


Aconteceu na Faculdade da Cidade no período de Segunda 17 a quinta 20.
Editores: VALCI BARRETO, Advogado, estudante de jornalismo. Fones: 9999-9221 (Tim), 3384-3419 e 8760-7969 (Oi). Email: valcibarretoadv@yahoo.com.br. Colaboradores: Itana Mangieri, Alberto Bugarin e Sérgio Bezerra. Todos blogueiros, cicloativistas e amantes de livros, fotos e videos - Interesses do Blog: reportagens, artigos, com destaque especial para passeios de bicicletas, livros, cultura em geral, cicloativismo, cicloturismo e educação para o trânsito. Colaborações serão sempre bem vindas.




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JABUTIS VAGAROSOS DO DIA 16.05.2010. Os videos estão no fim do texto.
Valci Barreto Muraldebugarin.com
Jabutis nuca para de pedalar: há sempre um ou alguns pedalando pela cidade de Salvador. Com vários componentes em um único passeio, já não acontece há mais de um mês , pelos motivos já postados em nossos blogs e sites.
Hoje não marcarmos, mas improvisamos um Jabutis com dois meio-enferrujados: valci e Bugarin. Ou seja, um JABUTIS E SUPERVAGAROSO!
Começamos sem horário, sem roteiro, e, confessamos, com um pouquinho de preguiça, resultado de um sábado movimentado. Porém, bastou subirmos nas bicicletas para tudo mudar: iniciamos na Sabino Silva, demos uma volta no Porto e Farol da Barra, que , pelo tempo nublado, estava praticamente vazio. Mesmo assim, algumas crianças já brincavam na Rua de Lazer. Retornamos para contornar o Vitória Center, alcançamos a ciclovia da Centenário, depois a pista asfáltica, paramos no Dique do Tororó, onde entrevistamos componentes de dois grupos filantrópicos: Amigos Para Sempre e Espírita. (vejam vídeos no you tube, embikebook.com.br, muraldebugarin.com). Seguimos ultrapassando a Fonte Nova. Na ladeira do Cabral, o saudosista Bugarin resolveu visitar a casa onde morou sua avó. A emoção bateu no Buga logo ao abrir o portão de ferrão que dá acesso à rua da casa. Imaginava que ali ninguém mais o conhecia. Mas foi surpreendido por saudações de três senhores idosas: Albertinho! , emocionando ambos jabutis. Buga não visitava aquela rua há mais de 40 anos, apesar de passar bem pertinho , sempre em nossos passeios ciclísticos. Matado um pouco da saudade, feitos alguns vídeos(as senhoras não queriam aparecer no vídeo nem nas fotos), seguimos para a Sete Portas, passamos pela Baixa do Sapateiro , alcançamos e subimos as ladeiras do Pelô e fomos, no Terreiro de Jesus, tomar água e comer uma empada na Sorveteria Laporte. Tendo tomando mingau de milho no Dique, deixamos o sorvete para outro dia. Cânticos da Catedral chegavam até nós, graças ao silencio que imperava naquele momento no Pelourinho; e ao tempo nublado que afasta os baianos das ruas. Após isto, seguimos a Carlos Gomes, com entrada rápida na sala de entrada da Caixa Cultural, Ladeira da Barra, novamente Porto e Farol, terminando o passeio , como sempre, na Padaria Apipão, da Sabino Silva, onde pedimos o de sempre: pão, limão, presunto e salame italiano, para inveja de Itana que hoje não pôde participar desta festa.
Assim terminou o Jabutis de hoje , com apenas dois componentes , mas com muitas visões e emoções que eles nos proporcionam.
=PARTICIPE DOS NOSOSS PEDAIS. VEJAM COMO, ACESSANDO NOSSOS BLOGS E SITES Muraldebugarin.com Fotos no mural e Videos feit |

TCA PROMOVE DEBATE COM YAMANDU COSTA E HAMILTON DE HOLANDA
O Teatro Castro Alves (TCA) realiza, no dia 18 de maio (terça-feira), mais uma edição do projeto Conversas Plugadas, que reúne profissionais de destaque no cenário artístico nacional e internacional para uma troca de experiências com o corpo técnico do Teatro e com o público em geral. Esta será uma edição voltada para a música, com a participação do violonista e compositor gaúcho Yamandu Costa e do músico carioca e bandolinista de choro Hamilton de Holanda. O debate acontece na Sala Principal do TCA, às 19h30, com entrada gratuita, e será mediado pelo diretor de Música da Fundação Cultural do Estado (Funceb), Gilberto Monte, compositor, guitarrista e produtor musical graduado em Composição e Regência pela UFBA.
No bate-papo, que antecede a apresentação que Yamandu e Hamilton farão no próprio TCA no dia 20 de maio, os músicos falarão sobre suas carreiras, o encontro entre eles, suas composições e parcerias, e sobre a criação e produção do CD “Luz da Aurora”, que lançaram no final de 2009, com releituras e composições próprias inspiradas em nomes como Pixinguinha, Villa-Lobos, Jacob do Bandolim, Raphael Rabello, Radamés Gnattali, Tom Jobim, Hermeto Pascoal e Egberto Gismonti.
Prodígios - Os dois convidados do projeto Conversas Plugadas começaram na música muito cedo. Yamandu Costa iniciou seus estudos de violão aos 7 anos de idade. Até a adolescência seu universo musical girava e torno da música folclórica do Sul do Brasil, da Argentina e Uruguai. Aos 15 anos, começou a seguir os passos de compositores brasileiros, principalmente Radamés Gnatalli, Baden Powell, Tom Jobim e Raphael Rabello. Hoje, aos 30 anos, é um compositor que mistura diversos estilos musicais em seu violão, não se enquadrando em nenhuma corrente musical.
Atualmente com 34 anos, Hamilton de Holanda começou a tocar bandolim aos 6 anos de idade. Nascido no meio de uma família musical onde o choro e o samba eram uma constante, apaixonou-se pela música tradicional brasileiras desde cedo. Aos 19 anos, ganhou o prêmio de Interpretação no Segundo Festival de Choro do Rio de Janeiro, passando a ser reconhecido como um dos principais intérpretes do gênero no Brasil e no mundo. Formado em composição pela Universidade de Brasília, tem em sua carreira 15 discos lançados.
Assessoria de Comunicação do TCA
Tel.: 3117- 4832/4833/ Fax: 3117-4872
ascom@tca.ba.com.br
maio de 2010
ADÃO e EVA:
Depois de defender, na sexta-feira passada, na gloriosa Praia dos Livros, a ideia de que a Bahiapoderia, sim, muito bem tornar-secondado de Pernambuco, minha vida tornou-se um inferno. Além de ser acusado de racista, estou sofrendo ameaças, inclusive de morte.
Por isso, caras e caras, na próxima sexta-feira, sempre na Praia dos Livros, vou anunciar que bato em retirada. O faço não por medo das “milícias baianas”, mas, sim, porquesimplesmente cansei de tudo, quase até, diga-se de passagem, do gênerohumano.
Mesmo assim, sendo um persistente –muitas vezes não me suporto! –, faço público que fui selecionado para compor um projeto da NASA de nome VIDA EM MARTE. Muitos amigos, saliente-se, acharam que era brincadeira, porém calaram-se quando mostrei-lhes o documento, com timbre oficial e tudo mais.
Resumindo: farei parte de umaexpedição só de ida – há combustível apenas para lá chegar – com o objetivo de construir uma base no planeta vermelho e povoá-lo. Ironia da sorte, recebi autorização para selecionar pelo menos três Evas baianas, as quais supostamente unirão seus códigos genéticos aos meus e, pela glória dahumanidade e sem nenhum complexo de Adão da minha parte, tantos vão florescer.
Pois bem, todos os detalhes, inclusive os pré-requisitos necessários para ascandidatas serão anunciados naPraia dos Livros, no Largo do Porto da Barra, a partir das 20h21, oportunidade na qual servirei a já tradicional pasta ao pomodoro (tomate natural acompanhando do imbatívelfomaggio grana padano) e, também, aos molhos pesto freso (manjericão, nozes e fomaggio grana padano) eabobrinha.
Tem mais: como a noite parecebíblica, eis que haverá o lançamento do livro Na pele de Esaú, de Silvério Duque, além de som ao vivo e mecânico.
Em nome da glória da humanidade, os aguardo, portanto, pois a noite anuncia-se redentora...
Raul Moreira
Reservas (71) 30150093
FLAMENCO NA PRAIA DOS LIVROS
que acontece mensalmente no Sebo Praia dos Livros (Porto da Barra, Loja 2 -sobreloja - ao lado do Instituto Mauá). O show desde mês já é a sexta apresentação fixa que acontece sempre no 3º sábado de cada mês.INFORMAÇÕES E RESERVAS: 86440970 / 30150093
FAÇA JÁ A SUA RESERVA!!!!!
Att,
Gente da Praia
Daniele

Albenísio Fonseca
Em meio à crise de mobilidade urbana gerada pelo excessivo número de automóveis, reduzida expansão de vias, insuficiência e má qualidade do transporte coletivo, e diante da exclusão de parcela significativa de pessoas de baixa renda, sem disponibilidade para pagar a tarifa de ônibus, é urgente a implantação de um sistema cicloviário em Salvador e macrorregião.
Governo e Prefeitura dispõem de projetos nesse sentido, mas não demonstram, ainda, a vontade política necessária para contemplar 47% da população que andam a pé ,ou (7%) de bicicleta, pelo menos meio quilômetro diariamente, conforme pesquisa da Associação Nacional de Transportes Públicos.
A infraestrutura necessária à implantação de um sistema cicloviário é a que despende menor custo, pelo poder público, em relação a qualquer outro sistema de transporte. Em tempos de economicidade, a bicicleta conta com fatores importantes como preço, baixa manutenção, consumo zero de combustível e nenhuma emissão de poluentes, além de possibilitar exercício físico com ganho para a saúde do usuário.
A “magrela” é sete vezes mais eficiente que o automóvel. Ou seja, a circulação de carros, por hora, numa faixa de tráfego, comporta 2 mil pessoas; por ônibus, 9 mil; enquanto de bicicletas permite 14 mil pessoas. Não há dúvida que a bicicleta representa uma solução fundamental para o transporte nas cidades. Seja por garantir o direito de ir e vir, seja por liberar a população carente da exclusão territorial e para práticas sócioespaciais ampliadas.
Iniciativas nesse sentido têm sido adotadas com êxito em diversas capitais brasileiras, e em inúmeras cidades em âmbito mundial, mas Salvador permanece na contramão desse processo. Com 2,8 milhões de habitantes, a cidade dispõe de cerca de 16 km de ciclovias destinadas ao uso da bike, em caráter meramente de lazer. E apenas uma ciclofaixa inferior a um quilômetro de extensão. Aracaju, com 520 mil habitantes, tem 80 km; Curitiba, 120 km para uma população de 1,8 milhão. O Rio de Janeiro, 180 km, para 6 milhões de moradores. Mesmo com equívocos no traçado dos acessos, São Paulo inaugurou, esse ano, ciclovia com 14 km paralelos às linhas de trens metropolitanos.
Não se trata meramente de pintar ciclofaixas e ciclovias, mas de dotar o equipamento e seu usuário de um completo plano de mobilidade, com bicicletários e implantação de circuitos especiais, principais e secundários. O sistema requer logística específica e gestão (pública, privada ou mista) que envolvam campanhas de conscientização e proteção, além do estímulo à cadeia de produção e comercialização, incluídos serviços de manutenção e locação.
Há estimativa de 20 mil usuários e dezenas de grupos de passeio organizados, em Salvador, segundo a Associação de Bicicleteiros da Bahia. Para a associação, é preciso haver ciclovias em, no mínimo, três trechos da cidade: São Cristovão/Iguatemi, Iguatemi/Estação da Lapa e Calçada/Paripe. Há, ainda, toda a área plana da Península Itapagipana.O ciclista não é um obstáculo nas vias, faz parte do transito, está inserido na legislação. A ele não está conectado apenas o veículo em si, mas um conjunto de acessórios que envolvem equipamentos especiais das indústrias de calçados (tênis), viseiras, luvas, capacete, além de inúmeros adereços para turbinar a bike.
Circulando por ruas, avenidas, bairros e rodovias, mas sem contar com a educação para o transito e um planejamento cicloviário, estão expostos a acidentes na guerra insana do tráfego, com estatística crescente e proporcional à ampliação do número de usuários. Dados de 2008 apontam a ocorrência de 364 acidentes com 16 mortes.
A circulação de bicicletas, em condições de segurança e maior comodidade, para amplo contingente de trabalhadores, é importantíssima nas ligações intermodais. A transversalidade de um sistema cicloviário demonstra inúmeras interfaces. Desde a mobilidade e inclusão territorial à ampliação do universo de utilização e dos calendários desportivo e turístico; estímulo ao empreendedorismo; melhorias na condição de saúde do cidadão; ampliação da consciência ecológica. Tudo isso pode proporcionar, sem dúvida, o advento de uma radical renovação da cultura urbana. Frente à Copa e à Olimpíada, o que falta mesmo?
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Albenísio Fonseca é jornalista
71 9912-5961
A Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, através da Fundação Pedro Calmon, estabeleceu uma comissão de escritores e professores para selecionar 1.000 (mil) títulos de autores baianos, que serão adquiridos e incorporados ao acervo das bibliotecas públicas municipais do Estado, numa ação de modernização do Programa Mais Cultura do MinC.
Solicitamos, portanto, que você compartilhe aos escritores da região e à Secretaria de Cultura local os critérios da referida ação, abaixo especificados:
1) Somente livros publicados conforme as normas editorias;
2) De preferência, livros publicados sob a chancela de alguma editora;
3) Somente livros com tiragem disponível para venda de no mínimo 100 exemplares.
Os livros deverão ser enviados para o seguinte endereço:
Fundação Pedro Calmon – Av. Sete de Setembro, 282, sala 502, Edf. Brasilgás, Centro, Salvador,BA, 40060-001
Certos de sua atenção, desde já agradecemos.
Cordialmente,
Mayrant Gallo
Presidente da Comissão
Maisa Menezes de Andrade
Coordenação das Ações do Mais Cultura na FPC
Fone: (71) 3116-6930
Ats.
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Maria Karina
Representante Territorial de Cultura – Semiárido
Secretaria de Cultura do Estado da Bahia
Superintendência de Cultura
maria.andrade@cultura.ba.gov.
( 75 9193-2103






