quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

ITACARANHA SUBURBIO DE SALVADOR - VISITA DO "JABUTIS VAGAROSOS"



Jabutis Vagarosos em Visita Itacaranha, Campo da Lagoa, gerador de grandes craques do futebol baiano.


Itacaranha - Pedal Jabutis Vagarosos.

Valci Barreto
publicado no bikebook.blogspot.com


Conforme projetado, às 8.30 da manhã, várias pessoas e grupos de pedais já se faziam presentes em frente ao estacionamento da Fonte Nova para a visita ao Campo da Lagoa, em Itacaranha, no subúrbio ferroviário de Salvador, para assistirmos ao torneio início de futebol infantil.

Antes da saída, um pequeno chuvisco gerou no grupo uma dúvida se faríamos ou não o passeio. Decidimos pela ida, apesar de uns poucos desistirem.

Nove horas, pontualmente, estávamos montados em nossas bicicletas para a saída, enquanto chamávamos os que se protegiam dos chuviscos, sob o telhado de A PORTEIRA, restaurante ao lado do Dique do Tororó. A chegada, neste momento, do Gilson Cunha, que iria de carro com seu filho, para tomar informações do trajeto do passeio, e para justificar que não iria pedalando, por estar com seu filho.

Demos a partida e já na sinaleira da frente do Mercado da Sete Portas, uma grande emoção: O grupo de Narandiba que, participante dos Jabutis de hoje, misturou-se, naturalmente, ao nosso grupo, como se ali houvéssemos combinado para o encontro. Sob o comando de “Guerreirão", elevou este o seu conhecido grito de guerra transmitindo o entusiasmo de sempre.

Seguimos em ritmo “JABUTI AVANÇADO”, porque não houveram as “paradas de dez em dez metros”, até um posto de gasolina, na Calçada, para o “freio de arrumação” e escolha dos coordenadores e batedores: Jorge do Apito e Nestor.

No trajeto, as emoções de sempre que nos oferece os “caminhos dos pedais”: cores, tempo um pouco nublado, vendedores de frutas, picolés, crianças, religiosos com suas pastas, gravatas, paletós, gente saindo ou indo para as missas, pontos com gente esperando ônibus para os seus trajetos dominicais, crianças, casais de namorados, quase todos saudando, festejando a nossa passagem.

Como sempre, ainda alguns motoristas agressivos, desrespeitadores das mínimas regras de conduta doméstica, a ``tirar fino``, buzinar, como a dizer: “saiam da frente que a rua é só minha!” “ To com com pressa..” Acostumados com esta convivência, que felizmente tem melhorado, nada que nos assustasse ou inibisse nosso propósito de seguir em frente.

Fomos compensados pelas saudações de outros, respeito ao nosso pedal e até acenos de apoio, dando-nos a certeza de que nem tudo está perdido. Enquanto houver estas pessoas sensíveis ao seu semelhante, há esperanças, sim.

A nossa parte buscamos fazer, obedecendo às normas de trânsito, levando mensagens de respeito a todos: motoristas, ciclistas, motociclistas, pedestres.

Sendo domingo pela manhã e um dia nublado estavam as ruas mais livres de carros o que nos permitiu uma chegada aproximadamente às dez horas, bem mais cedo do que prevíamos.

Enquanto isto visitávamos a sede da Associação dos Moradores, que tem foco maior para os esportes, notadamente futebol, danças, cultura, sob o siceroneamento do Barbosa, líder comunitário, “olheiro” de atletas do futebol.

Vários times de adultos participavam de um campeonato e, na sede da Associação, um grupo de adolescentes e crianças participavam de ensaio de danças.

Nosso grupo se espalhou pelas barracas e bares para os costumeiros bate papos, descansos, reidratação com água, cervejinha, merenda.

Visitamos a “Bica de Itacaranha”, um prêmio da natureza para os moradores vizinhos que, segundo seus depoimentos, testada por técnicos habilitados, é ainda pura, própria para o consumo e muito serve à comunidade, especialmente quando falta água da Embasa nas casas da redondeza.

Um grupo está envolvido em trazer de volta aos estádios o REDENÇÃO FUTEBOL CLUBE. Se não para grandes espetáculos, pelo menos como entidade destinada aos ensinamentos do exercício da cidadania, criação e manutenção de escolas de futebol. Vontade do grupo é que não falta.

Obrigado a todos que participaram. Sentimos a falta do querido George que, mesmo não tendo pedalado, participou ativamente do sucesso do passeio, telefonando, agregando pessoas para que JABUTI VAGAROSO fizesse mais este.

E ao Gilson Cunha que, igualmente não pedalando, marcou sua presença com a vontade permanente de ajudar nossas atuações ciclísticas e reforçar o convite para estarmos no seu passeio de 16/09, PORTÃO/BOMFIM.

(Por Valci Barreto)













JABUTIS VAGOROSOS- Grupo de Passeio Ciclistico-PERFIL


valci barreto, advogado, cicloativista, editor do
BIKEBOOK.BLOGSPOT.COM
MEU ZINE, DO SITE MURALDEBUGARIN.COM

colaborador do muraldebugarin.com


Gostando de passeios lentos de bicicletas, de utilizá-los para pequenas compras, visitar amigos, inclusive em hospitais, bares, restaurantes, livrarias, museus, lojas de livros usados, antiquários, distribuição de panfletos sócios educativos e, sobretudo ,usar a bicicleta para melhor contemplar o pedaço, por menor que seja, do nosso mundo, o advogado e cicloativista VALCI BARRETO, residente em Salvador-Ba, criou o passeio ciclístico JABUTIS VAGAROSOS . Este não é apenas um passeio : é uma forma de ver , sentir, estimular a vida, o olhar,aguçar os sentidos, realizar as contemplações de pequenas coisas e espaços que o trânsito, o stress , a pressa e correrias não nos permitem. Visitamos bibliotecas comunitários, levamos livros para doações, compramos livros e revistas usadas nos sebos da cidade e temos a maior paciência com qualquer pessoa que queira pedalar, que queira iniciar-se no mundo dos simples passeios de bicileta.

A opção pelo lento, não decorre de indisposição para a corrida, ou por não acolher atletas do pedal. Nele aparecem eventuais atletas que percorrem longas distâncias ou curtem velocidades elevadas. Há destes também no nosso grupo. George Argolo, por exemplo, já percorreu 600 km de Ouro Preto a Paraty, em bicicleta. E é um dos mais entusiastas membros dos JABUTIS. Dimitri, competidor em várias modalidades esportivas, deu-nos a honra de uma pedalada e garantiu-nos retornos futuros. Diógenes Evangelista, advogado, apaixonado por leitura, bicicleta e cavalgada, é um dos mais presentes. Itana Mangiere, de grandes trilhas em Salvador e Pará, eskribiker, é 'JABUTI INTEGRAL";Lázaro, do NATURABIKEAÇAO, que comumente realiza pedais de mais de cem quilômetros, é um dos mais presentes no Jabutis. Lu Saraiva, amante de longas distâncias e velocidades, do site amigosdebike.com.br, e do passeio do mesmo nome, já pedalou conosco em mais de uma oportunidade. A professora Luzia Teles, que faz longas distâncias em pedais de cicloturismo, uma das fundadoras do PEDALDELAS, é JABUTI de corpo e alma. Porém, quando estão no JABUTIS, todos deixam de ser os grandes corredores e atletas do pedal para abraçar o espírito lento e bem humorado de pedalar. Com outras indumentárias, os parceiros, ou meros visitantes, acolhem o nosso ritmo: sem stress, sem pressa, sem velocidade.

O Jabutis, muitas vezes, é simplesmente uma pessoa que, solitàriamente, sai pelas ruas de Salvador "fazendo um Jabuti por aí".

Prima pelo horário combinado para o início do pedal: não espera por ninguém, por mais importante que seja para o grupo. Não adianta ficar, comum entre nós baianos, ligando :"Espere", "Tô saindo". "Tô chegando", " Me aguarde". " Me ligue quando estiver saindo"; o jabutis, simplesmente , não aguarda. Abrem-se exceções raras, óbvio: acidente antes de chegar ao encontro, um pneu do companheiro que fura, uma bicicleta que quebra no trajeto até o local do encontro.

Outra característica do JABUTIS é o bom humor, a tranquilidade, o jeito jabuti de ser: os estrassados, a turma do "vamo vamo", "tá na hora", " tenho que ir ver minha mulher,gato, filho, ......" São, mesmo antes do início do passeio, desconvidados.

O horário da saída é pontual. O do retorno, jamais. Pode-se, antes ,ou durante o passeio, combinar tudo, até a volta de cada um. Mas este não poderá atrapalhar o trajeto dos demais. Ele pode voltar só. Se for iniciante, e afirmar: devo voltar tal hora, ou afirmar: tenho que retornar tal hora e será, do mesmo jeito, acolhido e respeitado. O Jabutis até leva o ciclista em casa. Mas este privilégio é apenas dos iniciantes, ou de quem apresenta algum imprevisto incontornável. Se também não agüentar o pedal, terão o devido respeito: Pára-se, espera-se a recuperação. Os inquietos podem seguir o seu caminho. Quem não tiver paciência de esperar , não é JABUIT. Há outros passeios para estes. Se a agonia, a pressa, o stress o "tenho que ir embora," chegar para alguém, no curso do passeio, sem problema: Pode seguir seu caminho. Mas deixe o Jabuti ser sempre Jabuti, durante todo o passeio, especialmente na hora de esperar quem não agüentou . Este jamais será abandonado , censurado ou impelido a voltar para casa. A preferência, a atenção é para quem não agüentou. Jamais para o apressado.
Para os que não agüentam, chamamos um táxi, da Ligue Táxi. Esta empresa , em nossa experiência, jamais nos deixou sem a atenção de um taxista. A empresa, o taxista, não tem obrigação de levar bicicleta. Porém, fazemos o pedido dizendo que temos um bicicleta para conduzir de tal a tal lugar. Nunca fiquei sem táxi nestes momentos.

O grupo é aberto a qualquer pessoa, mesmo que pedale apenas dez metros. E pode ir com qualquer bicicleta, velha, nova, cara, barata, com ou sem marcha. Quando o passseio é pelo centro de Salvador, O Jabutis pefere até as mais velhas, usadas, enferrujadas e sem marcha, com espelho retrovisor, descanso e cestinha ou bagageiro para condução dos apetrechos: água, livros , alimentos para alguma entidado ou panfletos sócio educativos para distribuição. O Jabutis pede apenas que revisem as bicicletas antes da saída para evitar paradas desnecessárias. O que não pode é o mal humor, a falta de respeito, a pressa, o grito, a buzinada . Nem pensar nestas, a não ser as baixinhas, tipo de sorveteiro de rua, ou pipoqueiro. Nem insista. Andar correndo, ultrapassar batedor, são "crimes" imperdoáveis, "inafiançáveis" para os Jabutis.

Não tem dia certo para acontecer. Mas normalmente acontece aos sábados, domingos e feriados pela manhã. Os avisos são dados nas quintas feiras pelos comentários dos sites: muraldebugarin.com, amigosdebike.com. Sincronia.

Quando não está anunciado é porque pode haver um Jabuti não aconselhado para iniciantes. Ou um com fim e pessoas especificadas.É que jabuti, mesmo com toda a sua vagarosidade, muitas vezes vai para mais longe , como Guarajuba, Práia do Forte, Ilha de Itaparica, Nazaré das Farinhas, Valença. E, qualquer dia , irá a Jaguaqura. Neste caso, não pode acolher pessoas que não estejam em condições físicas de, mesmo devagar, percorrer tais distâncias.

Quem quiser saber se vai ou não haver Jabuti e queira participar, só há um meio de comunicação: nossos sites, muraldebugarin.com, amigosdebike.com.br , sincronia, ou através do e mail valcibarretoadv@yahoo.com.br

Depois que você se incorpora ao grupo, fica sabendo por outros meios;

Se você é JABUTI, será sempre nosso convidado. Participam pessoas de qualquer idade, credo, cor, condição social, basta ter educação, respeito ao seu semelhante, cultuar a paz, o bom humor e ter uma bicicleta que rode, ainda que apenas dez metros. Outra coisa fundamental: Não adianta chegar atrasado ao local e horárío marcado: Jabutis não vai esperar. Nem vai ficar ligando para você e companheiros perguntando se vem ou se não. Jabutis pode até ter roteiro. Mas, neste caso é anunciado antes. Porém, normalmente não há qualquer roteiro pré fixado: Nosso olhar, desejo, curiosidade é quem vai nos conduzindo.A única coisa certa é o horário e local da saída.

No BIKEBOOK.BLOGSTOP.COM, e no MEU ZINE, há uma foto do Jabutis Vagarosos distribuindo um informativo: FIFÓ 21, parando para conversar com um artista da rua, na Vasco da Gama. A arte, como a do rapaz da foto ,sempre será apreciada por nós. O mesmo respeito que toda a humanidade devota a um Picasso, Matisse, Michelangelo, ao nosso querido Bel Borba, Jabutis Vagarosos,atribui ao artista da rua em respeito a ARTE.

Se você tem interesse em distribuir panfletos de festas, serviços, shows, comércio, fazemos , gratuitamene, a distribuição. Não cobramos absolutuamente nada. Pedimos, apenas , que nos autorizem usar , neles, as mensagens de nossas ações cicloativistas e filantrópicas no espaço que for possível, do seu próprio panfleto. Não distribuímos propaganda de bebidas alcóolicas, cigarros, drogas, legalizadas ou não.

Entre as ações do JABUTIS: distribuição de panfletos socioedutivos, participação em todos os pedais beneficentes, cicloativismo permanente, cicloturismo, estímulo à leitura, proteção ambiental, exercício da cidadania, distribuição de livros para bibliotecas comunitárias, participação em ações políticas relacionadas ao mesmo tema.

Realizamos, anualmente, o "BICICLOTECA," destinado a levar livros para alguma biblioteca comunitária, escolhida prèviamente. E pleiteamos, permanentemente, junto ao poder público baiano, ações voltadas para o uso da bicicleta como meio de transporte.


valci barreto, advogado, cicloativista, editor do BIKEBOOK.BLOGSPOT.COM; do MEU ZINE,
colaborador do muraldebugarin.com

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

“PEDALDELAS”, VAI BOMBAR!!

Valci Barreto,

Editor do Meu Zine, Bikebook.blogspot.com
Colaborador do muraldebugarin.com


Formado por ciclistas de largos costados, da mais alta estirpe de beleza, simpatia, competência, generosidade, espírito de cidadania, aliado à sensibilidade, cheiro, voz, ternura e doçura feminina , e muita garra para o pedal, como Luzia Telles,Luzinete, (CRA), amigas da periferia e do centro de Salvador, veio à luz ,neste mês de fevereiro de 2008, mais um grupo de passeio ciclístico baiano; trata-se do “ PEDALDELAS.”

Contaremos a história depois.

Apesar de formado tão somente por mulheres, os homens são também convidados para participar dos seus pedais. Porém, os marmanjos ficarão atrás, guardando uma certa distância regulamentar. E, nos passeios, somente as mulheres poderão usar as camisetas da sua marca. Os homens serão sempre convidados. Mas para admirar, estimular, abrir as portas dos restaurantes e pagar a conta...
Para o batismo do PEDALDELAS, que será no dia 24.02.2008, estamos pedindo a todos: homens, mulheres, crianças, idosos, que gostem da magrela , para participar do batismo do grupo que será um pedal com ínicio às 07 da manhã em Periperi, parada no Dique do Tororó , às 08 horas, onde receberão os componentes do Centro de Salvador e seguirão até o Parque da Cidade, onde assistirão ao show do dia. Pedimos a todos para comparecer ao Dique do Tororó ou nos locais de passagem do grupo, para prestar-lhe as boas vindas, e seguirmos juntos até o Parque.

Pedimos a gentileza de divulgarem em rádios, folders, mosquitinhos, encaminhando e mails para os seus contatos. Um pedal a mais será sempre algo de positivo para todos nós. Pedimos o empenho para que o BATIZADO seja lembrando como uma coisa boa, bonita, organizada, estimulante, alegre e festiva.

Manteremos todos informados através do muraldebugarin.com.

OS MARMAJOS, MULHERES, ADMIRADORES, PEDALANTES OU NÃO, PODEM LEVAR PRESENTES, FLORES E PERFUMES QUE SERÃO BEM ACEITOS. Todos poderão seguí-las , por todo o passeio; mas os homens vão atrás. E nem adianta Jorge do Apito, ou Reginaldo, pretenderem a posição de batedores. Pois serão apenas batedoras; e a equipe já está a postos.
OU SEJA, DE HOMEM, A COMPAHIA, PRESENTES, FAIXAS, PERFUMES E O PAGAMENTO DAS CONTAS... é o romântico, civilizado, recomendado e aceito, mesmo pelas feministas mais radicais.
Todos lá, então.
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Estarei lá e prometo levar flor e perfuminho para elas.
Como sempre, muraldebugarin.com estará presente para as fotos e divulgações. Elas merecem.
Bikeabraços e votos de sucesso para este grupo de cores, perfumes luzes,doçura , ternura , graça e garra da mulher cicloativista.PEDALAR É PRECISO.

contatos com luzia e ou Luzinete: 87542662 99260138 32172588.

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PARTICIPE DOS PEDAIS E AÇÕES EM FAVOR DAS BICICLETAS NAS RUAS DE SALVADOR, veja como, no muraldebugarin.com e seus links.
Abra galeria de fotos, do mesmo blog.
Apoio, bikebook.blogspot.com

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

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DE ITANA MANGIERE PARA O BIKEBOK.BLOGSPOT.COM


AS FOTOS ESTÃO POSTADAS NO MURALDEBUGARIN.COM EM "GALERIA DE FOTOS"
Pessoal,

Segue uma seleção de fotos que fiz para vcs. Foram mais de 2.000 fotos somando as imagens de todas as câmeras dos expedicionários participantes.

Ainda estou preparando o texto final sobre a Expedição Challenge Araguaia Tocantins para enviar para nossos sites.

Inicialmente gostaria de dizer que o Estado do Tocantins é LINDO. E melhorou ainda mais após a divisão do Estado de Goiás. As estradas de asfalto são novas e perfeitas, o povo é acolhedor e as belezas naturais .... ainda estou procurando palavras pra definir tudo o que vi e senti.

Essa experiência cicloturística foi, para mim, uma superação de limites como a força física, vencer os pensamentos de desistência, a dor do atropelamento que sofri, superar os medos, transpor terrenos difícies, altitude, lama, calor, chuva, o sono, a convivência com pessoas de credos, idades e interesses diferentes, que a linha do horizonte é longe mas que até lá tem muita coisa para conhecermos, descobrir que o melhor lugar do mundo somos nós que o fazemos (basta preservar), praticar o respeito e a solidariedade.

A ação social que realizamos em Riachinho/TO, doando material escolar para a escola pública municipal deste município, foi gratificante. As crianças estavam nos esperando ansiosas e se divertiram conosco. Fomos um exemplo de esporte e cultura para o futuro daquela comunidade mirim !

Descobri que correr de onça no meio do mato, dá medo. Mas correr de ladrão com revolver na cidade, dá muito mais medo e é vergonhoso, pois somos da mesma espécie dividindo o mesmo ambiente.

Esse Brasil é lindo (verde e amarelo) e quero conhecer muito mais dele.

Bjos
Itana Mangieri

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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

DE Itaninha, correspondente editora do bikebook no PARA:

Itaninha 11/02/08 11:33:32

Valci, George, Xan, Lu, Bigodudo, Fernandinho, Garoto Enxaqueca, Buga e todos meus amigos desse universo ciclístico:

Essa expedição foi emocionante. Valeu a pena e já quero repetí-la. Depois que eu enviar as fotos, acho que terei companhia baiana na próxima expedição ... rsrsrs
Valeu subir ladeira de pedras empurrando bike, valeu o atoleiro, valeu correr de onça, aranha caranguejeira e de cobra no meio do mato, valeu os banhos de igarapés cristalinos, valeu dormir numa barraca alagada pela chuva (rsrs), a recepção e o carinho das prefeituras, etc ...
Sem esforço, sem recompensa !
E a recompensa foi conhecer mais amigos pelas estradas onde passei e a Chapada das Mesas – no Maranhão. Que não deixa nada a desejar para a nossa Chapada Diamantina (que tanto amo).
As cachoeiras são cinematográficas - especialmente a “Santuário da Pedra Caída” !!!!!
Cicloturismo é emocionante e as riquezas naturais desse nosso Brasil são maravilhosas !!!
Enviarei as imagens o mais breve possível. Assim que o trabalho der uma brecha eu envio. Estou ansiosa em dividir essa emoção com vcs todos.

A EART organiza trilhas quinzenais no Pará e ontem teve uma para iniciantes (Trilha do Cupuaçu- 20 Km e muito atoleiro ...rsrs) com 104 participantes. Um sucesso !
É a nossa magrela conquistando espaço também no mato !!!!! uauauauau ...

Bjokas ! e muita saudade

Itaninha

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participe de passesios ciclististicos em Salvador. Veja como, neste blog.

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abra o blog: muraldebugarin.com, muitas fotos de eventos ciclisticos. veja em galeria de fotos

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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

MINI JABUTI SOLITÁRIO DO CARNAVAL DE 2008.

Valci Barreto

Editor do bikebook.blogspot.com



Não deixei de gostar nem de brincar carnaval. Estou dando uma trégua. E, não viajando, dou uma passadinha em algum camarote, já que “a avenida não me pertence mais”.

Não festejem os concorrentes; ainda não me aposentei. Estou inteiro para enfrentar uma caminhada, dentro do Camaleão, em todo o seu trajeto.

O que me impede , em verdade, é o sofrimento para entrar e para sair do Bloco, causado pelos “animais” que sempre estão na rua para fazer dela o ambiente para revelar sua má formação moral, roubar, assaltar, violentar, agredir.

Para mim, não vale a pena atravessar os verdadeiros “corredores poloneses “ dos marginais, que nos espreitam a cada metro da pista, mesmo que seja para ouvir o Chiclete que continua me emocionando, especialomente nos carnavais. Antes de escrever esta parte do texto, tive o cuidado de ouvir outras pessoas, a fim de me certificar se não estava acometido do “pânico de multidão”. Felizmente não é o caso: muita gente se afastou da festa, até mesmo pessoas novas, por este mesmo motivo.

Óbvio que não tenho mais vinte aninhos. Também não cheguei aos oitentinhas. E, como a vida oferece tanta coisa boa, mesmo fora do carnaval , principalmente para quem ama outras coisas, como esporte e leitura, preferi fazer um Jabuti nas manhãs de carnaval, inclusive nas antecedentes.

Ficando eu em Salvador, mesmo se for para a folia, sempre pedalo nas manhãs dos dias de carnval. E também sempre li e trabalhei, ainda que menos, nestes dias. E ,mais que tudo isto, sempre pedalei nas manhãs de ruas fechadas ao transito, desde a Praça da Sé até Ondina.

Normalmente saio sozinho, vez que é difícil agendar, fazer coincidir meus horários com os dos meus companheiros de pedal. E também porque nem sempre estou certo de que alguém vai querer pedlar, com ruas vazias de carro, em rítimo Jabuti; ainda mais na companha de uma bicicleta velha, enferrujada,sem marcha, como são as que prefrio nos meus jabutis urbanos.

Assim, pedalei nas manhãs de quinta , sexta e sábado, em Salvador, fazendo o percurso Barra/Rio Vermelho, com várias voltas pela região.

No dia dois de fevereiro, também no pedal, levei flores para Yemanjá, antes da chegada dos inimigos da paz, pedindo-lhe para deixar um pouquinho o azul do mar, nos visitar e nos proteger contra os tormentos que nos causam os motoristas, notadamente de taxi e ônibus.

Após, voltei para casa, retornando à tarde para a feijoada do vereador Everaldo Augusto, onde estavam seus eleitores, deputado Álvaro Gomes, o assessor Cleber , Gilson Cunha , Rafaela e seus filhos.

Aproveitei para dar uma olhada na rua, em frente à do vereador , onde estavam reunidas pessoas bem animadas, com charangas, intelectuas, políticos, muita gente de branco, fazendo a sua festa muito particular.

Despedi-me de tudo e no dia seguinte segui para Guarajuba. Tinha intenção de fazer um bikebook por lá. Logo que cheguei, em torno de 16 horas, fui à JK BIKE , na entrada de Monte Gordo, e aluguei uma bicicleta,dez reais a diária, o que sempre faço quando não levo a minha magrela.

Como não estava na companhia de George, que só pedala comigo se eu estiver com uma bicicleta acima de cinco mil reais, ainda que seja a dele, emprestada, aluguei a de sempre: simples, velha, enferrujada, mas revisada, rodando normalmente, sem marcha.

Já comecei meu Jabuti ali mesmo. Circulada por Monte Gordo, dei uma passada no KI PICOLÉ , do senhor Cláudio, logo na entrada daquele povoado, Guarajuba, chegando em casa, no Genipabu Summer House, às 19 horas, aproximadamente, cheio de alegria, bons pensamentos e certeza de que faria o mesmo no dia seguinte, para mais longe.

Era meu treino para o pedal que faria no dia seguinte para Práia do Forte ou Ymbassay.

Amanheci com mais vontade de ler do que de pedalar. Iniciei, então, a leitura de "Os Irmãos Karamázovi, Dostoiévski, Editora Nova Cultural, até o meio dia. Almoçei, e em seguida fui realizar uma experiencia: pegar um ônibus para Práia do Forte e ali fazer o meu Pedal. Pedalei um quilometro e meio até a frente da entrada de Guarajuba para pegar um ônibus da Linha Verde. Sem qualquer dificuldade o cobrador pos minha magrela no bageiro ,cobrando uma taxa de dois pela condução da bicicleta e mais um real e oitenta centavos da minha passagem. Desci em Práia do Forte e fui, pela Vila, pedalando, parando, conversando, jabuticando. Atraído por livros nas prateleiras, e pelo nome da loja, entrei na JARDIM DAS LETRAS-Artesanato, Tabacaria e Cultura,(36761323 99756340), recentemente instalada por um casal de paulistas, muito simpáticos e atenciosos que mantifestaram o desejo de continuar na Bahia. Dei as boas vindas, votos de sucesso, retornando ao pedal. Mais umas pedaladas, Sol menos intenso, iniciou o retorno para casa, no pedal. Pistas largas, com acostamentos, pouco movimento de carros, não senti qualquer perigo.

Dei uma entradinha e circulada no povoado de Barra do Pojuca , onde se organizava a saída do que seria uma “caminhada da cidadania, ou caminhada da paz”, coisa assim, com carro de som e alguma pessoas fantasiadas dos mais variados personagens.

Parei em um supermercado para comer uma bananinha, madurinha, acompanhada de uma “rapadura de caju”, que não conhecia. Antes de degusta-la, li, o que sempre faço para saber a orgiem da indústria. Como era do Ceará, provei. Não era uma coisa gostosa. Mas também não era repugnante. Não morri , não tive dor de barriga, de sorte que ali voltarei para degustá-la mais vezes, na companhia de mais uma bananinha.

Dia seguinte, vou visitar casa de amigos em Guarajuba, com Ró. Aí não pode ser de bicicleta. Lá tive a surpresa de encontrar meu amigo de infância, de colégio, conterrâneo Carlos Eduardo Nery, médico e fazendeiro bem sucedido em Vitória da Conquista.

A conversa não poderia ser outra: bicicletas e livros, amigos, Jaguaquarenses, São João, apesar de estarmos no reinado do magro momo. Carlos Eduardo, Dudu, é um leitor voraz. Quando o encontrei, estava na rede, com os olhos pregados em As Mil e Uma Noites, afirmando que está lendo ou relendo os clássicos da Literatura Universal.

Entre os proveitos da conversa, ouvi as suas experiências de viagens que fez a Europa e Estados Unidos, a respeito de bicicletas:

Um lugar que escolheria para morar: OXFORD, na Inglaterra: quase todo mundo, de todas as idades, vão para todos os lugares de bicicleta.

Um brasileiro, filho de alemães, que se casou com uma sobrinha dele,
atualmente morando na Alemanha, vai todos os dias para o trabalho de bicicleta. ( e não é gente pobre não, viu, leitores?), pedalando , 40 km para chegar ao trabalho e mais 40 para retornar para casa.

Querem algo mais?

Tanto as bicis de Oxfort quanto a que o sobrinho de Dudu usa como meio de transporte, na Alemanha, são enferrujadas, velhas, e não têm marcha; acrescentou Dudua, depois da queixa que fiz do amigo George Argolo: "Diferente de seu amigo, ninguém lá exige que seu companheiro de pedal tenha uma bicicleta nova, de marcha, nem lhe " olha atravessado" por usar uma bicicleta comum."

Tendo alugado uma bicicleta comum, sem marcha, enferrujada, não teria coragem de chamar amigos meus, como George Argolo, para pedalar comigo em Salvador nem pela Linha Verde neste Carnaval, mesmo que lá eles estivessem. Todos iriam , como fazem a grande maioria dos nossos conterrâneos baianos, “me olhar atravessado”.

Por isto, mais um pedal solitário em Salvador, nas manhãs de carnaval, Guarajuba, Monte Gordo e Práia do Forte. E não foi a bike , velhinha, que me impediu de chegar a Ymbassay; porém a dedicação do resto do tempo, para a leitura, contemplação, a escrita desta pequena resenha, o aprendizado com o amigo Dudu que me deu ainda uma bela notícia: A Cidade Serrana, está com milhares de bicicletas sendo usadas como lazer e , principalmente, meio de transporte. Com ou sem marcha, caras ou baratas, as bicicletas estão ajudando as pessoas a viver melhor naquela cidade. Citou ainda, que o mesmo está acontecendo em Feira de Santana, Jequié e Cruz das Almas,cidades pelas quais passa ou visita, como exemplos maiores. Festejei a notícia. E pensei: nosso planeta agradece.

Quanta coisa boa acontecendo fora das cordas do carnaval, graças a livro, boas amizades e pedal, mesmo em bicicleta usada, velhinha e sem marcha!

Comprem e usem de todos os preços, mas não olhem “atravessados” para minhas “magrelinhas”. Elas me fazem muito bem. O mesmo que me faz os livros usados, velhinhos, do "Seu Alfredo", da Sete Portas.

E continuo amando, também, carnaval, Camaleão , Chiclete com Banana e Zeca Pagodinho. “Deixa a vida me levar,”... pelos caminhos dos livros, da bicicleta , da saúde , da paz e das amizades!

Só faltou uma coisinha: Não teve foto!

Publicado no muraldebugarin.com
Bikebook.blogspot.com

domingo, 27 de janeiro de 2008

JABUTI, CAFÉ, CENTRAL DO CARNAVAL e JOÃO UBALDO
Valci Barreto



Editor do
Bikebook.blogspot.com



Na sexta à noite recebi um telefonema do novo amigo do pedal, César Brasileiro, Juiz de futebol, também auditor de empresas, fazendo-me um convite tentador: visitar Rubem Pinheiro, filho do grande ciclistas baiano que, de 1927 a 1929, pedalou de Salvador até Nova York, em uma bicicleta Opel , sem marcha, semelhante às barras circulares e barra forte de hoje.

Após o nosso encontro, que aconteceria , e aconteceu, na séde dos Correios, na Pituba, iria fazer outras tarefas. Por este motivo, preferi ir de moto. A intenção era ter uma conversa com o Rubem, a respeito da história do seu pai e da intenção dos ciclistas baianos de homenageá-lo. Pontualmente, como mandam nossos figurinos, estávamos no local combinado. César chegou com sua esposa, amante de pedal e livro, bibliotecária Cláudia.

Fomos, como sempre, muito bem recebidos pelo Rubem, na feira de selos, moedas antigas, cartões telefônicos e postais que acontece todas as manhãs de sábados, das nove às 12 horas, da qual participa vendendo , comprando, trocando estes itens para colecionadores.

O Rubens é de uma finura, tranqüilidade e educação contagiante. Sua paixão é a mágica, já tendo sido profissional nesta área; e colecionismo, atividade que mantém há longos anos, inclusive fora do Estado da Bahia.

A conversa foi muito fácil e proveitosa. Tem relembrado o César que, na sua infância, conheceu a casa onde morava a família do Rubem, em Brotas, para onde ia, com certa freqüência, levado pelo seu pai, recordando ainda que via fotos, reportagens, cartazes, documentos, diplomas nas paredes da casa a respeito da viagem ciciclística do baiano, e um o título “ O Herói Esquecido”. A conversa com o Rubem trouxe para o Cesar outras lembranças das conversas e cenas a que assistira naquela casa.

Cumprida a missão com Rubens, conversado sobre bicicleta, literatura e projetos que pretendemos implementar, divulgar, despedimo-nos na certeza de que César já está envolvido nos pedais e ações cicloativistas, acompanhado da sua esposa Cláudia, falou das recordações da sua infância, sempre cheias de emocionantes pedaladas em Ribeira do Pombal , onde nasceu.O filho do casal já participa dos pedais da ASBEB.

Do encontro,não tenho dúvidas dos frutos que resultarão para todos nós que amamos o pedal, os livros, os esportes, a amizade.

Despedi-me do casal, dirigia-me para casa, quando vejo um colega de Profissão, Arnaldo Cajazeira, pedalando em direção à ALBANY. Guinei a moto para estacionar, pois não perderia a oportunidade para fotografar.A final, nossos colegas conhecem o advogado, mas não o pedalante. E o Buga não iria perdoar o texto sem a foto.

Não estava na programação, mas não resiti ao café da manhã servido na Albany: banana da terra, cozida e frita, ovos mexidos, frutas, batata doce, farofa, carne do sol e de fumeiro e outras iguarias irresistíveis.

Senti a falta dos queridos itana, pelo pedal e pelo café, Lázaro, Luzia , entre outros, e de George Argolo que, jutamente com Carlão risadinha, " se mandou " para a festa e a maniçoba de Santo Amaro. Hospedam-se na casa de Leninho, o maior “batedor “ de passeio ciclístico do planeta. Vinguei-me deles, no café da Albany. Delicia! E do jeito que gosto: você come e paga o que a balança disser que é para pagar.

Deixei com o segurança da Albany, para ser entregue ao seu propriétário , Sergio Beleza, panfleto dos nossos passeios, com as recomendações para doação de livros e indicação de locais que os recebe. E ele já escreveu-me: “vou mandar livros para as entidades que você recomendou.” (Eu sabia disso , meu caro Sergio!)

Barriguinha cheia, paladar trazendo boas lembranças, dirigi-me à Central do Carnaval, no Centro de Covenções. Não fui apenas ver as maravilhas que eu já imaginava estarem ali instaladas, esperando pelos foliões de todos os cantos do pais.

Fui visitar a querida Claudinha, que pôs, no mesmo local, onde acontecem as feiras e exposições, o café DONA XICA.

Tomei o café, com suas gostosas empadas , e as informações para dar aos nossos leitores.

Colhi de Claudinha o seguinte: O café é aberto mesmo para quem não vai comprar abadá ou tratar de assunto de carnaval. O acesso é livre a qualquer pessoa. Ou seja, é apenas um local para servir cafèzinho, um local de encontro, com salgadinhos, refrigerantes, mas com um ingrediente não comum em outros cafés, além do sabor: ver as meninas bonitas das lojas da Central, o titi da festa, os visitantes , o movimento da Central, que antecede o Carnaval.

Aí está o aviso: vá tomar um cafèzinho com Claudinha no DONA XICA, no Centro de Covenções , no mesmo local onde estão instaladas as lojas da Central do Carnaval e de distribuição de Abadás. Há lojas, com produtos da Central, à venda para qualquer pessoa.

Após o Carnaval, qualquer pessoa ou evento, pode fazer uma parceria e ter a companha do DONA XICA.

Colhemos ainda a seguinte informação: Os pais de Claudinha, de Salvador, apaixonaram-se pelo Vale do Jiquiriçá e hoje tem uma fazenda, no Município de Ubaira, dedicada ao plantio de rosas.

Prometemos fazer O PEDAL DAS ROSAS, para visitar flores que alimentarão os romances , paixões, lembranças e promessas de amor infinito.
Cumpridas estas missões, restava mais uma: assistir ao bate papo entre platéia e João Ubaldo Ribeiro, no ICBA, que aconteceria às 15 horas.

Aí não deu outra: tinha que ser de bike. Não poderia deixar minha magrelinha penando na garagem, morrendo de ciúmes e tristezas pelo desprezo de quase um dia.

Alegrezinha, conduziu-me até o escritor. Na platéia encontrei o vereador Everaldo Augusto, com quem conversei o óbvio: pedal, política e literatura tema que estuda o vereador; colegas de profissão, Guido, colecionador de discos de vinil; Melquiades, advogado da Petrobrás e sua esposa Silvana, funcionária da Justiça do Trabalho, toda produzida, com um lindo boné adquirido ali mesmo, na Feira Hype.
Como sempre ,no local, nas tardes de sábado, a presença do João , da Diadorim, loja de livros usados.

Feitos clicks, sempre exigidos pela minha vontade e pelo Bugarin, assistido o bate papo do grande escritor baiano, retornei. Na saída, passa Aninha - ANA BIKER - e seu esposo em erro grave: estava de carro, em uma tarde de sábado! Mau exemplo, heim Aninha!

À noite, uma leiturinha básica e o sono, certo de que, mesmo pedalando bem pouquinho, foi mais um dia em favor dos livros e das magrelas.

Não fiz, mas tive vontade, de fazer um pedido:

“Ubaldo, dê uma pedalada pela Ilha de Itaparica e escreva uma cronicasinha sobre ela. Será um grande serviço que voce prestará à nossa causa! A gente lhe segura, empurra e esta parte a gente jura segredo eterno.
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PUBLICADO NO MURALDEBUGARIN.COM
e
bikebook.blogspot.com


Entre os participantes do Pedal do Cortejo, cujas fotos estão em muraldebugarin.com, em "galaria de fotos, estavam as paulistas Daniiele e Mara de quem recebemos o carinhoso e mail,:

"Muitas aventuras ciclisticas por essa terras do Senhor do Bonfin?
Gostei muito de conhecê-lo e também a toda turma....pedalar com vocês naquele dia e principalmente naquele contexto foi uma experiência maravilhosa para mim.
Ainda estou na Bahia, parto para São Paulo dia 02 de fevereiro, esqueci de devolver sua camiseta, então deixo com Daniela e quando vocês marcarem outra pedalada ela te devolve.
Obrigada pelo carinho e atenção.
Bjo
Mara Paixão"




Muito obrigado Mara, bom retorno, volte sempre e , onde estiver, pedale e não se esqueça que estaremos sempre de braços abertos para voce e seus amigos.

Quanto à camiseta, é uma lembrança que lhe ofertamos, de coração.


Valci.

sábado, 26 de janeiro de 2008



Casamento na China, de bike
recortado do yahoo.com.br, em 26.01.2008

Ladrões de bicicletas, um "ofício" em extinção na China
Sáb, 26 Jan, 10h21



Antonio Broto Pequim, 26 jan (EFE) - Os roubos de bicicletas são um dos crimes mais freqüentes na China, onde existem máfias dedicadas a isso, e perder várias ao ano é normal para os ciclistas, mas o "ofício" parece fadado à extinção, pois os chineses têm optado cada vez mais pelos automóveis e a Polícia tem apertado o cerco aos bandidos.

As máfias de ladrões de bicicletas, que incluem especialistas em abrir cadeados, vigias de estacionamentos que fazem "vista grossa" e vendedores de lojas de segunda mão, estão em franca decadência.


Seis ministérios chineses implementaram uma dura campanha para conseguir que essas gangues desapareçam até os Jogos Olímpicos de Pequim de 2008.


O Ministério da Segurança Pública chinês revelou esta semana os resultados desta campanha, iniciada em 2007, e que conseguiu reduzir à metade os roubos em todo o país: agora são "só" dois milhões, e em três em cada quatro casos (1,41 milhão) a bicicleta foi devolvida a seu dono.


Na campanha, foram detidos 343 mil ladrões, que receberam penas de dois a três anos de prisão nos casos mais graves.


Isso representa um roubo por cada 250 ciclistas na China, o chamado "Reino das Bicicletas", que apesar do auge dos carros continua sendo o maior produtor de bikes do mundo, com 500 milhões, e onde chegou a haver um roubo para cada cem destes veículos.


Os ladrões, segundo as estatísticas do Governo, ainda preferem as bicicletas sem motor, apesar da moda das elétricas em cidades como Pequim. Assim, só 376 mil das 1,41 milhão de bikes que foram recuperadas usavam bateria.


Em Pequim, que quer passar a melhor imagem possível durante os Jogos Olímpicos de agosto, a campanha foi ainda mais intensa, e o número de roubos diminuiu em um terço: o ditado "se não roubaram sua bicicleta, não viveu nesta cidade" começa a ser coisa do passado.


Está terminando no país o crime que Vittorio De Sica narrou na Roma do pós-guerra, ou o que, muito depois, em 2001, foi retratado pelo filme chinês "Beijing Bicycle", uma jóia do cinema independente rodado por Wang Xiaoshuai e que levou um Urso de Prata naquele ano no Festival de Berlim.


Mas não só os policiais - que na quinta-feira foram condecorados por este trabalho - são os causadores da decadência deste tipo de ladrões, mas também o fato de a China estar cada vez mais se motorizando.


O parque automobilístico do país já chegou a 65 milhões, e ainda tem muito espaço para crescer, pois há apenas 50 autos por cada mil habitantes.


Em cidades como Pequim ou Xangai, a bicicleta é usada cada vez menos, à medida que estas urbes crescem e os habitantes começam a ter que trabalhar cada vez mais longe.


Apesar disso, as bikes ainda são usadas, por exemplo, para levar os filhos à escola.


Pouco espaço para as duas rodas, cujo uso foi estimulado pela China de Mao Tsé-tung nos anos 50, 60 e 70, restará dentro de três décadas, quando calcula-se que o país asiático ultrapassará os Estados Unidos e se transformará na nação com mais automóveis do mundo.


A luta contra o roubo não se centrou só na perseguição aos delinqüentes, mas também em um maior controle das vendas nas lojas, incluindo as "ershou" (de segunda mão).


Em muitas delas agora é pedida a carteira de identidade de quem quer empenhar sua bicicleta, e começou-se a colocar placas nas bikes, embora estes sistemas ainda não sejam aplicados em todos os lugares.


Também há linhas especiais da Polícia para denunciar este tipo de roubos, e recompensas de entre US$ 12 e US$ 640 àqueles que denunciem um crime que as autoridades qualificaram no ano passado de "séria ameaça para a segurança pública". EFE abc/db DEP:ESPORTES,OLIMPISMO|

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

ENGRAXATES NA PRAÇA DA INGLATERRA


Valci Barreto

Editor do bikebook.blogspot.com
Colaborador do muraldebugarin.com

Tênis, sapato de plástico, asfalto, novos costumes, afastaram os engraxates das paisagens urbanas. Mas em alguns cantinhos eles ainda resistem.

Um destes, na cidade do Salvador, é um pequeno espaço da Praça da Inglaterra, no Comércio, Centro.

Mas os que conheci são bem mais do que engraxates/sapateiros. São animadores de pessoas. Enquanto engraxam, vão contando estórias, fazendo crítica de filmes , música , brincando com os amigos passantes, falando a sabedoria da praça. Moram em bairros afastados, mas ali se juntaram na luta pela sobrevivência, organizaram-se e eles mesmos escolheram uma farda para se apresentarem como sapateiros/engraxates.

Andando de moto, meus sapatos sujam mais do que o habitual; e a profissão que escolhi, ou que me escolheu, ainda não combina com o uso do tênis e sandálias havaianas que tanto me aliviam nos finais de semana. Por isto, aproveito um tempinho do trabalho para, vez em quando, ali engraxar os meus sapatos. Mas ainda não havia tido a oportunidade de ter “um dedo de prosa” com qualquer um deles. Na última sexta, no entanto, além de ter juntado mais engraxates/sapateiros no local, a conversa estava muito animada entre eles. O elevado grau de bom humor e as brincadeiras que faziam entre si foram me contagiando, “impondo”-me o desejo de ouvi-los e perguntar algumas coisas sobre as suas vidas. Poucas conversa, mas o suficiente para trazer-me muitas reflexões. Alegrou-me tudo que aconteceu naqueles poucos minutos. Nem lembrei que estava ali, tão sòmente, para engraxar meus sapatos. Gostei do trabalho deles e da nova amizade que , tenho certeza, adquiri. Serei mais assíduo
Perguntei o nome de cada um. Surpreso com as respostas, sorri e perguntei se poderia , com aqueles “nomes” , apresentar aos meus amigos. Sendo positiva a resposta, e com muita convicção, anotei seus nomes para fornecer aos nossos leitores. Foram mais adiante, dizendo que gostavam deles.

Confiem seus sapatos àquela turma. E a sua alma. Demorem mais. Se assim fizerem saírão com os sapatos mais limpos; e, de quebra, da mesma forma , a cabeça. Pelo menos foi assim comigo. Se não acontecer com mais alguém, certamente ainda não escutaram o poeta Jorge Luiz Borges, arrependido por não sido menos "responsável " antes dos 80 anos. Se alguem dali saí apenas com os sapatos limpos, algo de errado está no dono. Jamais nos engraxates. Esqueci até a zanga que me atormentava por ter que pagar iptu, telefone. Paguei até com uma certa alegria. Só adiei a que tenho com o Tempo, que ninguém consegue pagar, nem mesmo dando toda a razão do mundo para o poeta Argentino.

A foto da turma está em “galeria de fotos”, no muraldebugarin.com.

Os nomes deles, o que conversaram? Você mesmo pergunta: É um bom começo para uma grande alegria, se voce lembrar de Fernando Pessoa, em um dos seus mais belos poemas.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

O sincronia é um grupo de ciclistas baianos que está investindo no cicloturismo baiano, notadamente nas praias do reconcavo baiano. Tem realizado passeios memoráveis que estão postadas em seu site. O site do sincronia está em link do muraldebugarin.com

O sincronia tem pedais todas as 4as feiras 21 horas e aos sabados. Mairoes detalhes em seu site.

"CICLOTURISMO DO SINCRONIA:

Toda atividade realizada com satisfação, honestidade e qualidade gera bons resulados. As reportagens do Sincronia no baixo curso do Rio Paraguaçu começam a aparecer.

Neste momento estão à caminho de Salinas da Margarida três turistas do Rio de Janeiro, Sra. Ana Moraes, Sra. Vera e Sra. Marilene, amigas de Jaime Jacob, o qual nos solicitou planejar e viabilizar esse passeio para elas, tendo em vista que as mesmas estão em férias na cidade do Salvador.

Assim, providenciamos o translado (privativo), ida e volta. Elas vão conhecer Barra do Paraguaçu / Praia da Pedra Mole, Praia do Dourado, vão almoçar (moqueca) com vista para o Rio Paraguaçu e, após o pôr do Sol retornarão ao Terminal do Ferry Boat em Bom Despacho, na Ilha de Itaparica. "
-recortado do site do sincrornia.

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terça-feira, 22 de janeiro de 2008



A Jornalista Luciana Barreto, da Revista EXAME/PME,Editora Abril, a trabalho em Salvador, tirou um dia de folga para receber sua Carteira de Advogada.
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Advogada Karla Menezes, Valci e Vicki, em um dos passeios da asbeb, 2007
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segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

carol.queiroz07@gmail.com

Advogada e fotógrafa de nascimento, "barioca", nascida em Salvador e criada no Rio de Janeiro, fui me envolvendo desde cedo pela magia das lentes e não consegui mais sair... Sou uma mulher amante do mar (filha de Iemanjá!) e da fotografia, que acabou descobrindo um desejo imenso de desfrutar e desvendar o mundo das lentes!

A fotografia surgiu na minha vida como uma forma de perpetuar um momento de observação... Adoro observar e não poderia deixar passar em branco. Talvez em preto e branco... Mas em branco, jamais!

Sou sócia do Salvador Foto Clube, onde através dele, as portas da arte se abriram na minha vida!

Esse é um pouco do meu acervo!

Exposições realizadas:

• 05/2007 - VARAL DIGITAL SOLO "PONTO DE VISTA"/BA

• 07/2007 - VARAL FOTOGRÁFICO ÁFRICA (FUNDAÇÃO GREGÓRIO DE MATTOS)/BA

• 07/2007 - EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA COLETIVA "ÁGUAS"/BA

• 08/2007 - EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA COLETIVA "BAHIA, SEUS AROMAS E SABORES"/BA

• 08/2007 - VARAL DIGITAL COLETIVO "BRASIL"/BA

• 09/2007 - EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA COLETIVA "MÍSTICA BAHIA"/SP

• 09/2007 - EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA COLETIVA "ORIGINALIDADE DO OLHAR"/BA

• 10/2007 - Varal Fotográfico Físico e Digital "Fragmentos Submersos"/BA

• 10/2007 - Varal Fotográfico Físico e Digital "É dia de Feira"/BA

• 10/2007 - Varal Fotográfico Físico e Digital "Reluzir"/BA
Arquivos digitais cruzando o planeta em tempo real e na velocidade da luz, rádios piratas e blogs nascendo a cada segundo. A efervescência da cultura de Salvador não podia ficar de fora desse livre troca-troca de informações. Pensando nisso, a midialouca convocou os respeitados músicos Lucas Santtana e Gilberto Monte para pilotarem seus laptops no próximo domingo, dia 27/01 às 22 hs na festa "BLOCO DA MIDIALOUCA" que vai rolar na Boomerangue.

Na festa, os arquivos das melhores músicas dos carnavais da Bahia de todos os tempos e espaços estarão presentes: Moraes, Dodô e Osmar, Gerônimo, Luiz Caldas e Acordes Verdes, Sarajane, Banda Reflexus, Ilê, Olodum , Muzenza, Riachão, Batatinha, Caetano Veloso, Missinho, Timbalada, Brown, marchinhas clássicas, etc., etc., etc.

Mas não ficaremos só no flashback: outros estilos que fazem o carnaval em outros lugares do mundo também darão as caras na pista. Sem bairrismos, o importante é tomar todas e balançar o esqueleto. Afinal, "já é carnaval, cidade".
A festa, na verdade, é um aquecimento para o Carnaval-Oferenda que a midialouca faz todo ano para Yemanjá, e que esse ano terá, além do cortejo, várias atrações durante os dias 1, 2 e 3 de Fevereiro. Desde que o bloco mais alternativo da cidade entrou para o mainstream, ficamos órfãos de um carnaval mais despojado e menos controlado e programado.

O Bloco da Midialouca vem trazer de novo esse frescor e tudo isso começa dia 27/01 às 22 horas na Boomerangue, a festa de lançamento do bloco.
Os ingressos, a 10 reais, já estão à venda na midialouca e na Boomerangue e são apenas 200 ingressos à venda. Corra e garanta já o seu!

Serviço:
O que: Festa de aquecimento do Bloco da Midialouca

Quando: Dia 27/01, domingo, às 22 hs

Onde: Boomerangue - Rua da Paciência, 307, Rio Vermelho, 3334-6640/3334-5577

Quanto: R$ 10,00 – à venda na midialouca e no local

Somos a midialouca, espaço cultural e loja de CDs, DVDs e livros na rua Fonte do Boi, 81 - Rio Vermelho - Salvador - Bahia, ABERTA TODOS OS DIAS (INCLUSIVE DOMINGOS E FERIADOS) de 8:00 da manhã ATÉ A MEIA-NOITE. (de quinta a domingo estamos funcionando até UMA DA MANHÃ!).
www.midialouca.com.br

domingo, 20 de janeiro de 2008

http://www.karingandsharing.blogspot.com/
"Ciclo genéticos Dino Bikers"


Texto: Itana Mangieri


A saudade aflora sentimentos. Não só os sentimentos doloridos de ausência, mas aqueles de admiração e orgulho.
Digo isso por estar longe e acompanhando os bastidores organizacionais e operacionais de alguns eventos ciclísticos desta mágica Bahia.
Alguns fatos realçam a necessidade de escrever e demonstrar o que sentimos e é assim que vou demonstrar a admiração que tenho por alguns, geneticamente experientes, Dino-Bikers: Pavese, Valci e Buga.
Outro dia voltei à Salvador e durante um pedal com o Jabuti-Mor, fomos ao hospital visitar Pavese (tomei um susto quando soube que ele estava no hospital). Tranqüilizei-me após vê-lo bem e forte aos mimos recebidos por sua filha e seu “azedume” por querer voltar logo pra casa, pois aquela hospedagem já o estava deixando ranzinza (rsrs). Foi a visita hospitalar mais divertida que já realizei ... com fotos, poses e piadas. Passados alguns meses, exatamente agora em Dezembro de 2007, recebi um telefonema de Pavese para as felicitações de final de ano. Dentre tantos telefonemas que recebi, confesso ser este um dos que mais me emocionou. E mais contente agora, fiquei em saber que Pavese já está pedalando até Sergipe.
“Professor” Pavese: - Isso não é uma simples aula. É um show de saúde e perseverança !
Sobre o outro Professor (Valci), nem posso falar muito, pois pode gerar ciúmes em George. Mas ... tôdo mundo sabe que sou fanzoca dele. Quem não conhece José Mindlin, aconselho a ler algo sobre sua paixão por livros e compreenderão a similaridade entre os dois. Almas gêmeas ! Pedalando pra lá e pra cá, ele chega lá. Na maioria das vezes com Ró, sua fiel escudeira ao lado. Cultura, eventos sociais, fotografias, sebos, shopping, teatro, exposições, inaugurações, festas religiosas, batizados (até de bonecas), carros de som, audiências públicas, confraternizações ... lá, chega ele de bike. Até em trilha esse jabuti já se meteu. Se perdeu e, Dimitri, o Garoto Enxaqueca, voltou para resgatá-lo. Sentiu-se mal devido ao calor e mesmo assim não desistiu. Continuou pedalando, fotografando e falando. Esse Jabuti me remete ao personagem infantil o Grilo Falante, lembram ? ... rsrs.
Esse é um exemplo de paixão ciclo-literária-cultural. E se o dia é de chuva ou de compromissos profissionais, ele concentra-se diante de um livro ou de um computador para exercitar a comunicação e integração entre os ciclo-sócio-amigos. Acho que as únicas coisas que o fazem se distrair da bike e dos livros são as músicas de Chico Buarque, regadas à uma maniçoba e, de sobremesa, jaca ! João, Carlos, José, Antônio ... todo mundo conhece um, mas Valci (?) ... se não o conhecem, ao mínimo já ouviram falar dele no meio ciclístico baiano e ... agora também no Norte !
Já Bugarin, carinhosamente apelidado de “Buga”, é o “redondo que desce macio” ... rsrsrs. É o gorducho “testemunha ocular” da história do ciclismo da Bahia. Pedalando ou não, ele aparece nos eventos para fotografar e publicar em seu “Mural do Bugarin”. É o site mais democrático que eu conheço. Lá é publicado de tudo ... do popular ao técnico e do básico ao sofisticado. O Mural do Buga é uma referência. Minha aula de edição do Mural com Buga foi inusitada: com seu cachorro, Quiron, latindo, mordendo minha orelha, dando patadas em minha cabeça pela janela para chamar a atenção, tentando comer minha máquina fotográfica e, juntos, saboreando um delicioso bolo de limão !
Ôôôô ... tarde gostosa !
Esses dias, Buga foi realizar um check-up, pois estava vendo tudo dobrado. Nos falamos pelo telefone e recomendei à ele olhar para notas de R$ 50,00 e R$ 100,00 ... rsrs.
Esses Dino-Bikers, cicloativistas natos e incentivadores dos pedais são meus exemplos e me orgulho do privilégio de conhecê-los ! "

....
-Transcrito do Mundodabike.blog.terra.com.br;

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salvadorfotoclube.com.br"
salvadoracontece.blogspot.com

sábado, 19 de janeiro de 2008

MURITIÇONIBUSJACABIKEJUBA -







Nesta data, outorgamos aos ônibuscicloturistas baianos, GEORGE ARGOLO e FABIO LOPES , o certificado de participantes do passeio ONIBUSCICLOTURISTA , "MURITIÇONIBUSJACABIKEJUBA" ,(Salvador/Santo Amaro/Cachoeira/São Felix/Muritiba/Salvador/Guarajuba, de ônubus e bicicleta, para comer jaca e maniçoba em Muritiba, ocorrido em dezenove de janeiro de 2008, organizado por Tio Lu e Sued)

Salvador/Muritiba, 19.01.2008.


Muraldebugarin.com
Bikebook.blogspot.com
Meu Zine

VALCI BARRETO
Representante Legal
Registrado no Instituto dos Apaixonados por Pedal.

Salvador/Muritiba, 19.01.2008.

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Participe de passeios ciclísticos e açõs em favor das bicicletas nas ruas de Salvador. Veja como, acessando os blogs e sites:

bikebook.blogspot.com
muraldebugarin.com
DE GRAÇA E PODE IR DE BICICLETA

Valci Barreto

Editor do bikebook.blogspot.com
Meu Zine
colaborador do muraldebugarin.com


Se você estiver ciculando de bike pela cidade de Salvador, há lugares que voce pode entrar de berbuna e não é cobrado ingresso. Veja alguns destes locais:


CAPOEIRA – O MUNDO DE CABEÇA PARA BAIXO – Conta a história do esporte através de imagens e textos. Diretoria de Museus – Dimus (Pelourinho). Até 29 de fevereiro. Contato: 3117-6443. ARTE E CANDOMBLÉ – Inés Perlo resgata a cultura afro-brasileira com mostra de peças desenvolvidas a partir de técnicas próprias, usando fibras naturais. Casa de Angola (Baixa dos Sapateiros). Até dia 25. Contato: 3321-4495.
A BICICLETA – Segunda edição da coletiva sobre o veículo, com a participação de 14 artistas. Panorama Galeria de Arte (Rio Vermelho). Até dia 29. Contato: 3248-0237 REVOLTA DOS MALÊS – Exposição bibliográfica sobre a insurreição dos negros hauçás nos anos de 1835, em Salvador. Biblioteca Pública do Estado da Bahia (Barris). Até dia 31. Contato: 3117-6084.
ABALOS SENSUAIS – Olímpio Pinheiro faz mostra de pinturas, desenhos e gravuras de nus femininos. Foyer da Biblioteca Pública do Estado da Bahia (Barris). Até dia 31. Contato: 3328-4555.
CULTURA DO TABACO NO RECÔNCAVO BAIANO – Através de 17 imagens, o fotógrafo Gladstone Campos registra a produção do fumo negro na região. Espaço Cultural da Câmara Municipal de Salvador (Praça Tomé de Souza). Até dia 30. Contato: 3320-0100.
THE BIG BEM – UMA HISTÓRIA DO TEMPO - O artista plástico Sandro Pimentel homenageia grandes nomes da cultura do início do século XX, como Frida Kahlo, Matisse e Picasso. Galeria do Conselho – Palácio da Aclamação (Campo Grande). Até 11 de fevereiro. Contato: 3328-6030.
AGDÁS URBANOS – Retrata elementos do candomblé através do grafite nos alguidares, pratos de barro para oferenda aos orixás. Galeria Jayme Fygura – Teatro Gamboa (Aflitos). Até 6 de fevereiro. Contato: 3329-2418.
D. JOÃO E O BRASIL – Com acervo bibliográfico e iconográfico mostram as razões que fizeram a corte portuguesa vir para a colônia. Biblioteca Pública do Estado da Bahia – Sala de Exposição (Barris). Até 10 de março. Contato: 3328-4555.
INQUIETAÇÕES – Produzir arte a partir das ansiedades geradas pelas incertezas da profissão é o tema da mostra dos formandos de graduação de artes visuais da Escola de Belas Artes da Ufba. Galeria do Teatro Iceia (Barbalho). Até 10 de fevereiro. Contato: 3117-1520.
BONFIM, FESTA DE FÉ – Através de fotografias, retrata a magia que envolve a tradicional Lavagem do Bonfim. Biblioteca Pública do Estado da Bahia (Barris). Até 4 de fevereiro. Contato: 3117-6084.
MOSAICOS NA BAHIA – O artista plástico Lui Gomes apresenta seus quadros inspirados pela cultura e religião afro-baiana. Espaço Cultural Brasil Açu (Praça da Sé). Até dia 31. Contato: 3266-3099.
POSTAIS – Agrupa fotografias e postais de Salvador, cidades do interior e arquitetura religiosa da capital e recôncavo. Museu Tempostal (Pelourinho). Contato: 3117-6383.
FOTOJORNALISMO – A associação dos repórteres fotográficos e cinematográficos da Bahia realiza mostra com 20 fotografias publicadas em veículos locais. Galeria Pierre Verger (Barris). Até dia 21. Contato: 3103-4065.
MAGNUM 60 ANOS - Reúne 35 imagens de alguns dos nomes mais conhecidos da agência Magnum, como Henri Cartier-Bresson, Robert Capa, David “Chim” Seymour, George Rodger, dentre outros. Caixa Cultural (Centro). Até dia 27. Contato: 3322-0228.
CORES DOS ORIXÁS – Trabalhos do artista plástico baiano João Martins, chamado também de “poeta da cor”. Galeria Moacir Moreno - Theatro XVIII (Pelourinho). Até dia 27. Contato: 3322-0018.
40 EM 40 – 40 ANOS EM 40 MINUTOS – Mostra de curtas que contam, através de imagens, a história do Teatro Castro Alves. Foyer Teatro Castro Alves (Campo Grande). Até 2 de março. Contato: 3339-8011.
XILO CORDEL VIVO – O cordel brasileiro é representado a partir de xilogravuras e desenhos de capas de folhetos produzidas pelo cordelista Franklin Maxado. Caixa Cultural (Centro). Até dia 27. Contato: 3322-0228.
SE DO BARRO VIEMOS – O artista plástico cearense Bosco Lisboa faz mostra de esculturas que retratam objetos comuns do cotidiano. Caixa Cultural (Centro). Até dia 27. Contato: 3322-0228.
OBRAS PREMIADAS – Os vencedores dos Salões Regionais de Artes Visuais da Bahia terão seus trabalhos expostos na 14ª edição do evento. Há visitação guiada. Museu de Arte Moderna (Av. Contorno). Até 17 de fevereiro. Contato: 3117-6065.
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sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

FESTA DO BONFIM NO PEDAL.

Valci Barreto.Editor do bikebook.blogspot.com
colaborador do muraldebugarin.com

Marcado o encontro para às 08 horas, às 7.55 cheguei em frente ao Elevador Lacerda. Lá já estavam Luzinete, sua irmã, artista plástica Kátia, fotógrafo Augusto, e as paulistas, estudiosas de música e dança Mara e Daniela. De todos, conhecia apenas Luzinete e Daniela. Esta última apenas do último passeio da ASBEB.-Enquanto planejávamos a saída, outros foram chegando. Primeiro o Tony, do amigos do Tony, como sempre com sua generosidade e simpatia, levando presentes, brindes, bonés do seu grupo para os companheiros de pedal e nos convidando para o pedal da sogra, já agendado para 17.02.2008.-Mudamos da frente do Elevador para o lado do monumento de Mario Cravo, quando aparece uma pessoa toda paramentada, estilizada, paramentada de branco, lindamente vestida, dos pés à cabeça, empunhando máquinas e equipamentos fotográficos, não deixando dúvida de que ali estava uma artista da fotografia, ou mesmo uma repórter fotográfica. Dirigindo-se ela para Augusto, perguntei-lhe se era alguém do Salvadorfotoclube, sempre presentes nestes eventos. Responde a senhora que não. Augusto informa que era sua mãe. Comemorando a surpresa, pergunto ao Augusto o nome dela obtendo a resposta: Marisa Viana. Aí não tive mais o que perguntar: tratava-se exatamente de uma das grandes fotógrafas do Brasil, com livros publicados, nomes em todas as revistas especializadas da Arte Fotográfica. Conheço Marisa de muitos dos seus trabalhos, livros, exposições , lojas de fotografias; mas naquele momento, realmente ,não a reconheci de imediato. Nem por isto foi menor a festa que fiz para a “mãe do Augusto”! Aproveitei estar ao lado do seu filho, que acabara de conhecer, e não vacilei: vamos ser fotografados pela papisa da fotografia da Bahia, o que de fato aconteceu, para nossa honra.-Assim começou nosso dia de cortejo: recebendo brindes de Tony e a Arte de Marisa. Neste momento, mais bicicleteiros foram aparecendo: Luzia; Jaime Almeida, meu colega de Faculdade, funcionário aposentado da Justiça do Trabalho; e seu amigo, aposentado da Ferbasa, o paraibano Carlos, iniciante nos pedais.-A pedido de Luzia, aguardamos pelo Lázaro que, não aparecendo, resolvemos seguir. Mas o encontramos logo após o Mercado Modelo, atendendo a mil telefonemas dos atrasados de sempre:” tô aqui na paralela,"" Tô aqui em Simões Filho, mas tô chegando” . Já sei os conteúdos destas ligações, confirmados por ele. Para os que não chegam no horário combinado, transforma o organizador do passeio, que espera, um verdadeiro administrador de almoxarifado ou de transporte de uma grande empresa:”Ta onde? Tô chegando” “ Não saia daí não” Frases que todos conhecem , por demais, na Bahia. Como os atrasados não iriam chegar tão cedo(muitos perdidos pelos caminhos, nem ao centro da cidade conseguiram, óbvio), Eu e mais alguns deixamos o Lázaro, sob protestos educados de Luzia, que queria todo mundo junto, e iniciamos nosso pedal em direção à Colina: Jaime, Augusto, Kátia, Luzinete, Mara, Daniela , Carlos e mais alguns. A bondade do Lázaro não lhe permitiu a mesma iniciativa. Líder é assim mesmo: tem que dar um pouco, pelo menos, do seu sacrifício para os seus liderados. Solidário aos atrasados preferiu aguardar. Dividiu-se o grupo , mas fomos nos reencontrando pelos caminhos. Na Colina, nos juntamos novamente, bem antes da chegada dos cortejos, para a foto “oficial”. Lá estava o nosso amigo , motoboy na Ilha de Itaparica, com sua bicicleta de vários andares, que também pousou ao nosso lado.-Pelo caminhos , turistas nos acenavam, abordavam, pediam informações, demonstravam desejos de fazer o cortejo também no pedal. Estimulamos a todos, e distribuímos nossos panfletos cicloeducativos. Após a colina, contornamos a Igreja e paramos no bar/restaurante onde mora uma afilhada de Augusto, que nos serviu um caldo de mocotó e uma dobradinha especial. Marisa Viana apareceu e de novo nos premiou com mais um click da turma e nos ofereceu um livro com postais de fotos da sua autoria. Como é conhecida no seu meio, a Marisa não gosta, não quer ser fotografada. Por isto, não tivemos a sorte de pousar ao seu lado.-Fomos visitados por Kleber, sobrinho do Kleber Alves, que garantiu agregar-se aos nossos futuros pedais. Trinta e três anos, hipertenso, gordinho, não tem dúvida: o pedal será o remédio, como já foi para tantos. (Mas com acompanhamento médico Kleber!)-Após a dobradinha, refrigerantes, caldinho, seguimos para a Ribeira, para mostrar às paulistas o cenário deslumbrante da região. Tínhamos como destino a Sorveteria da Ribeira. Morando Luzinete e sua irmã em Plataforma e não pretendendo ir no pedal, fizeram uma sugestão pela qual todos ficaram encantados: faríamos , de barco , com nossas bicicletas, a travessia Ribeira/Plataforma. Não poderia haver melhor surpresa para todos! As paulistas vibraram. Nós também.-Logo na entrada, a simpatia de Tiane, da bilheteria; do segurança Djalma e dos condudores do barco O CONQUISTADOR, que, literalmente nos conquistou, com a presteza, cuidados e respeito com que colocavam as nossas bicicletas em cima da Barca e nos conduziram.Fizemos a travessia contemplando aquele belo cenário, apesar da pobreza das casas que contornam aquele mar.Nenhum de nós, baianos e paulista, nem mesmo Luzinete e Kátia, da região, conheciam este trajeto de barco. Todos comemoramos a descoberta, que não aconteceria se não estívessemos de bicicleta. O cansaço de Kátia deu-nos este presente. Feita a travessia e cumprida a missão de deixar Luzia , Kátia e Luzinete, em Plataforma, retornamos no mesmo barco e paramos na sorveteria da \Ribeira. Lá estavam Jaime e Carlos que haviam-se perdido de nós no alto da colina. Após o sorvete, saíamos quando ali adentrava o ex prefeito e candidato ao mesmo cargo, Imbassay . Com o seu jeito de simpatia natural, aliou o de candidato, nos cumprimentando como quem estivesse nos alertando: "quero voltar, me ajudem". Diferente , se no cargo estivesse, era a sua companha naquele momento: apenas alguns prováveis amigos ou familiares. Retornamos até a praça da Inglaterra, com as ruas todas livres para nós; Na região do Porto, atravessamos a rua, sem nenhum obstáculo, subimos o Taboão, seguimos empurrando as bicies pela Baixa do Sapateiro e Ladeira da Igreja de Santana. Ficaram Jaime, Augusto e Carlos na Moraria , enquanto, ainda empurrando as bicis, atravessamos toda a Joana Angélica , até o Jardim da Piedade . A partir daí ,pedalamos juntos até o Garcia, onde ficaram as paulistas. Garantiu-nos terem ficado felizes com a forma de ter festejado o Senhor do Bonfim; e nos prometeu escrever sobre esta experiência, até mesmo para que outros, inclusive seus conterrâneos, possam viver a mesma e gostosa experiência.-Assim foi o nosso cortejo ciclístico. E sempre relatamos para dizer às pessoas:-No cortejo da pedal, cheando antes.-Mesmo nublado, deve-se ir de manga comprida, protetor solar, calça comprida, para se proteger do sol. As paulistas não sofreram mais porque demos alguns paliativos: blusa e protetor solar. Mas as perninhas eram quase churrrasco," tadinhas." Prometeram tomar os cuidados nas próximas.-Descobrimos o encanto de uma pequena travessia que não conhecíamos.Faremos um Jabuti para Plataforma, fazendo a mesma travessia (cinqüenta centavos por pessoa e bici não paga)-Ficou mais fácil ir, de pedal, almoçar no Boca de Galinha.Mais pedais virão, agora com novos adeptos, novos cenários, novas emoções e visões de uma Bahia que nem mesmo pessoas aqui nascidas conhecem. E se não pedalar, não descobrirão, talvez, jamais! Fico sentido por elas.-Agora é ilha, Muritiba, Aracuju. O mundo sobre duas rodas de bicicleta.-As fotos serão publicadas no muraldebugarin.com emGaleria de fotos...Eu, que creio em nosso Senhor do Bonfim, agradeci por este dia, pela saude do meu ex sogro, recuperando-se de uma cirurgia, pela minha saúde , dos amigos e familiares. Também pelo prêmio recebido um dia antes: Covite da minha enidade de classe para compor a mesa , e, pessoalmente, pessoalmente, fazer a entrega da carteira da OAB para a minha filha, nova advogada, jornalista Luciana Barreto.(Lu, agora só falta voce pedalar!)publicado no muraldebugarin.com e no bikebook.blogspot.com.......
Leia bikebook.blogspot.com.
saiba o que está acontecendo em S
salvador:
salvadoracontece.blogspot.com
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participe dos nossos passeios e ações em favor das bicicletas nas ruas de Salvador, acessando nosos blogs e sites:

muraldebugarin.com . Na página principal, sites e blogs de pedal.
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quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

pode ir de bike:

Valci Barreto

Amanhã, quarta,16/01,às 21 horas , no Bar e Restaurante Aconchego da ZuZu, no Garcia, primeiro ensaio do Povo Pediu. Venha ver o pano para fazer a sua fantasia do jeito que quiser!!!Saudações carnavalescas,Renato.

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

TENDA DA CENTRAL DO CARNAVAL INAUGURADA.

SALVADORACONTECE.BLOGSPOT.COM.
JAI, UM SORRISO DA BAHIA, NA LOJA DA CENTRAL, NO TERREIRO DE JESUS.


Valci Barreto (as fotos do evento serão publicadas no muraldebugarin.com, em galeria de fotos)


Editor do bikebook.blogspot.com
meu zine
colaborador do muradebugarin.com


Lançada ontem, festivamente, a TENDA DA CENTRAL DO CARNAVAL, no Aeroclube. Como sempre, muita gente bonita, imprensa, autoridades e as colaboradoras, como sempre bem produzidas , sorrisoS estampados nos belos rostos a dizer: este será mais mais um grande carnaval da Central.

Na tenda estão sendo vendidos : camisetas, brindes, chaveiros, bolsas, bonés, canetas, e lindos marcadores para leitura de livros.

Quem quiser dar uma lembrança a alguém, não terá dificuldade de encontrar na Tenda da Central , nas lojas do Iguatemi, Barra e ao lado da Igreja de São Francisco, no Terreiro de Jesus.
Os ciclistas que passarem pelo Terreiro, mesmo que nada comprem, façam uma visita à baiana Jai, cuja história contaremos depois para os amantes do pedal e fãs do Camaleão/NANA/ Chciletes com Banana. Ela distribui sua beleza, simpatia, colorido e muita humanidade na Loja da Central, no Terreiro de Jesus.

Não se inibam em tirar uma foto ao lado da da Jai. Dica : Ela adora livro, revista, até mesmo uma página, que contenha receitas de doces, salgados, quitutes. Turistas , visitantes que quiserem uma foto ao lado de Jai, não se inibam: ela gosta e nada é cobrado.
Mais um motivo para visitar a Loja da Central do Pelourinho.

Quem quiser saber o que acontece em Salvador, acessem o site SALVADORACONTECE.BLOGSPOT.COM ,do jornalista PORTUGES/BAIANO , Amaro, que se fez presente na inauguração da Tenda da Central.
Hoje, 15.01.2008, às 21 horas, Vernissage na Galeria Panorama de Arte, sob o tema BICICLETA.
Você é nosso convidado.===========================
INAUGURADO, NA SABINO SILVA, AO LADO DA CREPERIA MARIPOSA, UM EXCELENTE RESTAURANTE COM COMIDA PORTUGUESA. E DE PORTUGES, COM ESPERIENCIA INTERNACIONAL EM GASTRONOMIA.
Fui, vi, gostei, fui bem atendido e voltarei. RESTAURANTE LISBOA, sabino Silva, na Pracinha, ao lado da Creperia Mariposa. Não tem como errar.
PUBLICADO NO MURALDEBUGARIN.COM====================================================================
Ajude o planenta, andando de bike, plantando uma árvore, economizando água , não poluindo sua casa, rua ou cidade.===================================================================
FESTA DO BONFIM-VAMOS DE BIKE, SAIDA PONTUAL, 08 HORAS, FRENT ELEVADOR LACERDA. CHEGO ANTES. APÓS AS 08 FICAMOS CIRCULANDO POR ALI. 8 horas é apenas um encontro, não há grupo, oraganização de grupo, quer ser agrega, quem quer vai só. o encontro é só para um bate papo. Eu sigo com meu amigo lazaro e sua turma do Naturabikeação.
Valci Barreto.
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ENCADERNAÇÃO ARTESANALENCADERNAÇÃO ARTESANAL E IMPRESSÃO GRÁFICA

Valci Barreto,

Editor do MEU ZINE,link do site muraldebugarin.come do amigosdebike.com.br
Uma arte quase em extinção é de encadernador artesanal de livros.Para o senhor Gabriel, no entanto, enquanto vivo for, diz ele, tiver forças a arte da encadernação artesanal não vai morrer. Podem vir as indústrias que ele estará encadernando, recuperando livros(não é restaurador), coleções , cartas , tudo, enfim, que possa ser encadernado.Sua clientela é formada, bàsicamente, por comerciantes que levam notas fiscais e documentos para serem encadernados.
Há aqueles, porém, apaixonados colecionadores de livros, revistas, fotos antigas que , vendo-as soltas ou rasgadas, levam-nas até o "seu Gabriel" para tê-las com novas roupagens, feitas com o carinho e os cuidados de que ama o que faz.
Costurados, coladas, cortados, aparados os papéis, novos livros e coleções vão se formando , conservando o seu conteúdo, as lembranças e histórias nele contidas, para que mais e mais gerações bebam as sabedorias impressas em papel.
O senhor Gabriel atende no seguinte endereço: Rua da Ajuda, 09, Edfo. Barreiro, quarto andar, telefax 32660903 - 34918602 – 34943491, atrás da Câmara Municipal de Salvador. Faz também serviços de digitação, publicações, impressos, panfletos; lugar simples, mas dotada de muita humanidade, é a gráfica e encadernadora do senhor Gabriel, atrás da Câmara de Vereadores e mail:saogabrielgrafica@hotmail.com
-publicado no muraldebugarin.com
E no bikebook.blogspot.com

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Magui, Luzia, Sergio Bezerra e Valci, encontro no Farol da Barra.

-Vá de bike ao Museu da Caixa Econômica(CAIXA CULTURAL) RUA CARLOS GOMES, AO LADO DO CLUBE DE ENGENHARIA . Exposição de fotograficas e de fotográfos que fazem parte da História da Fotografia, publicadas na Revista Magnun. Imperdível. Levem seus filhos. Eles vão agradecer.
BUZINADAS, VAMOS EVITAR.


Valci Barretoeditor do bikebook.blogspot.com

colaborador do muraldebugarin.com

Lamentavelmente, somos um povo barulhento, apaixonado por buzinas, sons elevados. Independentemente de classe social, os soteropolitanos(falo do que conheço, por isto falo dos conterrâneos. Do interior, tenho apenas informaçoes o a situação é caso é de polícia e de saúde pública), abusam da utilização de som alto : carros com verdadeiros trios elétricos , circulam pelas ruas ou param em qualquer lugar sem o mínimo de respeito a quem não quer ouvir; rádios a toda altura, em qualquer lugar e horário, até em frente de hospitais e escolas. Nestas, a buzina é usada para chamar o filhinho, quando deveria ser ele educado para aguardar na porta a chegada da mamãe/papai. A mamãe/papai ; se o menino não se disciplina , ou ela , em relação ao horário para apanhar, deveria estacionar o carro e , a pé, buscá-lo. Como todos só andam apressados, estressados, muitas vezes mais por impulso, hábito, do que por necessidade ,ou não quer ter trabalho, " tome-lhe buzina"; Os outros que tapem os ouvidos.Em casa, "sorta o som", muitas vezes até altas madrugadas, normalmente com as piores músicas. Se alguém for reclamar, muitos saem até de revolver em punho:" a casa é minha, o som é meu".Nos postos de gasolina, mesmo com todas os avisos da Sucom, a rapaziada ainda abusa. O proprietário ou funcionário, com medo das multas, ou até de agressões, pedem para baixar ou desligar o som. Muitas veze não resolve. Aí tem que a polícia ser acionada.Esta prática não é civilizada, não é aceita por muitos. Estes, com medo de violências, sustos, retaliações, normalmente ficam caladas. Suportam sofrendo, como é próprio dos pacíficos e tímidos.Não agüentando e ainda tendo coragem, chamam a Polícia. Quando esta aparece, o barulhento, o violento, o "dono de tudo", fica quietinho, bonitinho, baixa o som. Muitos, “humilhados” vão atrás de quem denunciou.Ou seja, coisas que poderiam ser resolvidas com educação, respeito, tem que ser com a Polícia. Lamentável. Mas ainda bem que ela, apesar de todas as críticas, está aí também para isto.Esta prática, que decorre da falta de respeito que o cidadão tem para com o seu semelhante, chega também aos passeios ciclísticos, óbvio.Todos nós, ciclistas, pelo menos em nossos grupos, devemos fazer um esforço para evitar as buzinadas que costumam alguns praticar. Muitos buzinam a cada segundo, com som elevado, poluidor, desrespeitador aos do grupo que não gostam e não têm coragem de reclamar e aos pedestres que se assustam, que têm seus ouvidos agredidos por este tipo de buzina.O som tem a ver com alegria, com defesa, com aviso. Mas não deve ele ser usado como arma para alguém aparecer , fazer barulho, incomodar. Não deve ser usado como instrumento de agressão, desrespeito a quem não gosta ou não suporta o barulho.Só para exemplificar, um domingo ,de manhã cedo, passou um ciclista pela região do Rio vermelho; não havia na rua sequer uma pessoa, um carro ou qualquer obstáculo. Mesmo assim , acionava uma buzina, daquelas de tipo de som para caminhão em estrada, com intervalos de segundos. Sinceramente, não dá para entender um comportamento deste. As pessoas dormindo , descansando ,naquele horário, sendo obrigado a conviver com este tipo de coisa . Acho que uma conversa com estas pessoas pode ajudar muito. Quando estou em grupos de pedais, e percebo que a pssoa não vai ser agressiva, costumo pedir para não buzinar .Seria bom que todos assim procedessem.Vamos fazer algo para que estas buzinadas não acontecem em nossos passeios, que elas sejam usadas apenas como proteção do ciclista ou do pedestre, em estradas ou em grandes velocidades, jamais no centro de qualquer cidade. As agressões sonoras, praticadas pelos carros, aparelhos de som em prédios, festas em casas que tenham vizinhos por perto, são as mesmas cometidas pelos ciclistas com as suas buzinadas.Não sou líder, comandante, coordenador de nenhum grupo de bicicletas. Participo de todos que eu posso. Os grupos organizados, de um modo geral, conseguem aliviar estas buzinadas. Vamos fazer um esforço para que os que pedalam sozinhos assim também se comportem. É bom para todos e passamos a ser mais respeitados pela comunidade que nos vê. Nós, cicloativistas, ciclistas, estamos sempre pedindo que nos respeitem. Mas , quando algum ciclista utiliza aquelas buzinas ,estão desrespeitando os outros, inclusive a ciclistas que também não gostam, não desejam o barulho.Uma aliviada, pelo menos, será muito bom para que tenhamos o respeito que tanto pedimos para nós.publicado no muraldebugarin.com
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domingo, 13 de janeiro de 2008

NO PEDAL PARA A COLINA SAGRADA.

Valci Barreto
Bikebook.blogspot.com
Muraldebugarin.com

-Até 1976, quando trabalhava em um banco, no bairro do Comércio, via passar o cortejo da festa do Bonfim com as suas carroças enfeitadas, muita gente bonita queimada pelo sol da Bahia, charangas que todos conhecem. Quem podia participar, de verdade, da festa eram: estudantes, turistas, funcionários públicos, professores, desempregados ou autônomos, figuras carimbadas das praias do Porto da Barra , Pituba e de todas as festas de largo da nossa Capital. Isto porque, mesmo naquela região, o comércio abria normalmente.-As pessoas que trabalhavam em banco, casas comerciais, só poderiam seguir o cortejo se estivessem na condição de proprietários, gerentes, se o patrão fosse muito bonzinho e os liberasse “um pouquinho”. Superiores, bem superiores hierárquicos, como muitos dos que eu conhecia, seguiam meio escondidos, como a dizer ou dizendo: “vou resolver coisas na rua”. No caso dos bancos, os gerentes tinham desculpas mais convincentes para uma ligeira fuga: “visitar clientes potenciais”. Os mais arrojados, que tinham a coragem de assumir que estavam indo “apenas dar uma olhadinha”,normalmente voltavam logo “para dar exemplo” aos seus subordinados.Para os sem "sem cortejo", aquilo era mais tortura do que prazer; porque tinham que se contentar apenas em ver,em olhar os “abençoados.” Acostumados, ninguém se queixava tanto.-Muita gente perdia emprego em carnaval e festa do Bonfim naqueles tempos. Para quem não tinha a mesma coragem, a vingança só poderia acontecer após o expediente e nos sábados e domingos seguintes. Até que eu não sofria tanto em ver tudo aquilo. Sendo do interior, não conhecendo nem tendo participado daquelas caminhadas, não conhecia o fascínio que exercia sobre as pessoas. Comigo isto veio acontecer mais tarde: foi só participar da primeira.
-Depois do banco, entrei para a Faculdade. Havendo aula naqueles dias , preferia deixar a festa para a noite ou para o final de semana.-A composição oficial da festa envolvia um grupo de ciclistas com suas bicicletas enfeitadas de papéis, tecidos, bandeiras, plásticos nos aros e raios, panos brancos , miçangas, fitinhas do Bonfim, com as cores da Bahia. Era o grupo que abria o cortejo, que seguia na frente. E era onde eu desejava estar um dia. Aquele desejo, mesmo moderado, jamais saiu de mim.-As bicicletas deixaram de compor a parte oficial do cortejo. Porém ,teimosas, jamais deixaram de seguirem até a colina. Em todas, individual ou em grupos, os ciclistas sempre apareceram para fazer a sua festa. É assim que também tenho feito.É bom participarmos com outras pessoas de emoções, prazeres que a vida oferece, muitas vezes a custo econômico baixo. A bicicleta me proporciona isto. E não estou só neste viver/pedal. Por isto, há muitos anos, anuncio, marco com amigos, um encontro às 8 horas, em frente ao Elevador Lacerda para seguirmos pedalando até a Colina Sagrada. Oito horas é um compromisso comigo mesmo. E é também para amigos que queiram fazer um encontro, ainda que breve, para seguirmos. Aparecendo ou não pessoas, sigo em frente. Mas ainda não aconteceu de ir sozinho. Sempre aparece alguém; e grupos vão se formando espontaneamente, com pedal educado e muito divertido.Comumente, durante o pedal, alguém do grupo toma a iniciativa de arrecadar, entre os ciclistas agregados, centavos, reais, destinados a compras de alimentos que são entregues no Hospital Irmã Dulce.-Tive como parceiro, por vários anos, o Professor de Direito, Deraldo Brandão. Ultimamente não nos tem acompanhado.Depois tive, e ainda tenho, a companhia do Lázaro , do NATURABIKEAÇÃO . Muitos outros ali também aparecem. --No ano passado, apareceu a nossa querida , professora/cicloativista Luzia Teles. Estava sem poder pedalar, mas estava em condições de seguir a pé. Pedi licença ao pessoal da bike, deixei a minha na Lanchonete do Edson e, solidário Luzia, seguimos a pé, com mais uma amiga. Gosto de participar de qualquer jeito desta festa. Mas não achei ainda outro melhor do que ir afagando a magrelinha. Se ninguém aparecer, vou só. Mas nunca isto aconteceu. Há sempre alguém para fazer o mesmo.
É como irei, todas as vezes que estiver em Salvador, não estar doente ou não ter quem me substitua no trabalho. Tenho sido abençoado pelo senhor do Bonfim: Há muitos anos que a sorte me tem beijado nestes dias. Espero que assim seja todos os anos, enquanto viver e poder pedalar.Quem achar que precisa de convite, sinta-se convidado: estarei, às 8 horas, em frente ao Elevador Lacerda, Monumento de Mário Cravo, no dia da Festa do Bonfim . Posso até chegar antes. Mas 8 horas da manhâ é o meu compromisso. Se eu não aparecer, algo aconteceu. Mas não será motivo para você não manifestar a sua fé, da melhor forma que sempre achei de ir à colina sagrada: no pedal. Tanto para ir, como para voltar!“QUEM TEM FÉ, VAI E VEM NO PEDAL!É como irei e voltarei, mais uma vez neste janeiro de 2008.
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publicado no muraldebugarin.com e no bikebook.blogspot.com

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008



Professor Robson Guedes , no passeio ciclístico da ASBEB , abraça senhor Alfredo, que vende livros usados na parte baixa da Ladeira do Fuinil, Sete Portas, Salvador-Ba.
Quem puder e quiser, faça doações de livros para o senhor Alfredo. É uma forma de ajudar o senhor Alfredo a driblar o desemprego e distribuir cultura com os mais carentes. Ele trabalha também aos domingos pela manhã momentos em que há facilidades para estacionamentos de veículo. Sempre o visito de bicicleta.
Foto:Professoras Magui,Luzia,Jornalista Sergio Bezerra e Valci Barrreto -no passeio ciclstico ASBEB/JABUTIS do dia 07.01.2008:Encontro no Farol da Barra. Salvador-Ba.

Centenas de outras fotos em "galeria de fotos", do muraldebugarin.com



PESQUISE NESTE BLOG:

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segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

"ARTES"

Valci Barreto
Editor do bikebook.blogspot.com
colaborador do muraldebugarin.com


Como anunciado em nossos sites, organizamos e patrocinamos, em parceria com a PANORAMA GALERIA DE ARTE , uma exposição de pintura sobre o tema “BICICLETA”.

Esta é a segunda exposição sobre o tema , que integrará o calendário cultural de Salvador. Ano passado, o evento contou com a presença da imprensa, tv, jornais, rádios, autoridades, muitos artistas, amadores e profissionais, ciclistas e autoridades , inclusive o Consul de Portugal.

“ A BICICLETA “
VERNISSAGE :
15 de Janeiro ( terça-feira ) às 21:00 horas

> ARTISTAS PARTICIPANTES: ANDRÉ GUIMARÃES, DJALMA ARAUJO LIMA, FADA FADUL, GLÁUCIA BASTOS DE ARAUJO, ITO MEIRELES FILHO, LOURIVAL, MARIA NAZARÉ SANTOS, MOACYR MUNIZ, NELSON DE PHILIPPE, NEUZA COLARES, OLGA LOPES, SILVIO ALMEIDA, SUELI ALCÂNTARA, T. A. LIMA.

> Período : 15 até 29 de janeiro de 2008
Horário : Segunda a sexta-feira : 9:30 às 12:00 e das 14:00 às 18:00 horas = Sábado : 9:30 às 12:00 horasTelefax : 55 ( 71 ) 3240 – 6375 Fones : 55 ( 71 ) 3248 – 0237 = 9982 – 2254 = 8106 – 9558RUA ESCRITOR NELSON GALLO,19 – rio vermelho = 41.940–010 = SALVADOR-BAHIA-BRASIL

Para a exposição, contamos com o apoio e colaboração do
Muraldebugarin.com;
Bikebook.blogspot.com;
Locadora Munhoz
George Argolo
VIDROS MURANO, RUA CARLOS GOMES, AO LADO DO CLUBE DE ENGENHARIA.

Curador da Exposição: VALCI BARRETO (valcibarretoadv@yahoo.com.br) >

Este evento é importante para as artes, artistas e para o cicloativismo que desenvolvemos em nossa Capital.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

NÃO DEIXEM DE VISITAR EM SALVADOR

DOIS LUGARES EM SALVADOR

Valci Barreto
Editor do bikebook.blogspot.com
meu zine
colaborador do muraldebugarin.com



Em todos os cantos do mundo há locais fora da mídia, fora dos roteiros carimbados pelas agênicas de turismo , públicas ou privadas, que muita gente desconhece. Por isto deixa de estar no lugar que muitas vezes há anos procurava .

Dois destes locais podem ser , em Salvador: BAR DO MARIO ou Verso e Prosa, no final de linha do Condominio Parque Julio Cezar. O ponto de referência para chegar até lá é o SHOPING PONTO 7, na Pituba.Não tem erro: todos sabem onde fica.

Caracterpistica do bar: comidas e tira gostos simples. Musicos amadores e profissionais se renunem para tocar e cantar, em som baixo, mpb e bossa nova. O dono do bar, Mário, tocava com grandes nomes da música baiana ( não estou falahdo de axé, arrocha nem de boquinha na garrafa ou em outro qualquer lugar), mpb nacional; deixou a música como profissão, mas não parou de cantar e tocar com os amigos. Criou, assim o seu bar, que contempla a "mesa da diretoria", onde amigos se sentam e exibem seus talentos (ou não), artistícos. É comum alguns músicos conhecidos nacionalmente por lá aparecer e dar uma canja. E quem souber tocar e cantar, será sempre convidado para participar da festa.
Tiragostos, petiscos, bode, sarapatel, churrasquinhos, tudo muito simples, apenas para temperar a boa música. Você paga baratinho a comida. E a música é servida gratuitamente.-------
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BISTRÔ PORTO DO SOL, NA BARRA.
Escondidinho, em um dos becos do Porto da Barra, o Porto do Sol é decorado com fotografias de antigos cartazes de Filmes, fotos de artistas que fazem parte da história do cinema. Ver as paredes já vale uma visita ao Porto do Sol. São servidos pratos típicos austro/húngaro, com o mesmo tempero e forma dos servidos nas decadas de 40/50. O fundo músical é de filmes da mesma época.
Os pratos são elaborados e servidos pelos próprios proprietários, com apenas um ou dois auxiliares.Voce pode pedir pratos especais, de acordo com as possibilidadas da casa e com o seu regime alimentar.
Leve seu amigo, amiga, visitante da Bahia para o Bistro Porto do Sol. Ele não vai se arrepender de ter visitado nosssa Capital. Esta dica é dada gratuitamente a quem gosta do que é bom e barato, pelo muraldebugarin.com,meu zine e
bikebook.blogspot.com
O Bistro Porto do Sol fica na Praça do Tamarineiro, quases coladinho ao Mar, próximo também da Associação Atlética da Bahia. Porem , quse coladinho ao mar do Porto da Barra, a mais gostosa práia do mundo, segundo Caetano Veloso, Gilberto Gil, EU e Jolivaldo Freitas.
Quem conhecer ou tiver estes pontos curiosos em Salvador ou qualquer outro local do planeta, mande para nós , com endereços, pontos de referência, de preferencia com fotos, que publicaremos em nossos blogs a custo 0800.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2008


Professora Luzia Teles, cicloativista em pedal exemplar!


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ASBEB E SOBREMESA DE JABUTIS VAGAROSOS.


Valci Barreto
Editor do bikebook.blogspot.com
Colaborador do muraldebugarin.com



O último passeio da ASBEB (07.01.2008), demonstrou, mais uma vez , a sua importância como "pedal educador",ao verificarmos que as lições de como se deve comportar em um passeio ciclistico, estão sendo absorvidas por todos. Respeito, civilidade, boa conduta. O som em nível bem melhor do que os ensurdecedores de antes. Tudo bom, tudo ótimo. Comportamentos exemplares, nenhuma gritaria nem aquelas buzinadas por demais rejeitadas pelos organizadores. Não vi ninguém fazendo “acobracias” ou pedalando pelos passeis.

Foi o que vi até o Terreiro de Jesus. É que, do Terreiro, juntamente com Magui e Luzia nos despedimos da turma para seguimos fazendo um Jabuti básico.

O número de pedalantes não foi dos maiores, o que é normal quando o sol está muito forte, levando os bicicleteiros para locais mais distantes como linha verde e orla de Salvador.

O novo grupo de pedal, SUBA AI, da Ferreira Santos, Federação, inaugurou sua camiseta, que homenageia o Vitória e Flamengo. Vamos colocar um azuzinho e branco aí , pelo menos, viu turma? Mas como no pedal não há rivalidade de torcida nem de pedalantes, vocês estão salvos! Apesar das corres, ficaram bonitas as camisetas. Parabéns! Os outros grupos saudaram o SUBA AI, que já começa com tudo, prometendo grandes pedais. Anderson e Cadu são os comandantes, pessoas nossas conhecidas, da Ferreira Santos.

O AmigosdoTony, apesar da ausência de “Lindo Olhar” e da “nossa sogra”, fez-se presente, com , (não tenham ciúmes!) a mais bela camisa do passeio, que , entre outros detalhes, tem uma atenção especial do Pelotão Águia, que atesta a idoneidade do grupo.

Eu e mais alguns amigos, recebemos presente especial do amigosdotony: pochete gravado com nome do Meu Zine, que muito nos honrou.

Uma senhora levou filhos do rankin de bicicross, campeão e vice , em campeonato em feira de Santana. Prometeu-nos informações que postaremos aqui.

Na Praça da Sé, uma simpática carioca, Glicia, nos abordou para tomar informações dos nossos passeios. Encantada com nossas mensagens, com a imagem do que viu, prometeu recomendar nossos grupos para suas amigas cariocas, que retornará em breve para salvador e irá pedalar conosco. Seja bem vinda Glicia!

Alisson, campeão baiano de Bicicros, que começou a pedalar na ASBEB, ainda garotinho, com seu papai coruja, professor Robson, presenteou a ASBEB com sua presença, merecendo o aplauso dos pedalantes no Terreiro de Jesus.

Eu, Luzia e Magui, nos despedimos da turma, no Terreiro de Jesus, pois tínhamos que levar a Magui em sua casa mostrando como se faz um Jabuti pelas ruas de Salvador. Iniciando com uma parada no museu da Caixa , na Carlos Gomes, que abriga exposição de fotos de fotógrafos da Magnum. (Agencia que produziu os grandes fotógrafos e as imagens que formam a historia da fotografia). No museu ainda a figura simpática de um segurança, que trabalha no museu, o qual participou comigo , Vtinho, Mariana minha filha, lazaro, tio lu e outros em memorável passeio que fizemos por Periperi, Lamarão, antiga Fábrica da Concisa, afirmando ele que guarda com carinho a lembrança daquele passeio.



Seguimos pela ladeira da Barra. No faro, encontramos o nosso amigo, futuro pedalante, jornalista Sergio Bezerra, que está fazendo a cobertura do que acontece na Barra, para o Band Folia. Sem compromisso nosso ou de Sergio, algum grupo organizado que por lá passar, vamos fazer uma visita ao Sergio, que, se as circunstancias permitirem, alguma imagem poderá ser feita para o melhor programa de cobertura carnavelesca da Bahia, o BAND FOLIA, que há muito já caiu nas graças do baiano.

Dados os abraços, feitas as saudações, promessas e fotos, seguimos para o Mercado do Peixe, sugestão de Luzia para o almoço. Não poderia ser melhor: De cara, fomos recebidos por NEGONA, como para nós se apresentou, figuraça, simpatia contagiante que foi logo abordando, de forma elegante e simpática , conquistando-nos pelos cuidados destinados à guarda das nossas bicicletas. Comemos o delicioso arrumadinho, com um atendimento primoroso da Negona, cheia de alegria, energia, pernas de atleta , segundo ela, de jogar futebol. Disse gostar de pedalar, vai comprar a bike e se agregar ao NATURABIKEAÇÃO e Pedais na Estrada, que é da “sua periferia” e que já conhece de passagens pela sua região onde mora.

No almoço a conversa não poderia ser outra: bicicleta, passeios de bicicletas , projetos de irmos no pedal para Santa Terezinha até o Município e povoado da mesa região, onde nasceu Magui e seus familiares. Afirmou Magui, que um irmão seu, sem costume de pedalar, saiu de Salvdor, com um amigo, no pedal, e fez em um dia , de bicicleta, uma viagem de Salvador até lá. Luzia arregalou os olhos e disse não ter dúvida: vamos faze o mesmo. Luzia ta danada depois de Imabassay......

Passamos para tomar uma coca no Bar do Mario, quase colado à casa de Magui. Vamos fazer um encontro lá, para ouvirmos as canções naquele espaço de música e comida simples e gostosas.

Deixamos Magui e seguimos: Itaigara, Hiper Bom Preço, Iguatemi, Pedacinho do Bonoco, Hiperbox, Barros Reis, Sete Portas, Aquidabã, de onde nos despedimos: ela seguiu para o Barbalho, para a casa de “mainha” e eu para minha casa, certos de mais um dever cumprido.

Participou do passeio o vereador Reginaldo Oliveira, que garantiu: a sua namorada vai também pedalar! E prometeu, mais uma vez, colocar o seu mandando de vereador em favor das bicicletas nas ruas de Salvador.

Sempre presente, também, os nossos queridos JAFÉ E MARCAO, DO ANJOS DE BIKE. Tio Lu está em Muritiba e justificou a sua ausência.

Sentimos a ausência do Naturabikeação, que tinha compromissos, George Argolo, Alex Machado e Lu Saraiva, entre outros que sempre se fazem presentes nos nossos pedais da ASBEB.

Mas o Guerreirão estava conosco. Olha o peso!

As fotos vão estar postadas, dentro de poucos dias, no muraldebugarin.com ,em Galeria de Fotos.

Salvador, 07 de janeiro de 2008-01-07

Publicado no muraldebugarin.com
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Lázaro, Naturabikeação e Luzia, grande pedalada, de Salvador a Ymbassay.







Lazaro do Naturabikeação, Valci Barreto, Vereador EVERALDO AUGUSTO













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VIVA LUZIA!!!

Valci Barreto
Editor do bikebook.blogspot.com
MEU ZINE
colabordor do muraldebugarin.com





De muita significação a pedalada de nossa querida professora, cicloativista, Luzia Teles ,que saiu de Salvador , no dia 30.12.2007 ,com o grupo NATURABIKEAÇÃO, do cicloativista Lazaro, e pedalou até Praia do Forte. Lázaro voltou com a turma, conforme previsto, no mesmo dia. Luzia, como anunciado, prosseguiu a viagem, solitária, até Imbassay onde descobriu um camping , que aluga barraca, guarda a bicicleta e ainda troca roupa de dormir. Depois de ter curtido práia, conhecido pessoas novas, pregado o "evangelhobike" aos acampados, retornou no dia 02.01.2008 pedalando sozinha. Saiu de Ymbassay às 5.45 e chegou em sua casa, no Barbalho, 11.30. Lázaro, com sua inestimável gentileza, foi receber Luzia em Itapuã, acompanhando-a no pedal até o Barbalho.
O importante para Luzia, e para nós, não foi apenas ter pedalado nestas circunstancias: foi o aprendizado colhido nestes dias de cicloturismo. Entre outras descobertas: camping em Imbassay e Diogo, que aluga barraca com as roupa de domir, por valores módicos, fato muito importante para o nosso cicloturismo ; ter conhecido, no mesmo camping, um cicloturista baiano(não fique com ciumes George!>>) que pedalou de nossa capital até a Nicarágua. Este, em um gesto de generosidade, ofertou-lhe o clássico livro de rubens pinheiro, que conta a viagem deste baiano que pedalou de Salvador até Nova York de 1927 a 1929. Consegui , com muito esforço autorização da Luzia para contar esta sua façanha e que ela escrevesse para nossos blogs maiores detalhes desta viagem. Autorizou-nos este resumo e nos garantiu um texto com mais detalhes, experiencias, aprendizado, emoções e dicas para que outras pessoas tenham a mesma determinção, coragem e fiquem sabendo que , pertinho de nós, há camping que aluga barraca, com roupa e tudo. E ainda guarda a bike!
Luzia, uma façanha desta não pode ficar só para você! Tem mais gente querendo fazer o mesmo e precisa da sua ajuda.
Colhi ainda de Luzia a certeza de que este é apenas o começo de grandes passseios que fará de bike, sozinha ou acompanhada!
Aguardem o relato da propria luzia, telefones e endereços do camping.---------------------------

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Ao Dimitri Ganzelovith:
Parabens pelos seus artigos, publicados no muraldebugarin.com. Além de bem escritos, um grito em favor de melhores dias para a Bahia.
Amei o texto sobre o seu encontro com o Juscelino. Um primor, uma obra de literatura.
E mande mais.
valci barreto,editor do bikebook.blogspot.come do muraldebugarin.com
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estou fazendo contatos com o Salvador para que esta turma maravilhosa vá fotografar o passeio da asbeb. O pedido já está sendo analisado pela diretoria do Clube, com possibilidade de ser incluido na pauta.
É uma grande conquista para nós, vez que esta turma divulga suas fotos em exposições que são muito visitadas e são espalhadas para o planeta pela internet.
visitem o site do salvadorfotoclube
e agendem: 15.01.2008, exposição na panorama galeria de arte, sobre o tema BICICLETA.
APOIO: apoio e colaboração:MURALDEBUGARIN.COMLOCADORA MUNHOZVIDROS MURANO, RUA CARLOS GOMES, AO LADO DO CLUBE DE ENGENHARIA.BIKEBOOKBLOGSPOT.COMJPNORCICLOBAHIA