sábado, 11 de julho de 2009

VÁ DE BIKE NESTE FINAL DE SEMANA(CLIQUE NAS FOTOS PARA AMPLIÁ-LAS)

VÁ DE BIKE NESTE FINAL DE SEMANA:

Museu do MAB, no corredor da Vitória.
Museu de Arte Moderna, na Contorno,
Corrida de Rua, no porto da barra, domingo, sete da manha.
Pedal da Negona, na Ribeira.
Canto da Praça, no Jardim de Nazaré,todos os domingos, das 09 às 12.30 horas.
Café da Manhã, Rua atrÁs do Posto Esso , em Piatá: fone 81034098 - 81037489
Almoço, café da manhã, sopas, cozido, sarapatel: RESTAURANTE E LOJA ESCORIAL, NA BARRA, ao lado da Associação Atlética, mesma rua da Caixa Economica Federal.
Gostoso, bonita decoração e atendimento colorido de simpatia.
Na Rua Sabino Silva, a SUPER DELI oferece sopas, mingau, todos dos dias; feijoada, sarapatel, cozido: todos os dias um destes pratos é servido.
minguai delicioso, na entrada do Calabar, na Av. Centenário.
Veja a programação da cidade no correio da bahia. www.correiodabahia.com.br: o acesso, pela internet, é gratuito.

Aproveite a chuva e leia um bom livro:

Leve um livro para o nacci, mesmo usado, em Nazaré. Vá de bike e deixe um livro ou revistaa infantil: As crianças adoram.



= CLIQUE NAS FOTOS PARA SEREM AMPLIADAS =

quinta-feira, 9 de julho de 2009

 
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quarta-feira, 8 de julho de 2009

DIPLOMA PARA EXERCER O JORNALISMO:MAIS POLEMICA

Valci Barreto

editor do bikebook.com.br
colaborador do muraldebugarin.com


o Supremo Tribunal declarou que,para o exercicio do jornalismo, não há necessidade de diploma especifico de jornalista. Os fundamentos estão lá na decisão.

A Camara dos Deputados e o Senado Federal querem reverter a situação.

Para haver modificação da Constituição, os projetos de camara e senado devem passar por comissões técnicas que examinarao a constitucionalidade do projeto. Considerando o projeto ,em confronto com a decisão de Supremo, não seria inconstitucional o proprio projeto, já que o Supremo examinou e decidiu sobre a matéria?

Supondo que , por pressão politica( porque de juridico puro(E HÁ?), nada há neste caso, data vênia, venha a ser modificada a constituição federal para dizer: deve haver o diploma para para o exercicio da profissão de jornalista, como ficarão as s outras profissões? terá que ter suporte constitucional para que elas possam existir? Vão os deputados incluir outras profissões na Costiutição para que elas possam ser exercidas com legitimação?

Vai o Supremo Tribunal Federal dizer que outras profissões podem ser exercidas sem diploma? E ai, de novo, virão camara e senado dizer de novo que é inconstitucional o texto do projeto ?


Supondo um historiador , formado em curso superior de Historia, sendo convidado para reportagens ou materias, TIPICA DE JORNALISTA, mesmo na área de História, poderia ele ser impedido de atender ao convite por falta de Diploma em Jornalismo?

Da mesma forma, poderia um JONALISTA DIPLOMADO EM JORNALISMO, ser impedido de escrever, noticiar, ensinar , investigar e escrever sobre fatos históricos, por não ser portador de Diploma em História.?

Entendo que certas profissões podem ser bem exercidas, com competencia independente de Diploma especifico .

Certo é que, muitos jornalistas, até professores de Jornalismo, um deles, além de professor de jornalismo , ganhador de dois premios esso, escreveu um longo artigo defendendo a posição do Supremo Tribunal Federal que dispensa o Diploma.

Como proibir um medico da envergadura do Drausio Varalea de ser também reporter em sua area de atuação?

Como exigir diplomas de músicos geniais como Chico Buarque, Carlinhos Braun, Caetano Veloso, só para citar alguns, para o exercicio da sua profissão de musico ?

Um dos mais geniais letrista deste mundo é Caetano Veloso. Pouca gente tem texto igual, mesmo quando comenta algo fora da música. Demonstra o artista, que não conheço pessoalmente, ser um cultor, um conhecedor da nossa lingua a quem dedicou um belo texto que também musicou. O mesmo artista fez um dos mais belos poemas que considero, que fala da importancia do livro.

Um dos grandes artistas da Bahia, Bel Borba, ( O book que registra parte de seu trabalho toma quase todo o seu atelier) fez apenas a metade, menos ou mais um pouco ,do curso de belas artes. O diploma o faria melhor? acho que não.

Não sou contra a Faculade de Jornalismo, nem que hajama jornalistas diplomados. Mas sou contra impedir o exercicio da profissão de jornalista somente por não ser portador de diploma de Faculade de Jornalismo. Podem as faculdades de Jornalismo , Artes Plasticas , Musica, Gastronomia, existir. O que acho que não se deve fazer é impedir o artista de se-lo por falta de Diploma. O mesmo entendo em relação ao Jornalismo que pode ser exercido por pessoas de qualquer outra área do conhecimento.

Gôsto pela leitura, talento para a escrita, faro para interpretar, bscar e comentar fatos, jamais será ou deverá ser inibido pela ausencia de diploma, falta de cursar em faculdade específica.

Com a internet, então, é o que se vê: milhoes de pessoas exercendo o jornalismo, demontrando seu talento, fascinio pela escrita, inclusive jornalistica, das mais diversas areas.

Pessoas como Machado de Assis, Jorge Amado, José de Alencar, só para citar alguns considerados os maiores, nenhum deles tinha diploma de jornalista. E todos os foram. Ruy Barbosa,considerado , até hoje, o maior da escrita, da oratoria, um dos maiores cultores da nossa lingua, não cursou faculdade de jornalimso. No entanto, ninguem tanto o foi quanto ele. Ninguem, igual a Machado de Assim escreveu tão bem , inclusive jornalisticamente ,como reporter(acho que não era este o nome da época), as seções do Senado Federal , só para limitar sua atuação em um espaço e momento histórico. E não tinha diploma em Jornalismo.

E quanto aos novos sem diploma? Quanto a estes , nada sei. Não conheço nenhum sem diploma por conta da exigendia legal . Mas os há. Mas os bons, os grandes, os conhecidos, os que demonstram talento não o fazem pelo Diploma. Porém, sim, por serem , sobretudo, jornalistas. Não deixariam de serem o que são se, trabalhando em jornalismo, fossem de outras áreas.

Certo é que , mesmo com Faculade, mesmo com Diploma, há milhares e milhares de JORNALISTAS DIPLOMADOS que ninguem conhece, que jamais conseguiram ser jornalisaas, trabalhar em jornal , escrever algo, mesmo porque não cabe todo mundo no limitado mercado. Quem se dá bem mesmo são os empresarios das Faculdades, de várias areas, nem sempre em condições de formar verdadeiros profissionais.

Deixem aí as Faculdades e os Diplomas, inclusive para Jornalismo, mas não impeçam milhoes de jovens que querem e sabem ler, escrever, falar, divulgar, de serem jornalistas somente por não terem cursado FACULDADE DE JORNALISMO .

Certo é que, ninguem conseguirá impedir Dadá e Beto Pimentel ; Carlinhos Brown e Luiz Caldas de exercerem o seu talento só por falta de uma faculdade. Eles podem até sentir falta de estudos maiores de musica, portugues, literatura, historia. Mas de Faculdade de Gastronomia ou de Musica, tenho certeza que não. Nem por isto as grandes escolas de gastronomia francesa nem as faculdadades de música, Jornalimo, Historia, deixaram de ter também os seus genios, de revelar e distribuir seus talentos pelo mundo, como nosso grande violonista Mario Ulhoa(músico,Ufba) .

Quatro ou mais anos em muitas das faculdades existentes por aí, servem muito mais ao talento de ganhar dinheiro por parte do empresario da "educação", do que ao proprio alunato. Os quatro ou mais anos gastos nos bancos, poderiam muito bem serem reduzidos para a metade. Muitos querem ampliar os anos. Mas a intenção não é o aprimoramento, mas o ganho mais fácil. É forma de gastar tempo, dinheiro e talento, por parte dos alunos. Quatro anos dentro de uma escola, mais dois ou tres para isto ou para aquilo, é algo que deve ser mudado, a fim de não jogar tanta grana, tempo e sonho pelo lixo, mesmo de muitos talentos que poderiam estar sendo aprovietados em conhecimento, téorico e prático, mesmo dentro de casa . Capacidade de ler, escrever, sentir, cheirar, correr, pode até não ser coisa de DNA , "de nascença". Sendo ou não, a escola deve exitir para dar os caminhos, jamais para aprisionar, como é o nosso modelo:

um monte de ano no primeiro, secundario, faculdade, cursos disso e daquilo , tudo misturado, para completar uma "grade", preeencher x anos em bancos de escolas que poderiam ser divididos , dirigidos para destinos especificos. A vida toda se deve buscar conhecimento; e os verdadeiros espiritos que se aventuram a fazê-lo, têm demontrado que o que menos contou foi x anos em uma faculdade.

Os escritos de Guimaraes Rosa, só para citar mais este genio, não adveio de uma faculade de direto, medicina, jornalimo; com certeza não. Deve-se, então, valorizar diplomas, sim, faculades sim, mas não inibir que o conhecimento de uma area não seja aproveitado em outra. Senão, o grande autor de Grandes Sertões-Veredas, teria que ter diploma de ESCRITOR, de LITERARIO, DE LETRAS, ENFIM. Mas assim não foi.

Temos um conforto: os "genios " das "academias" jamais irão exigir diploma em faculdade para fazer samba nem para jogar futebol. Eles não teriam coragem de desafiar a nossa gente em coisas que nosso povo faz como nenhum outro do mundo, sem DIPLOMA E SEM FACULDADE.

Muitos estão com muito ciume de Michel Jacson: como eles gostariam que seus diplomas, canudos, pudessem levar aos seus eventos, palestras , alimentadas por market de escolas, instituições outras, quinhentas daquelas pessoas, no meio de milhoes e milhoes em todo mundo.

E houve quem, em artigo em jornal, não tendo diploma de jornalista, condenou as homenagens ao genial cantor americano, comparando-as a um grande circo. Contraditoriamente, utilizou-se de jornal, (Tribuna da Bahia), para responsabilizar a imprensa pelo "espetáculo cirquense" em que teria se transformado aquelas homenagens.A mesma imprensa (TV) que tambem usou para assistir ao "espétaculo" que condenou no mesmo artigo.

Que vivam , que possam viver, empregar-se , trabalhar, exercer seu potencial , com ou sem diploma, jornalistas ou não. Que não se condene faculdade nem qualquer escola , universidade que distribuir saber. Que se valorize o ensino, o saber. Mas que também não tenham estas escolas como o unico caminho para o CONHECIMENTO. Porque não são mesmo. Elas ajudam . E muitas, muito pouco. Para alguas profissões, menos ainda. São dispensáveis.

Estou, no caso, em boa companha: SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL.

Vamos esperar que não façam leis exigindo formação superior para jogar futebol nem para fazer samba: não assassinam as coisas mais geniais que nos restam depois da nossa floresta amazonica e nosos rios: música e o esporte bretão. Aproveitem esta chance, do Supremo Tribunal Federal, para revelar milhões de Machado , Alencar, Ruy, que estão nascedo todos os dias, prontos para serem grandes escritores, jornalistas, músicos, cozinheiros, sapateiros, sanfoneiros, e que são mutilados pelo preconceito, politica de reserva de mercado, vaidade e tino comercial de muitos que usam a "educação" muito mais para suas ambiçoes comerciais do que para distribuir conhecimento e ou emprego.


Que haja educação , conhecimento e emprego para todos, com ou sem diploma, com ou sem faculdade. Deixem aí as faculdades de tudo . Elas não farão nenhum mal á humanidade. Muito menos para os verdadeiros JORNALISTAS, HISTORIADORES, MUSICOS, ESCRITORES ,profissões que podem, sim, serem exercidas, e bem, INDEPENDENTEMENTE DE DIPLOMA .
Muitos paises possuem Faculdades e diplomam Jornalistas. Estados Unidos é um deles. Mas não impedem o exercicio da profissão de jornalista a quem possui conhecimento, experiencia, talento, adquirido em outras faculdades ou escolas.

Não podemos reclamar da falta de democracia em nosso pais. Podemos nos queixar de muitas coisas, principalmente pela falta de comida, educação. De falta de democracia, não.

Que se respeite a iniciativa do Senado e da Camara dos Deputados para tentar reverter a decisão do Supremo Tribunal Federal. Porém, melhor serviço teriam feito os deputados, senadores, jornalistas, tentado impedir o Supremo Tribunal de tomar a decisão sob comento. Porém , depois de tomada a decisão, na forma e com as justificativas, inclusive jurídicas, já dadas, só posso comparar à promoção de uma ação rescisória com todos os prazos, inclusive da rescisória, transitados em Julgado.

Ou não?

Entendia que Lula, sem Diploma, seria melhor Presidente do que o outro canditato, Diplomado. Pelo julgamento que a opinião publica faz de Lula, inclusive no exterior, foi bem melhor do que Fernando Henrique, Diplomado. Vindo Lula e Fernando, voto de novo em Lula. Mas não é pelo diploma de um nem a falta dele no outro. É por muitas outras coisas. Mas em Dilma, certamente não votarei. Também não é pelo Diploma. É por muitas outras coisas. Muitas outras que também me fazem entender, me convencem de que, para ser jornalista , mesmo genial, o diploma é dispensavel.

Não briguem comigo. Briguem com o Supremo. Não batam nos "pequenos", opçao de muita gente, mesmo com Diploma.

Sou diplomado. A lei exige para o meu caso. Mas sou suspeito para julgar o meu caso.



=Não reviso texto, pedindo desculpas aos leitores que, por acaso tiverem a curiosidade de lê-lo.

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Publicado hoje na internte, não sei se no uol ou yahoo, a materia abaixo:

"Com o apoio de 191 deputados, a PEC (proposta de emenda à Constituição) que exige diploma de curso superior para o exercício da profissão de jornalista foi apresentada hoje à Câmara dos Deputados pelo deputado Paulo Pimenta (PT-RS). Agora ela será encaminhada à CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) para analise.

A proposta visa incluir na Constituição um dispositivo que estabelece a necessidade de curso superior em jornalismo para o exercício da profissão de jornalista. A PEC também estabelece que nenhuma lei poderá conter dispositivo que possa constituir embaraço à plena liberdade de informação jornalística em qualquer veículo de comunicação.

Na justificativa à PEC, Paulo Pimenta afirma que "a história cansou de demonstrar que o jornalismo produzido por pessoa inepta pode causar sérios e irreparáveis danos a terceiros, maculando reputações, destruindo vidas e nodoando de forma irreparável o princípio democrático". Segundo ele, para se conseguir um diploma de jornalismo em curso superior de ensino, exige-se o efetivo e comprovado aprendizado de determinadas matérias aplicadas e fundamentais a essa formação.

Segundo Pimenta, não é pelo fato de a profissão de jornalista não ter Conselho ou Ordem Profissional que não se exige qualificações específicas em lei. "Ante a inexistência de tais órgãos, se torna mais necessária a qualificação de seus profissionais junto às instituições de ensino superior", disse.

Paulo Pimenta afirma ainda que o advogado, o médico e o engenheiro em razão das técnicas peculiares às atividades que exercem devem, antes, cursar as respectivas faculdades. "E não é diferente para o jornalista, o qual, além de operador da comunicação, conhecedor não só da palavra e da escrita, deverá, invariavelmente, ser também detentor de uma macrovisão do processo de produção da notícia, requisito este que, igualmente, se adquire nos bancos das universidades."

Além da PEC apresentada hoje à Câmara, também já está tramitando no Senado outra PEC, de autoria do senador Antônio Carlos Valadares (PSB-SE), apresentada nos últimos dias, visando incluir no texto constitucional a obrigatoriedade do diploma de curso superior em comunicação social na área de jornalismo para o exercício da profissão. As duas PECs foram apresentadas ao Senado e à Câmara depois que o STF (Supremo Tribunal Federal) rejeitar a exigência de diploma para o exercício da profissão.

Gilmar Mendes

O presidente do STF, ministro Gilmar Mendes, descartou no final de junho a hipótese de o Congresso reverter a decisão da Suprema Corte, que acabou com a obrigatoriedade do diploma.

"Não há possibilidade de o Congresso regular isto, porque a matéria decorre de uma interpretação do texto constitucional. Não há solução para isso. Na verdade, essa é uma decisão que vai repercutir, inclusive sobre outras profissões. Em verdade, a regra da profissão regulamentada é excepcional, no mundo todo e também no modelo brasileiro", disse"


Valci Barreto
advogado
Rua Barros Falcão, 542,-Largo dos Paranhos Matatu
Salvador - Bahia
editor do bikebook.com.br
colaborador do muraldebugarin.com
colaborador da Folha do Reconcavo.
Fones 33229705 - 99999221
Não jogue livros nem revitas usadas no lixo: faça doações.
valcibarretoadv@yahoo.com.br

AMIGOS DA BARRA -AMABARRA, CONVIDA

PEDALANDO PARA O TRABALHO-JABUTIS NO CANTO DA PRAÇA





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PEDALANDO PARA O TRABALHO.


Valci Barreto

Editor do bikebook.com.br

As Jabutis de carteirinha, Rose e Ines, visitam o Canto da Praça e são fotografadas ao lado de João Bandola, um dos artistas,um dos artista do grupo que alegra, com seu canto, as manhãs de domingo no Jardim de Nazaré.

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Cena comum na Sabino Silva , em Ondina, é Marcelo pedalando . Algumas vezes mais rápidos e sozinho, outras vezes com sua querida Rose, outras vezes vindo de mercados , quitandas, farmacias, conduzindo pequenas compras em sacos plasticos pendurados no gidom da Bicileta. Apesar de verdadeiro atleta, vez que pedala rápido, quando quer , e para grandes distancias em algumas ocasiões, subindo ladeira todos os dias, como exercício físico, é também um dos jabutis de carteirinha.

Para ir ao trabalho, usava motocicleta até a semana passada. Sem descartar-la do seu dia a dia, nem do seu carro, aderiu por completo a bicicleta como meio de transporte para ir de Ondina à Faculdade de Economia da UFBA, na Piedade.

Além de economizar tempo, dinheiro, diminuir o gaz carbonico nas ruas, fazer exercicios , mesmo indo ao trabalho, liberou ainda o pedaço que usava para estacionar a moto o carro, vez que a bicicleta fica dentro da sua sala enquanto trabalha.

E aida tem gente que diz ser impossivel pedalar no Centro de Salvdor.

Que outros sigam a conduta de Marcelo para nosso bem e do planeta.

Acima, a foto da bicicleta de Marcelo em sua sala de trabalho, sem importunar ninguém; a não ser provocar um leve ciume em Rose, por não estar, naquela sala ,no lugar ou mesmo sentada na magrelinha do Marcelo. Mas ambos estão adorando a idéia.

PANELÃO CULTURAL, IMPERDIVEL!

PONTO DE APOIO:

BAR DO DY - RUA CHILE ( COM PANELÃO CULTURAL - DIA 09/07 - 18:30
BAR DO NEI - RIBEIRA PROXIMO A IGREJA

7 DE SETEMBRO, SERÁ REALIZADO UM ENCONTRO DOS GRUPOS DE PASSEIO DE BICICLETAS, NO BAR DO DY.
OBAR DO DY, SE COLOCOU A DISPOSIÇÃO DE TODOS OS GRUPOS, PALAVRA DELE PARA OS AMIGOS DO TONY E GUERREIRO, VAMOS FAZER UM PONTO DE ENCONTRO LÁ NO DIA DA INDEPENDÊNCIA.

A CONVITE DE ROSE, OS AMIGOS DO TONY ESTÁ ESPERANDO A DATA PARA OUVIR UMA BOA MUSICA, LÁ NO BAIRRO DE NAZARÉ.
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ROSE COM A PALAVRA.

terça-feira, 7 de julho de 2009

MOBILIDADE URBANA EM BICICLETA

No dia 10.06, no Predio da Camara de Vereadores, em Salvador, Gilson Cunha estará fazendo palestra sobre Mobilidade Urbana em Bicicleta.

Os ciclistas que puderem devem comparecer como forma de contribuição para o movimento em favor das bicicletas como meio de transporte.

maiores detalhes, inclusive sobre horário, ver no muraldebugarin.com

valcibarretoadv@yahoo.com.br

sexta-feira, 3 de julho de 2009

"VIRUS HUMANUS": PIOR DO QUE A GRIPE SUINA

Valci Barreto

Deixamos o quentinho de Salvador, e nossas magrelas, para enfrentar frio; caminhadas em montanhas geladas; conhecer os sítios de esqui ; gastronomia; degustar chocolates, vinhos, arquitetura. a gente e os costumes de Bariloche. O principal que os turistas vão ali buscar é a emoção de conhecer tudo que os locais bem frios oferecem ,especialmente o espetáculo da neve passeando entre as núvens e a terra, em flocos que nem as mais belas imagens do cinema consgeuem traduzir. A criançada vai ao delírio na vivência daquelas emoções. Foi o que ficou claro para todos nós que fizemos o passeio. Não gosto de clima frio;Não podendo escolher a temperatura idel para mim, prefiro o calor. Mas para não ficar mal com as geleiras, fiz uma caminhada de mais ou menos uma hora de um deteminado ponto de uma montanha gelada até o seu topo. Além da bela paisagem, que nem de longe podem as fotos e filmes mostrar, senti calor, deliciei-me , não com o frio, mas com o forninho entre a minha pele e os casacos. Em matéria de geleiras visitadas, foi a única que gostei, exatamente por sentir calor, suando até, subindo aquele pedacinho da Cordilheira Andina, cujo cenário trazem-me sempre à memória das minhas leituras de textos, imagens , filmes e músicas, a bela e imponente ave andina ,condor, que inspirou uma das mais belas canções que meus ouvidos já me presentearam.

No todo , foi um belo passeio, aliado a uma deliciosa sensação de distância da violencia, agressões, brutalidade do transito, crimes que compõem a realidade dos grandes centros urbanos , em um dos quais eu vivo.

Os que nos viram chegando, os familiares para quem liguei, repetiram o mesmo questionamento sobre sobre a gripe suina, indagando todas as pessoas , como tive coragem de ir para a Argentina com o terror da gripe suina que ocupa a mídia em todo o mundo.

Respondi para todos, sem titubear: ela existe; é real. Mas bem de longe se compara com os males causados por outras doenças , fisicas e psicológicas que vivenciamos nos grandes centros, inclusive na nossa capital baiana.

Logo ao pousar em solo baiano, o "virus humanus" ensaiou atacar os passageiros. Explicando: após uma razoável demora para descer do avião, recebeu o comandante um aviso de que deveriam os passeiros aguardarem mais um pouco, na aeronave, a fim de que fosse examinada alguem que se declarou estar gripada na avião, a fim de serem tomados os procedimentos das autoridades sanitárias da Bahia. Um mais exaltando , conclama os passageiros a processar a empresa area, oferecendo-se como advogado, alardeava que havia ganho muitos processos contra a TAM e citava quase todos os artigos do Código Civil,Penal, Constituição Federal e até o de Defesa do Consumidor,em seu favor, enquanto uma senhora , acredito eu ser esposa do advogado, afirmava que sairia de qualquer jeito da areonave, caso não fosse a mesma autorizada a descer. Iniciou-se , então,um leve tumulto. Minha vizinha de poltrona, míneira típica, questinou, baixinho e educadamente para mim: "Para que tanta confusão? Os funcionarios têm que obedecer a ordem vinda das autoridades sanitárias." Já pensando o mesmo, e não podendo ela ir para os corredores sem eu ter que levantar e apertar os passeiros já se espremiam em pé pelos corredores, apenas perguntei-lhe : "voce se importa em ficar sentada até acabar a confusão? "Claro, não vejo motivo para o tumulto". A resposta só não me deu maior alívio porque a pequena confusão não mais permitia a leitura do "machadinho" que sempre me acompanha em qualquer viagem e filas .

Aumentada um pouco a tensão, levantei-me para expor-me apenas para os "vizinhos": "pessoal, quanta confusão desnecessária... agente fica um dia se torrando em práia, enchendo o pulmão de fumaça em boate, aguentando fila de banco por horas e horas, não dá para esperar a solução normal, sem tanta confusão? "Vamos nos comportar como a mineirinha sentadinha aqui do meu lado" e aguardar . O ar aqui dentro é em mais puro do que o do de lá de fora." Minha fala virou uma festinha, petit comite, no meio da confusão que aumentava junto às pobres coitadas aeromoças na porta de saída da aeronave, que nada poderia fazer, senão obedecer aos seus superiores, mesmo ameaçadas de processo, arrebentação do avião, por alguns "faniquitos", que, embora aos gritos, não chegavam a assustar. Tive o apoio, de imediato, pelo menos de uma familia que depois da descida vim a saber ser a enfermeira Vilma, Diretora da Dires de Jequié; seu esposto Oftalmoligista José Raimundo Souza Alves, esposo médico, e dois filhos estudantes de medicina, bem humorados, que também vinham de Bariloche. Ouvissem esta família,poderia transformar-se o tumulto do ambiente em momento de tranquilidade , reflexão e troca de infomações equilibradas.

Não há mal sem pelo menos um pequeno bem. Os faniquitos e ameças me aproximou da familia jequieense, trocamos informações breves sobre a situação , aproveitando-me da "ousadia" que me daram para mandar um abraço para meu fraterno amigo , vereador em Jequié, José Simões.

O pior , causado pelo "virus humanos", viria depois ao abrir os jornais que aguardavam meu retorno. É que , através deles, não tive dúvida de dar a resposta que passei a todos que me questionaram sobre a gripe suina: muito pior do que esta foram as matanças provocadas por acidentes de transito, só para ficar neste item, em nossa capital. Se formos para as portas dos hospitas , constataremos que a gripe é uma pequena brincadeira que a natureza está promovendo para, quem sabe, fazer-nos lembrar que outros males, bem piores nos rondam a cada segundo, a cada passo que damos em nossas ruas, a maioria causada pelo "virus da brutalidade humana" que atropela, assalta, violenta, agride, esfaqueia, até entes que dormem na mesma cama; e que estupra as suas próprias crias.

A febre suina não me causou o mínimo desconforto. Nem a milhares de pessoas que circulavam pelo pedacinho da Patagônia que visitamos.Muito mais me doeu, e está doendo, o que vi nas páginas de um jornal da nossa Capital, que é uma pontinha de um inceberg , das montanhas e depressões , acima e abaixo do nível do mar de violencia das grandes cidades brasileiras; e que já invadiu o interir do nosso Estado. É muito mais dificil, mesmo contraindo a gripe, morrer dela do que salvar-se de uma facada, como a que vitimou um humilde passageiro em assalto a ônibus na Capital Baiana.

Não precisa ser especialista em nenhuma area do conhecimento humano para se chegar a esta conclusão: basta ler os jornais e ver as estatisticas do governo ou as que nossos olhos conseguem ver e nossos ouvidos escutar.

As máscaras que vemos nas imagens de tv , em notícias sobre a gripe, raramente são vistas em Bariloche; elas aparecem em alguns locais, como no aeroporto, usadas pelos agentes sanitários e fiscalizadoras da Saúde . Não as usei. Milhares de pessoas também não. Não por descaso, mas por acreditar em autoridades em medicina , inclusive mestres em infectologia, que se manifestavam em jornais locais e da capital argentina, a exemplo de uma publicada no La Nacion, afirmando que a máscara é mais para ser usada por quem está doente , a fim de evitar contaminação ,não tendo maior importancia como meio de evitar o contágio de quem a usa. Dizem ainda várias matérias dos jornais argentinos, com aval de autoridades sanitárias , que ela foi "supervalorizada" por ter aparecido em época de campanhas eleitorais daquele pais, cujo eleição ocorreu no início de julho.

Por tudo isto, jamais cancelaria uma viagem para Bariloche como fizeram milhares de pessoas que desejavam visitar aquela região nestes meses de temporada de inverno. Preferiria voltar para lá,mesmo não gostando do gelo, do que imaginar-me num passeio, mesmo de dia , por alguns pontos das nossas capitais brasileiras, em que um tiro quase sempre é sem cura, bem ao contrário da gripe suina.

Por fim, não tenho dúvidas: pior não é a contaminação da gripé suina , mas a falencia do nosso sistema de saude matando crianças que chegam vivas nos ventres maternos, quando não matam também a mãe, por falta de vagas, médicos ;muitas vezes até de um anestésico. Quem já precisou do nosso sitema público de saúde sabe do que estou falando.

Mesmo no frio, que não gosto, passeamos até altas horas pelas ruas de Bariloche, sem, sequer ,ouvir falar de um assedio, violencia, assalto, acidentes de transito que nos provocasse qualquer susto, mesmo com a ronda do virus da gripe suina. Passeios estes que nos são negados pelo "virus humanus" dos nossos centros urbanos, que nos negam, aqui na Bahia, até o refresco gratuito das nossas brisas marinhas. Dar um passeio por lugares encantadores como Porto da Barra, em certa hora da noite, é expor-se a uma bala, facada, assalto; na melhor das hipótes, ao estress, susto, ou pavor da primeira visão de "virus humanus " circulando por perto... Diferente de receber a visita do virus da gripe suina, quem se arriscar a este passeio poderá jamais voltar para casa; bem ao contrário se a vista for da gripe. Passear na Contorno à noite, para olhar , receber seu vento e ver as luzes das nossas Ilhas, quem há de? Muito mais coragem eu tenho de entrar sem mascaras em hospitais com doentes da gripe suina. Se esta me pegar, poderei muito mais provável continuar vivo do que passeando naqueles locais e horariso tão encantadores da nossa Bahia.

Por via das dúvidas, não custa buscar as proteções, inclusive Divina, contra os dois males: doenças e violência. É o que faço, mesmo sem mascaras , enfrentando o gelo de Bariloche, as ruas da nossa Capital e demais espaços por onde passo.

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Aos meus amigos de Viagem:

Vejam as fotos, das nossas passagens por Bariloche, no muraldebugarin.com, em "galeria de fotos", que brevemente serão publicadas.

Aos amigos do pedal baiano, estou na terra: citando nosso querido George Argolo:"voces não se livrarão de mim, não."

Abracos para todos.

Não revisei o texto. Vai assim mesmo, para ficar do jeito de pão saído do forno: nem sempre bom , mas bem quentinho.

Depois tem mais.


valcibarretoadv@yahoo.com.br
Editor do muraldebugarin.com e

domingo, 28 de junho de 2009

Pequena história da bicicleta


Documentos históricos guardados no Museu de Madrid mostram projetos de uma bicicleta do grande inventor italiano Leonardo da Vinci. Estes projetos, elaborados no século XV, não foram executados.

A mais antiga das bicicletas foi chamada em seu país de origem, a França, de “cavalinho-de-pau”. Este importante meio de transporte surgiu na cidade de Paris em 1818. Esta primeira versão não possuía pedais e provocava muito cansaço em que andava com ela.

No ano de 1840, o ferreiro escocês chamado Kirkpatrick Macmillan inventou um tipo de pedal, colocado junto à roda traseira por meio de um manete. Este sistema era semelhante ao daqueles carrinhos de pedais usados por crianças. Este dispositivo deu a bicicleta mais rapidez e estabilidade.

Em 1855, o ferreiro francês especialista em carruagens, Pierre Michaux, inventou o pedal. Este foi instalado num veículo de duas rodas traseiras e uma dianteira. Chamado de velocípede, é considerado a primeira bicicleta moderna.

A primeira bicicleta a possuir um sistema com corrente ligada às rodas foi projetada por H.J.Lawson, no ano de 1874. Seu terceiro modelo, a “Bicyclette”, foi desenhado em 1879. Esta bicicleta já possuía maior estabilidade e segurança.

Na década de 1880, o inventor inglês John Kemp Starley projetou uma bicicleta semelhante as atuais. Possuía guidão, rodas de borracha, quadro, pedais e correntes.

Curiosidades:- A primeira fábrica de bicicletas do mundo foi criada em 1875 e chamava-se Companhia Michaux. Foi a primeira fábrica a produzir bicicletas em série.

Em 1898, as primeiras bicicletas chegaram ao Brasil vindas da Europa.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

JABUTIS ESTÁ HUMILHANDO!!

Estes tres, são jabutis de carteirinha...

Conforme está na Cartilha dos Jabutis Vagarosos, este grupo faz passeios lentos, tranquilos , contemplativos. Mas curtem também os mais longos e rápidos, típicos de atletas. Este não foi um "pedal jabuti", mas "de jabutis"... "jabutis acelerados".

Parábens a estes nossos desbravadores!

Está aí o relato:

Boa noite Valci ,

Estamos enviando fotos do nosso passeio dominical, em Buraquinho. Pedalamos 70 km com poucas paradas. Faltou você. Durante o percurso conhecemos o simpático "Nego" ciclista, gente boa, que ajudou a Marcelo a trocar o pneu e nos ofereceu uma bomba. Ele trabalha num Vilage, próximo à Ipitanga. Apesar de barrigudo e com cara de pinguço, tem uma bike chamada Margarida e costuma pedalar com o grupo de Portão. Inclusive, irá de bike para Amargosa, passar o São João, pedalando das 4:00 h até 17:00 h, parando sempre para tomar "umas". Nas fotos, ele está banguelo porque caiu da bicicleta na semana passada. Aliás, eu também tomei um tombo e me raleu na perna e no braço, mas to quebrada por causa do vento forte na volta. Outra coisa: no retorno os "Jabutis" passaram pelos "Amigos de Bike". Bem, para completar o domingo, Rose e o mestre cuca Marcelo estiveram aqui em casa para comer pizza e tomar mouse de maracujá. Um grande abraço para você e, quando puder, nos envie as fotos do Sertão Bom.

Marcelo, Ines, Rose.

=Caro Marcelo, este não faltou a minha pessoa. Podereia até pedalar os 70 km. Porém, sem paradas, para mim, não dá mesmo. Não posso desmoralizar o nosso jabuti com tanta carreira. Mas voces são orgulho do nosso grupo!

Parabens. Fiquei com vontade de ir para amargosa com esta tuma. Mas , também, não tão rapido...

-Fotos no muraldebugarin.com. As fotos do SERTÃO BOM SERÃO PUBLICADAS ANTES DO ~SÃO JOÃO, COM CERTEZA!

vlcibarretoadv@yahoo.com.br

PASSEIO DE NAVIO!!! e BICICLETAS

MEUS AMIGOS, os pacotes abaixo estão sendo vendidos pela BRISA SOL TURISMO, onde trabalha o nosso querido ANTONIO, DO AMIGOSDETONY.

Além da viagem , para ciclistas e amigos de ciclistas, o TONY está convidando os amantes do pedal , lideranças de todos os grupos, comparecer a reuniões que serão realizadas na Marinha, tendo em vista os festejos do Dois de Julho e SETE DE SETEMBRO.

Não vamos deixar o Toni sozinho no navio nem nos pedais. A final, todos lucramos quando nos juntamos.

o e mail e fone do TONY ESTÃO NO muraldebugarin.com


TARIFA DA CABINE INCLUI:
CABINE com todas as refeições + KIT BRISASOL TURISMO + SEGURO VIAGEM 24hs

CABINE 2 PESSOAS – R$ 1.662,07 DIVIDO EM ATÉ 10 VEZES SEM JUROS ( EQUIVALENTE A US$ 827.00 )
CABINE 3 PESSOAS – R$ 2.401,95 DIVIDO EM ATÉ 10 VEZES SEM JUROS ( EQUIVALENTE A US$ 1.195.00 )
CABINE 4 PESSOAS – R$ 3.141,63 DIVIDO EM ATÉ 10 VEZES SEM JUROS ( EQUIVALENTE A US$ 1.563.00 )

CABINE 2ADULTOS + 01 CRIANÇA – R$ 2.088,39 DIVIDO EM ATÉ 10 VEZES SEM JUROS ( EQUIVALENTE A US$ 1.039.00 )
CABINE 3 ADULTOS + 01 CRIANÇA – R$ 2.803,95 DIVIDO EM ATÉ 10 VEZES SEM JUROS ( EQUIVALENTE A US$ 1.395.00 )
CABINE 2 ADULTOS + 02 CRIANÇAS – R$ 2.514,51 DIVIDO EM ATÉ 10 VEZES SEM JUROS ( EQUIVALENTE A US$ 1.251.00 )


Agradeço e me coloco à disposição para o que se fizer necessário.

Antonio Santos
55 (7...
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http://www.brisasol.com.br/

domingo, 21 de junho de 2009


PEDALAR É SIMPLES.

Aos meus amigos do pedal ,

Estou na práia de Guarajuba, mandando um abraço para voces. Estivesse aí em Salvador, estaria fazendo um jabuti. Espero que voces não deixem as ruas sem bicicletas nesses feriados quando elas ficam sem carros e até sem gente, principalmente se houver um chuviscosinho. Juntem-se a grupos de amigos e saiam por aí. Tem gente que só consegue pedalar acompanhado de muita gente, carro de som, apoio da polícia, camisetas , bicicletas caras. Mas para alegria dos verdadeiros ciclistas, nada disso é preciso. Com duas a cinco pessoas, mesmo em bicicletas baratas, enferrujadas, desde que rode, sem camistas padronizadas , voce pode fazer passeios maravilhosos . Se houver um grupo que lhe acolha, melhor; se não, forme o seu, chame alguns amigos com os quais voce tenha afinidade e saiam por aí. E, se não houver ningém disponível, escolha uma bicicleta velha, sem marcha, enferrujada, para não atrair os larápios, escolha locais seguros , mesmo nas suas vizinhas e curta seu pedal. A final, o ditado antigo ainda vale: "quem não tem irmão brinca só". Importante é não ficar sem pedalar nem deixar as ruas sem as magrela. Pedalar é simples , não precisa de bicicletas caras, grande número de pessoas, camisetas padronizadas, tudo pode ser feito, e bem feito,"leros leros " nem "arenguetengues";

Se todo mundo sair pedalando por aí , cada um buscando "o seu pedal", o "seu caminho", o resultado par o cicloativismo será bem melhor, mais produtivo e teremos mais ruas, mais espaços ,em locais diferentes, ao mesmo tempo, ocupados pelas magrelas.

....

Quem viajar para o interior, leve livros e revistas usadas e doem para crianças que estiverem sentadas nas calçadas , bricando nas ruas ou nas janelas e portas das casas.

Quem for para Jaguaquara, leve e entregue no Hotel Vaz, para Isaias, que está formando sua biblioteca no Bairro da Casca.

Quem puder, entregar também para Therezinha Costa, Rua Otavio Mangabeira, 98, ou na Colonia para a "familia Costa."

Este ano não irei para o São João de Jaguaquara, mandando já o abraço para todos os amigos da nossa querida "Toca da Onça".

==================
Eu, Marcelo, Ro, Rose e Ines fizemos o Forró do Jabuti, no Sertão Bom,na Pituba. Aguardem as fotos.


valcibarretoadv@yahoo.com.br

RITA TAVARES NO GAMBOA.


RITA TAVARES
Show: “ARREBENTA”
RENATO RIVAS (Guitarra)
IVAN BASTOS (baixo)
DANIEL RAGONNI (bateria)
Participações especiais: CINHO DAMATTA, CLAUDIA CUNHA, DANIEL DANTAS,
AILTON REINER E GREGORY BARATOUX.
DiA: 21 de junho
Teatro Gamboa Nova - Aflitos
17h
R$ 5,00

sexta-feira, 19 de junho de 2009

CARLOS GOMES SEM TRIOS ELETRICOS

Valci Barreto

Editor do bikebook.com.br.

Colaborador do muraldebugarin.com
colaborador Folha do Recôncavo.


O poder de controle de construção , ordenação do solo urbano , licenças para festejos, sem sacrifícios de de competencia de órgãos estaduais e municipais a respeito de determinadas áeas ou equipamentos é do Municipio. Este poder é amplo em nosso sistema. Mas não é ilimitado. O fim visado pelo ato administrativo que disicplina atividades , inclusive festivas, deve ser sempre o interesse coletivo; ter cunho social; ter finalidade pública. Fugindo destes principios o ato é passível de correção.
Estamos em Salvador, só para citar dois exemplos, convivendo com dois temas gerados por falta de controle, de fiscalização do Poder Público, não cabendo aqui dizer se é do Município, Estado ou União. Ambos não deveriam ter nascidos. Mas já que nasceram deveriam ter sido, há muito , resolvidos. Querendo o Estado, será feito. Mas a forma não pode ser ilegal nem ditatorial , a não se que se queira restaurar ditaduras.

O primeiro é a polemica relacionada às barracas de práia. Não há quem não via a crescente favelização da nossa orla. Sem o mínimo de cuidado no seu poder fiscalizador, as barracas foram sendo construídas de uma forma que só não agride a retina dos totalmente desprovidos do sentido da visão. Conversando com alguns barraqueiros, fomos informados de que todos são licenciados pela própria Prefeitura; pagam impostos , licenças à Prefeitura.

Crescido o mal, até o limite do insuportável, em um só ato o Poder Público manifestou o desejo de retirar as barracas. Criado o impasse, o tema vem se alogando pelos motivos que todos conhecem. Os próprios barraqueiros certamente não concordam com os abusos cometidos por aquelas construções que agridem aos olhos de qualquer cidadão, especialmente dos nossos visitantes, que aqui vem pelos encantamentos divulgado pela nossa literatura e musicaliade, espalhadas pelo mundo inteiro. No caso, o mal foi criado pelo próprio poder público, por ação ou omissão. Nossa sociedade, que a tudo assiste passivamente, tem sua parcela de contribuição. Mas aqui é outra história; ou estória.

A outra é a recem parida intenção de fechar a Carlos Gomes para o nosso carnaval.
Com todo o respeito aos homens que decidem os nossos destinos , no aspecto, em nosso Município, fechar a Carlos Gomes, já para o próximo Carnaval, é uma medida , ao nosso ver, ante democrática, impensada, data vênia, irresponsável até.
Há muitas décadas que a Carlos Gomes integra o circuito do Carnaval baiano, o qual , há longos anos, deixou de ser uma brincadeira para se trasformar, para o bem ou para o mal, em um mega e milionário espetáculo.
É um negócio de milhões de dólares, euros e reais, do qual deve se orgulhar o nosso povo. A maior festa popular do planeta seria orgulho para qualquer país. Mesmo para quem não quer ver um bloco, um artista de carnaval, ou um trio elétrico.
Qualquer mudança no seu modelo atual, requer estudos, planejamento, discussões com os interessados de todos seguimentos profissionais, artísticos, comerciais, sociais que dele participa.

E não pode ser tomada uma decisão , que alcança muito itens a festa, para vigorar de um carnaval para o do ano seguinte. Pelo menos as grandes decisões não podem assim serem implementadas. Não se pode acreditar esteja o Municipio interessado em implantar o medo, o terro, as indecisões nos grandes negocios do carnaval.

Os grandes e pequenos contratos, como o roteiro dos trios, extensão dos desfiles para os foliões, horas de apresentação de artistas, pacotes turísticos que envolvem milhares de pessoas que vem de longe para a nossa festa, já são firmados com até mais de um ano de antecedência.
De repente, o Município , no mês de junho, quer fechar a Carlos Gomes já para o próximo Carnaval.

Não se pode acreditar em falta de competência, insensibilidade , desconhecimento ou outras limitações dos homens da administração pública municipal. Também, nos dias que correm, não se pode pensar em atos diatoriais. Pelo menos desde 1988 há uma Constituição que implantou um sistema jurídico ao qual o Poder Público deve também se curvar.

Todo ato administrativo deve ter finalidade pública; deve destinar-se ao interesse público ou finalidade social.

No caso, a qual interesse se destina o fechamento da Carlos Gomes já para o próximo carnaval? E medindo as conseqüências, são elas mais, ou menos benéfica para o universo da festa? Tudo isto tem que ser medido para uma decisão.
Não discutir o tema com todos os seguimentos econômicos e sociais vinculados ao carnaval, inclusive empresas de turismo, blocos , foliões, comerciantes, povo em geral, calcular os prejuízos, é realizar um ato impensado, ante democrático, ditatorial, beirando as raias da irresponsabilidade com os maiores interessados na festa maior do planeta, cujo desenho ai está há décadas.
Tudo pode ser mudado no carnaval , dentro da lei, pelo poder público, inclusive proibir a própria festa.
Jamais, porém, com decisões relâmpagos, impensadas, polêmicas, beirando as raias da ditadura.
Medidas que toquem no desenho formado há décadas para o nosso carnaval, como mudança de circuito, tipo de blocos que devam desfilar em determinadas áreas, corda ou não envolvendo os blocos, modelos de caminhões para trios, pela nossa história e modelo da festa, jamais poderá ser realizada com menos de dois ou três anos de antecedência, tempo medio de antecedência em que a maioria dos contratos são realizados .
Todos os pacotes vendidos com antecedência , até para grupos estrangeiros que nos visitam, incluem a Rua Carlos Gomes. Em qualquer lugar do planeta, até nos ditatoriais, o turista é tratado como ouro em pó, cuidado, respeitado, buscado, por tudo de cultura e economia que promove. A Bahia alegre e democrática não pode pensar e fazer diferente.
Não pode ser desconsidarado que, ao liberar os blocos para a desfile na Carlos Gomes, há décadas, há um preço cobrado. Certamente, em relação aos tributos e licenças, a Prefeitura não aceitará metade do valor da taxa; o que seria justo e legal, dentro do sistema da proporcionalide e legalidade da sua cobrança. Nem pagar os prejuízos que a medida , inevitavelmente gerará a centenas de contratos já firmados pela área empresarial envolvida.
O fechamento da Carlos Gomes para o carnaval e até mesmo o circuito do centro para todo o carnaval ou parte dele, é uma medida que pode até melhorar em tudo o carnaval . Uma vez decidida tal medida, a sua execução deve ser agendada para , pelo menos um, dois ou mais anos após.
Recentemente, manifestou o Ministério Público Federal da Bahia, em ação judicial, o desejo de proibir a execução de música de axé às vésperas de São João.
Mesmo sem entrar no mérito, o Judiciário rejeitou o absurdo pretendido.
Segundo os princípios constitucionais, os que norteiam os atos da administração público, além de não democrático, é ilegal a pretensão do Poder Público Municipal de excluir a Carlos Gomes ,já para o próximo carnaval ,
Sem entrar nos detalhes conceituais dos princípios que devem nortear os atos do poder público, não há qualquer finalidade pública, social, necessidade de atos de urgência , nem destinação social, a ser alcançada pela intenção do poder público municipal. Da mesma forma, não requer urgência para a sua pratica.
Em sendo assim, será ilegal a medida. E deve merecer o mesmo destino da ação que tentou evitar a execução de musica axé às vésperas de são João.

Assim não sendo, insistindo a Prefeitura em tal medida, está na hora de, mais uma vez, ocupar-se o Judiciário para dizer o direito. Prevalecer medidas antipáticas, ilegais, abusivas, ditatoriais, é começar abrir as portas para a ditatura; se não do pais, dos órgãos burocráticos do nosso Município.
Vamos torcer para não serem forçados os interessados a bater as portas do Judiciário para tratar de um tema que pode ser resolvido com a espera de pelo menos dois anos, o que já é muito breve para o tamanho e importância da nossa festa.
Parece que o Poder Público, com as polemicas das barracas de praia, axé no São João e agora a Carlos Gomes no carnaval, está intencionado em implantar o terror , o medo ,no ambiente mais bonito , festivo, democrático e até econômico da nossa Bahia: práia, São João e Carnaval.
Será que vamos ter algo parecido às vésperas dos jogos da Copa do Mundo na Bahia?
DEMOCRACIA , GENTE!
=Não revisei o texto. Peço desculpas por esta parte.

FECHAMENTO DA CARLOS GOMES PARA O CARNAVAL.
Valci BarretoEditor do bikebook.com.br.Colaborador do muraldebugarin.comE daFolha do Recôncavo.
O poder de controle de construção , ordenação do solo urbano é do Município, licenças para festejos. Este poder é amplo em nosso sistema. Mas não é ilimitado. O fim visado pelo ato administrativo deve ser sempre o coletivo, ter cunho social; público; finalidade pública. Fugindo destes principios o ato é passível de correção. E deve ter ampla publicidade.
Estamos em Salvador, só para citar dois exemplos, convivendo com dois temas gerados por falta de controle, de fiscalização do Poder Público, não cabendo aqui dizer se é do Município, Estado ou União. Ambos não deveriam ter nascidos. Mas já que nasceram deveriam ter sido, há muito , resolvidos.
O primeiro é a polemica relacionada às barracas de práia. Não há quem não via a crescente favelização da nossa orla. Sem o mínimo de cuidado no seu poder de fiscalizar, as barracas foram sendo construídas de uma forma que não agride apenas à retina dos cegos. Conversando com alguns barraqueiros, fomos informados de que todos são licenciados pela própria Prefeitura.
Crescido o mal, até o limite do insuportável, em um só ato o Poder Público manifestou o desejo de retirar as barracas. Criado o impasse, o tema vem se alogando pelos motivos que todos conhecem. Os próprios barraqueiros, certamente não concordam com os abusos cometidos por aquelas construções que agridem aos olhos de qualquer cidadão, especialmente dos nossos visitantes, que aqui vem pelos encantamentos divulgado pela nossa literatura e musicaliade, espalhadas pelo mundo inteiro. No caso, o mal foi criado pelo próprio poder público, por ação ou omissão. Nossa sociedade, que a tudo assiste impassivelmente, tem sua parcela de contribuição. Mas aqui é outra história; ou estória.
A outra polêmia é a recém parida intenção intenção de fechar a Carlos Gomes para o nosso carnaval.
Com todo o respeito aos homens que decidem os nossos destinos , no aspecto, em nosso Município, fechar a Carlos Gomes, já para o próximo Carnaval, é uma medida , ao nosso ver, ante democrática, impensada, data vênia, irresponsável até.
Há muitas décadas que a Carlos Gomes integra o circuito do Carnaval baiano, que há muito deixu de ser uma brincadeira e se transformou, para o bem ou para o mal, em um mega e milionário espetáculo.
É um negócio de milhões de dólares, euros e reais, do qual se deve orgulhar o nosso povo. A maior festa popular do planeta seria orgulho para qualquer país. Mesmo para quem não quer ver um bloco ou um artista de carnaval, ou um trio elétrico.
Qualquer mudança no seu modelo atual, requer estudos, planejamento, discussões com os interessados de todos seguimentos profissionais, artísticos, comerciais, sociais , nele envolvidos.
E não pode ser decidido para vigorar de um carnaval para outro. A não ser que se queira implantar o terror, o medo, a instabilidade nas ações e negócios, públicos e privados nele inseridos.
Os grandes e pequenos contratos, como o roteiro dos trios, extensão dos desfiles para os foliões, horas de apresentação de artistas, pacotes turísticos que envolvem milhares de pessoas que vem de longe para a nossa festa, já são firmados com até mais de um ano de antecedência.
De repente, o Município , já no mês de junho, quer decidir pelo fechamento da Carlos Gomes, para o próximo carnaval.
Não se pode acreditar em falta de competência, insensibilidade , desconhecimento ou outras limitações dos homens da administração pública municipal. Também, nos dias que correm, não se pode pensar em atos diatoriais. Pelo menos desde 1988 há uma Constituição que implantou um sistema jurídico ao qual o Poder Público deve também se curvar.
Todo fim do ato administrativo deve ter finalidade pública; deve destinar-se ao interesse público ou finalidade social.
No caso, a qual interesse se destina o fechamento da Carlos Gomes já para o próximo carnaval? E medindo as conseqüências, são elas mais ou menos benéfica para o universo da fesa? Tudo isto tem que ser medido para uma decisão.
Não discutir o tema com todos os seguimentos econômicos e sociais vinculados ao carnaval, inclusive empresas de turismo, blocos , foliões, comerciantes, povo em geral, calcular os prejuízos, é realizar um ato impensado, ante democrático, ditatorial, beirando as raias da irresponsabilidade com os maiores interessados na festa maior do planeta, cujo desenho ai está há décadas.
Tudo pode ser mudado no carnaval , dentro da lei, pelo poder público, inclusive proibir a própria festa.
Jamais, porém, com decisões relâmpagos, impensadas, polêmicas, beirando as raias da ditadura.
Medidas que toquem no desenho formado há décadas para o nosso carnaval, como mudança de circuito, tipo de blocos que devam desfilar em determinadas áreas, corda ou não envolvendo os blocos, modelos de caminhões para trios, pela nossa história e modelo da festa, jamais poderá ser realizada com menos de dois ou três anos de antecedência, tempo media de antecedência em que a maioria dos contratos são realizados .
Todos os pacotes vendidos com antecedência , até para grupos estrangeiros que nos visitam, incluem a Rua Carlos Gomes. Em qualquer lugar do planeta, até nos ditatoriais, o turista é tratado como ouro em pó, cuidado, respeitado, buscado, por tudo de cultura e economia que promove. A Bahia alegre e democrática não pode pensar e fazer diferente.
Não pode ser desconsidarado que, ao liberar os blocos para a desfile na Carlos Gomes, há décadas, há um preço cobrado. Certamente, em relação os tributos e licenças, a Prefeitura não aceitará metade do valor da taxa, o que seria justo e legal, dentro do sistema da proporcionalide e legalidade da sua cobrança. Nem pagar os prejuízos que a medida , inevitavelmente gerará a centenas de contratos já firmados pelos pela área empresarial envolvida.
O fechamento da Carlos Gomes para o carnaval e até mesmo o circuito do centro para todo o carnaval ou parte dele, é uma medida que pode até melhorar em tudo o carnaval . Uma vez decidida uma medida de tal alcança, a sua execução deve ser agendada para pelo menos um, dois ou mais anos após.
Recentemente, manifestou o Ministério Público Federal da Bahia, em ação judicial, o desejo de proibir a execução de música axé às vésperas de São João.
Mesmo sem entrar no mérito, o Judiciário rejeitou o absurdo pretendido.
Segundo os princípios constitucionais, os que norteiam os atos da administração público, além de não democrático, é ilegal a pretensão do Poder Público Municipal de excluir a Carlos Gomes já para o próximo carnaval que , sem qualquer dúvida, causará grandes prejuízos à comunidade carnavalesca.
Sem entrar nos detalhes conceituais dos princípios que devem nortear os atos do poder público, não há qualquer finalidade pública, social, necessidade de atos de urgência , nem destinação social, a ser alcançada pela intenção do poder público municipal. Da mesma forma, não requer urgência para a sua pratica.
Em sendo assim, será ilegal a medida. E deve merecer o mesmo destino da ação que tentou evitar a execução de musica axé às vésperas de são João.
E, sem dúvida nenhuma, exceto para proteger patrimônio publico, coletividade, patrimônio público em perigo, mudança tão radical no circuito do carnaval, não possui a característica de urgência. E urgente para o carnaval, exceto nas hipóteses acima, não pode ser considerado evento com menos de dois anos.
Assim não sendo, insistindo a Prefeitura em tal medida, está na hora de, mais uma vez, ocupar-se o Judiciário para dizer o direito. Prevalecer medidas antipáticas, ilegais, abusivas, ditatoriais, é começar abrir as portas para a ditatura; se não do pais, dos órgãos burocráticos do nosso Município.
Vamos torcer para não serem forçados os interessados a bater as portas do Judiciário para tratar de um tema que pode ser resolvido com a espera de pelo menos dois anos, o que já é muito breve para o tamanho e importância da nossa festa.
Parece que o Poder Público, com as polemicas das barracas de praia, axé no São João e agora a Carlos Gomes no carnaval, está intencionado em implantar o terror , o medo no ambiente mais bonito , festivo, democrático e até econômico da nossa Bahia: práia, São João e Carnaval.
Será que vamos ter algo parecido às vésperas dos jogos da Copa do Mundo na Bahia?
DEMOCRACIA , GENTE!
=Não revisei o texto. Peço desculpas por esta parte.

FECHAMENTO DA CARLOS GOMES PARA O CARNAVAL.
Valci BarretoEditor do bikebook.com.br.Colaborador do muraldebugarin.comE daFolha do Recôncavo.
O poder de controle de construção , ordenação do solo urbano é do Município, licenças para festejos. Este poder é amplo em nosso sistema. Mas não é ilimitado. O fim visado pelo ato administrativo deve ser sempre o coletivo, ter cunho social; público; finalidade pública. Fugindo destes principios o ato é passível de correção. E deve ter ampla publicidade.
Estamos em Salvador, só para citar dois exemplos, convivendo com dois temas gerados por falta de controle, de fiscalização do Poder Público, não cabendo aqui dizer se é do Município, Estado ou União. Ambos não deveriam ter nascidos. Mas já que nasceram deveriam ter sido, há muito , resolvidos.
O primeiro é a polemica relacionada às barracas de práia. Não há quem não via a crescente favelização da nossa orla. Sem o mínimo de cuidado no seu poder de fiscalizar, as barracas foram sendo construídas de uma forma que não agride apenas à retina dos cegos. Conversando com alguns barraqueiros, fomos informados de que todos são licenciados pela própria Prefeitura.
Crescido o mal, até o limite do insuportável, em um só ato o Poder Público manifestou o desejo de retirar as barracas. Criado o impasse, o tema vem se alogando pelos motivos que todos conhecem. Os próprios barraqueiros, certamente não concordam com os abusos cometidos por aquelas construções que agridem aos olhos de qualquer cidadão, especialmente dos nossos visitantes, que aqui vem pelos encantamentos divulgado pela nossa literatura e musicaliade, espalhadas pelo mundo inteiro. No caso, o mal foi criado pelo próprio poder público, por ação ou omissão. Nossa sociedade, que a tudo assiste impassivelmente, tem sua parcela de contribuição. Mas aqui é outra história; ou estória.
A outra polêmia é a recém parida intenção intenção de fechar a Carlos Gomes para o nosso carnaval.
Com todo o respeito aos homens que decidem os nossos destinos , no aspecto, em nosso Município, fechar a Carlos Gomes, já para o próximo Carnaval, é uma medida , ao nosso ver, ante democrática, impensada, data vênia, irresponsável até.
Há muitas décadas que a Carlos Gomes integra o circuito do Carnaval baiano, que há muito deixu de ser uma brincadeira e se transformou, para o bem ou para o mal, em um mega e milionário espetáculo.
É um negócio de milhões de dólares, euros e reais, do qual se deve orgulhar o nosso povo. A maior festa popular do planeta seria orgulho para qualquer país. Mesmo para quem não quer ver um bloco ou um artista de carnaval, ou um trio elétrico.
Qualquer mudança no seu modelo atual, requer estudos, planejamento, discussões com os interessados de todos seguimentos profissionais, artísticos, comerciais, sociais , nele envolvidos.
E não pode ser decidido para vigorar de um carnaval para outro. A não ser que se queira implantar o terror, o medo, a instabilidade nas ações e negócios, públicos e privados nele inseridos.
Os grandes e pequenos contratos, como o roteiro dos trios, extensão dos desfiles para os foliões, horas de apresentação de artistas, pacotes turísticos que envolvem milhares de pessoas que vem de longe para a nossa festa, já são firmados com até mais de um ano de antecedência.
De repente, o Município , já no mês de junho, quer decidir pelo fechamento da Carlos Gomes, para o próximo carnaval.
Não se pode acreditar em falta de competência, insensibilidade , desconhecimento ou outras limitações dos homens da administração pública municipal. Também, nos dias que correm, não se pode pensar em atos diatoriais. Pelo menos desde 1988 há uma Constituição que implantou um sistema jurídico ao qual o Poder Público deve também se curvar.
Todo fim do ato administrativo deve ter finalidade pública; deve destinar-se ao interesse público ou finalidade social.
No caso, a qual interesse se destina o fechamento da Carlos Gomes já para o próximo carnaval? E medindo as conseqüências, são elas mais ou menos benéfica para o universo da fesa? Tudo isto tem que ser medido para uma decisão.
Não discutir o tema com todos os seguimentos econômicos e sociais vinculados ao carnaval, inclusive empresas de turismo, blocos , foliões, comerciantes, povo em geral, calcular os prejuízos, é realizar um ato impensado, ante democrático, ditatorial, beirando as raias da irresponsabilidade com os maiores interessados na festa maior do planeta, cujo desenho ai está há décadas.
Tudo pode ser mudado no carnaval , dentro da lei, pelo poder público, inclusive proibir a própria festa.
Jamais, porém, com decisões relâmpagos, impensadas, polêmicas, beirando as raias da ditadura.
Medidas que toquem no desenho formado há décadas para o nosso carnaval, como mudança de circuito, tipo de blocos que devam desfilar em determinadas áreas, corda ou não envolvendo os blocos, modelos de caminhões para trios, pela nossa história e modelo da festa, jamais poderá ser realizada com menos de dois ou três anos de antecedência, tempo media de antecedência em que a maioria dos contratos são realizados .
Todos os pacotes vendidos com antecedência , até para grupos estrangeiros que nos visitam, incluem a Rua Carlos Gomes. Em qualquer lugar do planeta, até nos ditatoriais, o turista é tratado como ouro em pó, cuidado, respeitado, buscado, por tudo de cultura e economia que promove. A Bahia alegre e democrática não pode pensar e fazer diferente.
Não pode ser desconsidarado que, ao liberar os blocos para a desfile na Carlos Gomes, há décadas, há um preço cobrado. Certamente, em relação os tributos e licenças, a Prefeitura não aceitará metade do valor da taxa, o que seria justo e legal, dentro do sistema da proporcionalide e legalidade da sua cobrança. Nem pagar os prejuízos que a medida , inevitavelmente gerará a centenas de contratos já firmados pelos pela área empresarial envolvida.
O fechamento da Carlos Gomes para o carnaval e até mesmo o circuito do centro para todo o carnaval ou parte dele, é uma medida que pode até melhorar em tudo o carnaval . Uma vez decidida uma medida de tal alcança, a sua execução deve ser agendada para pelo menos um, dois ou mais anos após.
Recentemente, manifestou o Ministério Público Federal da Bahia, em ação judicial, o desejo de proibir a execução de música axé às vésperas de São João.
Mesmo sem entrar no mérito, o Judiciário rejeitou o absurdo pretendido.
Segundo os princípios constitucionais, os que norteiam os atos da administração público, além de não democrático, é ilegal a pretensão do Poder Público Municipal de excluir a Carlos Gomes já para o próximo carnaval que , sem qualquer dúvida, causará grandes prejuízos à comunidade carnavalesca.
Sem entrar nos detalhes conceituais dos princípios que devem nortear os atos do poder público, não há qualquer finalidade pública, social, necessidade de atos de urgência , nem destinação social, a ser alcançada pela intenção do poder público municipal. Da mesma forma, não requer urgência para a sua pratica.
Em sendo assim, será ilegal a medida. E deve merecer o mesmo destino da ação que tentou evitar a execução de musica axé às vésperas de são João.
E, sem dúvida nenhuma, exceto para proteger patrimônio publico, coletividade, patrimônio público em perigo, mudança tão radical no circuito do carnaval, não possui a característica de urgência. E urgente para o carnaval, exceto nas hipóteses acima, não pode ser considerado evento com menos de dois anos.
Assim não sendo, insistindo a Prefeitura em tal medida, está na hora de, mais uma vez, ocupar-se o Judiciário para dizer o direito. Prevalecer medidas antipáticas, ilegais, abusivas, ditatoriais, é começar abrir as portas para a ditatura; se não do pais, dos órgãos burocráticos do nosso Município.
Vamos torcer para não serem forçados os interessados a bater as portas do Judiciário para tratar de um tema que pode ser resolvido com a espera de pelo menos dois anos, o que já é muito breve para o tamanho e importância da nossa festa.
Parece que o Poder Público, com as polemicas das barracas de praia, axé no São João e agora a Carlos Gomes no carnaval, está intencionado em implantar o terror , o medo , no ambiente mais bonito , festivo, democrático e até econômico da nossa Bahia: práia, São João e Carnaval.
Será que vamos ter algo parecido às vésperas dos jogos da Copa do Mundo na Bahia?
DEMOCRACIA , GENTE!
=Não revisei o texto. Peço desculpas por esta parte.

domingo, 14 de junho de 2009

CLIQUE NAS FOTOS PARA AMPLIAR

Jabutis Vagarosos no show do Salada Mista, Rio Vermeho.
Itapagipe é do pedal, no Farol da Barra.

Heraldo e turma do stand da Construtora Amoedo.


Augusto seu companheiro de pedal e a bela bike customizada, fabricada pelo amigo . Sucesso no farol da Barra.
MUITAS OUTRAS FOTOS DESTE PASSEIO ESTÃO PUBLICADAS NO MURALDEBUGARIN.COM, em "galeria de fotos"



JABUTIS VAGAROSOS DO DIA 14.06.2009


Valci Barreto
Editor do bikebook.com.br




O jabuti de hoje na verdade começou ontem com uma ida de Valci,ro, Inês mais duas amigas, Marcelo, Rose e Veronica para assistirmos a uma apresentação da já conhecida banda de samba , mpb e chorinho, SALADA MISTA, que se apresenta todos os sábados às 21 horas no Sesi do Rio Vermelho.

Com a participação da bela e energetica cantora Will Carvalho, foi um show maravilhoso, encantando a todos. Inês, com sua simpatia contagiante, nos animou a irmos pedalar pelo interior onde ela estiver trabalhando. As casas para nos abrigar já estão garantidas!

Hoje, pela manhã, saímos eu e Diógenes em busca do Itapagipe é do Pedal. Pedalamos pela centenário, Vale do Canela, Campo Grande , Carlos Gomes. Sem notícias do Itapagipe, retornamos da Carlos Gomes às 10 horas, em ritimo bem jabuti, pela Vitória, alcançando o Porto da Barra que o dia nublado deixava bem mais acolhedor do que nos tumultuados dias ensolarados. Seguimos para o Farol da Barra onde encontramos Augusto com sua bicicleta customizada, recebendo a admiração dos passantes, especialmente das crianças. Feita a bicicleta pelo seu amigo Ailton, está agradando a muitos ciclistas que já formaram um grupo de passeio. Aproveitei para dar uma volta na “máquina”, experimentando momentos de artista...

Ainda não tendo chegado o Itapagipe e encontrado Heraldo Simas dando uma volta em sua bike, juntamo-nos e seguimos para Ondina de onde retornamos para tentar encontrar o Itapagipe, quanto Diógenes seguiu para sua casa.

No Farol encontramos o Itapagipe. Conversávamos e fotografávamos a turma quando surgem duas figuras quem andam sumidas , pelo menos das nossas vistas: George Argolo e Fabio Lopes. Aí foi mais festa.Decidimos acompanhar o Itapagipe até a entrada do Calabar, na Centenário. Retornamos Heraldo, Valci, George e Fabio e nos despedimos para cada um ir para seu canto. George e Fabio, segundo disseram, ainda iam subir muitas ladeiras até chegar ao bairro para onde se dirigiam. Não sem antes dar uma passadinha na Escorial somente para eles conhecerem aquela casa de comida gostosa.

As ruas por onde circulamos estavam ótimas. Com o tempo nublado, pouca gente vai para as ruas em nossa capital. Porto da Barra, Farol, Rua de Lazer eram um só encanto: muitas crianças passeando com seus pais, brincando de triciclo, bicicleta, quadriciclo, desenhando, contando ainda a da Rua de Lazer com um forró muito animado e professor de dança à disposição dos forrozeiros improvisados.

Caindo pouca chuva em Salvador, ficam melhores as ruas , as práias e as pessoas. Pelo menos para mim é assim, especialmente nos meus dias de pedais.

Ta aí o meu Jabuti de ontem e de hoje.

Rose, Inez e Marcelo disseram que hoje seriam lebres: fariam ida e volta ao Farol de Itapuã, mas acelerado. Espero tetem curtido um bom pedal.

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