segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Dica Gastronômica na orla de Belém/PA




Icoaraci quer dizer “de frente para o sol” num dialeto indígena. É um distrito à 20 Km de Belém/PA e que surgiu há 126 anos quando a antiga Fazenda Pinheiro foi elevada a povoação de Santa Isabel. Hoje Icoaraci é famosa pelas olarias de artesanato em cerâmica marajoara, pela deliciosa água de côco, pelo encantador pôr-do-sol e pelos vários restaurantes de peixes e mariscos em sua orla do Rio Guajará.
O restaurante Na Telha surgiu inspirado no extinto restaurante Rainha do Mar, pequenino e artesanal e que foi o precursor das demais casas em Icoaraci.
Os pratos típicos do restaurante “Na Telha” são os servidos na telha como peixe, camarão e mariscos com molho cremoso no tucupi e leite de côco.
Possui dois ambientes: um interno com decoração de peças marítimas e outro externo com mesinhas na calçada de frente para a bela orla e a brisa do Rio Guajará.





Restaurante Na Telha
Rua Siqueira Mendes 263
Icoaraci – Belém/PA
Fone: (91) 3227-0853

domingo, 28 de outubro de 2007

AMYR KLINK NA 8a FEIRA DO LIVRO DE SALVADOR



Valci, Amyr Klink,Rosangela
8a feira do livro-Bahia
Amir Klink na 8a. Bienal em Salvador


Texto de Valci Barreto



Uma das estrelas da 8ª Bienal do Livro de Salvador foi o navegador/escritor Amyr Klink que lançou o livro, de sua autoria, “LINHA D ÁGUA – Entre Estaleiros e Homens do Mar” da Editora Companhia das Letras.

Aproveite para participar da sua palestra , ocorrida no Café Literário, instalado na Bienal, adquirir o seu livro autografado.

Muitas pessoas estavam ali certas de que iriam ouvir as aventuras do navegador pelos mares do mundo.

Não foi assim. Das suas viagens, de navegação, de construção de barcos falou pouco.

Foi contundente, no início e no final da palestra, que as suas viagens começaram, na verdade, nas páginas dos livros que falavam das aventuras dos navegadores que o inspirou. Assegurou que sem eles nem as teria começado. Através das suas leituras, não teve dúvida do caminho que trilharia.

Dissertou sobre o potencial da Bahia para criação de escolas de navegação, recomendando a hotéis, órgãos públicos, empresas de turismo de nosso estado que criassem escolas de navegação. Citou navegantes, especialmente franceses, que, em pequenos barcos, escolas simples, de baixo custo, realizam façanhas incríveis pelos mares do mundo.

Deu lições de que as coisas podem ser simples, destituídas das ostentações e arrogâncias de comportamento que caracterizam a nossa cultura de um modo geral.

Saí dali certo de ter assistido a uma das mais importantes e proveitosas palestras a que assiti.

Quando abro a orelha do livro do Amyr, leio a nota de Stephen Kanitz:

“Amyr Klink é um dos melhores palestrantes a que já assisti, e eu já assisti a muitos. Ele sobe no palco , meio tímido, fica praticamente imóvel no centro o tempo todo e conta suas histórias de forma apaixonada. Você não percebe o tempo passar e fica triste quando a exposição termina e anunciam o próximo palestrante....”

Foi assim que também me senti.

Quatro amigos nossos fizeram uma viagem de cicloturismo de Ouro Preto a Paraty. Fazíamos brincadeiras no sentido de que o Amyr os esperariam em Paraty. No lançamento do Linha D'Água, falamos com o autor sobre a brincadeira. Demonstrando interesse pela história, com muita simpatia e generosidade, afirmou que seu estaleiro estava à disposição para a guarda das bicicletas dos aventureiros baianos em uma próxima viagem ; e pôs, ao lado do autógrafo, a mensagem para o George Argolo, um dos participantes daquela aventura: “após ....... faço um convite para seguirmos a viagem por mar....”. Oferecemos o livro com a mensagem ao George como presente de aniversário, certos de que as lágrimas rolariam. E foi o que aconteceu.

Fiz questão de anotar as mais entusiásticas lições do autor de LINHA D'ÁGUA, colhidas em sua palestra para transmitir aos leitores de MEU ZINE, MUNDO DA BIKE ,MURALDEBUGARIN.COM e do bikebook.blogspot.com:

“Comprem livros, gastem os olhos nos livros; através deles vocês descobrirão, não somente o mundo do mar, mas outros e outros mundos. E escrevam, escrevam, leiam, contem histórias para seus filhos, criem disciplina para fazerem um diário das suas vidas. Foi através dos livros e das minhas simples anotações que tudo começou para mim”. (Amyr Klink)

publicado no bikbook.blogspot.com


As fostos estão no muraldebugarin.com em "galeria de fotos".

sábado, 27 de outubro de 2007



Valci Barreto, Editor do bikebook.blogspot.com e do meu zine
colaborador do muraldebugarin.com
do grupo Jabutis Vagarosos

GRUPOS E PASSEIOS ORGANIZADOS
GRUPOS , SITES E BLOGS DE PASSEIOS CICLISTICOS DE SALVADOR:
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ASBEB- coordenado por MAURICIO E FRANK, a ASSOCIAÇÃO DOS BICICLETEIROS DO ESTADO DA BAHIA, raliza um grande passeio ciclistico todos os primeiros domingos do mes, com saída da Fonte Nova, Dique do Tororó, envovendo mais de um mil pedalantes,de todas as idades, tendo apoio da Políca Militar, SET e PELOTÃO AGUIA. Arrecada donativos que são entregues, no póprio passeio a entidades carentes.
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ASBB-ASSOCIAÇÃO DOS BICICLETEIROS DA BAHIA, realiza, anualmente, o maior passeio ciclistico de Salvador, no dia 03.06, Dia Municipal do Ciclista. O número de pedalantes , segundo cálculos citados no Jornal A TARDE, já alcançou tres mil e quinhentas pessoas e já teve Lilane Reis,do Prgrama Decolar, fazendo a cobertura jornalistica em um deles.Criado e mantido por Gilson Cunha, reliza ações filantrópicas e cicloativistas permantentes. Agregou-se à comunidade de Portão para vários passeios aumentando assim as suas ações e numero de participantes. Anualmente realiza ainda dois grandes passeios: PORTÃO BONFIM e AREMBEPE/GUARAJUBA. no mes de outubro.

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Segunda-Feira: Pedalada da Noite - O passeio noturno do grupo "Pedalada da Noite" , com velocidade médida de 20 km/h. Estimativa de distância percorrida em torno de 25 a 50 Km. Concentração: Toda segunda-feira útil. Saída às 20:30 horas da Praça Nossa Senhora Aparecida em frente ao Silver Shopping, no Imbuí. Coordenação: Fernando Carvalho - Tel (71) 9965-0249


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Terça-Feira: Amigos de Bike - O passeio noturno do grupo "Amigos de Bike" tem rádio comunicador de segurança e média de velocidade de 17 km/h. Estimativa de distância percorrida em torno de 25 a 35 Km. Concentração: Toda terça-feira útil. Saída às 21 horas do estacionamento do Aeroclube. Coordenação: Lúcia / Alexandre / Edson - Tel (71) 9115-0363 / 8819-3229 / 9966-2118


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Terça-Feira: Grupo Ervaciclo - O passeio noturno do grupo "Ervaciclo" é de ritmo acelerado, indicado para quem já está acostumado a pedalar. Tem média de velocidade de 25 km/h. Estimativa de distância percorrida em torno de 25 a 50 Km. Concentração: Toda terça-feira útil. Saída às 21 horas do Farol da Barra. Coordenação: Eraldo - Tel (71) 3329-5160 / 8104-7115

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Quarta-Feira: Grupo Sincronia - O passeio noturno do grupo "Sincronia" é de ritmo médio, indicado para quem já está acostumado a pedalar. Tem rádio comunicador de segurança e média de velocidade de 20 km/h. Estimativa de distância percorrida em torno de 25 a 50 Km. Concentração: Toda quarta-feira útil. Saída às 21 horas do estacionamento do Hipermercado Bom Preço - Vasco da Gama. Coordenação: Edvaldo / Humberto / Cláudio Carvalho - Tel (71) 8876-4745 / 8848-7692 / 8866-2630

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O SINCRONIA realiza também passeios aos sábados, pela manhã, saindo Salvador em direção a locais mais distantes como Guarajuba, Monte Gordo, Arembepe, Ilha de Itaparicam , mantem um site, que pode ser acessado através do muraldebugarin.com, à direita da página. Os sites de bike de Salvador, quase todos, mantem links dos demais, normalmente em sua primeira página. De sorte que, através de qualquer um deles podem ser acessados os demais.


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Quarta-Feira: Grupo Pedal Mania - O passeio noturno do grupo "Pedal Mania" é de ritmo acelerado, indicado para quem já está acostumado a pedalar. Tem média de velocidade de 25 km/h. Estimativa de distância percorrida em torno de 25 a 50 Km. Concentração: Toda quarta-feira útil. Saída às 19:30 horas do Largo do Luso - Plataforma. Coordenação: Paulo Roberto - Tel (71) 9989-3843 / 3401-1727 - email: provinculo@uol.com.br

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Quinta-Feira: Farol Light Bikers - O passeio noturno do grupo "Farol Light Bikers" é de ritmo médio, indicado para quem já está acostumado a pedalar. Tem rádio comunicador de segurança e média de velocidade de 20 km/h. Estimativa de distância percorrida em torno de 25 a 50 Km. Concentração: Toda quinta-feira útil. Saída às 21 horas do Farol da Barra. Coordenação: Edson - Tel (71) 9966-2118

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Quinta-Feira: Pedais na Estrada - O passeio noturno do grupo "Pedais na Estrada" é de ritmo moderado, indicado para quem está iniciando, a média de velocidade de 17 km/h. Estimativa de distância percorrida em torno de 25 a 50 Km. Concentração: Toda quinta-feira. Saída às 18:30 horas da Praça da Revolução em Periperi. Coordenação: Genivaldo / Digo Brunelli - Tel.: (71) 3307-2436 / 9148-6589

O Pedais da Estrada realiza em quase todos os finais de semana e feriados compridos um grande passeio para fora de salvador, muitas vezes enfrentando distancia de até cem km por estradas, fazendas, matas e práias. mantem também um site que pode ser viusalizado em link do muraldebugarin.com.
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Sexta-Feira: Pedal Night - O passeio noturno do grupo "Pedal Night" é de ritmo acelerado, indicado para quem já está acostumado a pedalar. Tem rádio comunicador de segurança e média de velocidade de 25 km/h. Estimativa de distância percorrida em torno de 25 a 50 Km. Concentração: Toda sexta-feira útil. Saída às 20:00 horas do Largo dos Paranhos em Brotas. Coordenação: Ado Nery: - Tel.: (71) 9961-1497

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TURMA DE NARANDIBA, do bairro do mesmo nome,pessoal que pedala "prá valer";e que também gosta de comer e tomar umas animadas cervejinhas por onde passa. Desenvolve ações filantrópicas, cicloativistas, sendo um dos de maior capacidade de arrecadar donativos, até mesmo para outros passeios. Entre seus componentes tres figuras se destacam em todos os passeios GUERREIRO, JORGE DO APITO , NESTOR, ERALDO SIMAS.


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NATURABIKEAÇÃO-Criando, mantido e organizdo por LAZARO, realiza todos os tipos de passeios: pequenos, longos, dentro e fora de Salvador; mantem ações ciclativistas e filantrópicas, aulas de ciclismo e , anualmente, realiza dois já no calenderio dos grandes passeios de Salvador: BICICLOTECA, arrecadando livros para formação de bibliotecas em entidades carentes, OS TRES FAROIS, PEDAL FOLIA, PEDAL DAS CRIANÇAS, SALVADOR - IRARA, FESTEJOS JUNINOS e acompanhamento da festa do Senhor do Bonfim.

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OS PINGAS- Grupo da Baixa de Quintas, também de elevado espirio de bom humor, sem dias certos de saída, mas com grande atuação em grandes passeios que são realizados em salvador, e muitos que realiza para fora da Capital Baiana.

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AMIGOS DO TONY, envolve pessoas do bairro Retiro, liderado por Tony, Lindo Olhar, dona Francisca,( a minha sogra!-quer dizer , do Tony.-, participa de quase todos os grandse passeios de Salvador, sendo muito querido pela forma organizada, disciplinada, respeitosa e bem humorada do grupo.

mantem também um site, que está na primeira página do muraldebugarin.com
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ANJOS DE BIKE: Mantido e criado por TIO LU, não tem dia certo para saída. Realiza ações filantrópicas e de cicloativismo, dando especial atenção a segurança e educação para o transito. Organiza passeios para iniciantes, no Parque de Pituaçu ,e atualmente mantém vários pedais em Muritiba-Ba.Desenvolendo várias açÕes ciclativistas naquele municipio, notadamente destinadas às crianças.

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JABUTIS VAGAROSOS, Não tem calendário fixo. O passeio Jabuti normalmente acontece aos sabados, domingos, feriados, com saída mais comum do Posto de Gazolina ao lado do Vitória Center. Dele pode participar qualquer pessoa, mesmo iniciante, com qualquer tipo de bicicleta, exigindo dos pedalantes apenas alguns requisitos: bom humor, ausencia absoluta de pressa, respeito com quem pedala mais fraco, paciencia para esperar o que cansar; normalmente destina-se a visitas a pontos culturais, sebos, feiras de livros, brechós, feiras livres, barracas, quitandas, museus,rias, sebos, exposições de um modo geral, inclusive de fotografias e artes plásticas. Mal humorado e apressado é logo desconvidado para participar dos Jabutis. Nada de glutões nem de bebedeiras. Tolera o "social básico", em matéria de comida e bebida, tendo preferencia por uma fruta pelo caminho, que pode ser em quitadas, mercadinhos ou feiras livres,ou barrcas de frutas.

Os avisos dos locais e horários de saída dos Jabutis Vagarosos, são publicados normalmente a partir das quintas feiras, no mural debugarin.com, e nos "comentários" dos sites do sincronia e do amigos de bike. Criado e mantido pelo advogado e cicloativista Valci Barreto, normalmente em seus passeios distribui panfletos educativos e de estimulo à leitura; uso da bicicleta como esporte , lazer e meio de transporte; proteção ambiental ,levando sempre , no bagaeiro da sua bicicleta, alguns livros e revistas usadas que deixa em alguma entidade , biblioteca comunitária ou simplesmente a alguém que manifeste interesse em recebê-los, com o compromisso de não jogar no lixo ou danificar. Não confere depois, mas pede este comportamento.

A saída é pontual; não espera pelos retardatários. Nem adianta o interesado ligar: "tô chegando," "tô saíndo", "já vou", "em cinco minutos chego". No horário e local combinado para a partida esta acontece. Abrindo exceções apenas para situações excepcionais como , um acidente , um pneu que fura, de um parceiro que esteja se dirigindo para o pedel. Prima pela disciplina às regras de respeito ao próximo e à boa convivência do grupo e das pessoas que vai encontrado pelo caminho. Para saber mais sobre os Jabutis, pesquisar neste site , no amigosdebike.com.br , muraldebugarin.com e no MEU ZINE, link de vários sites de bike de Salvador.

Normalmete são os passeios feitos para o centro histórico e região do Comércio. Mas tem disposição para aventura-se a passeios mais longos como Itaparica, Nazaré das Farinhas, Guarajuba, Imbassay, Santo Amaro da Purificação .

É parceiro permanente do BICICLOTECA, criado e mantido por LAZARO , do NATURABIKEAÇÃO, participando de todos os grandes passeios diurnos de Salvador, especialmente dos da ASBEB e ASBB.

Suas ações são divulgadas em MEU ZINE, bikebook.blogspot.com, muraldebugarin.com e no amigosdebike.com.br.


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EXPOSIÇÃO PERMANENTE
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o blog bikebook.blogspot.com ,mantém uma exposição permanente de fotos, avisos, cartazes, curiosidades, a respeito dos passeios ciclísticos de Salvador, aberto ao público, no horário comercial, na RUA BARROS FALCÃO, 542, MATATU, LARGO DOS PARANHOS, BROTAS, Térreo, ao lado da Igreja Católica, em frente a FULL TIME INFORMÁTICA, Próximo à entrada de Cosme de Farias.

Quem tiver interesse em expor fotos, avisos, curiosidades de passeios ou de grupos de passeios cíclisticos, é só comparecer ao endereço acima, ou nos encaminhar pelo Correio ou e mail. A exposição é apenas de fotos, pequenos cartazes, de até 60 x 60 cm, ou mais um pouco, postais,livros. Não expõe camisetas, ou equipamentos mecanicos por limitações de espaço.

o muraldebugarin.com mantém informação atualizada dos acontecimentos ciclísticos de Salvador.

No mesmo site estão links de quase todos os blogs e sites de Salvador, à direita página principal a exemplo:

amigosdebike
sincronia
pedaisnaestrada
pedaladadanote
amigosdotony
mundodabike
trilhaseaventuras

Qualquer informação adicional, a respeito de passeios ciclisticos em Salvador, pode ser obtida através dos e mail, sites e blogs acima .

As comunicações entreos pedalantes e interressados são realizadas normalmente pelos sites, blogs e e mail.

Todos os passeios são gratuitos, alguns exigindo equipamentos de segurança como capacete e luva, o que é recomendados por todos os grupos.

centenas de fotos podem ser vistas em

amigosdebike.com.br no item "passeios"

muraldebuarin.com.bo em "galeria de fotos"

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QUEM TIVER INTERESSE EM DIVULGAR SEU PASSEIO, GRUPO DE PEADAL, SITE OU BLOG, é só encaminhar nome e perfil para valcibarretoadv@yahoo.com.br

Se algum citado optar pela não divulgação, é só nos informar que retiraremos de imediato.

A divulgação é gratuita.

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

MINHAS BICICLETAS

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“MINHAS BICICLETAS.”


Valci Barreto
Editor do bikebook.blogspot.com



Nascido em Jaguaquara, cidade do Vale do Jequiriça, famosa pelo São João, Colégio Taylor Egídio, friozinho gostoso, produção de hortifruti, notadamente tomate, as primeiras bicicletas que vi foram as do tipo barra-forte, barra circular e algumas européias, trazidas pelos colonizadores italianos, cujos descendentes compõe boa parte da sua população. Foram também as primeiras que montei. Meu pai tinha uma verde, toda equipada com descanso, dois espelhos grandes sobre o guidom e bagageiro. Foi nela que aprendi a montar, no início da ladeira do bairro da Casca.

Ainda hoje, são os tipos de bicicletas que gosto: barra forte ou circular, com bagageiro, cestinha ou mesmo “cestão”. Nos centros das cidades, a minha preferida é qualquer uma que tenha quadro baixo, tipo “bicicleta de mulher”, porque são mais leves e fáceis para delas descer e empurrar, o que é muito necessário em locais de circulação de muitos pedestres e de obstáculos urbanos.

Sem ser atleta, pertenço ao mundo dos passeios de bicicletas, sem ser intelectual, acadêmico, sou apaixonado por livros e por leituras, vivendo estas paixões por puro prazer. Pedalo quase todos os dias. Nos finais de semana, costumo sair em grupos ou mesmo sozinho, dentro ou fora de Salvador. Quse sempre escreve sobre meus passeios, publicando-o em sites e blogs, notadamente no bikebok.blogspot.com e no muraldebugarin.com

Sempre me causou curiosidade , jamais levando a sério, o preconceito que envolve uma série de objetos, atitudes, comportamentos. Vou me ocupar aqui de alguns relacionados às bicicletas. A maioria das pessoas dos grandes centros urbanos, a exempo de Salvador, olha atravessada para as bicicletas sem marcha, as com cestinhas,desconso e bagageiro . Possuindo alguns pontinhos de ferrugem, por menos significativos que sejam, destituída d desenho caro, "moderno", são olhadas de forma desdenhosa, desprezível.

Circulou nos sites, blogs, entre os amantes de passeios ciclísticos de Salvador, uma crônica , “Minha Bike Tem Cestinha”, da nossa querida escribiker ITANA MANGIERE, que se tornou-se clássica. Era um grito bem humorado da nossa cicloativista, muito querida por todos nós, contra os que debochavam da sua bike, munida sempre daquele equipamento , tão comuns em regiões que cultuam , de verdade, a magrela, a exemplo da Holanda.

Tive e tenho que estar “brigando”, em favor das “minhas bicicletas”: quase sempre com cestinha, bagageiro e de buzina tradicional, do son inconfundível "trin, trin..."

Não vejo qualquer mal em usar bicicletas caras, de desenhors e peças arrojadas, por demais leves, belas até. Nada contra elas nem quem as as possui. Elas servem para muitas coisas, inclusive para alimentar vaidades. Há bicicletas leves, muito caras, apropriadas para os mais variados fins, especialmente relacionadas aos esportes radicais com bike. Mas a minha bicicleta é a tipo barra cicular, qualquer bicicelta simples, inclusive as de quadro baixo , para circular nos centros urbanos, sempre munida de Cestinha. Para estes tipos de passeios, qualquer bicicleta serve, mesmo as tipo Brisa , Cecisinha, nova ou enferrujada, desde que rode. E sempre com, pelo menos uma cestinha ou bagageiro. A final, não vejo outra forma para levar livros, jornais, frutas, remédios, pequenos objetos que compro ou transporto para entregar a alguem pelo caminho, notadamente livros e revistinhas usadas para crianças, nos meus passeios ciclisticos pelo centro da nossa Capital, local preferido para minhas pedaladas , quando não saio de Salvador.George Argolo, apeser de vir da simplicadade da querida Santo Amaro da Purificação, tornou-se um cicloativista muito “metido a besta”: só quer andar em bicicletas com muitas marchas, peso de algodão, voando , sem cestinha , descanso e jamais de bagageiro. Espelhos, sòmente se for daqueles "fashions", quase invisiveis, de marcas conhecidas pelas suas notórias qualidades e pelos preços elevados. Sendo um dos mais atuantes cicloativistas, filantropo em seus/nossos passeios, sempre levando algum presente, livro, leite para entidades carentes, têm tido dificuldade em colocar tudo em uma mochila, também "de marca", com prejuízos para sua coluna, ainda resistente, em função da sua juventude e vigor, e, principalmente, para os livros e revistas , que não se machucariam se bem acondicionados em cestinhas ou bagageiro.

George Argolo, como muitos, para atender à cultura, imposição dos inimigos das cestas , espelhos , bagageiros e descansos das magrelas, prefere fazer sofrer livros e revistas dentro das suas mochilas.

O prejuízo maior, para quem pensa como George, (o de depois da Estrada Real) é também para as entidades beneficiárias, pois ele sempre leva menos do que gostaria. Diz: levo o resto de carro. Mas aí, pelo menos para o caso, não vejo graça. Carro é carro, bicicleta é bicicleta... Não tem que “misturar”...

Não quero depender de carro para tomar um sorvete, comprar um remédio, transportar uma revista , um livro nem machucá-lo em mochilas, apesar de muito úteis em nossos passeios. Por isto, minha bike tem cestinha, vai ter cestão e até carrocinha uma delas já tem. E jamais vou me importar com os olhos atravessados ou com quem não quiser acompanhar-me em meus jabutis, somente por causa da minha, bem simples, magrela. Pra ser feliz em meus passeios, eu não preciso mais do que uma bicicleta que apenas rode. Não sinto qualquer necessidade de marcha, de materiais, equipamentos ou desenhos sofisticados. O que não dispenso é cestinha , ou bagageiro. Que as outras existam, mas para as corridas do Dimitri, as viagens de George , Alex/Alessia, pelas montanhas mineiras. Para as ruas de Salvador, meus passeios pela Linha Verde, fico com as minhas, de qualquer marca, bem baratinhas, de cestinha, cestão, descanso , espelho e bagageiro, desde que quem rodem e não quebrem pelos caminhos.

Já estou comprando a minha barra circular, vermelha, de bagageiro, cestão e descanso. Entre as vantagens deste último equipamento, evita sujar as paredes das lojas em nossas paradas.

Para mim, o prazer está no pedal em si, nos passeios, no mundo que a bicicleta me proporciona; o que vejo pelas ruas , becos, sebos, brechós, aprendizado com pessoas que encontro. Para isto, desde que rode, qualquer bicicleta me serve. Nas ladeiras, obstáculos, desço , empurro-a, com o mesmo prazer da montaria: vou vendo coisas, sentindo as coisas , pessoas, imagens mais proximas de mim, seja qual for o preço da bicicleta.

É o mesmo prazer que tenho em ler um livro de qualquer época, seja ele novinho da Siciliano, ou velhinho, do ponto do seu Alfredo, ou do sebo do Eraldo, no terminal da Lapa: eu quero é ler.

Para a Capital baiana, cidade plana para pedalar, não sei para que bicicleta com marcha, nova, cara e ainda sem cestinha e descanso. Acho coisa de subdesenvolvido, que nunca viu, sequer, uma foto de bicicleta rodando na Holanda.

E depois de tudo, ainda dizem que que é "coisa de pobre" e que o tabaréu sou eu!...


-Publicado no muraldebugarin.com e no
Bikebook.blogspot.com

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valci , no dia municipal do ciclista em Salvador



Valci Barreto, Editor do bikebook.blogspot.com e do MEU ZINE.
colaborador do mualdebugarin.com

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quarta-feira, 24 de outubro de 2007

EXPOSIÇÃO PERMANTENTE, SOBRE BICICLETAS.

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EXPOSIÇÃO PERMANENTE, FOTOS DE PASSEIOS, EVENTOS CICLISTICOS.


valci barreto ,

Editor do bikebook.blogspot.com
meu zine, link do site amigosdebike.com.br
colaborador do muraldebugarin.com



Está disponibilizado um espaço para exposiçao de fotos, livros, revistas, divulgação de passeios e de eventos ciclístiscos.

Qualquer interessado pode levar sua foto, livros, revistas, endereços, inclusive eletronicas, para a divulgação de seu passeio, evento, ou para simplesmene exibir a imagem pretendida.

Serão expostas apenas fotos, livros, revistas, imagens curiosas a respeito do tema. Não serão expostas camisetas, bandeiras nem faixas, por problemas de espaço.

A exposição do material, ou anotação do evento, pode ser feito pelo proprio interessado.

Os materiais expostos ficarão para o acervo da exposição, caso o interessado não o retire até 60 dias após o início da exposição.

Serão postados todos os eventos , sites e blogs, bastando o interessado ir lá e postar, encaminhar e mail para valcibarretoadv@yahoo.com.br , ou pelo correio, dirigido a NANDINHO.

A exposição já está funcionando, com materiais já em exposição. No mesmo local estão sendo vendidos livros , revistas usadas, discos de vinil, da coleção de NANDINHO.

Aceitamos doações de fotos antigas, postais, revistas, livros, relacionados ao tema .

endereço da exposição:

Rua Barros Falcão, 542, Matatu - Largo dos Paranhos, ao lado da Max Car e do Acarajé da Jó.

publicado no muraldebugarin.com
e no
bikebook.blogspot.com

e no meu zine, link do site amigosdebike.com.br

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BISTRO POTO DO SOL - SALVADOR

BISTRO PORTO DO SOL, NO PORTO DA BARRA.


Valci Barreto
editor do bikebook.blogspot.com
do meu zine
colaborador do muraldebugarin.com


Um cantinho especial no Porto da Barra é o Bistro Porto do Sol. Vou lá com certa frequência.

Ali, come-se bem. A decoração e a música é uma viagem através da história do cinema . Quando comemos no Bistro, temos a sensação de estarmos na Hungria/Austria dos tempos das tavernas que matavam a fome dos passantes , caçadores daquelas épocas. Até o mal humor do taverneiro é bem representado pelo seu bem humorado proprietário, o faz tudo daquele templo de boa comida. Dele recebemos mais uma cronica que publicamos em MEU ZINE, para deleite dos seus leitores.


.....
"Toda vez que Dionísio vem ao Bistrô PortoSol, ele me sacaneia de uma forma ou de outra.
Desta vez, o cara de bode trouxe reforço... veio acompanhado.
Quando fui lá fora, estava ele sentado na mesa 11 e ao lado dele um sujeito exquisito com um enorme pedregulho a tiracolo.
Cumprimentei os dois e me sentei com eles... tentando adivinhar a troça do dia.
Dionísio mais risonho que nunca e o outro me olhando como se eu fosse um bicho exótico.

- Dionísio, não vejo nada de especial nesse cara, - disse o novato, apoiando o cotovelo na gigantesca
pedra ao lado dele. - Não vejo o que ele possa ter o que eu não tenha...

- Esse é o taverneiro do Bistrô PortoSol. Ele toca este local só com a ajuda da mulher Maria Alice e uma auxiliar.
É o restaurante austro-húngaro minúsculo com cardápio mais extenso do mundo.
Além de ser o idealizador desse espaço cult, ele cozinha junto com Maria Alice, é disk-jockey, garçon, caixa e segurança.
Ele verifica se o sanitário está sendo limpo de meia em meia hora, se o ambiente está confortável para a clientela e espanta
eventuais mendigos e demais figuras fora do contexto... de forma politicamente mais ou menos correta... -

- Só isso?- disse o colega de Dionísio, acariciando a pedrona.

- Não! Todos os petiscos e pratos são feitos na hora... e sem "mise en place" prévia. Cada cebola é descascada e cortada
na hora. Batatas idem. Todos os ingredientes escolhidos a dedo por ele são lavados antes de serem guardados na geladeira.
Além disso, todas as latas de refrigerante e todas as garrafas de cerveja e vinho são lavados com detergente antes de ir
ao refrigerador.

- Isso de fato é notável...mas não chega nem perto daquilo que eu realizo! - , disse o cara da pedra.

- Espere... tem mais... - Dionísio pegou mais algumas uvas da bolsa... cuspindo os caroços no asfalto da Rua Cézar Zama.

- Que pegadinha maluca é essa de hoje -, perguntei... - Quem é esse sujeito? -

- Você não conhece ele? Pois devia... metido a culto como você é... - Dionísio riu e encheu a boca com mais uvas.

- Já sei... é o produtor do Caceta & Planeta, ou do Pânico na TV ! -

- Besteira! Não está vendo a imensa pedra? -

- Ah tá... então só pode ser Obelix o gaulês com o menir dele -, disse eu, vislumbrando uma saída honrosa dessa situação
incômoda.

- Errou de novo... - disse Dionísio e virando-se para o companheiro disse:

- Com uma culinária artesanal, usando apenas a faca, a panela, sem falar das porções generosíssimas, ele tenta remunerar
o trabalho dos três, praticando preços ainda menores que os restaurantes que utilizam ingredientes cortados previamente
com processadores, cozinhando com fornos micro-ondas, fritadeiras.. Essa tarefa, meu caro Sisifo, é de lascar... concorda?

- Concordo! - disse Sisisfo. - Essa conversa me deu fome ... o cardápio parakaló.-

Dionísio e Sisifo comeram Carne suina defumada e Linguição com mostardas especiais, Fritada tirolêsa e de sobremesa Powidltatschkerln.

Essa comilânça deu a Sisifo tamanha força e "sustânça" que finalmente conseguiu rolar a pedra até o topo da montanha,
livrando-se do castigo imposto pelos deuses do Olimpo.


abraços gastro-etílicos

Reinhard Lackinger
Bistrô PortoSol
Rua Cézar Zama, 51, Porto da Barra
40.130-140 Salvador, Bahia
3264-7339, 9963-6433

bistro@reg.combr.net

www.reg.combr.net/bistro.htm"

Da Bahia a Nova York de Bicicleta!

Há 80 anos, baiano percorria as Américas de bicicleta...


(Por Lucas Fróes)

publicação extraida do jornal À TARDE.


Quem considera uma façanha heróica a viagem motorizada de Che Guevara pela América do Sul certamente não conhece a história de Rubens Pinheiro. Pois há 80 anos, o jovem baiano, então com 17 anos de idade, saiu de Salvador rumo a Nova York, nos Estados Unidos, pedalando uma bicicleta. Foram 18 mil quilômetros de um raid (jornada) que só terminaria dois anos depois. Um feito até então inédito. Se em 1952 o Che foi da Argentina à Venezuela junto com o amigo Alberto Granado – que escreveu um livro que deu origem ao famoso filme “Diários de Motocicleta”, de Walter Salles – Rubens Pinheiro teve como companhia apenas a sua bicicleta da marca alemã Opel durante toda a viagem.

Tudo começou quando Pinheiro conheceu o ciclista pernambucano Maurício Monteiro, que estava de passagem por Salvador rumo a Buenos Aires. Os dois conversaram e Rubens disse que sonhava em fazer uma viagem daquelas. Ouvindo isto, o pernambucano lhe Convidou para acompanhá-lo no resto da viagem. Rubens refutou, já que pouco entendia de ciclismo. O pernambucano ironizou-o, dizendo que nenhum baiano teria coragem de fazer uma jornada como aquela. Mas Rubens desafiou-o: “talvez haja um baiano que faça uma viagem maior que a sua”.

E faria mesmo. No dia 15 de março de 1927, o jornal soteropolitano Diário de Notícias destacava: “Eram 8 horas e 40 minutos hoje. Um rapaz, roupa de escoteiro, ao lado de uma bycicleta devidamente equipada, recebia os últimos adeuses dos seus camaradas na hora da partida para uma aventura realmente prodigiosa: cobrir, pedalando, as distâncias imensas que separam esta cidade de New York”.

Com foguetes, acenos de populares e companhia dos amigos nos primeiros três quilômetros, Rubens partia para uma viagem digna de desbravar a América. Logo viria o primeiro contratempo. Quando estava em Miguel Calmon, foi obrigado a retornar a Salvador, pois o filho do prefeito resolveu dar uma volta na sua bicicleta e acabou destruindo-a. Caminho de volta feito, bicicleta consertada e Rubens seguiu estrada. Pedalando rumo ao norte da Bahia, o ciclista atravessou a divisa do estado do Piauí. De lá passou por Maranhão, Pará e Amazonas. Neste trajeto, apenas no caminho a Manaus ele foi obrigado a pegar um navio. Mesmo assim, passou todo o tempo pedalando no interior da embarcação para, da maneira dele, também percorrer a distância.

Depois de sair do Brasil cruzando a fronteira com a Venezuela, passaria por Colômbia, Panamá, Nicarágua, Honduras, El Salvador, Guatemala e México, até entrar nos Estados Unidos, já em 1929. Mais algumas semanas pedalando em solo norte-americano e ele chegaria à Nova York no dia 1º de abril, onde foi recebido pelo cônsul geral do Brasil, Sebastião Sampaio, e ganharia um banquete oferecido pelos brasileiros residentes no bairro do Brooklin. Rubens ainda permaneceu mais dois meses nos Estados Unidos, trabalhando como pôde, até retornar ao Brasil.

Diários de bicicleta - Em sua bagagem, Rubens Pinheiro levou um caderno que preencheu com assinaturas de autoridades e das mais diversas pessoas que testemunhavam sua jornada e ofereciam suas boas recomendações para terceiros. Além disso, ele distribuía um cartão com sua identificação, numa forma elegante de pedir contribuições. Uma parte do que ganhava era enviado direto para a mãe, em Salvador. Na Venezuela, chegou a receber dinheiro do próprio presidente do país, o General José Vicente Gómez. No México, foi recebido em pessoa pelo presidente Emilio Portes Gil. Precisando levantar dinheiro para prosseguir viagem, Rubens se virava como podia.
Além das doações que recebia, ele fazia exibições ciclísticas e participava de corridas. Apelava também para a criatividade. Numa de suas estadas, fez amizade com um garoto que o conheceu com sua bicicleta na porta do colégio. Rubens deu dinheiro a ele, a um outro amigo e combinaram um plano: foram ao restaurante do hotel e deixaram cartões em todas as mesas, antes que os clientes chegassem. Quando a sala estava repleta, os garotos se levantaram, fazendo questão de serem notados, e deram o dinheiro a Rubens. Em ato contínuo, todos os presentes resolveram seguir o exemplo fazendo doações ao brasileiro. As situações inusitadas do trajeto foram muitas. No alto do Rio Negro, em plena selva amazônica, o baiano se perdeu e acabou passando dois dias em cima de uma árvore, com medo de uma onça que esperava pacientemente para “almoçá-lo”. Quando o bicho se cansou ele deu no pé, saiu correndo e esqueceu a bicicleta, que só foi recuperada dias depois.

Foi por manter contato com as pessoas mais diversas que Rubens acabou sendo companheiro de estrada de um homem que carregava dois revólveres. Era simplesmente o revolucionário nicaragüense Augusto César Sandino. Em outro lance da história, ele passou pelo Canal do Panamá e conheceu de perto os revezes da influência dos Estados Unidos na América Central. Em busca do ciclista perdido - Apesar da façanha, o nome de Rubens Pinheiro é completamente desconhecido dos órgãos esportivos. Federação baiana e confederação brasileira de ciclismo, comitê olímpico brasileiro ou mesmo historiadores, ninguém tem sequer uma pista sua. Tudo o que se sabe de sua história foi relatado no livro “Herói esquecido – Raid em bicicleta”, escrito e lançado por ele mesmo, em 1978, meio século depois da façanha.

Mas o amargo do esquecimento que ele se queixa no livro começou a ser sentido pelo baiano logo após o raid ciclístico. Quando chegou de navio no Rio de Janeiro, regressando dos EUA, Rubens não teve o apoio nem o reconhecimento desejado dentro do próprio país. Esperou duas semanas até conseguir uma audiência pública com o presidente Washington Luís. Quando se aproximou do mandatário, lhe contou da viagem pedindo também um emprego e uma passagem de volta para a Bahia. “O Brasil mandou você fazer alguma coisa?”, respondeu secamente o presidente, que seria deposto pela revolução de 30.

No mesmo dia da decepção na audiência, ele foi acolhido por Luis Lasaigne, diretor da Mesbla na então capital federal, que ficou sensibilizado com a história e lhe deu passagens de volta à Bahia. Em troca, Rubens deixou sua bicicleta para ser exposta na vitrine da loja. Na volta a Salvador, Rubens iria continuar dando mostras de que era um aventureiro por natureza. Se na infância ele aproveitava, escondido, as matinês do Cinema Olympia – além de ter fugido de casa para trabalhar –, agora, depois do raid, continuaria fazendo das suas. Organizou uma missa no Bonfim em que, ao final, desceu as escadarias montado de costas na bicicleta.

Uma vez na cidade natal, Rubens logo precisaria se organizar para trabalhar e ganhar a vida. Ele fazia o que aparecia pela frente. Primeiro tirou carteira de habilitação e trabalhou como motorista. Depois, chegou a ser guarda de trânsito. Mas certa feita um grande circo chegou à cidade. E chegou oferecendo um prêmio de um conto de réis para quem se habilitasse a andar de moto no globo da morte. Provavelmente não imaginavam que haveria um Rubens Pinheiro no caminho para topar a parada e ganhar o prêmio. Depois deste dia, seguiu viagem com um grupo mambembe. Largou a corporação e optou pelo circo.
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Nota do Bikebook: um filho de Rubem , também Rubem Pinheiro, atualmente vende selos, postais, moedas antigas, cartões telefônicos para colecionadores, em frente à sede dos correios na Pituba, Salvador-Bahia.

O Neto, também Rubem Pinheiro, é produtor cultual, camera man, morando na França.

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domingo, 21 de outubro de 2007

BICICLOTECA III 21.10.2007


PASSEIO CICLISTICO, BICICLOTECA III





Valci Barreto
Editor do MEU ZINE e do
BIKEBOOK.BLOGSPOT.COM
-PUBLICADO NO MURALDEBUGARIN.COM



Pelo terceiro ano consecutivo, LÁZARO, do NATURABIKEAÇÃO, organiza o passeio ciclístico BICICLOTECA que leva livros e revistas para formação de bibliotecas comunitárias.

A comunidade escolhida para o de hoje foi a do MSTS, que ocupa, atrás da Igreja do Bonfim, a antiga fábrica de roupa TOSTER.

Segundo nos informaram José Raimundo, Rute , Silvana e Gramacho, líderes daquela comunidade, cerca de oitocentas pessoas ocupam aquele espaço, muitas delas, crianças.

Ficaram combinados três lugares para as agregações dos ciclistas do pedal de hoje: estacionamento ao lado de A Porteira, no Dique do Tororó, Marechal Rondom, de onde sairia o Naturabikeação e o Largo do Retiro, onde estavam o Amigos do Tony, onde taqmbém seriam realizadas gravações para o programa Rede Bahia Revista.

Entre outros, participaram do passeio os líderes dos grupos: Lázaro, Tony, Lindo Olhar, George Argolo, representando o Ciclobahia, Marcão do pedal da Academia Stillus, Tio Lu, Anjos de Bike, Gilson Cunha da ASBB e Valci Barreto, representando os Jabutis Vagarosos e muraldebugarin.com.

Tudo aconteceu como previsto: foram feitas as gravações, participu um número significativo de pedalantes, foi arrecadado o maior voulmes de livros e revistas de todos os passeios anteriores, as emoções pelos caminhos, passagem pela feirinha do Jardim Cruzeiro , paradas para fotos, divulgaçao de nossos passeios e o excelente contato dos ciclistgas com sua simpática e competente equipe do Rede Bahia Revista.

Para a gravação, a vedete seria, e foi, as relações afetuosas entre Tony, líder do Amigos do Tony , e dona Francisca, sua sogra. Genro, sogra e seus familiares elevaram o humor, deram o tom das brincadeiras em todo o passeio. Por pouco não passou a ser o PEDAL DA SOGRA. Mas foi lançado este, para os próximos dias ou meses.

Desde as vésperas que Lázaro vinha agregando pessoas, providenciado apoio da SET e Policia Militar, tendo o inestimável apoio do Gilson Cunha que , nestes últimos dias se dedicou ao passeio como se fosse o seu ASBB, levando, inclusive, uma bicicleta para dona Francisca, vez que a dela estava quebrada.

Emocionante o encontro de todos os grupos, ocorrido após a ladeira dos Motoristas.

Aproveitou o George Argolo, habilidoso cicloativista, para conclamar os Amigos do Tony para participar do Ciclobahia, o que foi garantido pela equipe.

Contemplando a beleza da cidade baixa, o mar da Ribeira , pedalando sob o olhares curiosos dos circunstantes, chegamos ao nosso destino, tendo sido muito bem recebidos pelos destinatários do Bicicloteca .

De logo, fomos agraciados pelo interesse de muitas crianças que foram, de imediato, apanhando, abrindo , folheando, lendo os livros doados, garantido os moradores , através de um dos seus líderes, Gramacho, que já está separado o local para a implantação da biblioteca naquele prédio.

Terminada a entrega, realizadas seções de fotos , agradecimentos , despedimo-nos e subimos até a Igreja do Senhor do Bonfim, que estava cheia de fieis em suas orações.

Da igreja os grupos se separaram , cada um seguindo o seu destino de retorno. Valci; George e seu primo Mauricio, que hoje foi batizado e demonstrou ter sido contaminado pelo vírus ciclístico; Eduardo; Tio Lu; Fausto, formamos um grupo e retornamos. Ficaram todos os participantes certoas de que realizamos um grande , alegre e proveitoso passeio. E que a missão foi cumprida.

O bicicloteca é realizado todos os anos, no mês de outubro. Mas ele é apenas simbólico porque, recomendamos a todos para ,mesmo em passeios individuais, que cada ciclista pegue uma revistinha infantil, um livro, ponha na sua mochila , ou vasilha e entregue em entidades como bibliotecas comunitárias, igrejas , clínicas pisiquiátricas, pequenos sebos, onde estes materiais são por demais aproveitados. Mesmos com livros e revistas usadas, um gesto simples como este pode mudar a vida de muita gente. E com certeza para melhor. Faça dos seus passeios diários um pequeno bicicloteca.

A divulgação pela Rede Bahia Revista, de passeios como o de hoje, em muito contribuirá para que mais pessoas possam estar nas ruas de bicicletas, realizando ações filantrópicas, ajudando na conservação do planeta, tornando viável o uso da bicicleta como lazer e meio de transporte, elevando o espírito de solidariedade entre as pessoas. Por tudo isto, os nossos agradecimentos, bem assim ao inestimável apoio da Policia Militar, Set, Pelotão Ágiua, para a segurança de mais este belo passeio.

Parabéns especiais para Railson, filho de dona Francisca, a sogra: Não pedalou. Porém, foi de carro, apoiando e levando centenas de livros e revistas para esta missão. Foi quem mais arrecadou e quem mais levou.

Agora, é só olhar as as muitas fotos postadas no muraldebugarin.com , em "galeria de fotos". Atuaram como "fotógrafos" : Valci, George Argolo, Gilson Cunha e Eduardo, um dos mais entusiasmado do passeio.

Curiosidade: Sòmente neste passeio o George veio a conhecer Gilson Cunha, Tony e sua sogra ! Não perdeu oportunidade: quer todos atuando no Ciclobahia!

Sugestão do Tony, aceita por todos: um café da manhã, respeitoso, sem barulho, mas com faixas reivindicatórias e um bate papo , em frente a casas de autoridades, inclusive do Prefeito, reivindicando equipamentos urbanos em favor das bicicletas. Desde a madrugada será feito um platão e serão convidadas as autoridades para tomar o CAFÉ REIVINDIATÓRIO DO TONY.

É aquela história, em cada passeio, um novo é gestado!

Mais dois foram apresentados hoje:

PEDAL DA SOGRA
CAFÉ DA MANHÃ REVINDICATÓRIO DO TONY.

Todos nós estaremos nos dois!! e nos outros que surgirem.

Sentimos a falta da nossa querida ITANINHA, que esteve em todos os BICLOTECA e hoje inaugura seu apartamento no estado do Pará, para onde se mudou.

Mas nos ligou falando de suas saudades.


-publicado no muradebugarin.com
e no bikebook.blogspot.com

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Freada de bicicleta

Freada de bicicleta


Jolivaldo Freitas,

publicado na Tribuna da Bahia do dia 18.10.2007


Quando o Papa aqui esteve, meio do ano, escrevi sobre as mordomias que a Igreja estava pagando para gáudio dos apostólicos e romanos, lá do Vaticano, que chegavam naquele instante ao Brasil. Aproveitei e disse que estava vendendo Pílulas de Frei Inácio. Acredite que recebi exatamente 21 emelhos de pessoas que queriam comprar as tais pílulas. O povo não notou que era uma gozação. Agora, entusiasmado, estou pensando em vender bênção pela Internet. Já vi que existe comprador para qualquer coisa. Que o digam os Hernandez e Edir Macedo.
Foi o que me disse, certa vez, Marcos Carrapeta, quando decidiu que iria vender a irmã, quero dizer, a bicicleta. Era um treco velho e quebrado, a bicicleta, claro, faltando pneu e selim e se não me engano era da marca Monark. Cor verde, pára-lama, lanterna, adesivo preto com prata, mas sem um pneu e sem freio e cheia de pontos de ferrugem. A catraca fazia barulho parada, imagine se andasse.
Foi quando ele decidiu que devia vender. Queria comprar uma bicicleta nova, para ir trabalhar. Sua ideia era sair do Mont Serrat até a Calçada, pedalando e enfrentando as ambulâncias da Samdu e os ônibus da SMTC. Naquele tempo tinha mais ambulância que hospital em Salvador, embora hoje tenha mais hospital e menos leito ou médicos. As ambulâncias atendiam em domicílio. Hoje nem sei se tem ambulância, nunca mais vi nenhuma do estado ou prefeitura. Só observo que a BR-324 fica cheia daquelas que pertencem às prefeituras, que foram super-faturadas e servem para conduzir até vaca doente, contanto que seja animal de estimação do prefeito.
Como passar para a frente uma bicicleta que não servia para nada, era o desafio de Carrapeta. Aliás, posso garantir que ele foi o primeiro no Brasil a organizar uma caravana de bicicletistas. Num domingo pela manhã cedo partiu da Ponta do Humaitá em direção a Itapuã. Eram cinco com ele. Quando chegaram nas imediações da Invasão do Bico-de-ferro, onde hoje é o Jardim dos Namorados, foram assaltados e tiveram de voltar a pé. Naquele tempo os ônibus da SMTC pert?????h??»enciam à Prefeitura e era difícil encontrar algum nas ruas à noite. O último passava às dez da noite e depois só ás seis da manhã. Aos domingos passava algum a cada três horas. Foi melhor andar da Orla até a Zona Itapagipana.
Até hoje Marcos Carrapeta lembra de Zezinho da banca-de-bicho ficando branco ao ver o pessoal armado de facas e canivetes cercando o grupo e pedindo a bicicleta. Zezinho deu uma freada tão brusca que na cueca ficou a marca da pressão da bunda escorregando no selim coberto de plástico. Um traço longo e reto. A famosa freada de bicicleta.
Voltando à venda da bicicleta, ninguém querendo comprar, ele teve várias ideias para tentar despachar a peça. Fez Raid das Moças, Loteria de Zoológico, tentou vender números para sorteio, e nada. Decidiu colocar os pneus para ver se atraía comprador e ninguém se arvorava a adquirir aquilo. Foi quando anunciou que aquele que comprasse a bicicleta poderia dar uma volta com a irmã: garota nova, bonita, ousada, que usava minissaia e basqueteira americana. Apareceu comprador de tudo que era lugar e o preço da bicicleta, que nada estava valendo até aquele momento, subiu mais que ações da Vale do Rio Doce quando foi privatizada. Quem deu mais levou. Pegou a bicicleta, colocou Maria Carrapeta na garupa e se mandou. Uma hora depois chega a moça, trazendo de volta a bicicleta, do jeito que foi. Ninguém nunca perguntou o que tinha acontecido e Marcos voltou a vender a bicicleta e a irmã muitas vezes. Eu mesmo as comprei, certa vez. Não me pergunte porque devolvi a bicicleta e nem peguei o dinheiro de volta. O importante advogado e audaz bicicleteiro, Valci Barreto também comprou.

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

o que eles disseram sobre livros

" Quantos homens já não iniciaram uma nova era em suas vidas ao ler um livro ?"

-Henry David Thoreau
...

" É o que você lê quando não tem que fazê-lo que determinará o que você será quando não puder evitar"

Oscar Wilde

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" Ao lermos, um concerto solitário e silencioso se produz para nossa mente. Todas as nossas faculdades mentais estão presentes nessa exaltação sinfônica".

Stéphane Mallarmé "

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"Onde se queimam livros cedo ou tarde se queimam homens"

Henrich Heine

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"Quando tenho algum dinheiro, compro livros. Se ainda me sobrar algum, compro roupas e comida".

Erasmo

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"Gostamos sempre de sair um pouco de nós mesmos, de viajar, quando lemos "

Marcel Proust
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"Não era mais uma menina com um livro: era um amulher com seu amante."

Clarice Lispector

...

"Bons amigos, bons livros e uma consciência preguiçosa: eis a vida idal."


"

"Livros - Caetano Veloso"

Tropeçava nos astros desastrada
Quase não tinhamos livros em casa
E a cidade não tinha livraria
Mas os livros que em nossa vida entram
São como a radiação de um corpo negro
Apontando para a expansão do Universo
Porque a frase, o conceito, o enredo, o verso
(E , sem dúvida, sobretudo o verso)
É o que pode lançar mundos no mundo"

...

..."Encher de vãs palavras muitas páginas
E de mais confusão as prateleiras.
Tropeçava nos astros desastrada
Mas para mim foste a estrela entre as estrelas"

....

Os livros têm os mesmos inimigos que os homens : o fogo, a umidade, os animais, o tempo e o próprio conteúdo.

Paul Valéry

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Quando penso em todos os livros que ainda posso ler, tenho a certeza de ainda ser feliz.

Jules Renard

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Nunca tive um dessabor que uma hora de leitura não aliviasse.

Montesquieu

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Se tens um jardim e uma biblioteca, tens tudo.
Cícero

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IN A PAIXÃO PELOS LIVROS , EDITORA CASA DA PALAVRA

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domingo, 14 de outubro de 2007

JABUTIS VAGAROSOS , DE 08.10.2007

JABUTIS VAGAROSOS, 08.10.2007.



Valci Barreto,
Editor do MEU ZINE,
Link do site muraldebugarin.com
E do bikebook.blogspot.com



O Jabutis de hoje foi composto apenas por mim e por Lázaro, do Naturabikeação. Nosso destino seria o casarão do presidente da Associação Cultural Viva Salvador, na Rua Direita de Santo Antonio, Centro Histórico, para discutirmos com o seu presidente, DIMITRI GANZELEVITCH, cidadão francês nascido no continente africano, radicado na Bahia, a organização do “grupo ciclístico anunciador de Santa Bárbara,” que desejamos realizar em Dezembro , se tudo for acontecer como estamos planejando.

Até o Pelourinho, passamos primeiro na Sete Portas para comprarmos, no ponto do senhor Alfredo, em frente à empresa RESUL, próximo ao mercado da Sete Portas, parte baixa da Ladeira do Funil, livros e revistas usadas, que seriam doadas às crianças do NACCI , no bairro da Saúde. Adquiridas as revistas e livros, seguimos pela Baixa dos Sapateiros e subimos a ladeira ao lado do antigo Cine Jandaia. Já no início desta, tivemos uma surpresa, o que sempre acontece nos passeios Jabutis: descobrimos mais um vendedor de livros usados, muito querido na rua, que, além disso, é poeta, escrevendo versos nas paredes do antigo Jandaia, onde mora “na companhia dos morcegos, ratos e baratas”, segundo suas palavras. Prometemos um Jabuti especial para que ele nos conte a sua história. Morando e vendendo livros no local, há mais de dez anos, certamente tem muito o que contar.

Fica assim registrado em nossa agenda, mais um local para doarmos e adquirimos livros usados . Comprei um, de História do Brasil, bem gordinho, que vai para a minha coleção.

Fotos, bate papos, subimos a Ladeira, compramos um leitinho para fazer companhia aos livros e revistas e deixamos no NACCI , dando um pouquinho de nós para aquelas crianças que tanto precisam.

Dali seguimos para o Pelourinho onde fomos recebidos pelo Dimitri, no casarão onde mora, com uma vista maravilhosa para a Bahia de Todos os Santos, que guarnece um grande museu de artes populares , paixão do Presidente, de quase todo o planeta, tendo sido objeto de reportagem da Revista Mag, conforme foto na galeria de fotos do muraldebugarin.com

Logo no início, a conversa girou em torno do abandono em que se encontra o Pelourinho, o afastamento dos turistas pelas mais variadas causas, especialmente relacionadas à violência do nosso país.

Mesmo assim, demonstrou o Dimitri um grande entusiasmo pelas coisas do Pelô e esperanças de dias melhores.

Deixamos o Dimitri e seguimos em direção a Terreiro de Jesus, dando uma paradinha no Brechó do Cabral. Entre outras curiosidades, uma foto, da década de setenta, do grande advogado João de Melo Cruz, junto a amigos, exibindo um grande sorriso , provavèlmente em festa de revellion.

Fiquei com vontade de adquiri-la para presentear o colega, mas estava , como sempre, com muito pouca grana. Fico devendo ao mestre, mas fica a dica para quem desejar prestar esta homenagem ao grande causídico do Direito Penal da Bahia. A foto é dez reais. Na Praça Municipal, formos surpreendidos pela Feira da Industria, que ali acontecia.

Fizemos uma festa! De cara, a gentileza e simpatia das recepcionistas que, mal recebia nossos “ boas tardes” já se comportaram de forma surpreendetemene cicloativistas: “-podem entrar com as suas bicicletas!”

Vieram lágrimas de emoção aos Jabutis e a exclamação: ONDE JÁ SE VIU ISTO NA BAHIA, MINHA GENTE!?

O Lázaro , que já vinha com animação e conversa incontrolável, arrebatou nossa máquina fotográfica e tome-lhe click!

Virou festa!

Várias órgãos estatais, ongs, associações militantes das causas ambientais marcando presença, distribuindo panfletos das suas ações. Deixamos as nossas mensagens, trocamos informações e, a final, o irrecusável convite para que participarmos da feira do próximo ano. Garantimos a nossa presença, agradecendo a honra do convite. Os cicloativistas interessados já podem ir agendando e elaborando suas mensagens , panfletos e materiais para a exposição. Deixamos de citar nomes dos participantes para não cometermos enganos ou trocas imperdoáveis. A final, não estava ali uma Itaninha para anotar os nomes e informações ali instaladas. E nós, em vez de anotarmos, não parávamos de falar. Lázaro bem mais do que eu!

Do jeito que Jabutis gosta, prometida nossa exposição na próxima edição da Feira, despedimo-nos de todos seguindo para a Feira Hype, que funciona nas tardes de sábado no ICBA, Corredor da Vitória, onde fizemos as fotos com os expositores, vendedores de livros e revistas usadas e de discos de vinil.

Após a visita e fotos, os jabutis se separaram , cada um tomando seu rumo. Lázaro ainda teve a sorte, no retorno de encontrar com George Argolo que voltava da ilha de Itaparica em “Jabuti Particular”, que realizou com seu irmãos Marquinhos e convidados.

Assim terminou o Jabutis deste sábado.

Além das surpresas relatadas, deixamos para o final uma observação: várias vezes, tive que pedir ao Lázaro para falar um pouco menos, e andar mais devagar!!! Ainda bem que ele não obedeceu!!

Valeu meu amigo Lázaro, você é um autentico Jabuti: mosquitinhos , muita conversa , convites para pedais e muitas , muitas fotos, conforme se vê no muraldebugarin.com em “galeria de fotos”.

Publicado no muraldebugarin.com e no
Bikebook.blogspot.com

as fotos estão no muraldebugarin.com em "galeria de fotos".
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segunda-feira, 8 de outubro de 2007

30 dicas para escrever bem ! ... rsrs

(Prof. João Pedro - UNICAMP)


1. Deve-se evitar ao máx. a utiliz. de abrev., etc.

2. É desnecessário fazer-se empregar de um estilo de escrita demasiadamente rebuscado. Tal prática advém de esmero excessivo que raia o exibicionismo narcisístico.

3. Anule aliterações altamente abusivas.

4. não esqueça as maiúsculas no inicio das frases.

5. Evite lugares-comuns como o diabo foge da cruz.

6. O uso de parêntesis (mesmo quando for relevante) é desnecessário.

7. Estrangeirismos estão out; palavras de origem portuguesa estão in.

8. Evite o emprego de gíria, mesmo que pareça "nice", "sacou"???...então valeu!

9. Palavras de baixo calão, bosta, podem transformar o seu texto numa merda.

10. Nunca generalize: generalizar é um erro em todas as situações.

11. Evite repetir a mesma palavra pois essa palavra vai ficar uma palavra repetitiva. A repetição da palavra vai fazer com que a palavra repetida desqualifique o texto onde a palavra se encontra repetida.

12. Não abuse das citações. Como costuma dizer um amigo meu: "Quem cita os outros não tem ideias próprias".

13. Frases incompletas podem causar

14. Não seja redundante, não é preciso dizer a mesma coisa de formas diferentes; isto é, basta mencionar cada argumento uma só vez, ou por outras palavras, não repita a mesma idéia várias vezes.

15. Seja mais ou menos específico.

16. Frases com apenas uma palavra? Jamais!

17. A voz passiva deve ser evitada.

18. Utilize a pontuação corretamente o ponto e a vírgula pois a frase poderá ficar sem sentido especialmente será que ninguém mais sabe utilizar o ponto de interrogação

19. Quem precisa de perguntas retóricas?

20. Conforme recomenda a A.G.O.P, nunca use siglas desconhecidas.

21. Exagerar é cem milhões de vezes pior do que a moderação.

22. Evite mesóclises. Repita comigo: "mesóclises: evitá-las-ei!"

23. Analogias na escrita são tão úteis quanto chifres numa galinha.

24. Não abuse das exclamações ! Nunca !!! O seu texto fica horrível !!!!!!!

25. Evite frases exageradamente longas pois estas dificultam a compreensão da idéia nelas contida e, por conterem mais que uma idéia central, o que nem sempre torna o seu conteúdo acessível, forçam, desta forma, o pobre leitor a separá-la nos seus diversos componentes de forma a torná-las compreensíveis, o que não deveria ser, afinal de contas, parte do processo da leitura, hábito que devemos estimular através do uso de frases mais curtas.

26. Cuidado com a hortografia, para não estrupar a língúa portuguêza.

27. Seja incisivo e coerente, ou não.

28. Não fique escrevendo (nem falando) no gerúndio. Você vai estar deixando seu texto pobre e estar causando ambigüidade, com certeza você vai estar deixando o conteúdo esquisito, vai estar ficando com a sensação de que as coisas ainda estão acontecendo. E como você vai estar lendo este texto, tenho certeza que você vai estar prestando atenção e vai estar repassando aos seus amigos, que vão estar entendendo e vão estar pensando em não estar falando desta maneira irritante.

29. Outra barbaridade que tu deves evitar chê, é usar muitas expressões que acabem por denunciar a região onde tu moras, barajo! Nada de mandar esse trem... vixi.... entendeu bichinho?

30. Não permita que seu texto acabe por rimar, porque senão ninguém irá aguentar já que é insuportável o mesmo final escutar, o tempo todo sem parar.

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

SARAU NO ABAETE

Sarau na Casa da Música

"Nunca é tarde pra saber o que é viver bem natural"

A Casa da Música estará promovendo o seu quarto Sarau na próxima segunda-feira, 08 de outubro, às 18h, na sua sede. Estarão presentes, além dos artistas de Itapuã e da IMA (Independência Musical Associada), as cantoras Sarajane e Margareth Menezes .
Este evento é uma parceria da Casa da Música com a IMA - Independência Musical Associada, que, com esse projeto pretende fortalecer o movimento de revitalização do bairro e promover a integração entre a comunidade e a cultura local.

Informações: Casa da Música
Telfax:31161511/31161512
O que: Sarau
Tema: São Francisco de Assis e sua relação com a Natureza
Abertura: Exibição do Filme : "Irmão Sol, Irmã Lua"
Mostra de trabalhos do escultor Chirú
Apresentação: Amadeu Alves e Tina Ribeiro
Atrações do Sarau: Tom Nascimento, Coral da Escola Manoel Lisboa, Moacy Mendes e João Ninguém
Convidados especiais: Margareth Menezes e Sarajane
Onde: Casa da Música - Lagoa do Abaeté
Quando: 08 de outubro das 18 às 22 horas

Apoios: Policia Militar e Administração do Parque Metropolitano do Abaeté, Malê Debalê, Flora Tropical, Natureza Paisagismo e Piscicultura.

Ainda no mês de Outubro:
22/10 - próximo Sarau
26/10 - Serenata no Abaeté (Lua Cheia)

Aguardamos você!!

publicado no bikebook.blogspot.com

terça-feira, 2 de outubro de 2007

A ariranha de Ivete. Na Lata. O coveiro e o Leônico

A ariranha de Ivete. Na Lata. O coveiro e o Leônico

Jolivaldo Freitas

Também quero e quem não quer. O Brasil todo quer ver a ariranha de Ivete Sangalo. Quem já viu diz que é coisa graúda, taluda, fofa e – raridade – bonita de se ver. Para mim bastava dar uma olhadinha nas páginas da Playboy e daí correr para a galera. Seria bom ela mostrar logo, para acabar com esta agonia que fica na gente quando ela expõe aqueles pernões que chega a dar medo de tão maciços. Interessante é que eu, por não gostar muito de Axé Music (expressão criada por total felicidade, pelo sarcástico jornalista baiano Hagamenon Brito) terminei por incluir Ivete Sangalo como desafeto, assim mesmo, de graça, sem motivo, dentro daquele conceito de que “quem anda com porcos, farelo come” ou “diga-me com quem andas...”.
Mas, mais interessante ainda, é que, por causa de duras críticas que certa vez li a respeito da estrela baiana, na imprensa baiana, decidi ir fundo para ver o que ela pensava a respeito de um bocado de coisas e descobri uma Ivete irreverente, inteligente (pois é preciso ter neurônios para inventar piadas rápidas ou sair de uma saia justa e isso ela faz muito bem) e cheia de opiniões cruéis e debochadas a respeito de tudo ou quase tudo, inclusive com autocrítica e críticas coerentes a respeito de estrelismo, sexo, carreira e fugacitate. Deixando de lado este papo careta, quero dizer mesmo que Quero ver a Ariranha de Ivete. Vou comprar três exemplares: um para o quarto, um para andar na pasta e outro para o banheiro. Vá lá que as páginas fiquem coladas...
Falando na Lata
Tudo o que falta na imprensa escrita baiana ou não, aquela avaliação tirana, uma nesga de ironia sobre os fatos, uma crítica tipo mão-boba sobre as notícias dos outros, uma avaliação inesperada ou um ponto obscuro nem que seja sobre gastronomia ou horóscopo, tudo está num blog que tem tudo para se firmar como a melhor, grande, incomparável, imensurável (outro dia vim aprender com minha filhinha o que é adjunto adnominal e fiquei me achando), e que é feito por não um, ou dois, ou três, ou meia dúzia, mas por um bando, um grupo, uma trupe de Tuaregs, ciganos, bandas-voou, acadêmicos, ensaístas, articulistas, escrotos, geniais e lúcidos jornalistas que atacam como seleção argentina e defendem como time de Scolari. Sem nenhuma publicidade ou chamariz, já são quase 200 (será que estou exagerando ou já passou este número?) visitas diárias. Verifique no seguinte endereço: falandonalata.wordpress.com. Outra coisa: o blog está aberto a todo e qualquer jornalista sindicalizado que queira colaborar. Ô Mário Kertész. Ô Zé Eduardo. Ô Varela. Ô Emmerson, meus caríssimos amigos. Lembrem de falar do nosso blog.
O coveiro e o Leônico
Lembro, ainda bem garotinho, quando não sabia ao certo se eu era torcedor do Ypiranga, que meu avô morreu amando e meu tio tinha até um protetor de selim de bicicleta com o escudo em amarelo e preto, do Bahia ou do Galicia, que o Leônico era chamado, pela imprensa, de sucursal do Bahia. Todo mundo “sabia” que o Leônico não tinha time. Servia apenas para duas coisas: ser laboratório de teste de neojogadores do tricolor e entregar o campeonato para a torcida do Bahia. Para isso era tido e havido, que recebia uma bonificação. O time nem torcida tinha.
O Ypiranga, taí no chove-não-molha, o que dói no coração; e o Galicia corre atrás de voltar a ser o santo forte lá de Compostela, aqui pelos nossos gramados. Aí vem o Leônico, de triste memória, contrata um coveiro para enterrar o Galícia. O Guanambi precisava dar de dez , e não é que conseguiu. Milagre igual só no Mundial da Argentina, quando o Peru, que é uma espécie de Leônico, conseguiu tomar de seis dos argentinos, deixando o Brasil igual ao Galícia: morto e enterrado. Pelo que dizem, os jogadores ganharam uns níqueis e o coveiro que era o goleiro, uma pá novinha. Vá enterrar a mãe, seu saquê!

Jolivaldo Freitas é escritor e jornalista. e-mail: jfk6@uol.com.br

recortado da tribunadabahia.com.br e publicado em muraldebugarin.com

Volta Ciclistica Itapagipana.

Volta Ciclistica Itapagipana


Valci Barreto, cicloativista

Editor do MEU ZINE e
Do bikebook.blogspot.com
Colaborador do muraldebugarin.com.
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-As fotos estão em galeria de fotos, à direita da tela.-
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VOLTA CICLISTICA ITAPAGIPANA


A PRIMEIRA VOLTA CICLÍSTICA ITPAGIPANA , organizada pelo gabinete do Vereador Everaldo Augusto, teve a participação de centenas de pedalantes de todos os cantos da região metropolitana de Salvador. A ele aderiu ciclistas de Simões Filho, Mata de São João, Candeias, Camaçari, demonstrando uma alegria, orgainização , higiene nas ruas e pujança incomum.

Agraciado por São Pedro, vento fresco, colorido do céu , do mar, contagiante alegria dos participantes, especialmente das crianças, até aplausos animadores recebeu de pessoas em janelas, portas , barracas, praias, que iam sendo vencidas pela Volta Ciclística.

Chamou a atenção de todos a participação de número surpreendente de crianças com os mais variados tipos de bicicletas das mais diversas marcas e coloridos: rosas, vermelhas, azuis, muitas delas com a beleza típica das marcas do tempo, que muito aprecio. Surpreendente, também, o elevado número de pessoas que participavam de passeios ciclísticos pela primeira vez.

O vereador Everaldo Augusto queria ir pedalando. Sucede que, enquanto dava os avisos finais para o início do passeio, o motorista foi dando a partida no veículo enquanto os ciclistas seguiam, “aprisionando-o” como locutor. Resultado: o vereador ficou sem poder passar o microfone para que outra pessoa assumisse aquele função.Terminou por demonstrar uma inusitada intimidade no comando do passeio, na linguagem de tais eventos, com saudação a transeuntes, barracas, associações e entidade filantrópicas da região. Citou, durante todo o trajeto, os nomes de quase todos os grupos que compunham o passeio, sites e blogs , como muraldebugarin.com, Amigos de Bike, Pedais na Estrada , Amigos do Tony, Pedalada da Noite, Naturabikeação, Anjos de Bike, Pedal União, ASBB, Bike Brasil, e muitos outros grupos e entidades.
De parabéns o vereador.

Participou do passeio, também, o vereador REGINALDO OLIVEIRA, que batizou uma bicicleta nova adquirida, adquirida especialmente para o evento, e que será usada nos que se seguirem. No final da Volta, juntamente com o Everaldo Augusto, fez pronunciamentos em favor das bicicletas como meio de transporte, afirmando ainda que os mandados de ambos estarão empenhados neste propósito, como mais um instrumento de proteção ambiental e de transporte para nossa cidade.

Participaram grupos como Turma de Narandiba, Amigos do Tony, Jabutis Vagarosos, Pedal União, Pedais de Ouro, Pedais na Estrada, Anjos de Bike,(a familía de Tio Lu marcou presença), Pedalada da Noite, Amigos de Bike, Redenção do Redenção, Sincronia , naturabikeação , ASBB , e muitos e muitos outros grupos de pedais.

Gilson Cunha não pedalou, mas faz questão de ir até lá , saudar os vereadores, participantes , justificar a sua ausência em cima da bike naquele passeio e dizer que estava apoiando e desejando sucesso absoluto a mais este evento ciclístico.

Muito citado o nome do grande apoiador Jorge do Apito pelo seu inconfundível trabalho na organização, segurança e disciplina do passeio, que realizou com o sempre presente Nestor.

Guerreirão, esta figura impar, como sempre atuando de forma apaixonada e fazendo, também o seu discurso , tanto no início como no final, aplaudido por todos.

Presença do Honório, na mesma trilha e ANA BIKER , com roupa especial, colorida, “patrocínio da Caloi”. Elzira, como sempre acompanhada pelo Carlão, sempre lhe dando trabalho . Assis, o “rei do arrocha”, voltando com tudo, junto ao Sincronia.

As camisetas não foram suficientes para todos os pedalantes, decorrendo pedido de desculpas pelo vereador, com a compreensão de todos, em função do número surpreedente de participantes.

Sentimos falta de muita gente, como nosso “bonitão do Dique”( George Argolo), Alberto Bugarin, que tive a honra de representá-lo, embora de forma bem incompleta ,e outros assíduos freqüentadores deste tipo de passeio.

A cobertura fotográfica ficou por conta de Léo Ornellas, um dos grandes fotógrafos da Bahia, Lázaro, do Naturabikeação e Cleber, do Gabinete do Vereador Everaldo Augusto. Luciene, do mesmo Gabinete, e Luciente , trabalharam muito mas afirmaram terem ficado encantadas com o resultado.

As fotos serão postadas no muraldebugarin.com com permissão para que todos os blogs e sites possam fazer uso, com o cuidado de postar o crédito.

Léo e Lazáro autorizam a publicação das fotos, pedindo a gentileza de nominar o crédito.

Participou ativamente, pedalando, toda produzida, a artista PORRETA, que atua em aberturas de todo tipo de eventos em Salvador.

Chamou a atenção de muitos o número de bicicletas antigas. Um cena comoveu a muita gente: Um senhor enfartado, em fase de recuperação, era transportado pelo filho em uma bicicleta “cargueira, em um passeio pela região. Ao perceber a Volta, acompanhou-a até o final, merecendo o elogio de todos os pedalantes. Um exemplo a ser seguido.

Varias fotos da dupla serão postadas no muraldebugarin.com , em “galeria de fotos”.


Mais um passeio que veio para ficar, já tendo a garantia do vereador de que será incluído, em definitivo, no calendário de passeios ciclísticos de Salvador.

Limpo, belo, elegante e muito alegre e produtivo, como poucos dos que já participei. E não foram poucos!

De parabéns o vereador, sua equipe e todos que participaram de mais um grande evento em favor das bicicletas nas ruas de Salvador.

Publicado no muraldebugarin.com

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-bikebook.blogspot.com