DUVIDAS PASCAIS
(Luis Fernando Veríssimo)
- Papai, o que é Páscoa?
- Ora, Páscoa é... bem... é uma festa religiosa!
- Igual ao Natal?
- É parecido. Só que no Natal comemora-se o nascimento de Jesus, e na Páscoa, se não me engano, comemora-se a sua ressurreição.
- Ressurreição?
- É, ressurreição. Marta, vem cá!
- Sim?
- Explica pra esse garoto o que é ressurreição pra eu poder ler o meu jornal.
- Bom meu filho, ressurreição é tornar a viver após ter morrido. Foi o que aconteceu com Jesus, três dias depois de ter sido crucificado. Ele ressuscitou e subiu aos céus. Entendeu?
- Mais ou menos... Mamãe, Jesus era um coelho?
- Que é isso menino? Não me fale uma bobagem dessas! Coelho! Jesus Cristo é o Papai do Céu! Nem parece que esse menino foi batizado! Jorge, esse menino não pode crescer desse jeito, sem ir numa missa pelo menos aos domingos. Até parece que não lhe demos uma educação cristã! Já pensou se ele solta uma besteira dessas na escola? Deus me perdoe! Amanhã mesmo vou matricular esse moleque no catecismo!
- Mamãe, mas o Papai do Céu não é Deus?
- É filho, Jesus e Deus são a mesma coisa. Você vai estudar isso no catecismo. É a Trindade. Deus é Pai, Filho e Espírito Santo.
- O Espírito Santo também é Deus?
- É sim.
- E Minas Gerais?
- Sacrilégio!!!
- É por isso que a Ilha da Trindade fica perto do Espírito Santo?
- Não é o Estado do Espírito Santo que compõe a Trindade, meu filho, é o Espírito Santo de Deus. É um negócio meio complicado, nem a mamãe entende direito. Mas se você perguntar no catecismo a professora explica tudinho!
- Bom, se Jesus não é um coelho, quem é o coelho da Páscoa?
- Eu sei lá! É uma tradição. É igual a Papai Noel, só que ao invés de presente ele traz ovinhos.
- Coelho bota ovo?
- Chega! Deixa eu ir fazer o almoço que eu ganho mais!
- Papai, não era melhor que fosse galinha da Páscoa?
- Era... era melhor, sim... ou então urubu.
- Papai, Jesus nasceu no dia 25 de dezembro, né?
- É.
- Que dia que ele morreu?
- Isso eu sei: na Sexta-feira Santa.
- Que dia e que mês?
- (???) Sabe que eu nunca pensei nisso? Eu só aprendi que ele morreu na Sexta-feira Santa e ressuscitou três dias depois, no Sábado de Aleluia.
- Um dia depois!
- Não, três dias depois.
- Então morreu na quarta-feira.
- Não, morreu na Sexta-feira Santa... ou terá sido na Quarta-feira de Cinzas? Ah, garoto, vê se não me confunde! Morreu na sexta mesmo e ressuscitou no sábado, três dias depois! Como? Pergunte à sua professora de catecismo!
- Papai, por que amarraram um monte de bonecos de pano lá na rua?
- É que hoje é Sábado de Aleluia, e o pessoal vai fazer a malhação do Judas. Judas foi o apóstolo que traiu Jesus.
- O Judas traiu Jesus no sábado?
- Claro que não! Se Jesus morreu na sexta!!!
- Então por que eles não malham o Judas no dia certo?
- Ui...
- Papai, qual era o sobrenome de Jesus?
- Cristo. Jesus Cristo.
- Só?
- Que eu saiba sim, por quê?
- Não sei não, mas tenho um palpite de que o nome dele era Jesus Cristo Coelho. Só assim esse negócio de coelho da Páscoa faz sentido, não acha?
- Ai Coitada!
- Coitada de quem?
- Da sua professora de catecismo!
Editores: VALCI BARRETO, Advogado, estudante de jornalismo. Fones: 9999-9221 (Tim), 3384-3419 e 8760-7969 (Oi). Email: valcibarretoadv@yahoo.com.br. Colaboradores: Itana Mangieri, Alberto Bugarin e Sérgio Bezerra. Todos blogueiros, cicloativistas e amantes de livros, fotos e videos - Interesses do Blog: reportagens, artigos, com destaque especial para passeios de bicicletas, livros, cultura em geral, cicloativismo, cicloturismo e educação para o trânsito. Colaborações serão sempre bem vindas.
quarta-feira, 19 de março de 2008
terça-feira, 18 de março de 2008
Homem que atropelou e matou mulher vai depor
ter, 18/03/2008 - 11:46 — valci barreto
Homem que atropelou e matou mulher vai depor
18/03/2008 - 8h49m
Presta depoimento na manhã desta terça-feira (18), o motorista Derivaldo Ramos Júnior, que atropelou e matou a dona de casa Vivalda Barreto de Santana, 46 anos, na última sexta-feira (14), no bairro de Patamares.
Vivalda estava em um ponto de ônibus da Avenida Pinto de Aguiar, quando foi atingida pelo Gol, que invadiu a calçada. A dona de casa perdeu parte das pernas e morreu após sofrer três paradas cardíacas durante uma cirurgia.
PUBLICADO NO SITE DO CORREIO DA BAHIA DE 18.03.2008
ter, 18/03/2008 - 11:46 — valci barreto
Homem que atropelou e matou mulher vai depor
18/03/2008 - 8h49m
Presta depoimento na manhã desta terça-feira (18), o motorista Derivaldo Ramos Júnior, que atropelou e matou a dona de casa Vivalda Barreto de Santana, 46 anos, na última sexta-feira (14), no bairro de Patamares.
Vivalda estava em um ponto de ônibus da Avenida Pinto de Aguiar, quando foi atingida pelo Gol, que invadiu a calçada. A dona de casa perdeu parte das pernas e morreu após sofrer três paradas cardíacas durante uma cirurgia.
PUBLICADO NO SITE DO CORREIO DA BAHIA DE 18.03.2008
"Colisão com carreta mata 2 pessoas na BR-101
18/03/2008 - 10h51m
Duas pessoas morreram em acidente envolvendo um carro e uma carreta no Km 894 da BR-101, próximo à cidade de Teixeira de Freitas. A colisão ocorreu no início da noite de ontem (17).
O Celta prata, com placa de São Mateus (ES), invadiu a contramão e bateu de frente com a carreta, que tem placa da cidade de Serra, também no Espírito Santo.
A passageira que estava no banco do carona do Celta, Lorena Santos Novaes, 27 anos, e o motorista Nilton Inácio da Silva Júnior, 30, morreram no local do acidente.
O motorista da carreta, José Olendino Carli Alves, 35 anos, foi ouvido pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) e pela Polícia Civil de Teixeira de Freitas, mas foi liberado em seguida. José não sofreu ferimentos.
*Com informações da TV Santa Cruz"
CORREIO DA BAHIA 16.03.2008
18/03/2008 - 10h51m
Duas pessoas morreram em acidente envolvendo um carro e uma carreta no Km 894 da BR-101, próximo à cidade de Teixeira de Freitas. A colisão ocorreu no início da noite de ontem (17).
O Celta prata, com placa de São Mateus (ES), invadiu a contramão e bateu de frente com a carreta, que tem placa da cidade de Serra, também no Espírito Santo.
A passageira que estava no banco do carona do Celta, Lorena Santos Novaes, 27 anos, e o motorista Nilton Inácio da Silva Júnior, 30, morreram no local do acidente.
O motorista da carreta, José Olendino Carli Alves, 35 anos, foi ouvido pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) e pela Polícia Civil de Teixeira de Freitas, mas foi liberado em seguida. José não sofreu ferimentos.
*Com informações da TV Santa Cruz"
CORREIO DA BAHIA 16.03.2008
sábado, 15 de março de 2008
Encontro de Amigos do Pedal no AKIDABOM.
Valci Barreto
Editor do bikebook.blogspot.com
Colaborador do muraldebugarin.com
Na quinta feira passada, eu, Alexandre Machado, Pavesi, Valter e Heraldo Simas reunimo-nos no Restaurante Akidabom, no Shoping Aquidabã, Sete Portas, para um bate papo sobre nossos projetos de passeios ciclísticos, especialmente o que se avizinha para a cidade de Nazaré das Farinhas, que acontecerá após a Semana Santa, com data a ser anunciada.
Projeto antigo nosso, já está mais ou menos esboçado para sua execução . Ficaram estabelecidos alguns critérios, aceitos por todos nós, os quais já estamos divulgando para os interessados irem se preparando. O passeio será no sábado e no domingo pela manhã. Quem quiser vai de carro, ônibus, van, sozinhos ou em grupo, na sexta feira, ainda que à note. Pois, no sabado pela manha terá início a pedalada. Será um cicloturismo lento, com visitas a locais importantes , bonitos, curiosos, indicados por Valter, nascido na região, que servirá de guia, conhecedor e apaixonado que é pela sua terra natal. Serão visitados locais, como cachoeiras, sítios , engenhos históricos, e locais de artesanato como Maragogipinho, mundialmente conhecido pela sua arte ceramista.
Cada um custeará sua própria despesa. Cada pessoa ou grupo será responsável por pousada, transporte e despesas. Valter apenas, para facilitar os interessados, postará em nossos blgs e sites, nomes e fones de algumas pousadas. Sua única função, deixou bem claro, será guiar o grupo na hora da pedalada, cujo local, dia e horário de saída será divulgado com antecedência. Todos estão convidados, pedindo apenas o de sempre: nada de gritarias, correrias, buzinadas. Todos devem usar luvas e capacete, Quem quiser , pode seguir outros caminhos,trilhas, roteiros, horários.
Por parte de Valter, não haverá qualquer comando ou coordenação. Apenas está convidando para um pedal, leve, alá Jabuti, com os critérios acima. Quem quiser deixar o grupo e seguir outros caminhos, ficará à vontade, mesmo no dia e horário do passeio.
Escolhemos, a ultima quinta feira de cada mes, para almoçarmos no AKIDABOM para trocarmos informações e falarmos sobre o tema bicicleta.
A galinha ao molho pardo do AKIDABOM é por demais deliciosa. Há cozido, comida baiana e outros pratos , em dias certos da semana, todos merecedores de aplauso de uma cativa clientela, a exemplo de Leonardo e Mozart, proprietários da empresa RESUL REFRIGERAÇÃO.
Após as coversas, almoço, promessas de fazermos dali um ponto de encontro de amigos do pedal, cada um seguiu seu caminho; não sem antes pousarmos para a foto, que está na galeria do muraldebugarin.com.
Neste encontro, houve uma queixa muito séria do Pavesi: está muito aborrecido porque o passeio, programado para Aracaju, no carnaval, não aconteceu.
No AKIDABOM , voce come gostoso,encontra amigos de pedal, ambiente para falar de bicicleta, vendo, ainda, lindas miniaturas de bicicletas, coleção do Valer.
A foto do nosso almoço está na "galeria de fotos" do muraldebugarin.com.
-publicado no muraldebugarin.com
e
no bikebook.blogspot.com
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Valci Barreto
Editor do bikebook.blogspot.com
Colaborador do muraldebugarin.com
Na quinta feira passada, eu, Alexandre Machado, Pavesi, Valter e Heraldo Simas reunimo-nos no Restaurante Akidabom, no Shoping Aquidabã, Sete Portas, para um bate papo sobre nossos projetos de passeios ciclísticos, especialmente o que se avizinha para a cidade de Nazaré das Farinhas, que acontecerá após a Semana Santa, com data a ser anunciada.
Projeto antigo nosso, já está mais ou menos esboçado para sua execução . Ficaram estabelecidos alguns critérios, aceitos por todos nós, os quais já estamos divulgando para os interessados irem se preparando. O passeio será no sábado e no domingo pela manhã. Quem quiser vai de carro, ônibus, van, sozinhos ou em grupo, na sexta feira, ainda que à note. Pois, no sabado pela manha terá início a pedalada. Será um cicloturismo lento, com visitas a locais importantes , bonitos, curiosos, indicados por Valter, nascido na região, que servirá de guia, conhecedor e apaixonado que é pela sua terra natal. Serão visitados locais, como cachoeiras, sítios , engenhos históricos, e locais de artesanato como Maragogipinho, mundialmente conhecido pela sua arte ceramista.
Cada um custeará sua própria despesa. Cada pessoa ou grupo será responsável por pousada, transporte e despesas. Valter apenas, para facilitar os interessados, postará em nossos blgs e sites, nomes e fones de algumas pousadas. Sua única função, deixou bem claro, será guiar o grupo na hora da pedalada, cujo local, dia e horário de saída será divulgado com antecedência. Todos estão convidados, pedindo apenas o de sempre: nada de gritarias, correrias, buzinadas. Todos devem usar luvas e capacete, Quem quiser , pode seguir outros caminhos,trilhas, roteiros, horários.
Por parte de Valter, não haverá qualquer comando ou coordenação. Apenas está convidando para um pedal, leve, alá Jabuti, com os critérios acima. Quem quiser deixar o grupo e seguir outros caminhos, ficará à vontade, mesmo no dia e horário do passeio.
Escolhemos, a ultima quinta feira de cada mes, para almoçarmos no AKIDABOM para trocarmos informações e falarmos sobre o tema bicicleta.
A galinha ao molho pardo do AKIDABOM é por demais deliciosa. Há cozido, comida baiana e outros pratos , em dias certos da semana, todos merecedores de aplauso de uma cativa clientela, a exemplo de Leonardo e Mozart, proprietários da empresa RESUL REFRIGERAÇÃO.
Após as coversas, almoço, promessas de fazermos dali um ponto de encontro de amigos do pedal, cada um seguiu seu caminho; não sem antes pousarmos para a foto, que está na galeria do muraldebugarin.com.
Neste encontro, houve uma queixa muito séria do Pavesi: está muito aborrecido porque o passeio, programado para Aracaju, no carnaval, não aconteceu.
No AKIDABOM , voce come gostoso,encontra amigos de pedal, ambiente para falar de bicicleta, vendo, ainda, lindas miniaturas de bicicletas, coleção do Valer.
A foto do nosso almoço está na "galeria de fotos" do muraldebugarin.com.
-publicado no muraldebugarin.com
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sexta-feira, 14 de março de 2008
Valci Barreto
Advogado, cicloativista,
Editor do bikebook.blogspot.com
Do MEU ZINE
Colaborador do muraldebugarin.com
Desenvolvemos ações voltadas para o uso da bicicleta nas ruas de Salvador. Entendemos que é uma falta de civilidade a pessoa ter que usar um carro para comprar um pão, remédio, tomar um sorvete, visitar um amigo, ir a uma praia, há pouca distância de casa. Para movimentação deste tipo, a pessoa civilizada não precisa entrar em um carro com quatro pneus, um monte de ferro, gasolina, contaminação ambiental, stress e, na maioria das vezes, conduzindo apenas uma pessoa. Pensando apenas um pouquinho, o sujeito, se for civilizado no pensamento, vai se sentir preguiçoso, sem cultura , vivendo na pré história. Ele vai ser ver roçando pau ou pedra para acender a fogueira no fundo de uma caverna.
Entre outros males causados pelo uso indiscriminado do carro, está o desperdício, o custo social desnecessário,inclusive com remessa de divisas para o exterior que a industria do automóvel impõe. E, pior que todos, as vítimas de acidentes. A cultura do veiculo automotor fechou os olhos das pessoas para prazeres simples, atividades e ações que podem ser realizadas a pé ou de bicicleta, sem qualquer prejuizo ao tempo ou a outras atividades. Desenvolveu, também, um imensurável egoísmo por parte dos motoristas. Imprimiu-lhe a sensação de poder, de que todos devem correr, sair da sua frente para ele passar. Influiu na arquitetura, onde prédios e ruas contemplam apenas os veículos. Constroem-se estradas federais, estaduais, municipais, onde são gastos milhões de reais, muitas vezes até bem aplicados, mas não destinam o mínimo do percentual, em dinheiro nem o mínimo de espaço para as bicicletas. A rua, por lei, é do carro, da moto e também da bicicleta. O mau motorista, no entanto, pensa que apenas para ele foi implantada. Desrespeita a todos, inclusive a outros motoristas que estão na sua frente: "colam" no fundo , assustam, buzinam, "tiram fino",dão sinal de luz a dizer: “sai da frente , que eu quero passar.." Ninguém é obrigado a correr porque o que vem atrás assim o deseja. Mal a sinaleira abre, já buzinam e dão sinal de luz. Nas escolas, a buzina é usada para chamar os filhos. E estes, dentro dos carros dos pais, aprendendo a mesma lição, a forma agressiva, estressante, mal educada, de dirigir, de viver, de chamar a namorada no vigésimo andar de algum prédio.
Muita gente está querendo trocar o carro pela bicicleta para muitas atividades, até mesmo em respeito ao nosso planeta. Mas não têm coragem, especialmente por medo dos motoristas agressivos, apressados, egoístas, estressados que desrespeitam a todos, até mesmo a outros motoristas.
Um grupo significativo de pessoas está fazendo a sua parte, no sentido de fazer os motoristas entender que a rua pode e deve ser compartilhada; que o uso da buzina do carro, para que o ciclista saia da sua frente, além de ser uma ilegalidade, porque a preferência, por lei , é da bicicleta, é falta de respeito e de educação.
Alguns motoristas, especialmente os que já andam de bicicleta, tem melhorado a sua conduta no transito, independentemente de ter em casa alguma vitima de acidente causado por outro motorista. Outros não; especialmente os de ônibus, táxi, carros utilitários e jovens apressados que tentam, com correrias, arrogâncias, buzinas e zig zags nas pistas , superar a sua desorganização de horário, seu acordar tarde, pondo em perigo vidas alheias e a sua própria. Reprovável, por demais, motorstas de orgãs públicos: são verdadeiros donos de toda axtensão da pista. Para um bom número de motoristas de táxis, ônibus, carros utilitários, a rua é só deles e todos têm que correr no seu mesmo rítimo, têm que sair da sua frente de qualquer jeito.
Junto aos ciclistas, não são poucos também os mal educados, desrespeitadores das leis de trânsito, do pedestre e até mesmo de outros ciclistas.
O número crescente de mortes , de violência, de todos os males que nos acometem nos tempos modernos, têm tornado a vida mais difícil, bruta, arriscada. Dentro do nosso egoísmo, só nos apercebemos disso quando a vítima é irmão , filho, pai , mãe. E muitas das mortes, aleijões, perdas de pernas, braços, mutiliações, advém da falta de cuidado, de respeito, de educação no trânsito. Só tentamos fazer algo quando a vítima é um dos nossos.
Mesmo em uma pista estreita, nada justifica que o ciclista, andando em sua preferencial, cumprindo as normas de trânsito, tenha que sair correndo, apressado, tenha que se jogar no passeio, se espremer , para atender a buzina do ônibus , táxi ou do apressado e mal educado motorista de qualquer outro veículo. É uma violência como outra qualquer e pode matar, mutilar, como têm acontecido.
Estamos encaminhando este texto, que é fruto de reflexão de muitos cicloativistas, que também dirigem carro, andam a pé, de moto e de bicicleta, na esperança de que alguém possa entender esta mensagem, que seria desnecessária se a brutalidade não estivesse nos cercando todos os dias em cada esquina, em cada rua, em cada passeio. O cuidado com o semelhante não deve se limitar aos de dentro de sua casa, à mãe, pai, irmão, esposa , namorada. Todos merecem o mesmo respeito. As dores dos mutiliados são as mesmas. Os males sociais são equivalentes, mesmo que os insensíveis assim não pensem.
Aos ciclistas, da mesma forma, pedimos o respeito às normas de trânsito, os cuidados com os carros, pedestres e com os outros ciclistas. Há aqueles que pedem respeito por parte dos motoristas, mas não respeitam carros, pedestres, nem a outros ciclistas.Muitos usam buzinas que assustam, poluem, maltratam, incomodam pessoas que estão andando nas ruas ou mesmo descansando em seus lares.As buzinadas agressoras devem ser evitadas, especialmente nas manhãs, madrugadas, noites, frentes de hospitais e de casas de saúde, creches, abrigo de idosos,escolas. Há ciclistas usando buzinas mais apropriadas para caminhões do que para bicicletas. E acionam estas máquinas de fazer barulho em todo o seu trajeto, poluindo, agredindo , assustando.
Vamos todos nos educar para permitir que bicicleta, automóvel e pedestres possam se respeitar.
Há pessoas com Bibilia no banco do carro, pregando o evangelho ao carona ou cliente ao mesmo tempo em que está agridindo outro motorista com buzinadas, zig zags, acelarão de motor, jogo agressivo de luz. Há até educadores que dentro de suas casas ou dando aulas, são pessoas dóceis, cheios de sabedoria para transmitir, até de boas maneiras .Mas quando pegam o carro saem pelas ruas comentendo as mesmas mazelas de qualquer embrutecido. Alunos de curso superior, que receberam formação doméstica, cuidam bem dos seus familiares em casa ; não querem ve-los estes mutililados por um acidente de trânsito. No entanto, dirigem colocando em risco pessoas que também tem pai, mãe, irmãos, parentes que os querem vivos e sãos.
Passo pela Centenário e Pelo Dique do Tororó quase todos os dias, de carro, moto ou bicicleta. A pista estreita, não permite alta velocidade. Há sinal de limitação de velocidade. Quem ali anda, qualquer hora testemuna que ali mora um bom pedaço da brutalidade ao volante. Alimitação de volicidade, os sinais na pista não lhe dizem respeito.Eles aceleram, buzinam dão sinal de luz, mudam de uma pista para outra, com muita violencia, gritam , chingam, mesmo que o outro motorista esteja no limite legalmente recomendado. Isto apenas porque conhecem , sabem onde estão os contadores de velocidade. Em vez de respeitar o seu semelhante, o pai de família, o filho, mãe de alguém que está em sua frente, ele prefere respeitar apenas o equipamento, a multa ou o soldado armado. Toda esta violência, ausência de respeito dos motoristas , além de todas as mazelas que trazem para a vida de todos, inibe as pessoas a andar de bicicleta pelas ruas de Salvador. E, realmente, é arriscado; especialmente para os ciclistas também mal educados, apressados, estressados.
Não somos contra o carro. Somos a favor da vida, da educação, do respeito ao próximo que deve existir em qualquer lugar: filas de elevadores, hospitais, abrigos de velhos, sobretudo no transito pela possibilidade causar mortes , violências, mutilações que tantas vítmas têm feito.Como se sabe, muito mais pessoas morrem no Brasil vitima de acidente de veículo do que as que morrem em muitas guerras que estão acontecendo na Terra nos tempos atuais.
É comum, para que um motorista atenda a uma regra mínima de respeito ao próximo, às normas de transito, tenha que ter contra si um policial apontando-lhe uma metralhadora. Nesta circunstancia, o motorista mal educado passa a ser a mais humilde, a mais doce das criaturas, por mais valente que se apresente no trânsito. Jamais qualquer motorista buzina , agride a um carro da polícia que está em sua frente. São simples, generosos, educados, respeitadores. No entanto, se em sua frente está uma bicicleta, uma moto, um pedestre, ou até um motorista que ele entenda mias fraco, mais humilde, usam o carro como arma para agredir, assustar, ameaçar com buzinas, sinais de luzes, "finos" agressores, aceleração dos motores. É uma pena que estas pessoas só entendam a liguagem da arma, da violencia, da multa ou da polícia fardada. A Polícia , com certeza, preferiria que as suas armas jamais tivessem que serem usadas para educar alguém no trânsito
Em nossos passeios ciclísticos, vivemos experiências como a que segue: um grupo de centenas de ciclistas nas ruas, com passeio autorizado pelo poder público, com apoio da Policia Militar e dos órgãos de trânsito. O motorista, vendo apenas o ciclista, vem buzinando, agredindo, querendo passar por cima de todos; quer "abrir a rua " de qualquer jeito. Como não têm coragem de atropelar a tantos ao mesmo tempo, param e ficam reclamando, agredindo, desrespeitando a todos. E gritam: "saiam da frente, que estou apressado". Os ciclistas(há pessoas educadas e treinadas para dialogar com o motorista) chegam até o estressado, fazendo-lhe as ponderações de estilo, quando conseguem. Alguns motoristas simulam , acelarando os motores, que vão passar por cima de alguém. Quando chega o policial que apoia o evento, o motorista é a mais humilde das criaturas, transforma-se, de imediato, no mais doce e humilde dos seres humano. Pedem até desculpas, deixam toda a valentia embaixo do banco do carro... Ficamos curiosos como a pressa termina tão rápido...E questionamos,por que só respeitar a arma, a multa, e não ao seu semelhante? Há pessoas, conheço muitas, com uma Bíblica no banco do carro ,um rádio ligado em programa religioso . Enquanto isto, a mão na buzina e o pé forte no acelerador ameaçando, agredindo, desrespeitando o ritmo de quem está em sua frente.
Queremos ter a chance de poder pedalar em Salvador. Não queremos atrapalhar o trânsito. Em nossos passeios, buscamos educar também os ciclistas, no sentido de que deixem os carros fluírem pela esquerda, utilizando, para o passeio, apenas a pista da direita. Temos obtido muitos avanças neste sentido. Muitos motoristas e ciclistas já entenderam a mensagem e buscam o respeito mútuo.
Porém , nos passeios comuns, onde não há policial, as agressões continuam. Mas não vamos desanimar. Toda luta tem seus heróis, vivos, mortos, quem ganha e quem perde . Buscamos um caminho em que todos os envolvidos sejam vencedores. Basta todos se respeitar e disciplinar suas vidas para que não vejam a rua como espaço apenas para seu veiculo, exercício de seu poder, exbição do seu egoismo e narcismo perante o mundo. Seus filhos, pais, irmãos, parentes , estão também nas ruas. Não creio que o mal motorista queira que outro lhe seja igual, fazendo seus familiares correr perigo com o mesmo tipo de agressão e de desrespeito.
É uma pena que os agressores de toda ordem, não atendam aos nossos pedidos, aos nossos apelos. No entanto, ficam quetinhos, bem comportados, humildes, quando encontram em sua frente uma Polícia apontando-lhe uma arma . Alguns preferem respeitar aviso de multa do que a presença de um ser humano em sua frente, mesmo que esteja também dentro de um veículo e trafegando na velocidade que a lei permite.
Mas não vamos desanimar. Não vamos torcer para haver mais mutilados, mais mortos, somente por não estar protegido por uma policial armado ao nosso lado, ou fiscal com nota para aplicação de multa.
Para quem puder , e quiser, pedimos a propagação deste texto por e mail, impressão, xerox, fixação em murais do trabalho , bares, restaurantes, salão de beleza, hospitais, distribuição nos ônibus, táxis, kombis, escolas, faculdades, igrejas, divulgar onde possível for. Mas sem sujar as ruas.
E podem corrigir os inúmeros erros de grafia e de gramática nele contidos.
Aproveitamos para fazer uma sugestão aos juizes que julgam os acidentes de veículos: Mesmo para as infrações mais leves do transito, pedimos impor penalidade como : participar dos passeios ciclísticos urbanos, fazer transportes de correspondências do Tribunal, dos órgãos públicos, hospitais, correios, montados em bicicletas. Se não souberem montar, serão conduzidos em garupas, devidamente equipadas, por ciclistas experientes em transportes urbanos em bicicletas. Já são muitos em nossa Capital. Esta penalidade deve ser aplicada apenas para pedais nos grandes centros urbanos. Na zona rural e pequena cidade não teria efeito. Deixaria de ser pena para ser diversão.
Nossos grupos de passeios , de atividades e ações cicloativistas, com certeza colaborarão com Justiça e , sem qualquer dúvida, será dado ao apenado todo o respeito, apoio e educação que ele negou ao seu semelhante ao dirigir.
Pedimos a todos fazer chegar esta sugestão a todos os tribunais do nosso pais, por e- mail, correio ou entrega pessoal.
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==foto publ site uol de 16.03.2008, acidente uma da madrugada em sao paulo. Um ferido gravemente, danos materiais, interdição da rua por muitas horas. Todos nos pagamos, de alguma forma pelos desastres, com impostos, aumento do custo de vida e outras consequencias. Sem falar nas mortes, perdas de braços, pernas, trajédias familiares.=

AOS MOTORISTAS, MOTOCICLISTAS, CICLISTAS E PEDESTRES.
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Advogado, cicloativista,
Editor do bikebook.blogspot.com
Do MEU ZINE
Colaborador do muraldebugarin.com
Desenvolvemos ações voltadas para o uso da bicicleta nas ruas de Salvador. Entendemos que é uma falta de civilidade a pessoa ter que usar um carro para comprar um pão, remédio, tomar um sorvete, visitar um amigo, ir a uma praia, há pouca distância de casa. Para movimentação deste tipo, a pessoa civilizada não precisa entrar em um carro com quatro pneus, um monte de ferro, gasolina, contaminação ambiental, stress e, na maioria das vezes, conduzindo apenas uma pessoa. Pensando apenas um pouquinho, o sujeito, se for civilizado no pensamento, vai se sentir preguiçoso, sem cultura , vivendo na pré história. Ele vai ser ver roçando pau ou pedra para acender a fogueira no fundo de uma caverna.
Entre outros males causados pelo uso indiscriminado do carro, está o desperdício, o custo social desnecessário,inclusive com remessa de divisas para o exterior que a industria do automóvel impõe. E, pior que todos, as vítimas de acidentes. A cultura do veiculo automotor fechou os olhos das pessoas para prazeres simples, atividades e ações que podem ser realizadas a pé ou de bicicleta, sem qualquer prejuizo ao tempo ou a outras atividades. Desenvolveu, também, um imensurável egoísmo por parte dos motoristas. Imprimiu-lhe a sensação de poder, de que todos devem correr, sair da sua frente para ele passar. Influiu na arquitetura, onde prédios e ruas contemplam apenas os veículos. Constroem-se estradas federais, estaduais, municipais, onde são gastos milhões de reais, muitas vezes até bem aplicados, mas não destinam o mínimo do percentual, em dinheiro nem o mínimo de espaço para as bicicletas. A rua, por lei, é do carro, da moto e também da bicicleta. O mau motorista, no entanto, pensa que apenas para ele foi implantada. Desrespeita a todos, inclusive a outros motoristas que estão na sua frente: "colam" no fundo , assustam, buzinam, "tiram fino",dão sinal de luz a dizer: “sai da frente , que eu quero passar.." Ninguém é obrigado a correr porque o que vem atrás assim o deseja. Mal a sinaleira abre, já buzinam e dão sinal de luz. Nas escolas, a buzina é usada para chamar os filhos. E estes, dentro dos carros dos pais, aprendendo a mesma lição, a forma agressiva, estressante, mal educada, de dirigir, de viver, de chamar a namorada no vigésimo andar de algum prédio.
Muita gente está querendo trocar o carro pela bicicleta para muitas atividades, até mesmo em respeito ao nosso planeta. Mas não têm coragem, especialmente por medo dos motoristas agressivos, apressados, egoístas, estressados que desrespeitam a todos, até mesmo a outros motoristas.
Um grupo significativo de pessoas está fazendo a sua parte, no sentido de fazer os motoristas entender que a rua pode e deve ser compartilhada; que o uso da buzina do carro, para que o ciclista saia da sua frente, além de ser uma ilegalidade, porque a preferência, por lei , é da bicicleta, é falta de respeito e de educação.
Alguns motoristas, especialmente os que já andam de bicicleta, tem melhorado a sua conduta no transito, independentemente de ter em casa alguma vitima de acidente causado por outro motorista. Outros não; especialmente os de ônibus, táxi, carros utilitários e jovens apressados que tentam, com correrias, arrogâncias, buzinas e zig zags nas pistas , superar a sua desorganização de horário, seu acordar tarde, pondo em perigo vidas alheias e a sua própria. Reprovável, por demais, motorstas de orgãs públicos: são verdadeiros donos de toda axtensão da pista. Para um bom número de motoristas de táxis, ônibus, carros utilitários, a rua é só deles e todos têm que correr no seu mesmo rítimo, têm que sair da sua frente de qualquer jeito.
Junto aos ciclistas, não são poucos também os mal educados, desrespeitadores das leis de trânsito, do pedestre e até mesmo de outros ciclistas.
O número crescente de mortes , de violência, de todos os males que nos acometem nos tempos modernos, têm tornado a vida mais difícil, bruta, arriscada. Dentro do nosso egoísmo, só nos apercebemos disso quando a vítima é irmão , filho, pai , mãe. E muitas das mortes, aleijões, perdas de pernas, braços, mutiliações, advém da falta de cuidado, de respeito, de educação no trânsito. Só tentamos fazer algo quando a vítima é um dos nossos.
Mesmo em uma pista estreita, nada justifica que o ciclista, andando em sua preferencial, cumprindo as normas de trânsito, tenha que sair correndo, apressado, tenha que se jogar no passeio, se espremer , para atender a buzina do ônibus , táxi ou do apressado e mal educado motorista de qualquer outro veículo. É uma violência como outra qualquer e pode matar, mutilar, como têm acontecido.
Estamos encaminhando este texto, que é fruto de reflexão de muitos cicloativistas, que também dirigem carro, andam a pé, de moto e de bicicleta, na esperança de que alguém possa entender esta mensagem, que seria desnecessária se a brutalidade não estivesse nos cercando todos os dias em cada esquina, em cada rua, em cada passeio. O cuidado com o semelhante não deve se limitar aos de dentro de sua casa, à mãe, pai, irmão, esposa , namorada. Todos merecem o mesmo respeito. As dores dos mutiliados são as mesmas. Os males sociais são equivalentes, mesmo que os insensíveis assim não pensem.
Aos ciclistas, da mesma forma, pedimos o respeito às normas de trânsito, os cuidados com os carros, pedestres e com os outros ciclistas. Há aqueles que pedem respeito por parte dos motoristas, mas não respeitam carros, pedestres, nem a outros ciclistas.Muitos usam buzinas que assustam, poluem, maltratam, incomodam pessoas que estão andando nas ruas ou mesmo descansando em seus lares.As buzinadas agressoras devem ser evitadas, especialmente nas manhãs, madrugadas, noites, frentes de hospitais e de casas de saúde, creches, abrigo de idosos,escolas. Há ciclistas usando buzinas mais apropriadas para caminhões do que para bicicletas. E acionam estas máquinas de fazer barulho em todo o seu trajeto, poluindo, agredindo , assustando.
Vamos todos nos educar para permitir que bicicleta, automóvel e pedestres possam se respeitar.
Há pessoas com Bibilia no banco do carro, pregando o evangelho ao carona ou cliente ao mesmo tempo em que está agridindo outro motorista com buzinadas, zig zags, acelarão de motor, jogo agressivo de luz. Há até educadores que dentro de suas casas ou dando aulas, são pessoas dóceis, cheios de sabedoria para transmitir, até de boas maneiras .Mas quando pegam o carro saem pelas ruas comentendo as mesmas mazelas de qualquer embrutecido. Alunos de curso superior, que receberam formação doméstica, cuidam bem dos seus familiares em casa ; não querem ve-los estes mutililados por um acidente de trânsito. No entanto, dirigem colocando em risco pessoas que também tem pai, mãe, irmãos, parentes que os querem vivos e sãos.
Passo pela Centenário e Pelo Dique do Tororó quase todos os dias, de carro, moto ou bicicleta. A pista estreita, não permite alta velocidade. Há sinal de limitação de velocidade. Quem ali anda, qualquer hora testemuna que ali mora um bom pedaço da brutalidade ao volante. Alimitação de volicidade, os sinais na pista não lhe dizem respeito.Eles aceleram, buzinam dão sinal de luz, mudam de uma pista para outra, com muita violencia, gritam , chingam, mesmo que o outro motorista esteja no limite legalmente recomendado. Isto apenas porque conhecem , sabem onde estão os contadores de velocidade. Em vez de respeitar o seu semelhante, o pai de família, o filho, mãe de alguém que está em sua frente, ele prefere respeitar apenas o equipamento, a multa ou o soldado armado. Toda esta violência, ausência de respeito dos motoristas , além de todas as mazelas que trazem para a vida de todos, inibe as pessoas a andar de bicicleta pelas ruas de Salvador. E, realmente, é arriscado; especialmente para os ciclistas também mal educados, apressados, estressados.
Não somos contra o carro. Somos a favor da vida, da educação, do respeito ao próximo que deve existir em qualquer lugar: filas de elevadores, hospitais, abrigos de velhos, sobretudo no transito pela possibilidade causar mortes , violências, mutilações que tantas vítmas têm feito.Como se sabe, muito mais pessoas morrem no Brasil vitima de acidente de veículo do que as que morrem em muitas guerras que estão acontecendo na Terra nos tempos atuais.
É comum, para que um motorista atenda a uma regra mínima de respeito ao próximo, às normas de transito, tenha que ter contra si um policial apontando-lhe uma metralhadora. Nesta circunstancia, o motorista mal educado passa a ser a mais humilde, a mais doce das criaturas, por mais valente que se apresente no trânsito. Jamais qualquer motorista buzina , agride a um carro da polícia que está em sua frente. São simples, generosos, educados, respeitadores. No entanto, se em sua frente está uma bicicleta, uma moto, um pedestre, ou até um motorista que ele entenda mias fraco, mais humilde, usam o carro como arma para agredir, assustar, ameaçar com buzinas, sinais de luzes, "finos" agressores, aceleração dos motores. É uma pena que estas pessoas só entendam a liguagem da arma, da violencia, da multa ou da polícia fardada. A Polícia , com certeza, preferiria que as suas armas jamais tivessem que serem usadas para educar alguém no trânsito
Em nossos passeios ciclísticos, vivemos experiências como a que segue: um grupo de centenas de ciclistas nas ruas, com passeio autorizado pelo poder público, com apoio da Policia Militar e dos órgãos de trânsito. O motorista, vendo apenas o ciclista, vem buzinando, agredindo, querendo passar por cima de todos; quer "abrir a rua " de qualquer jeito. Como não têm coragem de atropelar a tantos ao mesmo tempo, param e ficam reclamando, agredindo, desrespeitando a todos. E gritam: "saiam da frente, que estou apressado". Os ciclistas(há pessoas educadas e treinadas para dialogar com o motorista) chegam até o estressado, fazendo-lhe as ponderações de estilo, quando conseguem. Alguns motoristas simulam , acelarando os motores, que vão passar por cima de alguém. Quando chega o policial que apoia o evento, o motorista é a mais humilde das criaturas, transforma-se, de imediato, no mais doce e humilde dos seres humano. Pedem até desculpas, deixam toda a valentia embaixo do banco do carro... Ficamos curiosos como a pressa termina tão rápido...E questionamos,por que só respeitar a arma, a multa, e não ao seu semelhante? Há pessoas, conheço muitas, com uma Bíblica no banco do carro ,um rádio ligado em programa religioso . Enquanto isto, a mão na buzina e o pé forte no acelerador ameaçando, agredindo, desrespeitando o ritmo de quem está em sua frente.
Queremos ter a chance de poder pedalar em Salvador. Não queremos atrapalhar o trânsito. Em nossos passeios, buscamos educar também os ciclistas, no sentido de que deixem os carros fluírem pela esquerda, utilizando, para o passeio, apenas a pista da direita. Temos obtido muitos avanças neste sentido. Muitos motoristas e ciclistas já entenderam a mensagem e buscam o respeito mútuo.
Porém , nos passeios comuns, onde não há policial, as agressões continuam. Mas não vamos desanimar. Toda luta tem seus heróis, vivos, mortos, quem ganha e quem perde . Buscamos um caminho em que todos os envolvidos sejam vencedores. Basta todos se respeitar e disciplinar suas vidas para que não vejam a rua como espaço apenas para seu veiculo, exercício de seu poder, exbição do seu egoismo e narcismo perante o mundo. Seus filhos, pais, irmãos, parentes , estão também nas ruas. Não creio que o mal motorista queira que outro lhe seja igual, fazendo seus familiares correr perigo com o mesmo tipo de agressão e de desrespeito.
É uma pena que os agressores de toda ordem, não atendam aos nossos pedidos, aos nossos apelos. No entanto, ficam quetinhos, bem comportados, humildes, quando encontram em sua frente uma Polícia apontando-lhe uma arma . Alguns preferem respeitar aviso de multa do que a presença de um ser humano em sua frente, mesmo que esteja também dentro de um veículo e trafegando na velocidade que a lei permite.
Mas não vamos desanimar. Não vamos torcer para haver mais mutilados, mais mortos, somente por não estar protegido por uma policial armado ao nosso lado, ou fiscal com nota para aplicação de multa.
Para quem puder , e quiser, pedimos a propagação deste texto por e mail, impressão, xerox, fixação em murais do trabalho , bares, restaurantes, salão de beleza, hospitais, distribuição nos ônibus, táxis, kombis, escolas, faculdades, igrejas, divulgar onde possível for. Mas sem sujar as ruas.
E podem corrigir os inúmeros erros de grafia e de gramática nele contidos.
Aproveitamos para fazer uma sugestão aos juizes que julgam os acidentes de veículos: Mesmo para as infrações mais leves do transito, pedimos impor penalidade como : participar dos passeios ciclísticos urbanos, fazer transportes de correspondências do Tribunal, dos órgãos públicos, hospitais, correios, montados em bicicletas. Se não souberem montar, serão conduzidos em garupas, devidamente equipadas, por ciclistas experientes em transportes urbanos em bicicletas. Já são muitos em nossa Capital. Esta penalidade deve ser aplicada apenas para pedais nos grandes centros urbanos. Na zona rural e pequena cidade não teria efeito. Deixaria de ser pena para ser diversão.
Nossos grupos de passeios , de atividades e ações cicloativistas, com certeza colaborarão com Justiça e , sem qualquer dúvida, será dado ao apenado todo o respeito, apoio e educação que ele negou ao seu semelhante ao dirigir.
Pedimos a todos fazer chegar esta sugestão a todos os tribunais do nosso pais, por e- mail, correio ou entrega pessoal.
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==foto publ site uol de 16.03.2008, acidente uma da madrugada em sao paulo. Um ferido gravemente, danos materiais, interdição da rua por muitas horas. Todos nos pagamos, de alguma forma pelos desastres, com impostos, aumento do custo de vida e outras consequencias. Sem falar nas mortes, perdas de braços, pernas, trajédias familiares.=

AOS MOTORISTAS, MOTOCICLISTAS, CICLISTAS E PEDESTRES.
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quinta-feira, 13 de março de 2008
DÊ UM TEMPO AO FOTÓGRAFO.
Valci Barreto
Editor do bikebook.blogspot.com
colaborador do muraldebugarin.com
Não importa muito porque fotografamos, porque gostamos ou não de ser fotografados. Arte, ciência, documento, não importa.
Pouca gente não gosta de ter uma foto que lembre o seu passado, ou mesmo instantes recentes da sua vida.
Gosto de fotografar e de ser fotografado. Fascinado pelo tema, estudei um pouco de técnica básica da fotografia e continuo lendo a respeito, sem maiores pretensões de fazer belas fotos. Estudei, e estudo, como se diz, popularmente, "para o gasto" .Gostando de ler, conhecer coisas, os estudos e a prática de fotografar só me fizerem e fazem bem. Andei empunhando maquinas profissionais(fascinante!) , voltando agora apenas a ter uma maquina digital bem simples, para registro de cenas do meu dia a dia, notamente para alimentar meu bikebook e registrar passeios, viagens , eventos ciclisticos, familia . Enfim, o básico.
Mas o pouco que li , alidado a uma prática mais cuidadosa, permitiu-me dominar alguns fundamentos básicos para fazer uma foto mais cuidadosa, melhorada, mesmo com um máquina bem simples.
Por onde ando, quase sempre estou munido de um máquina para o registro de algumas lembranças minhas, de pessoas, de amigos, de locais, de coisas que me atraem.
O pouco que aprendi, permite-me, sem pretensões professorais, dar algumas dicas para quem quer ser ou deseje ser fotografado.
A primeira lição é não ter pressa. Nem para fotografar nem para ser fotografado. É comum, grupos de pessoas, na pura mania das pressas dos nossos tempos, mesmo sem qualquer motivo, ao ser fotografada, grita para o fotografo: “vai logo”, “ que demora é esta!”
Tal comportamento, além de revelar ausencia de um mínimo de conhecimento do tema, é uma indelicadeza cometida contra o fotógrafo. Os profissionais, mesmo acostumados com esta reação, mesmo não revelando, se sentem agredidos.
Quem gosta de fotografar, quer fazer a melhor foto da pessoa ou do grupo, escolhe angulos, posições, arrumações do grupo, muito importantes para uma boa foto. Muitas vezes o anglo, a luz, a posição das pessoas revelam uma foto que pode ser melhorada, bastando uma mudança de posição do fotógrafo ou do objeto fotografado.
Quem vai fotografar, deve se posicionar firme, sem tremer a máquina. Naquele momento, é como se ele tivesse que acertar em um pequeno alvo com uma arma de fogo, ou mesmo de festim: há um ponto para acertar. E tremendo as mãos, erra o alvo. Com foto é a mesma situação.
É comum, nos restaurantes, pedirmos a um garçom para fazer uma foto. A não ser que alguém lhe tenha passado algumas dicas, dificilmente fará um foto que não seja tremida, fora de ângulo ou de foco, mesmo que realizada em máquinas automáticas de ultima geração.Para uma boa foto de pessoas, os fotografados devem se postar firme, sem movimentar-se. O fotografo também. Se o fotógrafo muda de posição ou pede que o grupo mude, atenda. Ele está vendo o que o grupo não está.
Muitas vezes, um grupo já está arrumado. O indeciso, o descuidado, desatento, o claudicante que que está de fora da fotro, que fica naquele jogo de "vai não vai" , termina indo. Nesta situação, muitas vezes o fotografo tem que fazer um novo ajuste, quer mais um tempinho. Como o grupo não entende, o melhor que deve fazer o claudicante é dizer logo antes: não quero ser fotografado. Ou, ao contário, afirmar: me ajudem, resolvi entrar, mas tenham paciencia comiogo e com o fotografo...Ao contrário o claudicante, que já atrapalhou tudo, é o que normalmente pede : "ande logo"!.
As coisas podem ser simplificadas, se todos seguirem um comportamento básico: segurar firme a maquina. Não tremer as mãos na ora do click. Não é questão de força. É jeito. Pense que está apertando a mão ou o braço de quem você gosta, com firmeza , docmente, mas sem balançar nem puchar na hora do aperto do acionador da maquina.
Ao pedir ao garçom para fazer sua foto, tenha paciência, dê umas dicas de como a máquina deve ser segurada. Se ele tremer na hora do click, peça para fazer outra foto.
Se você não quiser ser fotografado, fique longe, peça desculpas, o que seja. Esta não é uma boa atitude. Se você compõe o grupo é porque é importante para todos. E se o fotógrafo também lhe quer na foto, é porque você também tem algum significado para a foto e para o fotógrafo.
Gostar de fotografar, de ser fotografo, é uma questão de sensibilidade que alguns tem para o paladar, som, escrita , desenho, olfato. E, mesmo não tendo para a imagem fotográfica, deve ter, pelo menos o desejo de ter um momento de sua vida gravado em foto.Quem assim pensar, deve desenvolver a paciência para fotografar e para se deixar fotografar. Atenda aos pedidos do fotógrafo quanto a posição, tempo, arrumação. Fique parado para ser fotografado. A final, as fotos das dos artistas , modelos, que despertam nossos desejos, admirações, até mesmo a foto de um prato de comida, normalmente resultam de horas , às vezes de dias, de milhares de fotos para ser escolhida apenas uma para a capa ou pagina de uma revista ou anûncio publicitário.
A não ser que pretenda ser capa de revista, não precisa ter tanta paciência. Porém, para que da maquina saia uma boa foto, um pouco da sua paciência é fundamental. Uma boa foto depende da máquina, do fototografo, do local, mas muito também de voce. Sobretudo de um pouco da sua paciência na hora da foto. Dê um bom tempo ao fotógrafo para que sua alma também seja revelada. Somente o fotógrafo sabe o que está e como está você no visor da máquina na hora do clic. Paciência, então, na hora de fotografar e de ser fotgogafado.Não trema a máquina na hora de apertar o "gatilho". A não ser que tenha o desejo de se ver borrado ou desfocado no papel após a revelação da sua imagem.
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Valci Barreto
Editor do bikebook.blogspot.com
colaborador do muraldebugarin.com
Não importa muito porque fotografamos, porque gostamos ou não de ser fotografados. Arte, ciência, documento, não importa.
Pouca gente não gosta de ter uma foto que lembre o seu passado, ou mesmo instantes recentes da sua vida.
Gosto de fotografar e de ser fotografado. Fascinado pelo tema, estudei um pouco de técnica básica da fotografia e continuo lendo a respeito, sem maiores pretensões de fazer belas fotos. Estudei, e estudo, como se diz, popularmente, "para o gasto" .Gostando de ler, conhecer coisas, os estudos e a prática de fotografar só me fizerem e fazem bem. Andei empunhando maquinas profissionais(fascinante!) , voltando agora apenas a ter uma maquina digital bem simples, para registro de cenas do meu dia a dia, notamente para alimentar meu bikebook e registrar passeios, viagens , eventos ciclisticos, familia . Enfim, o básico.
Mas o pouco que li , alidado a uma prática mais cuidadosa, permitiu-me dominar alguns fundamentos básicos para fazer uma foto mais cuidadosa, melhorada, mesmo com um máquina bem simples.
Por onde ando, quase sempre estou munido de um máquina para o registro de algumas lembranças minhas, de pessoas, de amigos, de locais, de coisas que me atraem.
O pouco que aprendi, permite-me, sem pretensões professorais, dar algumas dicas para quem quer ser ou deseje ser fotografado.
A primeira lição é não ter pressa. Nem para fotografar nem para ser fotografado. É comum, grupos de pessoas, na pura mania das pressas dos nossos tempos, mesmo sem qualquer motivo, ao ser fotografada, grita para o fotografo: “vai logo”, “ que demora é esta!”
Tal comportamento, além de revelar ausencia de um mínimo de conhecimento do tema, é uma indelicadeza cometida contra o fotógrafo. Os profissionais, mesmo acostumados com esta reação, mesmo não revelando, se sentem agredidos.
Quem gosta de fotografar, quer fazer a melhor foto da pessoa ou do grupo, escolhe angulos, posições, arrumações do grupo, muito importantes para uma boa foto. Muitas vezes o anglo, a luz, a posição das pessoas revelam uma foto que pode ser melhorada, bastando uma mudança de posição do fotógrafo ou do objeto fotografado.
Quem vai fotografar, deve se posicionar firme, sem tremer a máquina. Naquele momento, é como se ele tivesse que acertar em um pequeno alvo com uma arma de fogo, ou mesmo de festim: há um ponto para acertar. E tremendo as mãos, erra o alvo. Com foto é a mesma situação.
É comum, nos restaurantes, pedirmos a um garçom para fazer uma foto. A não ser que alguém lhe tenha passado algumas dicas, dificilmente fará um foto que não seja tremida, fora de ângulo ou de foco, mesmo que realizada em máquinas automáticas de ultima geração.Para uma boa foto de pessoas, os fotografados devem se postar firme, sem movimentar-se. O fotografo também. Se o fotógrafo muda de posição ou pede que o grupo mude, atenda. Ele está vendo o que o grupo não está.
Muitas vezes, um grupo já está arrumado. O indeciso, o descuidado, desatento, o claudicante que que está de fora da fotro, que fica naquele jogo de "vai não vai" , termina indo. Nesta situação, muitas vezes o fotografo tem que fazer um novo ajuste, quer mais um tempinho. Como o grupo não entende, o melhor que deve fazer o claudicante é dizer logo antes: não quero ser fotografado. Ou, ao contário, afirmar: me ajudem, resolvi entrar, mas tenham paciencia comiogo e com o fotografo...Ao contrário o claudicante, que já atrapalhou tudo, é o que normalmente pede : "ande logo"!.
As coisas podem ser simplificadas, se todos seguirem um comportamento básico: segurar firme a maquina. Não tremer as mãos na ora do click. Não é questão de força. É jeito. Pense que está apertando a mão ou o braço de quem você gosta, com firmeza , docmente, mas sem balançar nem puchar na hora do aperto do acionador da maquina.
Ao pedir ao garçom para fazer sua foto, tenha paciência, dê umas dicas de como a máquina deve ser segurada. Se ele tremer na hora do click, peça para fazer outra foto.
Se você não quiser ser fotografado, fique longe, peça desculpas, o que seja. Esta não é uma boa atitude. Se você compõe o grupo é porque é importante para todos. E se o fotógrafo também lhe quer na foto, é porque você também tem algum significado para a foto e para o fotógrafo.
Gostar de fotografar, de ser fotografo, é uma questão de sensibilidade que alguns tem para o paladar, som, escrita , desenho, olfato. E, mesmo não tendo para a imagem fotográfica, deve ter, pelo menos o desejo de ter um momento de sua vida gravado em foto.Quem assim pensar, deve desenvolver a paciência para fotografar e para se deixar fotografar. Atenda aos pedidos do fotógrafo quanto a posição, tempo, arrumação. Fique parado para ser fotografado. A final, as fotos das dos artistas , modelos, que despertam nossos desejos, admirações, até mesmo a foto de um prato de comida, normalmente resultam de horas , às vezes de dias, de milhares de fotos para ser escolhida apenas uma para a capa ou pagina de uma revista ou anûncio publicitário.
A não ser que pretenda ser capa de revista, não precisa ter tanta paciência. Porém, para que da maquina saia uma boa foto, um pouco da sua paciência é fundamental. Uma boa foto depende da máquina, do fototografo, do local, mas muito também de voce. Sobretudo de um pouco da sua paciência na hora da foto. Dê um bom tempo ao fotógrafo para que sua alma também seja revelada. Somente o fotógrafo sabe o que está e como está você no visor da máquina na hora do clic. Paciência, então, na hora de fotografar e de ser fotgogafado.Não trema a máquina na hora de apertar o "gatilho". A não ser que tenha o desejo de se ver borrado ou desfocado no papel após a revelação da sua imagem.
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segunda-feira, 10 de março de 2008
Jabuti fez a festa - pedal musical
Texto: Itana Mangieri
Cheguei em Salvador cheia de saudades. Falei com o Jabuti e marcamos um pedal sem maiores pretensões. Então no domingo às 7:30 hs eu já estava na casa dele e fomos tomar café na Apipão e iniciar a atualização do nosso papo. Entre muffins de baunilha e suco de laranja comecei a contar alguns detalhes sobre a expedição Araguaia-Tocantins e de repente, o Jabuti se emociona e derruba algumas lágrimas. Confesso que também segurei algumas ... rsrs.

Fomos arrumar as bikes. Valci me emprestou uma das bikes dele e seu capacete também (acho que George não vai gostar de saber desse detalhe ... hehe – usei o capacete novo e a Tarja Preta de Valci ... rsrs). Neste momento se agrega à nós, Sérgio Bezerra (jornalista e produtor cultural) que também empresta uma das bikes de Valci. Seguimos até o Posto da Centenário para aguardarmos Deraldo Dias que, para nossa surpresa, chegou pontual e ineditamente às 9:15 hs. Foi quando também, do outro lado da avenida, passa e nos cumprimentamos aos gritos festivos, o novo grupo Pedal Delas conduzido por Luzia e Luzinete. Iniciamos nosso roteiro pela biblioteca comunitária do Calabar, acompanhados das crianças do bairro para algumas orientações e fotos. Eles queriam pedalar conosco, mas marcamos para uma outra oportunidade e com a autorização de seus pais.

Durante o trajeto, via Dique do Tororó, paramos para prestigiar a biblioteca móvel da fundação Miguel Calmon, que estava aberta ao público com tudo que tem direito: livros, gibis, revistas, triciclos infantis, lápis de colorir, jogos, mesas, banquinhos e música. Continuamos nosso pedal jabuti até o Largo de Nazaré para conhecermos o projeto Canto da Praça, que ocorre todos os domingos gratuitamente com um show de chorinho por músicos apaixonados. O repertório é riquíssimo. Fomos recepcionados por João Bandola, apresentados e homenageados pela presença ao som do hino do Senhor do Bonfim. Sentamos nos banquinhos para conversar ao som de boa música. O papo foi sobre projetos futuros de passeios ciclísticos culturais pelas ruas de Salvador. O engraçado foi a quantidade de nomes interessados que surgiram para apoiar e participar desse futuro projeto: jornalistas, advogados, procuradores, professores, atletas, turistas, escritores ...

Às 10:30 hs pedalamos até o teatro Castro Alves para assistirmos ao show de Jussara Silveira. Chegando lá, nossa preocupação era se poderíamos entrar trajando bermudas e a indumentária ciclística. Ao perguntarmos ao porteiro do estacionamento, este, muito educado, nos permitiu guardar as bikes lá dentro e entrar para pedirmos informações. Na portaria principal, fomos recebidos pela equipe de coordenadores que até incentivaram nossa presença. Fotos, fotos e compramos os ingressos: R$ 1,00 ou 1 Kg de algum alimento não perecível. Corremos ao banheiro para lavarmos nossos rostos e subimos para o teatro. Ao nos acomodarmos nas poltronas, junta-se à nós o advogado e intelectual Guilherme Tude. O repertório, voz e violão de Jussara Silveira foi diversificado com a divulgação de seu próprio CD, interpretações MPB, de Gal Costa e de vários novos e, ainda, não tão conhecidos compositores. Ao final do show, resolvemos ir ao camarim para parabenizar-lhe e, descendo a escadaria, encontramos a cantora cult, Virgínia Rodrigues. Ela é baiana, mas não tão conhecida aqui no Brasil como é no exterior. Já se apresentou no Carnegie Hall e conquistou os ouvidos do ex-presidente americano, Bill Clinton. Durante os abraços e fotos, aparece uma jornalista da revista americana Venture, Graça Coelho, um tanto aborrecida por não ter conseguido autorização da produção para fotografar Jussara Silveira no palco e, ao ouvir o nome de Virgínia Rodrigues, se empolga e se declara fanzoca. Chega a se ajoelhar à seus pés, quis tirar fotos mas, de tão emocionada, não conseguia encontrar sua máquina fotográfica dentro de sua bolsa. Sem problemas: tiramos fotos em nossas máquinas. Elas nos acompanharam até o palco, onde Jussara estava recebendo os cumprimentos. Conhecemos a família Silveira, onde uma de suas tias é colega profissional de Valci e outra cantora: Estelita.


Ao final, iniciamos a decisão de onde almoçaríamos. Eu estava com vontade e saudade de uma típica moqueca baiana e fomos para o restaurante Aconchego da Zuzu, no Garcia. Lá, à sombra de árvores do quintal e uma brisa refrescante, saboreamos nossa moqueca ao som da banda Cama de Voz com uma seleção de sambas e chorinhos, finalizando com sobremesa de goiabada cremosa.

Esse foi um Jabuti (tudo de bom) - ALL, ou seja, dominical, especial, social, cultural e musical !!!
Para um passeio ciclístico sem pretensões iniciais, esse foi nosso record de shows. Foram 3 e todos musicais. Sem contar que, tudo realizado com nossa "magrela" que nos levou sem problemas, sem gastos e sem pressa !
Pedal Jabuti é isso ! Simples e gostoso, né ?
Indicações e referências:
- Projeto Canto da Praça - chorinho
Todos os domingos no largo de Nazaré – em frete ao Hospital Santa Izabel
Horário: 9 hs – gratuito
- Show no TCA à R$ 1,00 ou 1 Kg de alimento não perecível
Próximo: dia 06 de Abril 2008.
- Restaurante Aconchego da Zuzu
Largo do Garcia
Comida Baiana
- Banda Cama de Voz
www.camadevoz.com.br
- Cantora: Estelita
e-mail: dianaconda@gmail.com
Esta matéria também está publicada em www.muraldebugarin.com
Texto: Itana Mangieri
Cheguei em Salvador cheia de saudades. Falei com o Jabuti e marcamos um pedal sem maiores pretensões. Então no domingo às 7:30 hs eu já estava na casa dele e fomos tomar café na Apipão e iniciar a atualização do nosso papo. Entre muffins de baunilha e suco de laranja comecei a contar alguns detalhes sobre a expedição Araguaia-Tocantins e de repente, o Jabuti se emociona e derruba algumas lágrimas. Confesso que também segurei algumas ... rsrs.

Fomos arrumar as bikes. Valci me emprestou uma das bikes dele e seu capacete também (acho que George não vai gostar de saber desse detalhe ... hehe – usei o capacete novo e a Tarja Preta de Valci ... rsrs). Neste momento se agrega à nós, Sérgio Bezerra (jornalista e produtor cultural) que também empresta uma das bikes de Valci. Seguimos até o Posto da Centenário para aguardarmos Deraldo Dias que, para nossa surpresa, chegou pontual e ineditamente às 9:15 hs. Foi quando também, do outro lado da avenida, passa e nos cumprimentamos aos gritos festivos, o novo grupo Pedal Delas conduzido por Luzia e Luzinete. Iniciamos nosso roteiro pela biblioteca comunitária do Calabar, acompanhados das crianças do bairro para algumas orientações e fotos. Eles queriam pedalar conosco, mas marcamos para uma outra oportunidade e com a autorização de seus pais.

Durante o trajeto, via Dique do Tororó, paramos para prestigiar a biblioteca móvel da fundação Miguel Calmon, que estava aberta ao público com tudo que tem direito: livros, gibis, revistas, triciclos infantis, lápis de colorir, jogos, mesas, banquinhos e música. Continuamos nosso pedal jabuti até o Largo de Nazaré para conhecermos o projeto Canto da Praça, que ocorre todos os domingos gratuitamente com um show de chorinho por músicos apaixonados. O repertório é riquíssimo. Fomos recepcionados por João Bandola, apresentados e homenageados pela presença ao som do hino do Senhor do Bonfim. Sentamos nos banquinhos para conversar ao som de boa música. O papo foi sobre projetos futuros de passeios ciclísticos culturais pelas ruas de Salvador. O engraçado foi a quantidade de nomes interessados que surgiram para apoiar e participar desse futuro projeto: jornalistas, advogados, procuradores, professores, atletas, turistas, escritores ...

Às 10:30 hs pedalamos até o teatro Castro Alves para assistirmos ao show de Jussara Silveira. Chegando lá, nossa preocupação era se poderíamos entrar trajando bermudas e a indumentária ciclística. Ao perguntarmos ao porteiro do estacionamento, este, muito educado, nos permitiu guardar as bikes lá dentro e entrar para pedirmos informações. Na portaria principal, fomos recebidos pela equipe de coordenadores que até incentivaram nossa presença. Fotos, fotos e compramos os ingressos: R$ 1,00 ou 1 Kg de algum alimento não perecível. Corremos ao banheiro para lavarmos nossos rostos e subimos para o teatro. Ao nos acomodarmos nas poltronas, junta-se à nós o advogado e intelectual Guilherme Tude. O repertório, voz e violão de Jussara Silveira foi diversificado com a divulgação de seu próprio CD, interpretações MPB, de Gal Costa e de vários novos e, ainda, não tão conhecidos compositores. Ao final do show, resolvemos ir ao camarim para parabenizar-lhe e, descendo a escadaria, encontramos a cantora cult, Virgínia Rodrigues. Ela é baiana, mas não tão conhecida aqui no Brasil como é no exterior. Já se apresentou no Carnegie Hall e conquistou os ouvidos do ex-presidente americano, Bill Clinton. Durante os abraços e fotos, aparece uma jornalista da revista americana Venture, Graça Coelho, um tanto aborrecida por não ter conseguido autorização da produção para fotografar Jussara Silveira no palco e, ao ouvir o nome de Virgínia Rodrigues, se empolga e se declara fanzoca. Chega a se ajoelhar à seus pés, quis tirar fotos mas, de tão emocionada, não conseguia encontrar sua máquina fotográfica dentro de sua bolsa. Sem problemas: tiramos fotos em nossas máquinas. Elas nos acompanharam até o palco, onde Jussara estava recebendo os cumprimentos. Conhecemos a família Silveira, onde uma de suas tias é colega profissional de Valci e outra cantora: Estelita.


Ao final, iniciamos a decisão de onde almoçaríamos. Eu estava com vontade e saudade de uma típica moqueca baiana e fomos para o restaurante Aconchego da Zuzu, no Garcia. Lá, à sombra de árvores do quintal e uma brisa refrescante, saboreamos nossa moqueca ao som da banda Cama de Voz com uma seleção de sambas e chorinhos, finalizando com sobremesa de goiabada cremosa.

Esse foi um Jabuti (tudo de bom) - ALL, ou seja, dominical, especial, social, cultural e musical !!!
Para um passeio ciclístico sem pretensões iniciais, esse foi nosso record de shows. Foram 3 e todos musicais. Sem contar que, tudo realizado com nossa "magrela" que nos levou sem problemas, sem gastos e sem pressa !
Pedal Jabuti é isso ! Simples e gostoso, né ?
Indicações e referências:
- Projeto Canto da Praça - chorinho
Todos os domingos no largo de Nazaré – em frete ao Hospital Santa Izabel
Horário: 9 hs – gratuito
- Show no TCA à R$ 1,00 ou 1 Kg de alimento não perecível
Próximo: dia 06 de Abril 2008.
- Restaurante Aconchego da Zuzu
Largo do Garcia
Comida Baiana
- Banda Cama de Voz
www.camadevoz.com.br
- Cantora: Estelita
e-mail: dianaconda@gmail.com
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terça-feira, 4 de março de 2008
AOS MOTORISTAS, MOTOCICLISTAS, CICLISTAS E PEDESTRES.
Valci Barreto
Advogado, cicloativista,
Editor do bikebook.blogspot.com
Do MEU ZINE
Colaborador do muraldebugarin.com
Desenvolvemos ações voltadas para o uso da bicicleta nas ruas de Salvador. Entendemos que é uma falta de civilidade que alguém, para ir comprar um pão, remédio, tomar um sorvete, visitar um amigo, ir a uma praia, a pouca distância de casa, seja obrigado a fazê-lo de carro: quatro pneus, um monte de ferro, gasolina, contaminação ambiental, stress e, na maioria das vezes, conduzindo apenas uma pessoa. Se alguem parar para pensar, é coisa da pré-história, aliado a uma cultura em que o dono do carro vale por este e não pela pessoa que é; O valor da pessoa é dado pelo valor do carro que dirige.Refem desta condição, que a aceita, a pessoa vai sempre buscar o carro mais caro, nem sempre pela utilidade ou conforto que ele lhe proporciona, mas pelo valor e respeito que passa a merecer.O público ,também, rendendo-se à mesma cultura, vai, igualmente atribuir o respeito ao dono, de acordo com o preço do veículo que dirigie ou possui.Este comportamento , lamentavelmente, desce até as bicicletas.Há grupos de passeios que, se alguem aparecer com uma bicicleta menos cara, o pessoal lhe torce o pescoço e de tudo faz para voce não ingressar naquele grupo. Mas há muitos, e é maioria, felizmente, que assim não se comporta: aceitam qualquer tipo de bicicleta, desde que rode. E respeita as pessoa pelo que é ela é e não pelo bem que possui. Não se deve condenar ninguem por querer carros , casas, objetos caros, bons, bonitos. Nem bicicletas da mesma condição. Evidente que, para passeios mais corridos e mais longos, recomenda-se bicicletas mais apropriadas, o mesmo ocorrendo em relação a trilhas mais exigentes. Como quase tudo é relativo , temos a rica e inédita viagem de um baiano, Rubens Pinheiro, que saiu de Salvador em 1927 e chegou em Nova York em 1929, pedalando uma bicicleta comum, sem marcha, semelhante à Caloi Barra Cicular dos nossos dias. A façanha está registrada em livro ditado pelo ciclista, com fotos e ilustrações da viagem.
Entre outros males causados pelo uso indiscriminado do carro, está o desperdício, o custo social desnecessário,inclusive com remessa de divisas para o exterior que a industria do automóvel impõe. E, pior que todos, as vítimas de acidentes. A cultura do veiculo automotor fechou os olhos das pessoas para prazeres simples, atividades e ações que podem ser ralizadas a pé ou de bicicleta, sem qualquer prejuizo ao tempo ou a outras atividades. Desenvolveu, também, um imensurável egoísmo por parte dos motoristas. Imprimiu-lhe a sensação de poder, de que todos devem correr, sair da sua frente para ele passar. Influi na arquitetura, onde prédios e ruas contemplam apenas os veículos. Constroem-se estradas federais, estaduais, municipais, onde são gastos milhões de reais, muitas vezes até bem aplicados, mas não destinam o mínimo do percentual, em dinheiro nem em espaço, para as bicicletas. A rua, por lei, é do carro, da moto e também da bicicleta. O mau motorista, no entanto, pensa que apenas para ele foi implantada. Desrespeita a todos, inclusive a outros motoristas que estão na sua frente: "colam" no fundo , assustam, buzinam, "tiram fino",dão sinal de luz a dizer: “sai da frente , que eu quero passar.." Ninguém é obrigado a correr porque o que vem atrás assim o deseja. Mal a sinaleira abre, já buzinam e dão sinal de luz. Nas escolas, a buzina é usada para chamar os filhos. E estes, dentro dos carros dos pais, aprendendo a mesma lição, a mesma forma deseducada agressiva, estressante,de dirigir, viver, buzinar.
Muita gente está querendo trocar o carro pela bicicleta para muitas atividades, até mesmo em respeito ao nosso planeta. Mas não têm coragem, especialmente por medo dos motoristas agressivos, apressados, egoístas, estressados que desrespeitam a todos, até mesmo a outros motoristas.
Um grupo significativo de pessoas está fazendo a sua parte, no sentido de fazer os motoristas entender que a rua pode e deve ser compartilhada; que o uso da buzina do carro, para que o ciclista saia da sua frente, além de ser uma agressividade, uma falta de respeito, é também contra a lei, vez que , por lei , a preferencia é da bicicleta.
Diz ainda a lei, que o veiculo, ao ultrapassar uma bicicleta trafegando, deve guardar uma distancia de um metro e meio de distancia. Claro que ninguem vai medir . Não há olho, dirigindo, capaz de tal precisão. Porém , há um mínimo dentro de uma olhada normal que permite ao motorista , pelo menos, afastar-se o suficiente para não assustar, agredir, por em perigo quem está trafegando de bicicleta na pista normal e dentro das regras de trânsito. Os motoristas, notadamente de ônibus, táxi, carros públicos, utilitários, micro ônibus, rarissimas vezes mantem uma distância que o afaste do susto ou do perigo.Ao coantrario, buzinam , encostam, ultrapassam em ziguezagues, sem o mínimo de respeito
Depois que reservaram a pista para ônibus e taxi, lamentavelmente, tornaram-se ainda mais agressivos, tanto os motoristas de ônibus como os táxi. É só dar uma olhada rápida como eles dirigem no Dique do Tororó e na Centenário, só para citar dois pequenos exemplos do centro da Capital Baiana. Andar de bike nestas duas pistas, é quase um pedido para ser atropelado pelos ônibus. Mas não agredem apenas motos e bicicletas. A violência é também com os carros que obedecem o limite de 60 km visivel na pista e nas placas. Nem este limite querem respeitar.
Alguns motoristas, especialmente os que já andam de bicicleta, tem emlhorado o seu comportamento ao dirigir.
Outros , a grande maioria, não; especialmente os de ônibus, táxi, carros utilitários e jovens apressados que tentam, com pressas , buzinas e ziguezagues na pista, superar , correndo, a sua desorganização de horário, seu acordar tarde, pondo em perigo vidas alheias e a sua própria. Para um bom número de motoristas a rua é só deles e todos têm que correr no seu mesmo ritimo, têm que sair da sua frente, se jogar nos passeios para não ser atropelado.
Junto aos ciclistas, não são poucos também os mal educados, desrespeitadores das leis de trânsito, do pedestre e até mesmo de outros ciclistas.
O número crescente de mortes , de violência, de todos os males que nos acometem nos tempos modernos, têm tornado a vida mais difícil, bruta, arriscada. Dentro do nosso egoísmo, só nos apercebemos disso quando a vítima é irmão , filho, pai , mãe. E muitas das mortes, aleijões, perdas de pernas, braços, mutiliações, advém da falta de cuidado, de respeito, de educação no trânsito. Só tentamos fazer algo quando a vítima é um dos nossos.
Mesmo em uma pista estreita, nada justifica que o ciclista, andando em sua preferencial, cumprindo as normas de trânsito, tenha que sair correndo, apressado, tenha que se jogar no passeio, se espremer , para atender a buzina do ônibus , táxi ou do apressado e mal educado motorista de qualquer outro veículo. É uma violência como outra qualquer e pode matar, mutilar, como têm acontecido.
Estamos encaminhando este texto, que é fruto de reflexão de muitos cicloativistas, que também dirigem carro, andam a pé, de moto e de bicicleta, na esperança de que alguém possa entender esta mensagem, que seria desnecessária se a brutalidade não estivesse nos cercando todos os dias em cada esquina, em cada rua, em cada passeio. O cuidado com o semelhante não deve se limitar aos de dentro de sua casa, à mãe, pai, irmão, esposa , namorada; todos os seres humanos merecem o mesmo respeito. As dores dos mutiliados são as mesmas. Os males sociais são equivalentes, mesmo que os insensíveis não percebam.
Aos ciclistas, da mesma forma, pedimos o respeito às normas de trânsito, os cuidados com os carros, pedestres e com os outros ciclistas. Há aqueles que pedem respeito por parte dos motoristas, mas não respeitam carros, pedestres, nem a outros ciclistas.Muitos usam buzinas que assustam, poluem, maltratam, incomodam pessoas que estão andando nas ruas ou mesmo descansando em seus lares.As buzinadas agressoras devem ser evitadas, especialmente nas manhãs, madrugadas, noites, frentes de hospitais e de casas de saúde, creches, abrigo de idosos,escolas. Há ciclistas usando buzinas mais apropriadas para caminhões do que para bicicletas. E acionam estas máquinas de fazer barulho em todo o seu trajeto, poluindo, agredindo , assustando.
Pedimos ainda aos usuários de transporte coletivo que não apressem os motoristas de ônibus, para compensar seus atrasos nas saídas de casa. Nosso trabalho também é destinado a este público. Quanto mais desenvolvermos a possibilidade de usar bicicletas como meio de transporte, menos necessidade teremos de usar o ônibus e carro, com vantagens para todos, especialmente para nossa saúde, economia e conservação do planeta.
Não somos contra o carro. Somos a favor da vida, da educação, do respeito ao próximo que deve existir em qualquer lugar: filas de elevadores, hospitais, abrigos de velhos, sobretudo no transito. Temos uma lastimável estatistica: O motorista brasileiro mata mais gente dos que soldados que estão em muitas guerras dos tempos atuais. O Iraque, no ano em que a guerra foi mais violenta, morreu menos gente no conflito do que morreu, no mesmo ano, no Brasil, vitima de acidente de veículo. É comum, para que um mototista atenda a uma regra mínima de respeito ao próximo, às normas de trânsito, tenha que, muitas vezes, ter contra si uma Polícia apontando-lhe uma metralhadora. Nesta circunstancia, o motorista mal educado passa a ser a mais humilde, a mais doce das criaturas. Jamais aquele motorista buzina , agride a um carro da polícia que está em sua frente. São simples, generosos, educados, respeitadores. No entanto, se em sua frente está uma bicicleta, uma moto, um pedestre, ou até um motorista que ele entenda mais fraco, mais humilde, usam o carro como arma para agredir, assustar, ameaçar com buzinas, sinais de luzes, "finos" agresssores, aceleração dos motores e siguezagues perigosos nas pistas. É uma pena que estas pessoas só entendam a linguagem da arma, da violencia, da Polícia que, com certeza, preferiria que as suas armas jamais tivessem que serem usadas para educar alguém no trânisto.
Em nossos passeios ciclísticos, vivemos experiencias como a que segue: um grupo de centenas de ciclistas nas ruas, com passeio autorizado pelo poder público, com apoio da Policia Militar e dos orgãos de trânsito. O motorista, vendo apenas o ciclista, vem buzinando, agredindo, querendo passar por cima de todos, querem "abriar a rua " de qualquer jeito. Como não têm coragem de atropelar a tantos ao mesmo tempo, param e ficam reclamando "saiam da frente, que estou apressado". Os ciclistas(há pessoas educadas e treinadas para dialogar com o motorista) chegam até o estressado, fazendo-lhe as ponderações de estilo, quando consegue. Alguns motoristas simulam , acelarando os motores, que vão passar por cima de alguem. Quando chega o policial que apoia o evento, o motorista é a mais humilde das pessoas;transforma-se, de imediato, na mais doce e humilde das criaturas; pedem desculpas, deixam toda a valentia embaixo do banco do carro . Ficamos curiosos como a pressa termina tão rápido...
Não queremos atrapalhar o transito. Em nossos passeios, buscamos educar também os ciclistas, no sentido de que deixem o transito fuir pela esquerda, utilizando, para o passeio, apenas a pista da direita. Temos obtido muitos avanças neste sentido. Muitos motoristas e ciclistas já entenderam a mensagem e buscam o respeito mútuo.
Porém , nos passeios comuns, onde não há policial, as agressões continuam. Mas não vamos desanimar. Toda luta tem seus heróis, vivos, mortos, quem ganha e quem perde . Buscamos um caminho em que todos os envolvidos sejam vencedores. Basta todos se respeitar e disciplinar suas vidas para que não vejam a rua como espaço apenas para seu veiculo, exercício de seu poder, pressa e falta de educação. Os filhos, pais, irmãos, parentes , estão também nas ruas, ainda que não naquela por onde ele, naquele momento , esteja agredindo alguém.
É uma pena que os agressores de toda ordem, não atendam aos clamores de paz, de respeito ao próximo. No entanto, ficam quetinhos, bem comportados, humildes, quando encontram em sua frente uma Polícia apontando-lhe uma arma. Preferem respeitar a multa, o soldado armado do que a vida de alguem.
Mas não vamos desanimar.
Para quem puder , e quiser, pedimos a propagação deste texto por e mail, impressão, xerox, fixação em murais do trabalho , bares, restaurantes, salão de beleza, hospitais, distribuição nos ônibus, táxis, kombis, escolas, faculdades, igrejas, divulgar onde possível for. Mas sem sujar as ruas.
Quem quiser, pode alterar, diminuir o tamanho da mensagem, desde que faça permanecer o conteúdo básico.
Não precisa citar autor nem fonte. Importante é a mensagem.
........
Salvador é uma cidade plana para bicicleta. Pode-se pedalar de Stella Maris, até a Suburbana, passando pela Ribeira e Bonfim, sem subir uma ladeira sequer.
.....
publicado no muraldebugarin.com e
no
bikebook.blogspot.com
Apesar de todos os males, continaremos fazendo muitos e belos passeios ciclisticos. Todos são gratuitos. Todo mundo é convidado. Quem quiser participar, veja como, acessando nossos sites e blogs:
Muraldebugarin.com
Amigosdebike.com
Bikebook.blogspot.com
Sincronia
Pedaisnaestrada
Mundodabike
Aeart,
pedaladadanoite
----
como estão as familias dos vitimados, como estão os que sobreviveram, de cenas como estas?
"Morre 8ª vítima de acidente na BR-101, em Campos-RJ
São Paulo - Uma das duas pessoas feridas na colisão entre dois veículos, na madrugada de hoje, na rodovia BR-101, em Campos, no Rio de Janeiro, morreu logo após dar entrada no pronto-socorro do Hospital Ferreira Machado. A informação é da assessoria do hospital. Outras sete pessoas morreram no local. Renato Farias Barbosa, de 27 anos, foi vítima do acidente envolvendo dois veículos de passeio, na altura de Guarus, em Campos. A outra pessoa ferida é Jessica Peçanha, de 17 anos. Ela sofreu uma fratura na perna esquerda e escoriações por todo o corpo. Segundo a assessoria do hospital, ela já foi operada e seu estado de saúde é regular.
Solange Spigliatti "
publicado uol noticias, de 13.03.32008
............
Valci Barreto
Advogado, cicloativista,
Editor do bikebook.blogspot.com
Do MEU ZINE
Colaborador do muraldebugarin.com
Desenvolvemos ações voltadas para o uso da bicicleta nas ruas de Salvador. Entendemos que é uma falta de civilidade que alguém, para ir comprar um pão, remédio, tomar um sorvete, visitar um amigo, ir a uma praia, a pouca distância de casa, seja obrigado a fazê-lo de carro: quatro pneus, um monte de ferro, gasolina, contaminação ambiental, stress e, na maioria das vezes, conduzindo apenas uma pessoa. Se alguem parar para pensar, é coisa da pré-história, aliado a uma cultura em que o dono do carro vale por este e não pela pessoa que é; O valor da pessoa é dado pelo valor do carro que dirige.Refem desta condição, que a aceita, a pessoa vai sempre buscar o carro mais caro, nem sempre pela utilidade ou conforto que ele lhe proporciona, mas pelo valor e respeito que passa a merecer.O público ,também, rendendo-se à mesma cultura, vai, igualmente atribuir o respeito ao dono, de acordo com o preço do veículo que dirigie ou possui.Este comportamento , lamentavelmente, desce até as bicicletas.Há grupos de passeios que, se alguem aparecer com uma bicicleta menos cara, o pessoal lhe torce o pescoço e de tudo faz para voce não ingressar naquele grupo. Mas há muitos, e é maioria, felizmente, que assim não se comporta: aceitam qualquer tipo de bicicleta, desde que rode. E respeita as pessoa pelo que é ela é e não pelo bem que possui. Não se deve condenar ninguem por querer carros , casas, objetos caros, bons, bonitos. Nem bicicletas da mesma condição. Evidente que, para passeios mais corridos e mais longos, recomenda-se bicicletas mais apropriadas, o mesmo ocorrendo em relação a trilhas mais exigentes. Como quase tudo é relativo , temos a rica e inédita viagem de um baiano, Rubens Pinheiro, que saiu de Salvador em 1927 e chegou em Nova York em 1929, pedalando uma bicicleta comum, sem marcha, semelhante à Caloi Barra Cicular dos nossos dias. A façanha está registrada em livro ditado pelo ciclista, com fotos e ilustrações da viagem.
Entre outros males causados pelo uso indiscriminado do carro, está o desperdício, o custo social desnecessário,inclusive com remessa de divisas para o exterior que a industria do automóvel impõe. E, pior que todos, as vítimas de acidentes. A cultura do veiculo automotor fechou os olhos das pessoas para prazeres simples, atividades e ações que podem ser ralizadas a pé ou de bicicleta, sem qualquer prejuizo ao tempo ou a outras atividades. Desenvolveu, também, um imensurável egoísmo por parte dos motoristas. Imprimiu-lhe a sensação de poder, de que todos devem correr, sair da sua frente para ele passar. Influi na arquitetura, onde prédios e ruas contemplam apenas os veículos. Constroem-se estradas federais, estaduais, municipais, onde são gastos milhões de reais, muitas vezes até bem aplicados, mas não destinam o mínimo do percentual, em dinheiro nem em espaço, para as bicicletas. A rua, por lei, é do carro, da moto e também da bicicleta. O mau motorista, no entanto, pensa que apenas para ele foi implantada. Desrespeita a todos, inclusive a outros motoristas que estão na sua frente: "colam" no fundo , assustam, buzinam, "tiram fino",dão sinal de luz a dizer: “sai da frente , que eu quero passar.." Ninguém é obrigado a correr porque o que vem atrás assim o deseja. Mal a sinaleira abre, já buzinam e dão sinal de luz. Nas escolas, a buzina é usada para chamar os filhos. E estes, dentro dos carros dos pais, aprendendo a mesma lição, a mesma forma deseducada agressiva, estressante,de dirigir, viver, buzinar.
Muita gente está querendo trocar o carro pela bicicleta para muitas atividades, até mesmo em respeito ao nosso planeta. Mas não têm coragem, especialmente por medo dos motoristas agressivos, apressados, egoístas, estressados que desrespeitam a todos, até mesmo a outros motoristas.
Um grupo significativo de pessoas está fazendo a sua parte, no sentido de fazer os motoristas entender que a rua pode e deve ser compartilhada; que o uso da buzina do carro, para que o ciclista saia da sua frente, além de ser uma agressividade, uma falta de respeito, é também contra a lei, vez que , por lei , a preferencia é da bicicleta.
Diz ainda a lei, que o veiculo, ao ultrapassar uma bicicleta trafegando, deve guardar uma distancia de um metro e meio de distancia. Claro que ninguem vai medir . Não há olho, dirigindo, capaz de tal precisão. Porém , há um mínimo dentro de uma olhada normal que permite ao motorista , pelo menos, afastar-se o suficiente para não assustar, agredir, por em perigo quem está trafegando de bicicleta na pista normal e dentro das regras de trânsito. Os motoristas, notadamente de ônibus, táxi, carros públicos, utilitários, micro ônibus, rarissimas vezes mantem uma distância que o afaste do susto ou do perigo.Ao coantrario, buzinam , encostam, ultrapassam em ziguezagues, sem o mínimo de respeito
Depois que reservaram a pista para ônibus e taxi, lamentavelmente, tornaram-se ainda mais agressivos, tanto os motoristas de ônibus como os táxi. É só dar uma olhada rápida como eles dirigem no Dique do Tororó e na Centenário, só para citar dois pequenos exemplos do centro da Capital Baiana. Andar de bike nestas duas pistas, é quase um pedido para ser atropelado pelos ônibus. Mas não agredem apenas motos e bicicletas. A violência é também com os carros que obedecem o limite de 60 km visivel na pista e nas placas. Nem este limite querem respeitar.
Alguns motoristas, especialmente os que já andam de bicicleta, tem emlhorado o seu comportamento ao dirigir.
Outros , a grande maioria, não; especialmente os de ônibus, táxi, carros utilitários e jovens apressados que tentam, com pressas , buzinas e ziguezagues na pista, superar , correndo, a sua desorganização de horário, seu acordar tarde, pondo em perigo vidas alheias e a sua própria. Para um bom número de motoristas a rua é só deles e todos têm que correr no seu mesmo ritimo, têm que sair da sua frente, se jogar nos passeios para não ser atropelado.
Junto aos ciclistas, não são poucos também os mal educados, desrespeitadores das leis de trânsito, do pedestre e até mesmo de outros ciclistas.
O número crescente de mortes , de violência, de todos os males que nos acometem nos tempos modernos, têm tornado a vida mais difícil, bruta, arriscada. Dentro do nosso egoísmo, só nos apercebemos disso quando a vítima é irmão , filho, pai , mãe. E muitas das mortes, aleijões, perdas de pernas, braços, mutiliações, advém da falta de cuidado, de respeito, de educação no trânsito. Só tentamos fazer algo quando a vítima é um dos nossos.
Mesmo em uma pista estreita, nada justifica que o ciclista, andando em sua preferencial, cumprindo as normas de trânsito, tenha que sair correndo, apressado, tenha que se jogar no passeio, se espremer , para atender a buzina do ônibus , táxi ou do apressado e mal educado motorista de qualquer outro veículo. É uma violência como outra qualquer e pode matar, mutilar, como têm acontecido.
Estamos encaminhando este texto, que é fruto de reflexão de muitos cicloativistas, que também dirigem carro, andam a pé, de moto e de bicicleta, na esperança de que alguém possa entender esta mensagem, que seria desnecessária se a brutalidade não estivesse nos cercando todos os dias em cada esquina, em cada rua, em cada passeio. O cuidado com o semelhante não deve se limitar aos de dentro de sua casa, à mãe, pai, irmão, esposa , namorada; todos os seres humanos merecem o mesmo respeito. As dores dos mutiliados são as mesmas. Os males sociais são equivalentes, mesmo que os insensíveis não percebam.
Aos ciclistas, da mesma forma, pedimos o respeito às normas de trânsito, os cuidados com os carros, pedestres e com os outros ciclistas. Há aqueles que pedem respeito por parte dos motoristas, mas não respeitam carros, pedestres, nem a outros ciclistas.Muitos usam buzinas que assustam, poluem, maltratam, incomodam pessoas que estão andando nas ruas ou mesmo descansando em seus lares.As buzinadas agressoras devem ser evitadas, especialmente nas manhãs, madrugadas, noites, frentes de hospitais e de casas de saúde, creches, abrigo de idosos,escolas. Há ciclistas usando buzinas mais apropriadas para caminhões do que para bicicletas. E acionam estas máquinas de fazer barulho em todo o seu trajeto, poluindo, agredindo , assustando.
Pedimos ainda aos usuários de transporte coletivo que não apressem os motoristas de ônibus, para compensar seus atrasos nas saídas de casa. Nosso trabalho também é destinado a este público. Quanto mais desenvolvermos a possibilidade de usar bicicletas como meio de transporte, menos necessidade teremos de usar o ônibus e carro, com vantagens para todos, especialmente para nossa saúde, economia e conservação do planeta.
Não somos contra o carro. Somos a favor da vida, da educação, do respeito ao próximo que deve existir em qualquer lugar: filas de elevadores, hospitais, abrigos de velhos, sobretudo no transito. Temos uma lastimável estatistica: O motorista brasileiro mata mais gente dos que soldados que estão em muitas guerras dos tempos atuais. O Iraque, no ano em que a guerra foi mais violenta, morreu menos gente no conflito do que morreu, no mesmo ano, no Brasil, vitima de acidente de veículo. É comum, para que um mototista atenda a uma regra mínima de respeito ao próximo, às normas de trânsito, tenha que, muitas vezes, ter contra si uma Polícia apontando-lhe uma metralhadora. Nesta circunstancia, o motorista mal educado passa a ser a mais humilde, a mais doce das criaturas. Jamais aquele motorista buzina , agride a um carro da polícia que está em sua frente. São simples, generosos, educados, respeitadores. No entanto, se em sua frente está uma bicicleta, uma moto, um pedestre, ou até um motorista que ele entenda mais fraco, mais humilde, usam o carro como arma para agredir, assustar, ameaçar com buzinas, sinais de luzes, "finos" agresssores, aceleração dos motores e siguezagues perigosos nas pistas. É uma pena que estas pessoas só entendam a linguagem da arma, da violencia, da Polícia que, com certeza, preferiria que as suas armas jamais tivessem que serem usadas para educar alguém no trânisto.
Em nossos passeios ciclísticos, vivemos experiencias como a que segue: um grupo de centenas de ciclistas nas ruas, com passeio autorizado pelo poder público, com apoio da Policia Militar e dos orgãos de trânsito. O motorista, vendo apenas o ciclista, vem buzinando, agredindo, querendo passar por cima de todos, querem "abriar a rua " de qualquer jeito. Como não têm coragem de atropelar a tantos ao mesmo tempo, param e ficam reclamando "saiam da frente, que estou apressado". Os ciclistas(há pessoas educadas e treinadas para dialogar com o motorista) chegam até o estressado, fazendo-lhe as ponderações de estilo, quando consegue. Alguns motoristas simulam , acelarando os motores, que vão passar por cima de alguem. Quando chega o policial que apoia o evento, o motorista é a mais humilde das pessoas;transforma-se, de imediato, na mais doce e humilde das criaturas; pedem desculpas, deixam toda a valentia embaixo do banco do carro . Ficamos curiosos como a pressa termina tão rápido...
Não queremos atrapalhar o transito. Em nossos passeios, buscamos educar também os ciclistas, no sentido de que deixem o transito fuir pela esquerda, utilizando, para o passeio, apenas a pista da direita. Temos obtido muitos avanças neste sentido. Muitos motoristas e ciclistas já entenderam a mensagem e buscam o respeito mútuo.
Porém , nos passeios comuns, onde não há policial, as agressões continuam. Mas não vamos desanimar. Toda luta tem seus heróis, vivos, mortos, quem ganha e quem perde . Buscamos um caminho em que todos os envolvidos sejam vencedores. Basta todos se respeitar e disciplinar suas vidas para que não vejam a rua como espaço apenas para seu veiculo, exercício de seu poder, pressa e falta de educação. Os filhos, pais, irmãos, parentes , estão também nas ruas, ainda que não naquela por onde ele, naquele momento , esteja agredindo alguém.
É uma pena que os agressores de toda ordem, não atendam aos clamores de paz, de respeito ao próximo. No entanto, ficam quetinhos, bem comportados, humildes, quando encontram em sua frente uma Polícia apontando-lhe uma arma. Preferem respeitar a multa, o soldado armado do que a vida de alguem.
Mas não vamos desanimar.
Para quem puder , e quiser, pedimos a propagação deste texto por e mail, impressão, xerox, fixação em murais do trabalho , bares, restaurantes, salão de beleza, hospitais, distribuição nos ônibus, táxis, kombis, escolas, faculdades, igrejas, divulgar onde possível for. Mas sem sujar as ruas.
Quem quiser, pode alterar, diminuir o tamanho da mensagem, desde que faça permanecer o conteúdo básico.
Não precisa citar autor nem fonte. Importante é a mensagem.
........
Salvador é uma cidade plana para bicicleta. Pode-se pedalar de Stella Maris, até a Suburbana, passando pela Ribeira e Bonfim, sem subir uma ladeira sequer.
.....
publicado no muraldebugarin.com e
no
bikebook.blogspot.com
Apesar de todos os males, continaremos fazendo muitos e belos passeios ciclisticos. Todos são gratuitos. Todo mundo é convidado. Quem quiser participar, veja como, acessando nossos sites e blogs:
Muraldebugarin.com
Amigosdebike.com
Bikebook.blogspot.com
Sincronia
Pedaisnaestrada
Mundodabike
Aeart,
pedaladadanoite
----
como estão as familias dos vitimados, como estão os que sobreviveram, de cenas como estas?
"Morre 8ª vítima de acidente na BR-101, em Campos-RJ
São Paulo - Uma das duas pessoas feridas na colisão entre dois veículos, na madrugada de hoje, na rodovia BR-101, em Campos, no Rio de Janeiro, morreu logo após dar entrada no pronto-socorro do Hospital Ferreira Machado. A informação é da assessoria do hospital. Outras sete pessoas morreram no local. Renato Farias Barbosa, de 27 anos, foi vítima do acidente envolvendo dois veículos de passeio, na altura de Guarus, em Campos. A outra pessoa ferida é Jessica Peçanha, de 17 anos. Ela sofreu uma fratura na perna esquerda e escoriações por todo o corpo. Segundo a assessoria do hospital, ela já foi operada e seu estado de saúde é regular.
Solange Spigliatti "
publicado uol noticias, de 13.03.32008
............
domingo, 2 de março de 2008
Mulheres ... Comemorem-se !
Texto: Itana Mangieri

Outro dia, ouvindo e analisando a letra da música de Chico Buarque interpretada por Ney Matogrosso, Mulheres de Atenas, pude perceber o quanto ela é defasada para os dias de hoje quando fala de mulheres submissas e, ao mesmo tempo, mostra a importância delas para o homem e para a família e a força feminina para suportar ausências e truculências.
(trechos)
Mirem-se no exemplo
Daquelas mulheres
De Atenas!
Vivem pros seus maridos
Orgulho e raça
De Atenas ! ...
Quando amadas se perfumam
Se banham com leite
Se arrumam
Suas pequenas ...
Quando fustigadas não choram
Se ajoelham, pedem, imploram
Mais duras penas
Quando eles embarcam soldados
Elas tecem longos bordados
Mil quarentenas
E quando eles voltam sedentos
Querem arrancar violentos
Carícias plenas
Obsenas !...
Quando eles se entopem de vinho
Costumam buscar o carinho
De outras malenas
Mas no fim da noite, aos pedaços
Quase sempre voltam pros braços
De suas pequenas
Helenas !...
Elas não têm gosto ou vontade
Nem defeito, nem qualidade
Têm medo apenas
Não tem sonhos
Só tem presságios
O seu homem, mares, naufrágios
Lindas serenas
Morenas ! ...
É só ligarmos o noticiário da TV ou do rádio para ouvir tantos casos e descasos com mulheres. Posso citar exemplos como trancafiar uma menor de idade numa cela com prisioneiros que a violentaram, mulheres agredidas por seus companheiros, governantes seqüestradas, missionárias assassinadas, o crescente número de delegacias femininas, o combate à prostituição infantil (meninas que trocam bonecas por sexo), remuneração inferior a do homem, etc ...
Mas isso não diminui a força da mulher. Por mais inóspita que seja a situação, elas estão lá. Firmes e fortes. Exemplos disso é o crescente número de mulheres que mantém suas famílias, o número de mulheres no mercado de trabalho, de mulheres independentes, trabalhando, estudando e morando sozinhas, mulheres dirigindo carros, ônibus, caminhões, tratores, aviões, helicópteros (funções antropologicamente masculinas), mulheres que desempenham suas atividades de manhã, à tarde e a noite, que são profissionais, donas de casa, mães e esposas.
Sem falar das mulheres que exigem seus direitos ! São mulheres que sabem o querem, que vão à luta, que se conhecem interiormente, possuem auto-estima, valorizam seu espaço, conquistas e opiniões e que não dependem emocionalmente de ninguém.
Acabou a era da estória da carochinha onde mulher devia acordar cedo, preparar os filhos para a escola, o café e as roupas do marido, arrumar a casa, preparar o almoço, buscar as crianças na escola, alimentá-los, ajudar no dever de casa, lavar roupas, correr no supermercado, preparar o jantar, pedir dinheiro ao marido, botar as crianças pra dormir, arrumar as mochilas para o dia seguinte e ainda, esgotada, fingir um orgasmo para o marido que dormia em seguida. Ufa !
Por isso, essa nova e atual versão feminina, também quer o que os homens sempre receberam delas, ou seja, um pouco de esforço, além claro, de carinho, atenção, zêlo e principalmente respeito !
Nada de teorias feministas e disputa por direitos iguais. Somente a consciência pela divisão, manutenção e respeito pelo relacionamento e meio ambiente em que vivem e/ou dividem.
Será que é por isso que os homens estão recebendo novos termos como metrossexuais ? Será que é por isso que alguns estão se cuidando melhor ? Aprendendo a cozinhar ? Estudando enologia ? Cuidando da casa e dos filhos ?
Já é um começo ! Pois é assim que nós, seres femininos e fortes, também desejamos ser tratadas e cuidadas.
Se as mulheres podem exercer funções masculinas com maestria, os homens também podem exercer funções antes, somente femininas, como cozinhar e passar. E quando o fazem, se tornam exímios e famosos Gourmets, Alfaiates e internacionais Designers e Estilistas de moda. Qual o preconceito nisso ? ... Sinceramente, para mim, nenhum. Pois eu adoraria chegar em casa e encontrar um jantar especialmente feito para mim, pronto !
Cuidar de alguém não dói e nosso controle de qualidade está mais rigoroso.
Mesmo sendo mulher, confesso: mulher é um ser esquisito. Não possuímos manual de instruções, porém, consegue-se tudo delas, quando o respeito e carinho são recíprocos.
Mas nem tudo está perdido. Também existem homens sensíveis que não tem pudores e nem vergonha de expressar a importância de uma mulher em sua vida. Homens que perderam, que sentem falta e que valorizam a mulher que amam. Seja em cartas, bilhetes de amor e até músicas ! ... como o tremendão Erasmo Carlos ... rsrs.
(trechos)
Dizem que a mulher
é o sexo frágil
Mas que mentira
Absurda !
Eu que faço parte
Da rotina de uma delas
Sei que a força
Está com elas ...
Mulher ! Mulher !
Do barro
De que você foi gerada
Me veio inspiração
Prá decantar você
Nessa canção ...
Mulher ! Mulher !
Na escola
Em que você foi
Ensinada
Jamais tirei um 10
Sou forte
Mas não chego
Aos seus pés ...
Texto: Itana Mangieri

Outro dia, ouvindo e analisando a letra da música de Chico Buarque interpretada por Ney Matogrosso, Mulheres de Atenas, pude perceber o quanto ela é defasada para os dias de hoje quando fala de mulheres submissas e, ao mesmo tempo, mostra a importância delas para o homem e para a família e a força feminina para suportar ausências e truculências.
(trechos)
Mirem-se no exemplo
Daquelas mulheres
De Atenas!
Vivem pros seus maridos
Orgulho e raça
De Atenas ! ...
Quando amadas se perfumam
Se banham com leite
Se arrumam
Suas pequenas ...
Quando fustigadas não choram
Se ajoelham, pedem, imploram
Mais duras penas
Quando eles embarcam soldados
Elas tecem longos bordados
Mil quarentenas
E quando eles voltam sedentos
Querem arrancar violentos
Carícias plenas
Obsenas !...
Quando eles se entopem de vinho
Costumam buscar o carinho
De outras malenas
Mas no fim da noite, aos pedaços
Quase sempre voltam pros braços
De suas pequenas
Helenas !...
Elas não têm gosto ou vontade
Nem defeito, nem qualidade
Têm medo apenas
Não tem sonhos
Só tem presságios
O seu homem, mares, naufrágios
Lindas serenas
Morenas ! ...
É só ligarmos o noticiário da TV ou do rádio para ouvir tantos casos e descasos com mulheres. Posso citar exemplos como trancafiar uma menor de idade numa cela com prisioneiros que a violentaram, mulheres agredidas por seus companheiros, governantes seqüestradas, missionárias assassinadas, o crescente número de delegacias femininas, o combate à prostituição infantil (meninas que trocam bonecas por sexo), remuneração inferior a do homem, etc ...
Mas isso não diminui a força da mulher. Por mais inóspita que seja a situação, elas estão lá. Firmes e fortes. Exemplos disso é o crescente número de mulheres que mantém suas famílias, o número de mulheres no mercado de trabalho, de mulheres independentes, trabalhando, estudando e morando sozinhas, mulheres dirigindo carros, ônibus, caminhões, tratores, aviões, helicópteros (funções antropologicamente masculinas), mulheres que desempenham suas atividades de manhã, à tarde e a noite, que são profissionais, donas de casa, mães e esposas.
Sem falar das mulheres que exigem seus direitos ! São mulheres que sabem o querem, que vão à luta, que se conhecem interiormente, possuem auto-estima, valorizam seu espaço, conquistas e opiniões e que não dependem emocionalmente de ninguém.
Acabou a era da estória da carochinha onde mulher devia acordar cedo, preparar os filhos para a escola, o café e as roupas do marido, arrumar a casa, preparar o almoço, buscar as crianças na escola, alimentá-los, ajudar no dever de casa, lavar roupas, correr no supermercado, preparar o jantar, pedir dinheiro ao marido, botar as crianças pra dormir, arrumar as mochilas para o dia seguinte e ainda, esgotada, fingir um orgasmo para o marido que dormia em seguida. Ufa !
Por isso, essa nova e atual versão feminina, também quer o que os homens sempre receberam delas, ou seja, um pouco de esforço, além claro, de carinho, atenção, zêlo e principalmente respeito !
Nada de teorias feministas e disputa por direitos iguais. Somente a consciência pela divisão, manutenção e respeito pelo relacionamento e meio ambiente em que vivem e/ou dividem.
Será que é por isso que os homens estão recebendo novos termos como metrossexuais ? Será que é por isso que alguns estão se cuidando melhor ? Aprendendo a cozinhar ? Estudando enologia ? Cuidando da casa e dos filhos ?
Já é um começo ! Pois é assim que nós, seres femininos e fortes, também desejamos ser tratadas e cuidadas.
Se as mulheres podem exercer funções masculinas com maestria, os homens também podem exercer funções antes, somente femininas, como cozinhar e passar. E quando o fazem, se tornam exímios e famosos Gourmets, Alfaiates e internacionais Designers e Estilistas de moda. Qual o preconceito nisso ? ... Sinceramente, para mim, nenhum. Pois eu adoraria chegar em casa e encontrar um jantar especialmente feito para mim, pronto !
Cuidar de alguém não dói e nosso controle de qualidade está mais rigoroso.
Mesmo sendo mulher, confesso: mulher é um ser esquisito. Não possuímos manual de instruções, porém, consegue-se tudo delas, quando o respeito e carinho são recíprocos.
Mas nem tudo está perdido. Também existem homens sensíveis que não tem pudores e nem vergonha de expressar a importância de uma mulher em sua vida. Homens que perderam, que sentem falta e que valorizam a mulher que amam. Seja em cartas, bilhetes de amor e até músicas ! ... como o tremendão Erasmo Carlos ... rsrs.
(trechos)
Dizem que a mulher
é o sexo frágil
Mas que mentira
Absurda !
Eu que faço parte
Da rotina de uma delas
Sei que a força
Está com elas ...
Mulher ! Mulher !
Do barro
De que você foi gerada
Me veio inspiração
Prá decantar você
Nessa canção ...
Mulher ! Mulher !
Na escola
Em que você foi
Ensinada
Jamais tirei um 10
Sou forte
Mas não chego
Aos seus pés ...
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
BATIZADO DO PEDAL DELAS
Valci Barreto
Editor do bikebook.blogspot.com
MEU ZINE
Colaborador do mualdebugarin.com
Participamos com muita alegria do batizado do novo grupo de pedal baiano, PEDALDELAS, ocorrido no dia 22.02.2008. Gestado e parido no bairro de Periperi, um dos mais lindos de Salvador, seu batizado constituiu de um pedal iniciado na Praça da Revolução, em Periperi, seqüenciado pela Suburbana e parada no Dique do Toróró para receber cumprimentos de apoiadores, amigos, e incorporação de membros residentes no Centro de Salvador.
Ao chegar ao Dique já encontraram várias pessoas e à espera como CEZAR Brasileiro, novo apaixonado e entusiasta do pedal, Bugarin, editor do MuraldeBugarin.com , membros do Sincronia, Pedal Suba Aí, Jarraw, Fabio Lopes, Rui, (Disco de Vinil), Magui, que pedalou sozinha da Pituba até o Dique, Edvaldo(SÓ CORTINAS), que aproveitou o PEDALDELAS para retornar aos passeios, dos quais andou um pouco afastado.
Como sempre festivo, generoso, alegre e surpreendente, eis que surge, no mesmo Dique, a equipe do AMIGOSDETONY, trazendo flores e perfumes para as meninas do PEDALDELAS.
No Dique, recebemos a visita do nosso querido jornalista, Claudemiro, editor da folha do Recôncavo, no qual mantive uma coluna por vários anos.
Deste encontro, graças ao PEDALDELAS, ali mesmo , nasceu o compromisso de voltar a escrever para a FOLHA DO RECONCAVO, agora com mais um ingrediente: nossos pedais e movimentos em favor das bicicletas pelos campos , cidades e becos da Bahia.
Após os abraços, beijos, perfumes e fotos no belo cenário do Tororó, prosseguiram as meninas para o Parque da Cidade, pela Vasco a Gama, Rio Vermelho, acompanhadas por seu amigos e admiradores que apóiam, incentivam e se emocionam com estes importantes e prazeirosos acontecimentos ciclísticos.
Passeando por Salvador em sua bicicleta reclinável, Eduardo, dos Correios de Itabuna, amante de pedal, vendo o movimento ,no Dique, aproximou-se e acompanhou a turma até o Parque da Cidade. Voltou conosco(valci, Edvaldo, Cezar Brasileiro, seu sobrinho.), até Ondina, prosseguindo sozinho seu passeio pela nossa Bahia. No caminho, vimos conversando com o simpático Eduardo que nos informou ser dos Correios de Itabuna , é amante de todo tipo de passeio e, junto a um grupo de pedal de Iheus/Itabuna, participa de uma grande viagem ciclística , de 700 km, de ilhéus até Bom Jesus da Lapa no período das romarias. Esta viagm, realizada por ciclistas da região grapiúna, já é tradicional. Ficou de nos encaminhar material a respeito, para transmitir ao nosso Muraldebugarin.com.
No Parque da Cidade os acompanhantes do PEDALDELAS se dispersaram, cada um seguindo seu destino, prosseguindo “as meninas”até Periperi, onde chegaram felizes e certas de que muitos e emocionantes passeios virão por aí. Apesar de organizado em fevereiro de 2008, as componentes do PEDALDELAS já possui currículo invejável de pedais, até mesmo em passeios para fora de Salvador. Já nasceram “profissionais”. PABENS! Agora, mais pedais para todos nós, com a beleza, simpatia e ternura das nossas mulheres dos pedais baianos.
Também estamos felizes por termos participado do seu emocionante e vitorioso batismo.
Valci Barreto.
Valci Barreto
Editor do bikebook.blogspot.com
MEU ZINE
Colaborador do mualdebugarin.com
Participamos com muita alegria do batizado do novo grupo de pedal baiano, PEDALDELAS, ocorrido no dia 22.02.2008. Gestado e parido no bairro de Periperi, um dos mais lindos de Salvador, seu batizado constituiu de um pedal iniciado na Praça da Revolução, em Periperi, seqüenciado pela Suburbana e parada no Dique do Toróró para receber cumprimentos de apoiadores, amigos, e incorporação de membros residentes no Centro de Salvador.
Ao chegar ao Dique já encontraram várias pessoas e à espera como CEZAR Brasileiro, novo apaixonado e entusiasta do pedal, Bugarin, editor do MuraldeBugarin.com , membros do Sincronia, Pedal Suba Aí, Jarraw, Fabio Lopes, Rui, (Disco de Vinil), Magui, que pedalou sozinha da Pituba até o Dique, Edvaldo(SÓ CORTINAS), que aproveitou o PEDALDELAS para retornar aos passeios, dos quais andou um pouco afastado.
Como sempre festivo, generoso, alegre e surpreendente, eis que surge, no mesmo Dique, a equipe do AMIGOSDETONY, trazendo flores e perfumes para as meninas do PEDALDELAS.
No Dique, recebemos a visita do nosso querido jornalista, Claudemiro, editor da folha do Recôncavo, no qual mantive uma coluna por vários anos.
Deste encontro, graças ao PEDALDELAS, ali mesmo , nasceu o compromisso de voltar a escrever para a FOLHA DO RECONCAVO, agora com mais um ingrediente: nossos pedais e movimentos em favor das bicicletas pelos campos , cidades e becos da Bahia.
Após os abraços, beijos, perfumes e fotos no belo cenário do Tororó, prosseguiram as meninas para o Parque da Cidade, pela Vasco a Gama, Rio Vermelho, acompanhadas por seu amigos e admiradores que apóiam, incentivam e se emocionam com estes importantes e prazeirosos acontecimentos ciclísticos.
Passeando por Salvador em sua bicicleta reclinável, Eduardo, dos Correios de Itabuna, amante de pedal, vendo o movimento ,no Dique, aproximou-se e acompanhou a turma até o Parque da Cidade. Voltou conosco(valci, Edvaldo, Cezar Brasileiro, seu sobrinho.), até Ondina, prosseguindo sozinho seu passeio pela nossa Bahia. No caminho, vimos conversando com o simpático Eduardo que nos informou ser dos Correios de Itabuna , é amante de todo tipo de passeio e, junto a um grupo de pedal de Iheus/Itabuna, participa de uma grande viagem ciclística , de 700 km, de ilhéus até Bom Jesus da Lapa no período das romarias. Esta viagm, realizada por ciclistas da região grapiúna, já é tradicional. Ficou de nos encaminhar material a respeito, para transmitir ao nosso Muraldebugarin.com.
No Parque da Cidade os acompanhantes do PEDALDELAS se dispersaram, cada um seguindo seu destino, prosseguindo “as meninas”até Periperi, onde chegaram felizes e certas de que muitos e emocionantes passeios virão por aí. Apesar de organizado em fevereiro de 2008, as componentes do PEDALDELAS já possui currículo invejável de pedais, até mesmo em passeios para fora de Salvador. Já nasceram “profissionais”. PABENS! Agora, mais pedais para todos nós, com a beleza, simpatia e ternura das nossas mulheres dos pedais baianos.
Também estamos felizes por termos participado do seu emocionante e vitorioso batismo.
Valci Barreto.
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
fotos, fotos , fotos, no muraldebugarin.com em "galeriadefotos"
VEJAM FOTOS DOS DUZENTOS ANOS DA FACULDADE DE MEDICINA
DA FORMATURA DE PSCICOLOGIA, SIMPLES, SEM SOLENIDADE, DA FACULADE RUI BARBOSA NO MURALDEBUGARIN.COM
==================================================================================
JABUTI SOLITÁRIO, NA MAIS BELA E GOSTOSA PRÁIA DO MUNDO.
Valci Barreto.
editor do bikebook.blogspot.com
muraldebugarin.com
e do meu zine
Acordei cedo, o que sempre acontece quando não durmo muito tarde. De sorte que, às seis da manhã já estava saindo para meu " Jabuti Solitário Feliz," pela região da Barra. Pedalando aqui, olhando ali, dei uma entradinha na Banca Cultural, que fica aberta 24 horas, ao lado da Quadra de Esportes e do Ondina Apart Hotel; Abri a Revista Piaui e consegui ler um texto sobre a visita que fez um "escriba " ao escritor Jorge Luiz Borges. Não vou contar a matéria . Apenas recomendo a leitura.
Despeço-me e sigo em direção ao Porto da Barra. Tendo saido sem nada pôr no estomago, parei na Dona Trindade e tomei um delicioso mingáu de tapioca, servido junto ao muro da Cabana da Barra.
Estomago quietinho, sigo . No Porto da Barra, "um monte" de triatletas se organizava para um treino com suas bicicletas, alá George e Dimitri. Passo com minha monaretinha e recebo a atenção de um garoto simpático ,que ajudava o pessoal a tirar as "máquinas" dos carros. Ele brinca comigo olhando para minha "brasileirinha":
-" vai acompanhar a gente?"
-"Não, meu amiguinho, voces andam muito devagar...As suas bicicletas são muito lentas...",devolvo com a mesma festa. Prossigo,um pouco chateado por não estar com a minha máquina fotográfica para registrar a turma.
O grupo é de aventuras, corridas, mergulho, triatlon , atletas ,enfim, que se preparavam para "uma brincadeira", segundo alguns me disseram.
Retorno pelo mesmo caminho, sendo saudado por alguns amigos e conhecidos , colhendo mais frutos do "meu dia global":
_"Vi você no Rede Bahia Revista"!
Vou contemplando pessoas e a "minha práia", a melhor do mundo.
Sempre achei que o Porto da Barra tinha melhor e mais gostosa praia do mundo. Mas não conhecendo as de outros paises, não me achava com autoridade para sair fazendo esta afirmação. Um dia, porém, vi e ouvi Caetano Veloso , na tv ,em uma campanha de limpeza no Porto da Barra, afirmando contudentemente: "é a melhor e mais bela práia do mundo". A partir de então, perdi minha timidez, viquei ousado, arrogante em Porto da Barra e passei a propagar, sem medo, sem susto, com toda a autoridade de que precisava para assim também afirmar.
Vez em quando alguém para me testar,concorrrer, provocar ou mesmo brincar, questiona: "voce conhece todas as praias do mundo, para dizer isto?"
Respondo fácil: " Eu não , mas Caetano Veloso conhece".
Como sempre , há insatisfeito, espirito de porco, contumazes perguntadores, que vão ainda mais longe nos seus questionamentos:
-"Voce tem certeza que Caetano Veloso conhece todas as praias do mundo? Caetano já lhe disse isto?
Aí não tem jeito : o provocador perde todas:
-" Caetano nunca falou comigo". Mas , Gilda Matoso , através de "Assessoria de Encreca", da Ediouro, me deixou certo de que Caetano conhece o mundo inteiro. E o mundo inteiro conhece Caetano Veloso. E Matoso não contou tudo, porque o livro tem poucas páginas para isto.
Claro que não vou mais perder meu tempo com estes eternos implicantes. Há alguns meses atrás, o escritor e jornalista Jolivado Freitas, também apaixonado pelo Porto da Barra, em uma das suas crônicas afirmou que o The Guardian , jornal londrino, elegeu o Porto da Barra como uma das mais, melhores e belas práias do mundo. Não sei a classificação, mesmo porque para os teimosos e duvidosos nem mesmo a morte lhe deixam certos de que um dia dela receberá a implacável visita...
Antes de Caetano, Joli e The Guradian eu já achava a melhor práia do mundo. Foi só visuá-la , chegar ali pela primeira vez, o que conteceu no início dos anos 70, para assim considerá-la. E hoje com maior razão. Não por causa das tres autoridades , em Porto da Barra, citadas. Bastava, tão sòmente, o meu Jabuti desta manhã.
Acho uma coisa meio criminosa passar de carro por ali. O Porto é lugar para ir-se de bicicleta ou a pé.
Vez em quando os jornais noticiam descobertas de planetas que podem ter água. Se isto acontecer, e também houver práia, nem assim perderá o Porto o seu trono.
E olhem que hoje nem pus os pés na suas águas... ,
publicado no muraldebugarin.com
e no
bikebook.blogspot.com , em 2007
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VEJAM FOTOS DOS DUZENTOS ANOS DA FACULDADE DE MEDICINA
DA FORMATURA DE PSCICOLOGIA, SIMPLES, SEM SOLENIDADE, DA FACULADE RUI BARBOSA NO MURALDEBUGARIN.COM
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JABUTI SOLITÁRIO, NA MAIS BELA E GOSTOSA PRÁIA DO MUNDO.
Valci Barreto.
editor do bikebook.blogspot.com
muraldebugarin.com
e do meu zine
Acordei cedo, o que sempre acontece quando não durmo muito tarde. De sorte que, às seis da manhã já estava saindo para meu " Jabuti Solitário Feliz," pela região da Barra. Pedalando aqui, olhando ali, dei uma entradinha na Banca Cultural, que fica aberta 24 horas, ao lado da Quadra de Esportes e do Ondina Apart Hotel; Abri a Revista Piaui e consegui ler um texto sobre a visita que fez um "escriba " ao escritor Jorge Luiz Borges. Não vou contar a matéria . Apenas recomendo a leitura.
Despeço-me e sigo em direção ao Porto da Barra. Tendo saido sem nada pôr no estomago, parei na Dona Trindade e tomei um delicioso mingáu de tapioca, servido junto ao muro da Cabana da Barra.
Estomago quietinho, sigo . No Porto da Barra, "um monte" de triatletas se organizava para um treino com suas bicicletas, alá George e Dimitri. Passo com minha monaretinha e recebo a atenção de um garoto simpático ,que ajudava o pessoal a tirar as "máquinas" dos carros. Ele brinca comigo olhando para minha "brasileirinha":
-" vai acompanhar a gente?"
-"Não, meu amiguinho, voces andam muito devagar...As suas bicicletas são muito lentas...",devolvo com a mesma festa. Prossigo,um pouco chateado por não estar com a minha máquina fotográfica para registrar a turma.
O grupo é de aventuras, corridas, mergulho, triatlon , atletas ,enfim, que se preparavam para "uma brincadeira", segundo alguns me disseram.
Retorno pelo mesmo caminho, sendo saudado por alguns amigos e conhecidos , colhendo mais frutos do "meu dia global":
_"Vi você no Rede Bahia Revista"!
Vou contemplando pessoas e a "minha práia", a melhor do mundo.
Sempre achei que o Porto da Barra tinha melhor e mais gostosa praia do mundo. Mas não conhecendo as de outros paises, não me achava com autoridade para sair fazendo esta afirmação. Um dia, porém, vi e ouvi Caetano Veloso , na tv ,em uma campanha de limpeza no Porto da Barra, afirmando contudentemente: "é a melhor e mais bela práia do mundo". A partir de então, perdi minha timidez, viquei ousado, arrogante em Porto da Barra e passei a propagar, sem medo, sem susto, com toda a autoridade de que precisava para assim também afirmar.
Vez em quando alguém para me testar,concorrrer, provocar ou mesmo brincar, questiona: "voce conhece todas as praias do mundo, para dizer isto?"
Respondo fácil: " Eu não , mas Caetano Veloso conhece".
Como sempre , há insatisfeito, espirito de porco, contumazes perguntadores, que vão ainda mais longe nos seus questionamentos:
-"Voce tem certeza que Caetano Veloso conhece todas as praias do mundo? Caetano já lhe disse isto?
Aí não tem jeito : o provocador perde todas:
-" Caetano nunca falou comigo". Mas , Gilda Matoso , através de "Assessoria de Encreca", da Ediouro, me deixou certo de que Caetano conhece o mundo inteiro. E o mundo inteiro conhece Caetano Veloso. E Matoso não contou tudo, porque o livro tem poucas páginas para isto.
Claro que não vou mais perder meu tempo com estes eternos implicantes. Há alguns meses atrás, o escritor e jornalista Jolivado Freitas, também apaixonado pelo Porto da Barra, em uma das suas crônicas afirmou que o The Guardian , jornal londrino, elegeu o Porto da Barra como uma das mais, melhores e belas práias do mundo. Não sei a classificação, mesmo porque para os teimosos e duvidosos nem mesmo a morte lhe deixam certos de que um dia dela receberá a implacável visita...
Antes de Caetano, Joli e The Guradian eu já achava a melhor práia do mundo. Foi só visuá-la , chegar ali pela primeira vez, o que conteceu no início dos anos 70, para assim considerá-la. E hoje com maior razão. Não por causa das tres autoridades , em Porto da Barra, citadas. Bastava, tão sòmente, o meu Jabuti desta manhã.
Acho uma coisa meio criminosa passar de carro por ali. O Porto é lugar para ir-se de bicicleta ou a pé.
Vez em quando os jornais noticiam descobertas de planetas que podem ter água. Se isto acontecer, e também houver práia, nem assim perderá o Porto o seu trono.
E olhem que hoje nem pus os pés na suas águas... ,
publicado no muraldebugarin.com
e no
bikebook.blogspot.com , em 2007
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BICICLETAS EM AMSTERDAM===================================================

Na Holanda, Oxford (INGLATERRA) Alemanha, estas bicicletas da foto são as preferidas. Iguais às do JABUTIS em seus passeios urbanos. Nada contra, porém, se aparecerem ciclistas com as francesas, americanas, brasileiras: as mais caras e produzidas do planeta. No jabutis, o que não pode mesmo é andar na base de "vamo vamo", "tá na hora", "tô com pressa". "vamo logo". Nem mal humorado. Estes, estão, por todo o tempo, desconvidados... Para estes há muitos outros grupos de passeios.

Na Holanda, Oxford (INGLATERRA) Alemanha, estas bicicletas da foto são as preferidas. Iguais às do JABUTIS em seus passeios urbanos. Nada contra, porém, se aparecerem ciclistas com as francesas, americanas, brasileiras: as mais caras e produzidas do planeta. No jabutis, o que não pode mesmo é andar na base de "vamo vamo", "tá na hora", "tô com pressa". "vamo logo". Nem mal humorado. Estes, estão, por todo o tempo, desconvidados... Para estes há muitos outros grupos de passeios.
ITACARANHA SUBURBIO DE SALVADOR - VISITA DO "JABUTIS VAGAROSOS"

Jabutis Vagarosos em Visita Itacaranha, Campo da Lagoa, gerador de grandes craques do futebol baiano.
Itacaranha - Pedal Jabutis Vagarosos.
Valci Barreto
publicado no bikebook.blogspot.com
Conforme projetado, às 8.30 da manhã, várias pessoas e grupos de pedais já se faziam presentes em frente ao estacionamento da Fonte Nova para a visita ao Campo da Lagoa, em Itacaranha, no subúrbio ferroviário de Salvador, para assistirmos ao torneio início de futebol infantil.
Antes da saída, um pequeno chuvisco gerou no grupo uma dúvida se faríamos ou não o passeio. Decidimos pela ida, apesar de uns poucos desistirem.
Nove horas, pontualmente, estávamos montados em nossas bicicletas para a saída, enquanto chamávamos os que se protegiam dos chuviscos, sob o telhado de A PORTEIRA, restaurante ao lado do Dique do Tororó. A chegada, neste momento, do Gilson Cunha, que iria de carro com seu filho, para tomar informações do trajeto do passeio, e para justificar que não iria pedalando, por estar com seu filho.
Demos a partida e já na sinaleira da frente do Mercado da Sete Portas, uma grande emoção: O grupo de Narandiba que, participante dos Jabutis de hoje, misturou-se, naturalmente, ao nosso grupo, como se ali houvéssemos combinado para o encontro. Sob o comando de “Guerreirão", elevou este o seu conhecido grito de guerra transmitindo o entusiasmo de sempre.
Seguimos em ritmo “JABUTI AVANÇADO”, porque não houveram as “paradas de dez em dez metros”, até um posto de gasolina, na Calçada, para o “freio de arrumação” e escolha dos coordenadores e batedores: Jorge do Apito e Nestor.
No trajeto, as emoções de sempre que nos oferece os “caminhos dos pedais”: cores, tempo um pouco nublado, vendedores de frutas, picolés, crianças, religiosos com suas pastas, gravatas, paletós, gente saindo ou indo para as missas, pontos com gente esperando ônibus para os seus trajetos dominicais, crianças, casais de namorados, quase todos saudando, festejando a nossa passagem.
Como sempre, ainda alguns motoristas agressivos, desrespeitadores das mínimas regras de conduta doméstica, a ``tirar fino``, buzinar, como a dizer: “saiam da frente que a rua é só minha!” “ To com com pressa..” Acostumados com esta convivência, que felizmente tem melhorado, nada que nos assustasse ou inibisse nosso propósito de seguir em frente.
Fomos compensados pelas saudações de outros, respeito ao nosso pedal e até acenos de apoio, dando-nos a certeza de que nem tudo está perdido. Enquanto houver estas pessoas sensíveis ao seu semelhante, há esperanças, sim.
A nossa parte buscamos fazer, obedecendo às normas de trânsito, levando mensagens de respeito a todos: motoristas, ciclistas, motociclistas, pedestres.
Sendo domingo pela manhã e um dia nublado estavam as ruas mais livres de carros o que nos permitiu uma chegada aproximadamente às dez horas, bem mais cedo do que prevíamos.
Enquanto isto visitávamos a sede da Associação dos Moradores, que tem foco maior para os esportes, notadamente futebol, danças, cultura, sob o siceroneamento do Barbosa, líder comunitário, “olheiro” de atletas do futebol.
Vários times de adultos participavam de um campeonato e, na sede da Associação, um grupo de adolescentes e crianças participavam de ensaio de danças.
Nosso grupo se espalhou pelas barracas e bares para os costumeiros bate papos, descansos, reidratação com água, cervejinha, merenda.
Visitamos a “Bica de Itacaranha”, um prêmio da natureza para os moradores vizinhos que, segundo seus depoimentos, testada por técnicos habilitados, é ainda pura, própria para o consumo e muito serve à comunidade, especialmente quando falta água da Embasa nas casas da redondeza.
Um grupo está envolvido em trazer de volta aos estádios o REDENÇÃO FUTEBOL CLUBE. Se não para grandes espetáculos, pelo menos como entidade destinada aos ensinamentos do exercício da cidadania, criação e manutenção de escolas de futebol. Vontade do grupo é que não falta.
Obrigado a todos que participaram. Sentimos a falta do querido George que, mesmo não tendo pedalado, participou ativamente do sucesso do passeio, telefonando, agregando pessoas para que JABUTI VAGAROSO fizesse mais este.
E ao Gilson Cunha que, igualmente não pedalando, marcou sua presença com a vontade permanente de ajudar nossas atuações ciclísticas e reforçar o convite para estarmos no seu passeio de 16/09, PORTÃO/BOMFIM.
(Por Valci Barreto)
JABUTIS VAGOROSOS- Grupo de Passeio Ciclistico-PERFIL
valci barreto, advogado, cicloativista, editor do
BIKEBOOK.BLOGSPOT.COM
MEU ZINE, DO SITE MURALDEBUGARIN.COM
colaborador do muraldebugarin.com
Gostando de passeios lentos de bicicletas, de utilizá-los para pequenas compras, visitar amigos, inclusive em hospitais, bares, restaurantes, livrarias, museus, lojas de livros usados, antiquários, distribuição de panfletos sócios educativos e, sobretudo ,usar a bicicleta para melhor contemplar o pedaço, por menor que seja, do nosso mundo, o advogado e cicloativista VALCI BARRETO, residente em Salvador-Ba, criou o passeio ciclístico JABUTIS VAGAROSOS . Este não é apenas um passeio : é uma forma de ver , sentir, estimular a vida, o olhar,aguçar os sentidos, realizar as contemplações de pequenas coisas e espaços que o trânsito, o stress , a pressa e correrias não nos permitem. Visitamos bibliotecas comunitários, levamos livros para doações, compramos livros e revistas usadas nos sebos da cidade e temos a maior paciência com qualquer pessoa que queira pedalar, que queira iniciar-se no mundo dos simples passeios de bicileta.
A opção pelo lento, não decorre de indisposição para a corrida, ou por não acolher atletas do pedal. Nele aparecem eventuais atletas que percorrem longas distâncias ou curtem velocidades elevadas. Há destes também no nosso grupo. George Argolo, por exemplo, já percorreu 600 km de Ouro Preto a Paraty, em bicicleta. E é um dos mais entusiastas membros dos JABUTIS. Dimitri, competidor em várias modalidades esportivas, deu-nos a honra de uma pedalada e garantiu-nos retornos futuros. Diógenes Evangelista, advogado, apaixonado por leitura, bicicleta e cavalgada, é um dos mais presentes. Itana Mangiere, de grandes trilhas em Salvador e Pará, eskribiker, é 'JABUTI INTEGRAL";Lázaro, do NATURABIKEAÇAO, que comumente realiza pedais de mais de cem quilômetros, é um dos mais presentes no Jabutis. Lu Saraiva, amante de longas distâncias e velocidades, do site amigosdebike.com.br, e do passeio do mesmo nome, já pedalou conosco em mais de uma oportunidade. A professora Luzia Teles, que faz longas distâncias em pedais de cicloturismo, uma das fundadoras do PEDALDELAS, é JABUTI de corpo e alma. Porém, quando estão no JABUTIS, todos deixam de ser os grandes corredores e atletas do pedal para abraçar o espírito lento e bem humorado de pedalar. Com outras indumentárias, os parceiros, ou meros visitantes, acolhem o nosso ritmo: sem stress, sem pressa, sem velocidade.
O Jabutis, muitas vezes, é simplesmente uma pessoa que, solitàriamente, sai pelas ruas de Salvador "fazendo um Jabuti por aí".
Prima pelo horário combinado para o início do pedal: não espera por ninguém, por mais importante que seja para o grupo. Não adianta ficar, comum entre nós baianos, ligando :"Espere", "Tô saindo". "Tô chegando", " Me aguarde". " Me ligue quando estiver saindo"; o jabutis, simplesmente , não aguarda. Abrem-se exceções raras, óbvio: acidente antes de chegar ao encontro, um pneu do companheiro que fura, uma bicicleta que quebra no trajeto até o local do encontro.
Outra característica do JABUTIS é o bom humor, a tranquilidade, o jeito jabuti de ser: os estrassados, a turma do "vamo vamo", "tá na hora", " tenho que ir ver minha mulher,gato, filho, ......" São, mesmo antes do início do passeio, desconvidados.
O horário da saída é pontual. O do retorno, jamais. Pode-se, antes ,ou durante o passeio, combinar tudo, até a volta de cada um. Mas este não poderá atrapalhar o trajeto dos demais. Ele pode voltar só. Se for iniciante, e afirmar: devo voltar tal hora, ou afirmar: tenho que retornar tal hora e será, do mesmo jeito, acolhido e respeitado. O Jabutis até leva o ciclista em casa. Mas este privilégio é apenas dos iniciantes, ou de quem apresenta algum imprevisto incontornável. Se também não agüentar o pedal, terão o devido respeito: Pára-se, espera-se a recuperação. Os inquietos podem seguir o seu caminho. Quem não tiver paciência de esperar , não é JABUIT. Há outros passeios para estes. Se a agonia, a pressa, o stress o "tenho que ir embora," chegar para alguém, no curso do passeio, sem problema: Pode seguir seu caminho. Mas deixe o Jabuti ser sempre Jabuti, durante todo o passeio, especialmente na hora de esperar quem não agüentou . Este jamais será abandonado , censurado ou impelido a voltar para casa. A preferência, a atenção é para quem não agüentou. Jamais para o apressado.
Para os que não agüentam, chamamos um táxi, da Ligue Táxi. Esta empresa , em nossa experiência, jamais nos deixou sem a atenção de um taxista. A empresa, o taxista, não tem obrigação de levar bicicleta. Porém, fazemos o pedido dizendo que temos um bicicleta para conduzir de tal a tal lugar. Nunca fiquei sem táxi nestes momentos.
O grupo é aberto a qualquer pessoa, mesmo que pedale apenas dez metros. E pode ir com qualquer bicicleta, velha, nova, cara, barata, com ou sem marcha. Quando o passseio é pelo centro de Salvador, O Jabutis pefere até as mais velhas, usadas, enferrujadas e sem marcha, com espelho retrovisor, descanso e cestinha ou bagageiro para condução dos apetrechos: água, livros , alimentos para alguma entidado ou panfletos sócio educativos para distribuição. O Jabutis pede apenas que revisem as bicicletas antes da saída para evitar paradas desnecessárias. O que não pode é o mal humor, a falta de respeito, a pressa, o grito, a buzinada . Nem pensar nestas, a não ser as baixinhas, tipo de sorveteiro de rua, ou pipoqueiro. Nem insista. Andar correndo, ultrapassar batedor, são "crimes" imperdoáveis, "inafiançáveis" para os Jabutis.
Não tem dia certo para acontecer. Mas normalmente acontece aos sábados, domingos e feriados pela manhã. Os avisos são dados nas quintas feiras pelos comentários dos sites: muraldebugarin.com, amigosdebike.com. Sincronia.
Quando não está anunciado é porque pode haver um Jabuti não aconselhado para iniciantes. Ou um com fim e pessoas especificadas.É que jabuti, mesmo com toda a sua vagarosidade, muitas vezes vai para mais longe , como Guarajuba, Práia do Forte, Ilha de Itaparica, Nazaré das Farinhas, Valença. E, qualquer dia , irá a Jaguaqura. Neste caso, não pode acolher pessoas que não estejam em condições físicas de, mesmo devagar, percorrer tais distâncias.
Quem quiser saber se vai ou não haver Jabuti e queira participar, só há um meio de comunicação: nossos sites, muraldebugarin.com, amigosdebike.com.br , sincronia, ou através do e mail valcibarretoadv@yahoo.com.br
Depois que você se incorpora ao grupo, fica sabendo por outros meios;
Se você é JABUTI, será sempre nosso convidado. Participam pessoas de qualquer idade, credo, cor, condição social, basta ter educação, respeito ao seu semelhante, cultuar a paz, o bom humor e ter uma bicicleta que rode, ainda que apenas dez metros. Outra coisa fundamental: Não adianta chegar atrasado ao local e horárío marcado: Jabutis não vai esperar. Nem vai ficar ligando para você e companheiros perguntando se vem ou se não. Jabutis pode até ter roteiro. Mas, neste caso é anunciado antes. Porém, normalmente não há qualquer roteiro pré fixado: Nosso olhar, desejo, curiosidade é quem vai nos conduzindo.A única coisa certa é o horário e local da saída.
No BIKEBOOK.BLOGSTOP.COM, e no MEU ZINE, há uma foto do Jabutis Vagarosos distribuindo um informativo: FIFÓ 21, parando para conversar com um artista da rua, na Vasco da Gama. A arte, como a do rapaz da foto ,sempre será apreciada por nós. O mesmo respeito que toda a humanidade devota a um Picasso, Matisse, Michelangelo, ao nosso querido Bel Borba, Jabutis Vagarosos,atribui ao artista da rua em respeito a ARTE.
Se você tem interesse em distribuir panfletos de festas, serviços, shows, comércio, fazemos , gratuitamene, a distribuição. Não cobramos absolutuamente nada. Pedimos, apenas , que nos autorizem usar , neles, as mensagens de nossas ações cicloativistas e filantrópicas no espaço que for possível, do seu próprio panfleto. Não distribuímos propaganda de bebidas alcóolicas, cigarros, drogas, legalizadas ou não.
Entre as ações do JABUTIS: distribuição de panfletos socioedutivos, participação em todos os pedais beneficentes, cicloativismo permanente, cicloturismo, estímulo à leitura, proteção ambiental, exercício da cidadania, distribuição de livros para bibliotecas comunitárias, participação em ações políticas relacionadas ao mesmo tema.
Realizamos, anualmente, o "BICICLOTECA," destinado a levar livros para alguma biblioteca comunitária, escolhida prèviamente. E pleiteamos, permanentemente, junto ao poder público baiano, ações voltadas para o uso da bicicleta como meio de transporte.
valci barreto, advogado, cicloativista, editor do BIKEBOOK.BLOGSPOT.COM; do MEU ZINE,
colaborador do muraldebugarin.com

Jabutis Vagarosos em Visita Itacaranha, Campo da Lagoa, gerador de grandes craques do futebol baiano.
Itacaranha - Pedal Jabutis Vagarosos.
Valci Barreto
publicado no bikebook.blogspot.com
Conforme projetado, às 8.30 da manhã, várias pessoas e grupos de pedais já se faziam presentes em frente ao estacionamento da Fonte Nova para a visita ao Campo da Lagoa, em Itacaranha, no subúrbio ferroviário de Salvador, para assistirmos ao torneio início de futebol infantil.
Antes da saída, um pequeno chuvisco gerou no grupo uma dúvida se faríamos ou não o passeio. Decidimos pela ida, apesar de uns poucos desistirem.
Nove horas, pontualmente, estávamos montados em nossas bicicletas para a saída, enquanto chamávamos os que se protegiam dos chuviscos, sob o telhado de A PORTEIRA, restaurante ao lado do Dique do Tororó. A chegada, neste momento, do Gilson Cunha, que iria de carro com seu filho, para tomar informações do trajeto do passeio, e para justificar que não iria pedalando, por estar com seu filho.
Demos a partida e já na sinaleira da frente do Mercado da Sete Portas, uma grande emoção: O grupo de Narandiba que, participante dos Jabutis de hoje, misturou-se, naturalmente, ao nosso grupo, como se ali houvéssemos combinado para o encontro. Sob o comando de “Guerreirão", elevou este o seu conhecido grito de guerra transmitindo o entusiasmo de sempre.
Seguimos em ritmo “JABUTI AVANÇADO”, porque não houveram as “paradas de dez em dez metros”, até um posto de gasolina, na Calçada, para o “freio de arrumação” e escolha dos coordenadores e batedores: Jorge do Apito e Nestor.
No trajeto, as emoções de sempre que nos oferece os “caminhos dos pedais”: cores, tempo um pouco nublado, vendedores de frutas, picolés, crianças, religiosos com suas pastas, gravatas, paletós, gente saindo ou indo para as missas, pontos com gente esperando ônibus para os seus trajetos dominicais, crianças, casais de namorados, quase todos saudando, festejando a nossa passagem.
Como sempre, ainda alguns motoristas agressivos, desrespeitadores das mínimas regras de conduta doméstica, a ``tirar fino``, buzinar, como a dizer: “saiam da frente que a rua é só minha!” “ To com com pressa..” Acostumados com esta convivência, que felizmente tem melhorado, nada que nos assustasse ou inibisse nosso propósito de seguir em frente.
Fomos compensados pelas saudações de outros, respeito ao nosso pedal e até acenos de apoio, dando-nos a certeza de que nem tudo está perdido. Enquanto houver estas pessoas sensíveis ao seu semelhante, há esperanças, sim.
A nossa parte buscamos fazer, obedecendo às normas de trânsito, levando mensagens de respeito a todos: motoristas, ciclistas, motociclistas, pedestres.
Sendo domingo pela manhã e um dia nublado estavam as ruas mais livres de carros o que nos permitiu uma chegada aproximadamente às dez horas, bem mais cedo do que prevíamos.
Enquanto isto visitávamos a sede da Associação dos Moradores, que tem foco maior para os esportes, notadamente futebol, danças, cultura, sob o siceroneamento do Barbosa, líder comunitário, “olheiro” de atletas do futebol.
Vários times de adultos participavam de um campeonato e, na sede da Associação, um grupo de adolescentes e crianças participavam de ensaio de danças.
Nosso grupo se espalhou pelas barracas e bares para os costumeiros bate papos, descansos, reidratação com água, cervejinha, merenda.
Visitamos a “Bica de Itacaranha”, um prêmio da natureza para os moradores vizinhos que, segundo seus depoimentos, testada por técnicos habilitados, é ainda pura, própria para o consumo e muito serve à comunidade, especialmente quando falta água da Embasa nas casas da redondeza.
Um grupo está envolvido em trazer de volta aos estádios o REDENÇÃO FUTEBOL CLUBE. Se não para grandes espetáculos, pelo menos como entidade destinada aos ensinamentos do exercício da cidadania, criação e manutenção de escolas de futebol. Vontade do grupo é que não falta.
Obrigado a todos que participaram. Sentimos a falta do querido George que, mesmo não tendo pedalado, participou ativamente do sucesso do passeio, telefonando, agregando pessoas para que JABUTI VAGAROSO fizesse mais este.
E ao Gilson Cunha que, igualmente não pedalando, marcou sua presença com a vontade permanente de ajudar nossas atuações ciclísticas e reforçar o convite para estarmos no seu passeio de 16/09, PORTÃO/BOMFIM.
(Por Valci Barreto)
JABUTIS VAGOROSOS- Grupo de Passeio Ciclistico-PERFIL
valci barreto, advogado, cicloativista, editor do
BIKEBOOK.BLOGSPOT.COM
MEU ZINE, DO SITE MURALDEBUGARIN.COM
colaborador do muraldebugarin.com
Gostando de passeios lentos de bicicletas, de utilizá-los para pequenas compras, visitar amigos, inclusive em hospitais, bares, restaurantes, livrarias, museus, lojas de livros usados, antiquários, distribuição de panfletos sócios educativos e, sobretudo ,usar a bicicleta para melhor contemplar o pedaço, por menor que seja, do nosso mundo, o advogado e cicloativista VALCI BARRETO, residente em Salvador-Ba, criou o passeio ciclístico JABUTIS VAGAROSOS . Este não é apenas um passeio : é uma forma de ver , sentir, estimular a vida, o olhar,aguçar os sentidos, realizar as contemplações de pequenas coisas e espaços que o trânsito, o stress , a pressa e correrias não nos permitem. Visitamos bibliotecas comunitários, levamos livros para doações, compramos livros e revistas usadas nos sebos da cidade e temos a maior paciência com qualquer pessoa que queira pedalar, que queira iniciar-se no mundo dos simples passeios de bicileta.
A opção pelo lento, não decorre de indisposição para a corrida, ou por não acolher atletas do pedal. Nele aparecem eventuais atletas que percorrem longas distâncias ou curtem velocidades elevadas. Há destes também no nosso grupo. George Argolo, por exemplo, já percorreu 600 km de Ouro Preto a Paraty, em bicicleta. E é um dos mais entusiastas membros dos JABUTIS. Dimitri, competidor em várias modalidades esportivas, deu-nos a honra de uma pedalada e garantiu-nos retornos futuros. Diógenes Evangelista, advogado, apaixonado por leitura, bicicleta e cavalgada, é um dos mais presentes. Itana Mangiere, de grandes trilhas em Salvador e Pará, eskribiker, é 'JABUTI INTEGRAL";Lázaro, do NATURABIKEAÇAO, que comumente realiza pedais de mais de cem quilômetros, é um dos mais presentes no Jabutis. Lu Saraiva, amante de longas distâncias e velocidades, do site amigosdebike.com.br, e do passeio do mesmo nome, já pedalou conosco em mais de uma oportunidade. A professora Luzia Teles, que faz longas distâncias em pedais de cicloturismo, uma das fundadoras do PEDALDELAS, é JABUTI de corpo e alma. Porém, quando estão no JABUTIS, todos deixam de ser os grandes corredores e atletas do pedal para abraçar o espírito lento e bem humorado de pedalar. Com outras indumentárias, os parceiros, ou meros visitantes, acolhem o nosso ritmo: sem stress, sem pressa, sem velocidade.
O Jabutis, muitas vezes, é simplesmente uma pessoa que, solitàriamente, sai pelas ruas de Salvador "fazendo um Jabuti por aí".
Prima pelo horário combinado para o início do pedal: não espera por ninguém, por mais importante que seja para o grupo. Não adianta ficar, comum entre nós baianos, ligando :"Espere", "Tô saindo". "Tô chegando", " Me aguarde". " Me ligue quando estiver saindo"; o jabutis, simplesmente , não aguarda. Abrem-se exceções raras, óbvio: acidente antes de chegar ao encontro, um pneu do companheiro que fura, uma bicicleta que quebra no trajeto até o local do encontro.
Outra característica do JABUTIS é o bom humor, a tranquilidade, o jeito jabuti de ser: os estrassados, a turma do "vamo vamo", "tá na hora", " tenho que ir ver minha mulher,gato, filho, ......" São, mesmo antes do início do passeio, desconvidados.
O horário da saída é pontual. O do retorno, jamais. Pode-se, antes ,ou durante o passeio, combinar tudo, até a volta de cada um. Mas este não poderá atrapalhar o trajeto dos demais. Ele pode voltar só. Se for iniciante, e afirmar: devo voltar tal hora, ou afirmar: tenho que retornar tal hora e será, do mesmo jeito, acolhido e respeitado. O Jabutis até leva o ciclista em casa. Mas este privilégio é apenas dos iniciantes, ou de quem apresenta algum imprevisto incontornável. Se também não agüentar o pedal, terão o devido respeito: Pára-se, espera-se a recuperação. Os inquietos podem seguir o seu caminho. Quem não tiver paciência de esperar , não é JABUIT. Há outros passeios para estes. Se a agonia, a pressa, o stress o "tenho que ir embora," chegar para alguém, no curso do passeio, sem problema: Pode seguir seu caminho. Mas deixe o Jabuti ser sempre Jabuti, durante todo o passeio, especialmente na hora de esperar quem não agüentou . Este jamais será abandonado , censurado ou impelido a voltar para casa. A preferência, a atenção é para quem não agüentou. Jamais para o apressado.
Para os que não agüentam, chamamos um táxi, da Ligue Táxi. Esta empresa , em nossa experiência, jamais nos deixou sem a atenção de um taxista. A empresa, o taxista, não tem obrigação de levar bicicleta. Porém, fazemos o pedido dizendo que temos um bicicleta para conduzir de tal a tal lugar. Nunca fiquei sem táxi nestes momentos.
O grupo é aberto a qualquer pessoa, mesmo que pedale apenas dez metros. E pode ir com qualquer bicicleta, velha, nova, cara, barata, com ou sem marcha. Quando o passseio é pelo centro de Salvador, O Jabutis pefere até as mais velhas, usadas, enferrujadas e sem marcha, com espelho retrovisor, descanso e cestinha ou bagageiro para condução dos apetrechos: água, livros , alimentos para alguma entidado ou panfletos sócio educativos para distribuição. O Jabutis pede apenas que revisem as bicicletas antes da saída para evitar paradas desnecessárias. O que não pode é o mal humor, a falta de respeito, a pressa, o grito, a buzinada . Nem pensar nestas, a não ser as baixinhas, tipo de sorveteiro de rua, ou pipoqueiro. Nem insista. Andar correndo, ultrapassar batedor, são "crimes" imperdoáveis, "inafiançáveis" para os Jabutis.
Não tem dia certo para acontecer. Mas normalmente acontece aos sábados, domingos e feriados pela manhã. Os avisos são dados nas quintas feiras pelos comentários dos sites: muraldebugarin.com, amigosdebike.com. Sincronia.
Quando não está anunciado é porque pode haver um Jabuti não aconselhado para iniciantes. Ou um com fim e pessoas especificadas.É que jabuti, mesmo com toda a sua vagarosidade, muitas vezes vai para mais longe , como Guarajuba, Práia do Forte, Ilha de Itaparica, Nazaré das Farinhas, Valença. E, qualquer dia , irá a Jaguaqura. Neste caso, não pode acolher pessoas que não estejam em condições físicas de, mesmo devagar, percorrer tais distâncias.
Quem quiser saber se vai ou não haver Jabuti e queira participar, só há um meio de comunicação: nossos sites, muraldebugarin.com, amigosdebike.com.br , sincronia, ou através do e mail valcibarretoadv@yahoo.com.br
Depois que você se incorpora ao grupo, fica sabendo por outros meios;
Se você é JABUTI, será sempre nosso convidado. Participam pessoas de qualquer idade, credo, cor, condição social, basta ter educação, respeito ao seu semelhante, cultuar a paz, o bom humor e ter uma bicicleta que rode, ainda que apenas dez metros. Outra coisa fundamental: Não adianta chegar atrasado ao local e horárío marcado: Jabutis não vai esperar. Nem vai ficar ligando para você e companheiros perguntando se vem ou se não. Jabutis pode até ter roteiro. Mas, neste caso é anunciado antes. Porém, normalmente não há qualquer roteiro pré fixado: Nosso olhar, desejo, curiosidade é quem vai nos conduzindo.A única coisa certa é o horário e local da saída.
No BIKEBOOK.BLOGSTOP.COM, e no MEU ZINE, há uma foto do Jabutis Vagarosos distribuindo um informativo: FIFÓ 21, parando para conversar com um artista da rua, na Vasco da Gama. A arte, como a do rapaz da foto ,sempre será apreciada por nós. O mesmo respeito que toda a humanidade devota a um Picasso, Matisse, Michelangelo, ao nosso querido Bel Borba, Jabutis Vagarosos,atribui ao artista da rua em respeito a ARTE.
Se você tem interesse em distribuir panfletos de festas, serviços, shows, comércio, fazemos , gratuitamene, a distribuição. Não cobramos absolutuamente nada. Pedimos, apenas , que nos autorizem usar , neles, as mensagens de nossas ações cicloativistas e filantrópicas no espaço que for possível, do seu próprio panfleto. Não distribuímos propaganda de bebidas alcóolicas, cigarros, drogas, legalizadas ou não.
Entre as ações do JABUTIS: distribuição de panfletos socioedutivos, participação em todos os pedais beneficentes, cicloativismo permanente, cicloturismo, estímulo à leitura, proteção ambiental, exercício da cidadania, distribuição de livros para bibliotecas comunitárias, participação em ações políticas relacionadas ao mesmo tema.
Realizamos, anualmente, o "BICICLOTECA," destinado a levar livros para alguma biblioteca comunitária, escolhida prèviamente. E pleiteamos, permanentemente, junto ao poder público baiano, ações voltadas para o uso da bicicleta como meio de transporte.
valci barreto, advogado, cicloativista, editor do BIKEBOOK.BLOGSPOT.COM; do MEU ZINE,
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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
“PEDALDELAS”, VAI BOMBAR!!
Valci Barreto,
Editor do Meu Zine, Bikebook.blogspot.com
Colaborador do muraldebugarin.com
Formado por ciclistas de largos costados, da mais alta estirpe de beleza, simpatia, competência, generosidade, espírito de cidadania, aliado à sensibilidade, cheiro, voz, ternura e doçura feminina , e muita garra para o pedal, como Luzia Telles,Luzinete, (CRA), amigas da periferia e do centro de Salvador, veio à luz ,neste mês de fevereiro de 2008, mais um grupo de passeio ciclístico baiano; trata-se do “ PEDALDELAS.”
Contaremos a história depois.
Apesar de formado tão somente por mulheres, os homens são também convidados para participar dos seus pedais. Porém, os marmanjos ficarão atrás, guardando uma certa distância regulamentar. E, nos passeios, somente as mulheres poderão usar as camisetas da sua marca. Os homens serão sempre convidados. Mas para admirar, estimular, abrir as portas dos restaurantes e pagar a conta...
Para o batismo do PEDALDELAS, que será no dia 24.02.2008, estamos pedindo a todos: homens, mulheres, crianças, idosos, que gostem da magrela , para participar do batismo do grupo que será um pedal com ínicio às 07 da manhã em Periperi, parada no Dique do Tororó , às 08 horas, onde receberão os componentes do Centro de Salvador e seguirão até o Parque da Cidade, onde assistirão ao show do dia. Pedimos a todos para comparecer ao Dique do Tororó ou nos locais de passagem do grupo, para prestar-lhe as boas vindas, e seguirmos juntos até o Parque.
Pedimos a gentileza de divulgarem em rádios, folders, mosquitinhos, encaminhando e mails para os seus contatos. Um pedal a mais será sempre algo de positivo para todos nós. Pedimos o empenho para que o BATIZADO seja lembrando como uma coisa boa, bonita, organizada, estimulante, alegre e festiva.
Manteremos todos informados através do muraldebugarin.com.
OS MARMAJOS, MULHERES, ADMIRADORES, PEDALANTES OU NÃO, PODEM LEVAR PRESENTES, FLORES E PERFUMES QUE SERÃO BEM ACEITOS. Todos poderão seguí-las , por todo o passeio; mas os homens vão atrás. E nem adianta Jorge do Apito, ou Reginaldo, pretenderem a posição de batedores. Pois serão apenas batedoras; e a equipe já está a postos.
OU SEJA, DE HOMEM, A COMPAHIA, PRESENTES, FAIXAS, PERFUMES E O PAGAMENTO DAS CONTAS... é o romântico, civilizado, recomendado e aceito, mesmo pelas feministas mais radicais.
Todos lá, então.
=========================
Estarei lá e prometo levar flor e perfuminho para elas.
Como sempre, muraldebugarin.com estará presente para as fotos e divulgações. Elas merecem.
Bikeabraços e votos de sucesso para este grupo de cores, perfumes luzes,doçura , ternura , graça e garra da mulher cicloativista.PEDALAR É PRECISO.
contatos com luzia e ou Luzinete: 87542662 99260138 32172588.
=========================
PARTICIPE DOS PEDAIS E AÇÕES EM FAVOR DAS BICICLETAS NAS RUAS DE SALVADOR, veja como, no muraldebugarin.com e seus links.
Abra galeria de fotos, do mesmo blog.
Apoio, bikebook.blogspot.com
Valci Barreto,
Editor do Meu Zine, Bikebook.blogspot.com
Colaborador do muraldebugarin.com
Formado por ciclistas de largos costados, da mais alta estirpe de beleza, simpatia, competência, generosidade, espírito de cidadania, aliado à sensibilidade, cheiro, voz, ternura e doçura feminina , e muita garra para o pedal, como Luzia Telles,Luzinete, (CRA), amigas da periferia e do centro de Salvador, veio à luz ,neste mês de fevereiro de 2008, mais um grupo de passeio ciclístico baiano; trata-se do “ PEDALDELAS.”
Contaremos a história depois.
Apesar de formado tão somente por mulheres, os homens são também convidados para participar dos seus pedais. Porém, os marmanjos ficarão atrás, guardando uma certa distância regulamentar. E, nos passeios, somente as mulheres poderão usar as camisetas da sua marca. Os homens serão sempre convidados. Mas para admirar, estimular, abrir as portas dos restaurantes e pagar a conta...
Para o batismo do PEDALDELAS, que será no dia 24.02.2008, estamos pedindo a todos: homens, mulheres, crianças, idosos, que gostem da magrela , para participar do batismo do grupo que será um pedal com ínicio às 07 da manhã em Periperi, parada no Dique do Tororó , às 08 horas, onde receberão os componentes do Centro de Salvador e seguirão até o Parque da Cidade, onde assistirão ao show do dia. Pedimos a todos para comparecer ao Dique do Tororó ou nos locais de passagem do grupo, para prestar-lhe as boas vindas, e seguirmos juntos até o Parque.
Pedimos a gentileza de divulgarem em rádios, folders, mosquitinhos, encaminhando e mails para os seus contatos. Um pedal a mais será sempre algo de positivo para todos nós. Pedimos o empenho para que o BATIZADO seja lembrando como uma coisa boa, bonita, organizada, estimulante, alegre e festiva.
Manteremos todos informados através do muraldebugarin.com.
OS MARMAJOS, MULHERES, ADMIRADORES, PEDALANTES OU NÃO, PODEM LEVAR PRESENTES, FLORES E PERFUMES QUE SERÃO BEM ACEITOS. Todos poderão seguí-las , por todo o passeio; mas os homens vão atrás. E nem adianta Jorge do Apito, ou Reginaldo, pretenderem a posição de batedores. Pois serão apenas batedoras; e a equipe já está a postos.
OU SEJA, DE HOMEM, A COMPAHIA, PRESENTES, FAIXAS, PERFUMES E O PAGAMENTO DAS CONTAS... é o romântico, civilizado, recomendado e aceito, mesmo pelas feministas mais radicais.
Todos lá, então.
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Estarei lá e prometo levar flor e perfuminho para elas.
Como sempre, muraldebugarin.com estará presente para as fotos e divulgações. Elas merecem.
Bikeabraços e votos de sucesso para este grupo de cores, perfumes luzes,doçura , ternura , graça e garra da mulher cicloativista.PEDALAR É PRECISO.
contatos com luzia e ou Luzinete: 87542662 99260138 32172588.
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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
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DE ITANA MANGIERE PARA O BIKEBOK.BLOGSPOT.COM
AS FOTOS ESTÃO POSTADAS NO MURALDEBUGARIN.COM EM "GALERIA DE FOTOS"
Pessoal,
Segue uma seleção de fotos que fiz para vcs. Foram mais de 2.000 fotos somando as imagens de todas as câmeras dos expedicionários participantes.
Ainda estou preparando o texto final sobre a Expedição Challenge Araguaia Tocantins para enviar para nossos sites.
Inicialmente gostaria de dizer que o Estado do Tocantins é LINDO. E melhorou ainda mais após a divisão do Estado de Goiás. As estradas de asfalto são novas e perfeitas, o povo é acolhedor e as belezas naturais .... ainda estou procurando palavras pra definir tudo o que vi e senti.
Essa experiência cicloturística foi, para mim, uma superação de limites como a força física, vencer os pensamentos de desistência, a dor do atropelamento que sofri, superar os medos, transpor terrenos difícies, altitude, lama, calor, chuva, o sono, a convivência com pessoas de credos, idades e interesses diferentes, que a linha do horizonte é longe mas que até lá tem muita coisa para conhecermos, descobrir que o melhor lugar do mundo somos nós que o fazemos (basta preservar), praticar o respeito e a solidariedade.
A ação social que realizamos em Riachinho/TO, doando material escolar para a escola pública municipal deste município, foi gratificante. As crianças estavam nos esperando ansiosas e se divertiram conosco. Fomos um exemplo de esporte e cultura para o futuro daquela comunidade mirim !
Descobri que correr de onça no meio do mato, dá medo. Mas correr de ladrão com revolver na cidade, dá muito mais medo e é vergonhoso, pois somos da mesma espécie dividindo o mesmo ambiente.
Esse Brasil é lindo (verde e amarelo) e quero conhecer muito mais dele.
Bjos
Itana Mangieri
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DE ITANA MANGIERE PARA O BIKEBOK.BLOGSPOT.COM
AS FOTOS ESTÃO POSTADAS NO MURALDEBUGARIN.COM EM "GALERIA DE FOTOS"
Pessoal,
Segue uma seleção de fotos que fiz para vcs. Foram mais de 2.000 fotos somando as imagens de todas as câmeras dos expedicionários participantes.
Ainda estou preparando o texto final sobre a Expedição Challenge Araguaia Tocantins para enviar para nossos sites.
Inicialmente gostaria de dizer que o Estado do Tocantins é LINDO. E melhorou ainda mais após a divisão do Estado de Goiás. As estradas de asfalto são novas e perfeitas, o povo é acolhedor e as belezas naturais .... ainda estou procurando palavras pra definir tudo o que vi e senti.
Essa experiência cicloturística foi, para mim, uma superação de limites como a força física, vencer os pensamentos de desistência, a dor do atropelamento que sofri, superar os medos, transpor terrenos difícies, altitude, lama, calor, chuva, o sono, a convivência com pessoas de credos, idades e interesses diferentes, que a linha do horizonte é longe mas que até lá tem muita coisa para conhecermos, descobrir que o melhor lugar do mundo somos nós que o fazemos (basta preservar), praticar o respeito e a solidariedade.
A ação social que realizamos em Riachinho/TO, doando material escolar para a escola pública municipal deste município, foi gratificante. As crianças estavam nos esperando ansiosas e se divertiram conosco. Fomos um exemplo de esporte e cultura para o futuro daquela comunidade mirim !
Descobri que correr de onça no meio do mato, dá medo. Mas correr de ladrão com revolver na cidade, dá muito mais medo e é vergonhoso, pois somos da mesma espécie dividindo o mesmo ambiente.
Esse Brasil é lindo (verde e amarelo) e quero conhecer muito mais dele.
Bjos
Itana Mangieri
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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
DE Itaninha, correspondente editora do bikebook no PARA:
Itaninha 11/02/08 11:33:32
Valci, George, Xan, Lu, Bigodudo, Fernandinho, Garoto Enxaqueca, Buga e todos meus amigos desse universo ciclístico:
Essa expedição foi emocionante. Valeu a pena e já quero repetí-la. Depois que eu enviar as fotos, acho que terei companhia baiana na próxima expedição ... rsrsrs
Valeu subir ladeira de pedras empurrando bike, valeu o atoleiro, valeu correr de onça, aranha caranguejeira e de cobra no meio do mato, valeu os banhos de igarapés cristalinos, valeu dormir numa barraca alagada pela chuva (rsrs), a recepção e o carinho das prefeituras, etc ...
Sem esforço, sem recompensa !
E a recompensa foi conhecer mais amigos pelas estradas onde passei e a Chapada das Mesas – no Maranhão. Que não deixa nada a desejar para a nossa Chapada Diamantina (que tanto amo).
As cachoeiras são cinematográficas - especialmente a “Santuário da Pedra Caída” !!!!!
Cicloturismo é emocionante e as riquezas naturais desse nosso Brasil são maravilhosas !!!
Enviarei as imagens o mais breve possível. Assim que o trabalho der uma brecha eu envio. Estou ansiosa em dividir essa emoção com vcs todos.
A EART organiza trilhas quinzenais no Pará e ontem teve uma para iniciantes (Trilha do Cupuaçu- 20 Km e muito atoleiro ...rsrs) com 104 participantes. Um sucesso !
É a nossa magrela conquistando espaço também no mato !!!!! uauauauau ...
Bjokas ! e muita saudade
Itaninha
========================================
participe de passesios ciclististicos em Salvador. Veja como, neste blog.
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abra o blog: muraldebugarin.com, muitas fotos de eventos ciclisticos. veja em galeria de fotos
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Itaninha 11/02/08 11:33:32
Valci, George, Xan, Lu, Bigodudo, Fernandinho, Garoto Enxaqueca, Buga e todos meus amigos desse universo ciclístico:
Essa expedição foi emocionante. Valeu a pena e já quero repetí-la. Depois que eu enviar as fotos, acho que terei companhia baiana na próxima expedição ... rsrsrs
Valeu subir ladeira de pedras empurrando bike, valeu o atoleiro, valeu correr de onça, aranha caranguejeira e de cobra no meio do mato, valeu os banhos de igarapés cristalinos, valeu dormir numa barraca alagada pela chuva (rsrs), a recepção e o carinho das prefeituras, etc ...
Sem esforço, sem recompensa !
E a recompensa foi conhecer mais amigos pelas estradas onde passei e a Chapada das Mesas – no Maranhão. Que não deixa nada a desejar para a nossa Chapada Diamantina (que tanto amo).
As cachoeiras são cinematográficas - especialmente a “Santuário da Pedra Caída” !!!!!
Cicloturismo é emocionante e as riquezas naturais desse nosso Brasil são maravilhosas !!!
Enviarei as imagens o mais breve possível. Assim que o trabalho der uma brecha eu envio. Estou ansiosa em dividir essa emoção com vcs todos.
A EART organiza trilhas quinzenais no Pará e ontem teve uma para iniciantes (Trilha do Cupuaçu- 20 Km e muito atoleiro ...rsrs) com 104 participantes. Um sucesso !
É a nossa magrela conquistando espaço também no mato !!!!! uauauauau ...
Bjokas ! e muita saudade
Itaninha
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participe de passesios ciclististicos em Salvador. Veja como, neste blog.
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abra o blog: muraldebugarin.com, muitas fotos de eventos ciclisticos. veja em galeria de fotos
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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
MINI JABUTI SOLITÁRIO DO CARNAVAL DE 2008.
Valci Barreto
Editor do bikebook.blogspot.com
Não deixei de gostar nem de brincar carnaval. Estou dando uma trégua. E, não viajando, dou uma passadinha em algum camarote, já que “a avenida não me pertence mais”.
Não festejem os concorrentes; ainda não me aposentei. Estou inteiro para enfrentar uma caminhada, dentro do Camaleão, em todo o seu trajeto.
O que me impede , em verdade, é o sofrimento para entrar e para sair do Bloco, causado pelos “animais” que sempre estão na rua para fazer dela o ambiente para revelar sua má formação moral, roubar, assaltar, violentar, agredir.
Para mim, não vale a pena atravessar os verdadeiros “corredores poloneses “ dos marginais, que nos espreitam a cada metro da pista, mesmo que seja para ouvir o Chiclete que continua me emocionando, especialomente nos carnavais. Antes de escrever esta parte do texto, tive o cuidado de ouvir outras pessoas, a fim de me certificar se não estava acometido do “pânico de multidão”. Felizmente não é o caso: muita gente se afastou da festa, até mesmo pessoas novas, por este mesmo motivo.
Óbvio que não tenho mais vinte aninhos. Também não cheguei aos oitentinhas. E, como a vida oferece tanta coisa boa, mesmo fora do carnaval , principalmente para quem ama outras coisas, como esporte e leitura, preferi fazer um Jabuti nas manhãs de carnaval, inclusive nas antecedentes.
Ficando eu em Salvador, mesmo se for para a folia, sempre pedalo nas manhãs dos dias de carnval. E também sempre li e trabalhei, ainda que menos, nestes dias. E ,mais que tudo isto, sempre pedalei nas manhãs de ruas fechadas ao transito, desde a Praça da Sé até Ondina.
Normalmente saio sozinho, vez que é difícil agendar, fazer coincidir meus horários com os dos meus companheiros de pedal. E também porque nem sempre estou certo de que alguém vai querer pedlar, com ruas vazias de carro, em rítimo Jabuti; ainda mais na companha de uma bicicleta velha, enferrujada,sem marcha, como são as que prefrio nos meus jabutis urbanos.
Assim, pedalei nas manhãs de quinta , sexta e sábado, em Salvador, fazendo o percurso Barra/Rio Vermelho, com várias voltas pela região.
No dia dois de fevereiro, também no pedal, levei flores para Yemanjá, antes da chegada dos inimigos da paz, pedindo-lhe para deixar um pouquinho o azul do mar, nos visitar e nos proteger contra os tormentos que nos causam os motoristas, notadamente de taxi e ônibus.
Após, voltei para casa, retornando à tarde para a feijoada do vereador Everaldo Augusto, onde estavam seus eleitores, deputado Álvaro Gomes, o assessor Cleber , Gilson Cunha , Rafaela e seus filhos.
Aproveitei para dar uma olhada na rua, em frente à do vereador , onde estavam reunidas pessoas bem animadas, com charangas, intelectuas, políticos, muita gente de branco, fazendo a sua festa muito particular.
Despedi-me de tudo e no dia seguinte segui para Guarajuba. Tinha intenção de fazer um bikebook por lá. Logo que cheguei, em torno de 16 horas, fui à JK BIKE , na entrada de Monte Gordo, e aluguei uma bicicleta,dez reais a diária, o que sempre faço quando não levo a minha magrela.
Como não estava na companhia de George, que só pedala comigo se eu estiver com uma bicicleta acima de cinco mil reais, ainda que seja a dele, emprestada, aluguei a de sempre: simples, velha, enferrujada, mas revisada, rodando normalmente, sem marcha.
Já comecei meu Jabuti ali mesmo. Circulada por Monte Gordo, dei uma passada no KI PICOLÉ , do senhor Cláudio, logo na entrada daquele povoado, Guarajuba, chegando em casa, no Genipabu Summer House, às 19 horas, aproximadamente, cheio de alegria, bons pensamentos e certeza de que faria o mesmo no dia seguinte, para mais longe.
Era meu treino para o pedal que faria no dia seguinte para Práia do Forte ou Ymbassay.
Amanheci com mais vontade de ler do que de pedalar. Iniciei, então, a leitura de "Os Irmãos Karamázovi, Dostoiévski, Editora Nova Cultural, até o meio dia. Almoçei, e em seguida fui realizar uma experiencia: pegar um ônibus para Práia do Forte e ali fazer o meu Pedal. Pedalei um quilometro e meio até a frente da entrada de Guarajuba para pegar um ônibus da Linha Verde. Sem qualquer dificuldade o cobrador pos minha magrela no bageiro ,cobrando uma taxa de dois pela condução da bicicleta e mais um real e oitenta centavos da minha passagem. Desci em Práia do Forte e fui, pela Vila, pedalando, parando, conversando, jabuticando. Atraído por livros nas prateleiras, e pelo nome da loja, entrei na JARDIM DAS LETRAS-Artesanato, Tabacaria e Cultura,(36761323 99756340), recentemente instalada por um casal de paulistas, muito simpáticos e atenciosos que mantifestaram o desejo de continuar na Bahia. Dei as boas vindas, votos de sucesso, retornando ao pedal. Mais umas pedaladas, Sol menos intenso, iniciou o retorno para casa, no pedal. Pistas largas, com acostamentos, pouco movimento de carros, não senti qualquer perigo.
Dei uma entradinha e circulada no povoado de Barra do Pojuca , onde se organizava a saída do que seria uma “caminhada da cidadania, ou caminhada da paz”, coisa assim, com carro de som e alguma pessoas fantasiadas dos mais variados personagens.
Parei em um supermercado para comer uma bananinha, madurinha, acompanhada de uma “rapadura de caju”, que não conhecia. Antes de degusta-la, li, o que sempre faço para saber a orgiem da indústria. Como era do Ceará, provei. Não era uma coisa gostosa. Mas também não era repugnante. Não morri , não tive dor de barriga, de sorte que ali voltarei para degustá-la mais vezes, na companhia de mais uma bananinha.
Dia seguinte, vou visitar casa de amigos em Guarajuba, com Ró. Aí não pode ser de bicicleta. Lá tive a surpresa de encontrar meu amigo de infância, de colégio, conterrâneo Carlos Eduardo Nery, médico e fazendeiro bem sucedido em Vitória da Conquista.
A conversa não poderia ser outra: bicicletas e livros, amigos, Jaguaquarenses, São João, apesar de estarmos no reinado do magro momo. Carlos Eduardo, Dudu, é um leitor voraz. Quando o encontrei, estava na rede, com os olhos pregados em As Mil e Uma Noites, afirmando que está lendo ou relendo os clássicos da Literatura Universal.
Entre os proveitos da conversa, ouvi as suas experiências de viagens que fez a Europa e Estados Unidos, a respeito de bicicletas:
Um lugar que escolheria para morar: OXFORD, na Inglaterra: quase todo mundo, de todas as idades, vão para todos os lugares de bicicleta.
Um brasileiro, filho de alemães, que se casou com uma sobrinha dele,
atualmente morando na Alemanha, vai todos os dias para o trabalho de bicicleta. ( e não é gente pobre não, viu, leitores?), pedalando , 40 km para chegar ao trabalho e mais 40 para retornar para casa.
Querem algo mais?
Tanto as bicis de Oxfort quanto a que o sobrinho de Dudu usa como meio de transporte, na Alemanha, são enferrujadas, velhas, e não têm marcha; acrescentou Dudua, depois da queixa que fiz do amigo George Argolo: "Diferente de seu amigo, ninguém lá exige que seu companheiro de pedal tenha uma bicicleta nova, de marcha, nem lhe " olha atravessado" por usar uma bicicleta comum."
Tendo alugado uma bicicleta comum, sem marcha, enferrujada, não teria coragem de chamar amigos meus, como George Argolo, para pedalar comigo em Salvador nem pela Linha Verde neste Carnaval, mesmo que lá eles estivessem. Todos iriam , como fazem a grande maioria dos nossos conterrâneos baianos, “me olhar atravessado”.
Por isto, mais um pedal solitário em Salvador, nas manhãs de carnaval, Guarajuba, Monte Gordo e Práia do Forte. E não foi a bike , velhinha, que me impediu de chegar a Ymbassay; porém a dedicação do resto do tempo, para a leitura, contemplação, a escrita desta pequena resenha, o aprendizado com o amigo Dudu que me deu ainda uma bela notícia: A Cidade Serrana, está com milhares de bicicletas sendo usadas como lazer e , principalmente, meio de transporte. Com ou sem marcha, caras ou baratas, as bicicletas estão ajudando as pessoas a viver melhor naquela cidade. Citou ainda, que o mesmo está acontecendo em Feira de Santana, Jequié e Cruz das Almas,cidades pelas quais passa ou visita, como exemplos maiores. Festejei a notícia. E pensei: nosso planeta agradece.
Quanta coisa boa acontecendo fora das cordas do carnaval, graças a livro, boas amizades e pedal, mesmo em bicicleta usada, velhinha e sem marcha!
Comprem e usem de todos os preços, mas não olhem “atravessados” para minhas “magrelinhas”. Elas me fazem muito bem. O mesmo que me faz os livros usados, velhinhos, do "Seu Alfredo", da Sete Portas.
E continuo amando, também, carnaval, Camaleão , Chiclete com Banana e Zeca Pagodinho. “Deixa a vida me levar,”... pelos caminhos dos livros, da bicicleta , da saúde , da paz e das amizades!
Só faltou uma coisinha: Não teve foto!
Publicado no muraldebugarin.com
Bikebook.blogspot.com
Valci Barreto
Editor do bikebook.blogspot.com
Não deixei de gostar nem de brincar carnaval. Estou dando uma trégua. E, não viajando, dou uma passadinha em algum camarote, já que “a avenida não me pertence mais”.
Não festejem os concorrentes; ainda não me aposentei. Estou inteiro para enfrentar uma caminhada, dentro do Camaleão, em todo o seu trajeto.
O que me impede , em verdade, é o sofrimento para entrar e para sair do Bloco, causado pelos “animais” que sempre estão na rua para fazer dela o ambiente para revelar sua má formação moral, roubar, assaltar, violentar, agredir.
Para mim, não vale a pena atravessar os verdadeiros “corredores poloneses “ dos marginais, que nos espreitam a cada metro da pista, mesmo que seja para ouvir o Chiclete que continua me emocionando, especialomente nos carnavais. Antes de escrever esta parte do texto, tive o cuidado de ouvir outras pessoas, a fim de me certificar se não estava acometido do “pânico de multidão”. Felizmente não é o caso: muita gente se afastou da festa, até mesmo pessoas novas, por este mesmo motivo.
Óbvio que não tenho mais vinte aninhos. Também não cheguei aos oitentinhas. E, como a vida oferece tanta coisa boa, mesmo fora do carnaval , principalmente para quem ama outras coisas, como esporte e leitura, preferi fazer um Jabuti nas manhãs de carnaval, inclusive nas antecedentes.
Ficando eu em Salvador, mesmo se for para a folia, sempre pedalo nas manhãs dos dias de carnval. E também sempre li e trabalhei, ainda que menos, nestes dias. E ,mais que tudo isto, sempre pedalei nas manhãs de ruas fechadas ao transito, desde a Praça da Sé até Ondina.
Normalmente saio sozinho, vez que é difícil agendar, fazer coincidir meus horários com os dos meus companheiros de pedal. E também porque nem sempre estou certo de que alguém vai querer pedlar, com ruas vazias de carro, em rítimo Jabuti; ainda mais na companha de uma bicicleta velha, enferrujada,sem marcha, como são as que prefrio nos meus jabutis urbanos.
Assim, pedalei nas manhãs de quinta , sexta e sábado, em Salvador, fazendo o percurso Barra/Rio Vermelho, com várias voltas pela região.
No dia dois de fevereiro, também no pedal, levei flores para Yemanjá, antes da chegada dos inimigos da paz, pedindo-lhe para deixar um pouquinho o azul do mar, nos visitar e nos proteger contra os tormentos que nos causam os motoristas, notadamente de taxi e ônibus.
Após, voltei para casa, retornando à tarde para a feijoada do vereador Everaldo Augusto, onde estavam seus eleitores, deputado Álvaro Gomes, o assessor Cleber , Gilson Cunha , Rafaela e seus filhos.
Aproveitei para dar uma olhada na rua, em frente à do vereador , onde estavam reunidas pessoas bem animadas, com charangas, intelectuas, políticos, muita gente de branco, fazendo a sua festa muito particular.
Despedi-me de tudo e no dia seguinte segui para Guarajuba. Tinha intenção de fazer um bikebook por lá. Logo que cheguei, em torno de 16 horas, fui à JK BIKE , na entrada de Monte Gordo, e aluguei uma bicicleta,dez reais a diária, o que sempre faço quando não levo a minha magrela.
Como não estava na companhia de George, que só pedala comigo se eu estiver com uma bicicleta acima de cinco mil reais, ainda que seja a dele, emprestada, aluguei a de sempre: simples, velha, enferrujada, mas revisada, rodando normalmente, sem marcha.
Já comecei meu Jabuti ali mesmo. Circulada por Monte Gordo, dei uma passada no KI PICOLÉ , do senhor Cláudio, logo na entrada daquele povoado, Guarajuba, chegando em casa, no Genipabu Summer House, às 19 horas, aproximadamente, cheio de alegria, bons pensamentos e certeza de que faria o mesmo no dia seguinte, para mais longe.
Era meu treino para o pedal que faria no dia seguinte para Práia do Forte ou Ymbassay.
Amanheci com mais vontade de ler do que de pedalar. Iniciei, então, a leitura de "Os Irmãos Karamázovi, Dostoiévski, Editora Nova Cultural, até o meio dia. Almoçei, e em seguida fui realizar uma experiencia: pegar um ônibus para Práia do Forte e ali fazer o meu Pedal. Pedalei um quilometro e meio até a frente da entrada de Guarajuba para pegar um ônibus da Linha Verde. Sem qualquer dificuldade o cobrador pos minha magrela no bageiro ,cobrando uma taxa de dois pela condução da bicicleta e mais um real e oitenta centavos da minha passagem. Desci em Práia do Forte e fui, pela Vila, pedalando, parando, conversando, jabuticando. Atraído por livros nas prateleiras, e pelo nome da loja, entrei na JARDIM DAS LETRAS-Artesanato, Tabacaria e Cultura,(36761323 99756340), recentemente instalada por um casal de paulistas, muito simpáticos e atenciosos que mantifestaram o desejo de continuar na Bahia. Dei as boas vindas, votos de sucesso, retornando ao pedal. Mais umas pedaladas, Sol menos intenso, iniciou o retorno para casa, no pedal. Pistas largas, com acostamentos, pouco movimento de carros, não senti qualquer perigo.
Dei uma entradinha e circulada no povoado de Barra do Pojuca , onde se organizava a saída do que seria uma “caminhada da cidadania, ou caminhada da paz”, coisa assim, com carro de som e alguma pessoas fantasiadas dos mais variados personagens.
Parei em um supermercado para comer uma bananinha, madurinha, acompanhada de uma “rapadura de caju”, que não conhecia. Antes de degusta-la, li, o que sempre faço para saber a orgiem da indústria. Como era do Ceará, provei. Não era uma coisa gostosa. Mas também não era repugnante. Não morri , não tive dor de barriga, de sorte que ali voltarei para degustá-la mais vezes, na companhia de mais uma bananinha.
Dia seguinte, vou visitar casa de amigos em Guarajuba, com Ró. Aí não pode ser de bicicleta. Lá tive a surpresa de encontrar meu amigo de infância, de colégio, conterrâneo Carlos Eduardo Nery, médico e fazendeiro bem sucedido em Vitória da Conquista.
A conversa não poderia ser outra: bicicletas e livros, amigos, Jaguaquarenses, São João, apesar de estarmos no reinado do magro momo. Carlos Eduardo, Dudu, é um leitor voraz. Quando o encontrei, estava na rede, com os olhos pregados em As Mil e Uma Noites, afirmando que está lendo ou relendo os clássicos da Literatura Universal.
Entre os proveitos da conversa, ouvi as suas experiências de viagens que fez a Europa e Estados Unidos, a respeito de bicicletas:
Um lugar que escolheria para morar: OXFORD, na Inglaterra: quase todo mundo, de todas as idades, vão para todos os lugares de bicicleta.
Um brasileiro, filho de alemães, que se casou com uma sobrinha dele,
atualmente morando na Alemanha, vai todos os dias para o trabalho de bicicleta. ( e não é gente pobre não, viu, leitores?), pedalando , 40 km para chegar ao trabalho e mais 40 para retornar para casa.
Querem algo mais?
Tanto as bicis de Oxfort quanto a que o sobrinho de Dudu usa como meio de transporte, na Alemanha, são enferrujadas, velhas, e não têm marcha; acrescentou Dudua, depois da queixa que fiz do amigo George Argolo: "Diferente de seu amigo, ninguém lá exige que seu companheiro de pedal tenha uma bicicleta nova, de marcha, nem lhe " olha atravessado" por usar uma bicicleta comum."
Tendo alugado uma bicicleta comum, sem marcha, enferrujada, não teria coragem de chamar amigos meus, como George Argolo, para pedalar comigo em Salvador nem pela Linha Verde neste Carnaval, mesmo que lá eles estivessem. Todos iriam , como fazem a grande maioria dos nossos conterrâneos baianos, “me olhar atravessado”.
Por isto, mais um pedal solitário em Salvador, nas manhãs de carnaval, Guarajuba, Monte Gordo e Práia do Forte. E não foi a bike , velhinha, que me impediu de chegar a Ymbassay; porém a dedicação do resto do tempo, para a leitura, contemplação, a escrita desta pequena resenha, o aprendizado com o amigo Dudu que me deu ainda uma bela notícia: A Cidade Serrana, está com milhares de bicicletas sendo usadas como lazer e , principalmente, meio de transporte. Com ou sem marcha, caras ou baratas, as bicicletas estão ajudando as pessoas a viver melhor naquela cidade. Citou ainda, que o mesmo está acontecendo em Feira de Santana, Jequié e Cruz das Almas,cidades pelas quais passa ou visita, como exemplos maiores. Festejei a notícia. E pensei: nosso planeta agradece.
Quanta coisa boa acontecendo fora das cordas do carnaval, graças a livro, boas amizades e pedal, mesmo em bicicleta usada, velhinha e sem marcha!
Comprem e usem de todos os preços, mas não olhem “atravessados” para minhas “magrelinhas”. Elas me fazem muito bem. O mesmo que me faz os livros usados, velhinhos, do "Seu Alfredo", da Sete Portas.
E continuo amando, também, carnaval, Camaleão , Chiclete com Banana e Zeca Pagodinho. “Deixa a vida me levar,”... pelos caminhos dos livros, da bicicleta , da saúde , da paz e das amizades!
Só faltou uma coisinha: Não teve foto!
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