quinta-feira, 5 de maio de 2011

PASSEIOS DE BICICLETA EM SALVADOR


SALVADOR É PLANA PARA BICICLETA

Valci Barreto,
advogado,  cicloativista baiano.
Bikebook.com.br
Muraldebugarin.com
WWW.folhadoreconcavo.com.br

-O excessivo uso do carro  fechou os olhos das pessoas para as possibilidades  da bicicleta como meio de transporte e como um dos grandes instrumentos de lazer.  Salvador é  plana para uso da bicicleta: pode-se pedalar de Praias do Flamengo até a Suburbana, passando pelo Bonfim; Ribeira, sem subir uma ladeira sequer. O  acesso para à   “cidade alta”, como Praça Municipal, Avenida Sete, Terreiro de Jesus, Piedade, pode ser feito através de  pequenos  aclives como Contorno, Montanha, Pelourinho, Ladeira da Preguiça , Taboão, São Raimundo,  em menos de dez minutos, empurrando a bicicleta, sem se cansar.  Este tempo é, na maioria dos casos,  menor do que a espera por um ônibus. Se a Prefeitura liberar o acesso de bicicleta pelo plano inclinado e escadarias da Lapa para a denominada Cidade Alta, as facilidades serão ainda maiores.
-Não está mais de acordo com nossos tempos a pessoa morar na  Pituba, Bonocô, Rio Vermelho e só poder ir ao Iguatemi ,  Shopping Barra, Terminal da Lapa,  de carro.
-As pessoas não mais imaginam ser possível ir de bicicleta comprar  um remédio, pão; tomar um sorvete ; dirigir-se a uma praia com distancia entre dois a cinco  quilômetros de casa, tão dependentes que se tornaram do veículo motorizado.

BICICLETA É PARA QUEM QUER PEDALAR; NÃO É PARA QUALQUER PESSOA.

Há pessoas que se acostumaram tanto em andar de carro que sequer se imaginam em cima de uma bicicleta. Outras não se vêem chegando a uma loja;  padaria; farmácia,  com  cabelo desalinhado pelo capacete ;vento ; suor misturando com seus perfumes caros;  

Há, porém, milhares de pessoas  que, mesmo   gostando de carro, coisas finas, perfumes franceses, bons e caros restaurantes , vestes formais, desejam pedalar; querem-se  desgrudar  um pouco do carro pelo menos para algumas  atividades do seu dia a dia.  Mas são  desencorajadas por muitas  razões ,notadamente por conta da falta de educação dos nossos motoristas que não respeitam os ciclistas.


Aliás, nossos motoristas,  só respeitam regras de transito, com ameaça de multa  e soldado apontando-lhe uma metralhadora. Fora destas hipóteses,  estacionam em locais proibidos, até em frente de garagens de prédios; passeios públicos. Placas dizendo “proibido estacionar” se não houver um agente publico fiscalizando, impedindo, ele lê assim: “por um pouquinho eu posso estacionar; e este pouquinho pode ser o dia todo.

Quando um motorista vê uma bicicleta ou moto em sua frente, mesmo que elas estejam circulando dentro da lei, das normas de transito, o motorista entende que eles são estorvos; que têm que sair correndo da sua frente. Então, o motorista aciona agressivamente buzinas, motores, luzes, fazem ultrapassagem perigosas sem o mínimo de respeito pela vida alheia.

É como se dissessem: “saiam da frente que toda a pista é para  o “meu carro”.

A falta de educação e egoísmo destas pessoas fazem-nas agir e pensar como se as pessoas em sua frente fossem obrigadas a se submeter às suas grosserias , como se o seu direito fosse maior do que o dos demais . Muitos , para compensar o seu atraso , a sua desorganização, dirigem  perigosamente, expondo outras pessoas a acidentes, alimentando de forma continua a cultura do “sai da frente”.

Porém, apesar destes motoristas agressivos, violentos, egoístas, desrespeitosos, é possível pedalar em Salvador com relativa segurança.

Nossos textos são feitos para as pessoas que têm vontade de pedalar e não têm coragem de enfrentar as nossas ruas.

A RUA NÃO É SÓ DO CARRO.

-Autoriza o código de transito nacional que a bicicleta circule na mesma pista destinada aos carros.
-No transito, a preferência é da bicicleta e  não do carro.
-o ciclista, empurrando a bicicleta, goza do mesmo direito que é atribuído ao pedestre.

O QUE ENGARRFA O TRANSITO É O CARRO.

-quem atrapalha o transito é o carro, não é a bicicleta.
-Quem mata, estressa, engarrafa, mutila pessoas, não é a bicicleta e sim o carro.
-Os maiores inibidores para as pessoas pedalar  em Salvador não são as ladeiras, suor e outros inconvenientes; porém,  a brutalidade; a falta de educação da nossa gente no transito.

-Agem eles, motoristas, como se todos os espaços fossem destinados ao seu carro. Por isto, para eles, todos os espaços são pequenos. Daí estacionarem em locais proibidos, subirem e estacionarem em passeios, sem jamais se importarem em obstruir passagens de quem quer que seja. O direito dos outros não lhe interessam. Pensam e agem como se todos os espaços públicos estivessem à disposição de seus veículos. Por isto, ao ver uma bicicleta em sua frente, em vez de aguardar o momento seguro para a ultrapassagem, aceleram, , acionam agressivamente luzes e buzinas, tiram fino, gritam, xingam, atropelam, mutilam, matam .Em países onde a bicicleta é respeitada como meio natural de transporte, os motoristas de ônibus, de  veículos de um modo geral  dirigem atrás da bicicleta, sem qualquer agressão; e  aguarda o momento da ultrapassagem segura. O ciclista, por sua vez,  oferece a passagem na primeira  oportunidade. Tudo é feito de forma natural, ganhando todos com a mobilidade mais humana na cidade. Socialmente, todos lucram.   


Mesmo com a quantidade de  carros que temos nas ruas de Salvador, se não houvesse a brutalidade dos motoristas, muitas pessoas iriam fazer muitos dos seus trajetos diários em bicicleta, especialmente nas regiões mais planas como as avenidas de vales e a orla. Se as pessoas pudessem pedalar  com segurança em nossas ruas, haveriam  mais pessoas trocando o carro pela bicicleta em muitas tarefas e passeios diários. Gestos simples como estes, em muito diminuiria a quantidade de carros nas ruas. Seriam milhares de pessoas que não mais iriam usar carros para  os pequenos trajetos e pequenas tarefas. São milhares de pessoas que diariamente pegam o carro somente para ir a uma academia, shopping, tomar sorvete, ir a um cinema, comprar pão, remédio, em distancia de até duzentos metros. Este comportamento há muito já  deveria ter sido sepultado. E não precisa de ciclovias nem de ciclofaixas . A educação, a mudança de mentalidade, a civilidade, o respeito, a boa maneira, o compromisso com a cidadania é o  que está faltando. Grandes campanhas educativas, começando na escola, em casa, trabalho, congressos , TV, rádio, jornais, podem ajudar na mudança de mentalidade da nossa gente para que a bicicleta seja incorporada como meio de transporte nos grandes centros, como uma das soluções para os gritantes problemas do transito.

Nós, que amamos bicicleta, que já a usamos como lazer e meio de transportem, mesmo de forma limitada,   não temos dúvida de que melhoras virão. Se não por mudança de mentalidade, virão  pela necessidade: andar de carro em muitas áreas urbanas, dentro de pouco tempo, será uma ação tão incomoda que para muitas tarefas as pessoas serão obrigadas a fazer a pé ou em bicicleta.

O medo de pedalar, por conta da brutalidade dos nossos motoristas, não é ignorado por nós que andamos de bicicleta a  passeio , esporte ou lazer. O perigo existe e procuramos dele nos defender. Por isto, não aconselhamos ninguém a iniciar-se nas ruas sem as devidas cautelas , observação, cuidados. Aconselhamos aos iniciantes a formarem grupos de amigos , escolherem  locais menos movimentados para adquirirem  confiança; procurarem grupos já organizados para se orientarem.
Muitas pessoas começam sozinhas e acertam; outras,  em grupo também aprendem e se desenvolvem .

Todos os dias , inclusive domingos e feriados, há passeios ciclísticos em Salvador, com grupos organizados. Descubra qual o que tem mais  afinidade com seu jeito de ser, de pedalar e agregue-se a ele.


PASSEIOS URBANOS EM BICICLETA E DICAS DE LOCAIS PARA VISITAR EM SALVADOR.

 Para quem estiver pedalando em Salvador, algumas dicas de lugares interessantes:

CENTRO HISTORICO- Terreiro de Jesus, Pelourinho, Taboão, Bairro da Saúde, Comercio, Mercado Modelo, Elevador Lacerda, Contorno, com visita ao Museu de Arte Moderna da Bahia. Bairro da Calçada e Ribeira. Nesta, a sorveteria mais famosa de Salvador que tem o nome de Sorveteria da Ribeira. Cada um destes locais, andando de bicicleta , a pessoa descobre coisas, cantos, pessoas, locais de comer, sorveterias, padarias, barrcas de frutas, lojas de livros usados, museus, pontinhos de vendas de coisas interessantes,  que jamais imaginavam existir.

MUSEU DE ARTE MODERNA DA BAHIA, na Avenida Contorno.

O museu fica na Avenida Contorno. De bicicleta, em uma manhã, mesmo devagar, você visita Campo Grande, Museu de Arte Moderna, que não cobra ingresso para ter acesso e possui uma das mais lindas vistas da Bahia; Feira de São Joaquim; Calçada e Ribeira. Toda esta região ,nos domingos e feriados ficam quase vazias de carro, permitindo um passeio muito tranqüilo. Na Calçada você pode pegar um  trem e , com ou sem bicicleta, comer em um dos restaurantes mais populares da Bahia: O Boca de Galinha, na Suburbana. Perguntando, todos sabem onde fica. O boca é especializado em frutos do mar e tem indicação na Veja; no bikebook.blogspot.com e no muraldebugarin.com.

CANTO DA PRAÇA , NO LARGO DE NAZARÉ. Todos os domingos, das 09 às 12 horas, um grupo de músicos, amadores e profissionais, tocam e cantam, gratuitamente chorinhos, sambas e velhos carnavais.

COLECIONISMO – coleções de selos, moedas antigas,cartões postais, , fotografias,cartões telefonicos, colecionismo em geral: Todos os sábados, das 09 às 12 horas, na Séde dos Correios, na Pituba.

veja o video:


Copie e cole para ver os vídeos.

http://www.youtube.com/watch?v=PTDZnTMKrI8http://www.youtube.com/watch?v=PTDZnTMKrI8
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RESTAURANTE ESCORIAL, comida caseira, ao lado da Associação Atlética da Bahia, na Barra.

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UM PEDAÇO DO IMPERIO AUSTRO HUNGARO NA BAHIA.

A partir  das 18.50, o  "lugar" , para comer é o BISTRO PORTO DO SOL, na Porto da Barra,na Rua do Tamarineiro. Além da deliciosa comida autro - hungara, feita pelo casal proprietário, a decoração, com fotos de filmes antigos, fundo musical sob o mesmo tema, já é  suficiente para uma visita-lo, O proprietário Reinhard Lackinger, é um figuraço; mas não cheguem ali pondo pés em cima de cadeira, falando alto, embriagado, nem passe a noite tomando uma  cerveja e gritando. Aí o  Reinhard vai reclamar e, acho eu, com muita razão. O Bistrô não é barraca de praia, para você sentar sem camisa, por os pés em cima da mesa, sujá-la com restos de comida. Não é melhor nem pior do que nossas praias . É diferente. É um dos meus lugares preferidos em Salvador, tanto pelo ambiente quando pelas comidas.





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SEBOS, LOJAS DE LIVROS USADOS.

Visitem nossos sebos: só no Terminal da Lapa são tres. Eraldo, Juvenil e Papyro.
vejam também videos no you tube, procurando por valci barreto , livros usados, muraldebugarin.com

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CAFE DA MANHA

Delicatessem Albane, na Pituba, e almoço com coisas também do interior: banana da terra cozida, frita, farofas, bolos e sucos .

Ceasa do Rio Vermelho, no DONANA de domingo a domingo, com todas as iguarias, inclusive mocotó, sarapatel, aos sábados e domingos o café é reforçado.

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BIBLIOTECA PÚBLICA DOS BARRIS, que funciona também aos sábados e domingos. Sábados e domingos até as 16 horas.

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Cine Glauber Rocha com um café e livraria encantadora.

-vejam bem mais, sobre nossos pedais em salvaor, acessando:

Procurem por

Valci barreto ; muraldebugarin.com; bikebook.blogspot.com; passeios de bicicleta em salvador; canto da praça; Jabutis Vagarosos, pedalando em salvador; pedal da asbeb, no
You tube, Google, yahoo, que vocês poderão um dia perguntar: “Porque não comecei antes?”

Não esqueçam: Salvador é plana para andar de bicicleta; e quando estamos pedalando, a nossa capital fica pequeninha em tamanha e se agiganta em locais encantadores que jamais conheceremos se não for a pé ou em bicicleta.



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Vejam mais, acessando www.coisasprafazeremsalvador.com.br


PEDAL DA ASBEB.
Todo primeiro domingo do mês acontece um grande pedal em Salvador. É o pedal da Asbeb-Associação dos Bicicleteiros do Estado da Bahia, que acontece todo primeiro domingo do mês, saindo às 09 horas sai às 09 horas da manhã, da frente da Fonte Nova, Dique do Tororó,  

É um passeio democrático, participando  pessoas de todas as cores, credos, com qualquer tipo de roupa de uso comum e com qualquer bicicleta, desde que rode.

É um passeio lento, vem gente dos bairros mais afastados da cidade e até de municípios  vizinhos como Candeias, Lauro de Freitas, Camaçari, Ilha de Itaparica, sempre com mais de mil pessoas pedalando Este numero pode diminuir quando chove e no dias de sol muito forte porque, nesta ultima hipótese muistos se deslocam realizam passeis mains longos para praias e municípios vizinhos.
É recomendado o uso de capacete e luvas para maior segurança do ciclista. Os organizadores pedem doação de alimentos não perecíveis. Quem doa um kg de alimentos recebe ticket e concorre a sorteios que ocorrem no final de cada passeio. No próprio passeio o alimento arrecadado é entregue a uma entidade filantrópica.

OUTROS PASSESIOS  CICLISTICOS EM SALVADOR.

-Todos os dias há passeios noturnos em Salvador.

Quem tiver interesse no mundo do pedal baiano, acesse nossos sites:

bikebook.blogspot.com muraldeaventuras.com.br.

Vejam nossos vídeos no you tube, pesquisando em:

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valci barreto
passeios de bicicleta

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GRUPOS DE PASSEIOS CICLISTICOS EM SALVADOR:

PEDALADADANOITE
SINCRONIA
FAROL LIGHT
ITAPAGIPE É DO PEDAL
GRUPO NARANDIBA
AMIGOS DE BIKE
OGUNJA
JABUTIS VAGAROSOS
ASBB
ASBEB
PEDAL DE OURO
AMIGOS DE TONY
JARRAW.
SEM DESTINO
MURALDEAVENTURAS e muitos outros. Todos que conhecemos têm perfil publicado no  bikebook.com.br e no muraldebugarin.com.

OFICINAS SIMPLES DE BICICLETAS EM SALVADOR.

MARCELO , ex competidor de ciclismo, no Bairro da Barra ao lado da Perini, Rua Diniz Gonçalves, em frente ao Posto de gasolina. . Além de consertar, muitas vezes ele tem bicicleta e peças usadas à vendas, deixadas pelos seus clientes.

REGIS, NA VASCO DA GAMA.-  SPORT CICLO-

 na Vasco da Gama, em frente a O BARATÃO, inicio do viaduto da Vasco da Gama que dá acesso à Praça dos Reis Católicos.

Bikemania Beto bikemania Rua Artur Gonzales, 157, Pau da Lima

ERVACICLO, no Rio Vermelho, nas proximidades da entrada do Hotel Pestana.
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COLEÇÕES DE SELOS , POSTAIS, MOEDAS ANTIGAS.

=Leve seus filhos para descobrir o mundo das coleções de moedas, selos, cartões e fotos antigas na sede dos Correios, na PITUBA, todos os sábados, das 09 às 12 horas. Seus filhos vão agradecer o presente.

HUMBERTO ANTIGUIDADES,  no Orixás Center: moedas, discos de vinil, relógios, fotos antigas.

ADATEMDETUDO: Na Rua do Gravatá e na Ladeira da Praça, nas proximidades do prédio do Corpo de Bombeiros.  O filho de ADA , rapaz novo é marceneiro e faz reformas de móveis.

Em Ada há muitos objetos antigos: moveis de todo tipo, santos, candelabros, relógios, porcelanas, moedas, cédulas, vejam fotos de seus produtos, da sua loja, seu telefone,  no muraldebugarin.com

VIDEOS DE PASSEIOS E AÇOES CICLOATIVISTAS NO YOU TUBE.

Vejam nossos vídeos no you tube, pesquisando em:

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passeio ciclístico em salvador



Lápis, bicicleta, caneta, livro usado são itens que, apensar de comuns, simples e baratos, resolvem muitas coisas na vida da gente. Quanta gente não  já perdeu um negócio, viu fugir quem sabe o amor da sua vida por não ter anotado o seu telefone? Nome ou endereço em um destes encontros únicos que a vida promove e deixamos escapulir? Quantos não perderam um negocio, um programa pelo mesmo motivo? Quantas pessoas poderiam fazer belos passeios usando uma coisa tão simples como uma bicicleta? Quantos não deixaram de se emocionar com uma historia por ter deixado de abrir um livro, ou tido paciência para escutar alguém?  Tenho o  cuidado de ter estes poderosos instrumentos ao meu redor, mesmo nestes tempos de avião barato, metrôs, internet e livros de capas tentadoras nas prateleiras das livrarias.

Há certas coisas que a classe média, o novo rico, somente vai usar se um dos seus pares o fizer. Ou, especialmente, se a imagem aparecer em alguma novela.  O requisito para muita gente usar algum objeto, morar em algum bairro, é ser  aprovado por alguma celebridade, notadamente artistas e atletas. Se aparecer na novela, então, aí é certo que no dia seguinte tem gente “chic” fazendo o mesmo. Outra forma é aparecer alguém e afirmar: “é a ultima moda na Europa”. Chegou dos Estados Unidos. Se for da China, não vale. Senão, todo brasileiro usava bicicleta.

Raramente assisto a algum capitulo de novela.  Nada tenho contra elas, tendo-as, inclusive, como um grande gênero cultural que muito ensina à nossa população. As restrições que faço é que demoram muito para a trama ser contada, a  maioria dos diálogos não me interessam e nos horários eu prefiro sempre ler, ver revista ou fazer alguma atividade física, ainda que andando na esteira ou pedalando na ergométrica. Ultimamente a bicicleta tem entrado nas novelas, o que me tem agradado muito, principalmente porque nelas pedalam  personagem que representam classes de media para cima. Estas cenas, sem duvida, levarão mais pessoas a pedalar, A revista Caras, fotografando artistas circulando em bicicleta nas praias das celebridades do Rio de Janeiro e também no exterior têm prestado  grande serviço em favor das magrelas.

Antes, você podia andar  até de paletó em cidades como São Paulo e Rio de Janeiro ,em bicicleta. Em um outro momento, seria “vergonhosa”, “coisa de pobre”. Chic, como ainda é  a  CAMINHONETONA, de preferencia em  cor preta.

Hoje, pela manhã, precisava resolver um problema no cartório da Barra. Com nestas repartições não se pode entrar de bermuda, vesti uma camisa manga comprida, calça , meia e sapato social e assim me dirigi para o cartório. Resolvi tudo de forma rápida , sem estress, sem pressa, e, como era antes das dez, sem suar. Não é a primeira vez que assim procedo. Se fosse de carro, e até de moto, considerando outros lugares que tive de parar, teria demorado bem mais, encontrado flanelinhas chatos(há os bons, educados, sim) e outras mazelas que encontram quem anda de carro pelo centro.

Não quero lançar moda. Não tenho vocação nem perfil para  o ramo. Não sendo jogador de futebol, pastor, autoridade, ninguém vai andar de bicicleta “porque valci também anda”.

Porém , para os que tem vontade, e espera alguma celebridade assim proceder, já há um motivo bem forte  que  acredito farão mais gente da classe media encarar a magrela como meio de transporte alternativo: trata-se do social bike, que parecer vir também para ficar

 Vejam o vídeo abaixo para entender  melhor do que estou falando. Agora a moda vem da Dinamarca. Só que lá nunca foi moda: é do dia a dia das pessoas. Mas pondo como “moda vinda da Dinamarca”, tem um lado mais chic para ser considerado. Não seria o mesmo se dissesse: vem da China ,  Nigéria ou do México.  Para quem tiver alguma dúvida, acesse o vídeo abaixo:



Comercio de Salvador , ótimo e tranqüilo local para pedalar em domingos e feriados.


restaurante Juarez mercado do ouro

canto da praça, entrevista a Nivaldo.





café da manha, no mercado do rio vermelhom de domingo a domingo



fazenda real , Simões filho, entrevista a diogentes e crianças e a senhora



LOJAS E PONTOS DE LIVROS USADOS EM SALVADOR.

-O gaucho, em frente à Faculdade UNIJORGE, no Comercio. Vende livros usados. Pequeno ponto, aceita doações de livros usados.

-Daniel Sebo, na Rua da  Ajuda, edfo. Barreiros, atrás da Camara de Vereadores, ao lado de Gidi Antiguidades e do terminal de ônibus da Rua Chile, fone 91229368. Também aceita doações. Pessoa simpática, simples, há muitos anos vende livros naquela rua.

-Senhor Alfredo, na SETE PORTAS, parte baixa da Ladeira do Funil. Pessoa humilde, está no batente de domingo a domingo.

-Caju, ao lado da Biblioteca Publica dos Barris.

-Eraldo, senhor Juvenil e Papyro: todos no teminal da Lapa e nas imediçoes dos pontos de ônibus.

Não jogue livros no lixo: faça doações a pessoas que gostam de ler, bibliotecas comunitárias ou a pequenos sebos como os do  Gaucho, Daniel e Sem hor Alfredo.

LIVROS USADOS DO BABA, no Pelourinho em frente à Praça do Reguay, na sede dos artesãos do centro histórico , ao lado da Igreja Rosário dos Pretos.

=grupo de amantes de passeios ciclísticos, JABUTIS VAGAROSOS, realiza passeios por toda a cidade de Savador, notadamente nos domingos e feriados e não falta aos festejos do Bonfim , pedalando também no período de carnaval.

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SEBO SUBAÉ,LIVROS USADOS,  EM SANTO AMARO DA PURIFICAÇÃO

Há mais de dez anos, O sebo Subaé , em Santo Amaro da Purificação,  compra vende, troca e recebe doações de livros usados.

Segundo seu proprietário, figura simpática, alegre, humilde, comunicativa, os livros mais vendidos no Sebo Subaé são os romances  Julia e Sabrina.

Mantém, porém, um grande estoque de livros e revistas sobre os mais variados assuntos , romances, livros didáticos, revistas do Reader s Digest e muitas coleções.

O seu endereço é o mais fácil possível: Rua Marcilio Dias, Centro, ao lado do Banco do Brasil , Cine Bahia e em frente à Farmácia Senhora do Rosário.

Está aí mais um endereço de locais onde comprar e fazer doações de livros usados.

Fones do Sebo Subaé, em Santo Amaro da Purificação  (75) 81628737 99633376 (mas ponham o DD DE SANTO AMARO.

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Mesmo no carnaval é possível pedalar nas manhas dos dias de folia quando as ruas estão fechadas para o transito e os foliões descansam . Ai, todo o espaço fica para nosssas bicicletas.

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TEATRO-

O grupo e escola de teatro VANACONTRAMAO, nos dias 29 e 30.01 ; e nos dias 06, 12 e 20 de fevereiro, estará apresentando a peça

A CASA DE BERNARDA ALBA, um dos mais conhecidos textos do poeta e dramaturgo espanhol Garcia Lorca, no Teatro SESI do Rio Vermelho.


Ingressos à venda no próprio teatro do SESI, RIO VERMELHO.

“a peça retém a genial composição dramática de Garcia Lorca em uma casa só visitada por mulheres após a morte do varão. Cinco filhas, a viúva e duas empregadas vivem emparedadas, remoendo as ambições de se libertarem do jugo dos limites em que estão cerceadas. Enlutadas pelos próximos oito anos dividem fantasias, expectativas e falhas humanas que as obrigam a se amarem e se odiarem simultaneamente.”

Imperdível.

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ALUGUEL DE APART EM GENIPABU, GUARAJUBA , SALVADOR.

Em Guarajuba está situado um dos mais aprazíveis condomínios de Salvador, tipo apart. É o GENIPABU SUMMER HOUSE, com piscina, quadras poli esportivas, bem junto ao mar de Garajuba; bar, restaurante, estacionamento, sala de jogos e prefeito para família com crianças.

Valci e ou Rosangela Cariccio possui um dos apart e o aluga para temporada ou permanente.

87079715



NÃO JOGUEM LIVROS NEM REVISTAS USADAS NO LIXO.

Valci Barreto

Bikebook.blogspot.com
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Muitas pessoas não tem acesso à leitura. Especialmente  no interior ou mesmo nos bairros afastados dos grandes centros, porque simplesmente não há livros nem revistas para ler.

Há professoras de escolas publicas que emprestam livros para seus alunos e insistem para que elas os devolvam a fim de não faltar para as demais.

No entanto, muita gente por falta de espaço, para não dar mofo, para limpar a casa, simplesmente pegam livros e revistas usadas e jogam no lixo. Com certeza não é uma boa prática.

Livros e revistas são usadas para atividades lúdicas, psicosociais em entidades e clínicas psiquiátricas, alimentar a carência de livros e revistas em bibliotecas comunitárias. Há pessoas que gostam de ler e não tem condições econômicas para comprar livros novos.

Há  pessoas humildes que driblam o desemprego vendendo o mesmo material.

Como se vê, são muitas as destinações que podem ser atribuídas aos livros e revistas usadas. Apesar disso, muito gente os joga no lixo, provocando os mais variados problemas de ordem ecológica, privando ainda  muita gente de ter acesso à leitura.

Assim, em vez de jogar este material no lixo, melhor fazer doações a bibliotecas comunitárias, igrejas, crianças e famílias que gostam de ler ou a pequenos pontos de vendas de livros usados.

Alguns pontos para doações de livros que recomendamos:

Igreja Católica da Vitória, Ingreja Nossa Senhora da Luz, na Pituba, Mosteiro da Lapa, na Joana Angélica, bibliotecas comunitárias , como a do Calabar, entrada da Avenida Centenário.

Recomendamos ainda fazer doações para pessoas como:

Projeto LEITURA NA PRAÇA, na Cruz da redenção, Brotas. Neste projeto, Lazaro recebe livros e os distribui gratuitamente em praias, eventos, rodoviária. Todos na Cruz da Redenção sabe onde fica o Lazaro, ou Lau.

Daniel Sebo, na Rua da Ajuda, ao lado de Gidi Antiguidades, edfo. Barreiros, Térreo, atrás da Câmara de Vereadores de Salvador- 91229368

Senhor Alfredo, que vende livros usados na Ladeira do Funil, Sete Portas, em frente à empresa Resul.

Alemão, ou Gaucho, que vende livros usados em frente à Faculdade Unijorge, no Comercio.

Caju, que os vende em frente à Biblioteca pública dos Barris.

E, em Santo Amaro, no Sebo Subaé, cujo proprietário com sua simpatia e humildade vende livros há mais de dezn anos em Santo Amaro da Purificação, ao lado do Banco do Brasil e do Cine Bahia, bem no Centro da cidade.

As igrejas citadas fazem feiras anuais e vendem os livros recebidos das doações.

Os senhores Alfredo, Alemão são pessoas humildes que aceitam e agradecem as doações; o mesmo ocorre com o proprietário do Sebo Subaé, em Santo Amaro.

Ao viajar, leve alguns livros, revistas usadas e entregue para crianças que estejam brincando nas ruas: Elas fazem uma festa. E não esqueçam de ensinar para estas crianças: “ cuide, destes livros e revistas; depois que lerem, repassem para outras crianças”

Pode ser que elas obedeçam e, quando crescerem, façam o mesmo .

Doando livros e revista é a melhor, mais fácil, mais civilizada e producente  forma para  “limpar” sua casa de livros e revistas dos quais você não mais precisa.



13-LIVROS USADOS, para quem gosta de livros, há vários sebos em Salvador:

 tres no terminal da Lapa, dentro e fora do terminal: Papyro, Eraldo e senhor Juvenil, os dois primeiros no terminal de ônibus. O do senhor juvenil ao lado da Loja de Tecidos Bahia.

Pelourinho, ao lado da Igreja Rosário dos Pretos, em frente à Praça do Regay;  na sede da Associação dos Artesãos do Centro Histórico.

Centenário,  próximo ao Posto de Gasolina, Subida para a Graça.

senhor Alfredo, na Sete Portas, parte baixa da Ladeira do Funil;

Caju, em frente à Biblioteca Pública dos Barris.

Ao lado do Teatro Vila Velha

Praia dos livros, no Porto da Barra, mesmo prédio do Instituo Mauá. Ao lado do Posto Policial.

Um na Pituba, nas proximidades do antigo  prédio da Perini.

-Sebo do Daniel, Edfo. Barreiros, ao lado e Gide Antiguidades, terminal de ônibus da praça da  fone : 91229368

Berinjela, no Teminal da Praça da Sé.

Brandão, Edfo. Haia, Rua Ruy Barbosa.

O gaucho, o O Alemão, em frente ao prédio da Unijorge, no Comercio, quase em frente ao Prédio da Justiça do Trabalho.

Farol dos Livros, na Pituba.
todos os sebos de Salvador que conhecemos estão catalogados no bikebook.blogspot.com.


ESCOLA DE BIKE PROFESSOR LAZARO.
Competência, dedicação, sensibilidade, disciplina , bom humor. Este é o perfil do Professor Lázaro, que ensina a montar bicicleta. Ele vai até a sua casa , no local que ele ou você escolher acontecerão  as aulas.

O professor Lázaro é inscrito como instrutor nos órgãos competentes.

Se esta informação serve para animar alguem que se preocupa com idade, está na biografia de Leon Tolstoi que este escritor aprendeu a andar de bicicleta aos 66 anos de idade.

Lázaro estará dando aula no dia 02.02 a uma das suas alunas. Após a aula, pedalará pela região do Rio Vermelho e garantiu sua presença na feijoada do Everaldo Augusto, da SECOPA, também no Rio Vermelho.

Cheio de projetos e ações, Lázaro estará mais uma vez , durante o período de carnaval, com a sua cria, o BIKE FOLIA, que todo os anos acontece nas manhãs do período de carnaval.

Alguns viedeos nossos


Se clicar e não abrir, copie e cole, ou abra no you tube:

Valci barreto

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Bikebook.blogspotl.com




pedalando no corpus cristie pela cidade de salvador, valci e rose


passeio da asbeb, Lívia, filha de alan

-PARTICIPE DO MASSA CRITIA E MENINAS AO VENTO EM SALVADOR: Uma nova revolução acontecendo em favor das bicicletas e uma grande festa.



Exposição de Roque Araújo na Galeria pierre Verger

Coluna de Valci Barreto
 

Exposição de Roque Araújo na Galeria pierre Verger
O preço elevado dos ingressos, que mereceu comentário do crítico e professor de cinema da UFBA, André Setáro, eliminação de casas exibidoras, hoje restritas a espaços em shoppings, concorrência da TV e de outras mídias, nada disso apagou o encantamento pelo cinema.
 Roque Araujo, servidor da Fundação Cultural do Estado da Bahia, cineasta, proprietário e depositário de um grande acervo de câmeras e antigos equipamentos cinematográficos, os quais  vem colecionando há muitos anos,  finalmente promove uma exposição apaixonante, destacando os cem anos do cinema baiano.
Adoradores da sétima arte terão a oportunidade de conferir a Exposição Roque Araújo de Imagem e Som, que faz um panorama da história do cinema baiano, nacional e mundial, através do seu maquinário.
A exposição já está à disposição do público,  na Galeria Pierre Verger, Biblioteca Pública do Estado da Bahia nos Barris.

Durante a mostra serão exibidos  filmes baianos e nacionais que foram editados e mixados nos equipamentos que compõem a exposição.

Serão apresentadas  peças raras como a câmera chamada de caixa de fósforos, do início do cinema francês, juntamente com um projetor Kodascope Kodak, de 1910, bem como uma grande parte da aparelhagem de som da empresa Somil, que mantinha o  maior estúdio da América Latina na década de 80.

Muitas vezes conversei com  Roque sobre a sua coleção e seu sonho de exibi-la ao povo da Bahia, agora realizado. 

Roque Araújo deseja que o acervo com 1.185 peças, que hoje ficam guardadass em caixas em uma sala na Dimas (Diretoria do Áudiovisual Bahia), seja transferido para espaço adequado que possa servir como museu/escola em Salvador.

Recebeu proposta para levar os equipamentos para o Rio de Janeiro, Fortaleza, Brasília, Porto Seguro e Cachoeira. Mas sonha poder contribuir para a retomada do cinema em Salvador, de onde emergiram cineastas como Glauber Rocha, Roberto Pires e Edgar Navarro.

Roque Araújo, 74 anos - dos quais 53 dedicados ao cinema entre Salvador, Rio de Janeiro, Itália, São Paulo e França, participou de todas as produções cinematográficas realizadas por Glauber Rocha, além de Redenção, A Grande Feira, Tocaia no Asfalto, O Pagador de Promessas, Menino de Engenho, dentre outros; o que lhe dá  autoridade para contar uma grande história do cinema, ao vivo; e através desta exposição.

Período da exposição: de  06 de abril a 15 de maio, de segunda a sexta, das 9 às 17 horas
Aos sábados e domingos, das 10 às 16 horas.
A  entrada é gratuita.
Maiores informações: 31168112
-publicado no www.folhadoreconcavo.com.br

“RODA DE SAMBA DO HANGAR

 “RODA DE SAMBA DO HANGAR
     A Banda SALADA MISTA juntamente com a cantora WIL CARVALHO darão inicio nesta quinta-feira 05/05/2011 ao seu mais novo projeto de samba intitulado “RODA DE SAMBA DO HANGAR”, com a intuito de resgatar ao Rio Vermelho um público, fiel e cativo, que sempre nos acompanhou e que se transformou no nosso maior incentivo.  Esperamos todos voces lá !!! 
LOCAL: Bar Hangar Live Music, na Rua da Paciência 123, em frente a praia da Paciência, (antigo Restaurante O Marisco).
DATA: 05/05/2011 (quinta-feira).HORÁRIO: 21:00 h.COUVERT: R$ 20,00(homem) / R$ 15,00 (mulher).CONTATO: (71) 3014-4007 / angarreservas@hotmail.com

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Lançamento da Lemurian Bodyboards

Olá pessoal, 

 
Com o apoio do site www.surfbahia.com.br e dos amigos para divulgação nasce uma nova marca de prancha, a LEMURIAN BODYBOARDS (www.lemurian.com.br).
 
Mais informações no link abaixo:
 
http://muraldeaventuras.blogspot.com/2011/05/lemurian-bodyboards.html
 
Vamos prestigiar essa iniciativa!
Mural de Aventuras.

Postado por Bugarin

doaçao de livros em salvador




DOAÇAO DE LIVROS

E mail para meu amigo
Advogado ,  Alexandre,


-NÃO REVISEI O TEXTO.



Meu amigo, alexandre(alexandre andrade, advogado, filho do mestre em direito da catolica, ernandes andrde, figuraço, de curriculo invejavel como professor e militante em favor das causas da classe advocaticia): Todo livro é util, desde que não esteja totalmente apodrecido, comido pelo copim e sem condiçoes de restauro. o mais, tudo serve, menos, óbvio, o destinado às maldades.

Dica para voce se libertar dos livros que não querem ou não podem mais ter em casa:

distribuir pelos seus caminhos, descobrindo pequenos sebos bibliotecas comunitarias e pessoas que gostam de ler.( não faço doações para bibliotecas públicas: é um saco! prefiro até deixar na sala de leitura, com um rcado dizendo: este é seu não é da biblioteca. Leve com você, se dele gostar)

aos pouquinhos voce encontra uma rede:

espirita, por exemplo, graça, funcionaria do protocolo da justiça do trabalho adora.

Livros de medicina e de saude: de saude: portaria de clinica, converso antes com o garagista ou porteiro dou um ou dois, muito não poque, são livros pesados  e pergunto: conhece algum estagiário que goste, que precise deste tempo de livro? sempre tem alguem ali precisando, com certeza.

livros juridicos: estou estudando jornalismo na facudade da cidade: deixo lá cinco seis por dias, de variados assuntos. não sobra um de Direito:levam todos.

Livros infantis: deixo na fundação cultural, onde trabalho: sempre tem uma funcionaria que quer levar para os filhos, ou para eles mesmos, dependendo do assunto.

levo tambem para a biblioteca do calabar, exemplo de biblioteca comunitária. Vou sempre la , pedalando, em finais de semana.

ando de moto, bicicleta ou carro. não saio sem levar a quantidade possivel, até um que seja. So ando de carro nos finais de semana, ai levo alguns e deixo em locais igualmente estrategicos: almoçando sempre no Shopping Barra, alguns vigilantes,seguranças,que já descobri gostam ou precisam de ler, passo para eles. muitos fazem festa quando os recebem.

Revista, como caras, capricho, de celebridades, quando vou ao shopping barra, por exemplo, deixo no FUMODROMO, ou com os seguranças do estacionamento: tem sempre um que gosta de livro. sempre pergunto antes e peço: NÃO JOGUE NO LIXO. PASSE PARA ALGUEM. ESTE RECADO FUNCIONA.

Ai, meu caro, voce leva livro para o mundo,no seu dia a adia , sem carregar peso, sem se estressar nem preencher um formulário, como acontece em algumas entidades, onde voce tem que dizer até a cor da sua alma.

são joao, mias uma vez este ano, vou a jaguaquara, levo uma caixa no carro e entrego para moises, funcionario do hotel irmaos vaz, que adora ler, e que  está formando uma biblioteca dele mesmo, em sua casa, futuramente comunitaria, no bairro da casa, bairro pobre, onde vivi uma parte da minha infancia.

Moises é vigia, nasceu em salvador, gente muito boa que fica muito feliz quando recebe livros.

Fço também doações, embora compre bem mais do que oferto,  ao senhor  Alfredo, na sete portas, pessoa humilde que vende livros e revistas usadas, vivendo disso. Pessoa humilde que agradece a doação e precisa muito deste tipo de gesto nosso.

Ele fica lá de domingo a domingo, menos quando adoece ou quando chove, na  ladeira do funil, parte baixa

recentemente, fui mais uma vez ao boca de galinha: há uma senhora que tem uma barraca de doces uns cem mentros antes do restaurante, conversei antes com ela, se queria umas revistas para seus clientes ler enquanto tomava a cerveja. ela adorou, quando retornei do almoço,  varias pessoas estavam lendo o material que doei.

muita gente pode não se emocionar com isto. eu me emociono. ´e um vicio , vicio bom que acho já contaminou a mim, itana, buga, lazaro, meus amigos de pedal, e nosso colega paulo villares agora advogado e pedalante também.

este final de semana, não posso combinar pedal. vou pedalar, mas sem poder combinar porque é aniversario de uma filha e tem o dia das maes que possuem os festejos que voce ja sabe. SE FOSSE MAE, PREFERIA pedir de presente um passeio. No dia dos pais, peço sempre este presente para as minhas filhas: mas elas , preguiçosas para pedal, preferem outros programas. já me devem uns vinte ou mais pedais! Pois bem, PEDALAR PELA CIDADE E COMER NAS BARRACAS, JAMAIS IRIA TROCAR este programa por troca de TAPA POR LUGAR EM RESTAURANTE COMO MUITA GENTE FAZ. Porém,  como a mae que tenho em casa não pedala, e faz questão de pegar fila de restaurante, vou fazer a vontade dela, levando meu kindle, um livro, para o caso de acabar a bateria, um santo remedio para fila: por mim ela pode demorar. mas eu preferia pedalar e comemorar dia das maes, dos pais, dos avos,dos filhos,  da mosa, da barata, pedalando por ai, quem sabe até santo amaro para comer maniçoba e frutas na feira. Gosto disso . vou em tudo, sou ecletico, mas em dias de festejos, só pego fila, para comer por causa das minhas "mas companhias".Ainda bem que na Vararnda do Luciano agente, telefonando antes, tem uma certa, ou toda a mordomia ; e ainda posso ir de pedal, e encontrar lá com as "mas companhias" (quem não pedala em finais de semana, pelo menos!)

se antes eu era assim, com sessentinha, ainda estou mais convencido de que sempre que pudermos fazer o que gostarmos, porque é com prazer , sempre vale a pena.

Conversa comprida que a internet nos permite, e que ninguem é obrigado a ler.

faço questão de escrever porque: tem muita gente fazendo por ai o que não gosta por não ter descoberto tanta coisa boa, simples, barata , que há por ai, e sem estress, como é pedalar por estas ruas da bahia. ai, botei o lvro como mais um item porque possivel de carregar nas bicis, descopua espaço, não vai para o lixo e ainda dá alegria a muita gente. E a mim também. 

é historia longa que, quem quiser saber mais, é so acessar

bikebook.blogspot.com
muraldebugarin.com

ou procurar

valci barreto, no google. Não divulgo para me promover, voce sabe disso: divulgo porque é uma coisa boa e qualquer pessoa pode fazer. É como fazemos quando descobrimos um filme bom, um restaurante , uma praia bonita e avisamos para amigos.

faço com livros, mas pode-se fazer com brinquedo quebrado também: não jogo fora: dou a algum menino por ai. eles podem até jogar no lixo. eu não.

um forte abraço

depois deste final de semana, agende para darmos uma pedalada,como combinamos, no outro final de semana e vamos pedalar até o Calabar. Vá treinando, mesmo na ergometrica, pois nosso passeio é lento e quando a pessoa não aguenta a gente para até a pessoa voltar à forma.


Nós do jabutis vagarosos, so não convidamos pessoas: apressadas, mal educadas, que ficam gritando, que não respeitam as normas de transito.


e fica certo tambem: se não chegar no horario, JABUTIS NÃO ESPERA!


VEJA "CARTILHA DO JABUTIS VAGAROSOS" , PUBLICADA NESTE NOSSO SITE.


FORTE ABRAÇO, PARA VOCE, SEUS FILHOS, NOSSO QUERIDO ERNANDES E TODA A SUA FAMILIA E EQUIPE DE TRABALHO.

forte abraço,


Valci
deixei uma sacola de livros ontem na portaria de seu predio
foram entregues?
espero que sejam uteis!

Alexandre Andrade

--- Em 
qua, 27/4/11, valci barreto <valcibarretoadv@yahoo.com.br> escreveu:


De: valci barreto <valcibarretoadv@yahoo.com.br>
Assunto: Re: livos
Para: "Alexandre Andrade" <alexandreandradeadv@yahoo.com.br>
Data: Quarta-feira, 27 de Abril de 2011, 17:48

meu comandante:


pode deixar em meu predio, sem problema, inclusive os jurídicos.




quanto aos juridicos uma boa novidade: doia-me ver o pessoal jogando fora.


não sei se voce sabe, estou estuando jornalismo na faculdade da cidade. NÃO VOU ABANDONAR A ADVOCACIA, NÃO. O JORNALISMO SERÁ MAIS UM HOBie.


pois bem, quando levo livros de direito : todos os dias levo cinco, dez livros: É UMA FESTA: MUita gente de baixa renda estduda lá e quem os livros.


A SAIDA ESTÁ SENDO BOA.


abraçao.





Valci Barreto, advogado, Procurador da Fundação Cultural do Estado da Bahia.
ESCRITORIO DE ADVOCACIA: Rua Barros Falcão, 542, Matatu, Largo dos Paranhos, Salvador Bahia - Brasil . Fone 34913233, das 14.00 às 17 horas, de segunda a sexta. Celular: (71)99999221-
-Colaborador do jornal e site FOLHA DO RECONCAVO(www.folhadoreconcavo.com.br) e do muraldebugarin.com.
-Editor do blog bikebook.blogspot.com.


De: Alexandre Andrade <alexandreandradeadv@yahoo.com.br>
Para: valcibarretoadv@yahoo.com.br
Enviadas: Quarta-feira, 27 de Abril de 2011 16:43
Assunto: Re: livos

Valci
separei meia duzia de livros, romances e alguns juridicos.
como faremos?deixo em seu predio?

Alexandre Andrade

segunda-feira, 2 de maio de 2011

LA CAMPANA, FAMILIA APRILE , FEIRA DE SANTANA

LA CAMPANA, FAMILIA APRILE , FEIRA DE SANTANA
Valci Barreto
advogado, cicloativista baiano.
editor do bikebook.com.br
muraldebugarin.com
colaborador Folha do Reconcavo.


Após a Segunda Guerra Mundial, 41 famílias de imigrantes italianos instalaram-se em Jaguaquara, levando para esta cidade do Vale do Jiquiriçá, na Bahia, a cultura de verduras , hortaliças, notadamente a do tomate que , em certa época , antes da concorrência dos fornecedores do sul do pais, Vale do São Francisco e do próprio recôncavo baiano, chegou a representar mais de setenta por cento do abastecimento de Salvador.

Entre os imigrantes estava a família Aprile. E nesta um garoto com 17 anos, hoje um senhor de mais de 70, Silvano Aprile, que trabalhou com agricultura; caminhão;mercancia; madeira e montou uma oficina no Entrocamento to de Jaguaquara, km 43 da Br 116, onde se tornou um reconhecido mecânico de automóvel.

Imaginando, criando, produzindo, lutando pela sobrevivência, executando os mais variados ofícios, mesmo com limitações de estudos, comuns aos imigrantes de então, o senhor Silvano veio a implantar, no mesmo Entrocamento, o primeiro restaurante de comida italiana da região, o Abruzzi, em 1960 . Daquela localidade e época tem início uma parte da história do Filé à Parmegiana como o conhecemos na Bahia.


Não se sabe a origem desta maravilhosa comida. Muitos, por conta do seu nome, associam-na a Parma , na Itália, tese contestada por historiadores que negam ter ele existido naquele pais, afirmando eles que seu nome é também relacionado a Milão, portando o nome de "bife à milanesa". igualmente  desconhecido naquela cidade.

Seja qual for a origem da deliciosa comida, muito tem para contar sobre ela o senhor Aprile, que mantém, juntamente com sua filha Ana, um restaurante de comida italiana em Feira de Santana, o LÁ CAMPANA.

Há uns dois anos, sem maiores comentários, sem qualquer pretensão, senão matar a fome, levou-me um amigo para almoçarmos naquela casa de pasto, quando passávamos por Feira em direção a Itaberaba. Pedimos o Filé à Parmegiana, que gravou em mim um sabor que desejei vê-lo repetido em minhas papilas gustativas em uma  outra oportunidade.

Hoje estive em Feira e um dos meus programas seria almoçar naquela casa. Logo ao entrar, recebeu-me o seu proprietário, senhor Aprile que, atendendo às minhas primeiras indagações sobre a origem da sua pessoa, perguntou-me se queria saber da italiana ou da brasileira> Pedi-lhe que me falasse das duas. Irradiando simpatia, percebeu a iluminação também em meu rosto estampado,  ao descobrir-me seu conterrâneo, na parte brasileira. A outra vinha de  Pescara, onde nasceu, cujo ponto me indica, orgulhosamente, em um mapa fixado como decoração em uma das paredes do La Campana.


O doce nome da minha terra, Jaguaquara, e da colônia italiana da minha infância, pronunciadas naquele momento, não deram mais descanso para o senhor Aprile. “obriguei-o" a contar um pouco da sua história, o que fez com todo gosto, enquanto o escutei ,fascinado, por quase duas horas.

Nascido em Pescara, de família muito pobre, talentoso para o comércio, saia pelo interior daquela região pesqueira italiana, entrando em fazendas, sítios , povoados, casas de pescadores, comprando , vendendo, trocando ovos, temperos, galinhas, carnes, mascateando, enfim ; e tudo fazendo em bicicleta. Minha cabeça voava para a Itália, passando nela um filme em que seu Aprile se agigantava como artista maior, pedalando uma bicicleta enferrujada; pneus gastos; sem marcha, daquelas que estamos acostumados a ver em filmes clássicos italianos, cheia de tralhas no bagageiro, quadro e guidom.

Já fascinado com os seus depoimentos, pedi-lhe que contasse a história das bicicletas em sua vida, entusiasmando-o quando lhe falei dos meus passeios pelas ruas de Salvador, transportado neste fascinante condutor de pessoas e de emoções.

Fazendo eu pequenas anotações da sua fala, perguntou-me gentilmente o motivo delas e se eu era escritor. Respondi-lhe que não;  que visavam elas informar aos amigos ciclistas da existência , história e endereço do seu restaurante . Após calculada pausa para ouvir meu gosto pelas magrelas, sequenciou a fala, surpreendendo-me com cada frase, olhar, elegância nos gestos e doçura de quem bem domina a arte de contar a sua própria história, acrescentando, entusiasmado:

‘Eu e um amigo éramos invencíveis em corridas de bicicletas na região de Pescara. À época, os grandes campeões eram Cope e Bartali.(ícones do ciclismo mundial), com mais idade do que nós, e já profissionais.Estávamos nos preparando para substituí-los nas grandes provas da Europa, começando pela Itália, sonho com grandes possibilidades de se tornar realidade , pois , em nossa região, éramos imbatíveis.”  E acrescentou convicto , seguro : “Tínhamos tudo para isto, mesmo porque pedalar fazia parte do meu ofício diário, subindo e descendo morros da zona rural de Pescara, com a bicicleta carregada de todo tipo de mercadoria."

A guerra, a imigração, interrompeu este caminho que trilharia o senhor Aprile. Mas ficou mais esta história para ser contada.

Envolvia-me cada vez mais , enquanto Victor e Ró ,em outra mesa, deliciavam-se , literalmente quase mergulhados em dois pratos pedidos , um dos quais o famoso filé.

Apesar do sabor, da certeza da delícia que abastecia os dois, alimentava-me com a história do senhor Aprile. Perguntando porque ele não a escrevia , disse-me que já está fazendo isto. Porém, para assim se expressar, houve um certo ritual, enriquecedor da forma de contar, dizendo que, estimulado por netos, familiares, para escrevê-la, comprou um caderno escolar somente para este fim , estando com relatos crescentes, intercalando frases, conceitos, expressões tanto em italiano quanto em português, esforçando-se muito em função de confessada limitação escolar.

-Não se preocupe, senhor Aprile, importante é anotar o que for possível, o que vier da memória; alguém vai ler, traduzir, transmitir sua história, disse-lhe. Retomou a fala o senhor Aprile para dizer que tem uma neta jornalista, Karine Yervese Aprile , que trabalha no Jornal à Tarde, afirmação que me fez certo de que  a publicação do seu livro será para breve. Sua neta jornalista , afirmou, é uma das suas incentivadores.

Fez questão de pontuar: "a parte que quero contar da minha vida , são as minhas conclusões, teses, convicções, meus conhecimentos da história que construí,. coziando,  degustando, aprimorando  o Filé à Parmegiana.

Deduzi naquele encontro , sem esforço, ter o senhor Aprile muito contribuído para apuração do cozimento, enfeite e sabor daquele Filé, como hoje o conhecemos na Bahia, a partir do primeiro restaurante, o Abruzzi  em 1960. Dali , diz seu Aprile, resultaram os mais deliciosos filés à Parmegiana da Bahia, consagrados por restaurantes como Volare e Bella Napoli, em Salvador, e pelo Giacamano, que funciona em Jaguaquara; restaurantes estes , todos eles, originários da Familia Aprile, das colônias italianas de Itiruçu e Jaguaquara.

Pretendia contar para mim apenas a parte da sua história em Jaguaquara, relativa ao delicioso filé . Mas, para minha sorte, terminou emendando, melhorando, enriquecendo-a para tecer comentários sobre Mussolini; Clero Italiano da sua época; imigração; festa do trigo em Jaguaquara; seu talento para variados ofícios, principalmente para o comércio, mecânica, cozinha e ciclismo, este interrompido pela sua vinda para o Brasil.

Quase não almocei, interessado nas histórias e estórias ali escutadas. Com receio de  Ró e Vitor não deixarem  nem um pouquinho do filé para mim, o que por pouco não aconteceu, dirigi-me para a mesa deles, arrastando o senhor Aprile que, generosamente, continuou contando a sua história de vida, pontuada por algumas tristezas, como a vivenciada pelo  falecimento da sua esposa , vitimada por câncer, fato que o abateu profundamente.

Mais uma pessoa para contar belas histórias de livro, Jaguaquara, bicicleta e comida. Sem esta última, não há vida. Por isto, ficou bem melhor tudo juntado, misturado pelo senhor Aprile, operação que bem desenvolveu para tornar tão apreciados os pratos servidos no La Campana, com destaque para delicioso Filé.

Volto lá para ouvir mais e comer bem mais.

Quem passar por Feira de Santana, não pode deixar de conhecer o Restaurante LA CAMPANA. Pelo menos aqueles que gostam de boa comida, temperada com histórias, como as contadas por aquele simpático senhor.

E se  tiver mais sorte do que hoje tive,  poderá ainda ouvi-lo tocando sanfona; com a qual, na companhia de seu contemporâneo de colônia Giuseppe Petaccia, realizou muitos festejos sob o efeito bendito dos vinhos caseiros, fabricados ali mesmo, na colônia italiana de Jaguaquara. Ao lembrar-se  do amigo, já falecido, seus olhos brilharam, revelando muitas saudades. E cantou,  baixinho, imitando a voz de tenor do amigo: "O Sole Mio", canção que embalava as festas, lembranças, saudades das suas vivências na terra natal italiana e juventude em Jaguaquara.

Não nos contou tudo o senhor Aprile. Muito menos o faço aqui. Terei que voltar lá outras e outras vezes. Enquanto isto, seguirei fazendo minhas leituras, pedaladas, contando estas coisas para meus amigos; e o seu Aprile , em Feira, oferecendo o seu incomparável filé; e pondo no papel as suas histórias que seu futuro livro conduzirá para mais gente, por mais tempo e para bem mais longe: missões próprias deste majestoso condutor de saber. E tudo bem simples, gostoso, igual à sua cantina, filé, bicicletas, livros e sonhos. Estes, sempre infinitos.

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LÁ CAMPANA: Rua São Domingos, 86, Capuchinhos, Feira de Santana.

Se alguém tiver dificuldade em localizar, peça a um mototaxi para levá-lo até lá. Paguei cinco reais a um deles, que me serviu de guia e me deixou na porta do LA CAMPANA, sem qualquer dificuldade.

Quem tem boca vai à Roma. Muito mais fácil será chegar à cantina LA CAMPANA, do senhor Aprile.

Aproveitem a lembrança, copiem,colem , o vídeo abaixo ; fechem os olhos e entreguem-se ao belo mundo das harmonias sonoras: "O Sole Mio":

http://www.youtube.com/watch?v=sjqHA8x1rOk
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Publicado no bikebook.com.br

Muraldebugarin e folha do recôncavo.

HOJE PARA MIM NÃO DEU PEDAL

Não pude, ir para o pedal do Itapagipe é do Pedal, onde aconteceu a grande festa do DIA DO TRABALHADOR, com festejos do Itapagipe, nem ao parque da cidade, uma outra opção. Asbeb, também não. Ou seja, não pedalei!

Espero que todas as festas pedalisticas tenham sido as melhores.

Paragens ao Itapagipe.

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vejam as fotos de buga na argentina, no muraldebugarin.com.

abraçao para todos, valcibarretoadv@yahoo.com.br

domingo, 1 de maio de 2011

TRANSITO CONGESTIONADO, FILAS EM TODA A GEOGRAFIA BAIANA

TRANSITO CONGESTIONADO, FILAS EM TODA A GEOGRAFIA BAIANA


Valci Barreto.

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Está publicado na Tribuna da Bahia ON LINE, de 1 de maio de 2011, crônica do jornalista e escritor JOLIVALDO FREITAS, a respeito das filas nos bancos, supermercados e congestionamento do transito baiano.

Meu caro Joli, vamo-nos acostumando, pois vai piorar! Tem que vir o caos e, como consequência, as melhoras.  Apenas melhoras, porque solução, jamais. Quando tudo parar, e isto vai acontecer, muitas providencias virão. O homem é esperto e sempre vai achar um jeito de sair do sufoco. Como construiu o carro  para não andar a pé, a  cavalo nem de carroça,  não vai querer voltar atrás. Como  não vai agüentar ver TV ;brigas e comidas caseiras o tempo todo, vai ter que sair para a rua. Somando tudo e tendo que dar um jeito, alguns paliativos já podem ser indicados para atender às suas necessidades imediatas. Alguns deles já estão em uso: em vez de fazer compras em Supermercados, compra-se em quitandas, mesmo um pouquinho mais caro e com menos opções;  Nelas, não falta o básico: feijão, arroz, farinha , cigarro , remédio para dor de cabeça. Algumas delas, como se sabe, são verdadeiras vitrines americanas ou européias, nos bairros mais nobres. Em relação ao trânsito, pode-se marcar reuniões de negócios, ou mesmo amorosos, às margens das pistas ou dentro do próprio  carro.  Como exemplo, você vai de carro da Barra para o Iguatemi, e avisa ao parceiro o seu trajeto. O  outro, que vem em sentido contrário, dá igual aviso e combinam: quando tudo travar, agente se comunica e se encontra no ponto mais próximo; é uma solução radical, mas funciona. Logo em seguida aparecerão barracas de proteção para os "homens de negócio".  (Impossível será resolver o problema do assalto; mas aí é outra estória). Você ainda tem a opção de usar a bicicleta,  que ninguém quer,  salvo nossos amigos do MASSA CRITICA e do  MENINAS AO VENTO que adoram engarrafamentos  de veículos. Quanto mais engarrafado o transito, menor o risco de atropelo e mais elas comemoram.l Pouca gente sabe como nós que pedalamos somos apaixonados por engarrafamentos no transito! É uma festa: ninguém consegue atropelar um ciclista com o carro parado!

Por mil razões, pegar um carro para comprar um pão a cem metros de distancia de casa é cômodo,  fácil , além de atestar poder e riqueza.  Por isto, há quem prefira ficar uma hora dentro no ar condicionado do carro, do que andar cinco minutos a  pé.  Porém, se tudo engarrafar, até para comprar o pão da esquina, como vai acontecer, em qualquer dia ou hora, com certeza as pessoas não vão se suicidar: irão a pé, ou ficarão em casa, mesmo que  faltem ao  trabalho.

Como vê, há soluções possíveis para o congestionamento do transito e para as filas de Supermercados. Em relação ao SUS e bancos, aí, confesso, não acredito nem em paliativos porque,  Banco e  SUS , além de fortes, não têm alma. E pobre, convenhamos, nasceu prá sofrer. Em compensação, pouco vai se importar com filad naqueles locais porque elas se constituem em uma das suas diversões, local de encontrar amigos, bater papo, falar das suas doenças , necessidades, filhos, netos e resultado do futebol. Agora,  que eles precisam de um lugar para sentar e uma cobertura para se proteger da chuva e do sol, ai, precisam. Mas , como pobre não é doido de reclamar , com tantos seguranças atentos, e se adaptam até a torturas maiores , tudo continuará do jeito que está.

Sendo eu advogado militante, além dos engarrafamentos e filas de bancos, tenho que tolerar ainda as dos cartórios e das burocracias forenses; fila é parte da vida de advogados de um modo geral, até de alguns riquinhos, excluindo-se apenas os proprietários dos grandes escritórios que mandam seus estagiários para derramar sangue pelos caminhos forenses.  A fila, para advogado, é parte do seu cotidiano. E  nela se entra até para se  informar se uma audiência agendada vai mesmo acontecer

Vamos torcer para engarrafar bem mais para que a teimosia e  inteligência do Homem encontre a solução. Ela existe. Agora , que vai demorar, aí vai: carro, ar condicionado em lugar quente e aquecedor em lugar frio, é bom demais! Neguinho não vai querer se liberar fácil dele não. Tem que vir o sofrimento, que o congestionamento e as filas já começaram a resolver.


No meu caso, andando  a pé, de moto, bicicleta e portando um kindle , muita coisa já melhorou.  Por cautela, levo também um livro porque  já aconteceu de em apenas uma única fila a bateria, novinha e bem carregada, se esgotar.

Com este  dois poderosos instrumentos  tenho sentido um grande alívio; e,  muitas vezes, mesmo de paletó, gravata, sob calor,  peso de  processo, cheiro de suor e mofo  do ambiente,  fico  até torcendo para a fila não acabar tão cedo...

ARGENTINA

Estamos sem tempo para postar rsrsrs mais temos posto todo dia seguinte as fotos no muraldebugarin.com então é dando uma olhada.
A todos um bom dia, hoje vamos navegar no Rio da Prata.


Essa fanta só tem aqui sabor de melão que eles chamam aqui de PAMELO


E esse alguem conhece?

Bugarin