sexta-feira, 23 de maio de 2008

Esse é o médico...!

Dr. Paulo Ubirtan, de Porto Alegre, RS, em entrevista a uma TV local, foi
questionado sobre vários conselhos que sempre nos são dados...

Pergunta: Exercícios cardiovasculares prolongam a vida, é verdade?
Resposta: O seu coração foi feito para bater por uma quantidade de vezes e
só... não desperdice essas batidas em exercícios. Tudo gasta-se
eventualmente. Acelerar seu coração não vai fazer você viver mais: isso é
como dizer que você pode prolongar a vida do seu carro dirigindo mais
depressa. Quer viver mais? Tire uma soneca !!!
P: Devo cortar a carne vermelha e comer mais frutas e vegetais?
R: Você precisa entender a logística da eficiência... .O que a vaca come?
Feno e milho. O que é isso? Vegetal. Então um bife nada mais é do que um
mecanismo eficiente de colocar vegetais no seu sistema. Precisa de grãos?
Coma frango.
P: Devo reduzir o consumo de álcool?
R: De jeito nenhum. Vinho é feito de fruta. Brandy é um vinho destilado, o
que significa que, eles tiram a água da fruta de modo que vc tire maior
proveito dela. Cerveja também é feita de grãos. Pode entornar!
P: Quais são as vantagens de um programa regular de exercícios?
R: Minha filosofia é: Se não tem dor...tá bom!
P: Frituras são prejudiciais?
R: VOCÊ NÃO ESTÁ ME ESCUTANDO!!! ... Hoje em dia a comida é frita em óleo
vegetal. Na verdade ficam impregnadas de óleo vegetal. Como pode mais
vegetal ser prejudicial para você?
P: Flexões ajudam a reduzir a gordura?
R: Absolutamente não! Exercitar um músculo faz apenas com que ele aumente de
tamanho.
P: Chocolate faz mal?
R: Tá maluco? !!!! Cacau!!!! Outro vegetal!! É uma comida boa pra se ficar
feliz !!!
E lembre-se: A vida não deve ser uma viagem para o túmulo, com a intenção de
chegar lá são e salvo, com um corpo atraente e bem preservado. Melhor enfiar
o pé na jaca - Cerveja em uma mão - tira gosto na outra - muito sexo e um
corpo completamente gasto, totalmente usado, gritando: VALEU !!! QUE
VIAGEM!!!

P S.: SE CAMINHAR FOSSE SAUDÁVEL O CARTEIRO SERIA IMORTAL...!

Este é o meu Credo... Lew.

-Colaboração de SERGIO BELEZA(ALBANY)



Rose e valci, na loja de livros usados, e biblioteca, da Igreja do Rosario, Avenida Sete, Salavador, no passeio do jabutis vagarosos de 18.05.2008



Jamile, psicóloga, entre duas colegas da Primeira Parada Antimanicomial da Bahia"

Jamile, ativista do movimento antimanicomial da bahia

Outras fotos deste movimento estão no muraldebugarin.com, em galeria de fotos, no album Jabuti

quinta-feira, 22 de maio de 2008

JABUTIS VAGAROSOS DE CORPUS CRISTIE 22.05.2008.

(AS FOTOS ESTÃO NO MURALDEBUGARIN.COM, EM "GALERIA DE FOTOS"


— valci barreto
Valci Barreto,

Editor do bikebook.blogspot.com
Colaborador do muraldebugarin.com

O entusiasmo da advogada Rosilene Cunha, com sua simpatia, beleza e capacidade de agregar fez com que mais três novos pedalantes viessem ao Jabutis Vagarosos de hoje.

Cada pessoa que aparece para pedalar conosco, mesmo quando fazemos o mesmo roteiro, sempre forma novas hisstorias. È que estamos nos movimentando , girando nossas rodas pelas ruas da Bahia;e as pessoas em nossa volta circulam também.

A primeira a aparecer foi Rose, exemplo de pontualidade Juabuti. Em seguida, quase ao mesmo tempo, Verônica e Wellington. Sabendo todos que Jabutis não espera na saída, houve uma espécie de confusão inicial. É que, 8.55 Vinicius não havia chegado. Eu, como sempre, não me preocupo, não ligo nem espero ligação. Mas o Wellington começou a tremer, com medo do Vinicius “que já está vindo”, não chegasse a tempo. Deixei-o sofrer um pouco, de proposito, somente agora revelo.

8.56,57,58, monto na bike para a partida às nove , quando Wellington avisa: ele já está aqui na Sabino Silvo. “Ameaço” partir, mas sem stress; “ele nos pega lá na frente, dê o roteiro.."digo. Terminava a frase, Vinicius passa de carro e não entra na Rua.

Atendendo a imploração de todos, um quase motim, reluto:"O Vinicius já está na rua, só errou a entrada...penso: É caso de força maior , excpecional, erro escusável de quem vem pela primeira vez, vou aguardar. Mas fiz uma exigência: “espero, mas já montado na bike, e ele só tem o tempo de descer do carro”. Tudo dito na maior calma e ponderação que pode ter um Jabuti. Mas , até então, como é próprio do Jabuti, sem estress. Apenas organizando, cumprindo os “estatutos".

Deu pena ver o apavoramento do Vinicius ...desceu assustado ao ver todo mundo dando a partida. Saiu do carro amarrando o tênis, deixando claro para todos: “coitado, já sai de casa atrasado”.

Seria muita maldade não esperar “um minuto de relógio”, como se diz na roça...pelo companheiro de primeiro Jabuti...

Finalmente, tudo pronto: tênis amarrado, capacete na cabeça, pega a bike e aí tem início um dos mais autentico passeio Jabutis.

Sabindo Silva, Av. Centenário, entrada na biblioteca do Calabar, que por mais uma sorte , estava entreaberta. Quem estava lá era o Rodrigo. Gentilmente levantou a porta de aço e nos recebeu com uma contagiante simpatia. Apresentada a biblioteca comunitária, todos prometeram levar livros para ela. Justifiquei para Rodrigo que os poucos exemplares que estavam comigo seriam para NACCI, pois não imaginava encontrar alguem ali,entendendo ele a minha justificativa.

Na rua , estava o “Bonitão”, como para nós se apresentou, fotogrando a nossa turma , demonstrando ser uma pessoa desenibida e simpática do Calabar. Fez várias fotos nossa com sua máquina. E fizemos questão de sermos fotografados ao seu lado também. Convidamos para participar, conosco, de futuros pedais, convite aceito de imediato. Seu primo, que entrega gás naquela rua , fez igual promessa; e , gentilmente , ofereceu-se para distribuir nossos panfletos: “ A RUA NÃO É SÓ DO CARRO”. Prometemos e estamos garantido, organizar um pedal com eles e mais pessoas interessadas. Ficamos, eles e nós , animados com a idéia , que será executada em breve.

Seguimos pela Garibaldi, Vasco da Gama, para a próxima parada: OFICINA DO REGIS, na Vasco da Gama. Abraços, fotos, aperto no selim de Rose , seguimos para a Sete Portas, parado antes no Habbib s do Dique do Tororáo, para uma água. Ninguém do grupo havia antes entrado ali. Os atendentes muitos simpáticos não recusaram uma foto conosco. Seguimos para a próxima parada, oficina e loja do Espanhol Roberto, em frente ao Shopping Sete Portas, na Djalma Dultra. Em seguida, paramos no local de vendas de livros usados do senhor Alfredo, parte baixa da Ladeira do Funil,que apresentei aos amigos de pedal, pedindo, ao mesmo tempo, que eles levem livros usados para doar ao senhor Alfredo. Compramos alguns exemplares para levarmos para as crianças do NACCI. Seguimos pela Baixa do Sapateiro e subimos a ladeira ao lado do Jandaia. Empurrando as bicicletas, alcançamos o NACCI sem ninguém se cansar. Aqui fomos recebidos por seus funcionários RUAN e sua irmão CRISTINA, ambos de Jequié. Coincidentemente, estava na sala uma família de Jequié que acompanha o filho doente.

Fiquei olhando as bicicletas, conversando com RUAN, enquanto os companheiros eram conduzidos por Cristina para conhecer a casa e as crianças. Todos saíram de lá, como era de esperar, com os olhos lacrimejando... Dói mesmo. Mas é preciso sentirmos estas dores para aprendermos, tomarmos lições de humildade , e quem sabe, sermos menos egoistas e tentarmos ajudar. Aprendermos a ajudar. No meio da dor e do sofrimento, o sorriso, o dinamismo esperançoso dos funcionários, especialmente de uma radiante Cristina.

Deixamos o NACCI e seguimos contemplando os casarões do Bairro da Saúde. Para bebermos uma água, paramos em um pequeno mercadinho. Coincidentemente, sem programação, estávamos exatamente no ARMAZEM 437 , um restaurante de comida caseira famoso em toda a região. Vem gente de todo o canto da Bahia comer as delícias feitas por dona ZIZI.

Enquanto conversavamos, ouvíamos a história do ARMAZEM e dos casarões visinhos, eis que aparece o nosso colega de advocacia trabalhista, Marcio. Aí foi festa! Não houve jeito, o pessoal fez questão de tomar uma cerveja para comemorar o momento. Marcio é um entusiasta do bairro, fez a maior “propaganda” do Armazém e foi chamar a proprietária, Dona Zizi, responsável pelos deliciosos pratos ali servidos e radiante simpatia.

Muita conversa, estórias, fotos e a minha visita paralela ao senhor PEPE, descendente de espanhol, visinho do Armazem, orgulhoso dos salgados que faz , vende ali mesmo ou por encomeda. Seus salgados, diz ele ,com muita emoção, é degustado por muitos europeus que por ali passa em suas visitas ao Centro Histórico. Fez questão de mostrar cartas de seus amáveis clientes que não esqueceram o sabor das suas empadas. Também gostei muito . Tanto sim que fiz questão de trazer algumas para minha casa. Rosangela, minha esposa, também adorou. Voltarei aí ,seu PEPE.

Em frente ao Armazém e ao seu Pepe , o numero 444, um lindo prédio de azulejo, está sendo reformado pelo cantor Gerônimo, que ali fará um centro cultural e estúdio musical, segundo nos informaram.

O pessoal se deliciou com o bolo de bacalhau da Dona Zizi. Fui pegar um, não havia mais nenhum na casa, os Jabutis comeram todos!

Beijos, abraços, seguimos pela Saúde e entramos na Joana Amgélica. Nossa próxima parada seria o MERCADINHO MINI TEM, na esquina da entrada do Tororó, de propriedade do meu amigo Maurição, figura querida na área e por onde passa. Hoje ele não estava. Mas os seus clientes, amigos, receberam-nos como as famílias de antigamente: churrasco, abraços, cortesias, gentilezas e , muito importante: promessa de participar, junto com seus familiares , de nossos futuros Jabutis.

O Mini Tem, especialmente nos feriados, domingos, é uma festa: os seus clientes, moradores da região, ou antigos moradores que às vezes vêm de longe para um reencontro, formam uma confraria da alegria, da cerveja, da “resenha”, da amizade. Na frente do Mini há uma churrasqueira improvisada pelos confrades. Cada dia um promove alguma "alegria para o estômago": carne, queijo, lingüiça, peixe, o que cada um desejar. Tudo temperado. Como há sempre um “cheff” de plantão, um topa tudo do fogão, põe este a carne para assar, a cerveja para gelar, enquanto o papo rola. Dali só saem após os telefonemas ameaçadores das esposas, namoradas, companheiras, conhecidos por todos os frequentadores destestes ambientes sagrados. Ainda bem que, sabendo eles que não passam das ameaças, no próximo feriado estão lá de novo. Fomos agraciados pela cortesia de um delicioso churrasco. Prometemos levar igual em um próximo Jabuti. Gentilezas como estas têm que ser respondidas com igual gesto, mesmo sem a igual fidalguia dos membros da confraria do MINI TEM.

Garantindo futuras passagens no Maurição, seguimos em direção ao centro da cidade; paramos para visitar o Centro Cultural da Caixa , mas estava fechado naquele horário. Subimos a Praça Castro Alves, estacionamos nossas magrelas no bicicletário da Câmara Municipal e seguimos para a Sorveteria Cubana. Sorvete e bolinho da arroz enquanto viamos chegar devotos católicos para o palco armado na Praça Municipal destinado a orações do Corpus Cristie. Após, seguimos em direção ao Terreiro de Jesus. Na esquina da entrada, chama-nos a atenção uma banquinha com frutas exóticas, arrumadas artisticamente pelo seu proprietário ,senhor Ailton, onde adquirimos algumas para degustá-las em casa.

Nossa parada terminou chamando a atenção de turistas que passavam para olhar, perguntar, comprar. Creio eu, que a arte da arrumação era tão atraente como as próprias frutas. Falando a respeito para ele, o senhor Ailton orgulhosamente diz: “ A arte de arrumar foi Deus que me ajudou”. Um artista, de verdade, o senhor Ailton. Seguimos em direção à loja da Central do Carnaval , ao lado da Igreja do Francisco, frente ao Banco do Brasil. A baiana Jai, da Central, estava de folga. Em seu lugar estava a sua companheira , não menos simpática . Reunimo-nos para mais fotos. A bela vendedora da loja, com sua beleza e simpatia, permitiu, com sua presença, embelezar a nossa foto.

Desejando bons negócios para todos, retornarmos. Demos uma parada em outro Ailton. No caso um artesão que vende seus trabalhos em frente à Igreja da Misericórdia. Dotado de atenção especial, permitiu-nos fotos, inclusive dos seus trabalhos. Aproveitei para comprar uma das suas miniaturas de bicicleta para minha coleção.

Retornamos por toda a Carlos Gomes e entramos no Largo Dois de Julho para mostrar a Loja de bicicleta ERVACICLO, do nosso companheiro Eraldo. Convidados por Verônica para bebermos uma água em sua casa, no Canela, foi o que fizemos. Esperava-nos, com uma jarra geladinha, a sua mamãe, retrato da filha, que nos deixou maravilhados com o “sabor” do líquido sagrado. Retornamos para o corredor da Vitória. Ultrapassado este, passamos no prédio do amigo , companheiro de pedal Prof. Deraldo Dias para pegarmos uma faixa que estamos levando para o passeio do AMIGOS DO TONY. Feito isto, deixamos Rose em casa, no Largo da Graça, e seguimos para o ponto de onde iniciamos o passeio de hoje.

Os companheiros aceitaram meu convite para mais uma água e um doce de leite ambrósia em nossa casa.
Foi assim o jabuti de hoje.
Muitos turistas nos abordaram e abordamos a outros, para falarmos dos nossos passeios. Um grupo do Ceará garantiu aparecer de hoje até domingo para um passeio pela nossa Capital. Garantimos um pedal especial para nossos companheiros nordestinos, da Terra do José de Alencar, Fagner, Rachel de Queiroz , dos mares bravios e das “velas do Mucuri......"

Se não houve algo errado? Também houve: nosso amigo Wellington perdeu seu charmoso óculos escuros. As fotos vão dizer mais ou menos até onde eles passearam em nossa companhia.

Por opção de todos, não almoçamos. E precisava?

---
As fotos e filmetes que fizemos vão estar no muraldebugarin.com
JABUTIS VAGAROSOS DE CORPUS CRISTIE 22.05.2008.

— valci barreto
Valci Barreto,

Editor do bikebook.blogspot.com
Colaborador do muraldebugarin.com

O entusiasmo da advogada Rosilene Cunha, com sua simpatia, beleza e capacidade de agregar fez com que mais três novos pedalantes viessem ao Jabutis Vagarosos de hoje.

Cada pessoa que aparece para pedalar conosco, mesmo quando fazemos o mesmo roteiro, sempre forma novas hisstorias. È que estamos nos movimentando , girando nossas rodas pelas ruas da Bahia;e as pessoas em nossa volta circulam também.

A primeira a aparecer foi Rose, exemplo de pontualidade Juabuti. Em seguida, quase ao mesmo tempo, Verônica e Wellington. Sabendo todos que Jabutis não espera na saída, houve uma espécie de confusão inicial. É que, 8.55 Vinicius não havia chegado. Eu, como sempre, não me preocupo, não ligo nem espero ligação. Mas o Wellington começou a tremer, com medo do Vinicius “que já está vindo”, não chegasse a tempo. Deixei-o sofrer um pouco, de proposito, somente agora revelo.

8.56,57,58, monto na bike para a partida às nove , quando Wellington avisa: ele já está aqui na Sabino Silvo. “Ameaço” partir, mas sem stress; “ele nos pega lá na frente, dê o roteiro.."digo. Terminava a frase, Vinicius passa de carro e não entra na Rua.

Atendendo a imploração de todos, um quase motim, reluto:"O Vinicius já está na rua, só errou a entrada...penso: É caso de força maior , excpecional, erro escusável de quem vem pela primeira vez, vou aguardar. Mas fiz uma exigência: “espero, mas já montado na bike, e ele só tem o tempo de descer do carro”. Tudo dito na maior calma e ponderação que pode ter um Jabuti. Mas , até então, como é próprio do Jabuti, sem estress. Apenas organizando, cumprindo os “estatutos".

Deu pena ver o apavoramento do Vinicius ...desceu assustado ao ver todo mundo dando a partida. Saiu do carro amarrando o tênis, deixando claro para todos: “coitado, já sai de casa atrasado”.

Seria muita maldade não esperar “um minuto de relógio”, como se diz na roça...pelo companheiro de primeiro Jabuti...

Finalmente, tudo pronto: tênis amarrado, capacete na cabeça, pega a bike e aí tem início um dos mais autentico passeio Jabutis.

Sabindo Silva, Av. Centenário, entrada na biblioteca do Calabar, que por mais uma sorte , estava entreaberta. Quem estava lá era o Rodrigo. Gentilmente levantou a porta de aço e nos recebeu com uma contagiante simpatia. Apresentada a biblioteca comunitária, todos prometeram levar livros para ela. Justifiquei para Rodrigo que os poucos exemplares que estavam comigo seriam para NACCI, pois não imaginava encontrar alguem ali,entendendo ele a minha justificativa.

Na rua , estava o “Bonitão”, como para nós se apresentou, fotogrando a nossa turma , demonstrando ser uma pessoa desenibida e simpática do Calabar. Fez várias fotos nossa com sua máquina. E fizemos questão de sermos fotografados ao seu lado também. Convidamos para participar, conosco, de futuros pedais, convite aceito de imediato. Seu primo, que entrega gás naquela rua , fez igual promessa; e , gentilmente , ofereceu-se para distribuir nossos panfletos: “ A RUA NÃO É SÓ DO CARRO”. Prometemos e estamos garantido, organizar um pedal com eles e mais pessoas interessadas. Ficamos, eles e nós , animados com a idéia , que será executada em breve.

Seguimos pela Garibaldi, Vasco da Gama, para a próxima parada: OFICINA DO REGIS, na Vasco da Gama. Abraços, fotos, aperto no selim de Rose , seguimos para a Sete Portas, parado antes no Habbib s do Dique do Tororáo, para uma água. Ninguém do grupo havia antes entrado ali. Os atendentes muitos simpáticos não recusaram uma foto conosco. Seguimos para a próxima parada, oficina e loja do Espanhol Roberto, em frente ao Shopping Sete Portas, na Djalma Dultra. Em seguida, paramos no local de vendas de livros usados do senhor Alfredo, parte baixa da Ladeira do Funil,que apresentei aos amigos de pedal, pedindo, ao mesmo tempo, que eles levem livros usados para doar ao senhor Alfredo. Compramos alguns exemplares para levarmos para as crianças do NACCI. Seguimos pela Baixa do Sapateiro e subimos a ladeira ao lado do Jandaia. Empurrando as bicicletas, alcançamos o NACCI sem ninguém se cansar. Aqui fomos recebidos por seus funcionários RUAN e sua irmão CRISTINA, ambos de Jequié. Coincidentemente, estava na sala uma família de Jequié que acompanha o filho doente.

Fiquei olhando as bicicletas, conversando com RUAN, enquanto os companheiros eram conduzidos por Cristina para conhecer a casa e as crianças. Todos saíram de lá, como era de esperar, com os olhos lacrimejando... Dói mesmo. Mas é preciso sentirmos estas dores para aprendermos, tomarmos lições de humildade , e quem sabe, sermos menos egoistas e tentarmos ajudar. Aprendermos a ajudar. No meio da dor e do sofrimento, o sorriso, o dinamismo esperançoso dos funcionários, especialmente de uma radiante Cristina.

Deixamos o NACCI e seguimos contemplando os casarões do Bairro da Saúde. Para bebermos uma água, paramos em um pequeno mercadinho. Coincidentemente, sem programação, estávamos exatamente no ARMAZEM 437 , um restaurante de comida caseira famoso em toda a região. Vem gente de todo o canto da Bahia comer as delícias feitas por dona ZIZI.

Enquanto conversavamos, ouvíamos a história do ARMAZEM e dos casarões visinhos, eis que aparece o nosso colega de advocacia trabalhista, Marcio. Aí foi festa! Não houve jeito, o pessoal fez questão de tomar uma cerveja para comemorar o momento. Marcio é um entusiasta do bairro, fez a maior “propaganda” do Armazém e foi chamar a proprietária, Dona Zizi, responsável pelos deliciosos pratos ali servidos e radiante simpatia.

Muita conversa, estórias, fotos e a minha visita paralela ao senhor PEPE, descendente de espanhol, visinho do Armazem, orgulhoso dos salgados que faz , vende ali mesmo ou por encomeda. Seus salgados, diz ele ,com muita emoção, é degustado por muitos europeus que por ali passa em suas visitas ao Centro Histórico. Fez questão de mostrar cartas de seus amáveis clientes que não esqueceram o sabor das suas empadas. Também gostei muito . Tanto sim que fiz questão de trazer algumas para minha casa. Rosangela, minha esposa, também adorou. Voltarei aí ,seu PEPE.

Em frente ao Armazém e ao seu Pepe , o numero 444, um lindo prédio de azulejo, está sendo reformado pelo cantor Gerônimo, que ali fará um centro cultural e estúdio musical, segundo nos informaram.

O pessoal se deliciou com o bolo de bacalhau da Dona Zizi. Fui pegar um, não havia mais nenhum na casa, os Jabutis comeram todos!

Beijos, abraços, seguimos pela Saúde e entramos na Joana Amgélica. Nossa próxima parada seria o MERCADINHO MINI TEM, na esquina da entrada do Tororó, de propriedade do meu amigo Maurição, figura querida na área e por onde passa. Hoje ele não estava. Mas os seus clientes, amigos, receberam-nos como as famílias de antigamente: churrasco, abraços, cortesias, gentilezas e , muito importante: promessa de participar, junto com seus familiares , de nossos futuros Jabutis.

O Mini Tem, especialmente nos feriados, domingos, é uma festa: os seus clientes, moradores da região, ou antigos moradores que às vezes vêm de longe para um reencontro, formam uma confraria da alegria, da cerveja, da “resenha”, da amizade. Na frente do Mini há uma churrasqueira improvisada pelos confrades. Cada dia um promove alguma "alegria para o estômago": carne, queijo, lingüiça, peixe, o que cada um desejar. Tudo temperado. Como há sempre um “cheff” de plantão, um topa tudo do fogão, põe este a carne para assar, a cerveja para gelar, enquanto o papo rola. Dali só saem após os telefonemas ameaçadores das esposas, namoradas, companheiras, conhecidos por todos os frequentadores destestes ambientes sagrados. Ainda bem que, sabendo eles que não passam das ameaças, no próximo feriado estão lá de novo. Fomos agraciados pela cortesia de um delicioso churrasco. Prometemos levar igual em um próximo Jabuti. Gentilezas como estas têm que ser respondidas com igual gesto, mesmo sem a igual fidalguia dos membros da confraria do MINI TEM.

Garantindo futuras passagens no Maurição, seguimos em direção ao centro da cidade; paramos para visitar o Centro Cultural da Caixa , mas estava fechado naquele horário. Subimos a Praça Castro Alves, estacionamos nossas magrelas no bicicletário da Câmara Municipal e seguimos para a Sorveteria Cubana. Sorvete e bolinho da arroz enquanto viamos chegar devotos católicos para o palco armado na Praça Municipal destinado a orações do Corpus Cristie. Após, seguimos em direção ao Terreiro de Jesus. Na esquina da entrada, chama-nos a atenção uma banquinha com frutas exóticas, arrumadas artisticamente pelo seu proprietário ,senhor Ailton, onde adquirimos algumas para degustá-las em casa.

Nossa parada terminou chamando a atenção de turistas que passavam para olhar, perguntar, comprar. Creio eu, que a arte da arrumação era tão atraente como as próprias frutas. Falando a respeito para ele, o senhor Ailton orgulhosamente diz: “ A arte de arrumar foi Deus que me ajudou”. Um artista, de verdade, o senhor Ailton. Seguimos em direção à loja da Central do Carnaval , ao lado da Igreja do Francisco, frente ao Banco do Brasil. A baiana Jai, da Central, estava de folga. Em seu lugar estava a sua companheira , não menos simpática . Reunimo-nos para mais fotos. A bela vendedora da loja, com sua beleza e simpatia, permitiu, com sua presença, embelezar a nossa foto.

Desejando bons negócios para todos, retornarmos. Demos uma parada em outro Ailton. No caso um artesão que vende seus trabalhos em frente à Igreja da Misericórdia. Dotado de atenção especial, permitiu-nos fotos, inclusive dos seus trabalhos. Aproveitei para comprar uma das suas miniaturas de bicicleta para minha coleção.

Retornamos por toda a Carlos Gomes e entramos no Largo Dois de Julho para mostrar a Loja de bicicleta ERVACICLO, do nosso companheiro Eraldo. Convidados por Verônica para bebermos uma água em sua casa, no Canela, foi o que fizemos. Esperava-nos, com uma jarra geladinha, a sua mamãe, retrato da filha, que nos deixou maravilhados com o “sabor” do líquido sagrado. Retornamos para o corredor da Vitória. Ultrapassado este, passamos no prédio do amigo , companheiro de pedal Prof. Deraldo Dias para pegarmos uma faixa que estamos levando para o passeio do AMIGOS DO TONY. Feito isto, deixamos Rose em casa, no Largo da Graça, e seguimos para o ponto de onde iniciamos o passeio de hoje.

Os companheiros aceitaram meu convite para mais uma água e um doce de leite ambrósia em nossa casa.
Foi assim o jabuti de hoje.
Muitos turistas nos abordaram e abordamos a outros, para falarmos dos nossos passeios. Um grupo do Ceará garantiu aparecer de hoje até domingo para um passeio pela nossa Capital. Garantimos um pedal especial para nossos companheiros nordestinos, da Terra do José de Alencar, Fagner, Raquel de Queiroz , dos mares bravios e das “velas do Mucuri......"

Se não houve algo errado? Também houve: nosso amigo Wellington perdeu seu charmoso óculos escuros. As fotos vão dizer mais ou menos até onde eles passearam em nossa companhia.

Por opção de todos, não almoçamos. E precisava?

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As fotos e filmetes que fizemos vão estar no muraldebugarin.com

quarta-feira, 21 de maio de 2008

E mail do SERGIO SOUZA OU SERGIO BELEZA(Albany)

QUEM QUISER CURTIR UM SÃO JOAO COM A ALMA INTERIORANA, É SO APARECER EM JAGUAQUARA. É ONDE ESTAREI NO SÃO JOÃO.

Está aí o protesto de sergio. Mas , também, O MAPA DA MINA . OU MELHOR, O MAPA DO SÃO JOÃO JAGUAQUARENSE!

valci barreto


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Caros parentes e amigos
Recebi do amigo BARBOSINHA as informações sobre a festa do “FORRO DA ONÇA”. Como sempre, acontecerá na nossa brilhante e pujante Jaguaquara, no próximo São João. A seguir vários são os encontros que já estão agendados, dentre eles, destacam-se:

è Sexta-feira, dia 20/06/08, a partir das 15h00min: “ODISSÉIA ECOLÓGICA” – novo desfio - na fazenda de Remo Pace. Ainda não confirmada, homem viajando.

è Sábado, 21/06/08, a partir das 08h00min: “CAMINHADA DA PAZ” – primeiro desafio – Jaguaquara à Itaquara: café da manhã casa dos primos TONCA / PAULA.

è Sábado, à tarde a partir das 13h00min: “CHURRASCO RECORDAÇÃO”, na casa do insubstituível Raimundo Amaral.

è Domingo, 22/06/08, a partir das 10h00min: “ARRASTÃO”, saída na casa do saudoso Antônio Souza.

è Segunda, 23/06/08, a partir das 11h00min: “AMIGOS DA TOCA”, local ainda a ser definido.

è Segunda, á tarde a partir das 16h00min: “FORRÓ DA ONÇA”. Conforme abaixo.

ü DATA DA FESTA: 23 DE JUNHO ÀS 16h NO ESPAÇO J. LEMOS (antiga fábrica de móveis, na Palmeira, do inesquecível Sr. Elízio, pai do felino Neto);

ü CAMISA: ATÉ DIA 10 DE JUNHO R$60,00 COM COMIDA E BEBIDA FREE, A VENDA NA TICKETMIX.
ü ATRAÇÕES: BLACK STYLE, CANGAIA DE JEGUE E CARRASCOS DO FORRÓ.
Temos de prestigiar todos, especialmente, o FORRO DA ONÇA, porque se não o fizermos, a coisa vai pegar!, o Barbosinha está muito desiludido, pois, continua no vermelho e não recebe apoio de ninguém... Quem mais deveria prestigia, não o faz; a propósito, com a palavra, a Prefeitura. Vamos falar com o prefeito, Sr. Ademir, porque senão a festa não vai mais acontecer e quem perde será a nossa querida JAGUAQUARA...
EU Vou. Ocilene , Jéssica, e o “pegador de filha dos outros”, também.
è De sexta a terça, ou seja, do dia 20 a 24/06/08, todas as noites estão livres para os foliões participarem do grande São João na praça! E quem ainda tiver disposição e força, fará a diferença...

EU Vou. Ocilene não sei não, Jéssica, e o “pegador de filha dos outros”, provavelmente também.


Beijos;

SRS, o Belleza.

PS: repassem para quem vocês quiserem. Vamos encher nossa terra de gente boa e fazer do São João de Jaguaquara o mais querido do Brasil...
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Nós, da ACCRBA (Associação Cultural Clube do Rock - Salvador / BA, ativa desde 1991), estaremos nos reunindo com os representantes das comunidades da AGENDA 21 do bairro de ITAPOÃ. Apresentaremos o que é o projeto PALCO DO ROCK no Carnaval. Mais uma vez, a intenção é a desmistificação e informação.
Gostaríamos de convidar a todos a comparecerem nesta quarta feira, dia 21/05, às 18:30, no Hotel Praia da Sereia (famoso por ter a imagem de um Netuno Dourado na frente), localizado na Av. Dorival Caymmi, em Itapuã

O que é a Agenda 21
Fonte: http://www.meioambiente.salvador.ba.gov .br/index.php?option=com_content&task=vi ew&id=49&Itemid=14
Setor de Políticas Sustentáveis e Equilíbrio Ambiental
Agenda 21 Local - Foi criada com o objetivo de construir um processo participativo para a elaboração da Agenda 21 de Salvador. No município de Salvador, alguns bairros iniciaram a construção da Agenda 21 local. Em Itapuã, desde o ano de 2002, a população e lideranças vêm reunindo-se objetivando discutir questões relativas ao bairro: transferência da feira livre, criação do Conselho Comunitário de Segurança (CONSEG), potencial turístico da região entre outras.

Atenção: Você pode solicitar esta palestra para sua Escola, Faculdade, ou ainda solicitar à AGENDA 21 do seu bairro ou às associações para intermediarem.
"Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo,
qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim."
Chico Xavier

SITE: www.accrba.com.brFOTOLOG: www.fotolog.com/accrbaRÁDIO/PODCAST: www.accrba.com.br/radio.htm ORKUT: www.orkut.com/Community.aspx?cmm=5760159MSN: accrba@hotmail.com Abraços,Sandra de Cássia e Gabriel AmorimPresidência ACCRBA

terça-feira, 20 de maio de 2008

FRANKFURT (AFP) - O homem mais rico do mundo, o megainvestidor americano Warren Buffett, declarou-se hoje em Frankfurt a favor da candidatura do democrata Barack Obama à Presidência dos Estados Unidos.

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O bilionário filantropo declarou em entrevista à imprensa que ficaria "muito feliz se Obama fosse eleito presidente".

"Tenho claramente uma preferência, ele é a minha opção", acrescentou.

Segundo a revista Forbes, Buffett, 77 anos, possui uma fortuna estimada em 62 bilhões de dólares, o que o torna o homem mais rico do mundo, diante do fundador da Microsoft, Bill Gates.


recortado do yahoo. de 19.05.2008
O BEM MAIS PERDIDO

Pe. Antônio Vieira - O bem mais perdido.


... HÁ BENS MAIS PERDIDOS, E BENS MENOS PERDIDOS. O bem perdido menos perdido é aquele que depois de perdido se pode recuperar: o bem mais perdido, e totalmente perdido, é aquele que perdido uma vez, não pode recuperar-se. Perde um homem a Deus, e perde o tempo: qual a maior perda? Em razão de bem é Deus, em razão de perdido é o tempo; porque Deus perdido pode recuperar-se; o tempo perdido não pode recuperar.

Pe. Antônio Vieira em "Discurso Primeiro" - Obras Completas do Padre Antônio Vieira, Lello e irmãos, Porto, Volume V, p.634.

trancrito do site de ricardo godim
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tempo e as jabuticabas
Ricardo Gondim
Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para frente do que já vivi até agora. Sinto-me como aquele menino que ganhou uma bacia de jabuticabas. As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.Já não tenho tempo para lidar com mediocridades. Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados. Não tolero gabolices. Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.Já não tenho tempo para projetos megalomaníacos. Não participarei de conferências que estabelecem prazos fixos para reverter a miséria do mundo.Não vou mais a workshops onde se ensina como converter milhões usando uma fórmula de poucos pontos. Não quero que me convidem para eventos de um fim-de-semana com a proposta de abalar o milênio.Já não tenho tempo para reuniões intermináveis para discutir estatutos, normas, procedimentos parlamentares e regimentos internos. Não gosto de assembléias ordinárias em que as organizações procuram se protegerem e se perpetuar através de infindáveis detalhes organizacionais.Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar da idade cronológica, são imaturos. Não quero ver os ponteiros do relógio avançando em reuniões de "confrontação", onde "tiramos fatos a limpo". Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário do coral.Já não tenho tempo para debater vírgulas, detalhes gramaticais sutis, ou sobre as diferentes traduções da Bíblia. Não quero ficar explicando porque gosto da Nova Versão Internacional das Escrituras, só porque há um grupo que a considera herética. Minha resposta será curta e delicada: - Gosto, e ponto final!Lembrei-me agora de Mário de Andrade que afirmou: "As pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos". Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos.Já não tenho tempo para ficar explicando aos medianos se estou ou não perdendo a fé porque admiro a poesia do Chico Buarque e do Vinicius de Moraes; a voz da Maria Bethânia; os livros de Machado de Assis, Thomas Mann, Ernest Hemingway e José Lins do Rego.Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita para a "última hora"; não foge de sua mortalidade, defende a dignidade dos marginalizados, e deseja andar humildemente com Deus.
Caminhar perto delas nunca será perda de tempo.

-colaboração encaminhada pela advogada KARLA MENZES
PALESTRAS TRANSPORTE PÚBLICO E ACESSIBILIDADE, DO DIA 19.05.2008.

Valci Barreto
Editor do bikebook.blogspot.com
Colaborador do muraldebugarin.com

Atendendo a convite da Vereadora Olívia Santana, estivemos no auditório do Hotel Bahia do Sol, no Corredor da Vitória, para assistir a palestras sob o tema TRANSPORTE PÚBLICO E ACESSBILIDADE, ministradas por ILCE MARILIA DANTAS PONTO, doutora em engenharia de Transporte e professora da Ufba; Islandia Costa e Heron Cordeiro, Arquitetos da Comissão Civel de Acessibilidade de Salvador.

No horário marcado estávamos eu, Maurício Cruz, da ASBEB e meu amigo Marambaia, evangélico, liderança comunitária de Cajazeira, ali residente desde que foram construídas as primeiras casas. E ,desde então, até os dias que correm, um militante em favor das causas sociais do bairro, usando diariamente a sua bicicleta para os mais diversos afazeres. Matamos as saudades de nossos encontros em sua casa, sempre ao lado de um gostoso cozido ou feijoada, que sua esposa, Julinda, nos oferecia com o maior carinho.
Antes mesmo do início da reunião com a vereadora ,combinamos um passeio bicicloteca em Cajazeira.

Iniciada a reunião com um pouco de atraso, autorizou-nos Maurício a representá-lo, vez que tinha compromissos que se chocariam com o tempo reservado para sua intervenção.

Espuseram os palestrantes os problemas do transporte urbano, traçando, todos eles, um cenário preocupante do que já é o trasporte urbano em Salvador. Salientaram que, se medidas urgentes não forem implementadas em curto prazo, a cidade , simplesmente, vai parar.

Tudo foi abordado de forma muito proveitosa: engarrafamentos, falta de educação no transito, uso excessivo do carro, poluição, alternativas para o carro, moto , bicicleta , pedestre.

Participaram representantes de motoristas e de motociclistas, estes representados pelo seu presidente Henrique Baltazar da Silveira Filho, com trocas muito importantes de informações e experiências.

Coube-me levar nossas reivindicações, experiências, mensagens já conhecidas em favor das bicicletas nas ruas. Deixamos clara a idéia de que é possível pedalar em Salvador, apesar de todos os obstáculos. Conclamamos os presentes a pedir a quem dirigir carro, a quem tem parentes motoristas , especialmente de ônibus e táxi , para respeitar o ciclista, a moto, o pedestre; infomamos o que já estamos fazendo para que ciclistas também tenham o mesmo respeito pelos outros.

O nosso querido ARY GIL, como sempre contundente, emplogante, objetivo, didático, inteligente, levou a sua mensagem, suas experiências tendo recebido os costumeiros aplausos.Como é do seu perfil, avisou da existência dos nossos passeios, sites, estimulando todos a pedalar. A acreditar na promessa dos presentes, teremos muitos novos em Salvador.

Entre os motociclistas encontrava-se também o Moisés, que já pedala conosco; fotografou o evento e nos encaminhará as fotos ; Niara Lopes, que participa de nossos pedais e o colega Antas, militante do PCB , também pedalante e nosso colega de profissão. O auditorio era pequeno para o numero de participantes, ficando muita gente em pé, demonstrando o interesse que o tema provoca.

Conhecemos uma figura muito simpática, pedalante e autentico Jabuti, o senhor HUMBERTO LIMA, autêntico jabuti, inclusive no tipo de bike: bagajeiro, pára-lama, buzina trin trin, espelho e descanso; e não gosta de correr. Quer fazer um longo passeio , em rítimo Jabuti, tipo um ou mais meses pedalando pela Bahia e estados vizinhos. Pedala todos os dias para o trabalho, feira e a passeio. Fiquei fã do senhor Humberto e trocamos figurinhas para futuros pedais.

Conheci, o que esperava há muito tempo, a engenheira da Rede Ferroviária ,competente e simpática Denise Ribeiro, que tem tese acadêmica relacionada ao uso da bicicleta como meio de transporte.Em vários escritos nossos, aqui publicados, fizemos referencias a ela e ao seu trabalho acadêmico, citada em várias reportagens na imprensa baiana. Falou-me que já foram implantados vários bicicletários na Rede ferroviária. E que mais ainda serão. Pertence ao Movimento Ver de Trem, nosso conhecido, que tem seu colega Gilson como um dos coordenadores. Ficamos de desenvolvemos ações TREM/BICICLETA, inclusive com um pedal em direção a Rede Ferroviária.

Creio termos conseguido transmitir nossas mensagens ,no que foi possível no limitado tempo de tres minutos que nos foi destinado.

Deixamos nossas mensagens, reivindicações, convites para pedalarem conosco e, sobretudo, travamos conhecimentos e relações com pessoas e lideranças que passaram , com certeza, a ver com mais carinho a bicicleta. Trouxemos a certeza de que sensibilizamos mais um membro do poder municipal em favor da nossa causa. Contactamos pessoas que nos deixou convicto de que irão fazer parte deste mundo mágico das bicicletas.
Covidamos todos para participar do nosso grande passeio do dia 01.06.2008, da ASBB/ASBEB e a acessar nossos sites.

O convite para os ciclsitas participar do evento, nos anima a ir mais longe. A final, com a adesão da Vereadora , já são quatro membros da Camara Municipal sensíveis à nossa causa: Valdenor Cardoso, Reginaldo Oliveira, Everaldo Augusto.
Vamos esperar mais participações , inclusive nos nossos passeios, pedalando sempre.

As fotos serão publicadas no muraldebugarin.com na “galeria de fotos”, assim que o Moisés Santos nos encaminhar.

Saibam como participar dos nossos pedais, visitando nossos sites e blogs:

muraldebugarin.com
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pedaisnaestrada
pedaladadanoite
sincronia
mundodabike,
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domingo, 18 de maio de 2008

LEGISLAÇÃO DO TRANSITO, E A BICICLETA

Valci Barreto

advogado, cicloativista baiano
editor do bikebook.blogspot.com
colaborador do muraldebugarin.com
e da FOLHA DO RECONCAVO, jornal impresso da cidade de Candeias.



Os artigos 58 e 59 do Código de Trânsito Brasileiro disciplinam que a bicicleta deverá rodar nas bordas da pista, tendo preferência sobre veículos automotores. Se houver , porém , ciclovias ou ciclofaixas, deverão os ciclistas por esta transitar. Autoriza a legislação que a bicicleta possa transitar em passeios, desde que autorizados por sinalização. A finalidade da lei é usar para bicicletas passeios onde não haja muito movimento de pedestres.

Outra coisa importante a ser observada é o uso dos equipamentos obrigatórios, previsto pelo próprio código e regulamentado pelas resoluções 02/98 e 46/98 do Contran.

A primeira considera, como não poderia deixar de ser, o freio um equipamento obrigatório;

Já a segunda prevê que bicicletas com aro superior a vinte deverão ser dotadas de espelho retrovisor do lado esquerdo, acoplado ao guidão e sem haste de sustentação; campainha, entendido como tal o dispositivo sonoro mecânico, eletromecânico, elétrico, ou pneumático, capaz de identificar uma bicicleta em movimento; sinalização noturna, composta de retro-refletores, com alcance mínimo de visibilidade de trinta metros, com a parte prismática protegida contra a ação das intempéries, nos seguintes locais:

a) na dianteira, nas cores branca ou amarela;
b) na traseira na cor vermelha;
c) nas laterais e nos pedais de qualquer cor.

A mesma resolução 46/98 dispensa do uso do espelho retrovisor e da campainha as bicicletas destinadas à prática de esportes, quando em competição de mountain bike, down hill, free style, competição olímpica e pan-americana, competição em avenida, estrada e velódromo e, outros.

Curiosamente o capacete não é previsto como equipamento obrigatório. houve projeto delei recomendando a imposição do uso do capacete. Mas o texto final , aprovado não estabelce a obrigatoriedade do uso do capacete. Há no entanto, o desenvolvimento de uma cultura, entre os ciclistas, em favor do uso do capacente, considerando sua inestimável importância para a segurança de quem pedala.

O art. 255 do Código prevê que conduzir bicicleta em passeios onde não seja permitida a circulação desta, ou de forma agressiva, suscita a remoção da bicicleta, mediante recibo para o pagamento da multa.

Caso sua bike seja removida, tenha a mão a Resolução 53/98 do Contran, que em seu art. 2º diz que caberá ao agente de trânsito responsável pela apreensão do veículo, emitir Termo de Apreensão de Veículo, discriminando os objetos que se encontrem no veículo, os equipamentos obrigatórios ausentes, o estado geral da lataria e da pintura, os danos causados por acidente, se for o caso, a identificação do proprietário e do condutor, quando possível, e os dados que permitam a precisa identificação do veículo.

O Termo de Apreensão será preenchido em três vias, sendo a primeira destinada ao proprietário ou condutor do veículo apreendido, a segunda ao órgão ou entidade responsável pela custódia do veículo e a terceira ao agente de trânsito responsável pela apreensão.

Estando presente o proprietário ou o condutor no momento da apreensão, o Termo de Apreensão de Veículo será apresentado para sua assinatura, sendo-lhe entregue a primeira via. Se você recusar-se a assinar, o agente fará constar tal circunstância no Termo, antes de sua entrega.

O agente de trânsito recolherá a contra entrega de recibo ao proprietário ou condutor, ou informará, no Termo de Apreensão, o motivo pelo qual não foi recolhido.

O prazo da custódia poderá variar de um a trinta dias, tendo em vista as circunstâncias da infração e a penalidade.


Os artigos 72 e 73 do Código Trânsito, estabelecem que que todo cidadão ou entidade civil tem o direito de solicitar, por escrito, aos órgãos ou entidades do Sistema Nacional de Trânsito, sinalização, fiscalização e implantação de equipamentos de segurança, bem como sugerir alterações em normas, legislação e outros assuntos pertinentes a este Código; e que os órgãos ou entidades pertencentes ao Sistema Nacional de Trânsito têm o dever de analisar as solicitações e responder, por escrito, as solicitações, sobre possibilidade ou não do atendimento.

sexta-feira, 16 de maio de 2008



Valci e filhas: jornalista e advogada Luciana Barreto; Psicóloga Mariana Barreto e o senhor AGAZZI da Osteria AGAZZI, na Federação, local escolhido para comemorar o aniversário de Mariana.
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SEBO AMADEUS, EM FOZ DO IGUAÇU



Na feira de artesanato e artes, da cidade de Foz do Iguaçu, Valci faz vistia a AMADEUS.

Na cidade de Foz do Iguaçu, todos os domingos, acontece uma feira de artesanato, artes e cultura. Entre os expositores está a figura simpática do Amadeus, que negocia livros usados, revistas, discos de vinil e mantem o SEBO AMADEUS, que atende a pedidos do Brasil inteiro, através dos correios.Áí está o seu fone: 32744988(ver código de Foz do Iguaçu)

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RUBENS PINHEIRO está participando, todos os sábados, das 09 às 12, da feira de selos, moedas, postais , na séde dos correios da Cidade de Aracaju. De segunda a sexta, Rubens atende em Salvdor, na Rua Barros Falcão, proximo ao Bom Preço no mesmo prédio da Igreja Adventista. Fone e endereço completo do Rubens nos links do bikebook.blogspot.com

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quinta-feira, 15 de maio de 2008

JABUTIS VAGAROSOS DE 18.05.2008Ver Editar
O conteúdo Post do blog foi atualizado.
sab, 17/05/2008 - 19:27 — valci barreto
Valci Barreto
Editor do bikebook.blogspot.com
Colaborador do muraldebugarin.com
-e do Jornal impresso, FOLHA DO RECONCAVO, de Candeias.

A nova “internancional” pedalante é nossa querida Rosilente Cunha, advogada militante da Justiça do Trabalho. Sou testemunha desta nova paixão de Rose que não se limita a pedalar, mas a “agarrar pelo pescoço” pessoas, especialmente colegas de profissão, para pedalar. Além da advocacia e do filho, Rose não fala de outra coisa depois que fez o primeiro pedal no Jabutis Vagarosos.

Demonstrando que veio para falar, convidar e fazer, já adquiriu uma bike toda charmosa, pronta para enfrentar grandes trilhas e estradas. Está começando e, segundo diz, adorando o JABUTIS. Porém, logo logo estará pronta para grandes trilhas e pedais. Preparação fisica, adqurida em diária malhação, corpo atlético e muita disposição são ingredientes que não lhe faltam. Ao contrário, até sobra!

Com o de hoje, foram apenas dois pedais, mas com um avanço , crescimento de poucos. No primeiro foi com o grupo até a entrada do Jardim Zoológico.

No de hoje já avançou por demais: tomou coragem e veio do Largo da Graça pedalando sozinha até a Padaria Apipão, onde teria início o segundo da sua carreira de amante do pedal.

Demonstrando disciplina de poucos, às 08.30 já estava no ponto da partida dos Jabutis. Aproveitamos os trinta minutos para conversarmos sobre nossos passeios, projetos para futuras trilhas e ações cicloativistas. Covidou vários colegas para o de hoje, entre eles o nosso colega João Marinho. Este garantiu-lhe a semana inteira que participaria. Mas às 07 da manhã , demonstrando gentileza de poucos, ligou para Rose, avisando que não mais viria, apresentando as suas justificativas.

Às nove horas estava um belo e exuberante corpo moreno, cheio de saúde e de alegria , subindo em uma nova e linda bike,toda equipada ,para o seu segundo passeio pelas ruas de Salvador. Decidimos fazer o batismo de Rose "em centro" da nossa Capital, no trajeto tradicional que fazemos para iniciantes que já possui o condicionamento de Rose: Início na Sabino Silva, em direção a Centenário. Entramos no Calabar para apresentar-lhe a biblioteca comunitária daquele bairro a qual não abre aos sábados. Hoje, porém, estava funcionando para atender a ensaios de teatro das crianças do bairro. Como sempre, fomos muito bem recebidos pela simpática monitora e pelas meninas que se animaram quando dissemos do nosso desejo de uma foto ao lado delas. Feitas as fotos , despedimo-nos deixando um livro de doação, o que fazemos em nossos Jabutis. Despedidas , fotos realizadas, retornamos para a Centenário e seguimos em direção ao Centro .Deixamos a Centenário pelo pequeno aclive, antes do tùnel que dá acesso ao Bom Preço da Garibaldi,e pedalamos em direção à Praça dos Reis Católicos. Queria mostrar para Rose a oficina de bicicleta do Regis, (DISK SPORT, 32611094),na Vasco da Gama. Seguimos toda a avenida, na mesma pista e fluxo dos carros;retornamos na Vasco da Gama para alcançar o início do viaduto onde está instalado o Regis. Coversas, fotos, despedida, seguimos : Dique do Tororó, parada na banca de livros usados do senhor Alfredo, na Sete Portas , onde adquirimos alguns para doar ao NACCI. Generoso, o senhor Alfredo mandou alguns exemplares como doação suas para a criançada. Seguimos pela Baixa do Sapateiros; subimos a ladeira ao lado do antigo Cine Jandaia , empurrando, jabotísticamente, as nossas magrelas. Nenhum cansaço da Rose. Deixamos os livros para as crianças do NACCI e seguimos pela Saúde, contemplando o que resta dos azulejos, portas, janelas , da bela arquitetura colonial barroca baiana daquele bairro.
Seguimos a rua principal onde ainda se pode contemplar pequenas quitandas, oficinas, barbearias , comadres e compadres conversando em janelas e portas seculares, algumas ainda levando docinhos cobertos por pequenos panos brancos para as vizinhas. Deixando tudo isto para traz, alcançamos a Av Joana Angélica. Nesta, na entrada do Tororó, uma parada para água e visita ao meu amigo “Bonitão da entrada do Tororó”, Maurição, engenheiro agrônomo do Estado, fazendeiro em Cruz das Almas , umas das mais queridas pessoas que eu conheço, por muitos anos meu colega do ex INSTITUTO DE TERRAS DA BAHIA.

Exaltando a exuberância e alegria de Rose, só não prometeu pedalar: o carro já lhe deu uma crônica preguiça de andar a pé ou de bicicleta, mesmo sendo da cidade das laranjas e das magrelas, muito curtidas em sua infância e adolescência.

Com muita vontade de comer todas as jacas ali expostas, (lembrei muito de você, Itana!)oferecidas pelo Maurício, sabendo ele como apreciamos esta fruta sem igual, fizemos as fotos, tomamos água, e com esperanças de nosso amigo um dia participar dos nossos pedais, despedimo-nos para seguir a viagem. Entrei no Convento Joana Angélica para “apresentar a Rose os livros usados ali vendidos , recebidos de doações e o brechó, portador de todo tipo de bugigangas também recebidas e vendidas para as obras sociais da Igreja. Adquiri apenas um, Curso de Ingles, para futura doação. Com poucos livros, e sem a trava das bikes, liberei Rose de entrar. Isto porque a senhora que ali atende disse-nos que os livros agora estão na Igreja do Rosário. Seguimos para lá, pela Piedade. No Rosário, pedimos a um dos rapazes da Igreja para olhar as nossas bikes enquanto visitávamos a biblioteca. Nesta, um excelente estoque de livros. Olhei com atenção para as minhas futuras compras e divulgações. Vários rapazes arrumavam e liam livros daquelas estantes. Tímidos, não se deixaram fotografar. Mas fizeram nossa foto. “Foi a primeira vez que entrei nesta igreja”, disse Rose. “E se não fosse a bicicleta, você talvez não entrasse jamais." brinquei.

Deixamos a igreja, pegamos a Carlos Gomes, Corredor da Vitória. No largo da Igreja da Vitória a CET interrompia o trafego de carro para descer a Ladeira da Barra. Tomamos informações: era o movimento ante manicômio . Deixei Rose em frente ao seu prédio, no Largo da Graça. Conversando, eis que aparece o nosso querido jurista, aposentado como advogado da Rede Ferroviária , Eduardo Costa. Não gosta de ser fotografado. Mas não o dispensei do registro daquele momento.

Era meio dia e vinte. Despedidas, abraços, promessas de próximos pedais, desci a Princiesa Isabel. No trajeto para casa, passaria na Barra para ver o “DIGA NÃO AO MANICOMIO”.

A ladeira, toda engarrafada para carro, suas bordas estavam completamente livres para a minha bike que descia facilmente deixando para trás aquele “monte de ferro, aço,plástico, borracha , dinheiro, estress e poluição,quese todos levando uma pessoa só... ‘

Alcancei o Porto, segui pela Orla e cheguei ao Farol, onde os “loucos” , de fora dos manicômios oficiais, pulavam, cantavam, muitos deles enfeitados; muita gente bonita, e várias "louquinhas coloridas " como minha querida Jamille, “Mona Liza”,como a batisei na intimidade de colega da minha filha Mariana.

Claro que o movimento me fez lembrar “ O ALIENISTA “, de Machado de Assis!.

Fotografado o movimento dos “loucos de fora”, em favor dos “loucos de dentro” do manicômio oficial, segui para casa, onde cheguei certo de que foi um Jabuti completo. Não olhei o relógio. Ele só é olhado para a hora de saída . Para o retorno não tem qualquer serventia,principalmente para o Jabuti de hoje, que contou com um dos mais raros, belos, simpáticos e bem humorado exemplar de autentico Jabuti: a querida colega Rose, agora prontinha para muitos e mais Jabutis, inclusive para o próximo, já marcado: até o Clube dos Advogados,em Práias do Flamengo, com direito a chuveirada, piscina , muita conversa , tira gosto, promessa que já fiz aos nossos amigos , diretores do Clube:Rita, Geraldo, Adilson.

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As fotos vão estar no muraldebugarin.com em “galeria de fotos”. Clicando nas fotos, outras aparecem. Clicando de novo, elas são aumentadas. Clicando em “próxima” milhares de outras, de outros passeios surgem .
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PARTICIPE DOS NOSSOS PASSSEIOS E AÇÕES EM FAVOR DAS BICICLETAS NAS RUAS . Veja como,
Acessando nossos sites e blogs:

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Pedalando de Práias do Flamento, até o Bonfim, Ribeira, Suburbana, você não sobe uma ladeira sequer. E ainda passa pelo Elevador Lacerda Comércio, tudo no plano! E tem gente dizendo que Salvador tem ladeira!..
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Leiam a Folha do Recôncavo, Jornal Impresso de Candeias. Em toda toda edição, uma referencia aos nossos passeios e ações cicloativistas.
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Dica de Leitura: PORQUE DEIXEI A MICROSOFT PARA CONQUISTAR O MUNDO, DE JOHN WOOD

“O ALIENISTA”, DE MACHADO DE ASSIS, EM HOMENAGEM AO MOVIMENTO ANTE MANICÔMIO

Não durmam sem assistir ao REDE BAHIA REVISTA. Um programa da e para a Bahia.
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“DEIXE SEU CARRO EM CASA, VÁ DE BIKE” –Bugarin.
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AOS DOMINGOS, ASSISTAM AO NOTA DEZ, CANAL FUTURA. No mesmo dia, PANORAMA RURAL. Ambos com as repórteres baianas, respectivamente, Elen, baianinha de Salvador, e Simone Carvalho, baianinha de Itiruçu.
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CENTRAL DO CARNAVAL, COM MUITOS PACOTES PARA O SÃO JOÃO.
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TOME CAFÉ DA MANHÃ NA ALBANI(FRENTE SÉDE DOS CORREIOS NA PITUBA) CAFÉ DA MANHA A PESO, COM BANANA DA TERRA FRITA, FAROFA, MINGAU, CARNE DO SOL, BANANA COZIDA, e muito mais, tudo a peso.
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VISITE A CABANA DA JANE, ONDE HÁ LUGAR PARA VOCE PRENDER SUA BIKE ENQUANTO CURTE SUA PRÁIA.
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Conheça a boa música, de forma bem íntima com os artistas, na Barraca do Mário, após o Shoping Ponto Sete , na Pituba.

A RUA NÃO É SO DO CARRO. É DA MOTO, PEDESTRE E BICICLETA - DIVULGUE ESTA IDÉIA.
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RUA É DO CARRO, MOTO, BICICLETA E PEDESTRE.

Valci Barreto,
advogado, cicloativista
Editor do bikebook.blogspot.com
colaboradora do muraldebugarin.com e da Folha do Reconcavo.


O motorista acha que a rua é só dele. Que é só do carro. Que todos têm que sair da sua frente quando ele dirige. Esta atitude é mais acentuada pelos motoristas de ônibus, táxis, mauricinhos e patricinhas que saem atrasados para escola, baladas ou para devolver o carro para alguém da família.
Um bom número de carros utilitários e de órgãos públicos mantém uma atitude hostil em relação a quem está em sua frente: buzina insistentemente, aciona motores e faróis, agressivamente, para que todos saiam correndo da sua frente. Criam, com estas atitudes, um mundo agressivo, mal educado, perigoso, estressante.
O Brasil mata mais gente no trânsito do que muitas guerras em nosso planeta. Muitos estão mortos, mutilados, inutilizados para uma vida normal por causa de motoristas irresponsáveis. A maioria das mortes e mutilações são causadas pelo uso do alcóol, sono e excesso de velocidade.
Vamos ajudar a modificar estas atitudes. A mudança é boa para todos.
O ciclista, a moto ou mesmo outro carro, não é obrigado a sair da frente, a se jogar na calçada porque um motorista assim o deseja. A bicicleta, por lei , tem preferência e direito de circular na mesma pista do carro. Não há pista exclusiva para carro, salvo as exceções reguladoras dos órgãos de trânsito. A preferência no transito é da bicicleta.
Vamos ocupar os espaços das ruas com nossas bicicletas, independentemente de ciclovias e de ciclofaixas. Que elas (as faixas especiais) venham para a maior segurança de todos.
Mas, se o motorista respeitar as leis de trânsito, respeitar o semelhante, ainda que através de um policiamento ou multa alta, não há necessidade de ciclovias nem de ciclofaixas.
Jamais governo de lugar nenhum do mundo irá implantar ciclovias ou ciclofaixas em toda a extensão de qualquer cidade grande. Estas nascem, crescem e desenvolvem-se dando privilégio ao automóvel em detrimento do ciclista e do pedestre.
Salvador é 'plana' para a bicicleta. Podemos pedalar de Stella Maris até a Suburbana, passando pelo Bonfim, Ribeira, sem subir uma ladeira sequer.
As ladeiras do Centro de Salvador são pequenas e podem ser vencidas facilmente empurrando a bicicleta por alguns poucos minutos. Ninguém é obrigado a subir ladeira montado na 'magrela'.
Quem mata, estressa e mutila é o carro. Quem atrapalha o trânsito é o carro, é o ônibus. O veículo automotor, a cada dia mais blindado, reforçado, fechado hermeticamente a ponto de isolar o motorista e caronas dos pedestres, pedintes e ladrões de sinaleira está matando as cidades. A bicicleta tenta ressuscitá-las.
A bicicleta - magrela, camelo, margarida, jegue - seja qual for o nome, é uma tendência evolutiva. Menos poluição, menos corrida pela cara energia, menos estresse e mais exercicios físicos. Mais tempo para olhar as pessoas, as paisagens (ainda que das selvas de pedra), mais diversão sob a forma de transporte.
Mais bicicletas e menos carros nas ruas, para o bem de todos!


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quarta-feira, 14 de maio de 2008



Diógenes, Marcelo, Valci e Valdenor Cardoso.


Vereador Valdenor Cardoso, Valci, Marcelo e Diógenes
ESTAMOS CHEGANDO LÁ -AUDIENCIA PÚBLICA
Valci Barreto
Editor do bikebook.blogspot.com
Colaborador do muraldebugarin.com



Temos os mais variados problemas e conflitos em nossa sociedade para serem enfrentados e solucionados: drogas, falta de dinheiro, emprego, educação, saude.

Pelo menos em um destes estamos enfrentando, com muitos saldos positivos: as dificuldades para pedalar em Salvador.

Todos nós, cicloativistas, por onde andamos, com quem conversamos, tentamos fazer novos ciclistas, conversar com motoristas e taxistas, parentes destes, pessoas que dirigem, familiares nossos, para trazê-los para pedalar. Não somente para pedalar. Também para, por meio destes pedais, levar mensagens de saúde, conservação do planeta, educação para o transito.

Entre as grandes vedetes do mundo atual, sem duvida, está a bicicleta, por tudo que ela proporciona e pode proporcionar.

Em nossas ações, em Salvador, sensibilizamos políticos que, mesmo tendo relações fortes com outros esportes, como futebol, ainda não conheciam os movimentos dos bainos como Gilson Cunha, Mauricio, Itana Mangiere, Antonio, do Amigos de Tony, Geniavaldo, George Argolo, Jarraw,Fernando, Lu Saraiva, Bugarin, toda a ASBEB, ASBB, Lázaro, Guerreiro, Cezar Brasileiro, Tio Lu, Luzia, Luzinte, e tantos outros, em favor das bicicletas nas ruas de Salvador.

Por várias razões, temos tido contatos permanentes com os vereadores Valdenor Cardoso, Everado Augusto, Reginaldo Oliveira . Mesmo sendo, na maioria das vezes, informais estes encontros, tratamos sempre, com proveito, do tema bicicleta.

Importante é que eles, não apenas estão à disposição como políticos: estão pedalando, uns mais , outros menos, mas todos já apaixonados pelos passeios ciclíticos.

As fotos, no muraldebugarin.com, revelam, atestam estes fatos.

Recentemente, recebi um amável convite do vereador Valdenor Cardoso para um almoço, através do seu filho Marcelo e do nosso amigo, também cicloativista, procurador da Câmara Municipal, Diógenes Evangelista. Brincando, disse-lhe que só aceitaria o convite se o assunto fosse bicicleta!.

No almoço , não só tratamos de bicicleta. Olhando para o mar da Bahia, contou-nos o vereador de viagem que fez à França, a convite de navegadores franceses, interessados em navegação de lazer, turismo, pesca , educação marítima. Dissse-nos Valdenor do encantamento dos frances quando constataram a riqueza que proporciona a nossa Bahia de Todos os Santos para todo tipo de navegação. (Amyr Klink, em palestra a que assisti, também disse o mesmo, recomendando instalação de escolas náuticas, comuns na Europa, notadamente na França)

Bicicleta, navegação, transporte, educação, música, enfim, todos os temas foram postos pelo vereador, demonstrando uma sensibilidade com todas as coisas da nossa cidade ; e também de dificuldades , limitações a que está sujeito o próprio poder público.

O Diógenes foi por demais incisivo: “Os órgãos públicos têm que fazer algo para educar os nossos motoristas que não se conformam em ver uma bicicleta na rua”. Falamos da perversidade com que alguns motoristas se comportam ao ver um ciclista em sua frente, mesmo quando este pedala de acordo com as normas de transito.

Saímos dali com o compromisso de novos encontros, com ou sem almoços, para que algo fosse feito, dentro dos nossos limites, para cobrar, reivindicar, postular ações positivas em favor dos nossos pedais, em favor do uso da bicicleta como meio de transporte.

No domingo, dia das mães, no passeio do amigosdotony, tivemos a mesma conversa com o vereador Everaldo Augusto que, além de participar ativamente daquele belo pedal, relatou ações que já desenvolve e que desenvolverá no mesmo sentido na condição , também, de amante do pedal.

O Reginaldo Oliveira, igualmente, está com projetos de grandes passeios em agosto ou setembro. Não apenas para pedalar, mas para fomentar práticas objetivas em favor das bicicletas.

O bom de todos os vereadores citados é que também gostam de pedalar. E pedalam.

Mais uma prova destes cuidados, desta preocupação, de que querem fazer algo, é a reunião agora marcada pelo Presidente da Câmara, para tratar de segurança dos ciclistas, em audiência pública. (o recado do amigo Diógenes funcionou!!)

Nosso dever, pelo menos dos que puderem, é estarmos presentes .É , assim, mais um momento, mais uma oportunidade que estamos tendo de levar nossas mensagens, nossos pedidos, nossa palavra e também nossos projetos e propostas de ações efetivas ao poder público. A nossa parte já estamos fazendo. E esta reunião não deixa de ser uma conseqüência dela. E de que eles estão demonstrando o carinho, o cuidado, a atenção. Muito positivo, portanto, o chamado do Vereador, Valdenor Cardoso para este evento.

Estarei presente, mais uma vez. Todos nós deveremos nos fazer presentes. Quem não puder ir, deve mandar seus representantes.

segunda-feira, 12 de maio de 2008

JOAQUIM NERY FILHO, UM DOS GRANDES EMPRESARIOS DA AREA DE ENSINO, E DA CENTRAL DO CARNAVAL, TEM MUITO QUE NOS ENSINAR. VALE A PENA ASSISTIR A ESTA PALESTRA.



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Recortado do www.correiodabahia.com.br - de 12.05.2008.


Camila Vieira
O fim de semana é uma boa oportunidade para a constatação de irregularidades em postos de combustíveis e regiões próximas a bares e estabelecimentos de entretenimento. Das 23h de sexta-feira às 3h do sábado, a operação Barulho e saúde não combinam. Evite a poluição sonora flagrou veículos sobre calçadas e canteiros, filas de carros “soltos” fechando os que já estavam estacionados e motoristas com o som ligado acima do volume permitido.


Poluição sonora e estacionamento em locais proibidos foram os alvos da ação realizada em conjunto pela Superintendência de Controle e Ordenamento do Uso do Solo do Município (Sucom), Superintendência de Engenharia de Tráfego (SET) e Polícia Militar (PM). Até ontem não havia sido liberado o balanço final da operação.


A ação teve início no Posto Jardim dos Namorados, no bairro do Itaigara. Embora o estabelecimento seja alvo freqüente de denúncias na 13ª Companhia Independente da Polícia Militar e na Sucom, nenhuma irregularidade foi constatada ontem no local. Bastou que policiais e agentes municipais se aproximassem para que os infratores fechassem os porta-malas dos veículos. A supervisora do posto, Rosana Batista, deixa claro que a situação é crítica e queixa-se da atuação da Sucom. Segundo ela, o telefone do órgão nunca atende quando é acionado.


“Toda vez que algum motorista coloca o som alto nós ligamos, mas não temos o retorno”, reclama. Na tentativa de coibir a prática, quatro seguranças fiscalizavam os motoristas e funcionários anotavam as placas dos carros. “Tentamos dessa forma, mas se não dá certo apagamos as luzes e fechamos a loja”, explicou a supervisora. As multas para excesso de decibéis (acima de 60) podem variar de R$481,03 a R$80.171,07. Para denunciar, deve-se ligar para o 2201-6660.


Sem se identificar, um estudante de publicidade de 24 anos, que freqüenta o local todos os fins de semana, assume se exceder nos decibéis. Vaidoso, afirma que faz questão de mostrar a todos a potência do seu aparelho de som. “Onde eu paro, a galera gosta. Fazer o quê?”, debocha o jovem, manifestando indiferença à Lei nº 5354/98 que proíbe qualquer publicidade sonora voltada para a rua.


Ciente da gravidade da situação, o subgerente de fiscalização da Sucom, José Araújo, explica que o posto é responsável pelo problema. “O estabelecimento é licenciado para vender combustível. Se comercializa bebida e o comércio incita a poluição sonora, cabe a prestação de contas por parte do proprietário”, explica. Ele acrescenta que é preciso investir em ações educativas. “A ação fiscal não adianta, precisamos fortalecer as campanhas de orientação”, frisou.


Saindo do posto, os agentes seguiram rumo à Alameda Benever, no Parque Júlio César. De longe, via-se em frente aos bares, proprietários de veículos com porta-malas abertos e executando músicas num volume muito mais alto do que o bom senso preconiza. Em volta dos automóveis, grupos de adolescentes e jovens ingerindo bebidas alcoólicas. Mas, ao perceber a presença dos agentes, a maioria conseguiu deixar o local sem sofrer penalidades.


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Confusão no Jardim dos Namorados


A operação ficou tensa no Jardim dos Namorados. No “corredor” de estabelecimentos comerciais em frente à praia, havia centenas de carros estacionados em locais indevidos. Os agentes da SET expediram multas e autorizaram o reboque de veículos em posições irregulares. Pelo menos 20 automóveis foram notificados por ocupar a área verde ou a calçada.


Ao perceber que seu carro seria rebocado, o motorista do Vectra JKX-2047 tentou fugir do local. Um policial militar se colocou diante do veículo, obrigando o condutor a parar. “A gente paga manobrista, gasta dinheiro numa boate e ainda tem o carro rebocado. Isso é absurdo”, esbravejou o infrator que não quis se identificar. Ele foi autuado, mas o automóvel não foi removido pelo guincho da SET.


Segundo freqüentadores dos estabelecimentos da região, os carros são estacionados em locais indevidos por manobristas contratados pela boate Happy News. Procurado pela equipe de reportagem, o dono da casa de entretenimento não foi encontrado.


Mais adiante, o dono do Celta JQN-7726 também teve o carro notificado. Eram 0h50 quando a Sucom fez a medição e constatou que o som do carro estava a 72.3 decibéis. “Ele vem me punir, mas tenho certeza de que vários outros pontos da cidade tem gente com o som nas alturas”, disse. A afirmação do condutor foi evidenciada pela reportagem que circulou por outros postos da cidade. Carros com som alto foram encontrados no posto 1, na Avenida Paralela, e Ponto Novo, no final da via.


Empresas desrespeitam legislação


Para obter a liberação de funcionamento, muitas empresas, escritórios e estabelecimentos comerciais da cidade desrespeitam a exigência da Superintendência de Controle e Ordenamento do Uso do Solo do Município (Sucom) quanto à existência de estacionamento para clientes. A inexistência da vagas faz com que a clientela utilize as calçadas e obrigue os pedestres a caminhar pelas ruas. Considerada infração grave, estacionar veículo em local proibido prevê multa de R$127, além da perda de cinco pontos na carteira de habilitação.


O desrespeito à lei fez com que os agentes da Superintendência de Engenharia de Tráfego (SET) rebocassem o Ford Focus de placa PPN-4331, estacionado em uma vaga regulamentada para táxi, na Alameda Benever. O proprietário não apareceu e o veículo foi levado ao pátio do órgão, no Vale dos Barris. O supervisor da SET Neumam Moreira explica que a irregularidade infringe o Parágrafo VIII do artigo 181 do Código Brasileiro de Trânsito, determinando multa, remoção do veículo e gera a perda de cinco pontos na carteira de habilitação.

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