segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008



valci, advogado,cicloativista; Claudemiro, editor da Folha do Reconcavo e da revista Leia; e Tony, do Grupo Amigos do Tony, no batismo do PEDALDELAS, Dique do Tororó.

-muitas outras fotos estão no muraldebuarin.com em "galeria de fotos"


As meninas do PEDALDELAS, no Dique do Tororó.

muitas outras fotos no muraldebuarin.com, em "galeriadefotos.


-pedaldelas, encontro no DIQUE DO TORORO, SALVADOR=BAHIA.

muitas outras fotos estão no muraldebugarin.com
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BATIZADO DO PEDAL DELAS


Valci Barreto
Editor do bikebook.blogspot.com
MEU ZINE
Colaborador do mualdebugarin.com



Participamos com muita alegria do batizado do novo grupo de pedal baiano, PEDALDELAS, ocorrido no dia 22.02.2008. Gestado e parido no bairro de Periperi, um dos mais lindos de Salvador, seu batizado constituiu de um pedal iniciado na Praça da Revolução, em Periperi, seqüenciado pela Suburbana e parada no Dique do Toróró para receber cumprimentos de apoiadores, amigos, e incorporação de membros residentes no Centro de Salvador.

Ao chegar ao Dique já encontraram várias pessoas e à espera como CEZAR Brasileiro, novo apaixonado e entusiasta do pedal, Bugarin, editor do MuraldeBugarin.com , membros do Sincronia, Pedal Suba Aí, Jarraw, Fabio Lopes, Rui, (Disco de Vinil), Magui, que pedalou sozinha da Pituba até o Dique, Edvaldo(SÓ CORTINAS), que aproveitou o PEDALDELAS para retornar aos passeios, dos quais andou um pouco afastado.

Como sempre festivo, generoso, alegre e surpreendente, eis que surge, no mesmo Dique, a equipe do AMIGOSDETONY, trazendo flores e perfumes para as meninas do PEDALDELAS.

No Dique, recebemos a visita do nosso querido jornalista, Claudemiro, editor da folha do Recôncavo, no qual mantive uma coluna por vários anos.

Deste encontro, graças ao PEDALDELAS, ali mesmo , nasceu o compromisso de voltar a escrever para a FOLHA DO RECONCAVO, agora com mais um ingrediente: nossos pedais e movimentos em favor das bicicletas pelos campos , cidades e becos da Bahia.

Após os abraços, beijos, perfumes e fotos no belo cenário do Tororó, prosseguiram as meninas para o Parque da Cidade, pela Vasco a Gama, Rio Vermelho, acompanhadas por seu amigos e admiradores que apóiam, incentivam e se emocionam com estes importantes e prazeirosos acontecimentos ciclísticos.

Passeando por Salvador em sua bicicleta reclinável, Eduardo, dos Correios de Itabuna, amante de pedal, vendo o movimento ,no Dique, aproximou-se e acompanhou a turma até o Parque da Cidade. Voltou conosco(valci, Edvaldo, Cezar Brasileiro, seu sobrinho.), até Ondina, prosseguindo sozinho seu passeio pela nossa Bahia. No caminho, vimos conversando com o simpático Eduardo que nos informou ser dos Correios de Itabuna , é amante de todo tipo de passeio e, junto a um grupo de pedal de Iheus/Itabuna, participa de uma grande viagem ciclística , de 700 km, de ilhéus até Bom Jesus da Lapa no período das romarias. Esta viagm, realizada por ciclistas da região grapiúna, já é tradicional. Ficou de nos encaminhar material a respeito, para transmitir ao nosso Muraldebugarin.com.

No Parque da Cidade os acompanhantes do PEDALDELAS se dispersaram, cada um seguindo seu destino, prosseguindo “as meninas”até Periperi, onde chegaram felizes e certas de que muitos e emocionantes passeios virão por aí. Apesar de organizado em fevereiro de 2008, as componentes do PEDALDELAS já possui currículo invejável de pedais, até mesmo em passeios para fora de Salvador. Já nasceram “profissionais”. PABENS! Agora, mais pedais para todos nós, com a beleza, simpatia e ternura das nossas mulheres dos pedais baianos.

Também estamos felizes por termos participado do seu emocionante e vitorioso batismo.

Valci Barreto.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

fotos, fotos , fotos, no muraldebugarin.com em "galeriadefotos"

VEJAM FOTOS DOS DUZENTOS ANOS DA FACULDADE DE MEDICINA
DA FORMATURA DE PSCICOLOGIA, SIMPLES, SEM SOLENIDADE, DA FACULADE RUI BARBOSA NO MURALDEBUGARIN.COM
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JABUTI SOLITÁRIO, NA MAIS BELA E GOSTOSA PRÁIA DO MUNDO.

Valci Barreto.

editor do bikebook.blogspot.com
muraldebugarin.com
e do meu zine

Acordei cedo, o que sempre acontece quando não durmo muito tarde. De sorte que, às seis da manhã já estava saindo para meu " Jabuti Solitário Feliz," pela região da Barra. Pedalando aqui, olhando ali, dei uma entradinha na Banca Cultural, que fica aberta 24 horas, ao lado da Quadra de Esportes e do Ondina Apart Hotel; Abri a Revista Piaui e consegui ler um texto sobre a visita que fez um "escriba " ao escritor Jorge Luiz Borges. Não vou contar a matéria . Apenas recomendo a leitura.

Despeço-me e sigo em direção ao Porto da Barra. Tendo saido sem nada pôr no estomago, parei na Dona Trindade e tomei um delicioso mingáu de tapioca, servido junto ao muro da Cabana da Barra.

Estomago quietinho, sigo . No Porto da Barra, "um monte" de triatletas se organizava para um treino com suas bicicletas, alá George e Dimitri. Passo com minha monaretinha e recebo a atenção de um garoto simpático ,que ajudava o pessoal a tirar as "máquinas" dos carros. Ele brinca comigo olhando para minha "brasileirinha":
-" vai acompanhar a gente?"

-"Não, meu amiguinho, voces andam muito devagar...As suas bicicletas são muito lentas...",devolvo com a mesma festa. Prossigo,um pouco chateado por não estar com a minha máquina fotográfica para registrar a turma.

O grupo é de aventuras, corridas, mergulho, triatlon , atletas ,enfim, que se preparavam para "uma brincadeira", segundo alguns me disseram.

Retorno pelo mesmo caminho, sendo saudado por alguns amigos e conhecidos , colhendo mais frutos do "meu dia global":
_"Vi você no Rede Bahia Revista"!

Vou contemplando pessoas e a "minha práia", a melhor do mundo.

Sempre achei que o Porto da Barra tinha melhor e mais gostosa praia do mundo. Mas não conhecendo as de outros paises, não me achava com autoridade para sair fazendo esta afirmação. Um dia, porém, vi e ouvi Caetano Veloso , na tv ,em uma campanha de limpeza no Porto da Barra, afirmando contudentemente: "é a melhor e mais bela práia do mundo". A partir de então, perdi minha timidez, viquei ousado, arrogante em Porto da Barra e passei a propagar, sem medo, sem susto, com toda a autoridade de que precisava para assim também afirmar.

Vez em quando alguém para me testar,concorrrer, provocar ou mesmo brincar, questiona: "voce conhece todas as praias do mundo, para dizer isto?"

Respondo fácil: " Eu não , mas Caetano Veloso conhece".

Como sempre , há insatisfeito, espirito de porco, contumazes perguntadores, que vão ainda mais longe nos seus questionamentos:

-"Voce tem certeza que Caetano Veloso conhece todas as praias do mundo? Caetano já lhe disse isto?

Aí não tem jeito : o provocador perde todas:

-" Caetano nunca falou comigo". Mas , Gilda Matoso , através de "Assessoria de Encreca", da Ediouro, me deixou certo de que Caetano conhece o mundo inteiro. E o mundo inteiro conhece Caetano Veloso. E Matoso não contou tudo, porque o livro tem poucas páginas para isto.

Claro que não vou mais perder meu tempo com estes eternos implicantes. Há alguns meses atrás, o escritor e jornalista Jolivado Freitas, também apaixonado pelo Porto da Barra, em uma das suas crônicas afirmou que o The Guardian , jornal londrino, elegeu o Porto da Barra como uma das mais, melhores e belas práias do mundo. Não sei a classificação, mesmo porque para os teimosos e duvidosos nem mesmo a morte lhe deixam certos de que um dia dela receberá a implacável visita...

Antes de Caetano, Joli e The Guradian eu já achava a melhor práia do mundo. Foi só visuá-la , chegar ali pela primeira vez, o que conteceu no início dos anos 70, para assim considerá-la. E hoje com maior razão. Não por causa das tres autoridades , em Porto da Barra, citadas. Bastava, tão sòmente, o meu Jabuti desta manhã.

Acho uma coisa meio criminosa passar de carro por ali. O Porto é lugar para ir-se de bicicleta ou a pé.

Vez em quando os jornais noticiam descobertas de planetas que podem ter água. Se isto acontecer, e também houver práia, nem assim perderá o Porto o seu trono.

E olhem que hoje nem pus os pés na suas águas... ,

publicado no muraldebugarin.com
e no
bikebook.blogspot.com , em 2007

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BICICLETAS EM AMSTERDAM===================================================



Na Holanda, Oxford (INGLATERRA) Alemanha, estas bicicletas da foto são as preferidas. Iguais às do JABUTIS em seus passeios urbanos. Nada contra, porém, se aparecerem ciclistas com as francesas, americanas, brasileiras: as mais caras e produzidas do planeta. No jabutis, o que não pode mesmo é andar na base de "vamo vamo", "tá na hora", "tô com pressa". "vamo logo". Nem mal humorado. Estes, estão, por todo o tempo, desconvidados... Para estes há muitos outros grupos de passeios.
ITACARANHA SUBURBIO DE SALVADOR - VISITA DO "JABUTIS VAGAROSOS"



Jabutis Vagarosos em Visita Itacaranha, Campo da Lagoa, gerador de grandes craques do futebol baiano.


Itacaranha - Pedal Jabutis Vagarosos.

Valci Barreto
publicado no bikebook.blogspot.com


Conforme projetado, às 8.30 da manhã, várias pessoas e grupos de pedais já se faziam presentes em frente ao estacionamento da Fonte Nova para a visita ao Campo da Lagoa, em Itacaranha, no subúrbio ferroviário de Salvador, para assistirmos ao torneio início de futebol infantil.

Antes da saída, um pequeno chuvisco gerou no grupo uma dúvida se faríamos ou não o passeio. Decidimos pela ida, apesar de uns poucos desistirem.

Nove horas, pontualmente, estávamos montados em nossas bicicletas para a saída, enquanto chamávamos os que se protegiam dos chuviscos, sob o telhado de A PORTEIRA, restaurante ao lado do Dique do Tororó. A chegada, neste momento, do Gilson Cunha, que iria de carro com seu filho, para tomar informações do trajeto do passeio, e para justificar que não iria pedalando, por estar com seu filho.

Demos a partida e já na sinaleira da frente do Mercado da Sete Portas, uma grande emoção: O grupo de Narandiba que, participante dos Jabutis de hoje, misturou-se, naturalmente, ao nosso grupo, como se ali houvéssemos combinado para o encontro. Sob o comando de “Guerreirão", elevou este o seu conhecido grito de guerra transmitindo o entusiasmo de sempre.

Seguimos em ritmo “JABUTI AVANÇADO”, porque não houveram as “paradas de dez em dez metros”, até um posto de gasolina, na Calçada, para o “freio de arrumação” e escolha dos coordenadores e batedores: Jorge do Apito e Nestor.

No trajeto, as emoções de sempre que nos oferece os “caminhos dos pedais”: cores, tempo um pouco nublado, vendedores de frutas, picolés, crianças, religiosos com suas pastas, gravatas, paletós, gente saindo ou indo para as missas, pontos com gente esperando ônibus para os seus trajetos dominicais, crianças, casais de namorados, quase todos saudando, festejando a nossa passagem.

Como sempre, ainda alguns motoristas agressivos, desrespeitadores das mínimas regras de conduta doméstica, a ``tirar fino``, buzinar, como a dizer: “saiam da frente que a rua é só minha!” “ To com com pressa..” Acostumados com esta convivência, que felizmente tem melhorado, nada que nos assustasse ou inibisse nosso propósito de seguir em frente.

Fomos compensados pelas saudações de outros, respeito ao nosso pedal e até acenos de apoio, dando-nos a certeza de que nem tudo está perdido. Enquanto houver estas pessoas sensíveis ao seu semelhante, há esperanças, sim.

A nossa parte buscamos fazer, obedecendo às normas de trânsito, levando mensagens de respeito a todos: motoristas, ciclistas, motociclistas, pedestres.

Sendo domingo pela manhã e um dia nublado estavam as ruas mais livres de carros o que nos permitiu uma chegada aproximadamente às dez horas, bem mais cedo do que prevíamos.

Enquanto isto visitávamos a sede da Associação dos Moradores, que tem foco maior para os esportes, notadamente futebol, danças, cultura, sob o siceroneamento do Barbosa, líder comunitário, “olheiro” de atletas do futebol.

Vários times de adultos participavam de um campeonato e, na sede da Associação, um grupo de adolescentes e crianças participavam de ensaio de danças.

Nosso grupo se espalhou pelas barracas e bares para os costumeiros bate papos, descansos, reidratação com água, cervejinha, merenda.

Visitamos a “Bica de Itacaranha”, um prêmio da natureza para os moradores vizinhos que, segundo seus depoimentos, testada por técnicos habilitados, é ainda pura, própria para o consumo e muito serve à comunidade, especialmente quando falta água da Embasa nas casas da redondeza.

Um grupo está envolvido em trazer de volta aos estádios o REDENÇÃO FUTEBOL CLUBE. Se não para grandes espetáculos, pelo menos como entidade destinada aos ensinamentos do exercício da cidadania, criação e manutenção de escolas de futebol. Vontade do grupo é que não falta.

Obrigado a todos que participaram. Sentimos a falta do querido George que, mesmo não tendo pedalado, participou ativamente do sucesso do passeio, telefonando, agregando pessoas para que JABUTI VAGAROSO fizesse mais este.

E ao Gilson Cunha que, igualmente não pedalando, marcou sua presença com a vontade permanente de ajudar nossas atuações ciclísticas e reforçar o convite para estarmos no seu passeio de 16/09, PORTÃO/BOMFIM.

(Por Valci Barreto)













JABUTIS VAGOROSOS- Grupo de Passeio Ciclistico-PERFIL


valci barreto, advogado, cicloativista, editor do
BIKEBOOK.BLOGSPOT.COM
MEU ZINE, DO SITE MURALDEBUGARIN.COM

colaborador do muraldebugarin.com


Gostando de passeios lentos de bicicletas, de utilizá-los para pequenas compras, visitar amigos, inclusive em hospitais, bares, restaurantes, livrarias, museus, lojas de livros usados, antiquários, distribuição de panfletos sócios educativos e, sobretudo ,usar a bicicleta para melhor contemplar o pedaço, por menor que seja, do nosso mundo, o advogado e cicloativista VALCI BARRETO, residente em Salvador-Ba, criou o passeio ciclístico JABUTIS VAGAROSOS . Este não é apenas um passeio : é uma forma de ver , sentir, estimular a vida, o olhar,aguçar os sentidos, realizar as contemplações de pequenas coisas e espaços que o trânsito, o stress , a pressa e correrias não nos permitem. Visitamos bibliotecas comunitários, levamos livros para doações, compramos livros e revistas usadas nos sebos da cidade e temos a maior paciência com qualquer pessoa que queira pedalar, que queira iniciar-se no mundo dos simples passeios de bicileta.

A opção pelo lento, não decorre de indisposição para a corrida, ou por não acolher atletas do pedal. Nele aparecem eventuais atletas que percorrem longas distâncias ou curtem velocidades elevadas. Há destes também no nosso grupo. George Argolo, por exemplo, já percorreu 600 km de Ouro Preto a Paraty, em bicicleta. E é um dos mais entusiastas membros dos JABUTIS. Dimitri, competidor em várias modalidades esportivas, deu-nos a honra de uma pedalada e garantiu-nos retornos futuros. Diógenes Evangelista, advogado, apaixonado por leitura, bicicleta e cavalgada, é um dos mais presentes. Itana Mangiere, de grandes trilhas em Salvador e Pará, eskribiker, é 'JABUTI INTEGRAL";Lázaro, do NATURABIKEAÇAO, que comumente realiza pedais de mais de cem quilômetros, é um dos mais presentes no Jabutis. Lu Saraiva, amante de longas distâncias e velocidades, do site amigosdebike.com.br, e do passeio do mesmo nome, já pedalou conosco em mais de uma oportunidade. A professora Luzia Teles, que faz longas distâncias em pedais de cicloturismo, uma das fundadoras do PEDALDELAS, é JABUTI de corpo e alma. Porém, quando estão no JABUTIS, todos deixam de ser os grandes corredores e atletas do pedal para abraçar o espírito lento e bem humorado de pedalar. Com outras indumentárias, os parceiros, ou meros visitantes, acolhem o nosso ritmo: sem stress, sem pressa, sem velocidade.

O Jabutis, muitas vezes, é simplesmente uma pessoa que, solitàriamente, sai pelas ruas de Salvador "fazendo um Jabuti por aí".

Prima pelo horário combinado para o início do pedal: não espera por ninguém, por mais importante que seja para o grupo. Não adianta ficar, comum entre nós baianos, ligando :"Espere", "Tô saindo". "Tô chegando", " Me aguarde". " Me ligue quando estiver saindo"; o jabutis, simplesmente , não aguarda. Abrem-se exceções raras, óbvio: acidente antes de chegar ao encontro, um pneu do companheiro que fura, uma bicicleta que quebra no trajeto até o local do encontro.

Outra característica do JABUTIS é o bom humor, a tranquilidade, o jeito jabuti de ser: os estrassados, a turma do "vamo vamo", "tá na hora", " tenho que ir ver minha mulher,gato, filho, ......" São, mesmo antes do início do passeio, desconvidados.

O horário da saída é pontual. O do retorno, jamais. Pode-se, antes ,ou durante o passeio, combinar tudo, até a volta de cada um. Mas este não poderá atrapalhar o trajeto dos demais. Ele pode voltar só. Se for iniciante, e afirmar: devo voltar tal hora, ou afirmar: tenho que retornar tal hora e será, do mesmo jeito, acolhido e respeitado. O Jabutis até leva o ciclista em casa. Mas este privilégio é apenas dos iniciantes, ou de quem apresenta algum imprevisto incontornável. Se também não agüentar o pedal, terão o devido respeito: Pára-se, espera-se a recuperação. Os inquietos podem seguir o seu caminho. Quem não tiver paciência de esperar , não é JABUIT. Há outros passeios para estes. Se a agonia, a pressa, o stress o "tenho que ir embora," chegar para alguém, no curso do passeio, sem problema: Pode seguir seu caminho. Mas deixe o Jabuti ser sempre Jabuti, durante todo o passeio, especialmente na hora de esperar quem não agüentou . Este jamais será abandonado , censurado ou impelido a voltar para casa. A preferência, a atenção é para quem não agüentou. Jamais para o apressado.
Para os que não agüentam, chamamos um táxi, da Ligue Táxi. Esta empresa , em nossa experiência, jamais nos deixou sem a atenção de um taxista. A empresa, o taxista, não tem obrigação de levar bicicleta. Porém, fazemos o pedido dizendo que temos um bicicleta para conduzir de tal a tal lugar. Nunca fiquei sem táxi nestes momentos.

O grupo é aberto a qualquer pessoa, mesmo que pedale apenas dez metros. E pode ir com qualquer bicicleta, velha, nova, cara, barata, com ou sem marcha. Quando o passseio é pelo centro de Salvador, O Jabutis pefere até as mais velhas, usadas, enferrujadas e sem marcha, com espelho retrovisor, descanso e cestinha ou bagageiro para condução dos apetrechos: água, livros , alimentos para alguma entidado ou panfletos sócio educativos para distribuição. O Jabutis pede apenas que revisem as bicicletas antes da saída para evitar paradas desnecessárias. O que não pode é o mal humor, a falta de respeito, a pressa, o grito, a buzinada . Nem pensar nestas, a não ser as baixinhas, tipo de sorveteiro de rua, ou pipoqueiro. Nem insista. Andar correndo, ultrapassar batedor, são "crimes" imperdoáveis, "inafiançáveis" para os Jabutis.

Não tem dia certo para acontecer. Mas normalmente acontece aos sábados, domingos e feriados pela manhã. Os avisos são dados nas quintas feiras pelos comentários dos sites: muraldebugarin.com, amigosdebike.com. Sincronia.

Quando não está anunciado é porque pode haver um Jabuti não aconselhado para iniciantes. Ou um com fim e pessoas especificadas.É que jabuti, mesmo com toda a sua vagarosidade, muitas vezes vai para mais longe , como Guarajuba, Práia do Forte, Ilha de Itaparica, Nazaré das Farinhas, Valença. E, qualquer dia , irá a Jaguaqura. Neste caso, não pode acolher pessoas que não estejam em condições físicas de, mesmo devagar, percorrer tais distâncias.

Quem quiser saber se vai ou não haver Jabuti e queira participar, só há um meio de comunicação: nossos sites, muraldebugarin.com, amigosdebike.com.br , sincronia, ou através do e mail valcibarretoadv@yahoo.com.br

Depois que você se incorpora ao grupo, fica sabendo por outros meios;

Se você é JABUTI, será sempre nosso convidado. Participam pessoas de qualquer idade, credo, cor, condição social, basta ter educação, respeito ao seu semelhante, cultuar a paz, o bom humor e ter uma bicicleta que rode, ainda que apenas dez metros. Outra coisa fundamental: Não adianta chegar atrasado ao local e horárío marcado: Jabutis não vai esperar. Nem vai ficar ligando para você e companheiros perguntando se vem ou se não. Jabutis pode até ter roteiro. Mas, neste caso é anunciado antes. Porém, normalmente não há qualquer roteiro pré fixado: Nosso olhar, desejo, curiosidade é quem vai nos conduzindo.A única coisa certa é o horário e local da saída.

No BIKEBOOK.BLOGSTOP.COM, e no MEU ZINE, há uma foto do Jabutis Vagarosos distribuindo um informativo: FIFÓ 21, parando para conversar com um artista da rua, na Vasco da Gama. A arte, como a do rapaz da foto ,sempre será apreciada por nós. O mesmo respeito que toda a humanidade devota a um Picasso, Matisse, Michelangelo, ao nosso querido Bel Borba, Jabutis Vagarosos,atribui ao artista da rua em respeito a ARTE.

Se você tem interesse em distribuir panfletos de festas, serviços, shows, comércio, fazemos , gratuitamene, a distribuição. Não cobramos absolutuamente nada. Pedimos, apenas , que nos autorizem usar , neles, as mensagens de nossas ações cicloativistas e filantrópicas no espaço que for possível, do seu próprio panfleto. Não distribuímos propaganda de bebidas alcóolicas, cigarros, drogas, legalizadas ou não.

Entre as ações do JABUTIS: distribuição de panfletos socioedutivos, participação em todos os pedais beneficentes, cicloativismo permanente, cicloturismo, estímulo à leitura, proteção ambiental, exercício da cidadania, distribuição de livros para bibliotecas comunitárias, participação em ações políticas relacionadas ao mesmo tema.

Realizamos, anualmente, o "BICICLOTECA," destinado a levar livros para alguma biblioteca comunitária, escolhida prèviamente. E pleiteamos, permanentemente, junto ao poder público baiano, ações voltadas para o uso da bicicleta como meio de transporte.


valci barreto, advogado, cicloativista, editor do BIKEBOOK.BLOGSPOT.COM; do MEU ZINE,
colaborador do muraldebugarin.com

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

“PEDALDELAS”, VAI BOMBAR!!

Valci Barreto,

Editor do Meu Zine, Bikebook.blogspot.com
Colaborador do muraldebugarin.com


Formado por ciclistas de largos costados, da mais alta estirpe de beleza, simpatia, competência, generosidade, espírito de cidadania, aliado à sensibilidade, cheiro, voz, ternura e doçura feminina , e muita garra para o pedal, como Luzia Telles,Luzinete, (CRA), amigas da periferia e do centro de Salvador, veio à luz ,neste mês de fevereiro de 2008, mais um grupo de passeio ciclístico baiano; trata-se do “ PEDALDELAS.”

Contaremos a história depois.

Apesar de formado tão somente por mulheres, os homens são também convidados para participar dos seus pedais. Porém, os marmanjos ficarão atrás, guardando uma certa distância regulamentar. E, nos passeios, somente as mulheres poderão usar as camisetas da sua marca. Os homens serão sempre convidados. Mas para admirar, estimular, abrir as portas dos restaurantes e pagar a conta...
Para o batismo do PEDALDELAS, que será no dia 24.02.2008, estamos pedindo a todos: homens, mulheres, crianças, idosos, que gostem da magrela , para participar do batismo do grupo que será um pedal com ínicio às 07 da manhã em Periperi, parada no Dique do Tororó , às 08 horas, onde receberão os componentes do Centro de Salvador e seguirão até o Parque da Cidade, onde assistirão ao show do dia. Pedimos a todos para comparecer ao Dique do Tororó ou nos locais de passagem do grupo, para prestar-lhe as boas vindas, e seguirmos juntos até o Parque.

Pedimos a gentileza de divulgarem em rádios, folders, mosquitinhos, encaminhando e mails para os seus contatos. Um pedal a mais será sempre algo de positivo para todos nós. Pedimos o empenho para que o BATIZADO seja lembrando como uma coisa boa, bonita, organizada, estimulante, alegre e festiva.

Manteremos todos informados através do muraldebugarin.com.

OS MARMAJOS, MULHERES, ADMIRADORES, PEDALANTES OU NÃO, PODEM LEVAR PRESENTES, FLORES E PERFUMES QUE SERÃO BEM ACEITOS. Todos poderão seguí-las , por todo o passeio; mas os homens vão atrás. E nem adianta Jorge do Apito, ou Reginaldo, pretenderem a posição de batedores. Pois serão apenas batedoras; e a equipe já está a postos.
OU SEJA, DE HOMEM, A COMPAHIA, PRESENTES, FAIXAS, PERFUMES E O PAGAMENTO DAS CONTAS... é o romântico, civilizado, recomendado e aceito, mesmo pelas feministas mais radicais.
Todos lá, então.
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Estarei lá e prometo levar flor e perfuminho para elas.
Como sempre, muraldebugarin.com estará presente para as fotos e divulgações. Elas merecem.
Bikeabraços e votos de sucesso para este grupo de cores, perfumes luzes,doçura , ternura , graça e garra da mulher cicloativista.PEDALAR É PRECISO.

contatos com luzia e ou Luzinete: 87542662 99260138 32172588.

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PARTICIPE DOS PEDAIS E AÇÕES EM FAVOR DAS BICICLETAS NAS RUAS DE SALVADOR, veja como, no muraldebugarin.com e seus links.
Abra galeria de fotos, do mesmo blog.
Apoio, bikebook.blogspot.com

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

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DE ITANA MANGIERE PARA O BIKEBOK.BLOGSPOT.COM


AS FOTOS ESTÃO POSTADAS NO MURALDEBUGARIN.COM EM "GALERIA DE FOTOS"
Pessoal,

Segue uma seleção de fotos que fiz para vcs. Foram mais de 2.000 fotos somando as imagens de todas as câmeras dos expedicionários participantes.

Ainda estou preparando o texto final sobre a Expedição Challenge Araguaia Tocantins para enviar para nossos sites.

Inicialmente gostaria de dizer que o Estado do Tocantins é LINDO. E melhorou ainda mais após a divisão do Estado de Goiás. As estradas de asfalto são novas e perfeitas, o povo é acolhedor e as belezas naturais .... ainda estou procurando palavras pra definir tudo o que vi e senti.

Essa experiência cicloturística foi, para mim, uma superação de limites como a força física, vencer os pensamentos de desistência, a dor do atropelamento que sofri, superar os medos, transpor terrenos difícies, altitude, lama, calor, chuva, o sono, a convivência com pessoas de credos, idades e interesses diferentes, que a linha do horizonte é longe mas que até lá tem muita coisa para conhecermos, descobrir que o melhor lugar do mundo somos nós que o fazemos (basta preservar), praticar o respeito e a solidariedade.

A ação social que realizamos em Riachinho/TO, doando material escolar para a escola pública municipal deste município, foi gratificante. As crianças estavam nos esperando ansiosas e se divertiram conosco. Fomos um exemplo de esporte e cultura para o futuro daquela comunidade mirim !

Descobri que correr de onça no meio do mato, dá medo. Mas correr de ladrão com revolver na cidade, dá muito mais medo e é vergonhoso, pois somos da mesma espécie dividindo o mesmo ambiente.

Esse Brasil é lindo (verde e amarelo) e quero conhecer muito mais dele.

Bjos
Itana Mangieri

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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

DE Itaninha, correspondente editora do bikebook no PARA:

Itaninha 11/02/08 11:33:32

Valci, George, Xan, Lu, Bigodudo, Fernandinho, Garoto Enxaqueca, Buga e todos meus amigos desse universo ciclístico:

Essa expedição foi emocionante. Valeu a pena e já quero repetí-la. Depois que eu enviar as fotos, acho que terei companhia baiana na próxima expedição ... rsrsrs
Valeu subir ladeira de pedras empurrando bike, valeu o atoleiro, valeu correr de onça, aranha caranguejeira e de cobra no meio do mato, valeu os banhos de igarapés cristalinos, valeu dormir numa barraca alagada pela chuva (rsrs), a recepção e o carinho das prefeituras, etc ...
Sem esforço, sem recompensa !
E a recompensa foi conhecer mais amigos pelas estradas onde passei e a Chapada das Mesas – no Maranhão. Que não deixa nada a desejar para a nossa Chapada Diamantina (que tanto amo).
As cachoeiras são cinematográficas - especialmente a “Santuário da Pedra Caída” !!!!!
Cicloturismo é emocionante e as riquezas naturais desse nosso Brasil são maravilhosas !!!
Enviarei as imagens o mais breve possível. Assim que o trabalho der uma brecha eu envio. Estou ansiosa em dividir essa emoção com vcs todos.

A EART organiza trilhas quinzenais no Pará e ontem teve uma para iniciantes (Trilha do Cupuaçu- 20 Km e muito atoleiro ...rsrs) com 104 participantes. Um sucesso !
É a nossa magrela conquistando espaço também no mato !!!!! uauauauau ...

Bjokas ! e muita saudade

Itaninha

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participe de passesios ciclististicos em Salvador. Veja como, neste blog.

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abra o blog: muraldebugarin.com, muitas fotos de eventos ciclisticos. veja em galeria de fotos

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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

MINI JABUTI SOLITÁRIO DO CARNAVAL DE 2008.

Valci Barreto

Editor do bikebook.blogspot.com



Não deixei de gostar nem de brincar carnaval. Estou dando uma trégua. E, não viajando, dou uma passadinha em algum camarote, já que “a avenida não me pertence mais”.

Não festejem os concorrentes; ainda não me aposentei. Estou inteiro para enfrentar uma caminhada, dentro do Camaleão, em todo o seu trajeto.

O que me impede , em verdade, é o sofrimento para entrar e para sair do Bloco, causado pelos “animais” que sempre estão na rua para fazer dela o ambiente para revelar sua má formação moral, roubar, assaltar, violentar, agredir.

Para mim, não vale a pena atravessar os verdadeiros “corredores poloneses “ dos marginais, que nos espreitam a cada metro da pista, mesmo que seja para ouvir o Chiclete que continua me emocionando, especialomente nos carnavais. Antes de escrever esta parte do texto, tive o cuidado de ouvir outras pessoas, a fim de me certificar se não estava acometido do “pânico de multidão”. Felizmente não é o caso: muita gente se afastou da festa, até mesmo pessoas novas, por este mesmo motivo.

Óbvio que não tenho mais vinte aninhos. Também não cheguei aos oitentinhas. E, como a vida oferece tanta coisa boa, mesmo fora do carnaval , principalmente para quem ama outras coisas, como esporte e leitura, preferi fazer um Jabuti nas manhãs de carnaval, inclusive nas antecedentes.

Ficando eu em Salvador, mesmo se for para a folia, sempre pedalo nas manhãs dos dias de carnval. E também sempre li e trabalhei, ainda que menos, nestes dias. E ,mais que tudo isto, sempre pedalei nas manhãs de ruas fechadas ao transito, desde a Praça da Sé até Ondina.

Normalmente saio sozinho, vez que é difícil agendar, fazer coincidir meus horários com os dos meus companheiros de pedal. E também porque nem sempre estou certo de que alguém vai querer pedlar, com ruas vazias de carro, em rítimo Jabuti; ainda mais na companha de uma bicicleta velha, enferrujada,sem marcha, como são as que prefrio nos meus jabutis urbanos.

Assim, pedalei nas manhãs de quinta , sexta e sábado, em Salvador, fazendo o percurso Barra/Rio Vermelho, com várias voltas pela região.

No dia dois de fevereiro, também no pedal, levei flores para Yemanjá, antes da chegada dos inimigos da paz, pedindo-lhe para deixar um pouquinho o azul do mar, nos visitar e nos proteger contra os tormentos que nos causam os motoristas, notadamente de taxi e ônibus.

Após, voltei para casa, retornando à tarde para a feijoada do vereador Everaldo Augusto, onde estavam seus eleitores, deputado Álvaro Gomes, o assessor Cleber , Gilson Cunha , Rafaela e seus filhos.

Aproveitei para dar uma olhada na rua, em frente à do vereador , onde estavam reunidas pessoas bem animadas, com charangas, intelectuas, políticos, muita gente de branco, fazendo a sua festa muito particular.

Despedi-me de tudo e no dia seguinte segui para Guarajuba. Tinha intenção de fazer um bikebook por lá. Logo que cheguei, em torno de 16 horas, fui à JK BIKE , na entrada de Monte Gordo, e aluguei uma bicicleta,dez reais a diária, o que sempre faço quando não levo a minha magrela.

Como não estava na companhia de George, que só pedala comigo se eu estiver com uma bicicleta acima de cinco mil reais, ainda que seja a dele, emprestada, aluguei a de sempre: simples, velha, enferrujada, mas revisada, rodando normalmente, sem marcha.

Já comecei meu Jabuti ali mesmo. Circulada por Monte Gordo, dei uma passada no KI PICOLÉ , do senhor Cláudio, logo na entrada daquele povoado, Guarajuba, chegando em casa, no Genipabu Summer House, às 19 horas, aproximadamente, cheio de alegria, bons pensamentos e certeza de que faria o mesmo no dia seguinte, para mais longe.

Era meu treino para o pedal que faria no dia seguinte para Práia do Forte ou Ymbassay.

Amanheci com mais vontade de ler do que de pedalar. Iniciei, então, a leitura de "Os Irmãos Karamázovi, Dostoiévski, Editora Nova Cultural, até o meio dia. Almoçei, e em seguida fui realizar uma experiencia: pegar um ônibus para Práia do Forte e ali fazer o meu Pedal. Pedalei um quilometro e meio até a frente da entrada de Guarajuba para pegar um ônibus da Linha Verde. Sem qualquer dificuldade o cobrador pos minha magrela no bageiro ,cobrando uma taxa de dois pela condução da bicicleta e mais um real e oitenta centavos da minha passagem. Desci em Práia do Forte e fui, pela Vila, pedalando, parando, conversando, jabuticando. Atraído por livros nas prateleiras, e pelo nome da loja, entrei na JARDIM DAS LETRAS-Artesanato, Tabacaria e Cultura,(36761323 99756340), recentemente instalada por um casal de paulistas, muito simpáticos e atenciosos que mantifestaram o desejo de continuar na Bahia. Dei as boas vindas, votos de sucesso, retornando ao pedal. Mais umas pedaladas, Sol menos intenso, iniciou o retorno para casa, no pedal. Pistas largas, com acostamentos, pouco movimento de carros, não senti qualquer perigo.

Dei uma entradinha e circulada no povoado de Barra do Pojuca , onde se organizava a saída do que seria uma “caminhada da cidadania, ou caminhada da paz”, coisa assim, com carro de som e alguma pessoas fantasiadas dos mais variados personagens.

Parei em um supermercado para comer uma bananinha, madurinha, acompanhada de uma “rapadura de caju”, que não conhecia. Antes de degusta-la, li, o que sempre faço para saber a orgiem da indústria. Como era do Ceará, provei. Não era uma coisa gostosa. Mas também não era repugnante. Não morri , não tive dor de barriga, de sorte que ali voltarei para degustá-la mais vezes, na companhia de mais uma bananinha.

Dia seguinte, vou visitar casa de amigos em Guarajuba, com Ró. Aí não pode ser de bicicleta. Lá tive a surpresa de encontrar meu amigo de infância, de colégio, conterrâneo Carlos Eduardo Nery, médico e fazendeiro bem sucedido em Vitória da Conquista.

A conversa não poderia ser outra: bicicletas e livros, amigos, Jaguaquarenses, São João, apesar de estarmos no reinado do magro momo. Carlos Eduardo, Dudu, é um leitor voraz. Quando o encontrei, estava na rede, com os olhos pregados em As Mil e Uma Noites, afirmando que está lendo ou relendo os clássicos da Literatura Universal.

Entre os proveitos da conversa, ouvi as suas experiências de viagens que fez a Europa e Estados Unidos, a respeito de bicicletas:

Um lugar que escolheria para morar: OXFORD, na Inglaterra: quase todo mundo, de todas as idades, vão para todos os lugares de bicicleta.

Um brasileiro, filho de alemães, que se casou com uma sobrinha dele,
atualmente morando na Alemanha, vai todos os dias para o trabalho de bicicleta. ( e não é gente pobre não, viu, leitores?), pedalando , 40 km para chegar ao trabalho e mais 40 para retornar para casa.

Querem algo mais?

Tanto as bicis de Oxfort quanto a que o sobrinho de Dudu usa como meio de transporte, na Alemanha, são enferrujadas, velhas, e não têm marcha; acrescentou Dudua, depois da queixa que fiz do amigo George Argolo: "Diferente de seu amigo, ninguém lá exige que seu companheiro de pedal tenha uma bicicleta nova, de marcha, nem lhe " olha atravessado" por usar uma bicicleta comum."

Tendo alugado uma bicicleta comum, sem marcha, enferrujada, não teria coragem de chamar amigos meus, como George Argolo, para pedalar comigo em Salvador nem pela Linha Verde neste Carnaval, mesmo que lá eles estivessem. Todos iriam , como fazem a grande maioria dos nossos conterrâneos baianos, “me olhar atravessado”.

Por isto, mais um pedal solitário em Salvador, nas manhãs de carnaval, Guarajuba, Monte Gordo e Práia do Forte. E não foi a bike , velhinha, que me impediu de chegar a Ymbassay; porém a dedicação do resto do tempo, para a leitura, contemplação, a escrita desta pequena resenha, o aprendizado com o amigo Dudu que me deu ainda uma bela notícia: A Cidade Serrana, está com milhares de bicicletas sendo usadas como lazer e , principalmente, meio de transporte. Com ou sem marcha, caras ou baratas, as bicicletas estão ajudando as pessoas a viver melhor naquela cidade. Citou ainda, que o mesmo está acontecendo em Feira de Santana, Jequié e Cruz das Almas,cidades pelas quais passa ou visita, como exemplos maiores. Festejei a notícia. E pensei: nosso planeta agradece.

Quanta coisa boa acontecendo fora das cordas do carnaval, graças a livro, boas amizades e pedal, mesmo em bicicleta usada, velhinha e sem marcha!

Comprem e usem de todos os preços, mas não olhem “atravessados” para minhas “magrelinhas”. Elas me fazem muito bem. O mesmo que me faz os livros usados, velhinhos, do "Seu Alfredo", da Sete Portas.

E continuo amando, também, carnaval, Camaleão , Chiclete com Banana e Zeca Pagodinho. “Deixa a vida me levar,”... pelos caminhos dos livros, da bicicleta , da saúde , da paz e das amizades!

Só faltou uma coisinha: Não teve foto!

Publicado no muraldebugarin.com
Bikebook.blogspot.com

domingo, 27 de janeiro de 2008

JABUTI, CAFÉ, CENTRAL DO CARNAVAL e JOÃO UBALDO
Valci Barreto



Editor do
Bikebook.blogspot.com



Na sexta à noite recebi um telefonema do novo amigo do pedal, César Brasileiro, Juiz de futebol, também auditor de empresas, fazendo-me um convite tentador: visitar Rubem Pinheiro, filho do grande ciclistas baiano que, de 1927 a 1929, pedalou de Salvador até Nova York, em uma bicicleta Opel , sem marcha, semelhante às barras circulares e barra forte de hoje.

Após o nosso encontro, que aconteceria , e aconteceu, na séde dos Correios, na Pituba, iria fazer outras tarefas. Por este motivo, preferi ir de moto. A intenção era ter uma conversa com o Rubem, a respeito da história do seu pai e da intenção dos ciclistas baianos de homenageá-lo. Pontualmente, como mandam nossos figurinos, estávamos no local combinado. César chegou com sua esposa, amante de pedal e livro, bibliotecária Cláudia.

Fomos, como sempre, muito bem recebidos pelo Rubem, na feira de selos, moedas antigas, cartões telefônicos e postais que acontece todas as manhãs de sábados, das nove às 12 horas, da qual participa vendendo , comprando, trocando estes itens para colecionadores.

O Rubens é de uma finura, tranqüilidade e educação contagiante. Sua paixão é a mágica, já tendo sido profissional nesta área; e colecionismo, atividade que mantém há longos anos, inclusive fora do Estado da Bahia.

A conversa foi muito fácil e proveitosa. Tem relembrado o César que, na sua infância, conheceu a casa onde morava a família do Rubem, em Brotas, para onde ia, com certa freqüência, levado pelo seu pai, recordando ainda que via fotos, reportagens, cartazes, documentos, diplomas nas paredes da casa a respeito da viagem ciciclística do baiano, e um o título “ O Herói Esquecido”. A conversa com o Rubem trouxe para o Cesar outras lembranças das conversas e cenas a que assistira naquela casa.

Cumprida a missão com Rubens, conversado sobre bicicleta, literatura e projetos que pretendemos implementar, divulgar, despedimo-nos na certeza de que César já está envolvido nos pedais e ações cicloativistas, acompanhado da sua esposa Cláudia, falou das recordações da sua infância, sempre cheias de emocionantes pedaladas em Ribeira do Pombal , onde nasceu.O filho do casal já participa dos pedais da ASBEB.

Do encontro,não tenho dúvidas dos frutos que resultarão para todos nós que amamos o pedal, os livros, os esportes, a amizade.

Despedi-me do casal, dirigia-me para casa, quando vejo um colega de Profissão, Arnaldo Cajazeira, pedalando em direção à ALBANY. Guinei a moto para estacionar, pois não perderia a oportunidade para fotografar.A final, nossos colegas conhecem o advogado, mas não o pedalante. E o Buga não iria perdoar o texto sem a foto.

Não estava na programação, mas não resiti ao café da manhã servido na Albany: banana da terra, cozida e frita, ovos mexidos, frutas, batata doce, farofa, carne do sol e de fumeiro e outras iguarias irresistíveis.

Senti a falta dos queridos itana, pelo pedal e pelo café, Lázaro, Luzia , entre outros, e de George Argolo que, jutamente com Carlão risadinha, " se mandou " para a festa e a maniçoba de Santo Amaro. Hospedam-se na casa de Leninho, o maior “batedor “ de passeio ciclístico do planeta. Vinguei-me deles, no café da Albany. Delicia! E do jeito que gosto: você come e paga o que a balança disser que é para pagar.

Deixei com o segurança da Albany, para ser entregue ao seu propriétário , Sergio Beleza, panfleto dos nossos passeios, com as recomendações para doação de livros e indicação de locais que os recebe. E ele já escreveu-me: “vou mandar livros para as entidades que você recomendou.” (Eu sabia disso , meu caro Sergio!)

Barriguinha cheia, paladar trazendo boas lembranças, dirigi-me à Central do Carnaval, no Centro de Covenções. Não fui apenas ver as maravilhas que eu já imaginava estarem ali instaladas, esperando pelos foliões de todos os cantos do pais.

Fui visitar a querida Claudinha, que pôs, no mesmo local, onde acontecem as feiras e exposições, o café DONA XICA.

Tomei o café, com suas gostosas empadas , e as informações para dar aos nossos leitores.

Colhi de Claudinha o seguinte: O café é aberto mesmo para quem não vai comprar abadá ou tratar de assunto de carnaval. O acesso é livre a qualquer pessoa. Ou seja, é apenas um local para servir cafèzinho, um local de encontro, com salgadinhos, refrigerantes, mas com um ingrediente não comum em outros cafés, além do sabor: ver as meninas bonitas das lojas da Central, o titi da festa, os visitantes , o movimento da Central, que antecede o Carnaval.

Aí está o aviso: vá tomar um cafèzinho com Claudinha no DONA XICA, no Centro de Covenções , no mesmo local onde estão instaladas as lojas da Central do Carnaval e de distribuição de Abadás. Há lojas, com produtos da Central, à venda para qualquer pessoa.

Após o Carnaval, qualquer pessoa ou evento, pode fazer uma parceria e ter a companha do DONA XICA.

Colhemos ainda a seguinte informação: Os pais de Claudinha, de Salvador, apaixonaram-se pelo Vale do Jiquiriçá e hoje tem uma fazenda, no Município de Ubaira, dedicada ao plantio de rosas.

Prometemos fazer O PEDAL DAS ROSAS, para visitar flores que alimentarão os romances , paixões, lembranças e promessas de amor infinito.
Cumpridas estas missões, restava mais uma: assistir ao bate papo entre platéia e João Ubaldo Ribeiro, no ICBA, que aconteceria às 15 horas.

Aí não deu outra: tinha que ser de bike. Não poderia deixar minha magrelinha penando na garagem, morrendo de ciúmes e tristezas pelo desprezo de quase um dia.

Alegrezinha, conduziu-me até o escritor. Na platéia encontrei o vereador Everaldo Augusto, com quem conversei o óbvio: pedal, política e literatura tema que estuda o vereador; colegas de profissão, Guido, colecionador de discos de vinil; Melquiades, advogado da Petrobrás e sua esposa Silvana, funcionária da Justiça do Trabalho, toda produzida, com um lindo boné adquirido ali mesmo, na Feira Hype.
Como sempre ,no local, nas tardes de sábado, a presença do João , da Diadorim, loja de livros usados.

Feitos clicks, sempre exigidos pela minha vontade e pelo Bugarin, assistido o bate papo do grande escritor baiano, retornei. Na saída, passa Aninha - ANA BIKER - e seu esposo em erro grave: estava de carro, em uma tarde de sábado! Mau exemplo, heim Aninha!

À noite, uma leiturinha básica e o sono, certo de que, mesmo pedalando bem pouquinho, foi mais um dia em favor dos livros e das magrelas.

Não fiz, mas tive vontade, de fazer um pedido:

“Ubaldo, dê uma pedalada pela Ilha de Itaparica e escreva uma cronicasinha sobre ela. Será um grande serviço que voce prestará à nossa causa! A gente lhe segura, empurra e esta parte a gente jura segredo eterno.
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PUBLICADO NO MURALDEBUGARIN.COM
e
bikebook.blogspot.com


Entre os participantes do Pedal do Cortejo, cujas fotos estão em muraldebugarin.com, em "galaria de fotos, estavam as paulistas Daniiele e Mara de quem recebemos o carinhoso e mail,:

"Muitas aventuras ciclisticas por essa terras do Senhor do Bonfin?
Gostei muito de conhecê-lo e também a toda turma....pedalar com vocês naquele dia e principalmente naquele contexto foi uma experiência maravilhosa para mim.
Ainda estou na Bahia, parto para São Paulo dia 02 de fevereiro, esqueci de devolver sua camiseta, então deixo com Daniela e quando vocês marcarem outra pedalada ela te devolve.
Obrigada pelo carinho e atenção.
Bjo
Mara Paixão"




Muito obrigado Mara, bom retorno, volte sempre e , onde estiver, pedale e não se esqueça que estaremos sempre de braços abertos para voce e seus amigos.

Quanto à camiseta, é uma lembrança que lhe ofertamos, de coração.


Valci.

sábado, 26 de janeiro de 2008



Casamento na China, de bike
recortado do yahoo.com.br, em 26.01.2008

Ladrões de bicicletas, um "ofício" em extinção na China
Sáb, 26 Jan, 10h21



Antonio Broto Pequim, 26 jan (EFE) - Os roubos de bicicletas são um dos crimes mais freqüentes na China, onde existem máfias dedicadas a isso, e perder várias ao ano é normal para os ciclistas, mas o "ofício" parece fadado à extinção, pois os chineses têm optado cada vez mais pelos automóveis e a Polícia tem apertado o cerco aos bandidos.

As máfias de ladrões de bicicletas, que incluem especialistas em abrir cadeados, vigias de estacionamentos que fazem "vista grossa" e vendedores de lojas de segunda mão, estão em franca decadência.


Seis ministérios chineses implementaram uma dura campanha para conseguir que essas gangues desapareçam até os Jogos Olímpicos de Pequim de 2008.


O Ministério da Segurança Pública chinês revelou esta semana os resultados desta campanha, iniciada em 2007, e que conseguiu reduzir à metade os roubos em todo o país: agora são "só" dois milhões, e em três em cada quatro casos (1,41 milhão) a bicicleta foi devolvida a seu dono.


Na campanha, foram detidos 343 mil ladrões, que receberam penas de dois a três anos de prisão nos casos mais graves.


Isso representa um roubo por cada 250 ciclistas na China, o chamado "Reino das Bicicletas", que apesar do auge dos carros continua sendo o maior produtor de bikes do mundo, com 500 milhões, e onde chegou a haver um roubo para cada cem destes veículos.


Os ladrões, segundo as estatísticas do Governo, ainda preferem as bicicletas sem motor, apesar da moda das elétricas em cidades como Pequim. Assim, só 376 mil das 1,41 milhão de bikes que foram recuperadas usavam bateria.


Em Pequim, que quer passar a melhor imagem possível durante os Jogos Olímpicos de agosto, a campanha foi ainda mais intensa, e o número de roubos diminuiu em um terço: o ditado "se não roubaram sua bicicleta, não viveu nesta cidade" começa a ser coisa do passado.


Está terminando no país o crime que Vittorio De Sica narrou na Roma do pós-guerra, ou o que, muito depois, em 2001, foi retratado pelo filme chinês "Beijing Bicycle", uma jóia do cinema independente rodado por Wang Xiaoshuai e que levou um Urso de Prata naquele ano no Festival de Berlim.


Mas não só os policiais - que na quinta-feira foram condecorados por este trabalho - são os causadores da decadência deste tipo de ladrões, mas também o fato de a China estar cada vez mais se motorizando.


O parque automobilístico do país já chegou a 65 milhões, e ainda tem muito espaço para crescer, pois há apenas 50 autos por cada mil habitantes.


Em cidades como Pequim ou Xangai, a bicicleta é usada cada vez menos, à medida que estas urbes crescem e os habitantes começam a ter que trabalhar cada vez mais longe.


Apesar disso, as bikes ainda são usadas, por exemplo, para levar os filhos à escola.


Pouco espaço para as duas rodas, cujo uso foi estimulado pela China de Mao Tsé-tung nos anos 50, 60 e 70, restará dentro de três décadas, quando calcula-se que o país asiático ultrapassará os Estados Unidos e se transformará na nação com mais automóveis do mundo.


A luta contra o roubo não se centrou só na perseguição aos delinqüentes, mas também em um maior controle das vendas nas lojas, incluindo as "ershou" (de segunda mão).


Em muitas delas agora é pedida a carteira de identidade de quem quer empenhar sua bicicleta, e começou-se a colocar placas nas bikes, embora estes sistemas ainda não sejam aplicados em todos os lugares.


Também há linhas especiais da Polícia para denunciar este tipo de roubos, e recompensas de entre US$ 12 e US$ 640 àqueles que denunciem um crime que as autoridades qualificaram no ano passado de "séria ameaça para a segurança pública". EFE abc/db DEP:ESPORTES,OLIMPISMO|

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

ENGRAXATES NA PRAÇA DA INGLATERRA


Valci Barreto

Editor do bikebook.blogspot.com
Colaborador do muraldebugarin.com

Tênis, sapato de plástico, asfalto, novos costumes, afastaram os engraxates das paisagens urbanas. Mas em alguns cantinhos eles ainda resistem.

Um destes, na cidade do Salvador, é um pequeno espaço da Praça da Inglaterra, no Comércio, Centro.

Mas os que conheci são bem mais do que engraxates/sapateiros. São animadores de pessoas. Enquanto engraxam, vão contando estórias, fazendo crítica de filmes , música , brincando com os amigos passantes, falando a sabedoria da praça. Moram em bairros afastados, mas ali se juntaram na luta pela sobrevivência, organizaram-se e eles mesmos escolheram uma farda para se apresentarem como sapateiros/engraxates.

Andando de moto, meus sapatos sujam mais do que o habitual; e a profissão que escolhi, ou que me escolheu, ainda não combina com o uso do tênis e sandálias havaianas que tanto me aliviam nos finais de semana. Por isto, aproveito um tempinho do trabalho para, vez em quando, ali engraxar os meus sapatos. Mas ainda não havia tido a oportunidade de ter “um dedo de prosa” com qualquer um deles. Na última sexta, no entanto, além de ter juntado mais engraxates/sapateiros no local, a conversa estava muito animada entre eles. O elevado grau de bom humor e as brincadeiras que faziam entre si foram me contagiando, “impondo”-me o desejo de ouvi-los e perguntar algumas coisas sobre as suas vidas. Poucas conversa, mas o suficiente para trazer-me muitas reflexões. Alegrou-me tudo que aconteceu naqueles poucos minutos. Nem lembrei que estava ali, tão sòmente, para engraxar meus sapatos. Gostei do trabalho deles e da nova amizade que , tenho certeza, adquiri. Serei mais assíduo
Perguntei o nome de cada um. Surpreso com as respostas, sorri e perguntei se poderia , com aqueles “nomes” , apresentar aos meus amigos. Sendo positiva a resposta, e com muita convicção, anotei seus nomes para fornecer aos nossos leitores. Foram mais adiante, dizendo que gostavam deles.

Confiem seus sapatos àquela turma. E a sua alma. Demorem mais. Se assim fizerem saírão com os sapatos mais limpos; e, de quebra, da mesma forma , a cabeça. Pelo menos foi assim comigo. Se não acontecer com mais alguém, certamente ainda não escutaram o poeta Jorge Luiz Borges, arrependido por não sido menos "responsável " antes dos 80 anos. Se alguem dali saí apenas com os sapatos limpos, algo de errado está no dono. Jamais nos engraxates. Esqueci até a zanga que me atormentava por ter que pagar iptu, telefone. Paguei até com uma certa alegria. Só adiei a que tenho com o Tempo, que ninguém consegue pagar, nem mesmo dando toda a razão do mundo para o poeta Argentino.

A foto da turma está em “galeria de fotos”, no muraldebugarin.com.

Os nomes deles, o que conversaram? Você mesmo pergunta: É um bom começo para uma grande alegria, se voce lembrar de Fernando Pessoa, em um dos seus mais belos poemas.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

O sincronia é um grupo de ciclistas baianos que está investindo no cicloturismo baiano, notadamente nas praias do reconcavo baiano. Tem realizado passeios memoráveis que estão postadas em seu site. O site do sincronia está em link do muraldebugarin.com

O sincronia tem pedais todas as 4as feiras 21 horas e aos sabados. Mairoes detalhes em seu site.

"CICLOTURISMO DO SINCRONIA:

Toda atividade realizada com satisfação, honestidade e qualidade gera bons resulados. As reportagens do Sincronia no baixo curso do Rio Paraguaçu começam a aparecer.

Neste momento estão à caminho de Salinas da Margarida três turistas do Rio de Janeiro, Sra. Ana Moraes, Sra. Vera e Sra. Marilene, amigas de Jaime Jacob, o qual nos solicitou planejar e viabilizar esse passeio para elas, tendo em vista que as mesmas estão em férias na cidade do Salvador.

Assim, providenciamos o translado (privativo), ida e volta. Elas vão conhecer Barra do Paraguaçu / Praia da Pedra Mole, Praia do Dourado, vão almoçar (moqueca) com vista para o Rio Paraguaçu e, após o pôr do Sol retornarão ao Terminal do Ferry Boat em Bom Despacho, na Ilha de Itaparica. "
-recortado do site do sincrornia.

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terça-feira, 22 de janeiro de 2008



A Jornalista Luciana Barreto, da Revista EXAME/PME,Editora Abril, a trabalho em Salvador, tirou um dia de folga para receber sua Carteira de Advogada.
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Advogada Karla Menezes, Valci e Vicki, em um dos passeios da asbeb, 2007
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segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

carol.queiroz07@gmail.com

Advogada e fotógrafa de nascimento, "barioca", nascida em Salvador e criada no Rio de Janeiro, fui me envolvendo desde cedo pela magia das lentes e não consegui mais sair... Sou uma mulher amante do mar (filha de Iemanjá!) e da fotografia, que acabou descobrindo um desejo imenso de desfrutar e desvendar o mundo das lentes!

A fotografia surgiu na minha vida como uma forma de perpetuar um momento de observação... Adoro observar e não poderia deixar passar em branco. Talvez em preto e branco... Mas em branco, jamais!

Sou sócia do Salvador Foto Clube, onde através dele, as portas da arte se abriram na minha vida!

Esse é um pouco do meu acervo!

Exposições realizadas:

• 05/2007 - VARAL DIGITAL SOLO "PONTO DE VISTA"/BA

• 07/2007 - VARAL FOTOGRÁFICO ÁFRICA (FUNDAÇÃO GREGÓRIO DE MATTOS)/BA

• 07/2007 - EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA COLETIVA "ÁGUAS"/BA

• 08/2007 - EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA COLETIVA "BAHIA, SEUS AROMAS E SABORES"/BA

• 08/2007 - VARAL DIGITAL COLETIVO "BRASIL"/BA

• 09/2007 - EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA COLETIVA "MÍSTICA BAHIA"/SP

• 09/2007 - EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA COLETIVA "ORIGINALIDADE DO OLHAR"/BA

• 10/2007 - Varal Fotográfico Físico e Digital "Fragmentos Submersos"/BA

• 10/2007 - Varal Fotográfico Físico e Digital "É dia de Feira"/BA

• 10/2007 - Varal Fotográfico Físico e Digital "Reluzir"/BA