlos e mais alguns. A bondade do Lázaro não lhe permitiu a mesma iniciativa. Líder é assim mesmo: tem que dar um pouco, pelo menos, do seu sacrifício para os seus liderados. Solidário aos atrasados preferiu aguardar. Dividiu-se o grupo , mas fomos nos reencontrando pelos caminhos. Na Colina, nos juntamos novamente, bem antes da chegada dos cortejos, para a foto “oficial”. Lá estava o nosso amigo , motoboy na Ilha de Itaparica, com sua bicicleta de vários andares, que também pousou ao nosso lado.-Pelo caminhos , turistas nos acenavam, abordavam, pediam informações, demonstravam desejos de fazer o cortejo também no pedal. Estimulamos a todos, e distribuímos nossos panfletos cicloeducativos. Após a colina, contornamos a Igreja e paramos no bar/restaurante onde mora uma afilhada de Augusto, que nos serviu um caldo de mocotó e uma dobradinha especial. Marisa Viana apareceu e de novo nos premiou com mais um click da turma e nos ofereceu um livro com postais de fotos da sua autoria. Como é conhecida no seu meio, a Marisa não gosta, não quer ser fotografada. Por isto, não tivemos a sorte de pousar ao seu lado.-Fomos visitados por Kleber, sobrinho do Kleber Alves, que garantiu agregar-se aos nossos futuros pedais. Trinta e três anos, hipertenso, gordinho, não tem dúvida: o pedal será o remédio, como já foi para tantos. (Mas com acompanhamento médico Kleber!)-Após a dobradinha, refrigerantes, caldinho, seguimos para a Ribeira, para mostrar às paulistas o cenário deslumbrante da região. Tínhamos como destino a Sorveteria da Ribeira. Morando Luzinete e sua irmã em Plataforma e não pretendendo ir no pedal, fizeram uma sugestão pela qual todos ficaram encantados: faríamos , de barco , com nossas bicicletas, a travessia Ribeira/Plataforma. Não poderia haver melhor surpresa para todos! As paulistas vibraram. Nós também.-Logo na entrada, a simpatia de Tiane, da bilheteria; do segurança Djalma e dos condudores do barco O CONQUISTADOR, que, literalmente nos conquistou, com a presteza, cuidados e respeito com que colocavam as nossas bicicletas em cima da Barca e nos conduziram.Fizemos a travessia contemplando aquele belo cenário, apesar da pobreza das casas que contornam aquele mar.Nenhum de nós, baianos e paulista, nem mesmo Luzinete e Kátia, da região, conheciam este trajeto de barco. Todos comemoramos a descoberta, que não aconteceria se não estívessemos de bicicleta. O cansaço de Kátia deu-nos este presente. Feita a travessia e cumprida a missão de deixar Luzia , Kátia e Luzinete, em Plataforma, retornamos no mesmo barco e paramos na sorveteria da \Ribeira. Lá estavam Jaime e Carlos que haviam-se perdido de nós no alto da colina. Após o sorvete, saíamos quando ali adentrava o ex prefeito e candidato ao mesmo cargo, Imbassay . Com o seu jeito de simpatia natural, aliou o de candidato, nos cumprimentando como quem estivesse nos alertando: "quero voltar, me ajudem". Diferente , se no cargo estivesse, era a sua companha naquele momento: apenas alguns prováveis amigos ou familiares. Retornamos até a praça da Inglaterra, com as ruas todas livres para nós; Na região do Porto, atravessamos a rua, sem nenhum obstáculo, subimos o Taboão, seguimos empurrando as bicies pela Baixa do Sapateiro e Ladeira da Igreja de Santana. Ficaram Jaime, Augusto e Carlos na Moraria , enquanto, ainda empurrando as bicis, atravessamos toda a Joana Angélica , até o Jardim da Piedade . A partir daí ,pedalamos juntos até o Garcia, onde ficaram as paulistas. Garantiu-nos terem ficado felizes com a forma de ter festejado o Senhor do Bonfim; e nos prometeu escrever sobre esta experiência, até mesmo para que outros, inclusive seus conterrâneos, possam viver a mesma e gostosa experiência.-Assim foi o nosso cortejo ciclístico. E sempre relatamos para dizer às pessoas:-No cortejo da pedal, cheando antes.-Mesmo nublado, deve-se ir de manga comprida, protetor solar, calça comprida, para se proteger do sol. As paulistas não sofreram mais porque demos alguns paliativos: blusa e protetor solar. Mas as perninhas eram quase churrrasco," tadinhas." Prometeram tomar os cuidados nas próximas.-Descobrimos o encanto de uma pequena travessia que não conhecíamos.Faremos um Jabuti para Plataforma, fazendo a mesma travessia (cinqüenta centavos por pessoa e bici não paga)-Ficou mais fácil ir, de pedal, almoçar no Boca de Galinha.Mais pedais virão, agora com novos adeptos, novos cenários, novas emoções e visões de uma Bahia que nem mesmo pessoas aqui nascidas conhecem. E se não pedalar, não descobrirão, talvez, jamais! Fico sentido por elas.-Agora é ilha, Muritiba, Aracuju. O mundo sobre duas rodas de bicicleta.-As fotos serão publicadas no muraldebugarin.com emGaleria de fotos...Eu, que creio em nosso Senhor do Bonfim, agradeci por este dia, pela saude do meu ex sogro, recuperando-se de uma cirurgia, pela minha saúde , dos amigos e familiares. Também pelo prêmio recebido um dia antes: Covite da minha enidade de classe para compor a mesa , e, pessoalmente, pessoalmente, fazer a entrega da carteira da OAB para a minha filha, nova advogada, jornalista Luciana Barreto.(Lu, agora só falta voce pedalar!)publicado no muraldebugarin.com e no bikebook.blogspot.com.......
Leia bikebook.blogspot.com.
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participe dos nossos passeios e ações em favor das bicicletas nas ruas de Salvador, acessando nosos blogs e sites:

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quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

pode ir de bike:

Valci Barreto

Amanhã, quarta,16/01,às 21 horas , no Bar e Restaurante Aconchego da ZuZu, no Garcia, primeiro ensaio do Povo Pediu. Venha ver o pano para fazer a sua fantasia do jeito que quiser!!!Saudações carnavalescas,Renato.

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

TENDA DA CENTRAL DO CARNAVAL INAUGURADA.

SALVADORACONTECE.BLOGSPOT.COM.
JAI, UM SORRISO DA BAHIA, NA LOJA DA CENTRAL, NO TERREIRO DE JESUS.


Valci Barreto (as fotos do evento serão publicadas no muraldebugarin.com, em galeria de fotos)


Editor do bikebook.blogspot.com
meu zine
colaborador do muradebugarin.com


Lançada ontem, festivamente, a TENDA DA CENTRAL DO CARNAVAL, no Aeroclube. Como sempre, muita gente bonita, imprensa, autoridades e as colaboradoras, como sempre bem produzidas , sorrisoS estampados nos belos rostos a dizer: este será mais mais um grande carnaval da Central.

Na tenda estão sendo vendidos : camisetas, brindes, chaveiros, bolsas, bonés, canetas, e lindos marcadores para leitura de livros.

Quem quiser dar uma lembrança a alguém, não terá dificuldade de encontrar na Tenda da Central , nas lojas do Iguatemi, Barra e ao lado da Igreja de São Francisco, no Terreiro de Jesus.
Os ciclistas que passarem pelo Terreiro, mesmo que nada comprem, façam uma visita à baiana Jai, cuja história contaremos depois para os amantes do pedal e fãs do Camaleão/NANA/ Chciletes com Banana. Ela distribui sua beleza, simpatia, colorido e muita humanidade na Loja da Central, no Terreiro de Jesus.

Não se inibam em tirar uma foto ao lado da da Jai. Dica : Ela adora livro, revista, até mesmo uma página, que contenha receitas de doces, salgados, quitutes. Turistas , visitantes que quiserem uma foto ao lado de Jai, não se inibam: ela gosta e nada é cobrado.
Mais um motivo para visitar a Loja da Central do Pelourinho.

Quem quiser saber o que acontece em Salvador, acessem o site SALVADORACONTECE.BLOGSPOT.COM ,do jornalista PORTUGES/BAIANO , Amaro, que se fez presente na inauguração da Tenda da Central.
Hoje, 15.01.2008, às 21 horas, Vernissage na Galeria Panorama de Arte, sob o tema BICICLETA.
Você é nosso convidado.===========================
INAUGURADO, NA SABINO SILVA, AO LADO DA CREPERIA MARIPOSA, UM EXCELENTE RESTAURANTE COM COMIDA PORTUGUESA. E DE PORTUGES, COM ESPERIENCIA INTERNACIONAL EM GASTRONOMIA.
Fui, vi, gostei, fui bem atendido e voltarei. RESTAURANTE LISBOA, sabino Silva, na Pracinha, ao lado da Creperia Mariposa. Não tem como errar.
PUBLICADO NO MURALDEBUGARIN.COM====================================================================
Ajude o planenta, andando de bike, plantando uma árvore, economizando água , não poluindo sua casa, rua ou cidade.===================================================================
FESTA DO BONFIM-VAMOS DE BIKE, SAIDA PONTUAL, 08 HORAS, FRENT ELEVADOR LACERDA. CHEGO ANTES. APÓS AS 08 FICAMOS CIRCULANDO POR ALI. 8 horas é apenas um encontro, não há grupo, oraganização de grupo, quer ser agrega, quem quer vai só. o encontro é só para um bate papo. Eu sigo com meu amigo lazaro e sua turma do Naturabikeação.
Valci Barreto.
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ENCADERNAÇÃO ARTESANALENCADERNAÇÃO ARTESANAL E IMPRESSÃO GRÁFICA

Valci Barreto,

Editor do MEU ZINE,link do site muraldebugarin.come do amigosdebike.com.br
Uma arte quase em extinção é de encadernador artesanal de livros.Para o senhor Gabriel, no entanto, enquanto vivo for, diz ele, tiver forças a arte da encadernação artesanal não vai morrer. Podem vir as indústrias que ele estará encadernando, recuperando livros(não é restaurador), coleções , cartas , tudo, enfim, que possa ser encadernado.Sua clientela é formada, bàsicamente, por comerciantes que levam notas fiscais e documentos para serem encadernados.
Há aqueles, porém, apaixonados colecionadores de livros, revistas, fotos antigas que , vendo-as soltas ou rasgadas, levam-nas até o "seu Gabriel" para tê-las com novas roupagens, feitas com o carinho e os cuidados de que ama o que faz.
Costurados, coladas, cortados, aparados os papéis, novos livros e coleções vão se formando , conservando o seu conteúdo, as lembranças e histórias nele contidas, para que mais e mais gerações bebam as sabedorias impressas em papel.
O senhor Gabriel atende no seguinte endereço: Rua da Ajuda, 09, Edfo. Barreiro, quarto andar, telefax 32660903 - 34918602 – 34943491, atrás da Câmara Municipal de Salvador. Faz também serviços de digitação, publicações, impressos, panfletos; lugar simples, mas dotada de muita humanidade, é a gráfica e encadernadora do senhor Gabriel, atrás da Câmara de Vereadores e mail:saogabrielgrafica@hotmail.com
-publicado no muraldebugarin.com
E no bikebook.blogspot.com

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Magui, Luzia, Sergio Bezerra e Valci, encontro no Farol da Barra.

-Vá de bike ao Museu da Caixa Econômica(CAIXA CULTURAL) RUA CARLOS GOMES, AO LADO DO CLUBE DE ENGENHARIA . Exposição de fotograficas e de fotográfos que fazem parte da História da Fotografia, publicadas na Revista Magnun. Imperdível. Levem seus filhos. Eles vão agradecer.
BUZINADAS, VAMOS EVITAR.


Valci Barretoeditor do bikebook.blogspot.com

colaborador do muraldebugarin.com

Lamentavelmente, somos um povo barulhento, apaixonado por buzinas, sons elevados. Independentemente de classe social, os soteropolitanos(falo do que conheço, por isto falo dos conterrâneos. Do interior, tenho apenas informaçoes o a situação é caso é de polícia e de saúde pública), abusam da utilização de som alto : carros com verdadeiros trios elétricos , circulam pelas ruas ou param em qualquer lugar sem o mínimo de respeito a quem não quer ouvir; rádios a toda altura, em qualquer lugar e horário, até em frente de hospitais e escolas. Nestas, a buzina é usada para chamar o filhinho, quando deveria ser ele educado para aguardar na porta a chegada da mamãe/papai. A mamãe/papai ; se o menino não se disciplina , ou ela , em relação ao horário para apanhar, deveria estacionar o carro e , a pé, buscá-lo. Como todos só andam apressados, estressados, muitas vezes mais por impulso, hábito, do que por necessidade ,ou não quer ter trabalho, " tome-lhe buzina"; Os outros que tapem os ouvidos.Em casa, "sorta o som", muitas vezes até altas madrugadas, normalmente com as piores músicas. Se alguém for reclamar, muitos saem até de revolver em punho:" a casa é minha, o som é meu".Nos postos de gasolina, mesmo com todas os avisos da Sucom, a rapaziada ainda abusa. O proprietário ou funcionário, com medo das multas, ou até de agressões, pedem para baixar ou desligar o som. Muitas veze não resolve. Aí tem que a polícia ser acionada.Esta prática não é civilizada, não é aceita por muitos. Estes, com medo de violências, sustos, retaliações, normalmente ficam caladas. Suportam sofrendo, como é próprio dos pacíficos e tímidos.Não agüentando e ainda tendo coragem, chamam a Polícia. Quando esta aparece, o barulhento, o violento, o "dono de tudo", fica quietinho, bonitinho, baixa o som. Muitos, “humilhados” vão atrás de quem denunciou.Ou seja, coisas que poderiam ser resolvidas com educação, respeito, tem que ser com a Polícia. Lamentável. Mas ainda bem que ela, apesar de todas as críticas, está aí também para isto.Esta prática, que decorre da falta de respeito que o cidadão tem para com o seu semelhante, chega também aos passeios ciclísticos, óbvio.Todos nós, ciclistas, pelo menos em nossos grupos, devemos fazer um esforço para evitar as buzinadas que costumam alguns praticar. Muitos buzinam a cada segundo, com som elevado, poluidor, desrespeitador aos do grupo que não gostam e não têm coragem de reclamar e aos pedestres que se assustam, que têm seus ouvidos agredidos por este tipo de buzina.O som tem a ver com alegria, com defesa, com aviso. Mas não deve ele ser usado como arma para alguém aparecer , fazer barulho, incomodar. Não deve ser usado como instrumento de agressão, desrespeito a quem não gosta ou não suporta o barulho.Só para exemplificar, um domingo ,de manhã cedo, passou um ciclista pela região do Rio vermelho; não havia na rua sequer uma pessoa, um carro ou qualquer obstáculo. Mesmo assim , acionava uma buzina, daquelas de tipo de som para caminhão em estrada, com intervalos de segundos. Sinceramente, não dá para entender um comportamento deste. As pessoas dormindo , descansando ,naquele horário, sendo obrigado a conviver com este tipo de coisa . Acho que uma conversa com estas pessoas pode ajudar muito. Quando estou em grupos de pedais, e percebo que a pssoa não vai ser agressiva, costumo pedir para não buzinar .Seria bom que todos assim procedessem.Vamos fazer algo para que estas buzinadas não acontecem em nossos passeios, que elas sejam usadas apenas como proteção do ciclista ou do pedestre, em estradas ou em grandes velocidades, jamais no centro de qualquer cidade. As agressões sonoras, praticadas pelos carros, aparelhos de som em prédios, festas em casas que tenham vizinhos por perto, são as mesmas cometidas pelos ciclistas com as suas buzinadas.Não sou líder, comandante, coordenador de nenhum grupo de bicicletas. Participo de todos que eu posso. Os grupos organizados, de um modo geral, conseguem aliviar estas buzinadas. Vamos fazer um esforço para que os que pedalam sozinhos assim também se comportem. É bom para todos e passamos a ser mais respeitados pela comunidade que nos vê. Nós, cicloativistas, ciclistas, estamos sempre pedindo que nos respeitem. Mas , quando algum ciclista utiliza aquelas buzinas ,estão desrespeitando os outros, inclusive a ciclistas que também não gostam, não desejam o barulho.Uma aliviada, pelo menos, será muito bom para que tenhamos o respeito que tanto pedimos para nós.publicado no muraldebugarin.com
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domingo, 13 de janeiro de 2008

NO PEDAL PARA A COLINA SAGRADA.

Valci Barreto
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-Até 1976, quando trabalhava em um banco, no bairro do Comércio, via passar o cortejo da festa do Bonfim com as suas carroças enfeitadas, muita gente bonita queimada pelo sol da Bahia, charangas que todos conhecem. Quem podia participar, de verdade, da festa eram: estudantes, turistas, funcionários públicos, professores, desempregados ou autônomos, figuras carimbadas das praias do Porto da Barra , Pituba e de todas as festas de largo da nossa Capital. Isto porque, mesmo naquela região, o comércio abria normalmente.-As pessoas que trabalhavam em banco, casas comerciais, só poderiam seguir o cortejo se estivessem na condição de proprietários, gerentes, se o patrão fosse muito bonzinho e os liberasse “um pouquinho”. Superiores, bem superiores hierárquicos, como muitos dos que eu conhecia, seguiam meio escondidos, como a dizer ou dizendo: “vou resolver coisas na rua”. No caso dos bancos, os gerentes tinham desculpas mais convincentes para uma ligeira fuga: “visitar clientes potenciais”. Os mais arrojados, que tinham a coragem de assumir que estavam indo “apenas dar uma olhadinha”,normalmente voltavam logo “para dar exemplo” aos seus subordinados.Para os sem "sem cortejo", aquilo era mais tortura do que prazer; porque tinham que se contentar apenas em ver,em olhar os “abençoados.” Acostumados, ninguém se queixava tanto.-Muita gente perdia emprego em carnaval e festa do Bonfim naqueles tempos. Para quem não tinha a mesma coragem, a vingança só poderia acontecer após o expediente e nos sábados e domingos seguintes. Até que eu não sofria tanto em ver tudo aquilo. Sendo do interior, não conhecendo nem tendo participado daquelas caminhadas, não conhecia o fascínio que exercia sobre as pessoas. Comigo isto veio acontecer mais tarde: foi só participar da primeira.
-Depois do banco, entrei para a Faculdade. Havendo aula naqueles dias , preferia deixar a festa para a noite ou para o final de semana.-A composição oficial da festa envolvia um grupo de ciclistas com suas bicicletas enfeitadas de papéis, tecidos, bandeiras, plásticos nos aros e raios, panos brancos , miçangas, fitinhas do Bonfim, com as cores da Bahia. Era o grupo que abria o cortejo, que seguia na frente. E era onde eu desejava estar um dia. Aquele desejo, mesmo moderado, jamais saiu de mim.-As bicicletas deixaram de compor a parte oficial do cortejo. Porém ,teimosas, jamais deixaram de seguirem até a colina. Em todas, individual ou em grupos, os ciclistas sempre apareceram para fazer a sua festa. É assim que também tenho feito.É bom participarmos com outras pessoas de emoções, prazeres que a vida oferece, muitas vezes a custo econômico baixo. A bicicleta me proporciona isto. E não estou só neste viver/pedal. Por isto, há muitos anos, anuncio, marco com amigos, um encontro às 8 horas, em frente ao Elevador Lacerda para seguirmos pedalando até a Colina Sagrada. Oito horas é um compromisso comigo mesmo. E é também para amigos que queiram fazer um encontro, ainda que breve, para seguirmos. Aparecendo ou não pessoas, sigo em frente. Mas ainda não aconteceu de ir sozinho. Sempre aparece alguém; e grupos vão se formando espontaneamente, com pedal educado e muito divertido.Comumente, durante o pedal, alguém do grupo toma a iniciativa de arrecadar, entre os ciclistas agregados, centavos, reais, destinados a compras de alimentos que são entregues no Hospital Irmã Dulce.-Tive como parceiro, por vários anos, o Professor de Direito, Deraldo Brandão. Ultimamente não nos tem acompanhado.Depois tive, e ainda tenho, a companhia do Lázaro , do NATURABIKEAÇÃO . Muitos outros ali também aparecem. --No ano passado, apareceu a nossa querida , professora/cicloativista Luzia Teles. Estava sem poder pedalar, mas estava em condições de seguir a pé. Pedi licença ao pessoal da bike, deixei a minha na Lanchonete do Edson e, solidário Luzia, seguimos a pé, com mais uma amiga. Gosto de participar de qualquer jeito desta festa. Mas não achei ainda outro melhor do que ir afagando a magrelinha. Se ninguém aparecer, vou só. Mas nunca isto aconteceu. Há sempre alguém para fazer o mesmo.
É como irei, todas as vezes que estiver em Salvador, não estar doente ou não ter quem me substitua no trabalho. Tenho sido abençoado pelo senhor do Bonfim: Há muitos anos que a sorte me tem beijado nestes dias. Espero que assim seja todos os anos, enquanto viver e poder pedalar.Quem achar que precisa de convite, sinta-se convidado: estarei, às 8 horas, em frente ao Elevador Lacerda, Monumento de Mário Cravo, no dia da Festa do Bonfim . Posso até chegar antes. Mas 8 horas da manhâ é o meu compromisso. Se eu não aparecer, algo aconteceu. Mas não será motivo para você não manifestar a sua fé, da melhor forma que sempre achei de ir à colina sagrada: no pedal. Tanto para ir, como para voltar!“QUEM TEM FÉ, VAI E VEM NO PEDAL!É como irei e voltarei, mais uma vez neste janeiro de 2008.
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publicado no muraldebugarin.com e no bikebook.blogspot.com

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008



Professor Robson Guedes , no passeio ciclístico da ASBEB , abraça senhor Alfredo, que vende livros usados na parte baixa da Ladeira do Fuinil, Sete Portas, Salvador-Ba.
Quem puder e quiser, faça doações de livros para o senhor Alfredo. É uma forma de ajudar o senhor Alfredo a driblar o desemprego e distribuir cultura com os mais carentes. Ele trabalha também aos domingos pela manhã momentos em que há facilidades para estacionamentos de veículo. Sempre o visito de bicicleta.
Foto:Professoras Magui,Luzia,Jornalista Sergio Bezerra e Valci Barrreto -no passeio ciclstico ASBEB/JABUTIS do dia 07.01.2008:Encontro no Farol da Barra. Salvador-Ba.

Centenas de outras fotos em "galeria de fotos", do muraldebugarin.com



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segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

"ARTES"

Valci Barreto
Editor do bikebook.blogspot.com
colaborador do muraldebugarin.com


Como anunciado em nossos sites, organizamos e patrocinamos, em parceria com a PANORAMA GALERIA DE ARTE , uma exposição de pintura sobre o tema “BICICLETA”.

Esta é a segunda exposição sobre o tema , que integrará o calendário cultural de Salvador. Ano passado, o evento contou com a presença da imprensa, tv, jornais, rádios, autoridades, muitos artistas, amadores e profissionais, ciclistas e autoridades , inclusive o Consul de Portugal.

“ A BICICLETA “
VERNISSAGE :
15 de Janeiro ( terça-feira ) às 21:00 horas

> ARTISTAS PARTICIPANTES: ANDRÉ GUIMARÃES, DJALMA ARAUJO LIMA, FADA FADUL, GLÁUCIA BASTOS DE ARAUJO, ITO MEIRELES FILHO, LOURIVAL, MARIA NAZARÉ SANTOS, MOACYR MUNIZ, NELSON DE PHILIPPE, NEUZA COLARES, OLGA LOPES, SILVIO ALMEIDA, SUELI ALCÂNTARA, T. A. LIMA.

> Período : 15 até 29 de janeiro de 2008
Horário : Segunda a sexta-feira : 9:30 às 12:00 e das 14:00 às 18:00 horas = Sábado : 9:30 às 12:00 horasTelefax : 55 ( 71 ) 3240 – 6375 Fones : 55 ( 71 ) 3248 – 0237 = 9982 – 2254 = 8106 – 9558RUA ESCRITOR NELSON GALLO,19 – rio vermelho = 41.940–010 = SALVADOR-BAHIA-BRASIL

Para a exposição, contamos com o apoio e colaboração do
Muraldebugarin.com;
Bikebook.blogspot.com;
Locadora Munhoz
George Argolo
VIDROS MURANO, RUA CARLOS GOMES, AO LADO DO CLUBE DE ENGENHARIA.

Curador da Exposição: VALCI BARRETO (valcibarretoadv@yahoo.com.br) >

Este evento é importante para as artes, artistas e para o cicloativismo que desenvolvemos em nossa Capital.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

NÃO DEIXEM DE VISITAR EM SALVADOR

DOIS LUGARES EM SALVADOR

Valci Barreto
Editor do bikebook.blogspot.com
meu zine
colaborador do muraldebugarin.com



Em todos os cantos do mundo há locais fora da mídia, fora dos roteiros carimbados pelas agênicas de turismo , públicas ou privadas, que muita gente desconhece. Por isto deixa de estar no lugar que muitas vezes há anos procurava .

Dois destes locais podem ser , em Salvador: BAR DO MARIO ou Verso e Prosa, no final de linha do Condominio Parque Julio Cezar. O ponto de referência para chegar até lá é o SHOPING PONTO 7, na Pituba.Não tem erro: todos sabem onde fica.

Caracterpistica do bar: comidas e tira gostos simples. Musicos amadores e profissionais se renunem para tocar e cantar, em som baixo, mpb e bossa nova. O dono do bar, Mário, tocava com grandes nomes da música baiana ( não estou falahdo de axé, arrocha nem de boquinha na garrafa ou em outro qualquer lugar), mpb nacional; deixou a música como profissão, mas não parou de cantar e tocar com os amigos. Criou, assim o seu bar, que contempla a "mesa da diretoria", onde amigos se sentam e exibem seus talentos (ou não), artistícos. É comum alguns músicos conhecidos nacionalmente por lá aparecer e dar uma canja. E quem souber tocar e cantar, será sempre convidado para participar da festa.
Tiragostos, petiscos, bode, sarapatel, churrasquinhos, tudo muito simples, apenas para temperar a boa música. Você paga baratinho a comida. E a música é servida gratuitamente.-------
...
BISTRÔ PORTO DO SOL, NA BARRA.
Escondidinho, em um dos becos do Porto da Barra, o Porto do Sol é decorado com fotografias de antigos cartazes de Filmes, fotos de artistas que fazem parte da história do cinema. Ver as paredes já vale uma visita ao Porto do Sol. São servidos pratos típicos austro/húngaro, com o mesmo tempero e forma dos servidos nas decadas de 40/50. O fundo músical é de filmes da mesma época.
Os pratos são elaborados e servidos pelos próprios proprietários, com apenas um ou dois auxiliares.Voce pode pedir pratos especais, de acordo com as possibilidadas da casa e com o seu regime alimentar.
Leve seu amigo, amiga, visitante da Bahia para o Bistro Porto do Sol. Ele não vai se arrepender de ter visitado nosssa Capital. Esta dica é dada gratuitamente a quem gosta do que é bom e barato, pelo muraldebugarin.com,meu zine e
bikebook.blogspot.com
O Bistro Porto do Sol fica na Praça do Tamarineiro, quases coladinho ao Mar, próximo também da Associação Atlética da Bahia. Porem , quse coladinho ao mar do Porto da Barra, a mais gostosa práia do mundo, segundo Caetano Veloso, Gilberto Gil, EU e Jolivaldo Freitas.
Quem conhecer ou tiver estes pontos curiosos em Salvador ou qualquer outro local do planeta, mande para nós , com endereços, pontos de referência, de preferencia com fotos, que publicaremos em nossos blogs a custo 0800.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2008


Professora Luzia Teles, cicloativista em pedal exemplar!


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ASBEB E SOBREMESA DE JABUTIS VAGAROSOS.


Valci Barreto
Editor do bikebook.blogspot.com
Colaborador do muraldebugarin.com



O último passeio da ASBEB (07.01.2008), demonstrou, mais uma vez , a sua importância como "pedal educador",ao verificarmos que as lições de como se deve comportar em um passeio ciclistico, estão sendo absorvidas por todos. Respeito, civilidade, boa conduta. O som em nível bem melhor do que os ensurdecedores de antes. Tudo bom, tudo ótimo. Comportamentos exemplares, nenhuma gritaria nem aquelas buzinadas por demais rejeitadas pelos organizadores. Não vi ninguém fazendo “acobracias” ou pedalando pelos passeis.

Foi o que vi até o Terreiro de Jesus. É que, do Terreiro, juntamente com Magui e Luzia nos despedimos da turma para seguimos fazendo um Jabuti básico.

O número de pedalantes não foi dos maiores, o que é normal quando o sol está muito forte, levando os bicicleteiros para locais mais distantes como linha verde e orla de Salvador.

O novo grupo de pedal, SUBA AI, da Ferreira Santos, Federação, inaugurou sua camiseta, que homenageia o Vitória e Flamengo. Vamos colocar um azuzinho e branco aí , pelo menos, viu turma? Mas como no pedal não há rivalidade de torcida nem de pedalantes, vocês estão salvos! Apesar das corres, ficaram bonitas as camisetas. Parabéns! Os outros grupos saudaram o SUBA AI, que já começa com tudo, prometendo grandes pedais. Anderson e Cadu são os comandantes, pessoas nossas conhecidas, da Ferreira Santos.

O AmigosdoTony, apesar da ausência de “Lindo Olhar” e da “nossa sogra”, fez-se presente, com , (não tenham ciúmes!) a mais bela camisa do passeio, que , entre outros detalhes, tem uma atenção especial do Pelotão Águia, que atesta a idoneidade do grupo.

Eu e mais alguns amigos, recebemos presente especial do amigosdotony: pochete gravado com nome do Meu Zine, que muito nos honrou.

Uma senhora levou filhos do rankin de bicicross, campeão e vice , em campeonato em feira de Santana. Prometeu-nos informações que postaremos aqui.

Na Praça da Sé, uma simpática carioca, Glicia, nos abordou para tomar informações dos nossos passeios. Encantada com nossas mensagens, com a imagem do que viu, prometeu recomendar nossos grupos para suas amigas cariocas, que retornará em breve para salvador e irá pedalar conosco. Seja bem vinda Glicia!

Alisson, campeão baiano de Bicicros, que começou a pedalar na ASBEB, ainda garotinho, com seu papai coruja, professor Robson, presenteou a ASBEB com sua presença, merecendo o aplauso dos pedalantes no Terreiro de Jesus.

Eu, Luzia e Magui, nos despedimos da turma, no Terreiro de Jesus, pois tínhamos que levar a Magui em sua casa mostrando como se faz um Jabuti pelas ruas de Salvador. Iniciando com uma parada no museu da Caixa , na Carlos Gomes, que abriga exposição de fotos de fotógrafos da Magnum. (Agencia que produziu os grandes fotógrafos e as imagens que formam a historia da fotografia). No museu ainda a figura simpática de um segurança, que trabalha no museu, o qual participou comigo , Vtinho, Mariana minha filha, lazaro, tio lu e outros em memorável passeio que fizemos por Periperi, Lamarão, antiga Fábrica da Concisa, afirmando ele que guarda com carinho a lembrança daquele passeio.



Seguimos pela ladeira da Barra. No faro, encontramos o nosso amigo, futuro pedalante, jornalista Sergio Bezerra, que está fazendo a cobertura do que acontece na Barra, para o Band Folia. Sem compromisso nosso ou de Sergio, algum grupo organizado que por lá passar, vamos fazer uma visita ao Sergio, que, se as circunstancias permitirem, alguma imagem poderá ser feita para o melhor programa de cobertura carnavelesca da Bahia, o BAND FOLIA, que há muito já caiu nas graças do baiano.

Dados os abraços, feitas as saudações, promessas e fotos, seguimos para o Mercado do Peixe, sugestão de Luzia para o almoço. Não poderia ser melhor: De cara, fomos recebidos por NEGONA, como para nós se apresentou, figuraça, simpatia contagiante que foi logo abordando, de forma elegante e simpática , conquistando-nos pelos cuidados destinados à guarda das nossas bicicletas. Comemos o delicioso arrumadinho, com um atendimento primoroso da Negona, cheia de alegria, energia, pernas de atleta , segundo ela, de jogar futebol. Disse gostar de pedalar, vai comprar a bike e se agregar ao NATURABIKEAÇÃO e Pedais na Estrada, que é da “sua periferia” e que já conhece de passagens pela sua região onde mora.

No almoço a conversa não poderia ser outra: bicicleta, passeios de bicicletas , projetos de irmos no pedal para Santa Terezinha até o Município e povoado da mesa região, onde nasceu Magui e seus familiares. Afirmou Magui, que um irmão seu, sem costume de pedalar, saiu de Salvdor, com um amigo, no pedal, e fez em um dia , de bicicleta, uma viagem de Salvador até lá. Luzia arregalou os olhos e disse não ter dúvida: vamos faze o mesmo. Luzia ta danada depois de Imabassay......

Passamos para tomar uma coca no Bar do Mario, quase colado à casa de Magui. Vamos fazer um encontro lá, para ouvirmos as canções naquele espaço de música e comida simples e gostosas.

Deixamos Magui e seguimos: Itaigara, Hiper Bom Preço, Iguatemi, Pedacinho do Bonoco, Hiperbox, Barros Reis, Sete Portas, Aquidabã, de onde nos despedimos: ela seguiu para o Barbalho, para a casa de “mainha” e eu para minha casa, certos de mais um dever cumprido.

Participou do passeio o vereador Reginaldo Oliveira, que garantiu: a sua namorada vai também pedalar! E prometeu, mais uma vez, colocar o seu mandando de vereador em favor das bicicletas nas ruas de Salvador.

Sempre presente, também, os nossos queridos JAFÉ E MARCAO, DO ANJOS DE BIKE. Tio Lu está em Muritiba e justificou a sua ausência.

Sentimos a ausência do Naturabikeação, que tinha compromissos, George Argolo, Alex Machado e Lu Saraiva, entre outros que sempre se fazem presentes nos nossos pedais da ASBEB.

Mas o Guerreirão estava conosco. Olha o peso!

As fotos vão estar postadas, dentro de poucos dias, no muraldebugarin.com ,em Galeria de Fotos.

Salvador, 07 de janeiro de 2008-01-07

Publicado no muraldebugarin.com
E no
Bikebook.blogspot.com

-vejam progrmaçao de passeios ciclísticos no muraldebugarin.com-amigosdebike.com.br-bikebook.blogspot.com-pedaisnaestrada-sincronia-mundodabike.

Lázaro, Naturabikeação e Luzia, grande pedalada, de Salvador a Ymbassay.







Lazaro do Naturabikeação, Valci Barreto, Vereador EVERALDO AUGUSTO













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no quadro acima, à esquerda, escreva o tema e clik


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VIVA LUZIA!!!

Valci Barreto
Editor do bikebook.blogspot.com
MEU ZINE
colabordor do muraldebugarin.com





De muita significação a pedalada de nossa querida professora, cicloativista, Luzia Teles ,que saiu de Salvador , no dia 30.12.2007 ,com o grupo NATURABIKEAÇÃO, do cicloativista Lazaro, e pedalou até Praia do Forte. Lázaro voltou com a turma, conforme previsto, no mesmo dia. Luzia, como anunciado, prosseguiu a viagem, solitária, até Imbassay onde descobriu um camping , que aluga barraca, guarda a bicicleta e ainda troca roupa de dormir. Depois de ter curtido práia, conhecido pessoas novas, pregado o "evangelhobike" aos acampados, retornou no dia 02.01.2008 pedalando sozinha. Saiu de Ymbassay às 5.45 e chegou em sua casa, no Barbalho, 11.30. Lázaro, com sua inestimável gentileza, foi receber Luzia em Itapuã, acompanhando-a no pedal até o Barbalho.
O importante para Luzia, e para nós, não foi apenas ter pedalado nestas circunstancias: foi o aprendizado colhido nestes dias de cicloturismo. Entre outras descobertas: camping em Imbassay e Diogo, que aluga barraca com as roupa de domir, por valores módicos, fato muito importante para o nosso cicloturismo ; ter conhecido, no mesmo camping, um cicloturista baiano(não fique com ciumes George!>>) que pedalou de nossa capital até a Nicarágua. Este, em um gesto de generosidade, ofertou-lhe o clássico livro de rubens pinheiro, que conta a viagem deste baiano que pedalou de Salvador até Nova York de 1927 a 1929. Consegui , com muito esforço autorização da Luzia para contar esta sua façanha e que ela escrevesse para nossos blogs maiores detalhes desta viagem. Autorizou-nos este resumo e nos garantiu um texto com mais detalhes, experiencias, aprendizado, emoções e dicas para que outras pessoas tenham a mesma determinção, coragem e fiquem sabendo que , pertinho de nós, há camping que aluga barraca, com roupa e tudo. E ainda guarda a bike!
Luzia, uma façanha desta não pode ficar só para você! Tem mais gente querendo fazer o mesmo e precisa da sua ajuda.
Colhi ainda de Luzia a certeza de que este é apenas o começo de grandes passseios que fará de bike, sozinha ou acompanhada!
Aguardem o relato da propria luzia, telefones e endereços do camping.---------------------------

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Ao Dimitri Ganzelovith:
Parabens pelos seus artigos, publicados no muraldebugarin.com. Além de bem escritos, um grito em favor de melhores dias para a Bahia.
Amei o texto sobre o seu encontro com o Juscelino. Um primor, uma obra de literatura.
E mande mais.
valci barreto,editor do bikebook.blogspot.come do muraldebugarin.com
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estou fazendo contatos com o Salvador para que esta turma maravilhosa vá fotografar o passeio da asbeb. O pedido já está sendo analisado pela diretoria do Clube, com possibilidade de ser incluido na pauta.
É uma grande conquista para nós, vez que esta turma divulga suas fotos em exposições que são muito visitadas e são espalhadas para o planeta pela internet.
visitem o site do salvadorfotoclube
e agendem: 15.01.2008, exposição na panorama galeria de arte, sobre o tema BICICLETA.
APOIO: apoio e colaboração:MURALDEBUGARIN.COMLOCADORA MUNHOZVIDROS MURANO, RUA CARLOS GOMES, AO LADO DO CLUBE DE ENGENHARIA.BIKEBOOKBLOGSPOT.COMJPNORCICLOBAHIA

sábado, 29 de dezembro de 2007

MECÂNICO BICICLETA, PLATÃO AOS DOMINGOS E FERIADOS.

Valci Barreto
Editor do bikebook.blogspot.com
Meu Zine
colaborador do muraldebugarin.com


Há mutos anos que conserto minhas bicicletas, compro usadas, recebo orientações de um mecanico da Vasco da Gama, Reginaldo.

Reginaldo tem uma ofina simples, vende peças simples, quebra o galho de muita gente que, estando no centro, não encontra nenhuma loja o casa de peças para suas bicicletas.

Durante todo o verão, mesmo aos domingos e feriados o reginaldo está abrindo sua loja de peças e oficina de Bicicleta:

Av. Vasco da Gama, lado direito, sentindo Rio Vermelho-Dique do Tororó, Início do Viaduto, do Jardim da Praça Garibaldi, em frente ao "O Baratão", peças de carros.Todo mundo da Vasco da gama sabe onde fica a oficina do Regis, ou Reginaldo.

Dica do bikebook.blogspot.com e do muraldebugarin.com

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sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

BAIANO PEDALOU DE SALVADOR A NOVA YORK


Valci Barreto
Editor do bikebook.blogspot.com
meu zine
colaborador do muraldebugarin.com

Um baiano, em 1927, pedalou, em uma bicicleta comum, Opel, sem marchas, de Salvador a Nova York, chegando à Capital Americana em 1929. O autor da façanha, Rubens Pinheiro, ciquenta anos depois, fez o relato da viagem que se transformou em um livro, importante documento daquela vigem. O pequeno livro me foi ofertado por Rubens Pinheiro, filho do ciclista, que vende selos , moedas , cartões de telefones e postais antigos em frente à séde dos Correios, na Pituba.

Temos conversado com Rubens para tentarmos reeditar este documento histórico, o que certamente acontecerá.

Últimamente, os baianos amantes do pedal têm se interessado pela história. Um deles é o juiz de futebol, CEZAR BRASILEIRO, Juiz de Futebol, que sugeriu a mudança do nome da Av. Magalhalhães Neto, para Av. Rubens Pinhiro. A justificativa do Cezar é o fato de aquela avenida ser o local preferido para treino e provas de ciclismo.
A sugestão movimentou os sites e blogs relacionados a passeios ciclisticos de Salvador.

O cicloativista Gilson Cunha, presidente da ASBB, -Associação dos Bicicleteiros da Bahia, justificando as dificuldades para mudança de nome já existente, sugeriu que , em vez da mudança, fosse o ciclista homenageado com o seu para a nova pista que está sendo construída na Paralela, tendo havido muita manifetação favorável.

Estão aí a sugestões, já acolhidas . Os amantes dos pedais de Bahia, já estão se mobilizando para que não deixe o Rubens de receber as justas homenagens, protificando-se Cezar Brasileiro usar do seu prestigio, empenho e boa vontade para que tudo elas aconteçam. Os cicloativistas já respondem que estão juntos ao Cezar na busca desta conquista, muito importante para todos nós.

Entr outroas reportagens a respeito do tema, foi publicada a que se segue, no jornal À TARDE, já divulgada anteriormente no muraldebugarin.com.


"Quem considera uma façanha heróica a viagem motorizada de Che Guevara pela América do Sul certamente não conhece a história de Rubens Pinheiro. Pois há 80 anos, o jovem baiano, então com 17 anos de idade, saiu de Salvador rumo a Nova York, nos Estados Unidos, pedalando uma bicicleta. Foram 18 mil quilômetros de um raid (jornada) que só terminaria dois anos depois. Um feito até então inédito. Se em 1952 o Che foi da Argentina à Venezuela junto com o amigo Alberto Granado – que escreveu um livro que deu origem ao famoso filme “Diários de Motocicleta”, de Walter Salles – Rubens Pinheiro teve como companhia apenas a sua bicicleta da marca alemã Opel durante toda a viagem. Tudo começou quando Pinheiro conheceu o ciclista pernambucano Maurício Monteiro, que estava de passagem por Salvador rumo a Buenos Aires. Os dois conversaram e Rubens disse que sonhava em fazer uma viagem daquelas. Ouvindo isto, o pernambucano lhe convidou para acompanhá-lo no resto da viagem. Rubens refutou, já que pouco entendia de ciclismo. O pernambucano ironizou-o, dizendo que nenhum baiano teria coragem de fazer uma jornada como aquela. Mas Rubens desafiou-o: “talvez haja um baiano que faça uma viagem maior que a sua”. E faria mesmo. No dia 15 de março de 1927, o jornal soteropolitano Diário de Notícias destacava: “Eram 8 horas e 40 minutos hoje. Um rapaz, roupa de escoteiro, ao lado de uma bycicleta devidamente equipada, recebia os últimos adeuses dos seus camaradas na hora da partida para uma aventura realmente prodigiosa: cobrir, pedalando, as distâncias immensas que separam esta cidade de New York”. Com foguetes, acenos de populares e companhia dos amigos nos primeiros três quilômetros, Rubens partia para uma viagem digna de desbravar a América. Logo viria o primeiro contratempo. Quando estava em Miguel Calmon, foi obrigado a retornar a Salvador, pois o filho do prefeito resolveu dar uma volta na sua bicicleta e acabou destruindo-a. Caminho de volta feito, bicicleta consertada e Rubens seguiu estrada. Pedalando rumo ao norte da Bahia, o ciclista atravessou a divisa do estado do Piauí. De lá passou por Maranhão, Pará e Amazonas. Neste trajeto, apenas no caminho a Manaus ele foi obrigado a pegar um navio. Mesmo assim, passou todo o tempo pedalando no interior da embarcação para, da maneira dele, também percorrer a distância. Depois de sair do Brasil cruzando a fronteira com a Venezuela, passaria por Colômbia, Panamá, Nicarágua, Honduras, El Salvador, Guatemala e México, até entrar nos Estados Unidos, já em 1929. Mais algumas semanas pedalando em solo norte-americano e ele chegaria à Nova York no dia 1º de abril, onde foi recebido pelo cônsul geral do Brasil, Sebastião Sampaio, e ganharia um banquete oferecido pelos brasileiros residentes no bairro do Brooklin. Rubens ainda permaneceu mais dois meses nos Estados Unidos, trabalhando como pôde, até retornar ao Brasil. Diários de bicicleta - Em sua bagagem, Rubens Pinheiro levou um caderno que preencheu com assinaturas de autoridades e das mais diversas pessoas que testemunhavam sua jornada e ofereciam suas boas recomendações para terceiros. Além disso, ele distribuía um cartão com sua identificação, numa forma elegante de pedir contribuições. Uma parte do que ganhava era enviado direto para a mãe, em Salvador. Na Venezuela, chegou a receber dinheiro do próprio presidente do país, o General José Vicente Gómez. No México, foi recebido em pessoa pelo presidente Emilio Portes Gil. Precisando levantar dinheiro para prosseguir viagem, Rubens se virava como podia. Além das doações que recebia, ele fazia exibições ciclísticas e participava de corridas. Apelava também para a criatividade. Numa de suas estadas, fez amizade com um garoto que o conheceu com sua bicicleta na porta do colégio. Rubens deu dinheiro a ele, a um outro amigo e combinaram um plano: foram ao restaurante do hotel e deixaram cartões em todas as mesas, antes que os clientes chegassem. Quando a sala estava repleta, os garotos se levantaram, fazendo questão de serem notados, e deram o dinheiro a Rubens. Em ato contínuo, todos os presentes resolveram seguir o exemplo fazendo doações ao brasileiro. As situações inusitadas do trajeto foram muitas. No alto do Rio Negro, em plena selva amazônica, o baiano se perdeu e acabou passando dois dias em cima de uma árvore, com medo de uma onça que esperava pacientemente para “almoçá-lo”. Quando o bicho se cansou ele deu no pé, saiu correndo e esqueceu a bicicleta, que só foi recuperada dias depois. Foi por manter contato com as pessoas mais diversas que Rubens acabou sendo companheiro de estrada de um homem que carregava dois revólveres. Era simplesmente o revolucionário nicaraguense Augusto César Sandino. Em outro lance da história, ele passou pelo Canal do Panamá e conheceu de perto os revezes da influência dos Estados Unidos na América Central. Em busca do ciclista perdido - Apesar da façanha, o nome de Rubens Pinheiro é completamente desconhecido dos órgãos esportivos. Federação baiana e confederação brasileira de ciclismo, comitê olímpico brasileiro ou mesmo historiadores, ninguém tem sequer uma pista sua. Tudo o que se sabe de sua história foi relatado no livro “Herói esquecido – Raid em bicicleta”, escrito e lançado por ele mesmo, em 1978, meio século depois da façanha. Mas o amargo do esquecimento que ele se queixa no livro começou a ser sentido pelo baiano logo após o raid ciclístico. Quando chegou de navio no Rio de Janeiro, regressando dos EUA, Rubens não teve o apoio nem o reconhecimento desejado dentro do próprio país. Esperou duas semanas até conseguir uma audiência pública com o presidente Washington Luís. Quando se aproximou do mandatário, lhe contou da viagem pedindo também um emprego e uma passagem de volta para a Bahia. “O Brasil mandou você fazer alguma coisa?”, respondeu secamente o presidente, que seria deposto pela revolução de 30. No mesmo dia da decepção na audiência, ele foi acolhido por Luis Lasaigne, diretor da Mesbla na então capital federal, que ficou sensibilizado com a história e lhe deu passagens de volta à Bahia. Em troca, Rubens deixou sua bicicleta para ser exposta na vitrine da loja. Na volta a Salvador, Rubens iria continuar dando mostras de que era um aventureiro por natureza. Se na infância ele aproveitava, escondido, as matinês do Cinema Olympia – além de ter fugido de casa para trabalhar –, agora, depois do raid, continuaria fazendo das suas. Organizou uma missa no Bonfim em que, ao final, desceu as escadarias montado de costas na bicicleta. Uma vez na cidade natal, Rubens logo precisaria se organizar para trabalhar e ganhar a vida. Ele fazia o que aparecia pela frente. Primeiro tirou carteira de habilitação e trabalhou como motorista. Depois, chegou a ser guarda de trânsito. Mas certa feita um grande circo chegou à cidade. E chegou oferecendo um prêmio de um conto de réis para quem se habilitasse a andar de moto no globo da morte. Provavelmente não imaginavam que haveria um Rubens Pinheiro no caminho para topar a parada e ganhar o prêmio. Depois deste dia, seguiu viagem com um grupo mambembe. Largou a corporação e optou pelo circo.Fonte: http://www.atarde.com.br."