segunda-feira, 9 de junho de 2008














Centenas de fotos de pedais ciclisticos e de outros eventos estão em muraldebugarin.com, em galeria de fotos.

Participe dos passeios ciclistocs de Salvador,veja como, acessando o
muraldebugarin.com e bikebook.blogspot.com

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http://terratv.terra.com.br/templates/channelContents.aspx?channel=2487&contentid=201094
VALCI BARRETO
editor do bikebook.blogspot.com
colaborador do muraldebugarin.com


VAMOS FAZER UM IGUAL NA BAHIA?

SUGESTÃO:

Não precisa ser nus.

Criariamos uma corrdenação geral, composto por uma diretoria de grupos de toda a cidade.

Comporia a dietoria do evento mebros de cada grupo ciclitico já existente:

gilson cunha,
amigosdotony
mauricio da asbeb
amigosdebike
jabutis vagarosos
narandiba
pedaisnaestrada
suba ai
pedaladanoite
covidariamos para apoiar os vereadores já incorporados ao ciclismo baiano.
naturabikeação


agendariamos já para O DIA SEM CARRO, EM VINTE E DOIS DE SETEMBRO.

quanto ao movimento DIA SEM CARRO, VEJAM NO GOOGLE. DIA SEM CARRO, COMEÇEM A ESTUDAR O CASO: NÃO PRECISA DE CORRDENAÇÃO, FINANCIAMETO: CADA UM PEGA SUA BIKE E SAI POR AI. MESMO QUEM ANDA DE CARRO, E TEM CONSCIENCIA DO COLETIVO, neste dia PRATICA O TRANSPORTE SOLIDÁRIO.



A palavra de outro seria


Centenas de ciclistas pedalam nus pelas ruas de Madri

Centenas de ciclistas nus desfilaram neste sábado no centro de Madri para pedir mais segurança para quem circula de bicicleta pela cidade.

Com o slogan "Nus contra o tráfego, justiça nas ruas", os manifestantes saíram da praça Cibeles em direção à Grande Avenida até a praça de Espanha.

Víctor Lerena/Efe

Manifestantes querem atrair atenção para divulgação de um transporte menos poluente.

"Denunciamos que nossas ruas foram seqüestradas pelo carro particular que convulsiona as cidades, transformando-as em lugares hostis e perigosos", explicam os organizadores do protesto em seu site.

O objetivo da marcha nudista é atrair a atenção da mídia para propor "um modelo de cidade onde as pessoas recuperem seu espaço" por meio de um "meio de transporte urbano saudável, ecológico e divertido".

É a quinta manifestação dos ciclistas nus espanhóis, e outras estão previstas para este sábado em outras cidades do país e da Europa.

Manifestantes querem atrair atenção para divulgação de um transporte menos poluente.

"Denunciamos que nossas ruas foram seqüestradas pelo carro particular que convulsiona as cidades, transformando-as em lugares hostis e perigosos", explicam os organizadores do protesto em seu site.

O objetivo da marcha nudista é atrair a atenção da mídia para propor "um modelo de cidade onde as pessoas recuperem seu espaço" por meio de um "meio de transporte urbano saudável, ecológico e divertido".

É a quinta manifestação dos ciclistas nus espanhóis, e outras estão previstas para este sábado em outras cidades do país e da Europa.
cicloativismo: veja este site
www.togetherweare. net).

quinta-feira, 5 de junho de 2008

bikebook.blogspot.com



Valci Barreto, editor do bikebook.blogspot.com, no DIA MUNICIPAL DO CICLISTA EM SALVADOR.

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BIKEBOOK.BLOGSPOT.COM

Quem passou dos cinquentinhas de idade, e na decada de sessenta já gostava de ler, testemunhou o nascimento e morte da revista Realidade, uma das melhores que já se publicou no Brasil. Nos sebos ainda são encontradas. É sobre ela que trata o livro abaixo, que é nossa dica de leitura para hoje.

O texto a seguir foi recortado do site :http://www.alamedaeditorial.com.br/leituras-da-revista-realidade




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Leituras da revista Realidade
Letícia Nunes de Moraes

Preço: R$34
264 págs
ISBN: 978-85-98325-43-9


Compre online na Livraria Última Instância

press release capa do livro o que saiu na imprensa


Impressões de um periódico pioneiro
A contribuição e participação do leitor na revista Realidade

Criada em abril de 1966, a revista Realidade marcou época no jornalismo brasileiro. Inspirada no conceito norte-americano de new journalism e com reportagens ousadas em sua forma e conteúdo, obteve sucesso imediato, mesmo em um país sem grande tradição de leitura como o Brasil. Enfrentou tabus, cobriu guerras e abordou questões sociais até então pouco discutidas por outros veículos de mídia e pela própria sociedade. Ao mesmo tempo impulsionada e influenciada pelas manifestações políticas e de contracultura do fim da década de 60, a revista também sofreu com a repressão da ditadura militar que na época se consolidava no Brasil.

Em Leituras da revista Realidade, Letícia Nunes de Moraes se debruça sobre o relacionamento da publicação com os leitores, a forma como estes reagiam às matérias veiculadas - em sua maioria de grande impacto, e não raro, escandalizando certos setores da sociedade. A participação do leitor é evidenciada pelas mais de 700 cartas analisadas pela autora, todas elas datadas da primeira (e mais importante) fase da revista, que vai de seu surgimento em abril de 1966 até a instituição do AI-5 pela ditadura militar em dezembro de 1968.

Haveria espaço hoje para periódicos nos moldes da Realidade? Quais são os rumos do jornalismo hoje tal como ele se encontra? Estas e outras são apenas algumas das diversas reflexões que a obra desperta no leitor, além de ajudar entender como e o quê tinha essa revista para que edições com tiragens de 200 mil exemplares se esgotassem em apenas três dias.

Sobre a autora: Letícia Nunes de Moraes é formada em Jornalismo pela PUC-SP e em História pela USP.


Forro, no passeio da ASBB, no dia municipal de ciclista em Salvador, em 01606.2008








A placa "FEIJOADA 24 HORAS" cuja foto está em nosso blog, fica na Vasco da Gama, lado direito sentido Rio veremlho Dique do Tororó. Mais tarde postaremos aqui o endereço completo.

Quem tiver ou souber de pontos escondidos, profissões, endereços curiosos, mande e mail com endereço completo para valcibarretoadv@yahoo.com.br que divulgaremos gratuitamente no bikebook.blogspot.com.





quarta-feira, 4 de junho de 2008

Mulambikers - Ciclistas Undergrounds


VALCI BARRETO,

advogado, cicloativista, um pouco alternativo.
editor do bikebook.blogspot.com
colaborador do muraldebugarin.com e
da Folha do Reconcavo.

Não sou contra quem pode ter roupas de marcas, caminhonetes quatro portas, avião, barcos, navios, supersonicos, ainda que apenas para mostrar poder, grana e exibir vaidades. jamais fui ou serem contra aquilo que se chama de riqueza.

O dinheiro, poder, Luxo, beleza, são valores a serem admirados , conquistados. E porque não?

Preocupo-me, no entanto, quando vejo alguém sem alegrias, sem motivações e tristes sòmente por não poder ter as roupas de marcas, carros carros, novidades caseiras da tecnologia , barcos, casas milionárias. A riqueza econômica jamais chegou ou chegará para todas as pessoas. É uma fatalidade da vida humana. Para quem não tem muito dinheiro, muitas alegrias podem ser experimentadas, vivenciadas, com pouco dinheiro. Muitas pessoas , cegas pela coação imposta pelo consumo a qulquer preço, simpelesemente não as echegam. Há pessoa que até enchegarm e tem vontade de experimentá-las. Não têm, porém, coragem para fazer algo um pouco diferente do que é imposto pela mídia consumista. Não desejo, nem mesmo quero pensar que alguém pode ser feliz, vivendo em miséria econômica. Porém, quem deu a sorte de ter poucos recursos economicos, mesmo sem as coisas que a industria do luxo e da vaidade produz, pode ter grandes alegrias.

Vou falar do nosso ambiente, dos passeios ciclisticos baianos porque nestes é que vivemos. E é um dos grandes exemplos de que coisas baratas tqbém abrem caminhos para grande contentamenteo.Há quem não pedala por não poder ter uma bicicleta nova ou cara. Há quem desiste de ser músico por não poder comprar um piano; Não percebem que uma flauta, que pode custar apenas cinco reais, pode produzir uma grande riqueza musical.Há quem, só podendo ter uma bicicleta simples, usada, enferrujada,prefere não ter nenhuma. Deixa de ir a um cinema ou festa por não poder usar uma roupa cara, "de marca"Tenho pena destas pessoas. Quem não tem navio, pode atravessar oceanos de caiaque. Claro que é preciso ter força, coragem para suportar as pressões sociais.

Tive um carro velho. Criaram-se estórias , brincadeiras curtidas até hoje em família e entre amigos. Era um Del Rey Guia , vermelho que foi se acabando em minhas mãos. À medida que ferrugem, amassos iam aparecendo, as cobranças dos vizinhos iam aumentado. Como "sofri"!.." _" Dr., o senhor , um advogado, com um carro deste?" Porém, já grandinho, considerando-me também fortinho, compreendendo, ainda que pouco, as bobagens, na minha ótica, dos outros, considerava, como ainda considero, fácil, a minha defesa.Bastava então responder: "não se importe ,meu caro, estou juntando grana para comprar um novo." Para alguns, não nego, eu gostaria até de responder, não com raiva, mas como forma de educar: " e o seu, qual é a marca, o ano, o preço?"; para, em seguida, questionar: "Porque você não compra um Jaguar?". "Este é o vcarro que melhor combina com voce" .. Mas seria cometer a mesma bobagem, descer ao mesmo nível da falta de entendimento de que, mesmo velho, enferrujado, não sentia eu falta de outro. Rodava bem, e cabia muita gente nele. E por connta da ancianidade, terminava sendo uma atração. Bem que gostaria de tê-lo conservado em minhas mãos até hoje. Seria uma peça interessante, antiga, com uma história. Não tinha traumas ao usado. E não os tive quando dele me separei.

Há muitos anos, logo que me formei em direito, já andava de motocicleta, paletó e gravata o que à época não era comum. Não eram mais que dois ou tres colegas que tinham o mesmo desprendimento, a mesma coragem de fazer o "diferente". Aí , novas cobranças:" Dr. o senhor, um advogado, de paletó, gravata e andando de e moto? " Compre um carro..." Passei a andar de mochila , paletó e gravata, em vez das horríveis , pesadas e desconfortáveis "pasta de executivo". Com esta indumentária já são os colegas de provissão a brincar, mas com muito bom humor, uma coisa meio alegre e folklorica,acompanhados de sorrisos e perguntas bem humoradas.Nada de sesura. Ao contrarios, muitos confessam o desejo de fazer o mesmo, afirmando, no entanto, não terem a coragem de fugirem ao "padrão do advogado" Preferem o peso das pastas, ainda que acompanhado das dores na coluna entre outros transtornos. Ultimamente vem deixando de ser novidade, perdendo, assim, a graça,principalmente depois que os novos advogados paulistas começaram a chegar em Salvador usando mochilas, normalmente muito chics, caras, "de marca".As minhas continuam sendo esportivas, de 20 reais, adquiridas em lojas de materiais esportivos ou mesmo de camelôs.

Entendia e entendo todos aqueles questionamentos. Acho, no entanto, uma cultura meio pervesa, porque inibe os mais fracos. Não por mim. Os livros , o bom humor deram-me caminhos para, desde cedo, entender as razões .A leitura me ensinou a enfrentar, sem sofrer , estes comentários, esta pressão social em favor do luxo, do caro, da marca. Mostraram-me, também, que o diferente, barato, simples, pode trazer alegrias. Aprendi a enfrentar, a imposição da cultura do consumo, que faz muita gente sofrer por não poder pagar o que deseja ter.

Há conradições curiosas , e até perversas, porque inidbidoras dos mais fracos, a exemplo:tem-se vergonha de comer uma banana ou jaca na rua, mas não se tem de comer um sanduiche cheio de gorduras saturadas e conservantes, sabidamente prejudiciais à saude. Quando a TV começou a mostrar o tenista Guga comendo banana nas quadras, estava ele prestando um grande serviço ao Brasil, além dos seus títulos conquistados para o nosso pais: deu coragem a muita gente para comer uma banana na rua. Eu , Bugarin, Itana, George Argolo já faziamos há tempos. E continamos a fazer em nossos pedais .

Pessoas há que, não podendo ter uma mochila de quinhentos reais, prefere não ter nenhuma.Não têm coragem de usar um embornal de pano, simples mas tem a firmeza de usar sacos plásticos, tão prejudicial ao nosso planeta. Mas se o "embornal", for de tecido cargo, desenhado por artistas famosos, usam-na como verdadeiro cartão de visita, troféu representativo de poder e vaidade.

Mas vamos às bicicletas. Tenho bicicletas velhas e novas. Tenho várias para emprestar a eventuais amigos que querem iniciar-se no pedal antes de comprar a sua .. Ficam aqui também para que as minhas filhas não tenham a desculpas de que não pedalam por lhes faltar bicicletas.

Porém , quase todos que as pedem para fazer suas primeiras experiencias, torcem o pescoço quando digo, e é verdade , que as melhores já foram emprestadas.Tenho algumas simples, uma cecisinha, todas elas sem marcha e "mirradinhas".Mas ninguém as quer;mesmo que para um simples passeio de quinhentos metros de distância. Os "endinheirados", felizmente, vão correndo para a loja comprar uma. Não admitem, mas vejo em seus gestos, que jamais pedalariam naquelas bicicletas.

A melhor, que tenho é uma GT Preta.`(A Tarja Preta, cuja estória será contada em outro momento)Todos só querem ela. Por isto mesmo sempe em mãos de um fregues , que praticamente monopoliza o empréstimo. E, como diz o ditado, ainda faz sombra com o chapéu dos outros, tomando-a de mim para emprestar a todos os seus convidados. Jamais este "cliente"quer uma cecisinha , barra forte ou assemelhadas; e ainda me provoca:"esta bike luxenta não combina com você...Vou pega-la para um amigo.." E vai mais:" Como voce só gosta da barra circular, não vou contrariá-lo. Fique com ela e eu levo a Tarja Preta para o amigo. Isto acontece, principalmente nos feriados mais longos. O pedido é sempre acompanhado de uma fatal expressão: só quero a Tarja Preta".. Já é dele....



Não me aborreço. Ao contrário, fico até contente: as velhas e enferrujadas estão aquecendo o mercado das novas e levando mais gente para os nossos pedais. Estão funcionando como marketing de compra das novas.Quando pedalo sozinho, a minha preferência, de verdade, é sem marcha, cesinha ou monareta, antiga, quase sempre enferrujada. Não é só por temer assalto. É porque, para simples passeio, qualquer bicicleta serve; desde que rode. Como posso ter uma melhor, tenho. Mas aí , confesso, é só para não me afastar dos amigos em passeios mais longos; que também gosto de fazer. E se ficar nas "pobrezinhas" serei por eles rejeitado. E não quero perdar as amizades "do lado de lá".(do luxo!).
Felizmente, minhas filhas nunca se importaram em pedalar em nenhuma das simples. Sofro porque deixaram de pedalar. Claro, o bom e caro é melhor. Mas porque só serve bonita, nova, cara?

Coisa de cultura. Ou falta dela. Não sei bem.

Se eu pudesse falar a todas as pessoas que deixam de pedalar somente porque não podem comprar uma bicicleta nova ou cara, sinceramente eu diria: voces são bobos; não sabem o que estão perdendo. Desde quando bacalhau era coisa de pobre, eu comia, sem nehum medo. E achava, como acho,até hoje, o melhor prato, a melhor carne do mundo. Passou a ser de rico, continuo comendo, felizmente. Não por ser rico. Mas por fazer um sacrifico que não me endivida. Nasci comendo jaca ,a melhor fruta que conheço.Como banana, melancia , em qualquer barraca da rua, desde que haja lugar para lavar as mãoes. Especialmente quando estou pedalando, prefiro parar nas barracas de frutas do que esperar a melhor comida pelos "15 ,minutos de garçom". para o almoço. Prefiro usar este tempo no pedal. A comida pode ser na barraca, ou em pontos de comida a peso.Tenho amigos como Bugarin, Itana Mangiere, Lazaro, Tony, Gilson Cunha , que comungam com este comportamento. Pedalando pelas ruas, paramos em barracas e degustamos as nossas deliciosas frutas.

Nem por isto deixo de gostar das coisas caras, boas, bonitas que eu possa pagar. Mas desde que sem sofrer. E e jamais sofrerei em pedalar com uma caloi barra circular, enferrujada, com bagageiro, em meus passeios jabutis solitários.

Qum não puder comprar um bicicleta cara, nova, tenha qualquer outra que rode e pegue a estrada. Voce será feliz do mesmo jeito que se pode ser comendo uma banana, uma jaca, uma melancia quando se gosta .
A final, não é somente nas quadras de tenis de Wembley(Guga), que se pode comer banana.
E , em uma bicicleta Opel, sem marcha, tipo barra forte, foi que um baiano pedalou de Salvador até Nova York. Levou dois anos pedalando. Será que, com uma de marcha, cara, fazendo em bem menos tempo, teria sidomelhor a viagem? Para mim, tal discussão não tem qualquer sentido. Tempo e conforto ficam de fora destas especulações sem fim. É coisa de cada um.

Que todos sejam radicais, para o caro ou para o barato.Eu sou do meio. Gosto do caro. Mas se não posso ter, ou não quero ter, não me envergonho das minhas sandalias; bananas;jacas e mochilas, ainda que de camelôs.Depois que as Havaianas foram usadas por Giele, o bacalhau passou a ser de cem para cima, do bom, aí todo mundo quer usar e comer. Não esperem acontecer o mesmo com as bananas e jacas. Nem o tempo passar para andar em suas bicicletas "de pobre".
A felicidade está no sabor da fruta e no que a bicicleta oferece de bonito. Jamais no seu preço.

No bikebook.blogspot.com há um texto nosso "AS MINHAS BICICLETAS. "Gosto de todas :caras e baratas. Por isto, nem tão alternativo. Mas o luxo, o caro, só por causa dos outros, jamais.Na vida e na bicicleta atrapalha quem não tem coragem de ser feliz por medo de comentários inibidores, mesmo inocentes de quem pertence ao " mundo do gastar" a qualquer preço.

Por isto, a publicação do texto abaixo, que achamos de grande significação.

Pelalando nas magrelinhas baratas, se não encontrar a felicidade não será, com certeza, por causa do seu preço.


A proposito, o texto abaixo que reproduzimos de site que postaremos o nome em outro momento:

"
Vejo muito o pessoal citando equipamentos caríssimos, dizendo que já fizeram toda série do Audax com uma Specialized, que viajaram 3 mil km com carro de apoio e massagista, botando empecilhos em tudo que é "comum", dizendo que é impossível viajar com bike de menos de 2 mil, que nada presta, que bla bla bla... falando muito e agindo pouco.

Por outro lado, vejo xirus locos que realmente transmitem inspiração, que fazem longas viagens com poucos recursos e bikes comuns, que fazem audax/rigonax/fodax com qualquer camelo, mostrando que o importante é aquilo que está acima da bike e a determinação que está na mente do xiru.

Deixo aqui então os meus sinceros parabéns a todos os mulambikers/ciclomendigos/cicloloucos e toda galera underground de raça!

Mulambiker que é xiru loco mesmo...

... não dá bola pra "estética" da magrela;
... não é assaltado, pois até os ladrões sentem pena dele;
... é rei do improviso e gambiarras;
... tem bike cafão e acompanha na raça os "Specializeds" e "Scotts";
... usa pedal de 10 pila ao invés do clip de R$ 250;
... pedala de havaianas/sandália/tênis, ao invés de sapatilha de R$ 350;
... usa bermuda comum e camiseta regata...
... pede água nas casas ao invés de comprar "gatorade" em posto;
... come paçoquinha, bolacha recheada e leite em pó, ao invés de gel e power-bar;
... detesta pacotes e passeios prontos de operadoras;
... leva sua barraca ao invés de reservar hotel com antecedência;
... se não tem chuveiro, toma banho de rio;
... se não tem rio, toma banho de torneira/mangueira;
... jamais cogitou a possibilidade de ter carro de apoio.

Grande abraço pra todos os ciclo-jaguaras!!!

Texto de Daniel.

Por Keko às 12:02 "

publicado no blog.............."

Blog de valci barreto Adicionar novo comentário
Comentários
qua, 04/06/2008 - 10:55 — Anônimo
Mulambike
Não sei que é esse cidadão mas concordo com ele, as bike de Valci são excelente inclusive vi o filho de Bugarin com uma delas, e quanto a Bugarin comer na rua é a cara dele, quando ele saia da capoeira no SESC acompanhado de todos inclusive de King o profesor, compravamos uma galinha interia e varas de pão e saiamos comendo pela rua na maior farra, ele dizia que ele já era uma bactéria e não pegaria outra, recentimente ficou 7 dia internado com a dita cuja no corpo, mas o cabra é forte.

Meu caro, a bicicleta que o filho de buga pedalou, citada por voce, é uma das "chics" que separai para ele! Por favor , não misuture.rrss. obrigado pelo comentario, mais tarde postarei nome de quem escreveu e o blog genial. valci
Anonimo Tood
dos bons tempos, lembra Bug?

responder
qua, 04/06/2008 - 10:53 — Anônimo
Mulambike
Não sei que é esse cidadão mas concordo com ele, as bike de Valci são excelente inclusive vi o filho de Bugarin com uma delas, e quanto a Bugarin comer na rua é a cara dele, quando ele saia da capoeira no SESC acompanhado de todos inclusive de King o profesor


Valdenor Cardoso, Presidente da Camara Municipal de Salvador e Ary gil participaram do pedal da assbb,q ue reuniu mais de quatro mil pessoas em passeio ciclistico pelas ruas de Salvador.

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PEDALDELAS, no passeio da ASBB
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BICICLETA ESTA COM TUDO!

Valci Barreto
Editor do bikebook.blogspot.com
colaborador do muraldebugarin.com e
da folha do reconcavo.

Gilberto Dimenstain é jornalista da Folha de São Paulo.Realiza palestras pelo mundo inteiro, em nome de ONG que promove ações educativas.

Tivemos oportunidade de assistir a uma palestra deste jornalista em Feira de Livros em Salvador. Têm ele muito o que dizer, em função de seu nível intelectual e experiências de vida.

Leiam o que ele escreveu, publicado em site de cicloturismo, que circula por todo o Planeta, e façam chegar este texto a todas autoridades brasileiras, especialmente ao Prefeito João Henrique. E não deixem de encaminhar aos candidatos a cargos eletivos em Salvador.

Estou fazendo uma sugestão aos cicloativistas baianos: Votar somente em candiadatos que tenham compromissos em favorecer o trânsito de bicicleta em Salvador.

Boa noticia: em breve, o Campus de Ondina terá bicicletas gratuitas para os alunos e visitantes. É o que noticia os jornais baianos, após palestras na Federação das Industrias , em Salvador, promovida por organismos franceses e UFBa. Será um processo piloto que se estenderá a outros locais.

Quarta-feira, 4 de Junho de 2008

Dia sem carro é bobagem?
da Folha Online
10/07/2007

Gilberto Dimenstein*

Uma série de entidades está promovendo para o dia 22 de setembro, em São Paulo, uma manifestação para comemorar o Dia sem Carro. Até agora, esse dia tem sido, no Brasil, um fracasso, apontado como uma bobagem de seres alternativos.

Neste momento, estou no Estados Unidos e vendo o que está acontecendo aqui, posso dizer que, mais cedo ou mais tarde, esse dia vai ser reverenciado como uma marca de cidades mais civilizadas.

Falo isso porque tomei contato com medidas lançadas pelo prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, as quais o fariam ser linchado se estivesse no comando de qualquer cidade brasileira. Ele determinou, na marra, que os taxis sejam menos poluentes, quadruplicou a área das ciclovias e, para complementar, prometeu cobrar R$ 16 para cada carro que circular em Manhattan.

Não só o prefeito está popular, como, por aqui, fala-se que ele deverá lançar sua candidatura para a Casa Branca, montado na idéia da preservação ambiental. Já sabemos que, mais cedo ou mais, as maiores cidades brasileiras vão entrar em colapso por causa do trânsito. E só uma questão de tempo.

O que Nova York está demonstrando é que quando o eleitor percebe que medidas impopulares podem ser desagradáveis mas fazem sentido para o bem coletividade, o administrador apanha no início e, depois, acaba respeitado.

Para a eleição que se aproxima, os candidatos a prefeito das regiões metropolitanas poderiam ver as luzes de Nova York, assim como as de Londres, Paris e Estocolmo, onde seus prefeitos não tiveram medo de brigar com os automóveis em nome da civilidade.

*Gilberto Dimenstein, 48, é membro do Conselho Editorial da Folha e criador da ONG Cidade Escola Aprendiz. Coordena o site de jornalismo comunitário da Folha. Escreve para a Folha Online às terças-feiras.

Fonte: http://www1. folha.uol. com.br/folha/ pensata/ult508u3 10578.shtml

recebi esta materia do Ismael Junior

Por Keko às 07:27 0 comentários

terça-feira, 3 de junho de 2008



No lançamento do livro MEMORIAS DE UM PROXENETA, de Oleone Coelho Fontes, a médica ROSANGELA CARICCHIO exibe exemplar do jornal O LAMPIÃO, do Municipio de Senhor do Bonfim, distribuido no evento.

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As fotos abaixo são do evento, realizado pela empresa TARGET, de Salvador, no Centro de Convenções, em 27.05.2008, que abrigou uma numerosa platéia para assistir as palestras VENHA CONHECER O SEGREDO DO SUCESSO DA DISNEY, ministrada por Guinha Nader; e A CENTRAL DO CARNAVAL ALEM DA FESTA, por Joaquim Nery Filho.

Muitas outras fotos estão no muraldebugarin.com, em galeria de fotos, no album "EVENTO".

















Absurdo! - copiado do uol do dia 03.06.2008-
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Alberto butgarin, editor do muraldebugarin.com, no passeio ciclistico da ASBB que reuniu mais de quatro mil pessoas. Vejam milhares do fotos no muraldebugarin.com, em galeria de fotos.

Parabens ao Gilson Cunha pelo sucesso. E a todos os grupos , politicos, jornalistas, equipe das TVs baianas, Tv Camara, que cobriram o evento.

E aos amigos do Tony que, não somente pedalou como , até 10 horas da noite deu apoio logistico ao Gilson nesta grande empreitada.

Parabéns, para todos nós, amantes do pedal.

valci barreto
editor do bikebook.blogspot.com
parceiro do muraldebugarin.com e
da folha do reconcavo.


O Jabutis Vagarosos, reunidos na PADARIA APIPÃO, em Ondinar, para a partida em direção ao passeio da ASBEB.
ESTAMOS CHEGANDO LÁ. MILHARES DE FOTOS D EPASSEIOS CICLISTICOS
NO MURALDEBUGARIN.COM, em galeria de fotos.
Valci Barreto
editor do bikebook.blogspot.com
muraldebugarin.com
folha do reconcavo.

A Bahia, mesmo que uns não queiram, é especial. Covivendo hoje com os grandes males de todos os grandes centros urbanos como violencia, drogas, assassinatos, engarrafamentos, carencias de toda ordem, continua festejando a vida.
Enganam-se os que pensam que apenas brincamos. Não. Produzimos também, mesmo nas festas. Milhares de pessoas vivem do que pruduz a nossa música, shows, batuques, berimbaus, acarajé. O carnaval traz para Salvador uma riqueza por todos conhecidas e levam nossas imagens para todos os cantos do mundo, reproduzindo cenários que se tornam atrativos para que mais e mais pessoas queiram nos visitar.

No meio de tudo isto, instalou-se uma nova cultura agregadora e festiva: os passeios de bicicletas. Em nossos modestos escritos, blogs e impressos que fazemos circular pela cidade, estamos levando ao conhecimento da Bahia , que Salvador será a capital dos passeios ciclisticos.

Estamos sempre comparando com o que aconteceu e acontece com o carnaval: um grande evento para ser pensado, administrado, avaliado e captado como mais um motivador, mais um atrativo para o nosso turismo, interno e externo.

Muita gente não está ainda certa de que ,sem financiamento, sem maiores divulgações nos meios de comunicação de massa, sem out door, um sequer, já conseguimos colocar quatro mil pessoas nas ruas de Salvador em tais passeios.Todos os domingos, reunimos mais de mil pessoas pedalando pelas ruas de nossa Capital.

Além da grande festa em que já se tranformaram estes passeios, mantém eles semelhanças , com o carnaval, como a alegria, o riso, as brincadeiras. Mas dele se afasta, com muitas vantagens: Nasceram e estão crescendo com mensagens de educação para o transito, desestimulo à bebida alcoolica . Um dos itens mais vantajosos é absoluta ausencia de violência. Não , sequer, espaço para esta. Não há bebedeiras. Jamais uma festa de largo em Salvador, um carnaval, com tres mil pessoas ocorreria sem uma violencia, uma agressão, excesso de alcool de algum folião. Pois bem, mais de tres mil pessoas estiverem no passeio último da ASBEB e não houve, sequer, notícia de uma agressão. Muito pelo contrário, foi apenas alegria, festa, como acontece em todos os demais.

Participando de outros eventos ciclisticos , mesmo que apenas como pedalantes, os vereadores VALDENOR CARDOSO, EVERALDO AUGUTO, REGINALDO OLIVEIRA, ficaram impressionados com o que viram. Afirmou Valdenor Cardoso, sempre por nós convidado para participar dos nossos passeios, que jamais imaginou fosse uma festa tão grandiosa, alegre , motivadora , educativa, manifestando, como já fazem Everaldo e Reginaldo Oliveira, o desejo de estudar, junto ao poder público, formas, meios de inserir a bicicleta em seus projetos de turismo, transportes urbanos, esportes, lazer, e elementos que possam fazer crescer, ainda mais, os passeios já incorporados ao nosso cenári urbano.
Nós , amantes do pedal, já estamos fazendo a nossa parte.

Vamos esperar, o que virá, sem qualquer dúvida, que as empresas e Poder Público, vejam a bicicleta como mais uma fonte de riqueza, festa, turismo, anuncios de seus produtos e serviços.

E que a população, de um modo geral, se agregue aos nossos movimentos, como a mais forte aliada e beneficiária das nossas mensagens e ações em favor da paz, educação, respeito ao próximo, especialmente no trânsito, saude e festa que os baianos fazem como ningeum. E, desta vez, com um equipamento simples , barato, leve; e que pode nos levar ao infinito de emoções.

Parábéns ao Gilson da ASBB e a todos que estão colaborando para que mais e mais bicicletas estejam nas ruas de Salvador.
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Participe dos nossos passeios ciclisticos, acessando nossos sites e blogs:

muraldebugarin.com (com milhares de fotos de passeios ciclísticos)
bikebook.blogspot.com;

e outros, links ao lado direito da página.

=Todo primeiro domingo do mes, milhares de ciclistas se reunem no Dique do Tororó, às 09 da manhã, para um grande pedal pelas ruas de Salvador.

sexta-feira, 30 de maio de 2008

recortado da Tribuna da Bahia , de 30.05.2006.

Um réquiem para Artur da Távola



* Joaci Góes é empresário e escritor. joacigoes@uol.com.br



Encontrava-me em Éfeso, na Turquia, berço de Heráclito, filósofo pré-socrático, considerado o pai da dialética (“panta rhei”, tudo flui, tudo se move), quando nas primeiras horas do dia dez último recebi a notícia do falecimento, no dia anterior, de Artur da Távola. Daí em diante não consegui mais conciliar o sono, inteiramente absorvido pelas lembranças da minha convivência com esse querido amigo que foi uma das personalidades mais ilustres do Brasil contemporâneo.
Inteligente, culto, íntegro, educado, solidário, corajoso, sereno, Paulo Alberto Moretz-sohn Monteiro de Barros, ao regressar do exílio no Chile, em 1968, no governo Costa e Silva, acolheu o conselho de Samuel Wainer ao adotar o criptônimo de Artur da Távola, para assinar seus textos jornalísticos, com o propósito de confundir os órgãos de segurança da ditadura militar então reinante. Mais tarde decidiu incorporar ao seu nome o pseudônimo com o qual veio a granjear merecida fama.
O advogado, jornalista, professor, radialista, escritor, político e homem de televisão Artur da Távola imprimia inconfundível marca de excepcional qualidade em tudo o que fazia. Foi assim quando lecionou jornalismo no Brasil e no Chile. De igual modo brilhou nas colunas que assinou nos jornais cariocas O Globo, Última Hora e O Dia, versando sobre crítica televisiva, cinematográfica, musical ou literária. Muitas de suas crônicas que encantaram o Brasil, ao lado dos contos que produziu, compuseram alguns dos mais de vinte excelentes livros que publicou. Sua atuação como radialista criou uma relação de íntima cumplicidade com o universo de seus ouvintes que acreditavam com ele que “música é vida interior, e quem tem vida interior jamais padecerá de solidão”.
Não foi diferente a superior qualidade da atuação de Artur da Távola como político militante.
Trabalhamos lado a lado no âmbito da Assembléia Nacional Constituinte, em que foi o relator da Comissão de Educação, Ciência e Tecno-logia. Registro como prova do seu talento o memorável voto oral que proferiu ao longo de duas horas, com o apoio de breves anotações. O texto final, escorreito, denso e elegante, mais parecia o resultado de um esforço demorado e paciente, em que as palavras saem devagar, uma após a outra, harmoniosamente concatenadas, como num trabalho de fina ourivesaria. Para que se tenha uma idéia do valor do seu histórico voto, basta dizer que esse é o capítulo da Constituição Cidadã que menos reparos recebeu desde sua promulgação em outubro de 1988. A mais desse episódio singular que dá uma idéia do seu grande valor intelectual, Artur da Távola foi um grande parlamentar, como deputado estadual, federal e senador da República. Seu trabalho como presidente nacional do PSDB, partido de que foi fundador, é igualmente festejado.
Se fosse possível resumir em apenas um qualificativo esta que é uma grande biografia, diríamos que ele foi um memorável educador, tendo atingido, por caminhos diferentes, a mesma altura do primeiro sogro Anísio Teixeira, em razão do casamento com Babi, filha do exponencial educador baiano, com quem teve os filhos que hoje tanto contribuem para o enriquecimento da vida cultural do País.
Lá se vão vinte anos, desde quando perguntei a Babi, porque estando divorciada de Artur da Távola, ela tão jovem e bonita não se casara outra vez. Sua resposta é expressiva da melhor síntese sobre as qualidades humanas do ilustre morto: “Tendo sido mulher de Paulo Alberto, é improvável que encontre algum homem que não me pareça pequeno diante dele”.
É preciso dizer mais?
Para mitigar a dor da perda do pranteado amigo, lembrei-me das lições de Heráclito que nascera e vivera ali mesmo em Éfeso, há dois mil e quinhentos anos, onde me encontrava: “As coisas só existem pelos seus contrários. Sem a noção do mal, não seria possível a concepção do bem. Nem o feio sem a noção do bonito. Não se poderia conceber a vida sem a existência da morte. A vida é um fluxo contínuo, um permanente devir. Por isso não nos podemos banhar duas vezes nas mesmas águas de um rio”.
Agora que Artur da Távola nos deixou, talvez seja possível reavaliar o seu trabalho para que se conclua que ele foi ainda maior do que o prestígio que usufruiu em vida.
Tinha razão Aristóteles: “A grandeza não consiste em receber honrarias, mas em merecê-las”. E Artur da Távola merece mais honrarias do que as muitas que recebeu.
Para o momento, só me resta somar a minha voz ao réquiem que a sociedade brasileira continua a entoar pela perda deste grande filho.
Pedofilia, INDIGNAÇÃO NO SENADO.

=RECORTADO DO WWW.CORREIODABAHIA.COM.BR, DE 30.05.2008
CPI da Pedofilia investigará estupro de adolescente baiana e divulgação de imagens na internet

Alexandre Lyrio
O estupro da adolescente de 13 anos, na cidade de Itanhém, no extremo sul baiano, denunciado com exclusividade pelo Correio da Bahia, será acompanhado pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga a pedofilia em todo o país. A menina foi violentada no último dia 21 de abril por três jovens, um deles de 19 anos, que divulgaram as imagens do crime na internet. O fato repercutiu ontem no plenário do Senado Federal, quando o presidente da CPI da Pedofilia, Magno Malta (PR-ES), discursou indignado. “Nós vamos ficar parados? Não vamos fazer nada?”, indagou diante dos colegas.

Bastante exaltado, o senador leu as reportagens do Correio no plenário e disse que se colocará pessoalmente à disposição para o que considerou um “caso emblemático” no país. Além disso, Magno Malta garantiu que enviará um ofício ao governador Jaques Wagner e à Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-Ba) para que ambos se ma-nifestem. Quanto às ações da CPI, o primeiro passo será periciar as 54 fotos distribuídas por e-mail na internet. Serão utilizados softwares da Polícia Federal para rastrear os locais para onde foram enviadas as mensagens contendo as imagens. “Com isso, poderemos saber se outros pedófilos estão utilizando as fotos em alguma página”, explicou.


Instaurada em março, a CPI presidida por Magno Malta virá à Bahia em breve. Tendo como mote os crimes na internet, a comissão promete fazer um verdadeiro mapeamento da pedofilia cibernética baiana, junto com o Ministério Público, conselhos tutelares e outros órgãos e entidades de defesa da criança e do adolescente. Sites de relacionamento como o Orkut, e hospedeiros como o Google, o UOL e o IG, estão na mira da CPI. “São muitos os pedófilos na Bahia. Identificamos centenas somente na quebra de sigilo de páginas do Orkut. Nos próximos dias, quebraremos em todo o Brasil mais 600 sigilos de sites. Sabemos que se trata de uma luta difícil, mas não vamos nos entregar”, avisou.


Apesar de servir ao PR do Espírito Santos, Malta nasceu em Itapetinga, a 571km de Salvador, região próxima a Ita-nhém. Por telefone, falou ao Correio da Bahia logo após o discurso no plenário. O senador não conteve as lágriams ao se lembrar do choro da mãe da adolescente, quando ela concedeu entrevista à TV Bahia, empresa da Rede Bahia. “Deus do céu! Aquele sotaque lembrou a minha terra. Era como se estivesse ouvindo a minha própria mãe falando. Aqueles desgraçados acabaram com a vida daquela família. O Estado tem que ampará-la de alguma forma”, convocou.


***


Redução da maioridade penal


O senador Magno Malta deixou claro que defende a redução da maioridade penal para crimes como o que aconteceu em Ita-nhém. Malta não consegue distinguir a diferença entre os dois adolescentes de 17 anos e o comerciário de 19, Derlan Costa. “São três machos. Porque não tenho dúvida de que esses cabras de 17 anos são homens também. Mas no Brasil a gente passa a mão na cabeça de monstros como esses, não é?”, lamentou. O senador também se colocou absolutamente contra os privilégios da primaridade (para réus primários) e do curso superior. E foi além, ao afirmar que o critério da maioridade penal não deve ser observado em casos de crime hediondo.


Além de cobrar a estruturação da Polícia Federal para a investigação dos crimes cibernéticos, Magno Malta luta pela criação de uma legislação apropriada para delitos desta natureza, baseada em punições severas. Por fim, o senador lamentou o fato de, na hipótese de ser enquadrado nos artigos 240 e 241 do Estatuto da Criança e do Adolescente (que prevêem reclusão entre dois e seis anos), Derlan Costa, único maior de idade entre os três acusados de Itanhém, tenha que passar por “correções” impostas pelos próprios presos para pagar pelo crime que cometeu. “O único lugar que tem lei para estuprador e pedófilo é no presídio. Infelizmente”.


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SEBASTIÃO NERY


valci barreto

Em 06.06 de 2008, um dos maiores jornalistas políticos do pais, SEBASTIÃO NERY, filho de Jaguaquara , receberá o titulo de cidadão da cidade do Salvador.

Todos os cidadão soteropolitanos estão sendo convidados para o evento.

Um nosso conterrâneo, relacionado ao Jornalista SEBASTIÃO NERY, pretende convidar pessoalmente entidades e ou pessas ligadas à historia deste grande cidadão do mundo, há muitos anos residindo e trabalhando no Rio de Janeiro, Brasília e outras capitais do nosso pais.

Pedimos aos amigos que, sabendo de jornalistas, políticos, entidades, escritores, que tenham tido alguma relação profissional, de amizade, leitura, admirem o nosso querido Sebastião Nery, que nos passem e mail fornecendo endereço, nomes, etc.

Disponibilizams nossos e mails e fones para quem quiser nos contactar:

valcibarretoadv@yahoo.com, 99999221

ou para CENTRAL DO CARNAVAL:

secretaria@centraldocarnaval.com.br .

ou por forne para gabriela: 33726000

De logo, agradecemos a todos que puderem colaborar.

Valci Barreto,

bikebook.blogspot.com
muraldebugarin.com
folha do reconcavo
Mundão, funcionário da Fundação Cultural do Estado da Bahia é da Região de Sapeaçu, povoado denominado Palmeiras. Todos os dias ele vai e volta para o trabalho em uma bicicleta , levando frutas e verduas que planta no quital da sua casa, no Arenoso. Mundão foi escolhido como um dos entrevistados uma das matérias do Rede Bahia revista.

Ano passado, saiu de Palmeira, com destino à Lapa, em sua bicicleta barra circular. Retornou de Itaberaba, em função de ter quebrado a sua bicicleta. Sem recursos para o conserto, retornou para a sua cidade.

Este ano fará o mesmo percurso. E garante que desta vez chegará à Lapa, de bicicleta.

Quem quiser acompanhar apoiar, usar mundão para divulgar a sua marca , é só nos encaminhar e mail ou procurar Mundão no Arenoso, onde é muito conhecido.

A foto da bicicleta de mundão está no muraldebugarin.com . Para localizá-la, abrir o muraldebugarin.com, no album JABUTIS ESPECIALISMO, onde estão postadas 197 fotos. A bike de mundão são as ultimas fotos.

Mundão aceita e agredece a quem quiser ajudá-lo nesta viagem de fé e bicicleta.

Além de Mundão, de bicicleta, no final de agosto, em direção à Lapa, seguem muitos motociclistas e caminhões para suas orações no santuário da Lapa.

Quem tiver o número de telefone do pessoal de Palmeiras, em Sapeaçu, mircroregião de Cruz das Almas, é só nos contactar que publicaremos aqui com todo o prazer e sem nenhum custo.

Tudo será divulgado no muraldebugarin.com, bikebook.blogspot.com

Valci Barreto,
editor do bikebook.blogspot.com
muraldebugarin.com
folha do reconcavo

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Date: Thu, 22 May 2008 09:03:49 -0200
From: uma01@terra.com.br
To: ufbaecologica@teclim.ufba.br
Subject: [Ufbaecologica] Lançamento da Ufba Ecológica - 02/06/2008 na FIEB

Afinando os instrumentos para o lançamento da Ufba Ecológica, no proximo dia 02 de junho, às 10h, em evento promovido pelo Jornal A TARDE em parceria com a UFBA e o WWI-Worldwatch Institute, no auditório da Federação das Industrias da Bahia.
Após palestras de apresentação, o reitor Naomar Almeida assina convênio de cooperação com a France Libertés.

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LIVROS - LANÇAMENTO.

A classe advocatícia ganhou ontem mais um livro, na área do Direito Trabalhista. Trata-se de EFETIVIDADE DA TUTELA COLETIVA, de autoria de Joselita Nepomuceno Borba, Advogada especialista em negociações coletivas, e Mestre e Doutoranda em Direito das Reparações Sociais, Direito do Trabalho pela PUC-SP. Editado pela LTR, e com prefácio de José Augusto Rodrigues Pinto, da Academia Nacional de Direito do Trabalho, este livro examina com profundidade as regras e instituições do Direito Civil e do Direito do Trabalho, e vem ajudar aqueles que militam nessa área.

-recortado do salvdoracontece.blogspot.com
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LANÇADO TAMBÉM O LIVRO CONFISSÕES DE UM PROXENETA, DE OLEONE COELHO FONTES. Quem tiver interesse em adquirir a obra procurar o proprio autor, ou a editora, através dos contatos abaixo:

33599660 (Oleone) - Ponto e ´Virgula , 33691685 - assinotti@terra.com.br.


-publicado no blog bikebook.blogspot.com

e no www.salvadoracontece.blogspot.com

Divulgamos em em nosso blog, lançamentos de livros , feiras de livros, brechós, pontos curiosos em salvador, BARZINHOS, passeios de bicicletas, notadamente eventos fora da grande mídia. Os interessados podem fazer seu avisos e anuncias através de e mail para no e mail abaixo.

As fotos do lançamento do livro de Oleone vão estar no muraldebugarin.com , em galeria de fotos.
valcibarretoadv@yahoo.com ou para
www.salvadoracontece.blogspot.com


valci barreto
editor do bikebook.blogspot.com

quarta-feira, 28 de maio de 2008

BIKEBOOK.BLOGSPOT.COM - As fotos de matérias do bikebook.blogspot.com são publicadas no muraldebugarin.com, em galeria de fotos. Clicando em cada uma delas outras aparecem; clicando mais uma vez,elas são ampliadas. Clicando em "próxima",as mais antigas vão aparecendo. Visitem, então , muraldebugarin.com, parceiro do bikebook.com.br.


Valci Barreto,

Editor: bikebook.blogspot.com
colaborador do muraldebugarin.com



Desde cedo apaixonei-me por leitura. O Cruzeiro, e alguns Almanaques, são minhas primeiras lembranças de livros em casa. Nasci em Jaguaqura, pequena cidade do Vale do Jequiriçá. A segunda casa da minha infância ficava em um local de nome muito bonito:Agua Doce. Limite entre entre a cidade e a mata, nela meu pai tinha uma pequena quitanda que portava sempre, no balcão, a revista O Cruzeiro. Ali também chegavam alguns Almanques, de forte preseça em minha vida até hoje. Ainda não sabia ler mas tinha a maior vontade de aprender, curioso em ver e ouvir meu pai lendo e fazendo comentários das sua reportagens para seus clientes e pessoas que nos visitavam.Em nossa casa apareciam mascates. De um deles meu pai comprou um livro que até hoje possuo, adquirido em sebo de Salvador, depois de desaparecido aquele primeiro: "Homens que Fizeram o Brasil".À medida que desvendava os mistérios da escrita, fazia uma visita às suas páginas; Sempre voltava a ele à medida que ia aprendendo a ler, fascinado pelas histórias a respeito de Marechal Rondom, Castro Alves, Rui Barbosa.

Antes da leitura, já olhava, com muito desejo e curiosidade, as fotos, desenhos e letras dos livros e revistas."Viajava" , ouvindo meu pai, na quitada, falando dos personagens da época, que vinham na O CRUZEIRO: O Amigo da Onça, Getulio Vargas,Carlos Lacerda, Lampião. Deliciava-me com os belos desenhos de esguias mulheres anunciando roupas e produtos de beleza. Chocavam-me as cenas e matérias de crimes. Viciado em ver e ouvir, viciei-me em leitura através dos caminhos depois traçados, pavimentados, pelas revistinhas infantis e Revista do Esporte. Fisgado por aqueles mistérioas deles jamais me separei. Até a adolescencia, havia uma disputa entre a leitura, babas, cinema(este mais tarde) e passarinhos. Brigavam entre si. Como em qualquer guerra, houveram as tréguas, ajustes, provisórios ou duradouras. Não foram maiores os conflitos porque, à noite, jamais ocorria uma "pelada profissional". Os passarinhos , soltei-os bem cedo. E o cinema era apenas no domingo à tarde. Vicio incurável, até hoje limitado por razões alheias á minha vontade, jamais dele me libertei. Nem desejo.

Em anúncios , malas diretas encaminhadas pelas editoras para nossos endereços, aí já na adolescencia, passei a decobrir títulos, obras, imagens de autores da literatura clássica com bem mais familiaridade. Muitos eu já conhecia pelos livros didáticos e reportagens em matérias esparsas , escritos que a mim chegavam pelas mais variadas formas.Através do Correio, aí já ganhando um dinheirinho, na adolesencia, comecei a adquirir , inicialmente pela Edições de Ouro, livros de bolso de literatura. Nesta época, começaram a chegar à minha cidade a revista Fatos & Fotos, Manchete; depois, a Enciclopédia Conhecer e Realidade. Esta merece um história para contar depois. Foi a que, em mim, provocou o maior desejo de "viajar" pelo que depois vim a conhecer como New Jornalism e que até hoje é o tipo de leitura, em matéria de jornal e revista ,que mais gosto de ler: grandes reportagens.


Fiquei emocionado quando comprei o primeiro jornal, À TARDE, eu já bem "grandinho". Com uma certa regularidade, fui adquirindo e lendo as suas páginas. Aprendi, através das leituras, a admirar pessoas como Orlando Gomes,Jorge Amado, Guido Guerra, Jeovath de Carvalho, João Ubaldo Ribeiro, Mário Piva. David Nasser, Rubem Braga,o maior de todos, o que mais me tocava .Bem mais tarde, o maior dos maiores, Machado de Assis. Já na infância, eram aqueles escritores e personagens, depois de Pelé, Garrincha, Belini, Amarildo e , sobretudo, Brigite Bardot, as pessoas que eu admirava pelos seus escritos.

Uns chegaram primeiro, outros depois.Mas todos como verdadeiros ídolos da minha iniciação na magia dos livros. Na sequência, já "letrado"morando em Salvador, vejo aparecer nomes outros, Oleone Coelho Fontes , Jolivaldo Freitas, hoje meus amigos.

Nascida a Tribuna da Bahia, passei a ver o nome de EDUARDO SILVA COSTA, impresso em suas páginas. Tempos depois, vim a conheçê-lo pessoalmente, como meu colega de profissão, ele bem mais experiente , já consagrado advogado, jurista e jornalista de opinião.

Eduardo foi escolhido como responsável por uma coluna, criada no Jornal À TARDE pela, OAB BAHIA, denominada "Conselho do Advogado". Com pouco tempo de advocacia, mas com curiosidades sobre as discussões jurídicas, vontade de transmitir algo , em direito , para o leigo, arvorei-me a escrever um texto; tomei coragem , encaminhando-o para Eduardo. Tive a gentileza de um telefonema, com aquela voz suave, doce, meiga, de mestre da escrita, de conselheiro e um elogio ao texto, estimulando-me a escrever outros, que, confesso, muito me envaideceu.

Assim iniciava uma amizade, uma admiração maior ainda ao colega, à pessoa do Eduardo e também ao escritor.Não passamos um pelo outro sem um "dedinho de proza", normalmente sobre livros, escritos, desejo de ler e de escrever, publicar. Foi assim o nosso encontro de ontem, estes dias, na Justiça do Trabalho; ele saindo do prédio, eu também. Como sesmpre, fustiguei-o para entrar na "confraria dos blogueiros" . Se não quisesse criar o seu, mandasse seus textos por e mail, que gravaria no bikebook.blogspot.com. Seria eu, assim, o seu "editor"... Manifestando sempre a "recusa cortez", até mesmo para enviar e-mail, falou-me de seu último trabalho impresso em forma de livro, publicado quando era assessor do então presidente do TRT da Bahia, Dr. Joaqueim Almeida, dizendo-se surpreso por não ter-me encaminhado a publicação. Afirmei que não tive acesso à mesma, mas soube da sua existencia pelos jornais . Convidou-me, com sua voz e gestos de nobreza física , moral, intelectual,para acompanhá-lo até o seu escritório, nas proximidades da Justiça do Trabalho. Aceito de imediato o convite, fomos conversando sobre estas coisas. Fez referencia a texto que escrevi na "Conselho do Advogado" a respeito da regulamentação de trabalho de menores. Confesso minha vaidade pela lembrança do colega. E , mais ainda, quando afirmou terem sido meus textos elogiados pelo saudoso Nilson Sepulveda, " pela forma simples de dizer coisas do direito, acessivel ao leigo", que era a proposta da coluna.

Foi assim que chegou às minhas mãos DIREITO & POLITICA-Considerações Jornalísticas , de Eduardo Silva Costa, edição de 1993, da T.A. Comunicação, orelha de Octacilio Fonseca e apresentação de João Ubaldo Ribeiro, que diz:

"Advogado por profissão, Eduardo Silva Costa é também um jornalista opinativo de primeira linha. Espero que continue a escrever e publicar, para bem dos leitores e da imprensa baiana. E para bem dele tambem, é claro, pois, como sabemos todos os que já batucamos um teclado em meio ao pandemônio de uma redação na hora do fechamento, a única verdadeira razão para não desistirmos é que jornalismo é cachaça mesmo, cachaça esta de que nem meu sóbrio e circunspecto amigo Eduardo escapou".

Está esperando o que, meu caro Eduado, para entrar na INTERNET e imprimir, ainda que em xerox, como eu, seus escritos? Vamos divulgar nossas manias. Voce com competencia , domínio da letra e eu como brincadeira de quem jamais entrou em uma redação de Jornal, senão para divulgar algumas campanhas políticas da OAB-ABAT ou para levar um simples texto para o "Conselho do advogado".A final, voce deve ter lido as crônicas de João Ubaldo relatando o seu sofrimento quando as editoras pediram que ele adotasse o computador. Dominado este por João, não será dificil para voce , ainda que venha a sofrar um pouco mais. Caro Eduardo, muito obrigado pelo autógrafo, pela sua atenção e generosidade; Graças a voce,porto agora em minhas prateleiras, mais um grande livro. Não só pelo seu conteudo, mas por estar nele mais uma pequena história da minha vida, muito valiosa: encontro com uma pessoa que admiro, desde quando via apenas seu nome impresso na Tribuna da Bahia . Fiquei fascinado, também, pela forma como voce recebeu o convite do João Ubaldo para escrever para a Tribuna. À época, voce atendeu ao chamado do grande escritor baiano. Obedeça mais uma vez: escreva e publique, mesmo que em xerox. Não será menos genial! A final, no tempo de Homero e Herodoto, não havia nem mesmo papel; Eles só escreviam. Sócrates nem isto.

Este negócio de imprirmir em livro é coisa de Gráfico, Editor, empresários do ramo. Você é escritor, meu caro, e dos bons!

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lançado ontem, no antigo Clube Cruz Vermelho, em Salvador o livro CONFISSÕES DE UM PROXENETA DO OLEONE COELHO FONTES,editora PONTO E VÍRGULA PUBLICAÇÕES Quem tiver interesse na obra, ligar para 33691685 - ou por e mail assinttti@terra.com.br

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domingo, 25 de maio de 2008

FOTOS E MAIS FOTOS, de materias e eventos aqui postados, estão no muraldebugarin.com, em galeria de fotos.

Abra o muraldebugarin.com. Clique nas matérias e em "galeria de fotos". Aí outras vão aparecendo. Clicando novamente nas fotos elas são ampliadas. Clicando em "proxima" no mesmo mural surgem as materias e fotos mais antigas.

fÁcil, não é: É SO CLICAR!

visitem, então, o muraldebugarin.com


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FOTOS DO BIKEBOOK.BLOGSPOT.COM , estão no muraldebugarin.com, em "galeria de fots". Cliando nas fotos outras aparecem. Clicando outra vez ela é aumentada. Acesse, então muraldebugarin.com.

Abaixo fotos da visita do JABUTIS VAGAROSOS à Loja da Central do Carnaval do Pelourinho, situada nas proximidades da Igreja de São Francisco, frente ao Banco do Brasil, Terreiro de Jesus.

Nas lojas da Central, além de muitos brindes, camisetas, vende também CAMEL BACK para os ciclistas.

As camisetas do Bahia e do Vitória, estilizadas pela Central, são atrações da Loja.

A central vende estes produtos nas lojas do IGUATEMI, SHOPPING BARRA, AERO CLUBE E AGORA TAMBÉM NO TERREIRO DE JESUS.





A beleza de Livia na visita dos Jabutis à Central do Carnval.